Castle – An Embarrassment of Bitches

Data/Hora 28/01/2012, 14:07. Autor
Categorias Reviews


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Série: Castle
Episódios: An Embarrassment of Bitches
Temporada:
Número do Episódio: 4×13
Data de Exibição nos EUA: 23/01/2012

Que delícia foi An Embarrassment of Bitches. Ele conteve todos os elementos que fizeram os fãs se apaixonarem pelo seriado: ação, diversão aos montes, momentos fofos, tensão, romance. E trocas de olhares. Muitas trocas de olhares.

Quando Francisco Pilar, famoso juiz de uma competição canina é morto, todos pensamos no dono de um concorrente preterido como potencial suspeito, não?! Mas e se uma estrela de reality show – Kay Cappuccio – é vista deixando os aposentos da vítima durante a “janela do tempo da morte”, começamos a mudar de ideia.

A partir daí, suspeitas de que a vítima seria paranóica, descobertas de câmeras ocultas e canis secretos, paparazzis sendo interrogados, uma nova raça de cães sendo aprimorada, “espionagem industrial”, uma família de traficantes argentinos e treinamento de cães farejadores de droga. Um cão farejador de drogas que farejou … um perfume com essência de papoulas. Que espirrou acidentalmente no criminoso, o namorado/agente da estrela.

É claro que o assassino foi bastante óbvio, mas me deliciei com cada passo que levou até ele. Penso apenas que Justin Hartley (Oliver Queen/Arqueiro Verde) poderia ter sido melhor aproveitado. Não concordam, fãs de Smalville?

Quem foi muito bem aproveitada foi Hilarie Burton (a Peyton de One Tree Hill), que esteve maravilhosa como Kay Cappuccio. Leve, engraçada. Os momentos de flerte dela com Espo, com sua cadelinha, do “ele pode me ver sem minha maquiagem” e do desabafo sobre ser apenas a pessoa solitária que deve fazer compras e sorrir – a famosa “pobre menina rica” – foram ótimos. É inegável que o personagem foi construído com base em algumas estrelas de realitys – talvez na mais famosa delas, Kim Kardashian. Enfim, apesar de toda a superficialidade da estrela, o personagem é adorável. Rendeu bons momentos.

Bons momentos que também sobraram na NYPD. Cada vez funciona melhor a dinâmica entre os detetives e seu agregado. Ri demais do momento “vamos resolver as coisas como homens”. Também achei delicioso constatar que Cappucio não surtiu em Castle o efeito que outras mulheres bonitas já causaram – o único “deslize” foi o comentário sobre o local para esconder a câmera, depois do qual o escritor foi prontamente fuzilado por um olhar mortal de Beckett. Aliás, os “comprometidos” Rick e Ryan praticamente nem notaram Kay. O mesmo não se pode dizer do “Dr.”  Esposito (você freqüentou a escola de Medicina, Espo? Ri demais).

Javier estava particularmente engraçado nesse episódio. Kay mexeu com a cabeça – e com os hormônios – dele. Confesso que no início do episódio cheguei a pensar que Esplanie estava de volta, já que aquele climinha de implicância fofinha estava no ar. Mas depois percebi que as coisas não seriam tão rápidas assim. E Javi se jogou de cabeça no fetiche de paquerar uma estrela de TV – e ser “correspondido”. A cara dele, ganhando um beijo na bochecha, foi impagável. Pena que Lanie não estava por lá, pra sentir aquele ciuminho saudável que aceleraria o processo de volta. Mas, creio que teremos mais um casal em breve em Castle.

Ou seriam dois? Tá bom, tá bom. Eu sei que estou me precipitando, novamente. Mas uma garota – shipper – pode sonhar, não!? Por que, me respondam… alguém aí já viu alguma “pegada na mão” mais tensa e cheia de vontade do que a protagonizada por Castle e Beckett? O que foi aquilo, pessoal?! Se uma cena assim já é pra se abanar, o que faremos quando The Blue Butterfly for ao ar, em 06/02/2012? Romance e “pegação” em clima noir? Estou me preparando desde já.

Outra coisa que amei a dinâmica entre Castle e Beckett, em função da “guarda compartilhada” do Royal. Ri muito, e fiz alguns “awwww”. E fiquei pensando que tudo isso poderia ser a prévia para quando eles tiverem filhos. Alguém aí tem dúvidas que Kate será, realmente, o “bad guy” dos – eventuais – filhos do – futuro – casal? E foi tão divertida e fofa a cena na qual os dois decidem que não podem continuar compartilhando Royal, e decidem fazê-lo escolher. Ponto para Cappucio.

E por falar em filhos, Alexis continua na sua jornada rumo à Universidade (aparentemente, Ashley tá morto e enterrado). A partida dela é cada vez mais iminente. O que isso significará para o show? Molly Quinn aparecerá ainda menos? E que conseqüências a partida da filha trará para Castle, tão ligado à menina? É esperar para ver. Mas creio que o escritor ficará mais vulnerável. Tão vulnerável que cogitou comprar um filhotinho para mimar. Alguém sabe quem poderia suprir a carência de Castle?

Enfim, mais um bom episódio de Castle. Poderia ser chamado de filler? Acho que sim. Mas foi um filler daqueles saborosos, de comer, se lambuzar, e pedir mais.

Até fevereiro, pessoal!

P.S.1: nenhuma menção ao casamento de Ryan. Tá certo que não é necessário. Mas não dava pra incluir uma palavrinha sequer?

P.S.2: Stana Katic é uma mestra da expressão facial. Cada vez mais, a detetive Beckett desenvolve uma forte comunicação não-verbal. AMEI a expressão de Kate quando os paparazzi confundem Castle com Jason Bateman.

P.S.3: outras cenas que precisam ser citadas: Esposito e Beckett fugindo dos Pastores Alemães, e a terapia de Royal. Ri demais!

Castle – Dial M for Mayor

Data/Hora 18/01/2012, 20:25. Autor
Categorias Reviews


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Série: Castle
Episódios: Dial M for Mayor
Temporada:
Número do Episódio: 4×12
Data de Exibição nos EUA: 16/01/2012

Se na semana passada eu não fiquei completamente satisfeita com o episódio de Castle, nessa semana a história mudou. Isso prova minha teoria: quanto menos expectativas criarmos sobre um episódio – e menor for o auê em torno dele – melhor. Pelo menos no meu caso.

Aliás, ponto pra mim! Dial M for Mayor abordou, ainda que de forma indireta, a trama do assassinato de Johanna Beckett. E, por causa disso, nosso amigo misterioso, que foi introduzido em Rise, apareceu novamente. E com ele vieram uma série de teorias sobre a sua identidade, e sobre as pessoas para as quais ele trabalha, ou com as quais trabalha. E a grande pergunta é: por que Beckett só estará segura enquanto Castle estiver por perto.

Fica claro que o homem misterioso tem ligação com pessoas muito poderosas. Mais poderosas, inclusive, que o prefeito. E que fazem de tudo para que Kate continue ignorando a identidade do assassino da mãe, a ponto de manchar a reputação do prefeito para que sua trajetória política fosse comprometida. Penso eu que o interesse dos criminosos era afastar o prefeito do cargo, não por razões eleitoreiras.  Mas apenas porque Castle perderia o livre acesso à Beckett e à delegacia com o afastamento de Wheldon do cargo. Ele se afastaria de Beckett. E vocês lembram a missão de Rick, dada a ele pelo homem misterioso em Rise? Manter Kate afastada do caso, garantindo assim sua segurança. (À propósito, aqui cabe direitinho a frase de Gates para Beckett. Fazemos inúmeras coisas, por mais difíceis que elas sejam, – inclusive mentir – para proteger aqueles que “amamos”).

Confesso pra vocês que as coisas ainda não estão claras na minha mente. Falando a verdade, acho que elas estão longe de estar. Por que Castle é o elo para a proteção de Beckett? Kate tem todo o aparato policial do NYPD à sua disposição, seria bem crível que eles pudessem lhe fornecer proteção, ainda que longe de Castle. Então, me pergunto: qual a ligação do escritor com o caso todo? Sua utilização pelos “poderosos” se deve apenas ao vínculo emocional dele com a detetive – ele ser o único que consegue mantê-la afastada do caso, como disse uma vez o saudoso Captain – ou há outras ligações que ainda desconhecemos? Ainda há muito para descobrirmos. Por enquanto, estou solta no campo das especulações.

E o quanto ao caso? Adorei essa investigação. Cheia de reviravoltas, mas não daquelas mirabolantes. Quem diria que a vítima ia passar de uma professora que abandona, sem motivos aparentes, sua carreira e sua vida; por uma atendente de tele-sexo até chegar em uma voluntária infiltrada para levantar material de pesquisa para um livro? Achei tudo muito interessante e, melhor, verossímil. E a aparição do prefeito como possível suspeito deu a tônica do episódio.

Nós sabemos como Castle é leal com seus amigos, e como costuma defender seus pontos de vista com base nessa lealdade pessoal. E colocar um dos grandes amigos de Castle – e o responsável por sua parceria com Beckett – como suspeito foi uma jogada de mestre.

Era óbvio que isso criaria uma tensão entre o casal. Mas quem esperava uma ruptura, ou alguma briga mais forte, enganou-se. Por que o relacionamento Casckett está em outro nível. Foi visível o sofrimento de Beckett em investigar o amigo de Castle. Ela conhecia, e muito bem, o risco que estava correndo. Sabia que o fato de que seguir nas investigações poderia afastá-la definitivamente do escritor, e encerrar a “parceria”. Por isso ela agiu com cautela, e relutou tanto em entregar as evidências para Iron Gates.

E Castle, às vezes tão birrento e imaturo, soube argumentar com respeito e compreensão. Ele reconheceu que Kate estava apenas fazendo seu trabalho, e percebeu que aquilo estava sendo custoso para ela. Ele seguiu suas próprias investigações – com muito auxílio – e conseguiu inocentar o amigo. E o melhor? Tudo com o apoio de Kate que, embora fazendo seu trabalho, torcia para o prefeito não ser o culpado.

O episódio foi shipper sem ser. Sem ter aquele final fofo com o qual estamos acostumados (a fofura foi aqui substituída por tensão e . E pra mim foi uma prova de que, ainda que eles sejam um casal, as coisas continuarão funcionando na 12th. Por que eles aprenderam, ainda que inconscientemente, a separar as coisas. E isso é lindo.

Finalizando, vocês notaram que esse é o 2° caso de Kate que fica sem resolução. O 1°? O assassinato de sua mãe. Podemos supor que essa “coincidência” indique que as mesmas pessoas estão por trás de ambos? Penso que sim. Resta descobrirmos quem são os mais poderosos que o prefeito. Mais uma vez será alguém que conhecemos? Ou alguém do passado de algum dos personagens. Eu, pessoalmente, aposto que a introdução do pai de Castle na trama vai se dar de forma “bombástica”. Quem sabe Castle-pai não está no grupo de poderosos? Quem sabe ele não é o homem misterioso que mantem contato com Castle. Ou, pior, será que ele não é o assassinato de Johanna? Muitas perguntas oriundas do meu brainstorm semanal.

Semana que vem vai ao ar Embarrassment of Bitchiness. Não sei do que se trata, não faço ideia do que irá acontecer. Mas, em se tratando de Castle, aposto que vem coisa boa por aí! Alguém que apostar comigo?

P.S.1: impagável a cena do ensaio de Martha. Totalmente diva louca. Me diverti demais. Mas ainda estou com a sensação que Martha, e também Alexis, estão sendo subaproveitadas na temporada. Compreendo que é difícil gerenciar tantos personagens e dosar seu espaço, mas não deixo de ter uma esperançazinha que elas apareçam mais e melhor.

P.S.2: adoro xadrez, e fiquei empolgada com a analogia do caso Beckett-mãe com um jogo de xadrez. Especialmente com a menção aos peões. Quem seria o peão da vez, aquele ser aparentemente impotente que pode colocar o Rei em xeque-mate, ou derrubar a rainha? Estou louca pra saber!

P.S.3: que momento tenso o final do interrogatório do assistente do prefeito. Quando ele ia revelar o nome dos poderosos, eis que surge o advogado. Desconsiderando o fato que isso não aconteceria na realidade – advogados não tem livre acesso às salas de interrogatório -, achei essa cena perfeita.

P.S.4: e não é que o advogado do interrogado bate com a descrição do assassino? Coincidências…

Castle – Till Death Do Us Part

Data/Hora 12/01/2012, 09:28. Autor
Categorias Reviews


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Série: Castle
Episódios: Till Death Do Us Part
Temporada:
Número do Episódio: 4×11
Data de Exibição nos EUA: 9/01/2012

O hiato de Natal acabou. Castle está de volta. Muitos motivos para comemorar! Bom, na minha opinião, poderíamos ter muitos mais. E, mesmo que minha opinião seja meio isolada, vamos à review!

Till Death Do Us Part foi um bom episódio? Quase lá, eu diria. E por que quase? Primeiro, pela decepção do casamento. Segundo, pelo caso, que se prolongou demais, e acabou ficando chato e meio desconexo.

Mas, na contramão desses momentos esquecíveis, tivemos ótimas cenas – e muito engraçadas – entre nosso “quarteto fantástico”. Cada vez mais amo a interação entre eles.

Ryan esteve ótimo bebendo seu líquido verde de limpeza pré-casamento, brigando por donuts, comendo compulsivamente a comida chinesa e acabando com as expectativas de Javi e Castle sobre o fato de Jenny ter sido uma das conquistas amorosas do Don “Jason Bourne” Juan. Adoro quando Seamus tem mais espaço nos episódios. Ele nunca decepciona, seja no drama como na comédia.

A saga pelo “plus one” foi outro ponto alto do episódio. A começar pela expressão de Beckett ao saber que Castle iria acompanhado. E, na sequência, sua a expressão de felicidade suprema ao saber que a acompanhante seria Alexis. Mas, sem sombra de dúvida, o mais engraçado foram as tentativas de Esposito de descobrir o acompanhante de Lanie e, depois, seu empenho em conseguir seu próprio encontro. Quem não riu quando ele, na pressa, fez aquela confusão com a máquina de café e perdeu uma acompanhante em potencial? E quem não teve pena dele quando ele e Ryan levantaram o currículo do médico acompanhante de Lanie? Tive muito dó!

Outro momento impagável do episódio? A conversa entre Castle e Beckett, sobre “o número” dela. Beckett, defendendo que toda garota deve ter seus segredos, escondeu o seu número, e ainda zombou de Castle, alardeando que ele não gostaria de saber. E isso, além de deixar a já fértil mente de Rick dando pulinhos de excitação, evitou que ela precisasse ouvir o número dele – o que certamente seria bem desagradável. Boa, Kate!

Falando em segredos de garota, foi bem divertida a trama de Jenny como uma das mulheres do Jason Bourne (desculpa, só consigo chamar ele assim). Kate encarou com naturalidade e tentando evitar que os meninos entregassem a noiva para o “bro” Ryan. Mas a fidelidade masculina falou mais alto e Castle contou para Javier que, preocupadíssimo, chamou Ryan para uma conversa. Ri demais quando Ryan falou, na maior naturalidade possível, e achando tudo muito engraçado, que soube da notícia pela própria Jenny. Foi delicioso ver as expressões de surpresa/decepção dos meninos, e a cara de deleite de Beckett. São momentos como esse que fazem Castle ser o que é.

Aliás, as caras de Beckett estão cada vez melhores. Stana está se tornando a mestra das expressões. Ela está muito mais explícita no “jogo da sedução” com Castle. Prova disso foi o comentário sobre o possível 3° casamento de Castle. Foi quase um “oi, estou aqui, e poderia ser sua 3ª esposa”. E já não é de hoje que Kate tem usado “nós” em todos os seus exemplos. É fato que ela está, realmente, pronta pra dar um passo adiante na relação deles. E isso está bem na cara.

E falando em relacionamento, como assim Castle? Você vai se retrair logo agora, que o muro está ruindo? É impressão minha ou o escritor já foi muito mais arrojado e “atacante”? Será que vai ser necessário Kate tomar a dianteira da situação, dar o primeiro passo? Penso que algo tem que acontecer, logo. Sei que estou sendo um pouco precipitada e tudo mais, mas estou começando a ficar temerosa que a maldição que abateu outros seriados entre em ação em Castle. Afinal, já estamos na 2ª metade da 4ª temporada. Se continuar enrolando, vai virar cópia de enrolação. E, afinal, nem só de tiradinhas fofas e sarcásticas e sexy eye viverão os fãs. Já não há mais razões para que eles fiquem juntos, ainda que não em um relacionamento.

O caso da sexpionagem, embora divertido, me decepcionou um pouco. Isso porque, na minha opinião, os roteiristas ficaram enrolando as coisas, criando uma rede super intrincada de suspeitos e motivos, e acabaram perdendo o fio da meada lá pelas tantas. Assim, só restou a eles, no final do episódio, jogar uma culpada nas nossas caras. Acho louvável o esforço em manter o suspense até o final (prova disso era a expressão da advogada na sala de reunião, achando que ela que seria buscada), mas pra mim não funcionou como deveria. Então, apesar do caso ter ocupado quase todo o episódio, não vou tecer mais comentários sobre ele. Sim, eu sou birrenta.

No entanto, minha maior decepção com o episódio foi quanto ao casamento (especialmente depois das esperanças que criei com a desistência de Alexis). Eu achei que veríamos o evento. E podem falar o que quiserem, que a cena do casamento teve mais de 3 minutos, etc e tal. Mas, digo e repito: não vimos o casamento. Achei que veríamos parte da cerimônia, e pelo menos um pedacinho da festa. Que o episódio encerraria com os 3 casais na pista de dança, num momento hiper-ultra-mega-shipper (e já não li spoilers ou assisti vídeos para não criar expectativas). E não com Castle e Beckett de braços dados entrando na igreja, numa cena simbólica, mas semi-shipper. Sei que muita gente achou o final satisfatório, super shipper e coisa e tal, mas acho que, sinceramente, o estágio atual exige mais. Muito mais.

Mas, quer saber? Shipper por shipper, tivemos um momento ultra fofo e engraçado de Esplanie. O médico acompanhante de Lanie tinha namorado, e a acompanhante “vistosa” de Espo era sua prima. Então, braços dados, e um passo adiante – e consideravelmente largo – no caminho de reatar o relacionamento. Continuo torcendo muito.

Enfim, Till Death Do Us Part me agradou menos do que eu esperava e, muito provavelmente, menos do que deveria. E é por causa dessas, e outras, eu ainda acho que, embora a 4ª temporada esteja muito boa, ainda perde pra 3ª.

Semana que vem será exibido Dial M for Mayor. Estou totalmente spoiler free, mas pelo nome do episódio, acho que vem alguma trama envolvendo o caso da mãe de Beckett por aí. Se apostei errado, riam de mim na próxima semana. Até lá!

P.S.1: nunca imaginei que o Bolero de Ravel era tão poderoso. Por que para transformar o suspeito interrogado por Casckett em um Don Juan, o poder tem que ser muito.

P.S.2: sei que devo estar alguns anos atrasada, mas descobri apenas nesse episódio que Jenny é interpretada por Juliana Dever, esposa de Seamus Dever (Ryan) na vida real. Tão legal!

P.S.3: estou com saudade dos jogos de pôquer da turma de escritores. Será que veremos algum jogo em breve?

P.S.4: parece a ABC está se iniciando na arte de trollar os fãs. Criar um site do casamento, para isso?

PaleyFest anuncia programação para 2012. ‘Community’, ‘New Girl’ e ‘Once Upon A Time’ estão entre as séries do evento

Data/Hora 11/01/2012, 13:25. Autor
Categorias Notícias


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O evento realizado anualmente em Los Angeles, no estado americano da Califórnia, acontecerá em março e trará esse ano criadores, produtores e atores de séries novas e veteranas, entre elas Community, New GirlOnce Upon a Time e Revenge, apenas para citar algumas. O PaleyFest de 2012 começa com American Horror Story e termina com Modern Family, que partipa do evento pela terceira vez.

Quem atende ao evento participa de entrevistas coletivas com astros e estrelas de suas séries preferidas.

Confira a programação oficial do PaleyFest desse ano.

Dia 2 — American Horror Story
Dia 3 — Community
Dia 4 — Once Upon a Time 
Dia 5 – New Girl
Dia 6 — The Office 
Dia 7 – Sons of Anarchy 
Dia 9 — Castle
Dia 10 — The Vampire Diaries
Dia 11 — Revenge
Dia 12 — Two and a Half Men
Dia 13 – Mad Men
Dia 14 — Modern Family

‘Castle’ ganha episódio adicional nesta temporada


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Se os fãs de Castle precisavam de mais um ânimo para aguentar o hiato até janeiro, temos uma boa notícia: a ABC encomendou um episódio adicional da série para esta quarta temporada, totalizando 23 episódios.

A primeira metade da temporada de Castle terminou nesta última segunda-feira (5/12) e retorna com a segunda parte apenas dia 9 de janeiro.

Os próximos episódios irão contar com as participações especiais das atrizes Hilarie Burton (One Tree Hill) e Jamie Ray Newman (Eureka). Jamie aparecerá no episódio do casamento de Ryan (Seamus Dever) e Jenny (Juliana Dever).

Fonte: EW.com

Castle – Cuffed

Data/Hora 08/12/2011, 15:44. Autor
Categorias Reviews


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Série: Castle
Episódio: Cuffed
Temporada:
Número do Episódio: 4×10
Data de Exibição nos EUA: 05/12/2011

Cuffed foi exibido, na última segunda-feira, com a missão de encerrar o ano de 2011. Agora, episódio inédito, só em janeiro de 2012 (aparentemente dia 09). E a espera será longa, até mesmo torturante. Isso tudo por que Cuffed foi um bom episódio, que deixou aquele gostinho de quero mais no ar.

Castle e Beckett dormindo juntos. Ela, acordando com um sorriso nos lábios. A mão estrategicamente posicionada sobre o peito do parceiro, que dorme tranquilo. O sonho de 11 entre 10 shippers Casckett. Mas, ainda não foi dessa vez. A algema não era um sinal de um jogo pervertido. E a situação não era particularmente engraçada para os envolvidos (embora eu tenha achado muito), ainda que Castle tenha demorado um pouco para entender esse ponto. As marcas de seringa eram um claro indício disso (vamos combinar que Castle aproveitou BEM o momento de verificar as costas de Kate, não é?).

A partir daí, iniciou-se a batalha para reconstituir os passos anteriores ao aprisionamento, de uma forma interessante e bem construída.

E tudo começou em um hotel decadente, com uma discussão Esplaine (eu torço pra eles voltarem rápido, mas achei divertidas as cenas de “não vou dar o braço a torcer”) e com um corpo, abandonado de forma que fosse dificultada a confirmação de sua identidade.

Após uma “rápida” passada pelo drama natalino de Ryan (que, segundo Esposito, seria a prova de fogo de um relacionamento) e pelo necrotério (amei ver mais da Tamala Jones nesse episódio. Por mim, Lanie estaria sempre super presente), Castle e Becket chegaram a casa no Queens. Uma consideração super importante: Castle e Beckett usando o relacionamento de Esposito e Lanie para falar deles próprios. Como eles não conseguem ver? É tão óbvio!

Já dentro da casa, uma pobre senhora enjaulada. Juro que me lembrei de Helena Bonham Carter e sua Bellatrix Lestrange na hora que visualizei a mulher. Ali, eu sabia que alguma coisa muito insana aconteceria.

Castle tentando assumir a liderança, e perguntando para Beckett pra onde ela queria ir foi a 1ª delas. E o suspense cresceu após o interruptor ser acionado. Por incrível que pareça, as coisas pioraram com a luz. Um alçapão inacessível apareceu. E também um freezer. O que estaria escondido dentro dele? Antes de descobrirmos, assistimos A cena. Nunca imaginei que duas pessoas tentando mover um freezer resultaria numa cena tão engraçada, e “quente” (alguém aí tem duvida sobre Castle estar gostando do momento?).

Enquanto Castle tentava abrir o cadeado, Esposito e Ryan buscavam por pistas que os levassem ao paradeiro do casal sumido. Pressionados por Iron Gates, eles buscaram por mais evidências. E essa busca rendeu mais um momento engraçado entre Lanie e Esposito. Ainda bem que Ryan tem tato, senão a situação poderia ter ido para um lado bem diferente do cômico. E, melhor ainda que Ryan tem perspicácia. Poucos pensariam na impressão digital como um “quebra-cabeças”.

Dentro do freezer, facas ensangüentadas, correntes e algemas. Instrumentos de tortura. Alguém esperava por isso? E, fora das paredes enclausurantes, a identidade da vítima – um transportador. E eis que surge Martinez, o agente da narcóticos que forneceu mais informações sobre Spooner. O caminhão utilizado para o transporte foi localizado, mas nada de pistas sobre Castle e Beckett, que falharam em sua tentativa de fugir pelo alçapão, mesmo depois de tanto esforço físico (por que as cenas de Kate nas costas de Rick são sempre tão engraçadas?).

Depois de 27 minutos, os detetives chegaram, finalmente, à casa no Queens. Mas Castle e Beckett já não estavam mais lá. Enquanto isso, Castle pensa em Mad Max e 127 horas como a solução para o problema das algemas. Problema que não seria dele, já que a mão cortada seria a de Kate. Por que será que já não me surpreendo mais com as ideias de Castle?

E quando parecia que tudo já tinha acontecido, eis que no melhor estilo The Hangover, aparece um tigre. Um tigre bem disposto, cheio de apetite. Que terminou o trabalho de Castle e Beckett e derrubou a parede, passando a dividir o cômodo com a dupla (depois de Kate declarar que está pronta para seguir adiante, um tigre aparece para derrubar uma parede. Seria coincidência? Penso que não). Pelo menos o freezer serviu para alguma coisa.

O final do episódio, de certa forma, me lembrou de The Goonies e sua Mama Fratelli (Anne Ramsey). Acho que foi pelo envolvimento de uma “velhinha inofensiva” em todo o esquema de tráfico de tigres em extinção. O importante é que, mesmo que Espo e Ryan (que chegaram ali depois de muita pesquisa) tenham escolhido salvar os amigos das garras do tigre, Iron Gates chegou com os reforços bem na hora, e os três criminosos foram presos. Todos salvos, bem e felizes, e uma nova regra instituída por Gates: todos os detetives devem comunicar o seu paradeiro. As “fugidinhas” de Castle e Beckett precisarão ser mais elaboradas, agora.

E por ora, só nos resta esperar pela “next time”. Que ela se dê de livre e espontânea vontade. Que Castle e Becket fiquem unidos, sem algemas. E já que Kate prefere sem o tigre, que haja algo que o substitua. Alguém aí se importaria que fosse a vontade deles? Eu, não.

Até janeiro!

Castle – Kill Shot

Data/Hora 28/11/2011, 21:29. Autor
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Série: Castle
Episódio: Kill Shot
Temporada:
Número do Episódio: 4×09
Data de Exibição nos EUA: 21/11/2011

Kill Shot foi todo de Stana Katic. A atuação segura da atriz foi o destaque do episódio.

Mas, mais do que para evidenciar a qualidade de atuação de Stana, para mim, Kill Shot serviu para demonstrar quanta coisa mudou em Castle. A trama da noite foi muito bem construída. A história do ‘sniper’ criou tensão e drama na medida certa, e abriu caminho para que Kate discutisse mais sobre o seu trauma, e, finalmente, reavaliasse alguns conceitos e posições.

Saber que pessoas estavam sendo alvejadas, assim como ela, fez da policial durona uma pessoa perturbada. Sim, perturbada. Pelo Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT). A similaridade do caso investigado com seu drama recente fez com que a doença se manifestasse, com força. Kate, abatida, ainda tentou que o estresse ocasionado pelo trauma não interferisse na sua vida, na sua missão de proteger pessoas. Ela começou o episódio negando que os acontecimentos estivessem lhe atingindo pessoalmente, ou mexendo com seu psicológico. Tentou passar firmeza para os colegas, e para ela mesma. Negou, para si, e para os outros. Mas, o TEPT estava ali, e, evidentemente, não a abandonaria sem deixar algumas marcas.

Com o desenrolar dos fatos, foi ficando cada vez mais evidente sua incapacidade de lidar com a trama do atirador. Continuou negando para os outros – inclusive para o terapeuta. Mas já não conseguia negar para si mesma. A cena da bebedeira foi muito bem feita, os efeitos visuais transmitiram uma dramaticidade tresloucada que deixou tudo no tom perfeito. Assim como também foram muito bem feitas, e bem impactantes, a cena do corredor (embora eu esperasse mais dela) e a cena da entrada na delegacia.

A terceira fase foi a de aceitação e enfrentamento. Kate enfrentou, ainda que forçada, o seu medo, seu trauma. Assim, reconheceu, também para os outros, a situação de fragilidade que estava vivendo. E, aceitando e reconhecendo, teve forças para sair daquela situação, envolver-se na investigação, e ser peça chave na solução dos crimes.

O final do episódio foi a cereja no bolo do processo de aceitação. Depois de uma longa jornada, de três temporadas e “meia”, Kate decidiu que não quer mais viver sob a sombra do trauma do assassinato da mãe. Ela está pronta para seguir adiante. Com todas as implicações que esse “seguir adiante” pode trazer. Talvez, até um prenúncio de envolvimento caskett.

A pergunta que não quer calar: quanto afetará Beckett a notícia de que Castle esconde informações sobre o assassinato de Beckett-mãe? Seguramente, a revelação irá causar uma profunda ruptura entre a dupla. Quanto Beckett regredirá, quando souber? A notícia lhe fará voltar a ser “obcecada” pelo assassinato? Muitas perguntas, poucas respostas, inúmeros indícios. Embora não tenha certeza de muita coisa, posso afirmar categoricamente: veremos tempos felizes. Mas, antes da felicidade definitiva, haverá muito drama. (Me senti uma vidente charlatã. Mas precisava dizer isso!).

Mas nem só de Beckett foi feito Kill Shot.

Castle também demonstrou que mudou bastante. Ele se portou de forma muito madura em Kill Shot. Reconheceu sua incapacidade em ajudar, de forma efetiva, Beckett. Soube ler muito bem os sinais que Beckett emitia e, embora muito preocupado com as reações de Kate, respeitou o espaço da parceira, buscando em Esposito o apoio que ela necessitava. Mas, principalmente, permaneceu por perto, para auxiliar no que fosse preciso.

E também descobri, assistindo Kill Shot, que Iron Gates não me incomoda mais – tanto. É claro que nosso relacionamento com ela nunca chegará perto do que tínhamos com o Captain. Que ficamos todos um pouco órfãos com a sua partida. Mas não podemos negar que ela cumpre bem o seu papel. E achei interessante ver que a reação da capitã foi de proteger a população da cidade, em primeiro lugar. O drama pessoal de Beckett passou praticamente batido por Gates. Fosse Montgomery o capitão, sabemos que as coisas teriam sido bem diferentes. Beckett teria sido superprotegida, afastada do caso. E, quem sabe, não confrontaria o próprio medo.

Mas se Castle e Gates auxiliaram Beckett – cada um a sua maneira – quem foi decisivo para a saída de Beckett do fundo do poço foi “Javi”. Por ter passado por um trauma semelhante, Esposito foi quem melhor leu a companheira, e ofereceu exatamente aquilo que ela precisava. Se empenhou ao máximo para desvendar o caso – utilizando-se de seus conhecimentos militares – e forçou Beckett a enfrentar seus fantasmas para, finalmente, exorciza-los. A cena na qual ele força o confronto entre Kate e a arma “que a alvejou” foi ótima. Muitos pontos para Katic e Huertas.

Alexis, apesar de ter aparecido pouco, foi muito importante na solução do caso. Graças à ela, foi possível desvendar a questão dos bonequinhos deixados pelo sniper.

Ryan, Lanie e Marta, apenas estavam ali, para lembrarmos que eles existem e fazem parte da série. Mas, não há do que reclamar. Se tem uma coisa que tem sido positiva nessa quarta temporada é o destaque alternado que os personagens tem recebido. As luzes dos holofotes estão contemplando a todos.

Semana que vem vai ao ar Cuffed, o último episódio do ano. E ele promete muitos momentos Casckett. Certeza que iremos gostar.

Castle – Heartbreak Hotel

Data/Hora 09/11/2011, 19:21. Autor
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Série: Castle
Episódio: Heartbreak Hotel
Temporada:
Número do Episódio: 4×08
Data de Exibição nos EUA: 7/11/2011

Todos nós sabemos que nem só de bons episódios se faz uma temporada. E que praticamente todos os seriados apresentam um que outro episódio filler eventualmente. E Heartbreak Hotel se encaixou perfeitamente em ambas as categorias. Além de ser um filler, não foi um bom episódio. Até teve seus momentos, mas não foi bom.

E acho que o fato de não ter sido bom foi o distanciamento entre Kate e Castle. Depois de Cops & Robbers e de toda a proximidade entre a dupla, os dois mal se cruzaram nesse episódio. O resultado disso: alguns momentos engraçados durante o episódio. Nada mais.

A morte de um dos donos de um cassino dividiu a equipe. Enquanto “os garotos” foram pra Atlantic City, Beckett ficou em NY com Iron Gates.

Em NY, Beckett precisou provar para Gates que é uma policial ainda melhor sem distrações (a.k.a. Castle) por perto. Mas, sinceramente, não vi muito disso. Por que, e corrijam-me se eu estiver errada, praticamente todas as informações importantes pro caso foram conseguidas no “playground da América”. O mais engraçado, falando em NY, foi o comportamento de Gates. Deu pra ver que ela entende perfeitamente o que se passa entre Beckett e Castle, e que, a sua maneira, ela até mesmo shippa o casal. Mas, apesar de confiar na sua detetive, a capitã ainda não confia no “intruso” Castle. Creio que, depois desse episódio, Gates passará a confiar um pouco mais no escritor. Mas não acredito em uma aproximação amistosa imediata.

Se as coisas em NY foram meio chatas, não posso dizer o mesmo dos acontecimentos de Atlantic City. Claro, era óbvio que a diversão acompanharia Castle, que parecia uma criança em uma loja de brinquedos. A empolgação dele com o ambiente do cassino era quase contagiante. Os momentos “Rei do Rock” do nosso escritor preferido foram ótimos. A cena dele sendo arrastado pelos seguranças do cassino até a sala do dono, que o ameaçou com um taco de beisebol, foi hilária. Mas, não podíamos esperar nada menos do que cenas divertidas em se tratando de Castle em um ambiente desses.

Sobre o caso, preciso confessar que achei interessante. Foi cheio de reviravoltas, envolveu desvio de dinheiro, brigas, sequestros e até um namoro bonitinho. Só que, embora tenha achado inesperado, não gostei do final. Vai entender…

Momento pena: alguém mais teve dó de Esposito nesse episódio? Levou bronca de Lannie, não foi escolhido como padrinho de Ryan e não fez sucesso como Elvis. Que dó, que dó, que dó!

Pra finalizar, sabem do que gostei de verdade? De Alexis. Achei divertida a forma como ela tentou esquecer o rompimento com Ashley. Ela tentou ser diferente, menos certinha. Fazer coisas que não fazem parte de sua personalidade. Mas, no final das contas, a “boa e velha” Alexis retornou, colocou um final na festa e correu para esconder as evidências de seu “deslize”. Bem engraçado!

Semana que vem não tem episódio inédito. Castle retorna dia 21/11, com Kill Shot, que promete muito. Quer saber por quê? Então, se quiser colocar sua sanidade em risco, novamente, assista a promo. Até mais!

Castle – Cops & Robbers

Data/Hora 02/11/2011, 18:54. Autor
Categorias Reviews


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Série: Castle
Episódio: Cops & Robbers
Temporada:
Número do Episódio: 4×07
Data de Exibição nos EUA: 31/10/2011

Estávamos todos ansiosos por Cops & Robbers, 7° episódio da temporada de Castle. Àqueles “aficionados” por spoilers, os vídeos promocionais ficaram com o coração na mão – e com um sorriso no rosto. E até mesmo aqueles que preferiram não se arriscar, em busca de dias tranqüilos e menos surtantes, certamente tinham altas expectativas em relação ao episódio. E, como vocês sabem, episódios que envolvem grandes expectativas, geram ou amor ou ódio. Em qual lado do muro estaria Cops & Robbers?

Do lado do amor, obviamente. Foi amor puro. Muito amor. Amor em demasia. E não estou me referindo apenas ao amor entre Castle e Beckett não. Estou me referindo ao amor que todos nós, fãs, estamos sentindo por Marlowe e companhia. Dos sete episódios já exibidos nessa 4ª temporada, achei cinco ótimos. Dos dois restantes, desgostei apenas de um (Head Case). E sei que boa parte dos fãs gostou de todos. Então, repetindo os elogios que fiz na temporada passada, preciso ressaltar a regularidade de Castle. Uma série que se nivela por cima.

E por que digo isso? A promo e os sneeks de Cops & Robbers já haviam entregado o plot do episódio: Castle e Martha seriam feitos reféns em um assalto a banco, e a missão de Kate seria libertá-los. Mas, ainda assim, o episódio foi bastante surpreendente. E que série consegue “entregar o ouro” antecipadamente e ainda assim manter os espectadores sem piscar durante mais de 40 minutos? Poucas, certamente.

O caso não foi de um simples assalto a banco. Foi um ataque orquestrado por um pai criminoso e abusivo, que queria acesso ao cofre de sua sogra, para localizar a esposa e o filho. O mentor do assalto fez, inclusive, o papel de refém epilético. E o fez muito bem, já que o seu comportamento descontrolado deu um toque de suspense, deixando no ar que em qualquer momento ele poderia surtar e causar a morte de algum dos reféns. Na cena do “ataque epilético”, inclusive, eu tive certeza que Castle seria baleado. Em outros momentos, a minha certeza é que o alvo dos disparos seria a refém grávida. Mas, no final das contas, contrariando meus piores prognósticos, todos os reféns “de verdade” saíram sãos e salvos.

Também foram surpreendentes, de certa forma, os momentos de comédia. Quem imaginou que Martha seria paquerada pelo antes sisudo gerente do banco? Inclusive, eles trocaram contatos no final do episódio. Será que veremos, em breve, Martha de namorado novo?

Mas sabe o que me surpreendeu, de verdade? A ausência completa de abraços e/ou beijos. Tá, ok. Sei que a expectativa por um beijo era produto da minha mente shipper descontrolada. Inclusive quando eu alardeava “vai ter beijos em Cops & Robbers”, uma amiga prontamente repelia a ideia. Mas um abraço era até mesmo previsível. E não aconteceu. Isso significa que o episódio não teve momentos shipper, ou deixou menos evidente o enorme amor entre Castle e Beckett? De forma alguma.

Isso por que o episódio foi recheado de momentos fofos. Já no início do episódio, quando Castle liga para Beckett, pedindo que ela diga que precisa dele, e a detetive fica com aquela cara de “fui descoberta”, ficou evidente que o episódio seria um episódio de amor. E um episódio do amor de Beckett. Um episódio no qual teríamos noção da intensidade do sentimento dela por ele. Sei que ninguém esperava que Beckett fizesse menos que o impossível para salvar o escritor. Mas o comportamento de Kate foi bem marcante. Ela temeu fazer a negociação com os ladrões, por falta de conhecimentos técnicos. Mas quando teve que aceitar o papel, submeteu-se às ordens do responsável pela operação, para não prejudicar as negociações. Quando viu que a estratégia estava falhando, deu o recado para o líder dos “médicos”: caso algo acontecesse, ela mesma meteria uma bala na cabeça dele (em tempo: Stana kick ass! A atriz esteve perfeita no episódio). Kate aceitou os riscos e se ofereceu para, passando-se por paramédica, entrar no banco. Tudo para ter contato com Castle, e tentar ter um panorama mais real da situação. E os olhares entre ambos, nessa cena, foram um show a parte.

Kate ainda enfrentou uma certa “birra” de Alexis, que estava um pouco resistente à detetive no começo do episódio. E passou pelo pânico da explosão da bomba, sem saber se os reféns haviam morrido. No final do episódio, Beckett foi “aceita” pela família de Castle, em uma cena que indica como pode ser a tônica do relacionamento de Beckett com Martha e Alexis quando ela e Castle finalmente estiverem juntos. O abraço de Martha na detetive foi lindo, demonstrou afeto verdadeiro. E todas essas foram cenas ótimas, é claro. Mas pra mim (e creio que pra praticamente topo mundo) o ápice de Cops & Robbers foi a cena do “resgate”. O olhar de Castle indicava o “eu já sabia”. Foi como se em nenhum momento da tensa situação ele tivesse deixado de acreditar que sua “parceira” o salvaria. E o olhar de Beckett, de profundo sentimento, indicava o alívio por não ter falhado, por não ter perdido o homem objeto de todo o seu amor. Acho que prendi a respiração enquanto eles estavam um de frente para o outro. Se eu fechasse os olhos, poderia ver o beijo acontecendo naquele momento. Mas, Martha, agindo contra o casal, e contra todos os fãs, clama pela atenção da detetive. Poxa, Martha? Por quê? Não fosse ela uma personagem tão querida, teria entrado para a minha listinha negra.

Mas, embora não tenhamos visto beijo, nem sequer abraços, vimos sentimento de sobra. Pra dar e vender. E isso é suficiente, por enquanto.

Castle também foi um espetáculo a parte. Mesmo em situações de risco ele consegue ser perspicaz e engraçado. Ele assumiu a liderança do grupo de reféns, acalmou as pessoas, enfrentou os assaltantes, fez piada com a situação (as piadinhas com médico foram super divertidas). Percebeu que algo não estava normal, e, mesmo sob a mira de armas, conseguiu se comunicar com Kate e auxiliar nas investigações. Por isso, sua brincadeira no final do episódio não foi mais que uma constatação.

De Esposito e Ryan vimos pouco. Mas, mesmo assim, uma das melhores cenas foi entre eles. É, definitivamente Ryan está cada dia mais Castle Jr.

Outra que não teve tanto destaque foi Alexis. No entanto, ela mostrou a que veio. Interpretou o papel de filha e neta angustiada muito bem. Assim como fez com o papel de namorada desesperada, desamparada e, finalmente, desiludida. Achei ótimo ver Alexis sendo a menina de fibra que conhecemos. O namoro com Ashley já acabou tarde. E sim, nós acreditamos que ela ficará bem, e que sua trajetória dentro do seriado será bem mais interessante a partir de agora, como já foi um dia.

Finalizando, preciso dizer que o brilhantismo de Castle foi agraciado pela audiência. Segundo o TV by the Numbers, em uma segunda-feira de Halloween, o único seriado a não perder audiência foi Castle. Mais que isso. O seriado ganhou mais dois milhões de espectadores. Um presente àqueles que nos agraciaram com um ótimo episódio.

Semana que vem, vai ao ar Heartbreak Hotel. E, para a infelicidade da galera dos comentários, Iron Gates estará de volta. Mas tenho certeza que, ainda assim, todos estão ansiosos pela próxima segunda-feira. Por que será?  

Especial: as melhores fantasias de Halloween

Data/Hora 30/10/2011, 23:44. Autor
Categorias Especiais


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A festa de Halloween remete à uma série de antigos valores da cultura bárbaro-cristã que se forma na Europa Medieval. Os celtas, antigo povo que habitava as Ilhas Britânicas, acreditavam que o mundo seria ameaçado na véspera da festa de todos os santos no dia 1 de Novembro, pela ação de terríveis demônios e fantasmas. O feriado nasceu como uma preocupação simbólica onde a festa cercada por figuras estranhas e bizarras teria o objetivo de afastar a influência dos maus espíritos. As fantasias e máscaras seriam uma forma de evitar que fossem reconhecidos por espíritos que vagam neste dia.

E foi pensando nessas fantasias que a equipe do TeleSeries resolveu fazer um apanhado de algumas bem engraçadas e outras inesquecíveis. Relembre conosco algumas fantasias usadas por personagens de seriados de TV e ao final entre na brincadeira e revele qual fantasia você usaria na festa de Halloween. Clique aqui para continuar a leitura »

Castle – Demons

Data/Hora 27/10/2011, 08:13. Autor
Categorias Reviews


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Série: Castle
Episódio: Demons
Temporada:
Número do Episódio: 4×06
Data de Exibição nos EUA: 24/10/2011

Demons. Um episódio clássico de Castle. Com os elementos que nos fizeram adorar a série, e com muitos momentos de diversão, a marca registrada do seriado. Enfim, um ótimo episódio.

Fantasmas e caça-fantasmas. Quase posso ouvir a músiquinha de Os Caça-Fantasmas, o clássico da sessão da tarde, na minha cabeça (Who you gonna call? Who you gonna call? Who you gonna call? Ghostbusters!) quando penso no episódio. Adorei o caso da semana. De verdade. Achei ótima a forma como o tema foi explorado. Levemente, com muita diversão. Adorei a divisão da equipe entre os crentes (Ryan e Castle) e os céticos (Esposito e Beckett). Foi interessante ver cada dupla “puxando a brasa pro seu assado”, e alternando explicações místicas e racionais pros acontecimentos da casa. E, achei legal que, no final das contas, houve uma certa trégua entre os líderes das “correntes de pensamento”, e Beckett acabou admitindo que até poderia ter havido alguma participação sobrenatural nas investigações. Desde que ela não tenha sido de um demônio.

Outro ponto positivo do episódio foi a mescla da equipe. Nessa temporada temos visto outras duplas em ação, que não Castle e Beckett. Nesse episódio, foi a vez de Castle e Ryan investigarem juntos, enquanto que Beckett e Esposito fizeram dobradinha. Essa nova divisão proporcionou bons momentos. Especialmente aquele no qual Beckett dá AQUELA olhada pra Ryan e Castle, que saem correndo e meio atordoados.

E falando em dobradinha, Demons teve um encontro duplo. Duas mulheres adoráveis, dois homens gentis e fofos. Dois casais apaixonados. Nada poderia dar errado, correto? Não! Jenny + vinho = Esplaine “no telhado”. É, é esse o efeito que a pergunta “Vocês casam quando” tem em muitos casais. Torço muito pra que Lanie e Esposito acertem os ponteiros e voltem a ficar juntos. Eles são engraçados e fofos juntos, então tem toda minha torcida. E por falar em fofura, tivemos mais uma prova de amizade entre Ryan e Esposito. Achei bonita a cena da “sala secreta”, de Ryan dizendo pro parceiro que sentia muito pelo término e que ele estaria ali pra que precisava. Pena que uma lâmpada nova colocou final na cena!

Ainda falando dos momentos bonitinhos de Demons, gostei bastante das cenas entre Castle e Alexis. Sempre adoro as tentativas de Castle de ser o pai conselheiro. O que foi ele dizendo pra Alexis que ela não podia ficar esperando por Ashley e largar tudo e sair correndo sempre que ele precisasse dela, simplesmente pra fazer exatamente isso quando Kate ligou? Ri demais. No final das contas, ainda que o conselho tenha sido no melhor estilo “faça o que eu digo, não faça o que eu faço”, Alexis acabou modificando um pouco seu comportamento. Mas o abraço do pai foi mais útil do que suas palavras, para a adolescente.

Por falar em rir muito … ri muito de Castle em Demons. A forma como ele acredita na coisas me fascina. Nesse episódio, mais uma vez, Rick parecia uma criança falando de doces toda vez que falava sobre os fantasmas e seus caçadores, sobre casas mal assombradas e demônios. Sem contar as cenas de “pavor”, nas quais Castle grita histericamente e faz caretas hilárias, enquanto que Beckett mantém a calma, e age com certa indiferença.

A cena de Castle e Beckett procurando pelo cômodo secreto foi inteira divertida. Kate enrolando Castle com a história da cabana mal assombrada da infância? Divertido. Rick pegando “não nas pernas” de Kate? Divertido. Castle gritando como uma menininha por causa do cadáver que caiu sobre ele? Muito divertido.

E é por tudo isso que Demons é um dos meus episódios favoritos da temporada. Estou inclinada a pensar, inclusive, que ele é o favorito, até aqui. E estou ainda mais inclinada a acreditar que na próxima segunda-feira ele perderá o posto para Cops & Robbers. Que saber por quê? Confira vídeos do próximo episódio aqui e aqui. Mas já aviso, é por sua conta e risco! Quando você tiver problemas para conter a ansiedade, nessa semana, não vá dizer que eu não avisei.

‘Two and a Half Men’ e ‘Hart of Dixie’ recuperam audiência nos EUA


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Nesta segunda-feira Two and a Half Men, que estava com uma audiência decrescente desde sua season premiere, inverteu o jogo e conseguiu 15,5 milhões de telespectadores nos EUA. O seriado teve 650 mil telespectadores a mais do que na semana anterior. A comédia Mike & Molly, também continua em alta e teve 12,7 milhões espectadores. Já How I Met Your Mother e 2 Broke Girls tiverem 9,9 milhões e 11,5 milhões de telespectadores respectivamente.

Hart of Dixie, do canal The CW, é outra que se recuperou e teve cerca de 2 milhões de telespectadores – e vai se mantendo como a série estreante mais assistida do canal.

No final da noite, Castle, da ABC, superou Hawaii Five-0, da CBS, com uma pequena diferença, ambas na casa dos 11 mil espectadores. Hawaii Five-0, no entanto, tem melhor desempenho entre o público de 18 a 49 anos, o favorito dos anunciantes. Hawaii Five-0 marcou 3,3 pontos e Castle teve 2,5 pontos.

Fontes: Deadline e TVLine

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