Monica Potter, de ‘Parenthood’, vai estrelar novo piloto da NBC

Data/Hora 16/10/2014, 13:26. Autor
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A atriz Monica Potter, da série Parenthood, foi selecionada para estrelar um novo piloto de comédia encomendado pela rede NBC.

De acordo com o Deadline, o projeto será produzido por Ellen DeGeneres, ao lado de Sherry Bilsing-Graham e Ellen Kreamer (I Hate My Teenage Daughter).

Outros detalhes da comédia ainda não foram relevados, mas foi especulado que a série será baseada na própria vida de Potter, que também será uma das produtoras da série.

Com informações do Deadline.

Nashville – I Can´t Get Over You To Save My Life

Data/Hora 16/10/2014, 12:33. Autor
Categorias Reviews

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Série: Nashville
Episódio: I Can´t Get Over You To Save My Life
Número do episódio: 03×03
Exibição nos EUA: 08/10/2014
Nota do episódio: 8.5

Hey y’all! Sim, esta sou eu usando um cumprimento texano. Não sei porque, já que Nashville não fica no Texas. Enfim, vamos ao que interessa. A review demorou pra sair porque Nashville tá me dando uma canseira.

O clima dessa temporada tá bem diferente, e aí é uma questão de gosto. Ao meu ver decaiu bastante. Ok que na temporada passada, especialmente da metade pro fim, o clima estava bem pesado e agora já está melhor, mas eu acho que aqueles conflitos contribuíam para a qualidade da trama.

A primeira coisa que me cansa é ver Rayna e Luke. Pra mim já deu. Acho ele sem sal, sem açúcar e sem tempero nenhum. Isso me cansa e a trama está girando em círculos desde a temporada passada. Precisamos de um fato novo pra poder sair do lugar. O cowboy é mandão e ciumento e a Rayna age como se não tivesse sentimento nenhum pelo Deacon. Ela realmente acha que nós vamos acreditar nisso? Me poupe.

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Parece que os roteiristas resolveram atender os pedidos da Gabi Guimarães em um ponto: Scarlett está muito melhor do que na temporada passada. Eu gostaria de verdade que ela encontrasse um equilíbrio entre os dois “eus”. Este equilíbrio levaria Scarlett a um lugar como o de Rayna, na minha opinião. A relação das duas poderia ter tomado outro caminho e considero esse um erro dos roteiristas. Eu gostaria bem mais de ver Scarlett se aconselhando com Rayna e brilhando nos palcos pela gravadora da diva.

Rayna consegue ter sucesso e fazer o que ama sem precisar dar tudo o que a mídia quer, embora os últimos episódios tenham deixado bem claro que Rayna precisa ceder e ela tá indo por esse caminho. Não gosto dessa faceta da personagem, especialmente porque acho chato ver ela agindo como se não estivesse nem aí pro Deacon.

Nesse meio surge uma Zoe irritada e desconfiada da reaproximação Scunnar. Zoe pra mim é totalmente dispensável. Que criatura bem chata. E surge também uma garota do passado de Gunnar que promete balançar as estruturas dele. De qualquer forma o meu desejo é por uma reconciliação – pelo menos musical – da dupla.

Quem tá ótima irritada também é Layla Grant. A garota vai se aproveitar do segredo que sabe e vai acabar ou conseguindo o que quer ou transformando a vida de Will em um inferno. Will, aliás, está se deixando levar pelos desejos e pegando o personal magia. Quero só ver onde isso vai parar.

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Peço perdão pela falta de pesquisa pra review da semana passada. Eu não sabia que a Hayden estava grávida e então não associei a gravidez da atriz à personagem. My fault. Aliás, tava quase elogiando a equipe técnica da série, porque dá pra ver que a atriz está até com o rosto mais rechonchudo. Tudo devidamente explicado agora. No mais, fico feliz que Juliette tenha seguido com a gravidez, mas fiquei bem tristinha com o que aconteceu quando ela foi atrás do Avery. A conversa com Deacon também não foi das melhores, já que nosso cantor preferido encontra-se de coração partido. A parte boa disso é que agora ela voltou a procurar a Rayna, e eu realmente gosto das duas juntas. Pra mim, é em torno das duas que a série deve girar. A questão é: até quando ela vai querer e vai conseguir esconder esta gravidez já que até a casa dela estão invadindo em busca de pistas?

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Finalizando, neste episódio o ponto alto, pra mim, foi Scarlett e Maddie. Achei fofíssima a maneira como Scarlett interviu na situação e a conversa que tiveram a seguir. A propósito, se for pra Maddie ter contato com alguma artista nesta fase difícil da adolescência eu acho muito mais válido que seja com Scarlett do que com Juliette. Estou adorando ver o desenvolvimento da garota e as dificuldades dela em lidar com a adolescência.

E aí, o que vocês estão achando desta terceira temporada de Nashville? Será que demora muito pra série engrenar?

 

Once Upon A Time – Rocky Road

Data/Hora 16/10/2014, 10:00. Autor
Categorias Reviews

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Série: Once Upon A Time
Episódio: Rocky Road
Número do Episódio: 4×03
Exibição nos EUA: 12/10/2014
Nota do episódio: 10

É tão gratificante escrever uma resenha positiva de uma série que você adora, ainda mais quando essa série consegue se superar ao se manter simplesmente a mesma, ao se voltar para a as suas raízes. Este episódio trouxe elementos já antigos na série, mas que pela nova situação acabam soando como novos.

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Elsa, que continua à procura da Anna, começa a ser acusada pela cidade de ser do mal. É sempre bom ver cenas em que a cidade acaba se tornando uma personagem. Gosto desse clima de cidade do interior/sulista, onde todos os habitantes se conhecem e se unem a favor dos seus direitos. A cena da reunião dos moradores na prefeitura foi um amor em forma de cena, muito divertida. Enquanto procura Anna, Elsa agora tem que encontrar também quem é a outra pessoa com poderes de gelo que está na cidade causando em seu nome. As coisas pioram ainda mais quando Marian é enfeitiçada e todos pensam ser a pobre moça do Let it go.

O ponto forte dessa temporada não é a presença dos personagens de Frozen, mas sim o fato de os antigos estarem mais humanos. As crises deles são mais reais. Dessa vez eles não lutam contra maldições, mas, sim, contra dilemas humanos. Temos Regina na busca do seu felizes para sempre, Emma frustrada por não corresponder às expectativas, Snow sendo a multi-mulher. Tem como não amar uma série que humaniza tanto os personagens de conto de fadas? Cada vez melhor. Parabéns aos envolvidos.

Mas não é só de humanização que se desenrola a série. Dois pontos importantes desse episódio foram Mr. Gold sendo desmascarado por Hook – ainda quero saber qual o envolvimento dele com a história da Elsa, me parece claro que foi ele quem a trancafiou na urna e no cofre, mas por quê? E a relação dele com a feiticeira branca – a chamarei assim enquanto ela não for nomeada – será que vai abalar o casamento dele com Belle? O segundo ponto foi a presença de Will, para os que não assistiram à OUAT in Wonderland, ele é o Valete de Copas. Para quem assistiu, sabe como ele era a presença chave da série. Tinha que ser reaproveitado após o cancelamento do spin-off. Foi uma participação rápida, mas digna de boas risadas. Ouvir ele dizer: “bloody hell” valeu tudo a pena.

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No flashback, Hans apareceu pronto para sua vingança, e junto com seus 12 irmãos pretendia tomar o reino de Arendelle para ele, bem, pretendia, pois seus planos acabaram dando errado. A parte do flashback não foi a grande parte do episódio, mas acrescentou muito ao fazer boas ligações com o presente, passei boa parte sem ter certeza de nada por conta desse jogo entre flashback e presente. Um ponto sempre positivo na série. Senti falta da Anna e seu humor neste episódio, espero que ela apareça no próximo.

Essa temporada me deixa cada vez mais contente com o resultado mostrado, não pela grandiosidade dos problemas – como foi a de Peter Pan – ou o caos gerado – no caso de Zelena – mas pela simplicidade que é tão agradável e condizente ao clima da série. Cada episódio se torna um prazer maior de se assistir. Só resta saber agora o que a união entre Rumple e feiticeira branca vai gerar…

… e o que aconteceu ao Kristoff??

Destaques na TV – quinta, 16/10

Data/Hora 16/10/2014, 02:47. Autor
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Confiram os destaques dos canais de TV para esta quinta-feira.

Se você é fã de Arrow, gosta de quadrinhos e super-heróis, a nova série da Warner é para você. Chega ao canal The Flash. A série, assinada pelos produtores executivos de Arrow Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, pelo diretor David Nutter e escrita por pelo diretor criativo da DC, Geoff Johns, conta a vida do homem mais veloz do mundo: Barry Allen (Grant Gustin, Glee, 90210). Desde que presenciou o assassinato de sua mãe e teve que lidar com a injusta prisão de seu pai, Allen adquire uma força energética misteriosa que, eventualmente, lhe dará uma super velocidade e o tornará no veloz The Flash. Acompanhe Barry enquanto ele se familiariza e desenvolve suas habilidades com a ajuda de um rico empresário e investigador, Harrison Wells (Tom Cavanagh, The Following / Ed), da cientista e especialista em biogenética, Caitlin Snow (Danielle Panabaker, Shark, Justified), e do brilhante gênio da informática Cisco Ramon (Carlos Valdes).

The Ellen Degeneres Show, recebe o ator Robert Downey Jr., a socialite e atriz Nicole Richie e o músico Jack White. Já no The Tonight Show, Jimmy Fallon recebe os atores Steve Carell e Julianne Hough, o músico Phillip Selway e a banda The Dap-Kings.

Confira os demais destaques para esta noite.

I-SAT
Californication – 0h (ep 7×11)

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
Parenthood : Uma História de Família – 15h (ep 5×10)
Os Homens são de Marte… e é pra lá que eu vou – 22h30 (ep 1×03)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

E!
Kirstie – 19h (ep 1×02)
Jennifer Falls – 20h (ep 1×02)

FOX Life
Chasing Life – Lutando Pela Vida – 22h45 (ep 1×03)

UNIVERSAL
The Good Wife – 22h (ep 5×05) / 23 h (ep 5×06)

WARNER
Nikita – 13h14 (ep 3×09)
The Middle – 20h (ep 5×21) / 20h25 (ep 5×05)
The Flash – 22h30 (ep 1×01) ESTREIA

SONY
How I Met Your Mother – 12h30 – exibição diária
Franklin & Bash – 13h – exibição diária
Malibu Country – 14h (ep 1×03) – exibição diária
Marvel’s Agent of S.H.I.E.L.D. – 21h30 (ep 2×02)
The X Factor UK – 22h30

AXN
Resurrection – 22h (ep 2×03)

TBS
Projeto Mindy – 21h30 (ep 1×22)

ID
Hawaii 5-O – 11h54 no ID SD (canal 139 na NET) e às 13h54 no ID HD (canal 639 na NET) – reprise da 3ª temporada diariamente

LIFETIME
Witches of East End – 22h30 (ep 1×07)
Drop Dead Diva – 23h30 (ep 6×07)

HBO SIGNATURE
Família Soprano – 22h (ep 1×05)

MTV
Gilmore Girl – 11h (exibição de segunda a sexta 1ª temporada)
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
Smallville – 16h (exibição de segunda a sexta reprise 7ª temporada)

RECORD
Plano Alto – 23h30 – minissérie
Alphas – 0h30 – (ep 1×10)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
Família Dinossauros – 22h / 22h30 – dois episódios seguidos
SOS Emergência – 23h10
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Comentem e voltem, pois amanhã tem mais para ver.

Apesar da audiência em queda, ‘Gotham’ garante temporada completa

Data/Hora 16/10/2014, 00:04. Autor
Categorias Notícias

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Apesar dos números de audiência não serem dos mais empolgantes, a Fox norte-americana autorizou esta semana a produção da primeira temporada completa de Gotham. Assim, a série que narra as origens dos personagens do universo de Batman terá 22 episódios em seu primeiro ano, previsto para encerrar em maio de 2015.

Gotham estreou no dia 22 de setembro nos Estados Unidos, conquistando 8,2 milhões de telespectadores e 3,2 pontos de audiência entre o público de 18 a 49 anos – o principal alvo dos anunciantes. O que impressionou os executivos da Fox, no entanto, é que a audiência foi especialmente expressiva com os telespectadores que deixaram para assistir mais tarde, via aparelhos de DVR, chegando a 6 pontos de audiência qualificada.

A audiência da série, no entanto, vem caindso semana a semana. O quarto episódio, exibido no dia 13 de outubro, teve apenas 6,39 milhões de telespectadores e 2,4 pontos de audiência qualificada.

No Brasil, Gotham vai ao ar nas noites de segunda-feira, na Warner Channel.

Com informações do TV Line e do site TVbytheNumbers.

Destaques na TV – quarta, 15/10

Data/Hora 15/10/2014, 02:33. Autor
Categorias TV Brasil

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Confiram a programação da tv e tenham uma boa noite.

A 15ª temporada de CSI é a ocasião para um momento especial: o programa retorna ao canal AXN, que exibiu a série entre 2008 e 2011. O episódio de estreia, The CSI Effect traz a agente Finlay (Elisabeth Shue) vivendo momentos de alta tensão às voltas com uma bomba plantada misteriosamente em seu carro,  enquanto Russel (Ted Danson) recebe uma ligação anônima de alguém que se identifica como o assassino de Gig Harbor, um caso nebuloso e não resolvido anteriormente. O episódio tem participações de Mark Valley (Human Target, Boston Legal) e Mark-Paul Gosselaar (Franklin & Bash).

No The Ellen Degeneres Show, os convidados são os atores James Marsden e Jennifer Garner e o duo musical Fences & Macklemore. Já no The Tonight Show desta noite, o ator e comediante Jimmy Fallon recebe o ator Robert Downey Jr., o radialista Ira Glass e o duo musical Big & Rich.

Na TV aberta, a Band exibe esta noite, às 22h45, o reality show MasterChef, que não foi ao ar ontem em função do debate entre os presidenciáveis.

Confira os demais destaques.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
Chegadas & Partidas – 21h – 6ª temporada
Lili, a Ex – 22h30 (ep 1×04)
Animal – 23h (ep 1×11)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

WARNER
Nikita – 13h15 (ep 3×08)
Selfie – 20h (ep 1×02)
S.O.S. Pé na Bunda – 22h30

SONY
How I Met Your Mother – 12h – exibição diária
Franklin & Bash – 13h – exibição diária
Malibu Country – 14h (ep 1×02) – exibição diária
Revenge – 21h30 (ep 4×02)
The X Factor UK – 22h30

AXN
CSI – 22h (ep 15×01) ESTREIA

ID
Hawaii 5-O – 11h54 no ID SD (canal 139 na NET) e às 13h54 no ID HD (canal 639 na NET) – reprise da 3ª temporada diariamente

A&E
Orphan Black – 22h (ep 1×07)

MAX*e
Borgia – 22h (ep 3×11)

MTV
Gilmore Girls – 11h (exibição de segunda a sexta)
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 3ª temporada)
Smallville – 16h (exibição de segunda a sexta reprise 7ª temporada)

RECORD
Plano Alto – 23h30 – minissérie
Alphas – 0h30 – (ep 1×09)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
Meu Amigo Encosto – 21h
Mulher – 23h10
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Podem comentar.

Franquia ‘Resident Evil’ será adaptada para a TV

Data/Hora 14/10/2014, 20:50. Autor
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A franquia Resident Evil, que é constituída por games, histórias em quadrinhos, livros e filmes, pode ganhar uma série de TV. A adaptação, entretanto, não deverá ocorrer tão cedo, uma vez que a Constantin Film a planeja para depois do lançamento do último filme da série — adiado por conta da gravidez da atriz Milla Jovovich.

Segundo a Variety, a produtora alemã planeja levar boa parte de suas franquias para a televisão. Recentemente, a adaptação de Instrumentos Mortais foi anunciada para o começo de 2015. A produção de Arklay, série live-action baseada em Resident Evil, foi anunciada em agosto, contudo, não apresenta ligação direta com a adaptação da franquia para a TV.

Com informações do GameSpot

Comediante de stand-up vai estrelar adaptação de ‘Escola de Rock’

Data/Hora 14/10/2014, 20:14. Autor
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Anunciada em agosto, a adaptação para TV de Escola de Rock ganhou seu protagonista. O ator e comediante Tony Cavalero foi escalado para interpretar Dewey Finn, papel de Jack Black no longa de Richard Linklater. Cavalero faz parte de um grupo de stand-up de Los Angeles, o The Groundlings.

A série seguirá a mesma premissa do filme, onde o roqueiro Dewey Finn terá de trabalhar em um rígido colégio preparatório após ser expulso de sua banda, e assim, transformará seus alunos em estrelas do rock. A série garantiu 13 episódios para sua temporada de estreia. Jim e Steve Armogida, os produtores executivos, estão a cargo da adaptação do roteiro do longa, que foi escrito por Mike White, para o programa de TV. Linklater e o produtor Scott Rudin também estarão à frente da produção da série do Nickelodeon. Sua estreia será no segundo trimestre de 2015.

O ator já participou de séries como Hart of Dixie, 2 Broke Girls, Modern Family e Adam Devine’s House Party. Ele também tem um papel regular no webshow The Single Life.

Com informações do Hollywood Reporter

 

Grey’s Anatomy – Got to Be Real

Data/Hora 14/10/2014, 17:30. Autor
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Got to Be Real
Número do Episódio: 11×03
Exibição nos EUA: 09/10/2014
Nota do episódio: 8

Eu sei! Eu seeeeeeeeeeeei! Tô muito atrasada com as reviews do meu amor maior, Grey’s Anatomy. Mas consegui ver os 3 episódios da nova temporada apenas ONTEM, acreditam? Enfim, prometo manter as reviews em dia a partir de agora. PROMETO!

Esse início de temporada é um momento crucial para Grey’s Anatomy. Uma personagem muito querida – Cristina Yang – partiu no final da temporada passada, e só com o retorno da série que descobriríamos se todas as promessas de “não vou voltar a assistir à série sem my person” eram verdadeiras.

Bom, a julgar pela audiência desses 3 novos episódios, muitas promessas foram em vão. Felizmente.

Mas não só em termos de audiência esse princípio de temporada seria crucial. O ponto chave na verdade, era a forma como os roteiros trabalhariam a partida da Cristina, a decisão tomada pela Meredith e a chegada de Maggie Pierce. E esses 3 episódios deram muitas pistas de como essas 3 histórias – talvez as principais até aqui, junto com a decisão de Callie e de Torres de adotarem um bebê – serão tratadas no decorrer da temporada.

A partida de Yang deixou um vácuo em relação à Mer. E os roteiristas trataram de tampar esse buraco com Alex Karev. Foi a decisão mais lógica e rendeu ótimos momentos, especialmente porque Alex é MUITO diferente de Yang e porque Jo não consegue compreender a relação entre Grey e Karev. Mas eu esperava ver uma interação maior entre Amelia e Mer. Acho que elas não tiveram nenhuma cena juntas até agora, o que é uma pena, já que as duas funcionam muito bem juntas.

Meredith tem interagido bastante com Maggie, sua meia-irmã. As cenas entre as duas são bacanas especialmente porque nos mostram muito da antiga Meredith, mais sombria, obscura e fechada. Mas confesso que eu ainda não me acostumei com a ideia de ter a Maggie em Seattle. Talvez por isso o plot dela ainda não tenha me cativado.

O segundo episódio, Puzzle With a Piece Missing, mostrou o quão competente e determinada a cardiologista é. Mostrou também o quão insegura ela é quando se trata de mexer no seu passado. Ela parece ser uma boa pessoa, é divertida. Mas ainda não me apaixonei por ela, entendem? Por outro lado, quero muito ver como a relação dela e da Meredith vai se desenvolver. Mexer nisso é mexer em terreno perigoso, já que vimos uma história parecida entre Mer e a saudosa little Grey. Mas ainda assim quero descobrir se a Mer vai agir como agiu em relação à Lexie ou se as coisas serão mais fáceis dessa vez. Isso sem contar o drama que Maggie e o Chief terão que superar. Ou seja: esse plot vai render pelo menos metade da temporada. Espero que saibam trabalhá-lo direito.

Outra grande história da temporada trata da decisão da Meredith de permanecer em Seattle. Derek acabou abrindo mão do emprego em Washington e agora está amargurado. Ele tenta não culpar Meredith, mas não está conseguindo. Eu até entendo o ponto de vista dele, de que o amor pela família o fez ficar e de que Mer, de certa forma, o obrigou a tomar essa decisão ao tomar a sua própria. Mas eu gostei muito do que a Amelia disse pra ele em Got to Be Real.

Derek sempre teve esse complexo de Deus, de achar que é mais e mais importante do que todo mundo. Está na hora de ele viver com suas próprias decisões sem culpar os outros. Está na hora dele ser mais humilde e colaborativo. E eu estou ansiosa de verdade pra ver como ele e Mer vão voltar as boas (não que eles estejam brigados, mas há o ressentimento no caminho da felicidade) e como Derek e Amelia vão achar uma forma de trabalharem juntos, especialmente ela sendo “chefe” do irmão.

Outro casal que está tentando acertar o passo – depois de uma temporada de sofrimento e desencontros – é Calzona. E as coisas seguem difíceis entre as duas, já que conciliar suas aspirações de crescimento profissional com a aspiração de crescimento da família nem sempre é fácil. Eu espero que os roteiristas deem paz para Callie e Arizona em breve – ou separe o casal de vez. Não é legal ver a mesma lenga-lenga de sempre.

Grey's Anatomy - Got to Be Real 3

E por falar em dar paz, na última review da 10ª temporada eu expressei a minha felicidade pela sorte do Alex finalmente estar mudando. Pois bem, eu estava enganada, e agora Karev está pior do que nunca. Ele perdeu o emprego na clínica particular (graças à Jo e à Maggie) e o lugar no conselho. Aparentemente, os outros membros precisavam aprovar a entrada de um substituto, e acabaram escolhendo a Bailey.

Eu ODIEI a escolha. Miranda Bailey não é mais nem a sombra do que já foi um dia, e achei muito feia a atitude dela de achar que seu lugar no conselho estava garantido, desconsiderando completamente a competência do Alex. Quero só ver o que o futuro reserva para o garoto, mas espero que sejam coisas boas. E que Bailey volte a ser pelo menos 1/4 do que era.

Grey's Anatomy - Got to Be Real 2

Por outro lado, gostei muito do Hunt nesses episódios. Ele foi um dos mais afetados pela partida de Yang, e foi bonito ver como ele está decidido a seguir adiante da melhor forma possível. Gostei de ver a parceria entre Callie e ele, gostei de ver os dois se abrindo um para o outro. Todo mundo sairá ganhando nessa equação, e vai ser bom ver o Avery – também cansado de deixar o profissional de lado pelo pessoal – juntando-se à eles. Prevejo momentos de emoção e diversão.

Sei que em razão de não ter falado dos episódios individualmente muita coisa acabou ficando pra trás. Mas seguindo as reviews semanalmente, prometo dar espaço também para as questões secundárias!

Até o episódio dessa semana pessoal!

Faking It – Lust in Translation

Data/Hora 14/10/2014, 16:03. Autor
Categorias Reviews

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Série: Faking It
Episódio: Lust in Translation
Número do Episódio: 2×03
Exibição nos EUA: 07/10/2014
Nota do episódio: 6

Sempre que eu ouço que brasileiros vão aparecer em um determinado seriado eu já começo a suar frio. E Lust in Translation conseguiu apresentar TODOS os clichês possíveis em um mesmo episódio. Nem mesmo o sotaque TERRÍVEL dos “brasileiros” faltou.

Possivelmente esse show de horrores influenciou na minha opinião sobre o episódio. Mas não foi só isso: Liam está ganhando muito destaque. E essa decisão pode estar determinando o futuro do seriado.

É ingenuidade achar que a maior torcida é para que Karma e Liam fiquem juntos. Ok, admito, tem muita gente que torce pelo sucesso do casal. Mas a audiência se interessa por 2 aspectos, primordialmente: a relação entre Amy e Karma e a vida de Amy.

Pouco importa se Karma e Amy ficarão juntas como um casal. Há muita torcida para que isso aconteça, sim. Mas o que prende a atenção é a forma que as duas encontrarão para superar todos os problemas da sua amizade. O fato de Karma não estar bem certa do que quer (e muitos são os detalhes nesse sentido que são jogados nas nossas caras) é só a cereja no topo do delicioso bolo que é Karmy.

Quando não estamos vendo Karmy na telinha, queremos ver mais da incrível (e um pouco confusa) jornada de Amy. Queremos saber como ela vai “desamar” a Karma, quem será sua próxima crush,se a amizade dela com Karma vai sobreviver à bomba que vem por aí.

Queremos ver Shane e Lauren. Até Theo queremos ver. Mas não queremos ver Liam. Não queremos acompanhar sua jornada de redenção. Não. Simplesmente não. Nada no personagem me cativa. E como já falei antes, nem é pelo fato dele ser a ameaça ao meu ship. É porque o personagem é ruim mesmo. Ouso dizer que ele beira a canalhice. E não quero acompanhar a jornada dele.

O fato é que a segunda temporada de Faking It ficou comprometida por uma decisão criativa equivocada – talvez o único erro da primeira temporada: a noite de “sexo de desilusão” compartilhada por Amy e Liam. Muitos poderão dizer aqui “ah, a Amy pode ser bissexual. Aliás, os indícios são nesse sentido”. Eu sei, meus caros. A sexualidade é um espectro e a Amy está tentando entender seu lugar dentro dele. Não vejo nenhum problema nesse sentido. O problema está em ter utilizado esse artifício como um cliffhanger barato. A atitude foi totalmente “não-Amy”. Não combinou com a pessoa que foi ao fundo do poço em função ao amor pela melhor amiga. E a segunda temporada precisa trabalhar com isso. Não há como fugir dessa herança maldita.

Talvez a honestidade tivesse sido o melhor caminho. Se Amy tivesse se aberto para Karma lá na premiere, a segunda temporada se dedicaria a mostrar a reconstrução do relacionamento das duas. Poderiam vocês questionar “mas não é sobre isso que a segunda temporada tem sido?”. Sim. Mas a reconstrução é precária e tem seus dias contados. Não temos Karmy agora e nem teremos em um futuro próximo, já que o que está esquisito só tende a piorar. E isso chateia, especialmente por que eu estou chorando sobre o leite que já entornou há muito tempo.

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Mas deixando meus filosofamentos de lado, e tentando com todas as minhas forças não falar sobre os pobres brasileiros refugiados-famintos-vindosdaselva, confesso que Lust in Translation funcionou para mim em alguns aspectos.

Primeiro porque reafirmou a minha convicção de que a Karma tá ainda mais confusa do que a Amy. Ela se esforçou MUITO (até demais) pra arrumar um(a) namorado(a) para a melhor amiga, e quando deu certo e ela viu Amy e Fabiana se beijando, ela fez aquela cara que nos lembrou na hora do “woah” do threesome. KARMA, PARA QUE TÁ FICANDO FEIO.

Segundo porque Lauren foi diva/rainha novamente, e porque ela tem química com Theo. Ele consegue dela o que poucos conseguem: humanidade e fragilidade. E é bom ver uma versão Lauren “felizinha” pra variar um pouco.

Terceiro, porque Shane tentou de todas as formas entender o porquê da fixação de Liam e Amy por Karma. E foi super engraçado ver ele beijando a quase-ruiva só para soltar um “não, ainda não entendo” na sequência.

E, por fim, por motivos de Amy. Rita Volk é demais, e as falas dela são sempre um deleite. Não tem como achar ruim um episódio no qual a garota está presente. #momentofangirl

Hoje de noite vai ao ar Stupid Drama Queens, que contará com a presença da nova Suprema, Laverne Cox. E podemos esperar DRAMA de todos os lados. Mal posso conter a ansiedade.

P.S.1: a audiência da série atingiu, nos últimos dois episódios, a mais baixa de todos os tempos (750 e 730 mil espectadores, respectivamente). Os números são preocupantes, e se a história não voltar a empolgar os espectadores, talvez tenhamos que nos despedir dessa belezinha prematuramente.

P.S.2: juntem Karma e Liam de uma vez, roteiristas. Tá todo mundo percebendo o quanto vocês querem isso.

Gracepoint – Episode Two

Data/Hora 14/10/2014, 12:40. Autor
Categorias Reviews

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Série: Gracepoint
Episódio: Episode Two
Número do episódio: 1×02
Exibição nos EUA: 09/10/2014

Mais pistas começaram a ser apresentadas. Estou curiosa para saber como darão um desfecho diferente para a série, se até aqui tudo está muito igual ao original. Como toda história em que ocorre um crime, começamos a perceber que as pessoas tem seus segredos. Ou, como diria House, as pessoas mentem. Além do filho da Detetive Miller, que vimos na semana passada apagando qualquer rastro do melhor amigo do celular e do computador, no 2º episódio descobrimos que a irmã de Daniel (por sinal um dos destaques. Madalyn Horcher está muito bem) tinha cocaína guardada em casa. Ela revela que foi a pedido da dona do hotel no qual trabalha, mas se recusa a dizer quem forneceu a droga para ela. Estava bem óbvio que foi o namorado. Danny, a vítima, tinha guardado uma quantia grande de dinheiro que a polícia desconfia ter relação com a droga encontrada. Susan Wright (a atriz dessa versão não me dá metade dos calafrios que a atriz que defendia o mesmo papel em Broadchurch) está com o skate que a polícia procura.

Mark Solano, pai de Danny não estava trabalhando como disse, e suas impressões digitais são encontradas na casa onde acredita-se que Danny tenha sido assassinado. Fazendo do pai o primeiro grande suspeito.

A mãe de Dany perdendo o controle no estacionamento foi uma das grandes cenas da versão original e felizmente a cena funcionou na versão americana. Como disse na semana passada, o elenco mais fraco compromete muito o desempenho do remake. E a mãe de Danny é responsável pelas melhores cenas da história, ao lado da Detetive Miller. David Tennant está fazendo um grande trabalho também nessa versão. Diria que está mais insuportável. Pode ser o novo sotaque.

Apesar de estar achando mais fraco, estou gostando dessa versão. Porém, não acredito que ela vá segurar a audiência americana. Principalmente uma audiência de TV aberta. O ritmo é muito lento e não tem nenhum galã para audiência chamar de seu. Nem sequer a possibilidade de shipper, coisa que sabemos que pode segurar uma série mesmo quando o roteiro está deixando a desejar. Como está tudo muito igual não  posso dar palpite sobre quem desconfio que será o novo assassino(a) porque minhas justificativas contém muitos spoilers. Mas e vocês? Já tem seu suspeito(a)?

Primeiras Impressões – The Affair

Data/Hora 14/10/2014, 12:26. Autor
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Começo sendo bem honesta. Resolvi assitir The Affair pelo elenco. Principalmente para objetificar Dominic West e Joshua Jackson. Sabia muito pouco sobre o plot da série e esperava um novelão, mesmo sendo uma série do Showtime. Estou feliz de ter sido enganada, já que o que vi foi um piloto daqueles que você chega ao final pensando quantos dias faltam para o episódio seguinte.

Tudo começa com Noah Solloway (Dominic West) e sua rotina familiar. Ele e a esposa Helen (Maura Tierney) estão se preparando para sair de férias com os filhos. No meio da cena ouvimos a voz de Noah e nos damos conta que vemos uma lembrança do personagem. Ele está respondendo perguntas sobre como tudo começou, deduzo que o caso extraconjugal, mas a verdade é que nem isso é deixado claro. Então vem um corte, e a história volta. Dessa vez é Alison (Ruth Wilson) contando sua versão dos fatos.

A história contada pelos dois personagens tem pontos de vistas bem diferentes. Fica claro que eles estão dando depoimento sobre alguma morte. De quem não sabemos, mas de alguma maneira a relação deles tem a ver com o assunto.

Paralelo a isso conhecemos um pouco da história de cada um com suas famílias. Helen aparece bem menos que Cole (Joshua Jackson). Sabemos mais do pai dela, um homem muito rico e, pelo ponto de vista de Noah, insuportável.

Cole e Alison estão numa relação tumultuada devido a uma tragédia pessoal que nesse início não nos é deixado claro como exatamente aconteceu. A forma de contar a história lembra muito Damages, nada o que é apresentado parece ser exatamente verdade. Pelo que percebi a ideia é justamente deixar o público criar suas teorias e ir soltando algumas pistas no caminho.

Com relação a atuação, os quatro atores principais estão muito bem. Joshua Jackson está fazendo aqui seu papel mais maduro e com certeza mais complexo. Não está ali para ser o personagem “apaixonável”, arrisco a dizer que iremos odiá-lo em muitos momentos. Mais o destaque é mesmo Ruth Wilson. Ela faz a atuação parecer algo simples. Eu não consegui saber qual Helen é a real, se é que a de verdade nos foi apresentada. The Affair já entrou para lista de pilotos que mais gostei de assistir.

Ainda não há informações sobre a exibição da série no Brasil. Nos EUA ela foi ao ar no dia 12/10 e terá exibição semanal, sempre aos domingos.

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