‘The Lottery’ é cancelada pelo canal Lifetime

Data/Hora 18/10/2014, 17:52. Autor
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O Lifetime decidiu cancelar The Lottery depois de sua 1ª temporada. Com isso, a série encerra com um total de 10 episódios produzidos.

A série conta a história de mulheres que pararam de procriar, o que levou o planeta ao risco de extinção humana. Para reverter o quadro, os cientistas liderados pela Dra. Alison Lennon (Marley Shelton) conseguem fertilizar embriões em um laboratório. Assim, uma loteria é organizada pelo governo americano para selecionar as mulheres que receberão os embriões.

The Lottery foi exibida de junho a setembro e registrou uma média de 670 mil espectadores com 0.23% do público alvo, ao vivo.

Com o cancelamento da série, Devious Maids é o único programa confirmado para o seu retorno no Lifetime. O canal deu ordem para produção de dois novos projetos, UnREAL e Damien (sequência de Damien), assim como o piloto de The Clan of the Cave Bear.

Com informações do Deadline e do TV Line.

‘Marley e Eu’ pode virar série de TV

Data/Hora 18/10/2014, 15:55. Autor
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O filme campeão de bilheteria Marley e Eu pode virar série de televisão. A emissora NBC encomendou esta semana a produção de um piloto de uma nova comédia inspirada no filme.

Lançado em 2008, baseado em um livro de mesmo nome de John Grogan, Marley e Eu contava a história do casal John (Owen Wilson) e Jennifer Grogan (Jennifer Aniston), que iniciava uma nova vida em West Palm Beach, no estado da Flórida. Os dois resolvem ter um cachorro – só que os animais também crescem, e Marley (nome dado ao filhote), um labrador de 5 kg, logo se transforma em um grande cachorro de 45 kg, o que torna a casa deles um caos.

David Frankel (Doctor Who), que dirigiu o filme será o diretor do piloto, enquanto Jenny Bicks (Sex and the City) será a roteirista. Karen Rosenfelt (Crepúsculo) será a produtora executiva da série, que terá produção da 20th Century Fox Television.

NOTÍCIAS | ‘O Pestinha’ será adaptado para a televisão pela emissora NBC

Ainda não há informações sobre o elenco ou em relação as gravações. Se o piloto for aprovado, provavelmente a série estreará na fall season americana no ano que vem.

Com informações do Entertaiment Weekly e do Vulture.

Destaques na TV – sábado, 18/10 e domingo, 19/10

Data/Hora 18/10/2014, 02:20. Autor
Categorias TV Brasil

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Vamos curtir o final de semana, confira aqui o que tem na programação da TV.

O Horário de Verão deste ano vai começar na madrugada do próximo dia 19. À meia-noite do sábado (18) para o domingo (19), os relógios deverão ser adiantados em uma hora. Dito isso peço muito atenção aos horários a partir de domingo, pois as grades da programação nem sempre estarão corretas.

A thriller Bitten chega ao canal Syfy com dois episódios inéditos seguidos. A série é estrelada por Laura Vandervoot (Smallville), que interpreta Elena Michaels, a única versão feminina de lobisomem do mundo. Desesperada para escapar deste mundo e da criatura que a transformou, ela foge para Toronto, no Canadá, onde passa a trabalhar como fotógrafa e esconde seu segredo do namorado, o executivo Philip McAdams (Paul Greene, Harry’s Law). Porém, além de estar dividida entre dois universos, o humano e o de lobisomem, ela também está entre dois amores. Elena se envolve em um triângulo amoroso que inclui seu atual namorado e o ex-namorado lobisomem Clay Danvers (Greyston Holt, Alcatraz). Bitten também conta no elenco com Greg Bryk (XIII: The Series) como o lobisomen “alpha” Jeremy Danvers. A produção, cuja primeira temporada possui 13 episódios, é inspirada no primeiro volume da série de livros Women of the Otherworld, da escritora canadense Kelley Armstrong.

A terceira temporada do talk show Jonathan Ross Show chega ao canal +Globosat. Durante 11 episódios, ilustres convidados respondem às perguntas sempre bem humoradas e inusitadas do apresentador inglês. No programa de hoje, ele entrevista Sandra Bullock, Cilla Black, Tom Hanks e James Arthur.

Agora confira todos os destaques.

Destaques de sábado, 18/10

UNIVERSAL
Rookie Blue – 19h (ep 4×11)

FX
Dads – 11h (ep 1×12)

ID
Hawaii 5-O – 11h54 no ID SD (canal 139 na NET) e às 13h54 no ID HD (canal 639 na NET) – reprise da 3ª temporada diariamente

Destaques de domingo, 19/10

BBC HD
Doctor Who – 21h (ep 8×06)
The Musketeers – 22h (ep 1×02)
The Graham Norton Show – 23 h – 16ª temporada

+GLOBOSAT
Jonathan Ross Show – 21h – ESTREIA

FOX
Modern Family – 13h20 (ep 5×19)

SONY
Top Chef – 19h30 (ep 11×17)
The Voice – 22h30 – 7ª Temporada

FX
Crisis – 11h (ep 1×07)
The Americans – 23h30 (ep 2×12)

ID
Hawaii 5-O – 11h54 no ID SD (canal 139 na NET) e às 13h54 no ID HD (canal 639 na NET) – reprise da 3ª temporada diariamente

SYFY
Bitten – 22h (ep 1×01) / 23h (ep 1×02) ESTREIA

STUDIO UNIVERSAL
Nurse Jack – 1h30 (ep 6×02) madrugada de domingo para segunda-feira

HBO
O Negócio – 21h (ep 2×09)
Sr Ávila – 22h (ep 2×03)
Boardwalk Empire – 23h (ep 5×03)

FILMS & ARTS
Padre Brown – 21h – (ep 2×06)

SBT
Nikita – 1h

Bom final de semana!

Kim Dickens é escalada para a terceira temporada de ‘House of Cards’

Data/Hora 18/10/2014, 00:18. Autor
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A atriz Kim Dickens conseguiu um papel recorrente na terceira temporada da série House of Cards, que tem previsão de estreia no início do ano que vem.

Detalhes sobre a sua personagem ou sobre em qual ou quais episódios ela irá aparecer não foram divulgados pela Netflix nem pelos produtores da série.

NOTÍCIAS | ‘House of Cards’ não consegue permissão para gravar na ONU

A atriz tem no currículo passagens pelas séries Deadwood, Lost, Friday Night Lights e Treme. Mais recentemente participou de uma sequência de episódios de Sons of Anarchy.

A terceira temporada de House of Cards tem previsão de estreia para o início do ano de 2015.

Com informações do TV Line.

Castle – Clear & Present Danger

Data/Hora 17/10/2014, 12:00. Autor
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Série: Castle
Episódio: Clear & Present Danger
Número do episódio: 7×03
Exibição nos EUA: 13/10/2014
Nota do episódio: 9.3

Após duas semanas tentando compreender melhor o que havia acontecido com Castle e tentando lidar com as mudanças sofridas ao longo daqueles dois meses de amnésia, nós voltamos àquele bom e velho ritmo Castelino: um episódio cheio de teorias loucas, engraçado e totalmente significativo. We’re back, bitches!

castle -  Clear & Present Danger 03

Como já era esperado, nenhum casal fica meses separados e voltam a ser a mesma coisa tão facilmente – até mesmo quando a culpa da separação não foi de nenhum dos dois. O fato é que na semana passada Beckett havia comentado com Lanie que estava difícil retornar à rotina deles, assim como não sabia de que forma – ou quando – as coisas voltariam ao normal. Já no começo de Clear & Present Danger a gente percebeu que o que realmente faltava aos dois era comunicação, e eu até entendo, até certo ponto. Quantos não são os casais que mesmo com anos de convivência deixam de colocar em pratos limpos tudo o que se passa em suas cabeças? Ah, claro, o resultado da falta de comunicação só podia ser um: ambos queriam a mesma coisa – leia-se sexo -, mas nenhum dos dois sabia como chegar a essa questão, e quando souberam… ah, telefonezinho filho de uma mãe.

Depois que eu entrei nessa onda de ser spoiler free, eu vou para os episódios totalmente crua, ou seja, não vejo fotos, sneaks, promos, nada. Então eu não sei para vocês, mas para mim não saber de nada foi o ponto chave desse episódio. Aliás, retifico: o ponto chave foi a volta das teorias absurdas de Castle, o humor e a conexão mental dos dois – sim, aquela que sempre os uniu desde sempreMas comecemos pelo caso da semana.

castle -  Clear & Present Danger 01

De todos os casos estranhos e bizarros que já vi em Castle, o dessa semana se não foi o mais assustador, foi o mais maluco-real. Quando William Fairwick é encontrado morto, com um taco de sinuca enfiado em seu peito, tudo parecia normal na medida do possível. A história começou a ficar estranha quando começaram a meter o diabo no meio, literalmente haha. A questão era: William jurava ter um pacto com o diabo e, conforme as pistas iam aparecendo, sua afirmação ficava cada vez mais “acreditável”. Aí, meus queridos, um punhado de terra vira um castelo nas mãos de quem tem uma imaginação fértil e nosso assassino foi de homem-aranha a homem invisível. E o pior é que era invisível mesmo.

E enquanto portas se abriam sem que ninguém realmente as abrisse e teorias loucas eram proferidas por Castle, o escritor e a detetive faziam planos para, enfim, conseguirem matar a fome que estava matando os dois, se é que vocês me entendem. Aí, adivinhem, o telefone tocou novamente. Sério, quem é o diretor desse episódio, Hart Hanson? Brincadeiras à parte, no caso de William as evidências continuavam a desaparecer, pessoas eram atacadas sem realmente ter alguém para atacá-las e uma namorada sentimental entrou na história. Confesso que ali eu já desconfiei dela, mas fingi que não tinha solucionado o caso aos 16 minutos e continuei curtindo o episódio que estava bom demais.

 “O Homem Invisível te deu um beliscão?”

Claro que o palhaço do Castle não ia deixar escapar a oportunidade de brincar com a situação, até porque se ele não fizesse, não seria o Castle que a gente conhece (sim, estava sentindo falta disso e sim, caí de amores ainda mais, se é que isso é possível). Nessa cena eu tremi na base, juro. A interpretação da Stana foi tão real, que eu fiquei com medinho haha. E o Castle, obviamente, achou que Beckett havia entrado na dança e estava brincando com ele também, até perceber que a moça estava realmente sendo atacada pelo tal Homem Invisível. E após uma luta árdua no chão, com um Anderson Silva invisível (entendo de luta, vlw, flw), a malandragem de Castle venceu, e a pessoa/coisa levou o cartão de crédito no lugar da evidência. Palmas.

castle -  Clear & Present Danger 02

E se o episódio já estava hilário, ficou muito mais engraçado do que muita série de comédia que eu assisto quando Martha caiu na armadilha de panelas para pegar o Homem Invisível. Eu ri tanto, mas tanto, que tive que voltar e ver de novo. Só não foi mais engraçado porque também tive a tristeza de ver, pela terceira vez, o momento dos dois indo para o espaço. Mas momentos empatados à parte, o caso ia tomando proporções maiores e mais complexas quando uma agência de engenharia quântica entrou na história e clareou o caso na cabeça de todo mundo: William era um cientista que estava, junto com agentes do governo, testando o cloaking, uma nova tecnologia que seria capaz, a partir de uma roupa, deixar a pessoa invisível. A insatisfação do Castle ao descobrir que não era o Homem Invisível o nosso assassino só não foi maior porque ele logo se encantou com o “brinquedinho” que ele tinha acabado de conhecer.

Daí para o fim da história não faltou muito: como eu desconfiava, a namorada sentimental, na verdade, era uma namorada que se sentia usada e resolveu matá-lo usando o traje invisível. Aliás, se tem algo que eu curto nessa série são os links que eles fazem, seja com episódios passados – ou momentos -, seja com questões do próprio episódio. O primeiro link foi com a saudade que o Castle sentia daquelas conexões mentais que os dois sempre tiveram, desde o início da série. Lembra daquelas frases sempre completadas pelo outro? E as ideias que só de se olharem já eram trocadas? É, isso mesmo, todo aquela conexão maravilhosa que fizeram e fazem dos dois o casal mais interligado das telinhas estava de volta e, assim como Castle, eu também senti saudades.

O outro link, e esse muito sexy por sinal, foi a roupa (ou a não-roupa) que Beckett “vestiu” para Castle. Entrando na linha do traje invisível, a nossa detetive resolveu causar e entrar no quarto da forma que veio ao mundo. Pena que, assim como a roupa dela, a cena também ficou invisível para nós. Aí, quando não falta luz, a ABC resolve deixar no nosso imaginário o restante da cena. Até quando, Senhor?

De qualquer forma, mesmo com esse final que nos deixa feliz, mas também tristes porque eu sei que você queria ver mais (não negue, é feio), Clear & Present Danger foi um ótimo episódio. Divertido, com um caso bem diferente e muito real, e trouxe momentos bons dos quais eu sentia falta desde o início do hiatus. A sétima temporada já me ganhou e a gente está apenas na terceira semana. PRE-PA-RA porque vem muito mais por aí. Até semana que vem 🙂

Ps1: Confesso que fiquei com pena do Ryan quando ele disse que precisa trabalhar em mais outro lugar para sustentar o bebê, mas também achei engraçado o local onde ele arrumou serviço. Tadinho.

Ps2: Finalmente comecei a me acostumar com o cabelo da Stana/Beckett. Tô até gostando, viu? Mas nunca me ganhará mais do que o da quarta, sorry.

The Voice Brasil – Audições às Cegas IV

Data/Hora 17/10/2014, 11:00. Autor
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Série: The Voice Brasil
Episódio: Audições às Cegas IV
Número do Episódio: 3×4
Exibição: 17/10/2014
Nota do Episódio: 8.5

Vamos para o penúltimo dia de audições às cegas.

Começamos o programa com Rose Oliver ao som de “Aquarela do Brasil” (Ary Barroso). A moça canta bem, mas não gostei da versão nem dos trejeitos dela americanizando uma canção tão típica do país! Mas pela qualidade de sua voz teve quatro cadeiras viradas. Com todos os técnicos puxando o saco, sem ninguém disputar a candidata, pelo menos tivemos a primeira surpresa da edição quando ela escolheu Lulu! Até ele ficou surpreendido.

Alguém mais apostava que ela escolheria o CB?

O número seguinte foi de Leandro Buenno, interpretando Latche (Disclosure). Não conhecia a música e se tem uma coisa que o The Voice gringo me agrada muito é me apresentar músicas que eu, na minha ignorância, não conhecia. Gostei dele, mas não achei excepcional.

Apenas CB não virou, e foi legal a disputa entre Lulu e Claudinha. Daniel, vestido com o paletó do Coringa, apenas fez figuração, apesar de ter esboçado entrar na disputa. A escolha por CL não surpreendeu e acho que por ele ter cantado uma música gringa vai cair bem no time da Claudia Leitte.

Na sequência, Marina Saru, cantando “Eu Sei” (Fresno). Gostei da candidata, que acabou não selecionada. O fato dela ter apenas 17 anos não entra na disputa, mas achei que pela pouca idade ela foi muito bem e não chegaria a ser injusto ela não ter sido selecionada se não tivéssemos tantos candidatos fracos, e de qualidade inferior a ela, selecionados pro CB e Daniel no segundo programa. Eu teria virado a cadeira!

Luana Fernandes se apresentou ao som de “Feeling Good” (Nina Simone). Boa candidata, mas o número não me atingiu. Não sei se estou muito exigente, mas nada tem me chamado tanto a atenção e tá difícil apontar um grande favorito ou um grande candidato. Praticamente ninguém me cativou até agora. Luana foi bem, viraria a cadeira para ela, assim como viraram Daniel e Milk, que após zero de disputa foi a escolhida para ser a técnica.

Após, Nanda Garcia apresentou “Gente Humilde” (Chico Buarque), deu para ver que é boa, mas a qualidade do número ficou prejudicadíssima pela emoção e pelas convulsões que a candidata teve na bochecha! Bochecha eu disse, ok? Eu não teria virado, mas Daniel e Carlinhos Brown viraram e ela escolheu o Coringa, Daniel.

O candidato seguinte foi Jésus em pessoa, cantando “Serrado” (Djavan). O número me agradou, gostei, mas, mais uma vez, não me arrematou! Deus que me perdoe (e vocês me perdoem os trocadilho), mas esse cara precisa de um nome artístico para ontem! Jésus não dá! E Jesus, apesar de ter Claudinha para escolher, Jésus escolheu o Daniel! Até o treinador se surpreendeu! Pelo menos esse programa de hoje tá servindo para surpreender na escolha dos treinadores, porque a qualidade dos candidatos está bem meia boca.

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E o programa voltou do intervalo mais uma vez com a ‘cortina’ na candidata. Cantando e bem “House of The Rising Sun” (The Animals), e não me matem, gostei mais do número dela do que do da Jackie Lee.

E quase no fim do número Daniel virou e na sequência Brown e caindo a cortina conhecemos a Débora Coutinho, que acabou por definir ir pro time de Carlinhos Brown. Brown vai salvando as cagadas que fez no segundo programa e vai qualificando seu time.

O número seguinte foi de Karina Duque Estrada, cantando “Um Sorriso Nos Lábios” (Gonzaguinha). A candidata pode não ser tecnicamente exuberante pelo quesito tão apreciado por muitos dos técnicos, o ‘vozeirão’, mas essa me agradou pela entrega na música. MAS, após a cadeira de Claudinha virar, como é praxe no TVB, a competidora cagou o fim da música chorando enquanto cantava. Vamos ver nos próximos números, mas acredito que tenha muito a melhorar no programa.

Thiago Soares, estragando Simples Desejo (composição de Jairzinho, brilhantemente interpretada pela sua irmã, a maravilhosa Luciana Mello). Apesar disso, os louros da música foram dados por Lulu Santos a Thiaguinho. Que triste.

Enfim, não me agradou nada o candidato e adorei que apenas o Daniel tenha virado. Vão combinar bem!

Fomos apresentados logo depois a Lui Medeiros. Já gostei do candidato na apresentação, uma voz bem melódica, voz de cantor mesmo e pelas referências musicais (Lepo Lepo e Sistem of Down) demonstrou ser bem eclético.

Lui Medeiros, cantando Drão (Gilberto Gil). Já me ganhou na escolha da música e na primeira nota, soltei um ‘PQP’ aqui em casa! Me arrepiou demais. O candidato soube por sua verdade e técnica na música, sem dilacerá-la, e ainda soube manter a emoção que essa música traz. Não sei se gostei tanto porque AMO essa música, mas fiquei com a sensação que daí sim, finalmente encontrei o candidato para quem vou torcer. Também fiquei com os olhos embargados iguais CL.

Óbvio, todas as cadeiras viraram! O rapaz tem presença de palco e ainda soube brincar para escolher o técnico. Apostava todas minhas fichas que ele iria pro Lulu e assim foi! Acredito que com essa vitória em mais uma disputa de 4 cadeiras, finalmente Lulu vai ter o melhor time da edição e rezo para ele não estragar o time na fase das batalhas, como sempre! Até porque vou torcer por Lui. Claro, desde que ele não cante Lepo Lepo.

Amanda Mangia, apresentando Forget You (Cee Lo Green). AMO essa música, claro, não essa mesmo mas a original Fuck You, onde além de rolar o Fuck You, rola um ‘shit’ no meio da música! Então já gostei da candidata pela moral de cantar essa música. E então, com segundos da candidata cantando, me desagradou demais. Não que ela seja ruim, tem técnica, ainda mais para idade! Porém ela cantava como se não soubesse o que cantava! Essa música é uma música de raiva e ela cantando toda fofinha. O feedback dos técnicos foi bem legal e espero rever a candidata em outra edição.

Thiago Costa, cantando Colombina (Ed Motta e Rita Lee). Outra música da qual eu sou fã. Mas também não gostei da interpretação. Ed Motta, que inclusive já foi assistente de CL na primeira edição do programa, é o rei dos exageros e gritos, mas ele o faz com muita técnica e não me desagrada e acho que combina bem com a canção. Achei que o candidato exagerou – além dos exageros de Ed – e acabou violando um pouco a alma da canção. Técnica ele tem, mas às vezes menos é mais!

CL e Daniel viraram. Eu não viraria. Achei que o concorrente ia de Daniel quando falou que era fã do técnico, mas no fim ele foi pro time da Claudinha. Talvez na mão dela ele evolua o necessário para não exagerar tanto. Vamos aguardar as batalhas.

Daí encerramos com o número mais desnecessário de todos os técnicos, posto que é o que canta pior, Carlinhos Brown. Pelo menos ele não rolou no chão e ainda tocou um piano. Eu não virava a cadeira para o CB cantando e vocês? Foi melhor o número de Otaviano Costa e Mariana Santos que o do Carlinhos.

Agora é esperar os times serem preenchidos, Claudinha e Lulu têm 10 candidatos e Carlinhos e Daniel têm 9! Ainda restam 10 vagas, será que o vencedor sairá desses 10?

Bom, semana que vem, pela prévia, teremos bons candidatos e mais músicas das quais sou fã, inclusive Alanis!

Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – Face My Enemy

Data/Hora 17/10/2014, 10:00. Autor
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Série: Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D
Episódio: Face My Enemy
Número do episódio: 2×04
Exibição nos EUA: 14/10/2014
Nota do episódio: 8.5

Entre uma missão e outra, Coulson procura tempo para investigar mais sobre os seus surtos de escritor alienígena e até ir em algumas festas. No episódio dessa semana, os agentes colocaram suas roupas de gala, usaram seus melhores sorrisos e mentiras, e saíram para investigar.

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Coulson e May vão para uma festa tentar encontrar um quadro que possui o mesmo tipo de escrita de seus surtos. Não há como negar que as cenas dos dois eram o ponto alto do episódio, o entrosamento tanto das personagens quanto dos atores fez o ato de assistir à série ainda mais agradável. May estava mais solta, mais divertida e foi bom ver outro lado dela.

O restante da equipe continuou no avião esperando instruções, não houve grandes acontecimentos nesta trama secundária, a história desenrolou apenas quando Fitz resolveu participar dela. Para mim parece que a bomba no avião foi apenas para deixar o resto dos personagens ocupados, não sabiam o que fazer com eles – já que May e Coulson estavam protagonizando a história sozinhos – e resolveram colocar qualquer coisa para preencher o tempo. Prova disso é que a solução foi muito simples.

Da trama secundária, a única coisa boa foi ver que Fitz está tentando se enturmar novamente apesar dos pesares. É difícil ver que ele pensa que Simmons o abandonou, quando na verdade ela saiu em uma missão. Quero logo um reencontro Fitz-Simmons para saber como tudo vai se desenrolar.

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Na festa, as coisas ficavam mais tensas a cada segundo, pois a presença de Talbot na festa estragou qualquer tentativa de disfarce dos agentes. Ver Talbot novamente me fez, primeiramente, recear. Eles vão voltar para esse plot do governo perseguindo a S.H.I.E.L.D. Então eles mostraram que Talbot tinha ligação com a H.Y.D.R.A. e tudo fez sentido para mim, quase aplaudi, quase… Porque no fim das contas não era o verdadeiro Talbot. Seria muito interessante se a H.Y.D.R.A. tivesse infiltrada também dentro do próprio governo americano. As coisas ficariam tão difíceis para a S.H.I.E.L.D., uma pena eles não terem seguido em frente com essa ideia.

Uma coisa que sempre me deixa animado na série são os equipamentos super tecnológicos, aquela espécie de malha que copia o rosto da pessoa é sensacional e proporcionou uma das melhores cenas da série: agente May lutando contra ela própria. Páreo duro.

Mais perguntas foram levantadas do que respondidas. Ainda não se há uma explicação para o que Coulson escreve, qual o significado daquilo? Quais são os planos de Whitehall? E Reina, o que ela quer com o obelisco? Só resta a torcida para que essas perguntas sejam respondidas logo.

Destaques na TV – sexta, 17/10

Data/Hora 17/10/2014, 02:50. Autor
Categorias TV Brasil

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É sexta-feira! confira os destaques de hoje e tente se divertir.

A terceira temporada de Arrow mostrará o nascimento de um vilão que colocará em cheque tudo que Oliver Queen (Stephen Amell) se esforçou para construir ao longo da série, com a ajuda dos amigos e companheiros Diggle (David Ramsey) e Felicity (Emily Bett Rickards).

A HBO segue invenstindo em produções latino americanas. Logo após o êxito ao filmar a série de sucesso Prófugos, a gigante do entretenimento volta ao Chile para produzir Roommates, em parceria com a Eyeworks. A nova série contará as histórias e nuances amorosas de um grupo de quatro amigos que vivem juntos em um apartamento. No elenco da nova produção do canal estão Celeste Sablich (que já posou para a Playboy), Belén Fernández, Javiera Franco e Darko Peric. A série estreou na semana passada.

No The Ellen Degeneres Show, os convidados são os atores Shia LaBeouf e Gina Rodriguez e a apresentadora Padma Lakshmi. Já no The Tonight Show desta noite, os convidados são a atriz Jada Pinkett Smith (Gotham), o ator Nick Kroll e o rapper Bobby Shmurda.

Agora confira os demais destaques na TV.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

WARNER
Nikita – 13h16 (ep 3×10)
Arrow – 22h30 (ep 3×01) ESTREIA

SONY
How I Met Your Mother – 12h30 – exibição diária
Franklin & Bash – 13h – exibição diária
Malibu Country – 14h (ep 1×04) – exibição diária

AXN
Helix – 22h (ep 1×11)

ID
Hawaii 5-O – 11h54 no ID SD (canal 139 na NET) e às 13h54 no ID HD (canal 639 na NET) – reprise da 3ª temporada diariamente

HBO
Masters of Sex – 22h (2×11)
Roommates – 0h (ep 1×02)

MAX*e
The Knick – 21h (ep 1×09)

MTV
Gilmore Girls – 11h (exibição de segunda a sexta 1ª temporada)
Smallville – 12h (ep 7×05 à 7×08)
The Vampire Diaries – 15h

GLOBO
Dupla Identidade – 23h25 (ep 1×05)

RECORD
Plano Alto – 23h30 – minissérie
Alphas – 0h30 – (ep 1×11)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
Carga Pesada – 23h10
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Bom final de semana!

Entreatos: Cultura Pop levada a sério – Parks & Recreation e os Mockumentaries

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De Seinfeld à Buffy, minhas séries favoritas sempre foram aquelas que ousaram a fazer exercícios formais, aquelas que não apenas contam uma história, mas que decidem narrá-la.  Os exemplos são inúmeros (suficiente para um artigo só sobre isso), mas é inegável que criadores como Jerry Seinfeld e Joss Whedon mudaram o modo com que o Prime Time vê as séries com episódios como Chinese Restaurant (Seinfeld; Temporada 01, Episódio 06); Hush (Buffy; Temporada 04, Episódio 01) e Once More With Feeling (Buffy; Temporada 06, Episódio 07).

Assim, quando a nova moda das séries de comédias passou a ser o mockumentary, eu esperei amar instantaneamente, mas, para minha surpresa, o resultado foi o oposto. Eu sentei para assistir Steve Carell e John Krasinski, dois comediantes que eu profundamente admiro, na versão americana de The Office, e achei difícil ver um episódio até o fim.  O problema não era o humor — antes que nossos leitores fanáticos por séries me crucifiquem, eu quero deixar claro que até hoje qualquer gif ou quote da séries que eu encontro na internet me faz cada vez mais pensar que eu preciso dar novas chances a The Office —, o meu problema, por incrível que pareça, era o formato.

“Mockumentary”, como muitos já sabem, contrai os termos mock + documentary, sendo um formato que usa a estética de um documentário para narrar ficção. Este não é um modelo novo, se hoje ele é conhecido por séries como The Office, Parks and Recreation e Modern Family, ele já foi consagrado por grandes filmes como Zelig (Woody Allen, 1983) e This is Spinal Tap (1984). Mas enquanto em Zelig o filme simula um documentário pronto, acabado e editado, nas séries que eu acompanhei, este modelo incorpora a ideia de um documentário que está sendo filmado. Na prática, isto significa criar o efeito de que alguém está seguindo os atores com a câmera na mão, dando um movimento de câmera que pareça espontâneo  – em outras palavras, tremido. E não importa quão boas possam ser as piadas, para mim, é impossível prestar atenção em qualquer outra coisa quando a câmera mostra uma imagem tremida e que muda constantemente.

No entanto, depois de muitas discórdias com as séries mockumentaries, cá estou eu completamente viciada e apaixonada por Parks & Recreation — uma série que, aliás, tem os mesmos criados e produtores executivos que The Office (Greg Daniels, Michael Schur e Howard Klein). Então, o que mudou?

Bem, ao início, nada. Ao assistir ao primeiro episódio o correu o mesmo que com The Office — rejeição instantânea. De fato, a primeira temporada de Parks é, como o próprio elenco e criadores admitem, horrível. Mesmo quem não sofre com a rejeição de mockumentaries que eu tenho, aponta como as personagens não eram bem desenvolvidas, tornando-as simplesmente desagradáveis.  A sorte é que o sentimento foi geral, e a primeira temporada foi comprada com apenas 6 episódios, assim, eu resolvi dar uma segunda chance (afinal, alguém, como Amy Poehler, que participou, com Tina Fey, dos mais brilhantes Weekend Updates que SNL já teve, e que grávida de 8 meses fez um rap ao vivo para Sarah Palin definitivamente merece uma segunda chance).

Para a minha alegria, a partir da segunda temporada as coisas começaram a mudar. Sem perder a estética de um documentário low-budget, as câmeras progressivamente ficaram mais estáveis, o que me permitiu tirar o foco do que me incomodava para apreciar a recriação de um dos melhores ensambles de comédia.

E ao enfim conseguir prestar atenção na série em si, eu não apenas passei a apreciar suas situações inusitadas, sua incrível caracterização de personagens, e seu leque de piadas que vão do pastelão físico a criticas inteligentes, mas também seu formato mockumentary em si. Eu pude então perceber, que ao menos em Parks, a estética mockumentary não é simplesmente um apelo formal, mas um formato escolhido por melhor veicular seu conteúdo.

O estilo escolhido permitiu um interessante desenvolvimento das personagens ao possibilitar inúmeros momentos em que elas se voltam à câmera para dar seu “depoimento” — é principalmente através destes cortes que passamos a conhecer as irreverencias pessoais de cada uma delas. Além disso, este bem sucedido desenvolvimento é acentuado por uma nova estratégia da equipe de filmagem: posicionar câmeras escondidas para que os atores não saibam todos os ângulos sendo gravados — um ótimo recurso posto em prática junto à grande capacidade de improvisação do elenco.

Mas creio que a grande vantagem da escolha deste formato foi que ele permitiu aos roteiristas criar um paralelo com acontecimentos reais — como a falência de pequenas cidades americanas — através de uma simpática sátira, sem ter sacrificar a piada nem a simpatia que hoje é característica da série. Não consigo imaginar um modo de contar a mesma história através da narrativa convencional sem cair em piadas pesadas ou numa história que acaba ganhando mais destaque do que o humor em si (como acontece com a maioria das séries de comédia).

Ao fim, Parks & Recreation atingiu um equilíbrio em que a forma ao invés de ser um empecilho para a apreciação do conteúdo, como era no início, passou a trabalhar junto com ele. Basta dizer que depois desta minha reconciliação com o mockumentary, me resta dar uma segunda chance a The Office e torcer que lá eles também tenham achado este equilíbrio entre a forma e o conteúdo.

Chris Rock apresentará o ‘Saturday Night Live’ em novembro

Data/Hora 16/10/2014, 15:33. Autor
Categorias Notícias

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O comediante Chris Rock foi convidado a apresentar o Saturday Night Live em novembro – em um episódio que terá como atração musical o lendário Prince. A notícia foi dada tanto pelo Twitter do programa:

Já Prince confirmou sua participação no programa postando uma única foto de Chris Rock imitando ele:

Rock foi revelado na TV americana no Saturday Night Live, onde atuou por três temporadas no início dos anos 90. Em 1996, ele retornou ao programa, desta vez como apresentador. Rock deve aproveitar a condição de apresentador para promover seu novo filme, Top Five, que tem previsão de estreia em dezembro.

Já primeira participação de Prince como convidado musical ocorreu em um episódio de 1981, que foi apresentado por Charlene Tilton e Todd Rundgren. Recentemente, Prince lançou dois novos álbuns.

Com informações do TV Line.

Episódio da 8ª temporada de ‘The Big Bang Theory’ introduz nova personagem

Data/Hora 16/10/2014, 14:27. Autor
Categorias Notícias

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Parece que a tensão entre Howard (Simon Helberg) e Stuart (Kevin Sussman) vai crescer ainda mais na nova temporada de The Big Bang Theory.

O site TV Line divulgou que em um novo episódio que irá ao ar em novembro, Stuart participará de uma festa acompanhado por ninguém mais, ninguém menos, do que a famosa prima Jeanie. Mas, quem é a prima Jeanie? É a prima em segundo grau de Howard, com a qual ele declarou ter perdido sua virgindade em seu Toyota Corolla.

Para o papel foi escalada a jovem atriz Kara Luiz, conhecida pela série Betas (distribuída pela Amazon) e pelo programa Jerks with Cameras (MTV). O episódio será o sétimo da oitava temporada.

The Big Bang Theory está sendo exibida às segundas-feira nos EUA pela CBS. No Brasil, a nova temporada é exibida pela Warner.

Com informação do TV Line.

Lili, a Ex – A Teacher

Data/Hora 16/10/2014, 13:36. Autor
Categorias Reviews

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Mesmo quem nunca pensou em vingança, bem, vibrou com a vingança da Lili, não é mesmo?

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Olha, eu nunca fui uma pessoa vingativa. Pelo contrário, sempre tive aquela tendência de deixar para lá e esquecer. Além disso, nunca convivi com nenhuma atual de nenhum ex meu… Mas seria impossível negar o quanto eu ri e adorei quando a vingança de Lili incluiu alvejante e tintura de cabelo.

Até porque a “tipa”, que agora virou a “Teacher”, fez por merecer: verdadeira santa do pau oco ela pediu por medidas drásticas até de uma pessoa normalzinha. O que dizer de Lili…

Lili que roubou a correspondência do ex-marido fazendo com que ele não pagasse a água e ela acabasse cortada – Hei, Reginaldo, débito automático! – e que pendurou uma samambaia morta no corredor dos apartamentos, cheia de significados.

Não mais normal é o irmão de Reginaldo, Reinaldo – o que esses pais pensam nessas horas? – passou o episódio neurótico com a ideia de que seria gay e acabou rendendo ótimas cenas.

E, claro, as melhores cenas são as mais exageradas, o que confirma Lili como passatempo ótimo para encerrar um dia cansativo.

*Texto originalmente publicado no Só Seriados de TV.

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