TeleSéries
Glee – Pot O’ Gold
05/11/2011, 10:23.
Júlia Berringer
Reviews
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Série: Glee
Episódio: Pot O’ Gold
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×04
Data de Exibição nos EUA: 1/11/2011
Confesso: Eu estava morrendo de saudade de Glee. Mas como Gleek sincera que sou, tenho que confessar também, que o episódio não superou expectativas. Depois de um terceiro episódio ótimo, Glee decepcionou esta semana. Clique aqui para continuar a leitura »
The Walking Dead – Save the Last One
04/11/2011, 23:34.
Eddie Tertuliano
Reviews
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Série: The Walking Dead
Episódio: Save the Last One
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×03
Datas de Exibição nos EUA: 30/10/2011
Datas de Exibição no Brasil: 1/11/2011
O episódio dessa semana começou a abordar algo que, em verdade, a série ainda não explorou todo o potencial, que é o questionamento de até onde o ser humano é capaz de sobreviver diante de uma situação limite de sobrevivência.
Como vimos no episódio passado, Shane e Otis arriscaram a vida em busca dos materiais necessários para a cirurgia de Carl, mas acabaram cercados por dezenas de zumbis. Olha, se eu já tinha achado tensa a situação dos dois, agora a sensação duplicou. Parecia que os dois estavam a todo momento perto da morte e me deixando na ponta da cadeira. Clique aqui para continuar a leitura »
Being Erica – If I Could Turn Back Time
04/11/2011, 15:51.
Tati Leite
Reviews
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Série: Being Erica
Episódio: If I Could Turn Back Time
Temporada: 4
Número do Episódio: 4×06
Data de Exibição no Canadá: 31/10/2011
Erica Strange:
O poder vem acompanhado de grandes responsabilidades. Por quê? Porque o poder é uma ilusão.
Erica ganhou o poder de andar no tempo por um dia. Não podia visitar nem o passado e nem o futuro. Apenas poderia ir e voltar nos acontecimentos do dia. Ela resolve usar esse poder para tentar consertar mais uma briga com Adam e as coisas não poderiam sair piores.
Já faz um tempo que está um tanto óbvio que a relação de Adam e Erica deixou de ser perfeita, se é que foi um dia, e que mais cedo ou mais tarde haveria um rompimento. O retorno de Kai só fez isso ficar mais óbvio. Afinal, para desenvolver um relacionamento será preciso “terminar” com o outro.
Dessa vez eu preciso dizer que entendo Adam 100% mesmo entendendo as intenções da Erica. O que ela fez não foi certo. Simplesmente “apagou” o direito de decisão dele. E talvez tenha impedido qualquer chance de um recomeço.
Guardada as devidas proporções, Erica está fazendo com Adam o que Ethan fez com ela. Por conta do que ela acredita ser melhor e mais seguro profissionalmente, está deixando de pensar no desejo do (ex-) namorado. Não é uma questão de quem está certo, é uma questão de respeito.
Como a vida amorosa da Erica é o que menos me prende a série, somando o fato de não conseguir decidir se gosto mais do Adam ou do Kai apenas aguardarei pacientemente para ver no que isso vai dar.
Paralelo a isso rolou beijo entre Julianne e Brent. Taí um casal que eu torço. Os dois personagens me ganharam com o tempo e agora tudo que penso é como eles são perfeitos um para o outro.
Once Upon a Time – The Thing You Love Most
03/11/2011, 13:27.
Mario Madureira
Reviews
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Esperei ansiosamente por este episódio, pois o piloto me deixou com muitas expectativas pelo que viria a seguir. The Thing You Love Most tratou exclusivamente sobre sacrifícios e o que você estaria disposto a fazer para conseguir algo que tanto quer. Nesse caso, o lançamento da maldição precisava de algo valioso. Até que ponto a Evil Queen chegaria para lançar a maldição contra o mundo mágico dos contos de fada? Ela deveria matar a coisa que ela mais amava: seu pai, Henry. Sim, o filho de Emma Swan, é o pai de Regina, a nossa bruxa má. Fiquei impressionado com a revelação, pois é perceptível a questão do renascimento. Emma é a esperança, a filha da Branca de Neve que gerou um filho que foi o pai da Evil Queen. Não é loucura pensarmos na grade familiar e as complicações que haverá após todas essas revelações chegarem à tona na cidade de Storybrooke? Os receios, as discussões as aceitações?
O episódio também relatou o processo intenso que levou a maldição, ou seja, pudemos ver uma perspectiva maior sobre a Devil Queen, o lado humanizado da personagem. Ela simplesmente queria ser feliz. Ela amava algo com todas as suas forças, mas quando Branca de Neve tirou o amor dela, a dor e as lágrimas escorreram sobre sua face. O que ela mais queria era que Branca de Neve sentisse o que ela sentiu. A dor e o sofrimento acumulados dentro si. E por isso, a maldição se tornou a única forma desse desejo se tornar realidade.
Consegui captar muito simbologismo na série também. Nas cenas de Storybrooke, as representações podem ser consideradas ótimas sacadas para quem realmente entendeu a jogada. Como por exemplo, o momento em que Emma decidiu ir embora, era como se a esperança tivesse indo embora. Pois, mesmo sendo algo clichê, a esperança é a única forma de combater a maldade, e com Emma indo embora, Regina ganharia essa batalha que por sinal, começou de forma bem sutil. A heroína e a vilã começaram a medir esforços nesse episódio e eu gostei muito, pois esse lance de ‘your turn’ torna a batalha ainda melhor. É claro que não estamos falando de uma luta de espadas e magias, mesmo a luta entre as bruxas terem sido bem legais, estamos falando de uma briga mais real e simbológica. É aquela história de colocarmos o arroz com o feijão, para depois acrescentarmos os outros componentes do prato.
Também não deixaria de comentar a questão da imaginação infantil. A criança é uma representação do futuro, da esperança do mundo. Quando presenciamos uma criança dizer que acredita em magia, em castelos encantados, nos sentimos tão bem, pois são coisas boas e quando tiramos isso de uma criança, é algo que me deixaria de consciência pesada, como ocorreu no episódio. Às vezes a nossa realidade é tão ruim, que eu queria continuar acreditando em seres encantados.
A série continua ótima, pois umas das melhores coisas que ela transmite é aquela velha essência de fantasia que tínhamos quando criança. Agora, só me levo a crer que a maldição ainda está lançada, mas como sabemos, a esperança é a última que morre.
Supernatural – Slash Fiction
02/11/2011, 22:43.
Juliana Baptista
Reviews
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Série: Supernatural
Episódio: The Girl Next Door
Temporada: 7ª
Número do Episódio: 7×06
Data de Exibição nos EUA: 28/10/2011
Oh my dog! Estamos tendo um flashback da primeira temporada? Não, é apenas a equipe de Supernatural tendo mais uma crise de falta de criatividade! Se você está assistindo a sétima temporada, provavelmente se lembra do episódio 6 da primeira temporada quando um shapeshifter usa a forma de Dean para cometer crimes e acaba colocando os irmãos Winchesters na mira da policia, não é? Se lembra também que eles foram pegos no décimo nono episódio da segunda temporada e uma policial, que presenciou um fato sobrenatural, tentou ajudá-los a escapar? Pois é, agora este novo episódio é o “Vale a Pena Ver de Novo” de Supernatural.
A diferença deste episódio é que uma dupla de Leviatãs se transforma em clones dos Winchesters e começam a cometer crimes bárbaros para que a polícia pegue os originais. Isso pode não fazer sentido pra mim e nem pra você, mas deve fazer sentido para Robbie Thompson, quem escreveu esse episódio. Porque os Leviatãs simplesmente não matam os dois e pronto, acabou?
De todos os crimes dos Winchesters Leviatãs, o que mais chamou a atenção foi a chacina da lanchonete em St. Louis, que lembrou o casal Pumpkin e Honeybunny na cena inicial de Pulp Fiction. Duas referências a filmes do Tarantino em uma só temporada!
Já Bobby, tenta se focar em como matar os Leviatãs. Sim! Finalmente alguém está fazendo isso! E por mais que ele tente, o moço leviatã não sente nem cócegas. Além de imortais, eles são extremamente inteligentes (adorei a piada do Bobby sobre o “Monstro de Mensa”), conseguem copiar as pessoas com apenas uma pequena amostra de DNA.
Mas o mais inexplicável é que mesmo sabendo que estão sendo caçados pela polícia, Sam e Dean não evitam desfilar por aí como se nada tivesse acontecendo. Nem um chapéu, óculos escuro ou bigode falso para tentar disfarçar a aparência. Inexplicável. Fiquei só esperando a hora que a polícia iria parar os dois por aí já que eles se tornaram o top da lista do USA Most Wanted.
Bobby manda Sam e Dean para Frank, que os ajudaria a “sumir do mapa”. Frank é um cara esquisitão, que não gosta de Bobby e provavelmente de mais ninguém no universo e dá aos Winchesters um carro novo e identidades falsas. Mas sem nomes de rockstars dessa vez, que a parte mais triste! Frank claramente parece bater fora do bumbo, ele parece um cara maluco até para Supernatural! E olha que estamos acostumados com esquisitices… Mas no fundo, gostei dele.
Inesperadamente Jody bate a porta de Bobby para agradecer por Sioux Falls e fazer companhia. Que coisa mais fofa esses dois juntos! Mas como acompanho a série desde sempre, não cultivei esperanças de Bobby ficar com a xerife no final do episódio. Mas no final das contas, foi Jody quem salvou o dia: o produto que ela estava usando pra limpar o chão tinha Boráx (mais conhecido como Borato de Sódio), um componente químico que “dissolvia” o Leviatã. Bobby a agradeceu muito bem! 🙂
Melhor cena do episódio todo: Dean está bravo em ter que deixar seu carro na casa de Frank e diz “nobody puts my baby in the corner” que é uma frase muito marcante para os fãs do filme Dirty Dancing. Mas para Dean, filmes de Patrick Swayze sempre tem um passe-livre. Então Sam liga o rádio e está tocando I’m all out of Love do Air Supply, Dean pede para deixar a música tocando já que provavelmente nenhuma outra estação pegaria. Então começa a cantar meio disfarçadamente e cheio de emoção. Simplesmente épico! Não adorava tanto desde Eye of the Tiger!
Voltando a falar sério, este episódio foi útil para sabermos mais sobre o “interior” dos personagens. Soubemos um pouco mais sobre o passado de Bobby, seus problemas com o álcool e que sua cantora favorita é Joni Mitchell! Também serviu para colocar a história de Amy (a Kitsune namoradinha de Sam) em pratos limpos. Até que enfim! Nos mostrou como Dean se importa com o seu complexo de herói e a dificuldade em ter relacionamentos. E Sam com os problemas com Lúcifer tomando conta de todos seus pensamentos. Um dos leviatãs contou para Sam que Dean acha que ele está ficando doido e que não confia nele, já que matou Amy pelas suas costas.
Uma coisa que não ficou muito claro: porque Crowley quer fazer negócio com o chefe Leviatã? Eu sei que Crowley cultiva um enorme desprezo pelos humanos, mas pra que ele quer mais poder? O que será que ele está planejando? Fiquei boquiaberta com o tapa de costa de mão que ele levou de Dick, o cara dispensou Crowley com uma arrogância do tamanho de sua limusine! Pelo menos agora sabemos que ele poderá ajudar os Winchesters depois dessa.
A cena final foi simplesmente chiliquenta. Sam deu um chilique com Dean e resolveu ir embora. Sempre que Sam resolve dar uns perdidos em Dean ele acaba se envolvendo com demônios e faz uma série de cagadas. Um episódio que poderia ter terminado bem, mas Sam cheio de sentimentos me fez ficar com uma poker face nos segundos finais. Vamos ver no que dá!
New Girl – Wedding e Naked
02/11/2011, 20:09.
Maria Clara Lima
Reviews
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Série: New Girl
Episódios: Wedding e Naked
Temporada: 1ª
Número dos Episódios: 1×03 e 1×04
Datas de Exibição nos EUA: 4/10 e 1/11/2011
Wedding e Naked foram episódios totalmente opostos. Em Wedding, os personagens estavam tão desconectados que não dava para entender o porquê da história. Ah, mas esse episódio foi sobre o quê? Não saberia dizer, eu lembro que eles foram ao casamento de uns amigos, e Jess foi de acompanhante do Nick, e só. O Schmidt estava tentando dormir com uma garota, mas acabou com outra louca. E o Winston estava tentando recuperar sua glória. Hmmm até que eu lembro bastante, para um episódio chato e sem sentido, com piadas chatas e situações ridículas – o que era aquela dança da galinha? É a série ainda tentando encontrar o equilíbrio entre situações embaraçosas com a senhorita Deschanel e a história de superação do Nick. Bom, dito isso, vamos à Naked.
Oba! Situações embaraçosas com a Deschanel e mais história do Nick! – Sim, isso foi sarcástico. Mas ao menos o episódio falou de algo bem real entre meninos e meninas, e acho que muitos aí fora conseguiram se identificar, não? Encaramos a nudez de forma diferente, mesmo sendo tudo igual. Como eu acredito que New Girl tenta chegar mais perto da realidade – ops, fiz de novo-, fiquei imaginando se os caras realmente ficam se olhando no espelho… pelados, admirando o próprio, você sabe? É isso mesmo, produção? Por que nós garotas, não somos assim. Passamos correndo pelo espelho, escondendo o restinho de pele que insiste aparecer perto da cintura! Ah, o espelho pode se tornar uma tortura, o inimigo número um. Claro que há aquele grupinho de mulheres lindas e seguras que adoram um espelhão do tipo 1.90×1.20 na parede. Mas essas são raras, tão raras quanto homens tímidos em relação a sua performance sexual – é que todos acham que são Super-Homens quando, na verdade… não são. E também existem caras que são encanados, inseguros, mas isso está relacionado ao tamanho do, você sabe?! Enquanto nós ficamos depressivas com uma celulite que apareceu na coxa. Homens e mulheres, é tudo tão complexo.
Em Naked, vimos que toda essa situação é mesmo boba. A série deve mostrar exatamente como os sexos lidam com as coisas de modo diferente, não ficar tentando arrumar histórias paralelas entre os personagens. A Liz Meriwether ainda é nova, não é de se esperar que ela consiga escrever uma seriado perfeito, com personagens que iremos lembrar em 10 ou 20 anos. Até agora, ela tem bons elementos em mãos, mas parece não saber o que fazer. Se ela se apegar as situações, talvez consiga seguir com a série por mais um tempo – já que New Girl ganhou uma temporada completa. A verdade é, a série não encontrou a liga ainda, e por enquanto temos que rir das tonterias da Zooey e dos meninos.
“Aprendi com New Girl” que todo mundo tem seus traumas e encanações, mas que a verdade seja dita, por mais que tentem enfiar na sua cabeça que ‘tamanho’ não importa e que homem não liga para certos excessos, importa sim. As encanações que temos não são à toa. O problema é que ao invés de ficar vivendo em negação, temos que partir pra luta e encarar o mundo de frente – de preferência vestidos.
“Eu ri” horrores com a pobre da Jess tentando conversar sobre o que ocorreu. Fato. Homens não gostam de conversar. Problemas são resolvidos com um tapinha nas costas e pronto. Mas nós, ah… gostamos de tudo certo com pingos nos “is”. A varetinha dos sentimentos foi a coisa mais digna do episódio… mas isso me fez lembrar da finada Douchebag Jar. E também dei boas risadas com o Schmidt tentando ver o pipi do Nick. O que são garotos e a fixação deles pelo órgão sexual do colega? Não… isso não é certo, meninos. Mas eu ri.
“Devo confessar” que ainda não consegui encaixar o Winston na história. Ele sempre será o ex-jogador negro e fracassado? É bom a Liz trabalhar um pouco mais nisso ou a Fox logo começará a receber toneladas de cartas de pessoas dizendo que New Girl é racista. Não me sinto confortável com a história dele, apesar de que ontem foi engraçado vê-lo tentando recuperar o tempo perdido nos assuntos que vivaram “virais” no país.
Mas a cena mais hilária foi a da Jess pelada no quarto do Nick tentando se esconder embaixo da cama. Eu tenho certeza de que já vi essa semana em algum filme (alguém recorda???), mas a cena nunca fica velha demais. Muito boa, e a Zooey se entrega mesmo. A Zooey está cotada no meu coração para ser a próxima Lucille Ball – que Deus a tenha.
Aliás, cheguei a uma conclusão sobre New Girl. Zooey Deschanel é uma arma militar de massa, testada pela Fox e pelo partido republicano para atrair a atenção do público e enfiar na cabeça das pessoas mensagens subliminares. Querem um exemplo? O quadro do presidente Obama no quarto da mulher louca?! Aquilo era uma clara associação entre gente maluca e o atual presidente americano. Não estou dizendo?
Bom, é isso pessoas. Se quiserem rir – e muito – assistam Naked, é garantido. Mas devido a inconsistência da Liz Meriwether, não posso garantir que o próximo episódio será tão legal. Nos resta esperar!
Castle – Cops & Robbers
02/11/2011, 18:54.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Castle
Episódio: Cops & Robbers
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×07
Data de Exibição nos EUA: 31/10/2011
Estávamos todos ansiosos por Cops & Robbers, 7° episódio da temporada de Castle. Àqueles “aficionados” por spoilers, os vídeos promocionais ficaram com o coração na mão – e com um sorriso no rosto. E até mesmo aqueles que preferiram não se arriscar, em busca de dias tranqüilos e menos surtantes, certamente tinham altas expectativas em relação ao episódio. E, como vocês sabem, episódios que envolvem grandes expectativas, geram ou amor ou ódio. Em qual lado do muro estaria Cops & Robbers?
Do lado do amor, obviamente. Foi amor puro. Muito amor. Amor em demasia. E não estou me referindo apenas ao amor entre Castle e Beckett não. Estou me referindo ao amor que todos nós, fãs, estamos sentindo por Marlowe e companhia. Dos sete episódios já exibidos nessa 4ª temporada, achei cinco ótimos. Dos dois restantes, desgostei apenas de um (Head Case). E sei que boa parte dos fãs gostou de todos. Então, repetindo os elogios que fiz na temporada passada, preciso ressaltar a regularidade de Castle. Uma série que se nivela por cima.
E por que digo isso? A promo e os sneeks de Cops & Robbers já haviam entregado o plot do episódio: Castle e Martha seriam feitos reféns em um assalto a banco, e a missão de Kate seria libertá-los. Mas, ainda assim, o episódio foi bastante surpreendente. E que série consegue “entregar o ouro” antecipadamente e ainda assim manter os espectadores sem piscar durante mais de 40 minutos? Poucas, certamente.
O caso não foi de um simples assalto a banco. Foi um ataque orquestrado por um pai criminoso e abusivo, que queria acesso ao cofre de sua sogra, para localizar a esposa e o filho. O mentor do assalto fez, inclusive, o papel de refém epilético. E o fez muito bem, já que o seu comportamento descontrolado deu um toque de suspense, deixando no ar que em qualquer momento ele poderia surtar e causar a morte de algum dos reféns. Na cena do “ataque epilético”, inclusive, eu tive certeza que Castle seria baleado. Em outros momentos, a minha certeza é que o alvo dos disparos seria a refém grávida. Mas, no final das contas, contrariando meus piores prognósticos, todos os reféns “de verdade” saíram sãos e salvos.
Também foram surpreendentes, de certa forma, os momentos de comédia. Quem imaginou que Martha seria paquerada pelo antes sisudo gerente do banco? Inclusive, eles trocaram contatos no final do episódio. Será que veremos, em breve, Martha de namorado novo?
Mas sabe o que me surpreendeu, de verdade? A ausência completa de abraços e/ou beijos. Tá, ok. Sei que a expectativa por um beijo era produto da minha mente shipper descontrolada. Inclusive quando eu alardeava “vai ter beijos em Cops & Robbers”, uma amiga prontamente repelia a ideia. Mas um abraço era até mesmo previsível. E não aconteceu. Isso significa que o episódio não teve momentos shipper, ou deixou menos evidente o enorme amor entre Castle e Beckett? De forma alguma.
Isso por que o episódio foi recheado de momentos fofos. Já no início do episódio, quando Castle liga para Beckett, pedindo que ela diga que precisa dele, e a detetive fica com aquela cara de “fui descoberta”, ficou evidente que o episódio seria um episódio de amor. E um episódio do amor de Beckett. Um episódio no qual teríamos noção da intensidade do sentimento dela por ele. Sei que ninguém esperava que Beckett fizesse menos que o impossível para salvar o escritor. Mas o comportamento de Kate foi bem marcante. Ela temeu fazer a negociação com os ladrões, por falta de conhecimentos técnicos. Mas quando teve que aceitar o papel, submeteu-se às ordens do responsável pela operação, para não prejudicar as negociações. Quando viu que a estratégia estava falhando, deu o recado para o líder dos “médicos”: caso algo acontecesse, ela mesma meteria uma bala na cabeça dele (em tempo: Stana kick ass! A atriz esteve perfeita no episódio). Kate aceitou os riscos e se ofereceu para, passando-se por paramédica, entrar no banco. Tudo para ter contato com Castle, e tentar ter um panorama mais real da situação. E os olhares entre ambos, nessa cena, foram um show a parte.
Kate ainda enfrentou uma certa “birra” de Alexis, que estava um pouco resistente à detetive no começo do episódio. E passou pelo pânico da explosão da bomba, sem saber se os reféns haviam morrido. No final do episódio, Beckett foi “aceita” pela família de Castle, em uma cena que indica como pode ser a tônica do relacionamento de Beckett com Martha e Alexis quando ela e Castle finalmente estiverem juntos. O abraço de Martha na detetive foi lindo, demonstrou afeto verdadeiro. E todas essas foram cenas ótimas, é claro. Mas pra mim (e creio que pra praticamente topo mundo) o ápice de Cops & Robbers foi a cena do “resgate”. O olhar de Castle indicava o “eu já sabia”. Foi como se em nenhum momento da tensa situação ele tivesse deixado de acreditar que sua “parceira” o salvaria. E o olhar de Beckett, de profundo sentimento, indicava o alívio por não ter falhado, por não ter perdido o homem objeto de todo o seu amor. Acho que prendi a respiração enquanto eles estavam um de frente para o outro. Se eu fechasse os olhos, poderia ver o beijo acontecendo naquele momento. Mas, Martha, agindo contra o casal, e contra todos os fãs, clama pela atenção da detetive. Poxa, Martha? Por quê? Não fosse ela uma personagem tão querida, teria entrado para a minha listinha negra.
Mas, embora não tenhamos visto beijo, nem sequer abraços, vimos sentimento de sobra. Pra dar e vender. E isso é suficiente, por enquanto.
Castle também foi um espetáculo a parte. Mesmo em situações de risco ele consegue ser perspicaz e engraçado. Ele assumiu a liderança do grupo de reféns, acalmou as pessoas, enfrentou os assaltantes, fez piada com a situação (as piadinhas com médico foram super divertidas). Percebeu que algo não estava normal, e, mesmo sob a mira de armas, conseguiu se comunicar com Kate e auxiliar nas investigações. Por isso, sua brincadeira no final do episódio não foi mais que uma constatação.
De Esposito e Ryan vimos pouco. Mas, mesmo assim, uma das melhores cenas foi entre eles. É, definitivamente Ryan está cada dia mais Castle Jr.
Outra que não teve tanto destaque foi Alexis. No entanto, ela mostrou a que veio. Interpretou o papel de filha e neta angustiada muito bem. Assim como fez com o papel de namorada desesperada, desamparada e, finalmente, desiludida. Achei ótimo ver Alexis sendo a menina de fibra que conhecemos. O namoro com Ashley já acabou tarde. E sim, nós acreditamos que ela ficará bem, e que sua trajetória dentro do seriado será bem mais interessante a partir de agora, como já foi um dia.
Finalizando, preciso dizer que o brilhantismo de Castle foi agraciado pela audiência. Segundo o TV by the Numbers, em uma segunda-feira de Halloween, o único seriado a não perder audiência foi Castle. Mais que isso. O seriado ganhou mais dois milhões de espectadores. Um presente àqueles que nos agraciaram com um ótimo episódio.
Semana que vem, vai ao ar Heartbreak Hotel. E, para a infelicidade da galera dos comentários, Iron Gates estará de volta. Mas tenho certeza que, ainda assim, todos estão ansiosos pela próxima segunda-feira. Por que será?
Being Erica – Sins of the Father
02/11/2011, 15:00.
Tati Leite
Reviews
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Série: Being Erica
Episódio: Sins of the Father
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×05
Data de Exibição no Canadá: 24/10/2011
Eu não consigo decidir o que acho da volta do Kai. A única coisa que parece certo é que problemas virão. Talvez seja bom para a história, talvez só sirva para estragar o que estava “perfeito”. Mas que não será simples, isso está meio na cara.
Já a vida do Dr. Tom parece que começa a entrar nos eixos. O episódio foi praticamente dele. Descobrimos que a mulher que ele reencontra é sua ex-noiva e todo o ressentimento que ele guardava vinha do fato dela ter trocado ele pelo melhor amigo. Acontece que não foi bem assim que a história aconteceu. Ainda serviu para vermos um pouco da vida da Dra. Naadiah fora do trabalho. Aliás, a personagem anda bem mais simpática.
Quantas vezes na vida estamos certos de nossas decisões, e no que seria melhor para nossa vida, principalmente porque temos como exemplo pessoas a quem respeitamos nos guiando para um determinado caminho mesmo sem ter essa intenção? Dr. Tom sempre acreditou que saberia conviver bem com a solidão dedicando sua vida ao trabalho porque seu pai foi feliz assim. Só que suas certezas caem por terra quando o seu pai durante uma conversa deixa claro que se arrependeu de muitas atitudes e/ou decisões durante sua vida.
Erica precisa lidar com o retorno de Kai e o ciúme de Adam. Ela tem a ideia de aproximar os dois mas nada sai como ela planejava. Eles até se entendem – em 2018 a Irlanda irá vencer o Brasil na final da Copa do Mundo. Ha! – mas por mais que Erica não queira enxergar, Kai continua apaixonado por ela e Adam percebe isso. E por mais que eu compreenda o lado dele, Adam, proibir a namorada de ver o amigo é uma decisão que sempre acaba dando errado. Duvido que a Erica obedeça. E talvez isso possa afastá-los ainda mais.
The Walking Dead – Bloodletting
02/11/2011, 13:34.
Eddie Tertuliano
Reviews
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Série: The Walking Dead
Episódio: Bloodletting
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×02
Datas de Exibição nos EUA: 23/10/2011
Datas de Exibição no Brasil: 25/10/2011
O segundo episódio prova aquilo que comentei na review passada: o problema da estreia foi seu tamanho. Com menos tempo, o episódio foi mais enxuto e tudo fluiu de maneira muito mais orgânica.
A tensão esteve presente desde o começo, com Rick correndo com seus filho ferido nos braço, sendo acompanhado por Shane e Otis, o homem que atirou acidentalmente em Carl. Eles chegam na fazenda de Hershel, patrão de Otis, que começa uma corrida contra o tempo para salvar o menino.

Além de apresentar muito bem esses personagens, que também possuem seus dramas (Hershel perdeu esposa e enteado na praga zumbi), ficamos o tempo inteiro atentos à tudo que acontece. Otis, um bom homem, sofre pelo ato acidental que acabou de cometer, Rick sente-se culpado pelo que aconteceu ao filho e Shane, talvez enfrentando um conflito interno gigante por causa de sua relação com Lori, faz o possível para consolar o amigo.
Falando em Lori, a jovem Maggie, filha de Hershel, vai à cavalo buscá-la para que ela fique junto da família. Essa cena também é muito boa, já que Maggie, de quebra, ainda salva Andrea de um zumbi.

Aliás, esse é o núcleo ainda um tanto problemático da série. O personagem T-Dog, desde quando conseguir a façanha de derrubar uma chave de algemas dentro de um cano não me desce muito e parece não melhorar. Um amigo meu acha que ele está se tornando um zumbi e, embora eu não acredite nisso, nada me faria mais feliz.
Já o desaparecimento de Sophia, sinceramente, espero que tenha uma explicação melhor do que apenas a estupidez da menina, pois vai parecer que foi só desculpa para enfiar todo mundo no mato e fazer Carl levar um tiro. Aqui cabe uma pequena explicação, o tiro de Carl é o que aproxima Rick e sua trupe da fazenda de Hershel nas HQs, mas é ligeiramente diferente, uma vez que as duas versões do menino não se parecem em quase nada.
Bem, fora isso, só pontos positivos no episódio. O sofrimento de Carl ao ter um dos estilhaços retirado, a impotência de Rick e seu sacrifício ao doar sangue, a conversa dele sobre fé com Hershel e Otis e Shane arriscando-se para conseguir os equipamentos médicos necessários para salvar Carl. Cenas dramáticas de muita qualidade, com um destaque ao Otis, muito bom ele tentando se redimir.
Sobre a cena final, tensão ainda maior do que a apresentada no episódio anterior, pois a dupla precisa passar por uma multidão de zumbis. Eles até conseguem o equipamento, mas acabam cercados e presos, enquanto a situação de Carl piora.

Sensacional, um cliffhanger para deixar qualquer um na ponta do sofá, já que conseguiram deixar uma situação já complicada em uma sem nenhuma solução aparente. Espero muito ser surpreendido no próximo.
Acho que The Walking Dead encontrou de novo seu ritmo.
The Vampire Diaries – Ghost World
02/11/2011, 09:54.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: The Vampire Diaries
Episódios: Ghost World
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×07
Datas de Exibição nos EUA: 27/10/2011
Apesar de The Vampire Diaries ser uma série sobre vampiros, parece que neste episódio os criadores se esqueceram totalmente disso. Ghost World (como o próprio nome já diz) foi um episódio dedicado aos mais novos seres sobrenaturais presentes na série: os fantasmas. Pois é, esqueceram de Klaus, Mikael, Katherine, Rebekah e de todos os vampiros que andam aprontando nessa temporada, até do meio-vampiro Tyler. Ao invés disso, várias figuras sobrenaturais voltaram dos mortos como assombrações 2.0, com direito a tocar nas pessoas e a fazerem estragos em tudo o que podem. Clique aqui para continuar a leitura »
The Secret Circle – Masked
01/11/2011, 13:16.
Ariel Cristina Borges
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Série: The Secret Circle
Episódio: Masked
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 1×07
Data de Exibição nos EUA: 27/10/2011
Uma série de bruxas não podia deixar passar o Halloween em branco, não? Pois bem, Masked foi o episódio especial de Halloween de The Secret Circle, e, depois de Slither, quando Nick morreu, foi o episódio que mais me surpreendeu. Mas eu já chego nesse pedaço.
Acontece que, finalmente, alguém lembrou do Henry – o avô da Faye assassinado por Dawn em Bound. Jane ficou muito tempo sem receber notícias do amigo/bruxo/ancião e resolveu ir até a casa dele e deixar Cassie sozinha em casa a noite inteira. Claro, ela só ia fazer uma reuniãozinha com as meninas para ver filmes e celebrar o Halloween. Mas como em toda história da TV, uma reuniãozinha sempre se transforma numa festa com uma quantidades de convidados que foge do controle do dono da casa. Ainda mais quando se tem Faye Chamberlain ajudando na organização.
Preciso dizer: nunca fui com a cara do Luke. Nunca mesmo. Ele sempre me pareceu suspeito, e quando ele apareceu do nada na loja de artefatos antigos coincidentemente na mesma hora que Cassie e Faye eu fiquei com a pulga atrás da orelha. Não deu outra. Ele não era mesmo flor que se cheire.
Cassie encontrou um pedaço da faca que Simone usou para tentar matá-la enquanto organizava a festa com Faye, Diana e Melissa, e lembrou da faca que viu na loja de artefatos. Quando ia voltar na loja para perguntar ao dono sobre a faca, encontrou com Jake no meio do caminho, e, claro, mostrou a faca a ele. Não percebeu que ele, estrategicamente, colocou a mão sobre o capô de seu carro e fez ele demorar a pegar para ganhar tempo e sair na frente dela. Cassie, minha filha, se eu fosse você andaria de bicicleta e nunca mais entraria num carro na vida. Acontece que Jake chegou na loja antes de Cassie e ameaçou a vida do dono, Calvin Wilson – que também é bruxo – caso ele contasse algo sobre as marcas na faca para Cassie. Quando percebeu que não conseguiria muito dele, Cassie tirou uma foto da lâmina inteira que tinha visto na loja mais cedo e levou para Adam procurar o significado deles. Eles descobrem que o símbolo que faltava na lâmina de Simone era um símbolo da sociedade de caçadores de bruxos.
No QG dos caçadores, Jake começa a preparar os potinhos que vão ser queimados para matar os cinco integrantes restantes do círculo. Eles vão aproveitar a noite da festa em que todos vão estar juntos no mesmo lugar para pegá-los. Meu primeiro momento de revolta foi aí: O Luke é, afinal, um caçador de bruxas, e vai ajudar Jake e um outro coadjuvante a sequestrar os integrantes do círculo.
Claro que Cassie tinha que contar a descoberta sobre os caçadores de bruxas para Jake. Sempre tentando se opor a ela, Jake diz que não tem como eles terem total certeza sobre a sociedade de caçadores de bruxos com apenas os três símbolos da faca. Gotcha! Cassie não tinha falado a ele que conseguiu a foto da faca com os três símbolos. Apenas que tinha encontrado a faca quebrada. Ela finalmente começou a desconfiar dele.
Já na festa, Cassie pede para Faye “distrair” Jake quando ele chegasse para que ela pudesse ir até a casa dele procurar algo que confirmasse suas recentes suspeitas. Claro que Faye já pensava nesse tipo de distração antes mesmo de Cassie pedir. Quando Jake chega, Faye, achando que está no controle da situação o leva para o quarto de Cassie, quando aquilo era tudo o que ele queria – ele precisa de um objeto pessoal de cada bruxo para conseguir fazer o feitiço e matá-los. Enquanto isso, Cassie entra na casa dos Armstrong e , no antigo quarto de Nick, mexe nas coisas de Jake até encontrar uma faca com o símbolo dos caçadores de bruxos. Jake chega, Cassie o confronta e ele mostra as outras armas que tem guardadas. Quando eu achei que ele ia ser realmente desmascarado pela Cassie, ele diz que encontrou aquilo nas coisas de Nick, e que ele era muito curioso, por isso tinha todas aquelas armas guardadas. E o pior? Ela acredita.
Para deixar as coisas mais animadas, descobrimos que Amelia Blake não era assim, tão certinha. O pai de Cassie não é quem todos acham que são. Calvin e Ethan conversam e Calvin diz que ela precisa saber quem era seu verdadeiro pai – John Blackwell – para que pudesse se proteger dela mesma.
Um a um, todos os integrantes do círculo são pegos. Enquanto isso, Calvin vai até a casa de Cassie e deixa um pacote na caixa de correio. Quando sai, liga para ela e diz o que fez, mas, infelizmente, encontra com Jake no meio do caminho e, como já havia sido ameaçado, acaba morrendo do mesmo jeito que Jake pretende fazer com os outros bruxos, queimando de dentro para fora. Mas antes de morrer, ele diz a Jake o motivo de ter arriscado para falar com Cassie. Ela tem magia negra dentro dela, provavelmente vinda de seu pai. Sim, queridos leitores, Cassie não é assim tão boazinha quanto nós achávamos.
Por causa disso, ela não pode morrer do mesmo jeito que os outros. Jake tenta correr para avisar isso a seu “chefe” mas quando ele chega, o ritual para matar os cinco bruxos já havia começado. Cassie, Diana, Adam, Faye e Melissa estão sentados em círculo, impossibilitados de usar seus poderes e com as mãos amarradas. É Luke quem vai queimar os potes enfeitiçados, um correspondente a cada bruxo. Ele escolhe o de Diana para começar e os outros quatro se desesperam. Adam faz de tudo para se libertar das cordas em meio às lágrimas – e não, o Thomas Dekker não usa rímel ou cílios postiços – e tentar salvar Diana, enquanto Cassie percebe que algo diferente acontece com ela. Quando Luke acende o fósforo para queimar o pote de Diana, Cassie grita “Não!” e o pote se quebra nas mãos de Luke. Para evitar mais problemas, ele escolhe o pote de Cassie como próximo, e dessa vez, o grito e efeito são diferentes. Ela simplesmente faz o fogo do fósforo que ia matá-la queimar Luke dos pés à cabeça. Mande lembranças à Nick, Luke.
Eles conseguem fugir e, do lado de fora, Jake faz um corte no braço e finge ter sido atacado como eles, mas diz que lutou e conseguiu se livrar dos “sequestradores”. E o mais interessante é que todos acreditam, até Adam. Começo a ter uma relação de ódio com Jake.
Para fechar o episódio, uma cena mais light entre Adam e Diana, onde ele pede pela volta do namoro, mas ela ainda acredita no que Ethan contou sobre o destino de Adam e Cassie. Jake aparece enquanto Cassie está arrumando a casa depois da festa e, finalmente, ela toma uma atitude sensata em relação a ele. Ela pergunta porquê ele não foi pego como ela e os outros e ele responde com outra pergunta: “Você não confia em mim, não é?”. Ela diz que, “Na verdade, não”. Finalmente alguém, além do Adam começou a enxergar Jake com outros olhos. Vamos ver no que isso vai dar.
E, alguém lembrou da Jane? Pois é, ela chegou na casa de lago do Henry e encontrou o corpo do amigo no chão. Quando ela pega o cristal para tentar fazê-lo voltar – ainda me perguntou porque ela não fez isso com Nick -, alguém – Charles, na minha opinião – surge literalmente das sombras, bate na cabeça dela e ela desmaia.
PS 1: Adorei as fantasias de Halloween usadas nesse episódio. Cassie de abelha assassina, Faye de Chapeuzinho Vermelho – seria Jake o caçador? -, Melissa numa versão mais sexy do uniforme de Hogwarts, dos filmes de Harry Potter – bem criativo se fantasiar de bruxa, não? -, Adam de caveira, ou o que quer que seja aquela fantasia e Diana de vampira.
PS 2: Acho que Melissa realmente precisa de um feitiço de proteção, ou algo do tipo. Depois de tudo o que aconteceu com a coitada da menina ela ainda foi sequestrada e quase morta. Se eu fosse ela, realmente, nunca mais sairia de casa.
PS 3: Se algum de vocês assiste Glee, por favor, me digam que eu não fui a única a achar o ator que interpretava o Luke a cara do Jonathan Groff, que faz o Jesse St. James.
Chuck – Chuck Versus the Zoom
01/11/2011, 08:38.
Tati Leite
Reviews
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Série: Chuck
Episódio: Chuck Versus the Zoom
Temporada: 5ª
Número do Episódio: 5×01
Data de Exibição nos EUA: 28/10/2011
Chuck:
Pense em beisebol.
Morgan:
Por que beisebol? É tão chato.
Eu não sei se todo o diálogo sobre beisebol foi de propósito, não sei exatamente em que momento os criadores de Chuck já sabiam que o primeiro episódio da temporada iria ao ar justamente no dia na final do “mundial” de beisebol. O fato é que caiu como uma luva. Clique aqui para continuar a leitura »
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