Modern Family – Go Bullfrogs!

Data/Hora 21/10/2011, 22:14. Autor
Categorias Reviews


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Série: Modern Family
Episódio: Go Bullfrogs!
Temporada: 3
Número do Episódio: 3×06
Data de Exibição nos EUA: 19/10/2011

Claire [para Mitchell e Cam]:

Quando vocês se tornaram essas velhas?

Crescer traz responsabilidades e responsabilidade muitas vezes te impede de agir por impulso. Quando se tem filhos e sua função passa a ser cuidar deles e da sua família tudo aumenta. E pode ser um fardo em alguns momentos. Mesmo aqueles que optam por isso devem ter seus momentos de querer “chutar o balde” nem que seja por um dia.

Claire é (ou tenta ser) uma pessoa tão responsável que chega a ser chata e extremamente controladora. Isso em parte acontece justamente, conforme a série já deixou claro várias vezes, porque ela sabe o que é agir por impulso e o que isso pode acarretar. Tanto que o maior medo dela é que os filhos repitam os seus “erros”. No episódio dessa semana tivemos uma folga da Claire “chata” e Julie Bowen pode se soltar um pouco mais na atuação. De quebra ainda teve como parceiro de cena o belo Gilles Marini.

Aproveitando a oportunidade de estar sozinha em casa depois de muito tempo Claire resolve que irá se divertir. Para isso conta com Mitchell e Cam. Acontece que o irmão e o cunhado já não são mais os “baladeiros” que ela está acostumada e escolhem um programa bem calmo. No decorrer do episódio os três vão parar numa vernissage mas o casal resolve que não estão dispostos a continuar a noitada. Claire resolve seguir com um amigo deles que ela acreditava piamente ser gay.Foi muito engraçado ela vestida com uma roupa que fez da Gloria uma pessoa discreta descobrindo que seu “novo amigo” gay na verdade era hetero, e acreditava que ela estava flertando com ele o tempo todo. Isso tudo na frente das mães dos amigos do Luke. Para completar ela ainda estava bêbada.

Phil:

Olha… durante toda a sua vida meu trabalho foi protegê-la… um trabalho que eu posso dizer que gostei. Hoje eu me sinto como se estivesse sendo forçado a me aposentar antes do tempo. Eu só preciso encontrar uma maneira de ter certeza que você está bem… pelo tempo que ainda tenho.

Haley:

Isso é bem você… me irrita para logo depois ser adorável.

 

Phil leva a filha mais velha para conhecer a universidade em que estudou na esperança que essa seja a escolha da menina. A sequência inicial com Haley mostrando todo seu tédio enquanto o pai está todo empolgado cuminando com Phil tentando acompanhar a coreografia dos cheerleaders foi hilária.

Tudo parece ir bem com Phil sendo o pai “liberal” de sempre. Ele permite Haley ir a uma festa sozinha mas depois aparece na Fraternidade e dá um escândalo na tentativa de proteger a filha que dessa vez não estava fazendo nada de errado. Os dois tem uma briga mas fazem as pazes em seguida quando Phil demonstra que sua reação é por não estar preparado para ver a filha partir.

Gloria:

Ele nunca terá uma “Playboy”! Ele é um garotinho!

Falando nessa dificuldade de ver os filhos crescerem, Gloria está em pânico porque Manny está escondendo algo dela e eles nunca tiveram segredos. Jay tenta acalmá-la enquanto assistem a novela colombiana predileta dela. Eu sempre me divirto quando um personagem reclama das novelas para em seguida ficar mais empolgado que o personagem que seria o fã do melodrama.

Voltando a Manny, o menino estava escondendo um equipamento que comprou na internet na tentativa de ficar mais alto. Não era nada “sexual” para o total alívio de Gloria. Acredito que será acrescentado a trama o fato que Rico Rodriguez é o que menos cresceu no elenco “mirim”.

Isso é muito comum em séries com crianças. Nunca temos como saber quem é que vai aparecer no ano seguinte mais “desenvolvido”.  A atriz Alyssa Milano já citou em entrevista o “choque” ao receber o roteiro em que sua personagem em Who’s the Boss? ganharia seu primeiro sutiã porque ela mesma não tinha se dado conta que precisava de um.

Eu gostei demais desse episódio. Vai ser daqueles que vou rever por várias vezes e se Julie Bowen eu fosse já marcava como uma possívele escolha para ser enviado ao Emmy numa possível indicação.

Castle – Eye of the Beholder

Data/Hora 21/10/2011, 13:40. Autor
Categorias Reviews


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Série: Castle
Episódio: Eye of the Beholder
Temporada:
Número do Episódio: 4×05
Data de Exibição nos EUA: 17/10/2011

Adorei Eye of the Beholder. Passei 40 e poucos minutos muito agradáveis assistindo ao episódio. Me diverti, me “revoltei”, tentei acompanhar o caso e me surpreendi com a conclusão dele. Enfim, acho que “aquilo que estava faltando” em Castle esteve presente em Eye of the Beholder. Então, sem reclamações nessa semana. Elogios abaixo! Clique aqui para continuar a leitura »

Pretty Little Liars – The First Secret – Especial Halloween

Data/Hora 21/10/2011, 11:13. Autor
Categorias Reviews


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Série: Pretty Little Liars
Episódio: The First Secret
Temporada: 2
Número do Episódio: 2×13
Data de Exibição nos EUA: 19/10/2011

Entramos em hiato no dia 30 de agosto com uma summer finale (leia a review clicando aqui) que mais prometeu do que fez, essa segunda temporada na verdade tem sido decepcionante. O roteiro não consegue manter o suspense sobre a identidade de -A e insiste em nos fazer de bobos – como este especial de Halloween.

Toda série no meio da temporada tem um episódio pra enrolar a trama, só que em Pretty Little Liars  isso é quase regra. Voltamos à 2008, antes do desaparecimento de Alison para ver as meninas pedindo doces ou travessuras. E pra não dizer que o roteiro foi preguiçoso, faço questão de resaltar sua tentativa de ligar alguns pontos mostrando Aria descobrindo a traição de seu pai; Spencer vencendo uma eleição pra presidente estudantil com a ajuda de Alison, os problemas na casa de Hanna e Emily no início do namoro com Ben.

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The Walking Dead – What Lies Ahead

Data/Hora 21/10/2011, 08:46. Autor
Categorias Reviews


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The Walking Dead - What Lies Ahead
Série: The Walking Dead
Episódio: What Lies Ahead
Temporada:
Número do Episódio: 02 x 01
Datas de Exibição nos EUA: 16/10/2011

A nova temporada de The Walking Dead finalmente estreou. E voltou dividindo opiniões. Além de toda a polêmica nos bastidores, era hora de conferir se a empolgação, ao contrário dos zumbis, ainda estava viva.

Devo dizer que fui assistir extremamente empolgado, pois gosto muito da temática, achei a temporada passada muito boa (apesar do final um tanto morno) e, enquanto esperava, devorei as HQs de onde a série foi baseada. No entanto, devo confessar que fiquei um tanto decepcionado. Clique aqui para continuar a leitura »

Two and a Half Men – A Giant Cat Holding a Churro

Data/Hora 20/10/2011, 14:07. Autor
Categorias Reviews, Spoilers


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Série: Two And A Half Men
Episódio: A Giant Cat Holding a Churro
Temporada:
Número do Episódio: 9×05
Data de Exibição nos EUA: 17/10/2011

Mais uma vez tivemos um episódio em que Alan é o centro da história. E, claro, John Cryer já se tornou um especialista em “segurar as pontas” de Two and a Half Men sozinho e fazer um episódio engraçado.

Depois de ser dispensado por Lyndsey, Alan vai assistir TV com Walden e os dois acabam encontrando na programação pornô um filme em que Lyndsey participava. Cinnamon’s Buns é um filme do século XVI em que uma moça se apaixona por um padeiro casca grossa. Clássico. Ri muito dos trocadilhos tipo Mister Master Baker.

Alan fica muito chateado por Lyndsey nunca ter contado sobre sua carreira na indústria cinematográfica, mas não tem coragem de conversar com ela. Só de olhar para a cara da Lyndsey era de se esperar que o passado dela tivesse coisas do tipo! A cena de Berta fingindo se importar com os sentimentos de Alan foi a melhor!

Alan resolve conversar com Lyndsey e contar que ele sabe sobre o filme. Ela disse que era muito jovem, precisava de dinheiro na época e que tinham prometido que ela apareceria em Melrose Place! (para quem não lembra, Courtney Thorne-Smith fez parte do elenco de Melrose Place de 1992 a 1997 no papel de Allison Parker) Ela só pode dormir no formol, faz mais de vinte anos que ela tem a mesma cara!

Já que Alan estava cobrando honestidade de Lyndsey, ela pede para que ele conte alguns segredos pra ela e como Alan é idiota, conta mais do que devia. Ele diz pra ela até sobre a sua suspeita de que o filho de Judith e Herb pode ser seu (e falando nisso, onde está esse bebê? Nunca mais ninguém falou sobre ele na série, é como se não tivesse existido!).

Cena sem noção do espisódio: Berta e Walden comendo brownies especiais! Pois é, novamente me lembrou de That’s 70 Show daquele episódio em que Hyde coloca drogas nos brownies da Kitty e todo mundo fica doidão. E só pra constar: sou super a favor do Talk Show da Berta! Ela sempre me faz rir:

Zippy, o único momento em que você deve ser honesto é quando os paramédicos te perguntam “o que você tomou”?

Com esse episódio podemos perceber que Alan gosta da Lyndsey de verdade. Principalmente quando ele liga pra ela e diz que só contou todas aquelas coisas porque confia e se importa com ela. Isso é muito triste, já que visivelmente podemos perceber que Lyndsey não gosta de Alan de verdade, ela só está com ele por falta de opção.

Também podemos ver nesse episódio que Walden se preocupa com Alan. Mesmo chapado, ele fez uma festa com time de vôlei para animar Alan e ainda mentiu para Lyndsey para acobertá-lo. E por falar em Walden, parece que ele pode se divertir sem Birdget! Como saiu nessa semana, Judy Greer vai entrar para o elenco de outra série e provavelmente deixará Two and a Half Men. A participação dela já anda meio sem importância, então, provavelmente sumirão com Bridget de vez da série.

Dexter – Once Upon a Time… e Smokey and the Bandit

Data/Hora 19/10/2011, 21:57. Autor
Categorias Reviews


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Dexter - Once Upon a Time...
Série: Dexter
Episódios: Once Upon a Time e Smokey and the Bandit
Temporada:
Número do Episódio: 6×02 e 6×03
Datas de Exibição nos EUA: 8 e 15/10/2011

A sexta temporada da série continua muito bem e com certeza espantou qualquer dúvida sobre sua qualidade. Depois da premiere tivemos outros dois excelentes episódios!

Em Once Upon a Time… fomos introduzidos a um novo personagem, Irmão Sam, vivido pelo rapper/ator Mos Def, que chegou mostrando talento. Na trama, ele é chamado para depor sobre o assassinato ocorrido no primeiro episódio (sim, me refiro ao vendedor com as viboras na barriga) e descobrimos que Sam já fez parte da ‘lista’ de Dexter e só não terminou em sua mesa porque acabou indo para trás das grades. Agora, de volta as ruas, ele conduz uma oficina mecânica, onde emprega ex-presidiários que buscam uma segunda chance. E eu nem preciso dizer que Dexter também viu nisso uma segunda chance, huh? Aliás, essa é justamente o cerne do episódio: uma pessoa pode deixar seu Passageiro Sombrio para trás e mudar de vida?

Enquanto isso, Quinn finalmente consegue pedir Debra em casamento. O pedido, evidentemente, não foi aceito. Alguém imagina Debra Morgan casada? Certo, alguém pode dizer que também não a imaginavam como tenente e ela foi justamente a escolhida por Matthews para ocupar a cadeira deixada por LaGuerta. Aqui, outro aspecto dramático que pode render bons frutos: a escolha de Matthews foi motivada pela percussão do vídeo de Debra salvando o dia ou trata-se de uma retaliação, uma forma de atingir LaGuerta através de Angel Batista (hierarquicamente falando, o mais indicado para o cargo)?

Dexter - Once Upon a Time...

Nesse episódio também tivemos um pouco mais de Colin Hanks, que finalmente pode mostrar um pouco mais de seu personagem. Também fomos introduzidos a sua irmã e aqui me surgiu uma indagação: a irmã de Travis está para Debra assim como o Professor Gellar está para Harry? Vamos ver o que a produção nos reserva.

Já em Smokey and the Bandit as coisas começam a tomar formas mais claras. Desta vez, Dexter é levado a uma cena de crime que o remete a um antigo ‘ídolo’, um serial killer dos anos 80, Fada dos Dentes (interpretado por Ronny Cox, outro ator oriundo de Robocop), que nunca foi pego. A investigação o leva a Walter Kenney, um senhor de 80 anos que leva uma vida frustrante em um lar para idosos. Posteriormente descobrimos que os instintos do nosso querido Dexter estavam certos e que realmente ele estava diante de um lendário assassino.

Embora em um primeiro momento eu tenha achado que o episódio fez uma referência desnecessária a Trinity (um assassino dos anos 80 que nunca foi pego? Aham…), a ideia serviu muito bem no propósito de projetar um futuro para nosso protagonista, que se questionou se um dia terminaria como Kenny, sozinho, admirando seus ‘troféus’. Esse é o legado que ele deixaria para o filho?

E por falar em referência, quem diria que a estagiária de Masuka era aficionada pelo Assassino do Caminhão de Gelo? Ao que parece teremos mais algumas citações a temporadas passadas no decorrer deste ano… Vamos ver de que forma as coisas serão conduzidas.

Dexter - Smokey and the Bandit

Conhecemos também um outro novo personagem: Mike Cutler (Billy Brown). Ao que me parece ele integrará a Miami Metro no lugar de Debra e, pelo temperamento forte, apostaria em um envolvimento romântico entre eles. Seria interessante pela dinâmica inicial que muito me agradou, mas frustrante pela previsibilidade. Vejamos.

Para fechar, vale destacar a direção de Smokey…. A trilha sonora estava muito bem encaixada e as cenas de Travis estavam especialmente bem montadas, passando a tensão necessária para o deslinde do episódio. Embora as cenas com o assassino da vez não fossem diretamente ligadas a trama, esse subplot está sendo muito bem desenvolvido, mal posso esperar para ver de que forma as histórias irão se juntar.

Ah, e se você não viu os episódios, não, Dexter não deu cabo no irmão Sam. Mos Def voltou para o terceiro episódio e está tentando convencer Dexter a conhecer uma igreja. Quem diria? Pois é, que sacrifício os pais não fazem pelos filhos, não é mesmo?!

Dexter - Smokey and the Bandit

Em suma a temporada segue bem. Esses dois episódios tiveram propósitos bem distintos e, ao contrário do que senti na última temporada, eles estão servindo muito bem no sentido de modular o personagem principal, o que considero ser fundamental em uma série dramática. As indagações de Dexter acerca do futuro e a motivação em buscar o melhor para o filho podem fazer com que essa temporada seja um divisor de águas para a série. Sim, eu posso estar sendo um tanto quanto exagerado, mas a história e o roteiro desses primeiros três episódios se mostram mais profundas e instrospectivas do que a quinta temporada inteira.

Até a próxima semana!

P.S.: Seria o ‘Fada dos Dentes’ uma terceira referência neste episódio? Lembrando que o ‘Fada’ é também um serial killer dos livros de Thomas Harris, saindo diretamente da série de crônicas de Hannibal Lecter.

The Vampire Diaries – The Reckoning

Data/Hora 18/10/2011, 23:50. Autor
Categorias Reviews


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Série: The Vampire Diaries
Episódios: The Reckoning
Temporada: 
Número do Episódio: 3×05
Datas de Exibição nos EUA: 13/10/2011

Como em toda série, uma hora as marmeladas começam a surgir, e neste episódio eu quase fiquei diabética à beira de um coma por aturar tanta marmelada e melação. Isso é até bom para os que são fãs de romance (principalmente os do Team Delena), mas até no núcleo dos vilões, começaram a surgir umas coisas que, assim que aparecem, o primeiro pensamento que vem na cabeça é: “WTF?!”.

Como vimos no episódio passado, para a felicidade geral do Team Stefan, o vampirinho está de volta a Mystic Falls, e junto com ele veio toda a comitiva Klaus & Cia., com direito à irmã ressuscitada e um caminhão de mudanças macabro, com os caixões da parentada toda. Então mal a família dos Originais chegou (com Stefan como cãozinho), Klaus e Rebekah já trataram de destruir uma possível festa que haveria no colégio da cidade.

Sem enrolação alguma, foi a comitiva do mal para a escola, e Klaus já tratou de armar um plano bem diabólico para todo mundo ajudá-lo, e esse plano envolve a vida da Elena, é claro, mas com uma pequena participação do Tyler, já que o Klaus mordeu o lobinho. Ou seja, se ninguém achasse uma maneira melhor de criar híbridos para que Tyler não morresse, a Elena morreria e pelas mãos do Stefan, que agora está mais malvadinho graças à hipnose do Klaus.

E se é pra salvar a vida da Elena (mais uma vez), todo o povo sobrenatural do seriado sai correndo atrás de alguma solução maluca de última hora. Mas aí vocês me perguntam: “E o Damon? Cadê ele para salvar a donzela em perigo dele?”. Pois é, meu povo, isso foi até o que a Elena se perguntou, e aqui vai a resposta: Ele está fugindo com a Katherine e proporcionando um momento de felicidade àqueles que torcem para que os dois caiam na real que se merecem e fiquem juntos logo (nem preciso comentar daquele beijo no carro, certo?). E a Katherine que não é nem um pouco lerda, seqüestrou o Jeremy para descobrir onde diacho foi escondido o corpo do único caçador/vampiro que pode matar o Klaus. E não é que ela consegue? Mais um ponto para a VampBitch!

Mas voltando à escola… Já que Jeremy foi sequestrado e Bonnie é persona non grata para todas as outras bruxas mortas existentes, o desespero toma conta geral da nação. Mas então, Matt (pois é, lembram dele) percebe que não está tendo mais utilidade nenhuma na série e resolve tentar virar um serzinho sobrenatural também. É óbvio que ele não consegue se transformar em nada, mas pelo menos tem uma experiência de quase morte e consegue dar um recado de Vicky para Bonnie, enquanto Stefan está tentanto resistir à hipnose de Klaus para que Elena escape mais uma vez… E ele consegue resistir, mesmo sendo a maior marmelada do episódio, mas consegue. Claro que essa resistência deixa Klaus possesso e ele faz uma hipnose 2.0 no Stefânio, pra deixar o vampirinho mais malvado dessa vez.

Enfim… Elena está a salvo, e a farrinha de Katherine e Damon (com Jeremy no porta-malas) teria continuado se não fosse a Bonnie estraga-prazeres mandar uma mensagem avisando o Damon. É claro que ele esquece rapidinho a mágoa que ficou da Elena e se manda dali, deixando que Kath e Jeremy encontrem sozinhos o túmulo do Mikael (o tal caçador/vampiro).

Se quisessem ter matado a Elena, Damon não teria nem conseguido salvá-la, o fato é esse. Pois quando ele chegou, Klaus já havia descoberto que não é a morte da Elena que transforma híbridos, e sim o sangue dela. Ou seja, Tyler virou um híbrido e Elena se tornou a nova fornecedora de sangue do Klaus. Pelo menos matá-la, ninguém vai… Mas Damon ignora isso e rouba do hospital para levá-la até a casa dos Salvatore, onde os dois fazem as pazes de novo. Só que não se animem, Team Delena, pois Stefan voltou para casa também, e agora está com uma maldade 2.0. Stefan só voltou porque Klaus quer que alguém vigie a moça, ou seja, Stefânio está nem aí para a Elena e só a vê como uma bolsa de sangue gigante que pode sair correndo a qualquer momento. Alguma dúvida de que logo essa maldade fajuta do Stefan vai acabar? Pelo menos agora ele está com uma cara decente de mau.

Enfim, para encerrar o episódio com chave de ouro, Jeremy e VampBith acham o túmulo do tal de Mikael, “escondido” bem embaixo das fuças de todo mundo num cemitério comum. Sem nem pensar no fato de ele caçar vampiros (e não somente o Klaus), Kath acorda logo o sujeito. E algo me diz que isso não foi boa idéia…

P. S. [1]: Alguém mais acha que essa parceria de Stefan & Klaus está quase virando uma história de amor? Reparem em como Klaus fica possesso e com ciúmes toda vez que é “traído” por Stefan, além da clara obsessão que ele tem pelo Stefânio.

P. S. [2]: Vamos ver agora o que esse Mikael vai aprontar, né. Quais os palpites de vocês? Sinceramente, o meu palpite é que depois de ele matar o Klaus (SE ele conseguir), ele vai sair querendo matar todos os vampiros existentes e vai se tornar a nova dor de cabeça do pessoal. Mas desde que o Damon e minha VampBitch estejam a salvo, Mikael que faça a festa.

The Secret Circle – Slither

Data/Hora 18/10/2011, 13:10. Autor
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Série: The Secret Circle
Episódio: Slither
Temporada:
Número do Episódio: 01×05
Data de Exibição nos EUA: 13/10/2011

Kevin Williamson começou a colocar as asinhas de fora com esse episódio. Com direito a resposta de uma das interrogações que estão na nossa cabeça desde o episódio piloto, a primeira morte realmente sentida pelos fãs da série e um adulto descobrindo sobre o círculo de adolescentes, Slither foi, com certeza, o episódio mais dramático de The Secret Circle até agora.

Para não perder o costume, o episódio começou com Melissa e Nick acordando. Só que, dessa vez – e nos 40 minutos que se seguiram -, as coisas não foram tão boas para Mr. Armstrong. Possuída pelo demônio-cobra que estava em Heather, Melissa simplesmente joga Nick longe quando ele vai tentar acordá-la. Em seus momentos de lucidez, ela diz que está com dor de cabeça.

Na casa de Cassie, Jane a cerca sobre o acidente com Heather na noite anterior. Cassie diz que estava voltando para casa e presenciou o acidente. Quando disse que estava com Diana e Faye, sua avó falou que era natural elas se aproximarem, que seus pais foram muito amigos e passaram por muita coisa juntos. Só que Cassie é uma péssima mentirosa e sua avó percebe que ela está escondendo alguma coisa. Numa tentativa de ser aproximar da neta, Jane diz que vai fazer um jantar para elas ‘colocarem a conversa em dia’. Sutil, gosto dela, e passei a gostar mais ainda depois desse episódio.

Na escola, Melissa aparece andando, completamente estranha – destaque para a atuação da Jessica Parker nesse episódio inteiro – e o demônio mostra suas garrinhas novamente. Dessa vez, ela dá uma resposta não muito educada a um esbarrão com Dawn. Chegando a seu armário, ela sente uma dor imensa, a mesma que Heather sentia. Nick, que estava passando, foi socorrer a namorada e ela subitamente melhorou. Ela diz a Nick que encontrou o Livro das Sombras de sua família e precisa da ajuda de Nick para buscá-lo. “Vai ser nosso segredo”, ela fala, convencendo o pobre do Nick a ajudá-la.

Já a noite, enquanto Nick está cavando um buraco na floresta para encontrar o ‘Livro das Sombras’ de Melissa, Cassie e Jane jantam na casa das Blake. Durante a conversa, Cassie pergunta porque sua mãe saiu de Chance Harbor com ela enquanto ela ainda era um bebê. Jane diz que não sabe e que Amelia escondia muitas coisas dela por achar que ela não entenderia. E fala mais: “Se fôssemos mais próximas, se ela viesse até mim, eu teria ajudado. (…) Por favor, não cometa o mesmo erro, Cassie”.

Na casa dos Meade, aproveitando que Charles está com Dawn tentando, sem sucesso, fazer um ritual para encontrar os outros cinco cristais que podem devolver seus poderes, Diana e Adam têm um jantar romântico. Ignorando o fato de que Diana não sabe cozinhar nada, eles falam que sentem saudades de quando eles eram os únicos bruxos que eles conheciam, de quando eram normais – se é que um bruxo consegue ser normal. Acontece que a ‘sobremesa’ do casal, um tubo de chantilly, sem tigela e sem colheres na mão de dois adolescentes sozinhos em casa, foi interrompida no quarto da moça, com ela de lingerie e ele sem camisa. Adivinha por quem? Cassie mandando mensagens para os telefones dos dois. Coitado do Adam, quando finalmente as más línguas iam parar de falar que ele dá pinta…

Acontece que eles precisavam do Círculo reunido na casa abandonada. Melissa conseguiu achar o que queria, e para surpresa de Nick, não foi um segredo entre o casal. Ela chamou Faye e Cassie, mas não conseguiu falar com Adam e Diana, afinal, eles tinham coisa melhor a fazer, porque precisava do círculo completo para fazer um feitiço para abrir o cadeado da mala encontrada por Nick – o que fez Cassie atrapalhar o momento do casal. Acontece que Nick, Faye e Cassie, veem a mala se mexer, e quando Melissa vai dizer que ‘malas não se mexem’, a cobra passa por sua testa sem que ela perceba. Cassie reconheceu o animal que estava em Heather e explicou aos outros dois. Quando Adam e Diana chegam, só tem tempo de ver Nick dando uma paulada na cabeça de Melissa e ouvir-lo dizer: “Não é o que vocês estão pensando”.

Quando acorda da pancada que levou na cabeça, Melissa está deitada e amarrada num sofá da casa abandonada – o que muita gente não percebeu foi o olhar de Nick para ela, achei fofo. O demônio tenta fazer Nick acreditar que ela está bem e pede para desamarrá-la, mas ele percebe que não é Melissa quem está ali e sai, desapontado. Ela começa a se debater e os outros cinco não sabem o que fazer. É aí que Cassie decide buscar a ajuda de sua avó e conta a ela que sabe o que é e o que sua mãe foi.

Melissa consegue se soltar e ameaça Nick com uma tesoura. Faye tenta fazer um feitiço com ajuda de Diana e Adam para fazer a tesoura queimar na mão de Melissa. O feitiço não funciona e Melissa os obriga a fazer o que ela diz, ou Nick morre. Eles repetem o feitiço dito por Melissa para fazer a mala cheia de demônios se abrir e quando as cobras de dentro da mala quase conseguem sair, Cassie chega com Jane, que consegue colocar ordem no lugar. Ela consegue fechar a mala e usa um dos cristais procurados por Dawn e Charles para enfraquecer o demônio em Melissa e fazê-la apagar. Nick se aproxima dela e tenta fazer com que Melissa acordasse e lutasse contra o demônio dentro dela, e ela acorda.

Quando estão quase fazendo o feitiço para exorcizar o demônio de Melissa, Jane percebe que ela não está mais com ele. Ela aproxima o cristal de todos os jovens bruxos e eles descobrem que o demônio passou de Melissa para Nick, provavelmente quando ele se aproximou dela e ela acordou. Antes de fugir, Nick consegue fazer com que o cadeado da mala se abra. Jane coloca um peso em cima da mala e diz que a única forma de matar demônios é queimando-os ou por meio de afogamento. Cassie e Adam levam a mala para a banheira e Jane coloca fogo nela, matando todas as cobras que estavam ali.

Nick vai para a Boathouse, e no caminho, liga para Adam e diz para ele levar a mala até lá, ou ele coloca fogo no estabelecimento com Ethan dentro. Isso faz Adam, Cassie, Jane e Diana irem ao encontro de Nick. Lá ele encontra com uma velha conhecida do demônio que o possui, Dawn, que foi para lá depois da tentativa frustrada de encontrar os outros cristais com Charles. Ali, descobrimos que o nome do demônio é Abaddon e que quem o invocou 16 anos antes, foi Dawn. Por algum motivo, ele quer o poder do círculo, e acha que o corpo de Dawn vai ser mais útil em seus objetivos. Ela diz para eles saírem dali, e, escondida, liga para Charles e deixa ele ouvir que está com Abaddon indo para o cais.

Charles, que estava perto, chega rápido. Ele dá um soco em Nick/Abaddon, e quando ele desmaia, Dawn diz que a única coisa que eles podem fazer é afoga-lo. Como Charles sempre faz tudo o que ela pede, ele vai afogar Nick, mas tem dificuldade, por causa de Abaddon. Quando consegue, eles ouvem passos e correm. Eram Cassie e Jane procurando por Nick. Encontram ele desacordado perto da água, mas, aparentemente, era tarde demais, Nick estava morto. Faye recebe a notícia por telefone e conta a Melissa. Diana e Adam consolam um ao outro na Boathouse já fechada. Jane se encarrega do consolo de Cassie em casa, e quando Cassie pergunta sobre o incêndio, ela diz que não sabe de nada porque Amelia nunca contou nada a ela.

O episódio acaba com a imagem de Cassie chorando enquanto entra em seu quarto e se depara com a janela de Nick vazia. Ao que parece, ela vai permanecer assim por um bom tempo.

Minha primeira teoria sobre o incêndio que matou os pais de Cassie, Adam, Diana, Faye, Melissa e Nick: Dawn, mexendo com magia negra, invocou Abaddon e outros demônios para tentar ter o poder de todos os bruxos do círculo, mas perdeu o controle e quando foi tentar queimar os demônios, incendiou o barco, matou vários de seus amigos e Abaddon foi parar em Heather. Minhas primeiras teorias sempre são desmentidas, então, só nos resta esperar novos fatos e tentar descobrir o que aconteceu há 16 anos e o que vai acontecer com o círculo agora, com menos um integrante.

Fringe – Subject 9

Data/Hora 17/10/2011, 10:01. Autor
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Série: Fringe
Episódio: Subject 9
Temporada:
Número do Episódio: 4×04
Data de Exibição nos EUA: 14/10/2011

É. Definitivamente, essa temporada de Fringe está dividindo opiniões. Enquanto uns estão adorando os episódios, e os colocando no “hall da fama” da série, outros não estão vendo o menor cabimento e acham que os episódios não avançaram em nada na trama. Nenhum episódio, dos já exibidos, entrou para a minha lista de favoritos. Mas também não considero nenhum deles o pior já exibido. Poderia se dizer, então, que estou em cima do muro que divide as opiniões. Sei que não é posição mais digna para ocupar, mas é onde me encontro.

E por falar em divisão de opinião, a minha própria ficou bastante dividida sobre Subject 9. Alguns dados que nos foram apresentados no ótimo Subject 13 voltaram à tona agora, no episódio que, pra mim, encerrou as explicações de “como é o mundo sem Peter” – ainda que algumas coisas permaneçam inexplicadas.

Nós ficamos sabendo que os testes com cortexiphan existiram, mas que Olivia ou não sabe dos “efeitos colaterais” que carrega ou não os possui, de fato. Assim, ela não seria capaz de atravessar, por conta própria, os universos. Mas essa sou apenas eu teorizando.

Descobrimos, também, que Walter ainda carrega a culpa de ter realizado testes em crianças, algumas das quais carregam “reações emocionais adversas”. E, pela frase do “sujeito 9”, ficou claro que Walter não aceitou bem o final dos testes. Sua reação pode ter sido, também, responsável pela internação no St. Claire.

Ainda descobrimos que Elisabeth, a esposa de Walter, suicidou-se após a morte de Peter. Ou seja, as causas podem até ter sido outras, mas o suicídio existiu, e afetou Walter.

E, finalmente, Nina Sharp apareceu. Foi uma aparição breve, mas que me fez refletir. A relação entre ela e Walter é totalmente diferente nesse contexto, e beira ao ódio. Muito diferente é a relação dela com Liv, também. Aparentemente, elas são bem próximas nessa nova realidade. Também estou indagando o que aconteceu com Bell, já que Walter menciona que “ele não está mais aqui”. Estaria ele, vivo e bem, no outro universo?

Eu adorei, como sempre, a interação entre Walter e Olivia. Apesar do discurso de Walter, sobre ela apenas ser a “chefe” dele, e deles não serem uma família, o carinho que ambos tem um pelo outro deixa evidente que há algo além do profissionalismo. A forma como Liv acalmou Walter no quarto, e o levou para tomar milk shake, deixou explícita essa ligação entre eles. E, no final das contas, Olivia “compreendeu” Walter, e resolveu por não enviá-lo de volta ao hospício.

Do que eu não gostei? De Peter ser aquela massa eletromagnética azul. Achei sem explicação e sem sentido. Talvez a explicação estivesse bem diante dos meus olhos e eu não tenha percebido, ou talvez ela nos seja apresentada em breve. Mas achei … tosco. Também não gostei muito da “reentrada” de Peter. Sei que é cheia de simbologias, afinal é o Lago Reiden. E que foi impactante. Mas esperava algo mais … grandioso. Acho que é por que sempre gostei das “reentradas” de Olivia (A New Day in the Old Town e Entrada), então achei ambas mais marcantes do que a de Peter, e temo que deveria ser o contrário. Mas estou, como todos, muito feliz com o retorno de Peter, então não ouso ser muito crítica com a forma que se deu seu retorno.

Ainda não compreendi muito bem a forma que Peter afeta o tempo. Nas aparições dele no apartamento de Olivia, o tempo parece ter voltado alguns instantes. Será que essa será a chave para o RESET (glyph code da semana)? Será que Peter, de alguma forma, dobrará o tempo, e o fará regredir, reiniciando tudo, novamente? Mais uma vez, apenas teorias.

Agora, como já é de costume, “um novo tempo” se instala em Fringe. Um tempo de novas perguntas. Novas respostas. Como se dará a dinâmica, sendo que ninguém lembra de Peter, mas ele lembra de tudo? Qual será a postura dos Observadores, já que eles falharam em deletar Peter? Enfim, muitas emoções nos aguardam. Mas precisaremos esperar duas semanas para começar a ver essas perguntas serem respondidas, já que o próximo episódio só será exibido no dia 28 de outubro. Até lá, só nos resta teorizar!

P.S.1: a melhor explicação para Lee não ter aparecido nesse episódio foi dada por uma amiga. Segundo a Jeni, nos episódios que Peter aparecer, Lee não estará presente. Vocês sabem. Uma estratégia pra poupar o coração da mulherada. (Que os garotos me desculpem. É que achei a tese boa demais pra ser desprezada).

P.S.2: vou ser repetitiva, mas ele merece. John Noble dá show, semana após semana. Mora no meu coração!

Grey’s Anatomy – Love, Loss and Legacy

Data/Hora 16/10/2011, 22:45. Autor
Categorias Reviews


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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Love, Loss and Legacy
Temporada:
Número do Episódio: 8×05
Data de Exibição nos EUA: 13/10/2011

A 8ª temporada de Grey’s Anatomy está me fazendo muito feliz. Até do episódio que menos gostei, eu gostei! Um ótimo início de temporada, que me deixa muito empolgada e me faz pensar: “a Grey’s Anatomy que eu amo está de volta”. Espero, de todo coração, que os episódios que estão por vir mantenham – ou elevem – o nível. Seria uma temporada para recordar eternamente.

Love, Loss and Legacy foi recheado de bons momentos. Graças aos deuses que governam esse mundinho dos seriados, vimos um pouco mais de Bailey no episódio. Chandra sempre segura muito bem as pontas quando recebe algum destaque. E dessa vez não foi diferente. Conforme previsto, o retorno de Ben chacoalhou as coisas entre Bailey e Eli. Achei hilário ela tentando ser clara com as palavras, quando suas atitudes falavam tudo. Creio que não demorará para termos um novo/antigo casal pelos corredores do Seattle Grace.

Além da vida “sentimental” de Bailey ter recebido destaque, ela também foi retratada sob o enfoque “profissional”. Acho bonitinha a forma como o Chief está tentando cumprir a promessa que fez à Ellis Grey. E é interessante ver a legítima preocupação de Miranda com a inclusão de Meredith em “seu” estudo clínico. Rendeu bons momentos essa interação entre Bailey e Webber. E ainda deverão haver mais momentos do tipo, já que não vejo nenhum dos dois lados dando o braço a torcer.

Gostei também da trama de Zola no episódio. Preciso confessar que derramei algumas lágrimas quando Meredith chorou compulsivamente, enquanto Derek, super romântico (cadê o abraço amigo?), dava “palmadinhas” em suas costas.

Karev, sabendo que Zola estava em perigo, abandonou suas chances de participar do transplante para socorrê-la. Depois, comunicou Meredith, contrariando ordens diretas de Robbins. Ou seja, ao contrário do que fez no final da temporada passada, ele pensou primeiro na amiga. O que demonstra um certo amadurecimento. E aproveito o momento para dizer que estou amando a interação ente Karev, Mer e Yang. Eles estão cada vez mais amigos, mais família.

O amadurecimento se instalou em Mer, também. Dessa vez, ela foi a “razão”, enquanto Derek ocupava-se com a “emoção”. Graças à suas palavras sensatas, o processo de adoção não foi ainda mais prejudicado. Por isso, me irritou demais o papo entre Derek e Owen, e sua opinião de que as respectivas esposas não os ajudam a perdoá-las. Por que se a conduta de Meredith nesse início de temporada, especialmente nos últimos três episódios, não é prova de que ela está disposta a tudo para apagar o “erro” cometido, então não sei de mais nada.

Pra mim, é hora de Derek parar de tanto drama e perdoar, de coração, a esposa. Mas entendo que Shonda, a pessoa mais apegada ao drama do planeta Terra, esteja aproximando o casal aos poucos. Minha torcida, agora, é pra que Zola volte logo para os braços dos pais, pra ouvir a musiquinha da “dona aranha” ao vivo e a cores. Acho que isso reaproximaria, definitivamente, MerDer.

E enquanto uns se reaproximam, outros vivem na corda bamba. Por que, pra mim, isso é o que define o estágio atual da relação entre Cristina e Owen. Se no início do episódio eles estavam felizes e fogosos, no final do episódio Hunt estava emocionalmente afastado de Cristina. E não o culpo. Deve ser difícil ver uma cena extra fofa entre a esposa e a bebê Zola, depois de um aborto opcional tão recente. Mas entendo a perspectiva da Cristina, também. Afinal de contas, ser mãe em tempo integral é bem diferente do que passar uma noite com uma criança.

E qual foi o ponto alto do episódio? A participação de Debbie Allen, como Catherine Avery – a espalhafatosa e sincera mãe de Jackson. Se em apenas um episódio ela causou tantas confusões e alterações de comportamento, imaginem o que seria do Seattle Grace se ela fosse adicionada ao time de atendentes? Diversão a perder de vista.

A dobradinha Mark/Jackson tem funcionado muito bem. Cada vez mais gosto dos dois trabalhando juntos. O tapinha na bunda que Mark deu em Avery, no melhor estilo “vai lá meu garoto”, foi sensacional. E o que já estava ótimo ficou maravilhoso com a adição de Catherine. Foi muito engraçada a guerra de egos e de especialidades entre a Dra. Avery e Sloan. E, apesar de toda a rixa envolvida, eles fizeram do incomum transplante de pênis um sucesso e “entraram juntos no futuro da medicina”.

To ansiosa pra ver como ficará o relacionamento de Avery e Lexie, depois da dica que Catherine deu ao filho sobre o comportamento de Mark. Se formos analisar, independentemente de torcer para a volta de Sexie, há que se admitir que Mark ama Lexie “muito mais” do que Jackson. E talvez, Avery saiba disso. Enfim, quero ver aonde essa história vai parar.

Minha única cisma com essa temporada, como vocês já devem ter percebido pelos meus comentários, é o sumiço de Lexie Grey. Gosto bastante do papel, e a Chyler Leigh sempre vai bem quando ganha algo importante para fazer. Então, tô achando completamente descabido ver April, e até mesmo Teddy, tendo mais destaque do que a Mini-Grey. Torço para que ela volte com tudo, e em breve.

Para finalizar, vendo a promo do próximo episódio (Poker face), preciso dizer que acho que todas as minhas reclamações irão para o espaço. Agora, é contar as horas pra semana que vem!

P.S.1: pra mim, o jantar da Teddy e do Henry deve ser citado apenas por proporcionar o rompimento entre Eli e Miranda e pela cena fofa entre Arizona e Callie. Sem mais.

P.S.2: imaginem o nível de frustração de Cristina com sua mão esquerda. Ainda mais depois que Derek e Mer fizeram o tal nó como se fosse brincadeira. Achei muito hilária a busca de Yang pelo desenvolvimento da mão esquerda. Coisas que só Cristina proporciona para você.

P.S.3: Catherine deveria ganhar cadeira cativa na série, por que nunca ninguém “trollou” April melhor do que ela. Ganhou meu amor eterno!

Supernatural – Defending Your Life

Data/Hora 15/10/2011, 22:52. Autor
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Série: Supernatural
Episódio: Defending Your Life
Temporada:
Número do Episódio: 7×04
Data de Exibição nos EUA: 14/10/2011

No episódio que achei que teria uma grande tensão entre Dean e Sam, tudo acabou meio que num “final feliz”. Os Winchesters voltaram a resolver casos rotineiros.

Chega de demoniozinhos medíocres ou criaturas tiradas das páginas empoeiradas da enciclopédia sobrenatural! O episódio trouxe ninguém menos que Osirís, o rei egípcio. Sinceramente achei que foi muito “fácil” acabar com ele e Osíris ficou num patamar das criaturas comuns que os Winchesters já lutaram. Já tivemos monstros menos poderosos que deram mais trabalho para os irmãos do que o deus egípcio (tem que ver isso aí, hein pessoal?!)

Segundo a mitologia, Osíris julgava as pessoas depois de sua morte física na conhecida Sala das Duas Verdades. A diferença é que em Supernatural, ele julgava as pessoas vivas e as condenava à morte. Eu não achei a atuação do Faran Tahir tão espetacular, ele tem uma cara de durão, mas não se compara com Mark Sheppard ou Mark Pellegrino, que nós já estávamos acostumados!

Dean foi escolhido por Osíris para ser o réu da vez. Isso nos fez lembrar de que Sam é quase um advogado, sério, eu nem lembrava mais disso! Sam se ofereceu para ser advogado de defesa de Dean, mas não adiantava muito já que a condenação dependeria do arrependimento do próprio Dean. Sam se saiu muito bem como advogado, mesmo alegando que estava usando uns truques que aprendeu em The Good Wife (eu ri). Osíris convoca três testemunhas para acusar Dean.

Prepare sua paciência, Jo era uma das testemunhas. Pra quem achou que não veria nunca mais aquela cara de peixe morto, teve a desagradável surpresa de reencontrar a moçoila, com uma cara pálida e protagonizando um fantasma a lá dramalhão mexicano. Gostei de quando a Jo morreu (mas não gostei da Ellen ter ido junto) porque aquele papelzinho de irmã dos Winchesters e ao mesmo tempo tendo uma paixonite pelo Dean não tinha nada a ver! (Sou a favor de personagens femininas fortes e de atitude, tipo Bela).

Osíris tinha o plano de acusar Dean pela morte de Jo, de ter privado Sam de ter uma vida normal na faculdade e de ter matado Amy pelas costas de Sam. Só que esta última testemunha foi dispensada por Dean que solicitou o veredito final. Pensei que quando Amy aparecesse, seria aquele climão e Sam descobriria que Dean não mudou e continua não aceitando “aberrações” mesmo que elas sejam inofensivas. Com isso, perderam a oportunidade de gerar aquela tensão entre os Winchesters, mas particularmente acho que com isso a história voltaria naquele lenga-lenga entre Dean e Sam.

Bobby descobre que pode “colocar Osíris para dormir temporariamente” se lhe atingirem com um chifre de carneiro. Sério, chifre de carneiro? Pensei que teriam de retalhar o corpo do Osíris ou fazer algo mais complexo. Sam achou um chifre numa sinagoga, mas não mostra como ele conseguiu pegar já que um cara o pegou em flagrante (ele pode ter convencido o cara, batido nele… são muitas opções).

Jo aparece para matar Dean e protagoniza a cena mais irritante do episódio: ela não quer matá-lo, mas Osíris comanda seu espírito. Depois de alguns mi mi mis e carinhas de filhote de vitrine de pet shop (tanto da parte de Jo quando de Dean), ela liga o gás do apartamento. Mas antes de acender o isqueiro, Sam consegue atingir Osíris com o chifre de carneiro.

Quando mataram Osíris, fiquei decepcionada porque achei que Mia, a moça do bar era uma cúmplice dele. Ela enchia a cara dos clientes e dava uma de psicóloga para eles desabafarem e se tornarem vítimas em potencial de Osíris, mas não.

De verdade, o único ponto realmente significativo do episódio foi Sam ter confessado que não carrega mais tanta culpa depois que saiu do inferno, diferente de Dean que carrega o fardo até de coisas que ele não é responsável. Mais um episódio em que o problema principal, os Leviatãs, foi deixado de lado, Sam não surtou vendo Lúcifer e tudo continua como se nada tivesse acontecido.

Modern Family – Door to Door e Hit and Run

Data/Hora 15/10/2011, 19:28. Autor
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Série: Modern Family
Episódios: Door to Door e Hit and Run
Temporada:
Número dos Episódios: 3×04 e 3×05
Datas de Exibição nos EUA: 5 e 12/10/2011

Começa a participação de David Cross (Arrested Development) em Modern Family. Caberá a ele o papel de Duane, o council da cidade com quem Claire entrará em conflito. Guardada as devidas proporções town council seria o vereador eleito pelo seu bairro. Aquele que teria por obrigação defender a sua região na Câmara de Vereadores.

Em Door to Door Claire fica irritada quando quase se envolve num acidente de carro porque não há uma placa de sinalização e decide que recolherá assinaturas para que o council tome providências. Como sempre ela fica completamente enlouquecida e sua família tenta não participar e sim curtir esse momento em que ela está preocupada em consertar algo que não seja eles. Clique aqui para continuar a leitura »

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