TeleSéries
Grey’s Anatomy – Put Me In, Coach
30/10/2011, 11:30.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Put Me In, Coach
Temporada: 8ª
Número do Episódio: 8×07
Data de Exibição nos EUA: 27/10/2011
E o destaque da semana vai para …. Alex Karev, o mais fofo dos ogros (sim, ele ganha do Shrek). Mas a competição foi acirrada. Isso porque as cenas entre Mer e Yang, deitadas no campo de jogo ou bêbadas, passaram a morar no meu coração. Assim como entrou no rol das cenas épicas o bate-boca entre Grey e Bailey. E ainda teve o surto de amor de Lexie e a bolada no peito da oftalmologista. Além da fofa cena final. E então, foi ou não difícil dar o troféu destaque para Karev?
E por que ele mereceu? Porque ele está correndo atrás de “redenção” por ter entregado Meredith. Porque ele lutou pelo desfecho do caso Zola, enquanto Janet estava “sentada por aí, em uma praia qualquer”. Porque ele está demonstrando preocupação com os demais. Com Meredith, acima de tudo. A única que esteve sempre ao lado dele, mesmo quando as %#&*% que ele fazia eram enormes e todos os outros lhe davam as costas. Então, foi super fofo e simbólico ele correndo atrás dos responsáveis pelo caso de Zola, para que a pequena volte logo para os braços de Mer e Derek. E para que a menininha tenha todo o cuidado médico de que necessita. Então, mesmo que ele tenha “jogado” com a pinta da atendente, alertando para um possível câncer, ou cometido crime federal, na abordagem ao juiz, o prêmio é dele. E acho que não preciso falar mais nada. Sinto apenas que ele tenha acabado o episódio sozinho.
O jogo de softball rendeu ótimos momentos no episódio. Cenas hilárias. E uma cena bonita, na qual Owen, cumprindo magistralmente o papel de chefe, fala para seus comandados. Eles podem ser os piores jogadores de softball do planeta. Mas quem se importa? Nas salas de operação, eles botam pra quebrar. E é isso que importa. Dentro de um hospital, eles são o melhor time, pra sempre. E tenho dito.
Callie, mais uma vez, esteve ótima. Adoro ver as cenas dela arrasando na sala de operação. Acho muito bom que a personagem não ficou reduzida às cenas família. Ela reconstruiu a mão do artista, e deu dicas valiosas para April. Falando em April, com tanto atendente qualificado e tanto residente que sabe o que fala dando palpites, ela vem se tornando uma pessoa bem mais aceitável nesses últimos tempos. Espero que isso continue.
Derek, depois de todo o drama “te amo, mas não consigo te perdoar” com Meredith, tem estado perfeito. Em sua melhor forma, eu diria. Se superando em casos difíceis. Voltando a fase “Deus da Neuro” que todos adoramos. Ultrapassando os problemas pessoais para ser um médico melhor. E ele voltou a ser carinhoso com Mer. Para tudo ficar perfeito, só falta Zola voltar para casa.
Enquanto isso, Cristina voltou ao básico. Ao trabalho sujo (adorei o paciente rindo dela, sobre ela “limpar os banheiros”). Às angioplastias. E, finalmente, Teddy conseguiu o que queria. Que Cristina, voltando ao princípio, passasse a ter mais respeito pela doença, pelo paciente. Pelo coração. Agora, Yang pode fazer uma lista de desejos. E nós poderemos ver a Yang bad ass de volta, arrasando na O.R. Nossos sonhos também se tornarão realidade.
Gostei da participação de Henry no episódio. Ele e Owen funcionaram bem montando o time. E é legal ver como ele faz o contraponto à “mulher de paciente histérica” interpretada por Altman. Ele está doente, mas aceita isso, e lida com a questão de forma leve. E ficou muito bem de “uniforme”. Então, que retorne outras vezes.
Bailey continua ótima. Lutando para não precisar de Meredith, e precisando cada vez mais. Tentando ser auto-suficente e durona, mas, finalmente, dando o braço a torcer. E da parceria com Mer virão cenas ótimas. Mal posso esperar.
Lexie foi outra que mandou ver em Put Me In, Coach. Ela está cada vez mais afinada com Derek. Os dois fazem um bom time na Neuro. Mas, o destaque dela no episódio foi o fato de ter percebido o quanto ainda ama Sloan. E de não ter tentado esconder isso de ninguém, nem mesmo de Avery (que, a propósito, virou BFF de Mark). Pena que ela se deu conta disso bem no momento em que ele começa a seguir adiante. Não sei se Shonda pretende juntar Sexie em breve. Mas torço que sim. Até por que acho que o namoro com Avery subiu no telhado, de vez.
E o que dizer de Meredith? Se o destaque do episódio foi de Karev, o destaque da temporada é ela. A cada episódio, amo mais Mer. Ela esteve bem nesses 7 episódios. E está crescendo muito. Acho que teremos muita coisa “boa” envolvendo a personagem nessa 8ª temporada. Foi lindo que ela descobriu o equivoco da mãe e achou a saída para o estudo clínico de Bailey. Ou seja, o que já sabíamos se confirmou. Agora, é torcer para que Shonda não escreva nenhuma daquelas cenas nas quais Meredith arruina tudo. Cruzem os dedos!
Na próxima semana, voltaremos a ver um personagem que não aparecia há muito tempo. Quer saber quem é, e que desdobramentos sua volta pode trazer? Assista a promo de Heart Shaped Box. Até a próxima semana!
P.S.1: April acha que ouviu seu coração cantar! E eu ri muito disso.
P.S.2: Owen está crescendo, ocupando bem a função de Chefe. Mas o eterno Chief será Weber. E a cena na qual ele controlou os ânimos de Mer e Miranda demonstrou isso. A cena foi hilária, e as palavras de Weber foram muito sábias. Adoro esse homem!
P.S.3: Put Me In, Coach foi um episódio lindo, memorável. E cada um dos personagens teve seu momento, embora alguns tenham aparecido menos. Enfim, adorei o episódio. Quero muitos desses pela frente!
Spooks – Série 10, Episódio 3
29/10/2011, 15:30.
Patricia Emy
Reviews
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Série: Spooks
Episódio: Série 10, Episódio 3
Temporada: 10
Número do Episódio: 10×03
Data de Exibição na Inglaterra: 2/10/2011
O terceiro episódio, ao contrário do anterior, foi morno e previsível e serviu mais para preparar o terreno para o que vem pela frente: o confronto entre o MI5 e a CIA, com os russos correndo por fora. Enquanto isso Ruth começa a vislumbrar a idéia de uma vida longe do Grid e de Harry após receber um convite inesperado de alguém ainda mais surpreendente.
Ainda sob o impacto da morte de Tariq, Harry e os agentes da Seção D tem que lidar com outra crise: um terrorista/anarquista/anticapitalista conhecido como “Johnny”, que tem em mãos um artefato composto por elementos radioativos, popularmente conhecido como “bomba suja”.
Vemos Dimitri posando de James Bond, seduzindo uma testemunha para tentar se aproximar do suspeito – e falhando miseravelmente na segunda parte, sejamos justos, mas isso não o exime do amadorismo que demonstrou nesta missão, que chega a ser constrangedor. Porém, Erin dando instruções a ele antes da missão e Calum lhe fornecendo os “gadgets” me trouxeram boas lembranças da primeira temporada e até ressuscitaram alguns jargões que há muito eles não usavam, como “legend” (disfarce, que inclui desde o nome até todo o histórico pessoal e profissional da identidade a ser utilizada pelo agente infiltrado).

Apesar de tudo, a equipe consegue evitar o pior e “Johnny” acaba cometendo suicídio ao ver seu atentado fracassar.
O que salva este episódio é o encontro de Ruth e Elena em um museu, sob o olhar desconfiado de Sasha.
Elena:
Vi vocês dois juntos durante a recepção. Harry a ama, não?.
Ruth:
Não tenho a mínima idéia de como responder a essa pergunta.
Como já era esperado, a investigação paralela de Calum revela um rosto familiar, uma mulher, que estava presente no atentado contra a vida de Ilya Gavrik. E a descoberta desta conexão teria levado a CIA a assassinar Tariq. A informação é confirmada por Ruth, que compartilhou sua suspeita e de Harry de que Jim Coaver está por trás de toda a conspiração.
Terra Nova – What Remains
28/10/2011, 23:21.
Eddie Tertuliano
Reviews
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Série: Terra Nova
Episódio: What Remains
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 1×04
Datas de Exibição nos EUA: 10/10/2011
Será que um episódio focado em lembranças é digno de figurar em nossas recordações?
A falta de comunicação com um de seus postos de pesquisa de campo faz o comandante Taylor investigar ao lado da Dra. Shannon. Porém, o que parecia apenas uma falha técnica no rádio revela-se como algo muito mais perigoso, já que pesquisas ali deram origem à uma espécie de vírus que, gradativamente, vai acabando com as memórias da vítima, tornando-a catatônica.

Começa então uma verdadeira corrida contra o tempo, já que cada minuto que passa levava embora mais lembranças de todos ali. Ao saber que a esposa estava em quarentena, Jim não hesitou e foi até ela, com Malcolm ao seu lado.
Aqui começaram vários momentos bem clichês, seguindo assim quase até o fim. Primeiro, era claro que Elisabeth não lembraria do marido, acreditando ainda estar na faculdade e namorando Malcolm, tudo para o sujeito, inocente ou não, fomentar o triângulo amoroso. Apesar disso, o roteiro não teve coragem de ousar colocar Malcolm tentando algo mais. Ora, se o sujeito teve a ousadia de trazer a doutora através do tempo e espaço com segundas intenções, que dirá se aproveitar de uma amnésia.
Outro momento um tanto previsível é Elisabeth descobrindo a identidade de Jim, com direito até a aliança sendo colocada no dedo novamente. Por fim, o resfriado do policial também era a dica óbvia do porquê sua mente não ter sido atingida, além de oferecer a cura para todos os afetados.
Apenas duas coisas prenderam minha atenção: Nathaniel Taylor e Josh Shannon. O primeiro por causa de sua “viagem ao passado”, enquanto acreditava que estava em plena guerra, procurando desesperadamente por sua esposa. Achei interessante conhecer mais desse personagem que eu, com certeza, aposto minhas fichas que trará muitas surpresas para a série.
Um destaque para a interpretação de Stephen Lang, que transformou-se completamente, de um militar durão, sábio e líder para um homem selvagem e perigoso, em plena guerra. O ápice de seu desespero vem quando descobre que sua esposa está morta e tenta tirar a própria vida. Excelente!

Quanto a Josh, depois de aumentar seu flerte com Skye, culminando em um beijo, sente-se culpado por sua namorada deixada em 2149. Skye então lhe apresenta Tom, um sujeito que poderia dar um jeitinho de trazê-la na próxima peregrinação. O homem garante que o preço de trazer uma pessoa é mais do que um garoto pode pagar.
No fim, revela-se que Tom faz negócios secretos com Mira, líder dos Sextos. Depois de algumas trocas, o sujeito revela o interesse de Josh em mandar um recado ao futuro, mostrando que os Sextos podem fazê-lo com facilidade. Mira enxerga nisso uma oportunidade que pretende aproveitar.

Isso sim representa algo promissor, mostrar mais sobre as reais intenções dos Sextos, talvez mostrando que eles não sejam tão maus como Taylor quer fazer parecer.
Aliás, acredito que uma das surpresas de Taylor seja ele revelar-se o verdadeiro vilão de toda a história. Seria um ótimo plot twist.
Two and a Half Men – The Squat and the Hover
28/10/2011, 08:26.
Juliana Baptista
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Série: Two And A Half Men
Episódio: The Squat and the Hover
Temporada: 9ª
Número do Episódio: 9×06
Data de Exibição nos EUA: 24/10/2011
Pelo visto, o corpinho nu de Kutcher é algo que nossos olhos já se acostumaram nessa série! Colocam este moço pelado em todo santo episódio, sem propósito nenhum. Alguém me diz pra quê?
Quando o episódio começou fiquei momentaneamente feliz com a presença de Jake, mas como já dizia minha Vó: alegria de pobre dura pouco. Jake apareceu só para nos lembrar de sua existência e mais uma vez foi dispensado do episódio. Gente, cadê a história de largar a escola e chantagear Judith?
Segurando um pouco as críticas, posso dizer que este episódio me surpreendeu e rendeu boas risadas. Walden recebe os papéis do divórcio, fica muito deprimido e resolve se livrar de todas as coisas que lembram Bridget. Ele pensa em se mudar para Nova Iorque e a idéia deixa Alan em pânico. Alan tenta convencer Walden de que ele está em depressão e que deveria se consultar com uma psiquiatra.
Fiquei feliz com a volta de Jane Lynch à série. Adoro o papel de psiquiatra indiferente e charlatona que ela interpreta (e o faz muito bem). Gostava das conversas dela com Charlie e parece que com Walden não vai ser muito diferente. No fim das contas, Walden descobre sozinho que o problema de seu relacionamento é que ele tratava Bridget como uma substituta de sua mãe e não como esposa.
Walden resolve ir ao cinema com Alan e lá encontra Bridget com um cara, Alex, interpretado pelo lindíssimo Joe Manganiello (True Blood). Alex é um cirurgião plástico que ajuda crianças carentes. Walden fica muito abalado pelo fato de Bridget tê-lo trocado por um cara mais bonito e inteligente, então resolve afogar suas mágoas com Alan num bar. Lá ele encontra uma moça muito parecida com Bridget.
Acho que ninguém estava esperando ver a cena de Walden beijando Alan. Fiquei boquiaberta com a atitude de Walden para impressionar o casal de lésbicas e fingir que ele e Alan eram um casal. Alan sempre parece suspeito com seu jeito afeminado e todo frescurento e pareceu não se importar tanto com o beijo do amigo. Como ele mesmo disse “se um homem for me beijar, prefiro que ele se pareça com Jesus”.
Danny, a versão lésbica de Bridget, começa a fazer muitas perguntas a Walden sobre sua homossexualidade e finalmente ele acaba confessando que está fingindo ser gay apenas para se aproximar dela. Já Alan tenta dar em cima de Kikky, a namorada de Danny, que quando vê os dois se beijando enche a cara de Alan de porrada. Tadinho, fiquei com dó de Alan!
Acho que a série pode tomar novos rumos a partir dos próximos episódios. Bridget provavelmente sairá da série, por isso estão tentando com que Walden desencane dela. Este episódio fez com que a audiência da série saísse daquela tendência decrescente e voltasse a atingir bons números. Como Walden mora na casa que era de Charlie, convive com as mesmas pessoas e até freqüenta a mesma psiquiatra, será que não seria uma boa dar a ele algumas características do nosso querido falecido?
Dexter – A Horse With a Different Color
27/10/2011, 22:01.
Rafael Pires
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Série: Dexter
Episódio: A Horse With a Different Color
Temporada: 6ª
Número do Episódio: 6×04
Data de Exibição nos EUA: 23/10/2011
Novas pistas sobre o assassino, assassinato brutal e… Dexter rezando?! Com tantas cenas inusitadas fica difícil citar o que há de melhor neste episódio. Mas vamos tentar!
Antes de mais nada, gostaria de destacar a excelente atuação de Michael C. Hall. Convenhamos, ele não fez uma boa quinta temporada. Talvez em decorrência dos seus problemas de saúde, ou talvez pela sua ‘comodidade’ com o papel, mas o fato é: ele voltou com tudo. E em especial nas cenas em que atua ao lado de Mos Def, que na minha opinião, foi a melhor adição ao elenco. E olha que aprecio muito o trabalho de Colin Hanks e Edward James Olmos, respectivamente, Travis e o Professor Gellar. Clique aqui para continuar a leitura »
Castle – Demons
27/10/2011, 08:13.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Castle
Episódio: Demons
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×06
Data de Exibição nos EUA: 24/10/2011
Demons. Um episódio clássico de Castle. Com os elementos que nos fizeram adorar a série, e com muitos momentos de diversão, a marca registrada do seriado. Enfim, um ótimo episódio.
Fantasmas e caça-fantasmas. Quase posso ouvir a músiquinha de Os Caça-Fantasmas, o clássico da sessão da tarde, na minha cabeça (Who you gonna call? Who you gonna call? Who you gonna call? Ghostbusters!) quando penso no episódio. Adorei o caso da semana. De verdade. Achei ótima a forma como o tema foi explorado. Levemente, com muita diversão. Adorei a divisão da equipe entre os crentes (Ryan e Castle) e os céticos (Esposito e Beckett). Foi interessante ver cada dupla “puxando a brasa pro seu assado”, e alternando explicações místicas e racionais pros acontecimentos da casa. E, achei legal que, no final das contas, houve uma certa trégua entre os líderes das “correntes de pensamento”, e Beckett acabou admitindo que até poderia ter havido alguma participação sobrenatural nas investigações. Desde que ela não tenha sido de um demônio.
Outro ponto positivo do episódio foi a mescla da equipe. Nessa temporada temos visto outras duplas em ação, que não Castle e Beckett. Nesse episódio, foi a vez de Castle e Ryan investigarem juntos, enquanto que Beckett e Esposito fizeram dobradinha. Essa nova divisão proporcionou bons momentos. Especialmente aquele no qual Beckett dá AQUELA olhada pra Ryan e Castle, que saem correndo e meio atordoados.
E falando em dobradinha, Demons teve um encontro duplo. Duas mulheres adoráveis, dois homens gentis e fofos. Dois casais apaixonados. Nada poderia dar errado, correto? Não! Jenny + vinho = Esplaine “no telhado”. É, é esse o efeito que a pergunta “Vocês casam quando” tem em muitos casais. Torço muito pra que Lanie e Esposito acertem os ponteiros e voltem a ficar juntos. Eles são engraçados e fofos juntos, então tem toda minha torcida. E por falar em fofura, tivemos mais uma prova de amizade entre Ryan e Esposito. Achei bonita a cena da “sala secreta”, de Ryan dizendo pro parceiro que sentia muito pelo término e que ele estaria ali pra que precisava. Pena que uma lâmpada nova colocou final na cena!
Ainda falando dos momentos bonitinhos de Demons, gostei bastante das cenas entre Castle e Alexis. Sempre adoro as tentativas de Castle de ser o pai conselheiro. O que foi ele dizendo pra Alexis que ela não podia ficar esperando por Ashley e largar tudo e sair correndo sempre que ele precisasse dela, simplesmente pra fazer exatamente isso quando Kate ligou? Ri demais. No final das contas, ainda que o conselho tenha sido no melhor estilo “faça o que eu digo, não faça o que eu faço”, Alexis acabou modificando um pouco seu comportamento. Mas o abraço do pai foi mais útil do que suas palavras, para a adolescente.
Por falar em rir muito … ri muito de Castle em Demons. A forma como ele acredita na coisas me fascina. Nesse episódio, mais uma vez, Rick parecia uma criança falando de doces toda vez que falava sobre os fantasmas e seus caçadores, sobre casas mal assombradas e demônios. Sem contar as cenas de “pavor”, nas quais Castle grita histericamente e faz caretas hilárias, enquanto que Beckett mantém a calma, e age com certa indiferença.
A cena de Castle e Beckett procurando pelo cômodo secreto foi inteira divertida. Kate enrolando Castle com a história da cabana mal assombrada da infância? Divertido. Rick pegando “não nas pernas” de Kate? Divertido. Castle gritando como uma menininha por causa do cadáver que caiu sobre ele? Muito divertido.
E é por tudo isso que Demons é um dos meus episódios favoritos da temporada. Estou inclinada a pensar, inclusive, que ele é o favorito, até aqui. E estou ainda mais inclinada a acreditar que na próxima segunda-feira ele perderá o posto para Cops & Robbers. Que saber por quê? Confira vídeos do próximo episódio aqui e aqui. Mas já aviso, é por sua conta e risco! Quando você tiver problemas para conter a ansiedade, nessa semana, não vá dizer que eu não avisei.
The Vampire Diaries – Smells Like Teen Spirit
26/10/2011, 19:38.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: The Vampire Diaries
Episódios: Smells Like Teen Spirit
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×06
Datas de Exibição nos EUA: 20/10/2011
Eu disse que essa coisa de acordarem o Mikael logo sem pensarem duas vezes seria uma roubada, não disse? Agora resta a minha revolta pelo que aconteceu com a VampBitch mais amada de todas: a minha, a sua, a nossa Katherine. Não ficou muito claro se a mulher morreu ou não, mas a dúvida já é frustrante o bastante, e tenho dito. Enfim, revoltas à parte, esse episódio foi bom… Foi melhor até que o episódio passado (do qual falaram tão bem), e isso chega a ser meio chato, porque nem ter sobre o que criticar eu tenho direito. Hahaha.
A pegada da vez (e não estou falando ainda sobre as apalpações Delena) é a Elena tentar dar uma de Buffy para caçar o Stefânio e prendê-lo até ele cair na real de que não serve para ser vilão, e sim para aquela melação toda que vemos há três temporadas. E por falar em melação (calma, não se animem, comentarei sobre Delena mais pra frente), o Stefan está fraquejando de novo e quase se entregando a todo aquele mimimi com a Elena. Stefânio, meu filho, não adianta… Você é o herói! E Damon, volte a ser o vilão, por favor, porque essa coisa de você estar babaquinha pela Elena está te estragando, homem!
Babaquices à parte, as aulas recomeçam em Mystic Falls e todo mundo volta à escola, incluindo Stefan e Rebekah, mais conhecida agora como Barbie-Klaus e nova moradora da mansão Salvatore. E na única escola da cidade onde a única aula que os alunos têm é a de História (repararam nisso?), já rolam planos para uma festinha de volta às aulas (eu já estava começando a estranhar a ausência de festas nesses últimos episódios). E enquanto todo mundo finge que está tudo normal, Elena se lamenta e Tyler volta a ser o mala que era na primeira temporada (estou começando a perceber que este foi o episódio das babaquices), Kath continua tentando acordar o Mikael dorminhoco.
O fato é que Mikael não acordava nem com berro, sacudida, tampa de panela batendo, etc. Fora que ele recusou um banquete de sangue de rato, coelho, gato, humano e tudo quanto é coisa que VampBitch tentava arranjar pra ele. O vampirão só acordou mesmo ao tomar o sangue da própria Kath, que não teve nem como reagir e… Ela afinal morreu ou não? Mikael tem bom gosto pra sangue, isso é um fato… Mas matar (há controvérsias) a VampBith foi longe demais para quem está há cinco minutos na série. Já quis chegar causando, tsc. O fato é que ele faz o que faz e não dá mais as caras no episódio todo, sendo que o Klaus ainda está fugindo alegre e saltitante por aí.
Mas agora vamos falar de Damon e Elena (Team Delena, comemore, eu deixo) e de toda a turminha do bem. Após Damon ensinar Elena a caçar vampiros de uma maneira extremamente eficaz (querem mais eficácia do que uma mão boba?), a menina fica se achando o máximo e recruta todo mundo sobrenatural da série para ajudá-la como sempre, mas deixa a Bonnie de fora porque não quer que a bruxinha se meta e quase morra de novo. E embora essa atitude de Elena tenha sido um tanto imprudente, foi o que de fato a salvou (sintam o cheiro da marmelada), já que Matt (que quando aparece na série só serve pra fazer besteira) acredita no papo furado de fantasma drogada da irmã e traz ela de volta.
Mal foi ressussitada, Vicky já prova que além de não ser flor que se cheire como humana e vampira, também não presta como fantasma ou qualquer outro ser que tenha surgido na série, e já vai tentar matar a Elena (afinal, todo mundo quando quer matar alguém, já pensa logo na Elena, pra garantir a marmelada). Aí que a Bonnie entra em ação e manda a Vicky de volta pra onde quer que os vampiros vão parar quando morrem, mas para o azar dela, parece que o efeito desse chute na Vicky foi trazer a Anna de volta. Pois é, Jeremy namorou humana, vampira, bruxa, agora é fantasma e logo só falta uma lobisomem-fêmea para ele completar a coleção. Impressão minha ou ele está melhor até que o Damon no quesito variedade?
Enfim, após Elena estar a salvo novamente (e Stefan a salvo junto) e rolar aquele momento de extremo açúcar Delena e depois Stefena, tudo parece estar em paz por enquanto. Mas como em The Vampire Diaries acontecem coisas com cada vez menos sentido, mais uma pessoa já bem conhecida volta do Além dos seres sobrenaturais. Pois é meu povo, parece que Tyler não está mais sozinho, porque titio Mason voltou. É um absurdo, mas voltou. Ninguém sabe porque e nem como, mas o cara está vivinho da Silva e já veio tirar satisfação com o Damon (ele quem o matou né). Depois dessa, embora seja uma total falta de sentido, não é loucura eu dizer que Vampbith jamais morrerá… E que torço para que Rose e a Lexi voltem logo e ponham ordem nessa zona.
P. S. [1]: Quem aí leu os livros? Já repararam que eles estão colocando na série aquela coisa de voltar dos mortos e tal? Misturança… Tsc.
P. S. [2]: Vampbitch morreu ou não morreu, meu povo? Quais as apostas de vocês?
P. S. [3]: Teve um povo aqui falando sobre um possível clima entre Bonnie e Jeremy. Mas o que eu vi mesmo, foi mega clima entre o Matt sem-sal e Bonnie-Isqueiro. Discordam?
P. S. [4]: Falei na review passada que a Elena era uma bolsa de sangue gigante. Não deu outra… Neste episódio o Stefânio disse também. Eu disse…
The Secret Circle – Wake
26/10/2011, 10:28.
Ariel Cristina Borges
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Série: The Secret Circle
Episódio: Wake
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 1×06
Data de Exibição nos EUA: 20/10/2011
Parece que Nick não vai voltar mesmo para Chance Harbor. Pelo menos não como humano ressuscitado. Wake girou em torno de seu funeral e das primeiras mudanças que sua morte vai trazer para o círculo – não tão secreto – de jovens bruxos.
A primeira dessas mudanças é a volta de Jake Armstrong para Chance Harbor. Ele é o irmão mais velho – e mais problemático – de Nick. Antes de deixar a cidade, ele teve tempo de fazer Faye se apaixonar – achei que isso fosse impossível – e de se aproveitar de Ethan e roubar quase tudo o que ele tinha, formando assim, uma inimizade imensa com Adam. Clique aqui para continuar a leitura »
Grey’s Anatomy – Poker Face
26/10/2011, 09:07.
Mariela Assmann
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Poker Face
Temporada: 8ª
Número do Episódio: 8×06
Data de Exibição nos EUA: 20/10/2011
Poker Face foi mais um bom episódio. E não podia ser diferente, já que o destaque ficou com Meredith, Derek, Bailey, Lexie, Yang, Alex e Callie. Quando a coisa anda tão bem quanto no episódio, até o destaque da April é bem vindo.
Finalmente Chyler Leigh retornou. E com força total. Gostei bastante de Lexie em Poker Face. Chegou a sua vez de ajudar Derek na Neuro, e nem mesmo “Lexipedia” conseguiu se afinar com o médico. Mas achei bem interessante a busca de Lexie para a solução dos problemas de Derek, especialmente porque essa solução passou por Meredith.
E nesse momento preciso falar da Mer. Acho incrível a forma com que Shonda tem nos bombardeado com mensagens – algumas sutis, outras nem tanto – que deixam explícito o fato de Meredith ser uma ótima médica. No momento, talvez a melhor médica residente, já que Karev e Yang andam passando por alguns momentos. A cada episódio, fica mais evidente como Derek e a Neuro dependem de Meredith. Como o estudo clínico de Bailey se beneficiaria da competência da médica. E, a propósito, Meredith vai muito bem na Obstetrícia. Enfim, acho que essa temporada está servindo como um período de reconstrução para a protagonista, e para demonstrar seu crescimento pessoal e profissional.
E falando em crescimento pessoal, fiquei feliz demais que Meredith e Derek voltaram às boas. Tão feliz que nem ligo que o retorno tenha se dado de forma inexplicável. O fato é que eles estão mais próximos, mais contentes, mais casal. Conseguiram superar, ou quase, o grande problema causado por Meredith. Não acho que Derek tenha perdoado Mer completamente. E é claro que eles ainda deverão enfrentar alguns problemas, afinal sempre foi assim. Mas só de não precisar agüentar Derek resmungando e sendo injusto a cada minuto de cada episódio, já sou uma pessoa mais feliz.
E pelo comportamento do “Deus da Neuro” no final do episódio, tenho certeza que é questão de tempo pra ele implorar por Meredith de volta em sua sala de operação.
Bailey enlouquecida por causa dos ratinhos. Alguém aí queria coisa melhor? Mais uma vez, gostei do fato de Miranda ter um papel central no episódio. E acho bem interessante a luta dela pra deixar o Chief e a Meredith longe do estudo. Mas ela é outra que, assim como Derek, terá que entregar os pontos e permitir a participação de Grey. Simplesmente por que isso é o melhor a se fazer. To ansiosa pra saber pra onde essa história caminha.
April continua aquela chatinha de sempre. Mas agora, ela enfrenta seus problemas. Já havia sido assim após os toques dados por mamãe Avery. E agora, depois das constatações de Alex, April resolveu agir. Achei hilário ela mudando a voz para tentar conseguir o que queria. Deu tão certo que fez escola. Que o diga Meredith. E por isso, por causa desse princípio de mudança de atitude, estou começando a simpatizar com ela. Eu disse começando!
Alex está sofrendo, mais uma vez, de covardia. Com tantas avaliações negativas, ele perdeu a coragem de tentar, de ousar. E isso é totalmente compreensível, já que Karev se dá tão mal tantas vezes. Por isso, queria que ele voltasse logo à pediatria. É o local no qual o durão Alex se dá melhor. Acho que o amor pelas criancinhas faz com que ele ouse e lute mais. Então, minha torcida é pra que Arizona “pegue” o Karev logo.
E por falar em Arizona, alguém aí não riu das cenas dela com Mark? Os dois não se davam bem, e percorreram um longo caminho até serem amigos. Agora, os dois são praticamente irmãos. Dois lindos irmãos loiros. Que cozinham juntos. Que falam o tempo todo de culinária. E que, juntos, irritam Callie.
Preciso dizer que amei Callie no episódio. Por que ela, além de ter tido uma atuação perfeita na complicada cirurgia do jovem com problemas no pescoço e na sua questão com os pais, ainda deu a lição de moral que Cristina estava precisando – e que Teddy não foi capaz de dar –, e colocou Mark em seu devido lugar. A cena dela expulsando Mark de casa e mandando ele arrumar sexo, pois estava acabando com sua vida sexual, foi ótima. E a cara de cachorrinho abandonado de Sloan também. Será que, depois desse toque de Callie, Mark voltará à fase “pegador”? Acho que é questão de tempo.
E agora, a única crítica ao episódio: a ninfomania de Owen e Yang. Achei totalmente excessivo o comportamento dos dois. E, por ser excessivo, desnecessário. Mas ainda assim compreendo o intuito do mesmo: deixar explícito que os dois estão – ao contrário de Mer e Der – longe de superar os problemas do final da temporada anterior. O casamento se resumiu ao sexo. Não há mais diálogo. Confesso que estou curiosa pra saber o desfecho dessa história.
E antes de encerrar, preciso dizer que amei as palavras de Callie pra Cristina. Foi até mesmo uma resposta às críticas que o comportamento de Yang vinha recebendo por aí. A Cristina bad ass não saiu do seriado, ela está apenas escondida atrás do medo de fracassar em seu 5° ano. Ela está atrás de um escudo de proteção, chamado conservadorismo. Espero, e muito, ver aquela Cristina aloprada, sedenta por cirurgias, brilhante e ousada, em breve pelos corredores do Seattle Grace. Grey’s Anatomy não é a mesma sem ela.
P.S.: mais alguém ficou com medo que a paciente do Derek morresse e o plano de Mer fosse por água a baixo? E que ele ficasse, novamente, todo revoltado com a esposa? Então, obrigado Shonda, por nos poupar de mais essa tragédia!
Supernatural – Shut up Dr. Phil
25/10/2011, 21:23.
Juliana Baptista
Reviews
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Série: Supernatural
Episódio: Shut up Dr. Phil
Temporada: 7ª
Número do Episódio: 7×05
Data de Exibição nos EUA: 21/10/2011
Um episódio com a participação especial de dois ex-astros das séries Buffy e Angel, James Masters e Charisma Carpenter, mas, infelizmente, o episódio não foi sobre vampiros e sim, bruxas! Nas temporadas anteriores quando aparecia algum episódio sobre bruxas, elas sempre eram exclusivamente mulheres, mas em Shut Up Dr. Phil tivemos um bruxo para variar! Ou melhor, um casal de bruxos. E em crise de relacionamento.
Em linhas gerais, achei o episódio bem fraquinho. Dei algumas risadas com algumas situações, mas mesmo assim, transformar o problema principal em uma crise de casal, foi forçar a barra!
Achei as mortes interessantes, sempre tive medo daqueles secadores de cabelo de salão que mais parecem que estão sugando seu cérebro. Já a morte com aquela pistola de pregos me deu muita aflição, mas a pior de todas foi a do cupcake! Que nojo morder um cupcake e achar um coração pulsando dentro! Que horror!
Quem mais lembrou de Game of Thrones quando Donald Stark apareceu? Acho o James Masters muito parecido com o Julian McMahon de Nip/Tuck, quando ele apareceu no episódio, cheguei a ficar em dúvida de quem era. Achei a atuação dele muito boa, sempre com aquela cara de poderoso e inatingível. Mas personagens como este dão certo em um ou dois episódios, mais do que isso, acabaria ficando cansativo já que ele não demonstra muitas emoções.
Já Charisma Carpenter interpretou Maggie Stark, a esposa-bruxa traída, ciumenta e insuportável. Uma socialite mimada que gosta de arte e obras de caridade, mas que nas horas vagas faz umas bruxarias para matar os amigos do marido.
Dean e Sam estão investigando o caso e enquanto isso, o leviatã está seguindo os irmãos. Mais alguém acha que a galera do roteiro está perdendo o foco? Hey, os leviatãs deveriam ser a preocupação principal dos Winchesters e não casos pequenos! Esse leviatã está seguindo os dois já faz uns três episódios e nada. E, quando ele aparece, fica uns dois minutos na frente da câmera e Don Stark acaba parando o monstro com um feitiço. O problema é que o feitiço dura apenas alguns dias e os Winchesters precisam saber como matar o cara.
Sério, se eles tivessem focados em saber como matar os leviatãs, isso não seria problema. Mas não, ficam perdendo tempo com bruxas, Kitsunes e até mesmo o Osíris. Parece que esta temporada está perdendo o rumo – igual na temporada passada em que Eve, a mãe de todos, era a vilã principal e ao mesmo tempo era deixada de lado durante vários episódios
Outra coisa que está esquecida são as alucinações de Sam. Cadê esse menino pirando e vendo Lúcifer em todos os lugares? Será que eles esqueceram que a barreira de Sam foi destruída? Ele não pode surtar apenas em alguns episódios, ou ele fica doido ou não fica, simples assim.
E essa crise que Dean e Sam estão tendo NOVAMENTE? Já está ficando chato, nem se eles fossem um casalzinho seria tão irritante! Porque Dean não abre o jogo e conversa com Sam? Todo mundo sabe que ele é durão e tudo mais, mas custa conversar com o Sam pelo menos uma vez?
Cenas mais legais do episódio:
Sam tentando impedir que Maggie entre em casa e pegue Dean investigando suas coisas, então força o carro para disparar o alarme e mandar um sinal para Dean. Ela olha com cara de desdém e ele diz “Desculpa, tenho a síndrome da perna nervosa”.
Dean todo feliz pronto para comer torta e Sam coloca um saco de pés de galinha meio podres em cima da mesa bem ao lado da torta. Deu dó.
E a melhor: Sam e Dean entram correndo na sala dos Starks, fazem o feitiço, jogam fogo, fazem aquela fumaceira e não funciona.
Enfim, vamos torcer pro próximo episódio ser bem mais interessante!
Revenge – Guilt
24/10/2011, 21:52.
Mario Madureira
Reviews
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Culpa. Nessa semana Emily nos mostrou a forma com que as pessoas ao seu redor seguem suas vidas de modo perverso e muitas vezes impulsivo. Olhamos para o passado e vemos erros e poucas vitórias, mas seria essa a motivação de sua vingança? Sim. Quem disse que culpa é sinônimo de algo ruim? Em Revenge, a culpa anda de mãos dadas com a certeza e essa sim, é algo que devemos nos apegar.
Lydia mostrou sua caras novamente e dessa vez quis reatar a sua antiga vida, um novo começo em cima de seu antigo erro. Em outras palavras, ela quis tentar um processo fênix: se reerguer do mesmo lugar que iniciou seu erro. Mas como alguém poderia fazer isso ao tentar se reerguer do modo errado? Dessa vez Emily não se vingou, simplesmente se protegeu. Lydia se vingou por si só. Ela mesma remediou seus erros por meio de sua culpa e, no fim, como era de esperar, sua vida que não possuía mais nenhum objetivo, terminou assim… Morta em cima de um táxi.
Uma espécie de relacionamento que vem sendo testado e achei super bacana foi de Conrad com Daniel. Pai e filho. Porém, como Daniel poderia se orgulhar de ter um pai que possui uma amante, que vive uma mentira, cometeu grandes erros no passado e que ainda os comete no presente? É esse tipo de pessoa que ele quer se espelhar para ser um homem? Não. E não importa o dinheiro ou qualquer coisa do gênero. Existem famílias desestruturadas, mas buscamos alguém em nos espelhar e infelizmente, apesar de querermos muito, nem sempre são nossos pais. Mas talvez se tentarmos buscarmos algo, nem que seja bem no fundo, conseguiremos encontrar uma qualidade nas piores pessoas. Veja Lydia, por exemplo. Ela foi uma amante, tinha tudo na vida e ao mesmo tempo não tinha nada. Uma pobre mulher que estava tentando buscar algo que a pudesse fazer continuar, mas o quê? O mundo gira em torno do dinheiro, quando já se tem, o que mais se precisa? Talvez, Lydia amasse Conrad de um jeito diferente e por isso, tivesse feito o que fez. Mas existem consequências e ela seria muito ingênua em pensar que o amor pode derrubar Victoria Grayson.
Apesar de Revenge ser baseado em pensamentos de Emily e é com certeza com eles que aprendemos da pior maneira a realidade humana, não poderia deixar de citar a frase mais realista e mais pavorosa que já vi na série dita por ninguém menos que a rainha Victoria Grayson:
Entenda uma coisa, Lydia: Todas as vezes que sorrio para você através de um cômodo ou nos cruzamos em um almoço, ou te recebo em minha casa… Que aquele sorriso seja um lembrete do quanto desprezo você. E que todas as vezes que eu te abraçar, o calor que você sente, é meu ódio queimando. Adeus, Lydia.
Being Erica Episódio – Born This Way
22/10/2011, 20:21.
Tati Leite
Reviews
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Série: Being Erica
Episódio: Born This Way
Temporada: 4
Número do Episódio: 4×04
Data de Exibição no Canadá: 17/10/2011
Estava com saudades da Erica visitando o passado dela. Dessa vez ela não teve um paciente e precisava lidar com decisões tomadas por ela que acabaram influenciando outra pessoa. Nesse caso a pessoa era Brent. Aproveito para de início elogiar a atuação do Morgan Kelly. Ele tem um personagem difícil nas mãos e consegue convencer em todas as nuances.
Brent está numa situação difícil na editora. Para conseguir manter seu emprego ele precisa mudar seu comportamento. O novo chefe é daqueles que acredita que existe uma maneira certa de mostrar sua masculinidade e, pior, que isso define seu talento.
Erica acaba aconselhando Brent a parar de fingir ser algo que ele não é, mas isso acaba lhe custando o emprego e fazendo com que ela se sinta culpada pelo que aconteceu. Dr. Tom faz ela voltar a sua adolescência – e com isso temos Jenny e Judith – na semana em que recebia em sua casa uma estudante de Quebec por conta de um programa de intercâmbio do qual Sam fazia parte. Erica carrega a culpa de não ter ajudado a menina a se enturmar e tem a oportunidade de mudar isso.
Claro que as coisas não saem exatamente como ela planejou. Erica realmente faz a menina se sentir em casa mas por outro lado J.C acaba tomando decisões que a machucam da mesma maneira mostrando que por mais que uma pessoa esteja seguindo um conselho ela não é totalmente isenta das consequências de suas atitudes.
Brent acaba decidindo conseguir seu emprego de volta mas volta atrás quando o chefe pede que ele ajude a derrubar a editora de Erica e Julianne. Mesmo tendo prejudicado as duas anteriormente, dessa vez ele decide ter uma atitude mais digna.
Erica e Julianne decidem contratá-lo como editor e acredito que essa seja a deixa para um desenvolvimento no relacionamento dele com Julianne.
Paralelo a isso Adam resolveu comprar uma moto para total desaprovação de Erica. Ela queria aprender a dançar salsa e ele resolve andar de moto. Um conflito besta entre casais mais muito comum. Os dois queriam fazer algo juntos só que um não aprovou a ideia do outro. No final eles se entendem e dançam juntinhos na rua ao lado da moto e aí… bom e aí, adivinha quem tá de volta?!
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