TeleSéries
Bones – The Hot Dog in the Competition
12/11/2011, 13:06.
Maria Clara Lima
Reviews
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Série: Bones
Episódio: The Hot Dog in the Competition
Temporada: 7ª
Número do episódio: 7×02
Data de exibição nos EUA: 10/11/2011
Se a Emily Deschanel fosse um sabor, alguém teria dúvida de que ela seria a coisa mais gostosa desse mundo? Vocês entendem do que eu estou falando? Não consigo olhar pra Bones sem sentir amor incondicional por esta pessoa! Eu sei que a gravidez deixa as mulheres mais bonitas, mas a Emily está um absurdo de fofa, e mesmo aparecendo menos na série, pela primeira vez em muito tempo eu estou assistindo Bones por causa da Bones. Clique aqui para continuar a leitura »
Being Erica – Being Ethan
12/11/2011, 10:45.
Tati Leite
Reviews
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Série: Being Erica
Episódio: Being Ethan
Temporada: 7ª
Número do Episódio: 4×07
Data de Exibição no Canadá: 7/11/2011
Erica Strange:
Em todos nós existe o “medo” entre o que nós pensamos que somos e o que nós realmente sentimos, queremos e precisamos.
Two and a Half Men – Those Fancy Japanese Toilets e Thanks for the Intercourse
10/11/2011, 10:45.
Juliana Baptista
Reviews
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Série: Two And A Half Men
Episódios: Those fancy japanese toilets e Thanks for the intercourse
Temporada: 9ª
Número dos Episódios: 9×07 e 9×08
Datas de Exibição nos EUA: 31/10/2011 e 04/11/2011
Quem ficou feliz que Charlie “está de volta na série”? \o/\o/\o/
Mesmo com Charlie morto, Chuck Lorre consegue ter boas sacadas e perceber que a presença daquele filho da mãe é necessária! Ninguém pode negar que Charlie Harper faz uma falta enorme na série e não foi todo mundo que conseguiu se adaptar a Walden. Ainda mais que seu estilo não tem nada a ver com aquele beberrão sem vergonha que estávamos acostumados por oito anos.
Mas mesmo morto, Charlie foi quem fez o público rir nestes dois episódios. Em Those Fancy Japanese Toilets, Evelyn encontra um diário de Charlie e resolve dar para Alan, assim podemos conhecer um lado mais sentimental e até mesmo mais “humano” de Charlie, coisa que não víamos com muita frequência na série.
Acho que foi uma boa ideia redecorar a casa de Malibu. Todo aquele cenário não nos deixaria esquecer Charlie e de sua inevitável importância em Two and a Half Men. Então, já que vão fazer praticamente uma série nova, devem desapegar do passado e mudar todo o visual.
As frases mais interessantes do episódio vieram, lógico, de Berta e Charlie. E a atuação de Holland Taylor sempre impecável! Com certeza Charlie deixou dinheiro no cofre e Evelyn pegou pra ela. Quem não imaginou Charlie quando Alan leu os trechos do diário?
“A quem possa interessar, se você estiver lendo isto, meu coração e pulmões finalmente falharam. Ou rejeitei meu novo fígado. Ou meu irmão não deu um pedaço do dele. Ou engasguei em meu próprio vomito. Ou com o de outra pessoa. Ou uma maluca me empurrou na frente de um ônibus”
Os melhores momentos foram descobrir os sentimentos e pensamentos de Charlie que não ficaram claros na série. Isso se sobrepôs até a situação de Evelyn dar em cima de Walden e Alan ficar preocupado que os dois dormissem juntos.
Fiquei feliz que exploraram Jake no episódio. Finalmente mostraram esse menino com uma garota! Mas o coitado não estava com tanta sorte, já que a garota estava apaixonada por Walden. Pelo menos no final, Jake se deu bem!
Acho que o sexo casual de Walden e Evelyn provavelmente termina por aqui. Será mais uma das coisas meio sem sentido que acontecem na série e que não serão retomados futuramente.
Já o episódio Thanks for the Intercourse, na minha opinião, foi o melhor da temporada até agora. Podemos ver Alan realmente sofrendo com a perda do irmão e Walden ficou em segundo plano. Jake teve suas participações importantes, mas Alan sustentou a trama.
Pudemos relembrar os jingles de Charlie. Maple, maple, maplelicious! E percebemos como aquele piano ali no canto da sala tinha um significado importante e teremos que nos desapegar dele. Acho que a atitude de Alan representou o que nós, fãs de longa data de Two and a Half Men, estamos sentindo em relação a Charlie Harper. Não aceitamos que ele foi embora.
A crise de identidade que Alan teve foi fantástica! Ele incorporou Charlie e deu muito certo. A única coisa que sobrou de Alan ali foi a avareza, como bem lembrou Jake. Pensei que teríamos a participação de Jane Lynch neste episódio, mas infelizmente Walden não o levou a uma consulta à psiquiatra e sim a um hospício!
Alan realmente ficou maluco. Pensei que ele iria apenas adotar o estilo do irmão, mas não, ele incorporou de vez a alma do falecido! E estava funcionando, já que ele pegou a moça do labrador.
Ele anda como o Zippy, mas não fala nem age como ele
Berta
O episódio é realmente muito bom e engraçado. Vários diálogos me fizeram rir sem parar! Mas a melhor cena foi a cena final. Impagável! Uma boa cutucada de Chuck Lorre a Charlie Sheen: Alan doidão no hospício, falando sozinho, se achando na melhor e profere “Winning”.
Supernatural – The Mentalists
09/11/2011, 20:55.
Juliana Baptista
Reviews
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Série: Supernatural
Episódio: The Mentalists
Temporada: 7ª
Número do Episódio: 7×07
Data de Exibição nos EUA: 4/11/2011
Acho que não consigo disfarçar a minha insatisfação com esta temporada de Supernatural. É difícil para um fã que acompanha a série desde o início e viu todo o amadurecimento dos personagens e o desenvolvimento da trama, ter que se contentar com uma queda de qualidade deste nível.
Este episódio pode até ter sido engraçado e tudo mais, mas não podemos negar que a série está “regredindo” e se parecendo muito com a primeira temporada. Um episódio como este teria se encaixado melhor lá em 2005 e não agora, quando os Winchesters deveriam ter outras preocupações.
The Mentalists foi basicamente um episodio sobre uma cidade cheia de médiuns que estava sendo ameaçada por um espírito revoltado com as charlatanices de seus habitantes, que não passavam de farsas para conseguir dinheiro de pessoas bobas.
Espírito revoltado, cavar sepulturas, espantar os fantasmas com sal e ferro, ter uma mocinha bonita em apuros e no final ela ter uma quedinha por Dean? Pois é, acho que já vimos essa situação diversas vezes e isso reduz a série a um retrocesso lamentável.
O episódio em si é engraçadinho e claramente tenta explorar a tensão entre Sam e Dean. Mas a discussão dos irmãos fica num nível tão superficial que nem valeu a pena. Sam não estava super revoltado com Dean? Então como ele aceita trabalhar com o irmão como se nada tivesse acontecendo? A discussão foi tão pequena que não conseguiu explorar a verdadeira tensão na qual os Winchesters viviam (os surtos de Sam, a falta de confiança que Dean tem pelo irmão, por exemplo).
O episódio anterior, Slash Fiction, teve uma deixa final muito boa mostrando Crowley e seus futuros negócios. Mas ao invés de mostrar ao público um pouco mais da trama principal, resolveram encher lingüiça e criar tensão entre os personagens principais à toa.
Se você ainda quiser ver o episódio, vale a pena pelas risadas nas cenas:
– Garçom que distribui mensagens positivas assim que trás seu pedido
– Guia do museu mandando uma adorável mensagem de Ellen para Dean
– Sam invadindo com uma arma uma sessão de yoga para gestantes
Sinceramente, se Supernatural continuar com este nível de qualidade, a melhor coisa que nós fãs temos que fazer é torcer para que a série termine. Não acho que merecemos acompanhar mais episódios com nível tão primário.
Castle – Heartbreak Hotel
09/11/2011, 19:21.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Castle
Episódio: Heartbreak Hotel
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×08
Data de Exibição nos EUA: 7/11/2011
Todos nós sabemos que nem só de bons episódios se faz uma temporada. E que praticamente todos os seriados apresentam um que outro episódio filler eventualmente. E Heartbreak Hotel se encaixou perfeitamente em ambas as categorias. Além de ser um filler, não foi um bom episódio. Até teve seus momentos, mas não foi bom.
E acho que o fato de não ter sido bom foi o distanciamento entre Kate e Castle. Depois de Cops & Robbers e de toda a proximidade entre a dupla, os dois mal se cruzaram nesse episódio. O resultado disso: alguns momentos engraçados durante o episódio. Nada mais.
A morte de um dos donos de um cassino dividiu a equipe. Enquanto “os garotos” foram pra Atlantic City, Beckett ficou em NY com Iron Gates.
Em NY, Beckett precisou provar para Gates que é uma policial ainda melhor sem distrações (a.k.a. Castle) por perto. Mas, sinceramente, não vi muito disso. Por que, e corrijam-me se eu estiver errada, praticamente todas as informações importantes pro caso foram conseguidas no “playground da América”. O mais engraçado, falando em NY, foi o comportamento de Gates. Deu pra ver que ela entende perfeitamente o que se passa entre Beckett e Castle, e que, a sua maneira, ela até mesmo shippa o casal. Mas, apesar de confiar na sua detetive, a capitã ainda não confia no “intruso” Castle. Creio que, depois desse episódio, Gates passará a confiar um pouco mais no escritor. Mas não acredito em uma aproximação amistosa imediata.
Se as coisas em NY foram meio chatas, não posso dizer o mesmo dos acontecimentos de Atlantic City. Claro, era óbvio que a diversão acompanharia Castle, que parecia uma criança em uma loja de brinquedos. A empolgação dele com o ambiente do cassino era quase contagiante. Os momentos “Rei do Rock” do nosso escritor preferido foram ótimos. A cena dele sendo arrastado pelos seguranças do cassino até a sala do dono, que o ameaçou com um taco de beisebol, foi hilária. Mas, não podíamos esperar nada menos do que cenas divertidas em se tratando de Castle em um ambiente desses.
Sobre o caso, preciso confessar que achei interessante. Foi cheio de reviravoltas, envolveu desvio de dinheiro, brigas, sequestros e até um namoro bonitinho. Só que, embora tenha achado inesperado, não gostei do final. Vai entender…
Momento pena: alguém mais teve dó de Esposito nesse episódio? Levou bronca de Lannie, não foi escolhido como padrinho de Ryan e não fez sucesso como Elvis. Que dó, que dó, que dó!
Pra finalizar, sabem do que gostei de verdade? De Alexis. Achei divertida a forma como ela tentou esquecer o rompimento com Ashley. Ela tentou ser diferente, menos certinha. Fazer coisas que não fazem parte de sua personalidade. Mas, no final das contas, a “boa e velha” Alexis retornou, colocou um final na festa e correu para esconder as evidências de seu “deslize”. Bem engraçado!
Semana que vem não tem episódio inédito. Castle retorna dia 21/11, com Kill Shot, que promete muito. Quer saber por quê? Então, se quiser colocar sua sanidade em risco, novamente, assista a promo. Até mais!
The Secret Circle – Beneath
08/11/2011, 23:38.
Ariel Cristina Borges
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Série: The Secret Circle
Episódio: Beneath
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 1×08
Data de exibição nos EUA: 3/11/2011
E chegamos ao último episódio antes do fall finale de The Secret Circle. Beneath foi a prova que eu precisava para quase confirmar minhas suspeitas sobre Jassie. Eu continuo achando que ele vai deixar o lado witch hunter por causa dela. Deixando minhas teorias mirabolantes de lado, vamos ao que interessa.
Quando Jane demora a voltar para casa depois de sua visita a Henry em Masked, quando ela viu o corpo dele no chão e foi atingida por Charles – eu sabia que era ele – assim que encontrou o cristal e ia tentar ressuscitá-lo, Cassie acha estranho e resolve ir atrás de sua avó na casa de Henry. Diana acha que é melhor a loirinha ir acompanhada do resto do círculo, em caso de necessidade. E é claro que haveria necessidade. Cassie, a boa samaritana, resolve chamar Jake para ir junto, sem saber que ele só que se aproximar para matá-la. Assim, Cassie, Jake, Diana, Adam e Faye vão para a casa de Henry atrás de Jane. Sim, sem Melissa. Depois da maré de azar que a coitada a menina teve, até a mãe dela acha que é melhor ela ficar trancada dentro de casa.
Mas é claro que não ia dar tudo exatamente certo, não? Eles pegam uma tempestade – quase um dilúvio – no caminho e decidem passar a noite na casa de Henry, mesmo quando Cassie recebeu a tal mensagem de Jane, forjada por Charles avisando que estava em casa, e bem. A casa de Henry foi pequena para as tensões entre Diana e Adam, Adam e Jake e Faye e Cassie. E tudo isso foi apurado no Truth or Dare, conhecido por nós, brasileiros, como Verdade ou Consequência. Esse jogo nunca termina bem na vida real, na ficção não seria diferente. Dessa vez, os resultados foram: Diana só de sutiã e Adam com ciúmes, Faye dizendo que só dormiu com dois caras na vida toda – um foi o Jake, quem será o outro? -, Jake dizendo para Adam que não foi capturado como os outros na noite anterior porque é mais forte que todos eles, Cassie beijando Jake por causa de Diana e Adam ficando com ciúmes – esse não se decide e, por causa desse beijo, Faye explodiu. Disse para Cassie que ela só se interessa pelos caras que já são comprometidos e, Cassie, finalmente deu uma resposta à altura: “E você é uma vadia que me culpa por todos os seus problemas ao invés de se olhar no espelho”. Adorei.
Por causa disso, Faye decide ir embora, e quando entra no carro de Adam, vê uma menininha na chuva indo em direção às árvores e se reconhece nela. Sim, era a Faye mais nova. A Faye adolescente resolve ir atrás da mini Faye e, logo depois, Cassie vai atrás dela e também consegue ver a menininha. Faye então, conta que quando tinha a idade da sua mini cópia, quase morreu afogada no lago e foi salva por seu avô. Ali ela entendeu que a mini ela estava tentando lhe dizer alguma coisa, e, vai para o lago procurar por respostas. Acontece que quem acha a resposta não é ela, é Cassie, que consegue fazer magia sem a ajuda do resto do círculo. Cassie encontrou o corpo de Henry amarrado ao deck do lago, e, a personificação de Faye mais nova, era fruto da energia dele que continuou ali mesmo depois de sua morte. Coisa de bruxo.
Além disso, Beneath também mostrou o lado não-capacho-da-Dawn do Charles. Acho que o fato dela o ter feito matar Nick realmente mexeu com ele, a ponto de ele ficar firme quando ela pediu para ficar com o cristal que ele encontrou na casa de Henry. Achei que ele fosse mais para mostrar pulso forte. Adorei, não gosto da Dawn.
Quanto à Jane, Charles usou um feitiço de controle que ele encontrou no Livro das Sombras de Diana. Agora Jane só faz o que ele quiser, só diz o que ele quiser que ela diga e só lembra do que ele quiser que ela lembre. Legal isso, não?
Indo para o lado dos relacionamentos, Adam e Diana continuam no mesmo vai e vem. Depois do Truth or Dare, eles tiveram o que Diana chamou de “última vez” na cabana de lenha da casa de Henry. Mesmo assim, Adam não me pareceu disposto a desistir dela com tanta facilidade. Cassie e Jake estão mais próximos ainda depois do beijo, e algo me diz que Jake não está gostando dessa proximidade porque está começando a gostar dela. E se isso acontecer, seus objetivos e os objetivos de Isaac não vão ser cumpridos, ela não vai conseguir matá-la.
P.S.: Não gostei de não ver a Melissa nesse episódio. Uma mãe que não se importa em ver a filha adolescente dormindo na casa do namorado várias noites seguidas não me parece o tipo de mãe que se preocuparia a ponto de impedir a filha de sair de casa.
Fringe – Novation
07/11/2011, 23:19.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Fringe
Episódio: Novation
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×05
Data de Exibição nos EUA: 4/11/2011
Foi uma espera de três semanas, já que foram duas sextas sem episódio. Três semanas esperando para descobrir como ficariam as coisas após o retorno de Peter, já que ele lembra-se de tudo e todos, mas ninguém recorda dele. E a espera é o principal motivo da minha decepção com o episódio. Esperava muito mais. Bem mais.
Sempre costumo dizer que expectativa é uma droga. Ela estraga as coisas. Geralmente o tamanho da decepção é proporcional ao tamanho da expectativa. Com Novation, pra mim, foi assim. Minha expectativa era grande, logo a decepção também foi. E eu explico o porquê. Clique aqui para continuar a leitura »
Chuck – Versus the Bearded Bandit
07/11/2011, 22:01.
Tati Leite
Reviews
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Série: Chuck
Episódios: Chuck Versus the Bearded Bandit
Temporada: 5
Número do Episódio: 5×02
Datas de Exibição nos EUA: 4/11/2011
“A pressa é inimiga da perfeição”. Uma frase que se encaixa muito na história da série. Foram cinco temporadas de incertezas forçando os roteiristas a escreverem com pressa para que os fãs pudessem ao menos assistir um final digno. Faltam 11 episódios para o final da série e a sensação é que precisavam de mais episódios para (re)contar a história e como não é possível fica um excesso de informação. Mas como diria um dos muitos “memes”: é o que tem pra hoje.
Carrie-Anne Moss começa sua participação como a dona da empresa concorrente a Carmichel Industries. Além dela, nesse episódio temos a participação de Jeff Fahey (Lost) e Justin Hartley (Smallville).
O cliente da semana é Karl Sneijder, que contrata a empresa de Chuck para localizar seu irmão caçula. Ele apenas esquece de dizer que pretendia matar o irmão que estava no serviço de proteção a testemunha. Na Buy More, Big Mike está de volta e conta com a ajuda do Awesome para fazer com que a loja volte a ter clientes.
Contudo toda a trama serve para soltar pistas sobre para nós, o público, de como o Intersect está afetando Morgan mais do que imaginamos. Eu passei o episódio inteiro xingando o personagem e questionando o porque do personagem ter ficado tão chato novamente. Não conseguia aceitar o motivo dele estar tornando tudo tão difícil para Chuck que só tentava ajudá-lo. Para agravar ele decide trair os amigos e oferece os seus serviços para Gertrude Verbanski (Moss).
Revendo o episódio percebi que eu é quem não estava prestando atenção e que estava óbvio o tempo todo que Morgan não era mais o mesmo. E se alguém ficasse com alguma dúvida a última cena esclareceu tudo. Em nenhum universo Morgan não saberia quem era Luke Skywalker.
P.S.: Poderiam ter usado mais a beleza (e o talento) de Justin Hartley. :p
The Vampire Diaries – Ordinary People
06/11/2011, 14:23.
Mônica Castilho
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Série: The Vampire Diaries
Episódios: Ordinary People
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×08
Data de Exibição nos EUA: 03/11/2011
Eu disse que libertar o Mikael só iria complicar ainda mais as coisas que já estão complicadas, não disse? Pois é, e neste episódio todos os fatos provaram que eu estava certa, apesar de que também tiveram uns flashbacks bem interessantes sobre toda a parentada do Klaus. Os fantasminhas meio que sumiram, por ora, mas como o colar da Elena/Rebekah ainda está lá firme e forte, pode ser que os tais visitantes ilustres apareçam mais vezes. Entretanto, por enquanto tudo indica que os Originais continuarão em destaque, pelo menos por mais um tempo.
Uma dúvida que provavelmente pairava na cabeça de um monte de gente, é como os primeiros vampiros (ou seja, Klaus e Cia.) surgiram, já que para alguém se transformar em vampiro tem todo aquele esquema de beber sangue do dito cujo, morrer e se alimentar de sangue humano depois que acordar. Aí é que entram aquelas pinturas meio “rupestres” que estão na parede da caverna embaixo da propriedade dos Lockwood, a qual o professor Alaric provou sua competência traduzindo parte da historinha ali desenhada e os nomes de Rebekah, Elijah, Klaus e Mikael, o que causou a curiosidade geral da nação. Então, como Elena é a nova protegida do Klaus e não pode ser morta por ninguém, ela vai procurar Rebekah e não pára de atormentar enquanto a vampira não explica a história dos desenhos/nomes na caverna.
Por não agüentar mais a Elena atormentando-a (como a garota faz com o resto dos vampiros/lobisomens/bruxos/fantasmas da série), Rebekah é vencida pelo cansaço e começa a contar sua história, ou pelo menos a parte mais interessante dela. O fato é que tudo se dá porque uma bruxa se intrometeu em tudo (como sempre), e isso já não é mais novidade para ninguém, porque as bruxas reclamam mas sempre dão um jeito de bisbilhotarem. A surpresa foi que, não contente em ser “apenas” uma das vampiras Originais, Rebekah é também filha da Primeira Bruxa, e foi mamãe quem transformou os filhotes em vampiros, simplesmente porque eles eram humanos moradores de uma vila de lobisomens e precisavam ser mais fortes do que a vizinhança. E agora vocês me perguntam: Qual a relação de Mikael com esse povo, para ele estar presente na parede da caverna também? Pois é, foi Damon quem sacou isso antes de todo mundo: Mikael é nada menos que o “Papai Original”, que se revoltou com a própria raça e decidiu matar todo mundo, principalmente Klaus.
Para quem não lembra, Elijah já contou que Klaus é filho de uma pulada de cerca da mãe com um lobisomem. Bem, agora está explicado de onde vem o fato do cara ser híbrido, já que a Mamãe Original o transformou em vampiro quando ele já tinha os genes de lobisomem em si, e tentou esconder a “bastardice” do filho ao bloquear o lado lobisomem do rapaz. Só que a essa altura Mikael tinha se revoltado e matado a comunidade quase inteira para vingar a galhada que tinha nascido em sua cabecinha vampiresca.
Enfim, Elena arrancou o que pôde de informações de Rebekah e foi correndo falar tudo para o Alaric. Enquanto isso, Damon enjoou de ser babá do irmão em “rehab” e soltou o Stefan para que os dois pudessem farrear no bar, já que naquele dia não estava tendo festinhaem Mystic Falls. EnquantoStefânio tenta compensar os dias em que ficou sem sangue, Damônho mata a saudade que a mulherada tinha (não neguem, garotas) das dancinhas sensuais dele (se lembram de Enjoy The Silence, certo?). Mas como tudo que é bom dura pouco, Mikael apareceu e estragou a farra dos irmãos, e teria começado a matança se Stefan não tivesse prometido chamar o Klaus para se juntar à eles. E sinceramente, Mikael é claramente pior do que Damon no sentido de matar sem remorço, então é bom que Stefânio largue de graça e grite socorro para o Klaus logo.
E para encerrar a cota de descobertas do dia, Elena finalmente serviu para algo (além de ficar em perigo e atormentar todo mundo) e terminou de interpretar os desenhos da parede. Aí foi toda alegre e saltitante de volta para a casa dos Salvatore e terminou de estragar a noite da Rebekah, contando que quem matou Mamãe Original não foi o Mikael, e sim o próprio Klaus que, apesar de ter uma ficha de culpa quilométrica, ainda era considerado um santo e inocente para a Barbie-Klaus. E foi após descobrir isso que a pobre ficou em prantos, o que somente não foi digno de pena AINDA porque ela não demonstrou estar revoltada o suficiente para entrar no Team Quero-Matar-Klaus, ou pelo menos a ponto de ela libertar a parentada toda (ou o Elijah, no mínimo).
Pois é, apesar de tudo, a Rebekah está se saindo uma criaturinha bem “simpatizável” (mas ainda não compensa a ausência da VampBitch), e tenho que admitir que a vampirinha tinha razão ao dizer para não soltarem o Mikael. Bem, mas a besteira já está feita faz tempo… Agora quero só ver quem vai prender o dito cujo de novo.
P. S. [1]: Não se revoltem, Team Delena, não me esqueci de vocês. Continuo achando sim o Damon com a Elena uma melação um tanto forçada, mas admito que a cena dos dois na cama fez até com que eu ficasse cheia de mimimi, e admito também que queria estar no lugar da Elena, haha. Pois é, foi fofo, bonitinho, um bom encerramento para o episódio mas… Nem preciso dizer quem ainda é minha Doppelgänger Petrova preferida, certo?
Grey’s Anatomy – Heart-Shaped Box
05/11/2011, 18:27.
Mariela Assmann
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Heart-Shaped Box
Temporada: 8ª
Número do Episódio: 8×08
Data de Exibição nos EUA: 3/11/2011
O poder de um coração em uma caixa. O poder de laços invisíveis, que, mesmo após muito tempo, continuam regendo os relacionamentos. O poder das nossas escolhas, e o efeito que elas têm sobre nossos destinos. Heart-Shaped Box foi sobre isso. Sobre isso, e muito mais. E foi bom? Foi ótimo. Mais um episódio pra coleção de “bons e leves” dessa oitava temporada.

Meredith e Derek voltaram a ser um casal. Com C maiúsculo. Eles pouco apareceram juntos no episódio. Mas as cenas entre eles, de fofura na cama, e falando sobre a Zola, foram suficientes para os corações shippers baterem acelerados. E, embora não tenham tido muitas cenas em comum, Mer e Der tiveram bastante destaque no episódio.
Adorei o plot de Derek. Sim, todos nós sabemos que ele é meio arrogante e insolente. A alcunha “Deus da Neuro” não veio de graça. Só tenho medo que, nessa onda de operar apenas casos para os quais os outros neurocirurgiões disseram não, ele “mate” muita gente e acabe ficando em crise, como aquela famosa da quinta temporada. Mas enfim, é uma nova história pra Derek, já que seus planos de “livrar o mundo do Alzheimer” fracassaram. E creio que pode ser uma história bem interessante.

Além do mais, estou gostando bastante da parceria entre Lexie e Derek. Eles fazem um bom time juntos. A “mini-Grey” é bastante obstinada, e tem a competência necessária pra acompanhar o arrogante atendente. Vai ser interessante ver como Lexie vai se comportar, principalmente se muitos pacientes morrerem, já que ela é bem emotiva.
E já que estamos falando em Lexie, preciso dizer que amei o caso neurológico da semana. No final do episódio, quando Lexie, já solteira, diz para a escritora que Kate deveria escolher Nathan e não Alexander, me deu a maior pena. Por que ela estava claramente fazendo uma referência à sua própria situação. E quando a autora responde que Nathan não é o problema, mas sim Kate, que não consegue amá-lo, quase fui às lágrimas junto com Lexie. Ela tentou amar Jackson, íntegro e honesto como Nathan. Totalmente “amável”. Mas, por melhor que Avery seja, o coração dela pertence à Sloan. Não tão confiável (ele já a decepcionou muitas vezes), talvez não tão honesto. Mas a escolha do coração de Lexie.

Aproveitando o gancho, preciso dizer que a postura final de Avery me agradou. E daí que ele precisou “ouvir” o coração batendo em uma caixa para de encorajar? Foi triste ver ele escolhendo Sloan? Sim. Mas era mais triste ainda que ele optasse por continuar em um relacionamento fadado ao insucesso, no qual ele claramente iria sobrar. Então, escolher Mark foi o mais acertado.
E, falando em Mark… foi hilário o comportamento do líder do “Pelotão das Plásticas”. Achei bonito que ele, pela primeira vez, está desejando ensinar. Mais que isso, está gostando de transmitir seus ensinamentos. A conversa dele com Derek foi hilária. Adorei como Shonda tratou esse triangulo amoroso, invertendo a ótica dele nesse episódio. Agora, Lexie que está sobrando. Avery e Sloan estão em lua de mel, e creio que virão muitas cenas legais entre eles por aí.

Resta saber como vai ficar a situação do outro vértice do triangulo. Como Lexie lidará com a situação. Ela e Mark irão se reaproximar, em breve? E, em caso afirmativo, como ficará o “Pelotão das Plásticas”? Enfim, muitas questões a serem respondidas.
O outro caso do episódio também chamou a atenção. E nem poderia ser diferente. Um O’Malley de volta ao Seattle Grace. Ou melhor, uma O’Malley. Louise, a mãe de George, voltou pra mexer com os sentimentos de todos. Ou, pelo menos, dos mais chegados ao seu filho, e daqueles ligados à morte de seu marido. Bailey ficou bastante mexida. Afinal de contas, como ela mesmo disse, George era seu favorito. Meredith também ficou bastante envolvida. É, ela era a favorita de George, e nós todos lembramos disso. E, no final das contas, Louise foi a responsável por uma certa reaproximação entre Miranda e Meredith. Achei lindo.
Callie foi outra que se viu no meio da situação, e teve que lidar com a questão “como contar para minha ex-sogra católica que casei com uma garota”? No final, deu tudo certo. Louise ficou feliz pelo nascimento de Sofia. Na realidade, creio que ela estava feliz por estar de volta, perto de pessoas tão importantes para o filho.

Sim, foi inevitável lembrar das 1ªs temporadas do seriado. As lembranças viriam, naturalmente. Mas Shonda nos ajudou, relembrando o episódio da sífilis, o evento da operação no elevador. Aí lembramos da morte do “Papai O’Malley”, e de todo o sofrimento e reviravoltas que ela causou na vida do filho. Lembramos da morte de George, e de todas as cicatrizes que ela deixou em todos. Sim, a aparição da Mamãe O’Malley me deixou sentimental. E quase fui às lágrimas quando Alex abre o jogo e diz que não gosta de pensar em O’Malley porque ele lhe lembra Izzie, e que lembrar da ex o machuca. Nós entendemos, Karev. Lembrar de Izzie, nos seus mais gloriosos tempos, machuca a quase todos. Enfim, a presença de George foi quase palpável.
E Karev, ah, o Karev. O solitário Alex. O abandonado Alex. Sim, ele carrega muitos traumas. E isso moldou sua personalidade. Por isso fiquei tão feliz quando ele escutou a “concorrente” pela bolsa da pediatria confidenciando que ela estava em desvantagem, já que Arizona passou o tempo todo falando do “cara das crianças da África”. Sim, Karev. Você tem uma atendente que prefere você. E nós todos ficamos muito contentes com isso.

Cristina, assim como Avery, ouviu o coração batendo na caixa. Finalizou sua lista de “desejos cirúrgicos”, e foi aprovada pelo Chief. Com a realização dessas cirurgias, e com uma certa disputa entre Yang e Weber, creio que nossa bad ass estará de volta. Comemoremos!
Por fim, preciso falar de Teddy e Henry. Geralmente não gosto muito de Teddy. Também não desgosto dela. Pra mim, ela é apenas mais um personagem de Grey’s. Mas acho que, nessa temporada, ela tem tido mais destaque, e vai bem. Tanto “profissional quanto pessoalmente”. Nesse episódio, ela deixou pra trás o papel de esposa neurótica, assumindo o papel de esposa “bitch”. Por que sim, o papel dela foi evidenciar o quanto ela é bem sucedida, e podar os sonhos de Henry de cursar medicina. O sonho dele foi meio irreal. Sim, até certo ponto. Mas ela podia ter agido de forma bem diferente.

No final do episódio…. drama. Estava demorando. Essa temporada estava leve demais. Henry cuspindo sangue?! Socorro. Medo! Será que o “paciente regular” do elenco de Grey’s vai seguir o exemplo de seu antecessor Denny Duquete? Será que as previsões vão se cumprir?
E você está achando que o drama acabou aí? Ledo engano. Vem MUITO drama por aí. Você acha que eu estou exagerando? Então clica aqui. E boa sorte esperando a próxima quinta-feira!
P.S.: no episódio de Castle dessa semana, Rick mencionou o Dr. Shepherd. Em Grey’s Anatomy, os personagens do triângulo amoroso que abalou Lexie eram Kate, Nathan e Alexander. Não sei se foi proposital, mas que lembrou Castle, lembrou!
Modern Family – Treehouse
05/11/2011, 13:00.
Tati Leite
Reviews
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Série: Modern Family
Episódio: Treehouse
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×07
Data de Exibição nos EUA: 2/11/2011
Cameron tentando provar que pode se passar por hetero e Jay aprendendo a dançar salsa com Manny. Só esses dois momentos já valeram todo episódio. Ainda tivemos Phil conseguindo um amigo e Claire tentando ajudar Haley a escrever a sua redação de admissão. Clique aqui para continuar a leitura »
Bones – The Memories In The Shallow Grave
05/11/2011, 12:44.
Maria Clara Lima
Reviews
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Série: Bones
Episódio: The Memories in The Shallow Grave
Temporada: 7ª
Número do episódio: 7×01
Data de exibição nos EUA: 3/11/2011
O desequilibrio sempre fez parte de Bones. Quando um estava em pé, o outro estava deitado. Nunca se chegou a consensos ou resoluções. O equilíbrio nunca fez parte da vida de Booth e Brennan, mas há algo de novo, mesmo depois de sete temporadas. A tensão que faz pender a balança de um lado para o outro diminui no sentido da atração, fazendo com que tudo se torne um denso ponto de gravidade.
Booth abre a geladeira, procura algo para comer no café da manhã. Ovos? Suco? Cereal? Seus gostos continuam iguais, a rotina não mudou, o hábito de ver televisão no quarto ainda o diverte depois do trabalho, suas crenças e superstições, tudo continua do mesmo jeito. Brennan lê durante o café, gosta de silêncio à noite, é racional – até demais. O desequilíbrio continua lá, tudo do mesmo jeito, até que os pólos opostos se juntam e formam um imã chamado Tensão. A nova tensão que a série procurava para substituir o velho “eles vão ou não vão” que regeu a história por longos seis anos. Agora estamos aqui, prontos – ou nem tanto -, para começar tudo outra vez. Clique aqui para continuar a leitura »
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