TeleSéries
Primeiras Impressões – ‘The Secret Circle’
19/09/2011, 01:03.
Ariel Cristina Borges
Opinião, Preview, Reviews
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E mais uma série chega para se unir a The Vampire Diaries, Supernatural e outras no hall das histórias sobrenaturais. Sou apaixonada por esse gênero a muito tempo, e quando as primeiras notícias sobre The Secret Circle saíram, eu já fiquei curiosa para ver o resultado final, principalmente por que é baseado nos livros da L.J. Smith e por que o roteirista é Kevin Willianson, velhos conhecidos dos fãs de Vampire Diaries, como eu.
Confesso que além da Phoebe Tonkin e da Jessica Parker Kennedy, heranças da minha infância e do início da adolescência, não conhecia muito do elenco da série até a estreia e não me decepcionei com a atuação deles. Mesmo Louis Hunter, que só teve umas três ou quatro falas no episódio piloto, as fez bem.
Como toda série da CW que se preze, já foi perceptível que Secret Circle vai ter além das tramas principais, um lado mais romântico explorado com a história de Adam e Cassie, de seus pais e de suas famílias serem ‘alinhadas nas estrelas’. A parte do triângulo amoroso entre eles dois e Diana pode deixar tudo mais clichê futuramente, mas eu tenho a impressão que dessa vez, vai ser diferente e, quem vai movimentar essa história não é Diana, mas Faye. A filha da diretora da escola de Chance Harbor (porque sempre tem só uma escola na cidade?) parece ser bem ambiciosa, e algo me diz que ela não vai sossegar até conseguir a liderança do Círculo, até agora, de Diana.
Uma coisa que se tornou uma grande interrogação para mim e para outras pessoas que assistiram o episódio foi ‘A que vieram os adultos da série?’. O que aconteceu com o último Círculo que matou grande parte dele e fez a magia ser proibida? Porque eles levaram Cassie até Chance Harbor? Porque Ethan, o pai de Adam, não faz parte da ‘panelinha’ formada por Dawn e Charles? Porque eles escondem dos filhos que sabem sobre o Círculo? E, por último, mas não menos importante, o que eles querem do Círculo?
Com todas essas interrogações somadas às tramas pessoais dos integrantes do Círculo, o primeiro episódio de The Secret Circle terminou e já deixou aquela sensação de ‘Mas, já? Vou ter que esperar pela semana que vem…’ A série tem tudo para deslanchar e fazer muito sucesso conforme a exibição dos episódios. Antes mesmo da estreia, eu já sabia que acompanharia e o primeiro episódio só serviu para confirmar as minhas expectativas: Minha wachtlist aumentou.
Warehouse 13 – Shadows
17/09/2011, 12:18.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: Warehouse 13
Episódio: Shadows
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×09
Data de exibição nos EUA: 12/09/2011
Ei Warehousers! Quem aí tinha ficado mega curioso por causa da maneira como o episódio passado terminou? Toda aquela história da mãe do Pete ser uma Regente, além da morte da Sally e da demissão do Steve realmente criou uma expectativa, mas que não soube ser muito bem aproveitada.
O episódio desta semana foi mais um grande “Casos de Família” (esse programa ainda existe?) do que qualquer outra coisa, mesmo a intenção da trama principal ser sobre Megan Reese, uma garota que explode quem a deixa irritada (garanto que muitos aí já desejaram ter esse dom, não?). Clique aqui para continuar a leitura »
Breaking Bad – Bug
17/09/2011, 12:06.
Eddie Tertuliano
Reviews
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Série: Breaking Bad
Episódio: Bug
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 04 x 09
Datas de Exibição nos EUA: 11/09/2011
Na minha opinião, uma das relações mais complexas entre personagens do mundo das séries é entre Walter White e Jesse Pinkman. Os dois, em parceria desde o primeiro episódio, estão sempre no limite entre matarem um ao outro e a lealdade absoluta. No entanto, o final do episódio da semana deixou a dúvida no ar: teria a relação dos dois finalmente chegado à um ponto de ruptura?
Em mais uma enigmática cena de introdução, vemos sangue em um sapato e uma mão pegando um óculos quebrado. Claro que sabemos que se trata de Walt (e o close em seu sapato, logo em seguida, não deixa mais dúvidas), mas quando aquilo aconteceu/acontecerá? A resposta estava logo no fim do episódio, tratava-se de uma briga entre Jesse e Walt, que só não quebrou a casa toda do primeiro porque, convenhamos, não tem lá muito a ser quebrado ali.

O motivo da porrada ter rolado? Walt plantou um GPS semelhante ao de Hank no carro do parceiro, descobrindo que este encontrou-se com Gus na noite anterior e não colocou em prática o plano de envenenar o traficante. Obviamente, Jesse não gostou da desconfiança e gostou menos ainda de Walt dizer que ele vai estragar tudo no México, resultando em uma briga violenta, que terminou com Jesse expulsando o químico de sua casa, advertindo-o que nunca mais voltasse. Clique aqui para continuar a leitura »
The Vampire Diaries – The Birthday
17/09/2011, 09:42.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: The Vampire Diaries
Episódios: The Birthday
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×01
Datas de Exibição nos EUA: 15/09/2011
The Vampire Diaries voltou, meu povo! A julgar pela maneira como a segunda temporada terminou, foi quase impossível não sentir curiosidade e ansiedade para o retorno da série. Entretanto, apesar de todos os assuntos deixados em aberto, este episódio de estréia da terceira temporada esteve mais para enrolação do que para empolgante.
A trama retornar já mostrando o aniversário da Elena foi algo um tanto clichê e serviu mais como pretexto para darem uma festa em Mystic Falls (como acontece em quase todos os episódios) do que para ter aquele drama de ela estar envelhecendo enquanto o namoradinho imortal está longe, e para darem um clima de “protagonista tentando um recomeço” no episódio.
Enfim, já ouviram aquele ditado “Quando os gatos saem, os ratos fazem a festa”? Então, é mais ou menos isso que está acontecendo com o Damon e a Elena. Apesar de ter se passado muito tempo desde o beijo todo dramático dos dois, está mega evidente que ainda rola um climinha entre eles, mesmo a mocinha estando triste por causa de Stefan, e Damon ainda estar namorando a Andie. Aliás, concordam que a Andie reapareceu de maneira totalmente aleatória? Tipo, o Damon deu um fora nela e agora do nada está com a coitada de novo.
Pois é, e por falar no Stefan, ele agora está muito ocupado fazendo picadinho de mulheres e aprendendo brincadeirinhas novas para treinar com os lobisomens a fim de persuadi-los a se juntarem à nova raça multiuso (vampiro + lobisomem) do Klaus. Sinceramente, apesar dessa pose de vampiro sanguinário do Stefânio, ele não convence nem um pouco bancando o malvadinho… Tanto é que ele passou o episódio inteiro com uma cara de chapado (porque a cara de malvado do Paul Weasley mais parece de drogado/bêbado) por ter se convertido ao Klaus’ Lifestyle. Essa coisa vampírica de “desligar os sentimentos” que Stefan está tentando fazer enquanto o Damon e o Alaric tentam bondosamente encontrá-lo está quase lembrando a primeira temporada, mas o Damon com certeza é melhor no papel de monstro sem sentimentos. Stefan está claramente copiando a velha personalidade do irmão, mas sem sucesso algum. Prova disso foi a morte totalmente sem graça da Andie.
Protagonistas à parte, o que eu realmente estava esperando para ver era o novo “dom” do Jeremy, mas para minha revolta (e garanto que de mais vários fãs também), essa foi a questão menos explorada por enquanto. E já que estamos falando de coisas que fizeram falta… Só eu que estou com saudades da vampbitch Katherine? Sei lá, não estou botando muita fé que ela apareça nesta temporada, mas mesmo assim eu continuei torcendo até o último segundo para que ela desse as caras e trouxesse aquele famoso e familiar ar de promiscuidade. Talvez o que tenha faltado foi o ar mais maldoso, sombrio e sensual que a série prometeu para esta temporada (quem viu a promo “Appetites” e as fotos promocionais sabe do que estou falando).
Eu provavelmente reclamaria mais do episódio, se não tivessem guardado uma surpresa boa para o final (que nem foi tão novidade assim, mas tudo bem): Caroline metida em encrenca novamente. Desta vez, pelas mãos da própria sogra, que agora tem conhecimento dos dentinhos anormalmente afiados da nora e tratou de dar um sossega leão na menina. Sei lá, acho que a mãe do Tyler não vai matar a vampirinha, porque senão já teria feito… Mas que vem confusão por aí, com certeza vem.
E quando você pensa que o episódio já acabou, aparece o Stefan novamente com aquela cara de tonto ligando para a Elena e já acabando com o próprio disfarce de vampirinho malvado sem mal ter começado direito. Algumas coisas nunca mudam… Essa choradeira e esse drama do Stefan e da Elena são exemplos perfeitos disso.
P. S. [1]: Só eu tive um déjà vu quando o Stefan se aproximou do Damon e falou “Hello brother!”? Acho que todo mundo sabe do que eu estou falando, mas quem não souber, dê uma olhada no episódio 1×01.
P. S. [2]: O Damon está condenado a ser ‘forever alone’, só pode! Mesmo sendo um dos personagens mais cobiçados e que mais flertam na série. Coitado.
Damages – Failure Is Lonely
16/09/2011, 22:36.
Tati Leite
Reviews
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Série: Damages
Episódio: Failure Is Lonely
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×10 (Season Finale)
Datas de Exibição nos EUA: 14/9/2011
Esse episódio fez eu lembrar de todas as questões de múltipla escolha que fiz na vida e que pensei numa resposta mas na hora de entregar mudei de idéia para depois descobrir que deveria ter seguido minha primeira intuição.
O final de Damages não foi nada surpreendente como costuma ser, mas foi um episódio muito bom e não podemos dizer em nenhum momento que a temporada não foi pensada. É bem melhor um episódio sem grandes surpresas que um episódio com surpresas feitas apenas para chocar mas sem nenhuma ligação com tudo que aconteceu.
Chris Sanchez não só sobreviveu como matou Boorman. E Boorman, como suspeitei, era realmente pai do menino. Ele também foi o responsável pela morte dos companheiros de Sanchez. Mais que responsável, ele assassinou o grupo por eles se recusarem a ajudá-lo a levar o filho.
Patty consegue um novo motivo para processar Erickson e para isso trai Ellen. Sanchez só não acabou morto justamente porque Boorman, com a ajuda de Ellen, invandiu a High Stars na tentativa de resgatar o filho. E como parte do acordo conseguido por Hewes, Chris não será condenado por ter assassinado o agente da CIA mesmo estando disposto a isso.
Ellen se declara ao amigo numa cena que não consegui definir se foi fofa ou constrangedora, mas serviu para lembrar que no final das contas tanto o ex-namorado quanto a mãe dela tinha razão sobre os sentimentos dela em relação a Chris.
A grande jogada do episódio, e talvez a única que até podemos considerar um pouquinho surpreendente, está relacionada com a briga entre Patty e o filho pela guarda de Catherine. Michael vai até o escritório da mãe entregar a lista das suas testemunhas para o processo. Patty está segura que nenhuma testemunha que seu filho consiga será forte o suficiente para provar que ela não é a melhor opção para criar a neta. Para surpresa dela Michael tem apenas uma única testemunha: Ellen Parsons.
Rizzoli & Isles – Remember Me
15/09/2011, 16:19.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rizzoli & Isles
Episódio: Remember Me
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2 x 10 (Summer Finale)
Datas de Exibição nos EUA: 12/09/2011
Antes de Rizzoli & Isles entrar em hiato, David J. North e Janet Tamaro (que escreveram o episódio) resolveram dar um super presente para os fãs da série. Remember Me foi ótimo. Teve o retorno de Hoyt. Teve ação e uma boa trama. Teve suspense. Teve diversão. Enfim, foi fácil ficar 41 minutos assistindo o episódio. Difícil vai ser esperar até 28 de novembro pelas próximas emoções.
Em Remember Me, Jane e Maura são chamadas em uma penitenciária. Um detento, que estava de saída – após ter sua fiança paga por um “anjo” –, é atacado a golpes de “faca”. As parceiras correm até o local, na esperança de interrogar a vítima, mas quando chegam o rapaz já está morto. Nesse momento, o primeiro reencontro do dia: o diretor do presídio é um ex-advogado de defesa, que tem problemas pessoais com os detetives, e não faz nada para facilitar a vida deles.
Maura começa a examinar o corpo. É quando ouvimos uma voz conhecida. Hoyt, o “bicho-papão” de Jane, está de volta. Apesar de merecer o isolamento em algum presídio de segurança máxima, ele está na enfermaria por que tem câncer, em estágio terminal. E, apesar de Korsak e Jane duvidarem da doença (depois da falsa apendicite, era de duvidar mesmo), Maura a confirma (após “furtar” amostras de sangue).
Mas, mesmo enfraquecido, e aparentemente à beira da morte, Hoyt quer jogar um último jogo. Ele resolve “confessar” para Jane coisas muito ruins que teria feito. E solta um monte de frases “sem sentido” para cima dos detetives.
Tudo começa a mudar quando Isles encontra um pequeno saco com 4 dentes dentro do intestino da vítima (sim, você leu bem. Dentes). Jane liga o fato com as frases de Hoyt, e resolve procurar por mais pistas em casos encerrados. Após conversar com a mãe do ex-detento morto (e descobrir sobre o pagamento da fiança e a escola de Direito), Korsak se junta à Jane na ingrata tarefa de remexer nas caixas do porão. Achei bem simbólica essa cena. Fica evidente que, apesar de não acreditar que a busca dará resultados, Korsak quer sinalizar à Jane que ela não está sozinha.
Depois de passar a noite procurando nos arquivos encerrados, Rizzoli acaba encontrando o caso de uma família desaparecida: os pais e as duas filhas sumiram sem deixar rastros. Com base na amostra de DNA cedida pelo filho “sobrevivente”, Maura confirma que os dentes são dos desaparecidos. E há provas que ligam a família à Hoyt e ao detento morto, o que leva os detetives a acreditarem que a vítima era o novo “aprendiz” do ‘serial killer’.
As frases de Hoyt levam os detetives a procurar pelo corpo em um parque. Mas as buscas revelam-se infrutíferas. Quando, aparentemente, Jane volta a estaca zero, uma conversa com Maura clareia suas idéias, e os corpos são encontrados no fundo de um lago.
E enquanto Frost e Korsak buscam por impressões digitais no dinheiro utilizado para pagar a fiança do detento morto, Jane e Maura vão até a enfermaria, já que Hoyt está morrendo e deseja conversar com Rizzoli pela última vez.
Acreditando na promessa de que terá os nomes de todas as vítimas de seu torturador (um pouco de inocência, certamente), Jane resolve se encontrar com Hoyt. E o moribundo assassino demonstra que não estava tão frágil assim: ele domina Jane, avisando que nunca deixa um trabalho inacabado. Ou seja: seu presente de aniversário para a detetive alvo de sua fixação será a morte. Com a ajuda de Mason, o guarda da prisão que é, na verdade, seu novo “aprendiz” (por prazer e diversão); Hoyt começa a torturar Jane, sob o olhar aterrorizado de Maura.
Mas, quando a tortura passa a ser praticada na amiga, Rizzoli reúne as forças que lhe restam e domina Hoyt. Depois de uma curta luta corporal, ela acaba matando seu torturador com um bisturi. E Mason é alvejado por Korsak, que chega na hora (santas impressões digitais!). Rizzoli desaba. Finalmente, ela não precisa mais temer Hoyt.
No final do episódio, Rizzoli ganha sua merecida recompensa: uma festa “supresa”, toda decorada com pôneis. E dois grandes presentes: a aprovação, com louvor, de Frankie Jr., na prova para detetive; e a ida para uma escola de corrida (devidamente paramentada com os sapatos), de Maura. Um clima ameno e feliz, para encerrar um dos episódios mais tensos da temporada.
Agora, serão dois meses de espera pelo próximo episódio da série. Mas, podemos esperar tranqüilos. Afinal, Rizzole & Isles não tem apresentado nada abaixo de muito bom nessa temporada. Até lá!
P.S.1: Hoyt menciona que adora livros de mistério. O livro que aparece ao lado da sua cama, The Silent Girl, foi o último lançado por Tess Gerrits, autora da série de livros nos quais Rizzoli & Isles é inspirada.
P.S.2: E Frankie Jr.? São músculos, ou ele está gordo?
The Big C – Fight or Flight
14/09/2011, 22:47.
Tati Leite
Reviews
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Série: The Big C
Episódio: Fight or Flight
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×11
Data de Exibição nos EUA: 12/9/2011
Dessa vez Cathy está empenhada em encontrar o irmão. Até mesmo Adam se mostra bastante empenhado. Os roteiristas usaram essa situação para mais uma vez dar um choque de realidade no filho de Cathy. A princípio, ele está apenas procurando o tio ‘doidão’ mas quando a polícia julga que Sean está morto Adam percebe a gravidade da situação e diz umas verdades para os “amigos” do tio.
Andrea está cada vez mais apaixonada por Myk e isso começa a atrapalhar seus estudos, fazendo com que ela e Cathy se desentendam. Principalmente após a revelação que Andrea aceitou se casar com o namorado. A menina no entanto não sabe que o namorado, além de estar roubando da loja, agora também está “usando” cocaína e tudo isso com o total conhecimento de Paul.
O marido de Cathy parece que voltou para a adolescência e não tem medido seus atos. Por sua vez, Cathy, apesar da primeira reação ao descobrir o dinheiro ter sido negativa, parece que também deixou a sua moral um pouco de lado e está decidida a usar a grana para viajar com a família.
Tal motivação surge em conseqüência de três fatores: o conselho do médico de que as pessoas deveriam se divertir mais; o sumiço de Sean, que parece não querer ser encontrado, e o fato de Lee ter desistido de tentar uma cura.
Haven – Lockdown
12/09/2011, 22:30.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Haven
Episódio: Lockdown
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2 x 09
Datas de Exibição nos EUA: 09/09/2011
Já faz alguns episódios que tenho mais elogios do que críticas à Haven. E essa semana manterei a recente tradição. Gostei bastante de Lockdown. O caso da semana foi interessante, especialmente por que resultou na quarentena da delegacia, o que elevou o grau de tensão. E as “tramas paralelas” também foram desenvolvidas de forma satisfatória.
Como já havia ficado claro no episódio da semana passada, Nathan perdeu o posto de chefe de polícia de Haven. Mas, ao contrário das minhas apostas, o revendo Driscoll não assumiu o cargo ele mesmo. O que não fez muita diferença, no final das contas, já que ele era o emissor das ordens.
Logo no inicio do episódio, tivemos o retorno de Dwight (espero que ele permaneça por perto, já que tem sua utilidade ser amigo de um imã de balas), que continuava cumprindo seu papel de criar explicações para os inexplicáveis eventos de Haven, sem saber que Wuornos não é mais o chefe de polícia. Mas Nathan consegue dar uma ajuda ao “amigo”, e o livra da prisão. Decisão que logo se confirmará sábia.
Quando um dos guardas aparece morto, com as veias enegrecidas, Merrill, o novo chefe, logo suspeita que a delegacia esteja sob ataque. E, como acredita que a causa da morte seja algum agente químico ou biológico, manda trancar as portas da delegacia. Ninguém entra, ninguém sai.
Com isso, vários dos cidadãos mais ilustres de Haven ficam confinados na delegacia. Além da dupla Wuornos/Parker, Duke, Evi e Chris também ficam retidos. E, nesse momento, Duke aproveita para tentar descobrir o porquê de Evi (também infectada pelo “vírus”) ter informado o reverendo Driscoll sobre os arquivos “problemáticos” na delegacia.
Enquanto isso, Audrey e Nathan tomam providências para se manterem a salvo. Enquanto Parker “contrabandeia” uma arma para a sala das evidências e interroga os confinados, Nathan se comunica pelo rádio com Dwight, e descobre que há atiradores de prontidão para matar qualquer um que tente abandonar a delegacia. Inconformado com a situação, Nathan confronta o novo chefe, devidamente apoiado por Audrey. Só que os dois conseguem poucas informações, já que o chefe se torna a 2ª vítima da “peste das veias pretas”.
E a coisa só piora: confrontada por Duke, Evi não responde muita coisa. Mas resolve dar uma de boa moça, e sai da delegacia, supostamente buscando as respostas pretendidas por Duke. Só que ela é baleada, e morre nos braços do marido.
Para acabar com todo o drama, Audrey resolve pressionar os confinados. E descobre que uma das mulheres que está na delegacia sofreu abusos físicos por muitos anos. E todo esse mal lhe envenenou. Com a volta do marido abusivo, ela começou a passar o veneno para outras pessoas. Depois de alguns momentos tensos – já que Chris usou seu “charme” para entregar a arma para o psicopata – a causadora das mortes consegue vencer o medo do marido e direciona todo seu veneno para ele. Pronto, mais uma vez o dia foi salvo em Haven (preciso dizer que graças aos dons psicológicos de Parker?).
E o final do episódio deixou uma grande certeza, mas também uma grande dúvida. A certeza é que Driscoll realmente está por trás de todos os acontecimentos recentes, já que quer realmente exterminar os problemáticos da cidade. A dúvida é quanto ao futuro de Duke. Aparentemente, ele ficou tentado a passar para “o lado negro da força”. Só que realmente não consigo entender como a morte de Evi tocou tanto Duke, a ponto que o faça esquecer todas as artimanhas do reverendo. Enfim, quem viver verá.
Minha única reclamação é que o final da temporada se aproxima e a história da Lucy foi, aparentemente, esquecida. Agora, só restam mais quatro episódios. E ainda não há notícia de renovação (a audiência aumentou consideravelmente na sexta passada). Será que os roteiristas estariam preparados para encerrar todas as tramas, de maneira satisfatória, no caso de cancelamento? Duvido muito. Somando-se a isso o fato da crescente qualidade dos episódios, eu torço pela renovação.
Então, é esperar pelas próximas notícias, e pelos próximos episódios!
P.S.1: quero os irmãos Teagues de volta já!
P.S.2: nunca simpatizei muito com Chris. Mas nesse episódio achei ele chato demais. Enquanto ele lutava com a popularidade, ele era bem mais interessante do que a partir do momento no qual ele passou a tentar utilizá-la para tudo. Resultado: estragou as coisas, na delegacia e com Audrey.
P.S.3: falando em Jason Priestley, ele foi o diretor desse episódio! Aprovado?
Damages- There’s A Whole Slew of Ladies With Bad Things To Say About The Taliban
12/09/2011, 22:26.
Tati Leite
Reviews
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Série: Damages
Episódio: There’s A Whole Slew of Ladies With Bad Things To Say About The Taliban
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×09
Datas de Exibição nos EUA: 07/09/2011
Faltando apenas 1 episódio para encerrarmos essa temporada as coisas parecem menos claras que no início. Cada vez mais difícil arriscar o que nos reserva. Tivemos a volta de Michael e, ao contrário do que o sonhou de Patty, ele definitivamente não deixará fácil a luta pela guarda da filha. A sensação que tenho dessa disputa é que no final das contas é Hewes quem está verdadeiramente preocupada com o destino da menina. Michael parece estar mais em busca de vingança.
Chris Sanches continua nas mãos da equipe do High Star e não fica claro se ele irá conseguir escapar. Começo a pensar que ele morreu mesmo. Porque estou mudando de ideia? Por conta do duelo Patty e Ellen. Fica claro no final do episódio que Patty prometeu a Rose que abandonaria o caso contra Erickson e assim ajudá-la a resgatar Chris, mas já sabemos que ela não cumprirá o acordo, conforme ficou claro no episódio anterior.
A preocupação de Ellen com Chris fez com que ela perdesse o namorado. Acho um desperdício todas as cenas com os dois a não ser que ele saiba mais do que vemos. A trama deles não rendeu. Eu quase sempre esqueço da existência dele.
Boorman e Erickson chegam nesse final em posições opostas. Se no início o chefe da High Star parecia o lado frágil dessa “sociedade” mas é ele quem chega na reta final com vantagem no “jogo”. Isso em parte porque conseguiu “resgatar” o menino que estava em poder do agente da CIA que parece ser uma peça importante para a trama. Até mesmo Hewes tentou tirá-lo das mãos de Boorman.
Rookie Blue – On The Double e God’s Good Grace
11/09/2011, 19:05.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Rookie Blue
Episódio: On The Double e God’s Good Grace (Season Finale)
Temporada: 2ª
Número dos Episódios: 2×12 e 2×13
Datas de Exibição nos EUA: 08/09/2011
Chegou a hora de nos despedirmos da 2ª temporada de Rookie Blue. Uma ótima temporada, conforme já foi ressaltado aqui, por mim e nos comentários. As expectativas com essa temporada não eram muito grandes, já que a 1ª temporada do seriado apenas cumpriu a proposta de gerar entretenimento na ‘Mid Season’, sem destacar-se demais. Agora, o time de roteiristas de Rookie Blue tem um problema nas mãos: os fãs esperarão pela 3ª temporada muito ansiosos, e sedentos de tramas de ainda mais qualidade. Enfim, um problemão. E creio que eles darão conta.
Mas, vamos ao que realmente importa nesse momento: On The Double e God’s Good Grace, os episódios que encerraram essa temporada.
Confesso que não gostei muito de On the Double. Quer dizer, o episódio foi agradável e tudo, mas minha expectativa para a dobradinha dessa semana era tão grande que acabei achando o ritmo meio lento, ou coisa do tipo. Ou foi a trama centrada na Gail que me deixou cansada. Enfim, On the Double foi um ótimo episódio preparatório, já que praticamente todos os acontecimentos do episódio serviram de base para God’s Good Grace.
No episódio que abriu os serviços da season finale, vimos o que já esperávamos – e pelo que torcíamos: Andy e Sam não conseguiram permanecer longe. E, como previsto, isso acabaria trazendo problema aos dois. E, enquanto Sandy se divertia sob os lençóis, vimos o ressurgimento da Gail insuportável dos primórdios da série.
E nada me tira da cabeça que toda essa trama do roubo do uniforme da Gail (todo o drama com a metanfetamina), e da reaproximação de Chris e Dov, só serviu para aproximar aqueles que estavam “na casinha do cachorro”. Os “traidores” Peck e Callaghan acabaram interagindo demais (com direito a convite para drinks e tudo). E torço desde já pra que a dupla loira não apareça romanticamente envolvida na 3ª temporada.
Mas, o mais importante de On the Double foram as conversas entre Jaime e o casal: barcos e futebol, quem diria, fizeram toda a diferença no caso. E o melhor do episódio foi o final, que deixou no ar a tensão que nos aguardava nos cerca de 40 minutos que o seguiriam.
Em God’s Good Grace, toda a 15ª divisão se uniu em torno de um nobre propósito: salvar a vida de Swarek, que foi descoberto por Jaime (o nome do barco mencionado por Sam – God Good Grace – e o fato de Andy ter falado que ele adorava futebol, o que foi desmentido depois, acabaram sendo fundamentais para o fim do disfarce).
Confesso que me surpreendeu um pouco o bom desempenho dos “novatos” nesse episódio. Eles trabalharam afinados, e por iniciativa própria acabaram descobrindo toda a trama por trás do “sequestro” de Swarek. Na verdade, o criminoso estava atrás de justiça, já que sua mulher e sua filha morreram em um “acidente” mal explicado. Na verdade Boyd, das Gangues – o cara que infiltrou Swarek -, encobriu um crime, dando-lhe a aparência de acidente. E não avisou nada para Sam. ‘Mui’ amigo.
E enquanto os oficiais corriam contra o relógio para encontrar Sam – com a ajuda muito digna de Luke -, Swarek era torturado pelo “patrão”. Nossa, que sufoco. E ainda assim Sam conseguiu manter a coerência e tentou dialogar com Jaime. Quando ficou evidente que as palavras não funcionariam, ele conseguiu se desamarrar e partiu com o embate corporal com o chefão.
E quando parecia que Swarek levaria a pior (só eu que achei muito legal a narração da Andy enquanto os demais invadiam o prédio? Elevou a tensão ao cubo!), eis que seus colegas chegaram montados nas “patrulhas brancas”.
No final das contas, tudo deu certo. Swarek e Andy escaparam apenas com suspensões. E ficou a promessa de que eles serão um casal normal na próxima temporada. Então, quem já está ansioso por ela?
E em 2011, era isso. Espero estar com vocês novamente ano que vem. Até lá!!
P.S.1: eu realmente gosto da Nash. Então, fica aqui meu pedido aos roteiristas: dá pra desenvolver uma trama na qual não fique evidente “sou mãe”. Nada contra, mesmo, mostrar que policiais mulheres podem conciliar maternidade e profissão, mas é preciso que ela fale do filho em todo episódio?
P.S.2: parece que Hart Hanson fez escola. Noelle e Frank se beijaram pela primeira vez no episódio 2×09 (Brotherhood) e no último episódio da temporada Best é surpreendido pela notícia de que será pai. E fica feliz. Se tivesse tocado Adele, seria praticamente um ‘reprise’ (sim, estou exagerando). Se você não faz nem ideia do que estou falando, ou se bateu saudade da cena “original”, leia a review de Bones – The Change in The Game.
P.S.3: se o episódio final se resumisse à frase de Luke, “quem é Candice”, já estaria de bom tamanho. Momento memorável!
P.S.4: quem aí gostou do novo “novato”? Será que a introdução do “puxa-saco” nesse episódio significa que ele continuará na terceira?
P.S.5: por onde anda Jo Rosati? Acho que a personagem merecia um desfecho.
Breaking Bad – Hermanos
10/09/2011, 20:58.
Eddie Tertuliano
Reviews
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Série: Breaking Bad
Episódio: Hermanos
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 04 x 08
Datas de Exibição nos EUA: 04/09/2011
Um episódio bem interessante, focado principalmente em Gustavo Fring, nos fazendo pensar em quem é esse homem afinal de contas.
Como retratado no episódio anterior, Hank está em plena recuperação e desenvolveu a teoria de que o simpático dono de uma rede de ‘fast food’ é, na realidade, um traficante muito poderoso. Teoria que seria facilmente rejeitada por seus superiores, se as digitais de Gus não estivessem no apartamento de Gale.
Claro que eu não esperava que Gus seria algemado e trancafiado nesse episódio, afinal, nada é tão fácil em Breaking Bad. Ele é chamado para uma conversa, diz que conhece Gale há alguns anos e que este, depois de um tempo afastado, reapareceu com uma proposta de investimento, sendo assassinado algum tempo depois.
Explicação muito convincente para todos, menos para Hank, que fica com a pulga atrás da orelha, em especial para inexistência de qualquer dado sobre Gustavo Fring antes de 1986. Todos já sabemos que ele não é de desistir e resolve investigar por conta própria.
Engraçado que durante o jantar em família, quando Hank convidou Walt para uma exposição de minerais, a primeira coisa que pensei foi: “por que vão retomar esse assunto?”. Pois eu queria o policial teimoso, insistindo na investigação, mesmo contra todas as evidências, apostando apenas no seu instinto.
Felizmente, não existia exposição alguma, ele e o químico vão até a Los Pollos Hermanos, com a intenção de plantar um GPS no carro de Gus. Essa foi uma das cenas mais tensas, pela simples chegada de Mike, que observada tudo à distância. Impressionante como o roteiro e a direção da série conseguem criar tensão com cenas tão simples. Para azar de Hank, Walt planta o GPS, mas entra no restaurante e avisa Gus. É, não é fácil ser policial quando seu cunhado é o próprio Heisenberg.
Tivemos no começo do episódio Walt, enquanto esperava para fazer seu exame, aconselhando um outro paciente com câncer de que sempre se deve viver no controle de sua própria vida. É irônico comprovar justamente o contrário no episódio, ao vê-lo sabotar a investigação do cunhado, ao mesmo tempo que implora pela vida deste. Além disso, acho que foi o episódio onde mais aparece a câmera do laboratório, justamente mostrando esse controle de Gus.
Talvez em uma tentativa de recuperar esse controle, Walt questiona Jesse sobre o plano de assassinar Gus, dizendo que o rapaz deve usar a investigação de Hank como desculpa para se aproximar do traficante. Jesse continua negando que viu Gus depois do encontro no restaurante, mas Walt descobre a mentira ao interceptar um sms no celular do parceiro, enquanto este se ausentou. Será que a lealdade de Jesse realmente mudou?
Falando em lealdade ao parceiro, vamos para a cena que, talvez, seja a mais importante desse episódio. Gus visita Hector, o sinistro velho da campainha, tio de Tuco e dos irmãos mexicanos que atacaram Hank na temporada anterior.
Essa visita nos leva à um ‘flashback’, quando Gus era mais jovem. Ele e seu sócio Max, donos da Los Pollos Hermanos, estão encontrando com Don Eladio, chefe de um ainda saudável Hector. Muito interessante observar que essa reunião lembra muito as interações de Gus com o Walt e Jesse, já que nos dois casos temos um chefe criminoso muito simpático que, aos poucos, vai ganhando um tom mais ameaçador nos gestos e palavras, interagindo com uma dupla de produtores de metanfetamina inexperiente, mas muito leal um ao outro. Ótima sacada dos roteiristas!
Só que, ao contrário do que ocorreu com Jesse e Walt até o momento, no passado a dupla não se deu muito bem, com Max encontrando seu fim pelas mãos de Hector. Segundo Eladio, o mesmo não aconteceu com Gus por causa de quem ele era no Chile, mas o aconselha a ficar apenas com os frangos. Quem era Gustavo Fring antes de 1986? Essa é a pergunta inquietante que fica na cabeça dos fãs da série e que esperamos ver respondida.
No mais, vale nota a engraçada cena de Skyler lidando com mais dinheiro do que seu guarda-roupa poderia dar conta.
Primeiras Impressões – ‘Revenge’
07/09/2011, 22:53.
Mario Madureira
Opinião, Preview, Reviews
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Estava com saudades de uma trama onde a personagem principal é uma mistura de vilã com heroína. Comecei a me interessar pelo gênero com a novela da Globo A Favorita, onde Flora inicialmente foi à mocinha, conquistando o lugar de vilã após a grande revelação de quem havia matado Marcelo.
Apesar de o gênero ser similar, os objetivos das personagens são diferentes. Emily Thorne, a nossa protagonista, quer se vingar de todos que fizeram uma injustiça com o seu pai. Para isso, ela voltará para os Hamptons, um lugar perto da praia em Nova York, para se vingar de cada pessoa que auxiliou na prisão e na destruição de sua família.
A trama foi extraída do romance francês O Conde de Monte Cristo, e mantém os aspectos semelhantes a hsitória original. No livro, a trama pode ser resumida da seguinte maneira: “Um homem que regressará coberto de riquezas, vingador impiedoso, para além de toda a lei humana ou divina”. E como a personagem principal disse “essa não é uma história sobre perdão”.
Devo confessar que quando assisti ao ‘trailer’ fiquei mais do que perplexo, já que séries nesse estilo tendem a utilizar o ‘flashback’ várias vezes, misturando o presente com o passado. Sou fascinado por histórias que utilizam desse meio, pois a trama se torna mais atrativa e chamativa. Quando comecei a assistir o episódio piloto, senti um pouco de Harper’s Island no conteúdo, pois sabemos já de início que nenhum personagem é inocente. Todos têm alguma culpa no cartório ou algo relacionado à prisão ou a morte de seu pai (não revelado ainda). Certamente, existem exceções como Jack Porter, um homem trabalhador que passou a sua vida inteira ajudando o comércio de seu pai e apaixonado por Amanda, seu antigo amor.
Lembrando que Amanda era a antiga Emily, pois personagens decididos a se vingar tendem a mudar de vida literalmente. A personagem principal tem uma amiga chamada Ashley Davenport, uma organizadora de festas e leilões que trabalha para a dona da casa dos Grayson. Victoria, a propriamente dita, é aquela mulher de aparências que sustenta a família para permanecê-la unida custe o que custar. Ela aparentemente é rainha do pedaço e um pouco intimadora. Entre outras palavras, ela é o alvo principal de Emily, já que Victoria foi à culpada principal por toda a tragédia em sua vida.
No início do piloto, presenciamos a primeira morte, Daniel Grayson, o filho de Victoria que estava noivo de Emily. Daniel foi morto por Jack com alguma razão misteriosa que saberemos somente mais para frente com o desenvolvimento da trama. Um recurso interessante utilizado de início, foi a presença dos relacionamentos entre os personagens já desenvolvidos, além da série mostrar um dos clímaces mais esperados da série que será a pós cena inicial. O que será que ocorrerá com Emily se tornando parte dos Grayson? Ela já está no ninho do inimigo.
Em relação aos personagens secundários, temos Charlotte Grayson, a filha mais nova de Victoria que ficará com Declan Porter que trabalha no comércio do pai, juntamente com Jack. Para completar a família Grayson, Conrad, um marido infiel e manipulado pela esposa que aparentemente diz amá-la, apesar de procurar aventuras fora de casa.
Entre os mistérios da série, o que mais se destaca é o personagem Nolan Ross. Ele trabalhou juntamente com o pai de Emily e tem motivos para querer ajudá-la de algum modo. Não se sabe qual é o motivo ou por que Nolan trabalhou com ele.
Em suma, Revenge é uma das apostas da ABC, que promete trazer uma trama cheia de camas de gato preparadas por Emily Thorne, uma mulher fatal que não medirá esforços para atingir o que tanto deseja: vingança.
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