TeleSéries
[ESPECIAL] Qual o seu tipo de mãe?
13/05/2012, 11:02.
Redação TeleSéries
Especiais
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Mãe é tudo igual? Ah, se você acha isso é porque não conhece as matriarcas do mundo das séries. Cada uma do seu jeito, com suas particularidades, são mães… protetoras, más, amigas, loucas. Descubra qual o seu tipo de mãe e compartilhe a sua opinião!
A mãezona – Cindy Walsh (Barrados no Baile / Beverly Hills 90210)
Pensa numa mãe com cara, voz, jeito e comida de mãe. Pois é, como não lembrar de Cindy Walsh? Uma dona de casa exemplar, boa esposa e sempre preocupada com o bem estar dos filhos Brenda e Brandon, ela é a personificação de mãe. Em alguns momentos podemos até achá-la chata, mas na verdade (assim como a própria Brenda descobre depois de conhecer a mãe da Kelly) ela é mãe de verdade. Acolhedora, amorosa e com o típico coração de mãe, no qual sempre cabe mais um, inclusive os amigos problemáticos dos filhos. (Mirele Ribeiro)
A amiga- Lorelai Gilmore (Gilmore Girls)
Talvez a Lorelai tenha tido a Rory muito cedo. Talvez a ausência do resto da família tenha aproximado as duas. Talvez seja o DNA ou bom gosto compartilhado. Talvez sejam apenas mãe e filha, que de tão parecidas tornaram-se uma. Lorelai Victoria e Lorelai Leigh (Rory) eram amigas, a cima de tudo. A relação das garotas Gilmore era de dar inveja para muito gente. Afinal, quem não gostaria de ter uma mãe que sabe exatamente o modo que você pensa? Sabe quem é sua banda preferida ou livro preferido? Uma mãe que cuida da filha na primeira ressaca e divide segredos sobre namorados? A mamãe Gilmore era isso tudo, e mesmo sendo amiga da filha, nunca deixou de ser mãe. (Maria Clara Lima)
A poderosa – Alicia Florrick (The Good Wife)
Alicia Florrick começou The Good Wife como uma mulher frágil, humilhada pelo marido e submissa. No entanto, três temporadas depois a nossa mãe poderosa virou o jogo, voltou a trabalhar, se separou, sustenta a casa e ainda cuida dos dois filhos adolescentes Grace e Zach. Ela enfrenta juízes e outros advogados diariamente, mas larga tudo para tirar os filhos dos costumeiros problemas. Mas isso não impede que a mãe poderosa namore, ainda que escondido.No fundo Alicia só quer ser feliz, e mais que tudo, uma ótima mãe para Zack e Grace. (Aline Ben)
A adotiva – Meredith Grey (Grey’s Anatomy)
A guerreira – Karen Roe (One Tree Hill)
Mãe solteira e jovem. Na verdade, não só isso. Grávida no último ano do colégio e abandonada pelo namorado. Simples? Some agora o fato de morar numa cidade pequena e ainda ter que lidar com a existência da família que o pai do seu filho construiu com outra depois que te deixou. Karen lidou com tudo isso e criou seu filho dignamente. Abriu mão dos planos e sonhos para ser uma boa mãe. Decidida e batalhadora se tornou uma empresária, um porto seguro para o filho Lucas e um exemplo de que por mais frágil que seja uma pessoa, quando se é mãe, ela pode ser mais forte que tudo no mundo. (Mirele Ribeiro)
A perfeita (para os outros) – Bree Van de Kamp (Desperate Housewives)
Bree sempre foi escrava das aparências, por isso, para os vizinhos e amigos sua vida parece perfeita, assim como suas habilidades como mãe. Apesar de atitudes duvidosas para educar, nada do que ela faz é propositalmente ruim, nem mesmo abandonar seu filho na estrada sem nada. Tudo é um reflexo da forma como Bree foi criada para conduzir sua vida, como bem vimos no flashback desta última temporada. E mesmo com as péssimas escolhas, que ela considera adequadas, para educar, Bree sempre aprende com seus erros, o que levou a personagem a se tornar uma mãe melhor para seus filhos. (Beto Carlomagno)
A conselheira – Martha Rogers (Castle)
Jogue a primeira pedra quem assiste Castle e não se encanta com cada aparição de Martha. Ela é difícil de se classificar. Ela é atriz, extravagante, mas ao mesmo tempo elegante. Foi enganada pelo ex-marido e perdeu tudo que tinha. Acredita que é uma estrela famosa da Broadway, mas passa a maioria do tempo entre papeis de pouca expressão, tentativas de alcançar os holofotes e copos de vinho. E apesar de arrastar a neta para suas mais cabulosas programações e levar o filho à loucura, também é super protetora e muito conselheira. Definitivamente, Martha é uma parceira para todas as horas. (Aline Ben)
A de primeira viagem – Temperance Brennan (Bones)
Atenção todos os leitores. Mães de primeira viagem costumam ser descontroladas. E mesmo a Dra. Bones não segurou a compostura e mostrou como é ser mãe pela primeira vez do jeitinho que todas são: super protetora, apaixonada, insegura e louca! Brennan não consegue ficar longe da sua filha Christine, e espera nunca cometer o erro de seus pais que a abandonaram quando ela era adolescente. O apego da Brennan é normal. Ao menos é o que dizem por aí. Normal ou não, sem dúvida alguma a Bones é uma mãe de primera! (Maria Clara Lima)
ABC anuncia a renovação de diversas séries
10/05/2012, 22:31.
Anderson Narciso
Notícias
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O canal ABC acabou de anunciar a renovação – já previstas pelos fãs – de seus principais shows de drama e de comédia. Antecipando a apresentação de sua Upfront, que ocorrerá na próxima terça-feira, em Nova York, o canal anunciou a renovação das comédias Modern Family, Suburgatory e The Middle.
Os dramas Grey’s Anatomy, Revenge e Castle também foram oficialmente renovados, seguindo o destino de Once Upon a Time, que teve sua renovação adiantada hoje mais cedo por de um seus produtores, através do Twitter.
Todas as séries renovadas terão temporada completa.
GCB, Missing e Body of Proof ficam, portanto, na bolha de cancelamento, junto com The River – praticamente cancelada –, e Happy Endings e Last Man Standing – ambas com boas chances de renovação.
Com informações do EW.
Castle – Always
08/05/2012, 20:20.
Mariela Assmann
Reviews
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Como promessa é dívida, cá estou eu. Escrevendo essa review ainda no calor do momento – e que calor, e que momento – para dizer que Always foi um ótimo episódio. Que apesar de tratar do “plot principal” da morte de Johanna Beckett, o fez sob outro ângulo. É claro que a investigação foi mostrada, e o caso era instigante e interessante, afinal todos queríamos descobrir a identidade de quem ousou mandar uma bala no peito de Kate. Mas o episódio foi muito mais sobre a detetive aceitando seguir adiante, aceitando suas limitações frente ao poder do “lado do mal”. E dando novo peso para as coisas da sua vida. Kate Beckett não é mais uma mulher presa ao passado – todas pira!
Mas, antes de falar do episódio em si, preciso falar – rapidamente, prometo – dessa quarta temporada. Não foi uma nem duas vezes que vocês me “ouviram” reclamando, dizendo que as coisas estavam lentas, que histórias estavam sendo requentadas. Que essa 4ª temporada não era tudo aquilo que tinha sido a 3ª. E depois da exibição de Always, tenho certeza que muitos de vocês pensaram “pagou com a língua” ou “vai ter que se retratar”. Continuo pensando que a 4ª temporada poderia ter sido bem melhor que foi. Que alguns casos foram muito desinteressantes, para o padrão Castle. Que houve excesso de enrolação, sim – embora agora, olhando para trás, eu consiga entender um pouco melhor o andor lento da carroça. E episódios brilhantes, como Rise, Cops & Robbers, Kill Shot e Always não mudam isso.
Sei que vocês estão pensando “como ela é chata”. E sou mesmo. E além disso, exigente. E mimada por Castle. Porque as 3 primeiras temporadas foram ótimas, e vieram num crescente lindo. E, pra mim, a 3ª foi a melhor delas. Eu esperava que a 4ª temporada elevasse tudo isso à enésima potência, e o fato da ABC promover lindamente suas séries não me ajudou muito (seus trolls, parem de fazer promos lindas e mirabolantes, ou sites que são mentirosos). Criei expectativas e muitas vezes não recebi o que esperava. Problema meu, é óbvio. Mas como escrevo pra vocês, prefiro deixar tudo bem claro. Isso significa que não curti a 4ª temporada? Longe disso, continuo gostando de Castle, e muito. Continuo achando os casos consistentes, rindo e chorando com o show. E, obviamente, shippando, e me contentando com as migalhas que prometi varrer para o lixo.
Quer dizer, eu me contentava com migalhas. Por que o que tivemos em Always foi um lauto banquete. Não tem como reclamar do andamento que a história teve no episódio. Inclusive, como já vinha falando nas últimas reviews, acho que o “rompimento” da dupla serviu muito bem para dar a chacoalhada que as coisas precisavam, mudar a dinâmica que estava enraizada na mesmice. Castle e Beckett foram até o fundo do poço (exagerada sou eu). Mas eis que lá, inteligentemente, tinha uma corda com nós (porque se fosse uma mola ou uma escada, a subida seria muito fácil e pouco emocionante). E os dois foram escalandos, ora solo, ora juntos. Na subida, as feridas se abriram. E doeram. E todo esse processo fez com que quando eles sairam do poço, as coisas não fossem mais as mesmas. As cicatrizes do processo os modificaram, os amadureceram. E os deixaram prontos para dizer aquilo que deveria ser dito e, sobretudo, para serem um casal – ainda que por uma noite.
E foi magnífico ver o encerramento do processo da Beckett. Ela saiu de um universo no qual resolver a morte da mãe era a coisa mais importante, ainda que sem ter uma vida, propriamente dita; para outro no qual ela quer viver, em plenitude. Ela compreendeu a importância de Castle na vida dela. A magnitude dos sentimentos – do amor companheiro, porém quente, de Rick; do amor urgente, represado, dela. E ela escolheu ter isso na sua vida. Porque sem isso nada mais teria sentido – nem mesmo a resolução do crime. É muita coisa, não é? Muita mudança. As palavras de Alexis, que também vive um processo de transição e reavaliação de prioridades, foram perfeitas para o momento de Kate. Coroaram a linda cena da detetive decidindo que nada mais daquilo importava mais. Porque quando a pessoa está pendurada em um prédio e só pensa em ficar com a pessoa amada, alguma atitude precisa ser tomada. E ela foi.
Foi de cortar o coração ver Kate voltando sozinha – e na chuva – nos balanços que ela frequentou com Rick. Castle foi duro com ela, talvez como devesse ter sido há muito tempo. Mas dizem por aí que o amor tudo revela, e praticamente tudo perdoa. Só não suporta ver o processo de “morte” da pessoa amada. Foi demais para Castle. E foi demais para Beckett. Porque ela só conseguia suportar esse processo todo em razão de dividí-lo com o escritor. Por isso a urgência no “invadir” o apartamento de Castle, se desculpando e o beijando. Por que ali ela deu vazão a um sentimento há muito represado. O muro caiu e as águas fluiram. Rolaram, invadiram, inundaram.
E nem aquela fechada de porta nervosa foi capaz de impedir o tsunami que viria a seguir. Parabéns aos atores e à produção pela cena. Ficou nada menos que perfeita. Linda mesmo. Esteticamente, inclusive. Ficou bem quente, mas não apelativa. Ficou fofa – e a pegada de mãos deixou claro que é paixão, mas também é amor. Espero que vejamos mais 200 milhões de cenas como essa, na série. Repitam esse plot, produtores. Prometo não reclamar.
Agora a dúvida que fica é sobre como as coisas se desenvolverão, a partir daí. Eu achava que eles se tornariam um casal, mas logo romperiam, já que o segredo de Castle viria a tona. Mas Kate já sabe e, como ela mesma disse, nada disso importa mais. Então, aposto que o início da próxima temporada mostrará eles tentando achar o tom do relacionamento. Óbvio que nem tudo serão flores, haverá tensão de sobra. Mas creio que teremos nosso shipper como casal, pelo menos por um tempo. E nos deleitaremos com inúmeros momentos entre eles.
Pronto, eu poderia parar por aqui e creio que ninguém reclamaria. Mas pra ninguém pensar que esqueci de um pedaço do episódio, vamos dar uma comentadinha sobre o caso.
Houve pouca evolução, apenas a identidade do atirador foi descoberta. E teve aquele cliffhanger com a possível morte do tiozinho amigo do Castle (só consigo pensar nele assim), que deixou todo mundo de coração na mão, já que Beckett ficaria bem desprotegida caso ele morra. Aí, vai ser tudo com Castle mesmo – e com Javi e Ryan (to com dó dele, ainda), óbvio). Mas acho que a proposta de Always não era evoluir muito na história, mesmo. Mas sim mostrar a reação de Beckett à ela. Propósito completamente diferente de Knockout, por exemplo. Portanto, duas grandes season finales, muito diferentes entre si, embora parecidas.
Pra próxima temporada, a promessa que o pai de Castle será introduzido na história. Ele deve estar ligado de alguma forma à morte de Johanna, ou a manutenção da vida de Beckett. Não consigo pensar nesse plot de outra forma, a não ser que comecem a introduzir um novo caminho dentro do seriado e não foquem apenas nesse drama misterioso. Ainda não sei o que pensar.
Mas terei cerca de quatro meses para isso. Outro hiato chegou, e com ele a saudade e o questionamento “o que farei 4 meses sem Castle?”. Rever, re-surtar, re-teorizar. Criar novas teorias. Fazer tudo isso de novo. E aguardar, ansiosamente, a liberação do material promocional da 5ª temporada. Quando menos esperarmos será dia de season premiere, que continuará de onde Always parou. Até lá, nos “vemos” pelas redes sociais. Obrigada pela companhia, pela audiência. E que venha a próxima temporada.
P.S.1: esse P.S. foi só pra justificar o uso da imagem acima. Foi mal!
Castle – Headhunters e Undead Again
04/05/2012, 17:20.
Mariela Assmann
Reviews
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Estou muito em dívida com os leitores das reviews de Castle. Meu tempo diminuiu consideravelmente nas últimas semanas, e acabei não tendo muita disposição para escrever. Mas as coisas estão entrando nos eixos, o que significa que a review da finale sairá rapidíssimo. Podem cobrar. Então, como não falei de Headhunters, vou dar uma comentada – rápida e básica – sobre o episódio, antes de falar de Undead Again.
Em Headhunters tivemos a aguardada participação de Adam Baldwin, que dividiu com Nathan Fillion os sets de gravação de Firefly. O ator deu vida ao detetive Ethan Slaughter, o novo parceiro – temporário, graças! – de Castle. E essa parceria só foi possível porque a dinâmica de Castle e Beckett ficou bem comprometida após o escritor descobrir que ela lembra da declaração de amor.
O episódio foi uma comédia só. A dinâmica entre a dupla Slaughter e Castle foi ótima, e rendeu cenas divertidas e engraçadas. O detetive Ethan tem métodos bastante diferentes de investigação, e a coisa ficou tão séria que foi preciso aquela intervençãozinha básica de Beckett pra livrar a cara – e garantir a sobrevivência – de Castle. E, ainda por cima, pra garantir que um inocente não fosse parar atrás das grades.
Mas a intervenção de Beckett não significou que as coisas voltassem ao normal entre nossa amada dupla. E em Undead Again Castle parte para aquela que promete ser sua última investigação junto de Kate. E isso só porque Martha cobrou maturidade do filho, alertando que sua ausência nada mais era do que uma forma de punir Beckett pela dor que ele estava sentindo. Senão ele teria ficado em casa, fazendo birra.
Foi, mais uma vez, um episódio divertido. É sempre tão engraçado quando Castle embarca nas teorias furadas que ele cria, nem que seja apenas para ver Beckett contrariada – como ele mesmo confessou para Ryan. O caso foi interessante, e no final das contas o culpado era o playboy, e não o zumbi. Mas durante a investigação pudemos viver todo aquele clima The Walking Dead com recursos financeiros limitados e nos divertir bastante. É cada filosofia de vida que aparece em Castle…
E Castle, que se dedicou ao máximo para encerrar satisfatoriamente as investigações do seu último caso, permaneceu. Porque assim como quem não quer nada Beckett achou um jeitinho de pegar um gancho numa fala sobre terapia e dizer para Castle que através dela conseguiu lidar com tudo – sim, TUDO – que aconteceu no fatídico dia do tiro, e que aquele famoso muro já não é tão mais resistente assim. É, ela não retribuiu o eu te amo, ainda. Mas deixou bem claro para Castle que a assimilação de todos aqueles eventos levou um tempo, mas que o processo está encerrado.
Ou seja, as coisas estão mudando entre eles. Evoluindo. Sairam daquela mesmice que eu tanto mencionei. Agora só não pode haver retrocesso. Ainda que nada aconteça entre eles, a dinâmica não pode voltar para aquele antigo “raspas e restos me interessam”. Por que não nos interessam mais. (Exagerei, interessam sim. Mas se quiserem servir a refeição completa, não me oporei).
Outra coisa que mudará, agora, é a dinâmica entre Castle e Alexis. A garota definitivamente cresceu, e é chegada a hora de ir para a faculdade. E o distanciamento exige amadurecimento de Castle, também. Ele precisará respeitar o espaço da filha, que é também sua maior parceira de brincadeiras. E vai ser bem interessante acompanhar essa nova fase de Alexis na 5ª temporada, e ver as reações de Castle e Martha à ela.
Na semana que vem, o último episódio da inconstante – para mim – 4ª temporada. Assisti a promo e posso afirmar que o episódio promete – e muito. Se entregar tudo aquilo que está vendendo, deve ser o melhor da temporada, e ainda nos deixar ansiosos por setembro. Então, até semana que vem!
P.S.: em menos de duas semanas a ABC deve anunciar os cancelamentos e renovações. A renovação de Castle é dada como certa, e os altos índices de rating e de audiência do seriado fazem os fãs respirarem mais aliviados.
Castle – The Limey
06/04/2012, 14:03.
Mariela Assmann
Reviews
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Em The Limey, Lanie disse tudo aquilo que os fãs de Castle queriam dizer para Beckett. Ela foi a voz do fandom. Se eu já amava a legista, agora sou completamente apaixonada por ela. O papo entre as duas amigas sintetiza o sentimento de muitos dos fãs do seriado: chega de enrolação. Mas ainda não foi dessa vez. Não da forma como esperávamos.
As palavras de Lanie confrontaram a detetive. Kate se viu compelida a agir, a arriscar, a dar um passo adiante no relacionamento entre ela e Castle (afinal, o que eles tem? Um mega rolo). Finalmente, Beckett pensou em tomar a dianteira, já que os sentimentos de Castle por ela são muito óbvios, assim como o são os sentimentos dela por ele. Kate resolveu abrir seu coração, já que Castle já não é mais aquele fanfarrão que anda com uma mulher pendurada em cada braço. Depois das palavras de Lanie, a detetive decide que é aquele o momento de fazer a revelação. E aí…
… não mais. Castle, procurando superar o trauma da “rejeição”, voltou para a fase “loirosa a tiracolo” e ficou exibindo a comissária de bordo por aí. Ou melhor, esfregando a menina na cara de quem estivesse por perto. Aquele Castle canastrão e mulherengo da 1ª temporada esteve de volta. Compreensível? Creio que sim. Ele não imagina que magoa ou ofende – tanto – Beckett com esse comportamento. Pra mim, ele está apenas tentando passar a imagem de um homem completamente feliz com sua companhia “divertida e descomplicada”. É a sua forma de lidar com as coisas, ainda que isso signifique esperar Martha arrumar a lancheira e brigar com os coleguinhas da pré-escola (o que também pode explicar a lentidão de Rick em compreender que todas as frases e ações de Kate gritam o ciúme que ela sente).
E a dinâmica dos dois (sim, eles costumavam ser melhor do que isso) mudou. Já não há mais oferta de café, já não há mais momentos fofos. Um não completa mais as frases do outro, e as teorias para a resolução dos casos não estão mais afinadas. Eu dizia que as coisas entre eles precisavam mudar. Até clamava por isso. Pois bem, mudaram. E em The Limey o plot até que funcionou bem. E credito isso, também, à presença do gatíssimo Agente Bauer (desculpem-me, só consigo pensar nele assim). Assim, não foi aquele velho repeteco do triângulo amoroso. Houve, no episódio, uma prévia de um quadrado amoroso.
Eu ansiava por um embate, então fiquei um pouquinho decepcionada. Mais uma vez ele não veio. Mas houve evolução, então a decepção não foi a mesma de outras vezes. Digo e repito: as coisas não podiam continuar na mesma. Aceito até mesmo uma ruptura temporária, mas não mesmice. E The Limey não foi mais do mesmo, definitivamente.
Eu gostei do caso, também. O charmoso e desenvolto consultor da Scotland Yard foi uma ótima companhia para Beckett. A linha de investigação deles foi bem interessante, e os dois tiveram momentos divertidos. Mais do que isso: a química entre ambos rendeu. As cenas do baile foram ótimas, e aparentemente o agente inglês conseguiu captar um pouco da essência da reservada Kate. E eu não esperava, mesmo, que tudo fosse acabar em uma vítima investigadora do tráfico internacional de armas que vitimou seu amado, e com o envolvimento da embaixada. As reviravoltas foram interessantes, mas um pouco naquele estilo “perdi alguma coisa importante para ligar o ínicio do caso à sua solução?”. Mas senti um ar de filme de “Bond. James Bond” que me manteve interessada do início ao fim. E adorei que Kate, num momento “Bond Girl” total, aceitou o convite para um drink. Super glamuroso. Pena que essas cenas não foram ao ar.
O próximo episódio de Castle vai ao ar em 16 de abril. Em Headhunters, a dinâmica entre a dupla mudará ainda mais. É no episódio que vai ocorrer a participação de Adam Baldwin, como o detetive Ethan Slaughter. Quem é ligado nos spoilers, sabe no que essa participação resultará. Quem prefere a surpresa na hora do episódio, aguentará esperar até lá? Quem viver, verá.
P.S.1: por que o homem negro precisa ser o mendigo? Ri muito da colocação de Espo, como de costume.
P.S.2: alguém mais ficou feliz em saber que Esposito e Lanie ainda tem seus momentos? Seus lindos!
P.S.3: a audiência do seriado está se mantendo na casa dos onze milhões. Muito bom.
Castle – 47 Seconds
28/03/2012, 21:43.
Mariela Assmann
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Ele sabe. Mas ela não sabe que ele sabe que ela sabe. Essa é a nova dinâmica de Castle, instaurada após a descoberta de Rick em 47 seconds. E apesar de eu desejar – sim, a palavra é essa – que um embate casckett ocorresse quando o segredo viesse à tona, achei bastante compreensível a postura de Castle.
Tenho lido muitas opiniões nas redes sociais no sentido que o escritor deveria ter procurado a detetive após tê-la ouvido falando que lembra de tudo, a fim de confrontá-la. Discordo. Ficou bem claro, na conversa entre Martha e Castle, que ele acha que Kate não tem o mesmo tipo de sentimento que ele, por isso escondeu dele que lembrava do “eu te amo”. E quem, em sã consciência, se sentindo rejeitado e traído – sim, porque esconder algo de tal magnitude do “parceiro” pode ser encarado dessa forma – vai procurar a fonte da rejeição para pedir explicação? Castle não ficou bravo com Kate. Ele ficou decepcionado por perceber (na sua percepção) que ela não se sente da mesma forma. O sentimento foi de tristeza, não de fúria. Completamente compreensível, então, o afastamento, a tentativa de seguir adiante, “deletando” o sentimento.
Ainda acho que deve ser levado em consideração, para compreender a atitude de Castle, que praticamente todas as ações no “relacionamento” Casckett partem dele. A própria história mostrada em 47 seconds ilustra isso. Tocado com o drama dos mortos no atentado à bomba, Rick conversa com Martha, que o encoraja a revelar seus sentimentos para Kate. E ele parte para – mais uma vez – contar para a detetive que a ama. Se não fosse Ryan, ele teria revelado seus sentimentos para uma Kate eufórica. Ficou bem claro que Beckett estava feliz e cheia de expectativa em relação ao que Castle falaria. Se ele tivesse contado seus sentimentos naquele momento, ela não precisaria dar o 1° passo, confessando seu amor ou que lembrava das palavras dele. Muito conveniente.
Ou seja: mais uma vez a iniciativa partiu do escritor. Então, acho muito bom que agora Kate, acostumada a ser destinatária das ações, e não remetente, tenha que correr atrás e ralar um pouco. E dizer isso não significa que eu não entenda o drama de Kate, ou o quão difícil foi para ela superar o trauma do tiro, e como é duro para ela deixar alguém adentrar o perímetro definido pelo tão falado muro. Reconheço tudo isso. Mas acho que é chegada a hora dela mostrar mais que se importa, que gosta. E quando digo isso, estou falando em mostrar para ele. Por que todos nós sabemos que ela se importa, é hora dele descobrir também.
E embora tenha entendido e até gostado da forma como a descoberta foi tratada no episódio, torço para que esse “ela não sabe que ele sabe que ela sabe” não dure. Pra mim o momento do embate é em The Limey. Castle mudará com Beckett, e quanto a isso não há dúvidas. E as reações de Kate que determinarão se ela está pronta para revelar seus sentimentos e manter um relacionamento com Castle. E aí que Casckett se una, ou que rompa – ainda que momentaneamente, para se unir depois. Mas que não continue o mesmo. Mesmice gera desinteresse, por mais deliciosa que a mesmice possa ser.
Quanto ao caso da semana, gostei bastante. A dinâmica do episódio foi bem legal, através da exibição do ponto de vista de vários dos envolvidos no atentado. O fato da jurisdição ser do FBI não significou menos trabalho pro NYPD, e as reviravoltas do caso prenderam a atenção do início ao fim. Sem contar que esses episódios que envolvem tragédias em massa e a precariedade da vida humana – que acaba sem motivo, no melhor “local errado na hora errada” – sempre mexem com as emoções e nos levam a refletir, assim como Castle.
Gostei da participação de Gates. Fazia um tempinho que ela não aparecia, acho que a dinâmica entre ela e Castle funciona bem. E é delicioso ver que ela – apesar dos seus protestos negativos – está se rendendo ao charme do escritor. E gosto também da forma que ela conduz a equipe, e como se porta perante a terceiros. Ta aí. Achei que odiaria o personagem pra sempre, mas estou criando afeto por ela.
Semana que vem outro episódio que promete muito. The Limey antecede um novo hiato – provavelmente de duas semanas – então acho que essa nova tensão entre Castle e Beckett será explorada. Será que o episódio conduzirá para uma season finale na qual o casal será de fato um casal? Que sejam feitas as apostas. Quem viver, verá.
P.S.1: e no maior momento wonderstruck do episódio, deu vontade de abraçar Castle e confortá-lo, dizer que Kate estava blefando com o suspeito. Foi tipo um soco muito bem dado no meio do rosto. Pensei que o vidro estilhaçaria. E, agora, sem mais café para Kate. Ela não tá mais merecendo.
P.S.2: sim, estou criticando Kate de montão em razão do segredo. Castle tá posando de “bom moço” essa semana. Mas a vez dele ser o criticado “bad guy” chegará. Esperem só o segredo dele ser revelado.
P.S.3: amo completamente a relação mãe e filho amigos de Martha e Castle. E acho legal perceber que Castle adota a mesma postura com Alexis. É legal ver mais das duas.
Castle – A Dance With Death
22/03/2012, 13:14.
Mariela Assmann
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Se Once Upon a Crime foi uma espécie de “tributo”, ou apologia à Once Upon a Time, A Dance With Death foi claramente uma “homenagem” ou uma referência ao novo lead in de Castle, Dancing With the Stars. O reality de competição voltou ao ar nessa segunda-feira, após um hiato de quatro meses, para sua 14ª temporada. E a dobradinha “dança com a morte”/“dançando com as estrelas” rendeu um ótimo saldo para Castle: uma audiência de 11,52 milhões, a maior desde o excelente Cops & Robbers, o 7° episódio dessa temporada.
Mas se a audiência foi fabulosa, o mesmo não se pode dizer sobre o episódio. Referência por referência, preferi Once Upon a Crime. Mas A Dance Wiht Death foi um bom episódio, leve e divertido, com elementos clássicos do seriado – exemplo? A dobradinha Espo e Ryan.
Adorei o caso de Odette, cheio de reviravoltas mas ainda assim plausível. E com um assassino que realmente tinha motivos, e que não apareceu no episódio apenas para ser preso, ao apagar das luzes.
Quem imaginaria que a “queridinha da América” Odette era na verdade Barbra, uma stripper contratada para se passar pela garota problema? (Aqui preciso confessar que a teoria de Castle, complementada por Kate, das irmãs gêmeas separadas no nascimento era ótima). Que sua mudança de comportamento não foi causada pelo seu “encontro com a morte”, mas sim pela falsidade ideológica? E que Odette era, na verdade, a mandante do assassinato do avó, cometido pelo inventariante, que também era seu namorado? Namorado este que resolveu se vingar da stripper suja que estava se passando pela sua amada tresloucada, tirando a pureza de tudo que era de Odette?
Eu não imaginava, mesmo. Embora pudesse apostar no inventariante, mas por outros motivos, como dinheiro. E gostei de terem brincado com o clichê do mordomo no final do episódio. Enfim, um caso legal e bem construído, com um final bem lógico. Adoro.
Assim como adorei a dupla Espósito/Ryan e sua comicidade. Ryan, exalando cheiro de lua de mel, é ignorado pelas suspeitas, testemunhas e interrogadas. Esposito diz que a felicidade causa isso. Mas Ryan decide tirar a prova real e passa sua aliança para o amigo. Era óbvio que ia ficar entalada no dedo, mas nem a obviedade tornou as coisas menos divertidas. Conselho para Ryan: sossegue, e evite o risco de dormir no sofá. Ah, e não preciso nem dizer que ri muito de Esposito dizendo que muitos – NÃO ele – trocariam a visibilidade pela felicidade.
Outra coisa que me agradou foi termos visto mais de Martha nessa semana, e isso sempre é uma coisa boa. Foi engraçado vê-la superando as críticas da afiada Oona, em prol de sua escola de interpretação. A cena do almoço foi muito divertida, e eu ria só de pensar na Martha balançando a cabeça e “batendo asas” com as mãos. Não deve ter sido tão ruim, se ela foi indicada ao Tony. Mas é estranho, ainda assim.
De brinde, ainda vimos mais de Alexis. Tá certo que é bem forçado que ela, a assistente “recém-contratada” de Lanie – e sem qualificação médica, diga-se de passagem – consiga perceber todos aqueles sinais e descubra a morte do vovô. Mas ainda assim gostei de ver Alexis mais presente, participando mais. E orgulhando papai Castle.
E ainda vimos alguns daqueles habituais momentos casckett de troca de olhar, perguntas e respostas fofas. Pra aquecer o coração, ainda que de leve.
Enfim, um episódio bom de assistir, que proporcionou bons momentos de diversão. Bem diferente do que deve ser 47 seconds. O episódio promete bons momentos de tensão. Promete, e eu vou cobrar. E, dessa vez, tenho certeza que Castle pagará. Torço pra que com juros e correção monetária. Então, até lá.
P.S.:Quem não gostou de saber um tiquinho mais de Lanie? Uma bailarina? Adorei! Assim como foi bem bacaninha a cena inicial, na qual ela confessa ser uma fã do reality. Mandou bem, Dra. Parish.
Castle – Once Upon a Crime
01/03/2012, 19:40.
Mariela Assmann
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Que Once Upon a Crime foi um filler, ninguém duvida. Mas foi um filler gostoso, com um caso interessante e que prendeu a atenção. E com aqueles já famosos momentos casckett de fofura. Como eu não esperava que fosse diferente, passei bons 40 e poucos momentos. E, falando em filler, ainda faltam seis episódios para o encerramento dessa temporada. Mas acredito que veremos mais uns três episódios do tipo até lá.
A ABC, claramente, introduziu o tema “contos de fada” em Castle como uma espécie de referência à Once Upon a Time. Mas acabou que Grimm, da concorrente NBC, também foi promovida – com a menção aos contos de fada serem histórias de terror e aos famosos irmãos autores. Aliás, foi alavancado todo o gênero de fantasia, que está bem em alta ultimamente. Algumas frases e tomadas (como a da floresta, que lembrou a abertura de OUAT) foram bem explícitas nesse propósito. Um exemplo disso foi a referência de Beckett quanto ao assassino estar tentando “roubar os finais felizes” das princesas mortas, exatamente o procedimento adotado pela Evil Queen de Once, interpretada pela Lana Parrilla. Aliás, quem ainda não assiste Once Upon a Time, e curte mitologia e contos de fada, deveria dar uma chance ao seriado. É interessante, instigante, e ao mesmo tempo fofo. Uma das melhores estréias dessa temporada.
Mas, vamos à Once Upon a Crime. Gosto muito quando o tema da semana dá liberdade para as viagens insanas de Castle. E ri demais quando ele criou a teoria do RPG e ficou decepcionado, assim como Esposito. A cara do Castle, quando chamou Beckett e disse que era óbvio quem era a 1ª vítima (a Chapeuzinho Vermelho), foi impagável. E adorei que a Beckett, na falta de outras alternativas, acabou concordando em procurar pelo “lobo mau”. É hilário quando ela “se rende” às teorias do parceiro. Outra coisa que adoro é como Ryan acaba sendo um mini-Castle, quando o assunto é embarcar em teorias malucas. Foi bem legal a naturalidade dele falando que a vítima era a Chapeuzinho Vermelho (que era como ele sempre imaginou), para deleite de Rick e espanto de Kate.
Gostei da forma como as coisas foram se conectando, como apareceu um crime do passado e nos vimos em meio a uma trama de chantagem. Mas é claro que não acreditei que o chantagista era o culpado pelos assassinatos. Além de várias evidencias serem frágeis, ainda faltava muito tempo para acabar o episódio. Achei um pouco de ingenuidade da experiente Kate achar que tudo estava realmente resolvido. E, dessa vez, me surpreendi com a assassina.
O que me incomodou um pouco na resolução do caso foi a aleatoriedade. Se Castle não tivesse amarrado o avental de Martha, o caso nunca seria desvendado. Aliás, não é raro eventos totalmente randômicos e aleatórios darem o start na mente de Castle, e a resolução partir daí. Aí me pergunto: será que na vida real é assim? Mas, em nome da licença poética – que Martha usou para reescrever sua vida, e a de Castle – eu relevo. Relevo, mas faço a mesma pergunta da culpada: um laço? Sério?
A trama de Martha foi divertida, também. É a cara dela usar tanta licença poética para reescrever sua história, visando o sucesso no teatro. E as reações de Rick foram bem divertidas. Quem não riu quando ele perguntou para Kate se ela usaria sua arma na mãe dele, com uma cara de espanto, para logo depois agradecê-la? Realmente, Castle permaneceu na floresta o episódio inteiro. Pobrezinho, teve sua vida invadida pelas “suas mulheres”. (Kate debochando dele, que se ela se acostumou ele também conseguiria, foi ótimo também).
O companheirismo e a cumplicidade entre Kate e Rick, no episódio, também foram legais. É bom ver que Beckett também toma a iniciativa de pequenos gestos, agora. Exemplo disso foi ela ter pego na mão dele ao apagar das luzes. Ainda é pouco, mas já estou me acostumando com a ideia de que terei que me contentar com apenas isso por um tempo.
Episódio inédito, agora, só em 19/03, quando irá ao ar A Dance with Death. Então, até lá!
P.S.1: que Branca de Neve feinha que arrumaram. Ginnifer Goodwin se revirou em um reino muito, muito distante.
P.S.2: NUNCA pensei que fosse dizer isso. Mas estou com saudade da Gates.
P.S.3: totalmente assustadora a casa da velhinha colecionadora de bonecas. Até lembrou um pouquinho a abertura de American Horror Story. Medo!
Castle – Linchpin
22/02/2012, 19:43.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Castle
Episódios: Linchpin
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×16
Data de Exibição nos EUA: 20/02/2012
Depois de Linchpin, cheguei a conclusão que Castle e Beckett ficarão juntos em 2017. Sim, quando uma série de eventos catastróficos desencadearem a 3ª Guerra Mundial. Por que só assim para eles ficarem juntos. Congelamento, explosões, quase morte, afogamento. Vulnerabilidade física e emocional. Alívio e alegria. Problemas e a sua resolução. Nada disso resolve. Quem sabe, quando o fim dos tempos se aproximar, eles resolvam se aproximar também. Mas, esperem! A menina foi salva, a 3ª Guerra Mundial não ocorrerá mais em 2017. Shippers de Casckett, nadem para a praia mais próxima. O navio está afundando.
Quero começar a review “desdizendo” o que falei na review de Pandora, sobre a evolução do shipper. Paguei com a língua, dessa vez. Eu havia elogiado o comportamento de Castle, e agora acho necessário retirar o que eu disse. Provavelmente, eu vi o que queria ver, e deixei passar todos os momentos que Castle se comportou como um cachorrinho que abana o rabo para qualquer um que oferece um osso. É sabido que o escritor é um homem apegado às pessoas de seu passado, sejam elas mulheres ou amigos. Mas isso não torna necessário que ele se comporte como um babaca bajulador de ex ou possíveis interesses amorosos. E outra, é um baita reaproveitamento de plot ver Rick babando em Sophia. Afinal de contas, ele já babou em tantas outras, tantas vezes. Tenho certeza que Marlowe e companhia têm recursos muito melhores pra manter Castle e Beckett separados. Sim, vocês leram bem. Separados. Por que é isso que a produção (a emissora, os deuses da Grécia antiga ou sabe-se lá quem) quer.
E, assim como o comportamento de Rick se repete, a postura de Beckett se repete também. É visível que Kate fica chateada, com ciúme, magoadinha com o “parceiro”. Mas poxa, Kate! Aja como a mulher de fibra que você é e assuma os seus sentimentos. As caras e bocas da detetive são ótimas, dão peninha ou deixam com vontade de rir. Mas é necessária evolução. Quero ver mais, quero ver diferente.
Quanto ao caso… teorias conspiratórias do fim dos tempos – envolvendo alguma das agências – são sempre legais. O twist do conspirador malvado foi interessante, porque passamos muito tempo pensando que o vilão era Gage, depois nos apresentaram Danberg, e no final Sophia era o “bad guy”. Mas confesso que não acompanhei bem a linha de raciocínio sobre o “jogo das cadeiras” na CIA. Não entendi como Sophia incriminou Danberg, ou suas razões pra tudo aquilo. Prefiro quando as coisas são surpreendentes, mas podem ser logicamente inferidas. E, claro que nada mais era do que desejo, mas eu pensei na Sophia como culpada desde o início do episódio. Então, não me surpreendi. Apenas pensei “toma, Castle” (e podem me chamar de malvada). Surpreendente mesmo (embora tenha sido algo bem jogado na cara), e legal, foi à menção ao Castle-pai. Evidenciou que ele é poderoso (como Martha NUNCA falou dele? Espero que isso fique bem explicado), mas não temos mais pistas. Agora, só nos resta esperar para ver como essa história vai se desenrolar. Mas eu apostaria que o “caso pai de Castle” está intimamente ligado ao “caso mãe de Beckett”. Tragédia à vista.
Então, o que achei do caso, do episódio? Gostei, ainda que não muito. Mas apenas isso. Esperava mais, muito mais de um episódio duplo de Castle. Adoro Tick, Tick, Tick… e Boom! (2×17/18) e Setup e Countdown (3×16/17). Achei as histórias mais surpreendentes, envolventes. E o “risco de vida” ao qual Castle e Kate estiveram expostos em Linchpin não foi nada perto dos passados. Sei lá, acho que não consegui me conectar com a cena do carro, não fiquei tensa. E achei que o corte para o “sãos e salvos” foi bem prematuro. Sou meio esquisita, prefiro a parte do “quase mortos” do que a parte do “secos com o café na mão”.
E nesse momento, exageros e ironias à parte, volto a uma tecla na qual bati demais – e me perdoem a repetição -, mas preciso reafirmar o que já havia dito lá pelo 4° ou 5° episódio. Meu desgosto excessivo com a 4ª temporada, ou com boa parte dos seus episódios, é culpa da 3ª temporada. Ela foi linda, de muita qualidade, inovadora e surpreendente. Houve muita evolução. Então, fica difícil empolgar-se tanto com a 4ª. Que pra mim (e respeito opiniões em contrário) está, reiteradamente, mostrando mais do mesmo. Again and again. Precisamos de novos elementos, de novos rumos. De respostas pras perguntas. De mais promessas cumpridas, menos alarde. Aí, quem sabe, a audiência se restabeleça, definitivamente. Torço muito pra isso.
Se eu gosto de Castle? É óbvio, senão não assistiria. E muito menos escreveria sobre. Mas minha consciência não me permitiria fazer somente reviews elogiosas, quando o que eu vejo é tão bom assim – para mim. Ainda acho que o seriado tem seus pontos super positivo, adoro a química do elenco, me divirto assistindo. Só que como já recebi coisa muito melhor, de Castle mesmo, não me contento com menos. E aqui o problema, talvez, seja meu.
Semana que vem Once Upon a Crime. Seguindo minha recente filosofia de vida “sem spoiler”, não faço ideia do que se trata (só imagino pelo nome do episódio). E agora, só me resta aguardar. Torcendo pra quê, na próxima semana, minha review seja, pelo menos, mais legal de ler. Até lá!
P.S.: adorei que deixaram o cabelo da Kate “bagunçado” após o quase afogamento. Ficou natural!
P.S.2: Sophia, além de ser a vilã, ainda fez questão de dizer para Kate que, depois que dormiu com Rick, a tensão foi embora, e nada sobrou. Troféu obrigadão pra ela, com força.
P.S.3: adorei a cena da sala com os eventos interligados. Imaginem a loucura que é ligar todos aqueles pontos. Muito legal.
Castle – Pandora
15/02/2012, 22:03.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Castle
Episódios: Pandora
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×15
Data de Exibição nos EUA: 13/02/2012
Pandora, de acordo com a mitologia grega, foi a 1ª mulher que existiu. Criada por Hefesto e Atena, e sob as ordens de Zeus, recebeu de cada um dos deuses uma qualidade. Mas de Hermes, recebeu traição e mentira. Enviada como punição aos homens, Pandora não resistiu à tentação e, contrariando ordens, abriu uma caixa dada como presente, pelos Deuses, ao seu marido – Epimeteu. Todos os males, até então aprisionados na caixa, saíram, causando destruição e caos no mundo. A única coisa que restou na “caixa de Pandora” foi a esperança.
E em Castle, o que significa Pandora? O mesmo: caos e destruição. E tudo isso nos foi apresentado em Pandora, a excelente 1ª parte do já tradicional duo de episódios do seriado.
O episódio teve a presença dos maiores elementos de Castle: drama, tensão, diversão, suspense e teorias conspiratórias – que dessa vez se confirmaram. E aquela velha tensão sexual/romântica que amamos, e dessa vez com um belo upgrade (o novo elemento que serve para acalmar meu coraçãozinho shipper).
O que dizer de um episódio no qual a CIA rapta Castle e Beckett, os inclui numa jogada e os obriga a manter segredo sobre tudo, sob pena de colocar a segurança nacional em risco?
E quando, adicionado a essa formula, temos um matemático brilhante que trabalhou para a agência influenciando, através de suas teorias, mudanças geopolíticas no mundo. E que, posteriormente, arrependido pelo “mal” feito, usou suas teorias para fazer o bem? E que visando esse mesmo bem, escreveu um “white paper” para uma “usina de ideias”, identificando todas as falhas de segurança dos EUA. Resumindo, o que dizer quando ao fator CIA se adiciona um “linchpin”, um X da questão, um motriz que causará uma onda gigantesca de devastação?
Mais ainda, o que dizer de um episódio que, além disso tudo, nos apresenta como criminoso Thomas Gage, o ex agente hiper-mega-ultra qualificado que traiu a nação e agora quer destrui-la?
Vocês já entenderam onde eu quero chegar, né? Pandora foi ótimo. Ou melhor, teria sido ótimo se não houvesse um outro ingrediente adicionado a isso tudo. Com a presença de Sophia Turner, o ótimo virou maravilhoso.
Sophia, a agente da CIA que foi a 1ª inspiração de Castle para um personagem feminino. Agente esta que ele seguiu durante um ano. E aí vocês podem pensar: “essa história de colocar alguém para “concorrer” com a Kate já cansou”. Mas dessa vez foi diferente. Porque Castle, reafirmando seu comportamento recente, não se deslumbrou com o reencontro. E, especialmente, por que Beckett, pela 1ª vez, demonstrou todo o seu desconforto com a situação. Sim, pessoal. Ela teve ciúmes, e deixou isso muito claro para “sua outra metade” (ADORO a Martha shipper). Brigou com Castle, insinuou que ele se juntasse ao “time de Sophia”, apesar de todos os protestos do escritor, e dele alardear que eles estavam todos no mesmo time. E se interessou na relação dele com Sophia, muito profundamente, embora tentasse disfarçar a curiosidade.
E aí Castle, muito maduro e apaixonado, tratou de tranquilizar Kate. Deixou claro que o que houve entre ele e Sophia nem chega perto do que tem com Beckett. E recorreu a ela quando desvendou o enigma do enxadrista. Afinal de contas, ela é sua parceira, não Sophia. Ganhou o jogo com essa, Rick. Comigo, com todo o fandom, e com Beckett, que ficou toda risonha.
Além disso tudo, Pandora valeu por outros inúmeros momentos. Ver Alexis incluída – SUPER – na história toda, com um “plot só dela”, e interessante, foi ótimo. Ainda mais que a história da garota incluiu Lanie, que eu adoro e sempre torço que apareça mais. E foi bem interessante ver a reação de Castle à possibilidade de sua dinâmica com Beckett ser alterada pela presença da filha. E sua reação quando Martha contou que sabia da briga, por que Kate contou para Lannie, que contou para Alexis, que contou para Martha.
Também foi legal ver Ryan e Esposito magoadinhos e curiosos com o caso secreto de Castle e Beckett, e Gates pisando fundo de raiva. Apesar de Beckett ter que responder à “namoradinha” de Castle (adorei a determinação dela em sair do porta-malas), é legal ver a “Sir” no escuro, embora eu já simpatize muito mais com ela.
Na semana que vem, vai ao ar Linchpin, que encerrará o caso. Certamente tá todo mundo ansioso para o desfecho, embora saibamos que Kate e Rick sairão ilesos do carro submerso. Podemos esperar mais ação, risco de vida, drama, comédia, intrigas e suspense. E muito mais momentos Casckett. Então, chega logo dia 20/02! Quem faz coro?
ESPECIAL – As 15 melhores declarações de amor
13/02/2012, 23:26.
Redação TeleSéries
Especiais
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Hoje é o dia do São Valentim. Em algumas culturas, hoje é dia de celebrar o amor! E não há uma melhor forma de comemorar esse sentimento do que assistir as melhores declarações de amor das séries!
Série: Grey’s Anatomy
De Meredith para Derek
Série: Gilmore Girls
De Lorelai para Luke
Série: Friends
De Ross para Rachel
De Chandler para Monica
Série: Brothers & Sisters
De Kevin para Scotty
Série: ER
De Mark para Susan
Série: Gossip Girl
De Chuck pra Blair
Série: Dawson’s Creek
De Joey para Pacey
Série: The Vampire Diaries
De Damon para Elena
Série: Smallville
De Clark para Lois
Série: House
De House para Cuddy
Série: Lost
De Kate para Sawyer
Série: Castle
De Castle para Beckett
Série: Chuck
De Chuck para Sarah
Série: One Tree Hill
De Julian para Brooke
Castle – The Blue Butterfly
08/02/2012, 22:12.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Castle
Episódios: The Blue Butterfly
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×14
Data de Exibição nos EUA: 06/02/2012
Assim como ocorreu com Till Death Do Us Part, o episódio do casamento de Ryan, a ABC promoveu muito The Blue Butterfly, o tão esperado episódio noir. Seria coincidência o fato de que nenhum dos dois me deixou plenamente satisfeita? É a velha história da bandida expectativa…
Desde a estréia dessa 4ª temporada eu venho dizendo que, apesar da mesma qualidade, ela não se compara à 3ª, que foi muito boa. E qual o motivo disso? Castle não tem os casos mais complexos, nem é um seriado que trabalhe com as evidências de forma diferenciada – como Bones e a linha CSI. Então porque o seriado faz tanto sucesso e é tão querido? Por causa dos seus personagens, e da interação entre eles.
Por mais que adoremos todos os outros personagens, e que o show não funcione sem ele, é inegável que os ingredientes principais da receita são Beckett e Castle, e toda sua química e tensão sexual. E foi na 3ª temporada que a relação se “aprofundou”, que ambos descobriram a paixão, e que Castle inclusive revelou seus sentimentos.
E nessa 4ª temporada, qual o progresso? Castle evoluiu como “pessoal fiel”, conforme dá para verificar em vários episódios, e está cada vez mais protetor com Kate. Já Beckett conseguiu admitir que está apaixonada por Castle e que se considera pronta para um eventual relacionamento.
Mas tudo isso pra quê? Pra vermos mais e mais e mais momentos fofos de trocas de olhares e afagos, sem que as coisas progridam consideravelmente? São coisas agradáveis de ser ver, é óbvio. Que fique bem claro que não estou reclamando da existência desses momentos, também fico olhando pra telinha com cara de paspalha. Só acho que está ficando cansativo vermos só isso, muitas vezes de forma perdida no meio de um episódio. É aquela velha história de jogar migalhas shippers pra deixar os fãs com um sorriso bobo.
É óbvio que quero ver beijo em Castle. Mas quero ver um beijo Casckett. Se é pra ser no imaginário, em sonho ou seja lá qualquer outro tipo de “realidade alternativa”, que seja entre Castle e Beckett. Não quero ser enrolada com beijo de Stana e Nathan interpretando outros personagens. Sim, porque apesar de ser tudo fruto do imaginário – que eu amo de paixão – de Castle, ele apenas estava colocando o rosto deles em outras pessoas, com outras histórias. E se é pra mostrar beijo, que seja um BEIJO. E não aquilo que nos foi apresentado no final de The Blue Butterfly, especialmente depois de tanto “quase beijo”.
Feito o desabafo – podem me chamar de exagerada e impaciente -, falarei do episódio. E, sem medo de parecer contraditória, depois de tudo dito acima, vou tecer alguns elogios.
Não foi o melhor episódio noir que já assisti (Brown Betty, de Fringe, é melhor, na minha opinião, por exemplo), mas foi um bom episódio, com cenários e figurinos bem desenvolvidos. Ou seja, The Blue Butterfly cumpriu seu papel noir e encheu os olhos da audiência (bem baixa, por sinal).
E a imersão dos detetives e seu agregado no mundo dos 40’s nos proporcionou o melhor do episódio: o caso. Ou melhor, os casos.
Pra mim, eles foram intrigantes e instigantes, rodeados de glamour, com os personagens clássicos dos melhores casos policiais dos idos de 1947: um gângster e seus capangas, um investigador e sua atenciosa e protetora secretária, uma cantora de um movimentado bar, a ingênua moçoila que deseja ser amada, e a jovenzinha que culpa a moçoila pela ruína de sua família. Tudo interligado por uma bela jóia, que estava perto de fazer inveja ao Heart of the Ocean (Titanic). E que, no final das contas, era falsa e valia… nada.
As cenas dos “dias atuais” foram muito boas, também. Adorei a empolgação de Castle com o caso. As cenas dele lendo o “diário” são ótimas, assim como sua constatação “Porque estou narrando?” Também achei delicioso ver como seus companheiros foram entrando na história também, se empolgando. Especialmente Kate e Ryan. Também, quem não se empolgaria em investigar uma morte causada por um colar de 1 milhão de dólares, amaldiçoado e que já pertenceu à amante de um oficial nazista?
Ri tanto quando Castle deixa escapar um Kate ao invés de Vera! Que divertida a expressão da Stana, e ver Beckett zoando Castle, pois ele estava imaginando os dois nos “papéis principais”. E o desespero de Beckett pra saber o final da história, quando acabaram as informações do diário? Demais!
Adorei também todo o linguajar da época. Especialmente o “bacana” (ri do “Ryan” dizendo “você demora pra aprender”, quando na verdade teve que repetir a palavra tantas vezes). Espo com suas expressões latinas, e “Lannie Sinclair” com seus fellas e nhami-nhami.
E, no final das contas, o envolvimento com o caso de 1947 era tanto que Kate foi misericordiosa o suficiente para não desmascarar o casal simpático de velhinhos apaixonados: o detetive Flynn e sua amada Vera (que é toda ‘romanticazinha’ e o considera o creme do seu café – e SIM! Castle é o creme do café santo de toda manhã da Beckett), que viveram felizes para sempre com muitos filhos, netos e bisnetos. Uma história de amor com um quê de conto de fadas, mesmo.
Enfim, um bom episódio – belo e divertido -, mas que não foi tudo que eu imaginava de um Castle noir. Semana que vem irá ao ar Pandora. Com esse nome, deve ser um episódio daqueles. Será que a caixa de Pandora será, enfim, aberta? Só nos resta esperar.
P.S.: a audiência caiu um tanto, mas não há motivos para nos alarmarmos. Além da estréia de Smash, outros fatores contribuiram para a queda. Os números devem se normalizar na próxima segunda.
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