Castle – To love and die in L.A.

Data/Hora 05/05/2011, 09:58. Autor
Categorias Reviews

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Série: Castle
Episódio: To Love and die in L.A.
Temporada:
Número do Episódio: 3×22
Data de Exibição nos EUA: 02/05/2011

E, depois de 3 semanas, foi exibido o tão aguardado episódio. Os fãs, especialmente os shippers, surtaram durante vários dias com sneak peeks e promos de tirar o fôlego. E a espera foi recompensada com a exibição de um episódio praticamente 5 estrelas.

Em To Love and die in L.A. tivemos muito mais de Beckett e Castle do que o usual, além do uma deliciosa mudança de cenário. Tudo isso porque as investigações dessa semana conduziram nossa dupla favorita para Los Angeles. A vítima do episódio foi Michael, antigo parceiro, e mentor de Beckett. Por estar emocionalmente envolvida, a detetive é afastada do caso pelo Capitão Montgomery. Mas, como já era esperado, Beckett dá o seu jeitinho para acompanhar o caso de perto e conduzir as investigações – tira férias e pega um vôo para a ‘Cidade dos anjos’.

Apesar do pedido de Beckett para ficar sozinha, é óbvio que Castle não deixaria de acompanhar sua musa inspiradora. E de salvá-la da classe econômica. Foi hilário ver Beckett espremida entre dois grandões, e depois toda faceira pela sua ‘promoção’ para a 1ª Classe.

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The Vampire Diaries – The Last Dance

Data/Hora 04/05/2011, 22:25. Autor
Categorias Reviews

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Série: The Vampire Diaries
Episódio: The Last Dance
Temporada:
Número dos Episódio: 2×18
Data de Exibição nos EUA: 14/04/2011

De todos os episódios de TVD, esse foi de longe o mais bem escrito, marcado por diálogos fortes e frases imponentes.

Começamos com Katherine na casa de Alaric/Klaus. Ela lhe conta tudo o que sabe sobre o plano de Elena e seus amigos para matá-lo. Depois, pede para que ele a mate. E Klaus diz: “Procurei você durante 500 anos. Sua morte irá durar no mínimo metade disso”. Katherine não poderia estar pior. Mas acho que depois de muito sofrimento (merecido?), ela vai acabar escapando. Como sempre.

A casa dos Salvatore agora é de Elena. Por medida de segurança, os irmãos resolveram passá-la para seu nome (já que praticamente todo o elenco vampiresco foi convidado a entrar na casa dos pais da menina). O que Stefan e Damon não esperavam é que Klaus tivesse um corpo humano para entrar onde quiser e que Elena não iria ficar presa em casa o dia todo. Ainda mais no dia do baile anos 60. E nós sabemos que quando tem festa em Mystic Falls, tudo – tudo mesmo – pode acontecer.

Mas antes que cheguemos à festa… Klaus hipnotiza uma garota da escola para dar um recado à Elena: ele estará na festa e pede para que ela guarde a última dança para ele. Então, os amigos decidem fazer uma reunião. E adivinha quem aparece? Alaric/Klaus. É aquela cena em que pensamos “agora já era”. Ele descobre que Bonnie recuperou seus poderes e que está muito mais forte do que antes. Klaus, então, fala com seu bruxo e os dois montam um plano: fazer um feitiço para proteger o corpo de Ric e depois provocar Bonnie a usar seus poderes até que os mesmos a matem.

E começa a noite. Caroline chega com Matt (ele, aliás, continua fingindo que não sabe de nada, enquanto a xerife planeja o que deve ser feito com relação aos vampiros da cidade). Bom acrescentar que os dois chegam deslumbrantes, de JFK e Jackie O. Mas Caroline não sabe nada do que está prestes a acontecer essa noite. Stefan vai avisá-la, enquanto Damon dança com Elena. E como dança! Jogando todo o seu charme. Elena diz, sorrindo: “você é bom nisso”, e ele responde “eu tenho passos que você nunca viu” (aliás, frase cheia de segundas intenções). E depois de um troca-troca de casais, Damon dança também com Bonnie para saber se é verdade que ela pode morrer tentando matar Klaus.

Jeremy está triste e acaba contando a Stefan sobre o risco de Bonnie, dizendo que não sabe o que fazer. Stefan conta a Elena, que vai conversar com a amiga para tentar impedi-la. Bonnie diz que exatamente por isso não contou a ela antes. E pergunta se a situação fosse contrária, se Elena não faria o mesmo por ela. Alaric leva as meninas para uma sala dizendo que Jeremy estava em perigo, e acaba revelando seu segredo: que ele é Klaus. E diz que não está ali para matar Elena, e sim Bonnie. Elas correm. Elena vai atrás de Stefan, enquanto Damon conversa com Bonnie. Pergunta se ela ainda está disposta a fazer o que for preciso para deter Klaus.

E lá vai Bonnie atrás do vampiro. Ela começa a quebrar os ossos do corpo dele para fazê-lo sentir dor. Elena e Stefan aparecem e Bonnie fecha as portas da sala (com mágica) para que os dois não entrem. E a cena se torna uma mistura de tristeza e desespero quando Bonnie olha para Elena na porta, com o nariz sangrando e a sala destruída em volta. Até cair no chão. Morta.

Elena chora desesperadamente. E quando Damon aparece e fecha os olhos de Bonnie, eu realmente acreditei. Mas em TVD nem tudo é o que parece. Damon diz a Jeremy que precisa falar com ele. Depois, aparece em sua casa e Elena pergunta a Damon se ele sabia que Bonnie morreria por isso. Ele diz que sim e ela dá um tapa na cara dele. Damon pede para que ela escute o que ele tem a dizer. E então, vemos Jeremy e Bonnie na casa assombrada onde as bruxas foram massacradas. E, de repente, Bonnie acorda, para alegria de Jeremy e alívio de todos. Damon explica à Elena que foi tudo um feitiço planejado por ele e Bonnie, para que Klaus acreditasse que a menina estava morta. Era o único jeito de todos saírem bem e ainda com uma vantagem sobre Klaus para o próximo encontro. E a dor de Elena precisava ser verdadeira para que ele não desconfiasse de nada.

Stefan vai tirar satisfação com Damon por não ter contado nada a ele. E Damon lhe diz: “Por isso não contei pra você. Porque você não conseguiria manter segredo. Não me entenda mal, Stefan. Não me importo em ser o cara malvado. Tomarei todas as decisões de vida ou morte, enquanto você se preocupa com os danos colaterais. Deixarei ela me odiar por isso. Mas no fim do dia, serei eu quem a manterei viva”. Nossa! Foi um tapa na cara de Stefan, muito pior que o que Elena deu em Damon.

Depois, Elena vai conversar com Damon e diz que entende o que ele fez, pede desculpas pelo tapa, mas diz que não vai permitir que Bonnie morra por ela. Ele diz que espera que eles encontrem uma outra maneira. Mas que se em qualquer momento, ele tiver que escolher entre a morte de Bonnie e a morte dela, ficará feliz em deixar Bonnie morrer. E diz: “eu sempre escolherei você”. Tenho que dizer que até eu fiquei balançada com o que Damon falou. Imagine Elena! Eu queria muito saber o que se passa na cabeça dela.

Sei que agora uma pergunta fica no ar: quem ama mais Elena? Stefan, que se sacrifica, sem deixar de ser correto? Ou Damon, que não tem muitos escrúpulos, mas exatamente por isso é capaz de fazer QUALQUER COISA para proteger Elena? Creio que a idéia central do episódio 18 é essa. E acho que por ter chegado a essa discussão, o seriado vai ter uma mudança drástica muito em breve. Como eu sempre disse, acredito (e quero) que Elena fique com Stefan no final das contas. Mas em algum momento ela deve ter alguma coisa com Damon. Talvez essa seja a hora. Até porque ele finalmente provou seu valor. E intencionalmente ou não, ele conquistou um pouco mais um lugar no coração de Elena. E houve outro indício de que as coisas vão mudar, que quase me passou despercebido. Antes de irem para o baile, Elena diz a Stefan: “eu te amo”. E ele diz: “quero que me diga isso quando a noite terminar”. Bem, chega o final da noite e ela não diz nada.

Para terminar, Elena está realmente decidida a não deixar Bonnie se sacrificar. E, sem que ninguém veja, vai até o corpo de Elijah e retira a adaga de lá. E agora? De que lado Elijah vai ficar e qual vai ser o peso dele nas futuras decisões?

Glee vai virar filme em 3D

Data/Hora 04/05/2011, 22:12. Autor
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Os produtores do grande sucesso da Fox planejam transformar os shows da turnê de Glee em filme 3D. O longa Glee! Live! 3D! ficará nos cinemas americanos por duas semanas, a partir do dia 12 de agosto.

“Essa turnê foi para sair e se apresentar para nossos maravilhosos fãs que apoiaram o programa desde o começo. Devido ao tempo limitado que nós tivemos para viajar durante o hiatus, houve apenas algumas cidades em que pudemos ir antes de voltar para o trabalho na série de TV”, disse o criador Ryan Murphy, que também produzirá o filme. “Nós sabiamos que nem todo fã que quisesse ir a um show teria essa oportunidade. Agora, graças aos nossos amigos da Twentieth Century Fox Film, nós poderemos levar a experiência do show para cinemas do país em uma glória completa de três dimensões. Nós prometemos para cada Gleek apaixonado uma experiência cinematográfica que fará todos dançarem e cantarem nos corredores”

Kevin Tancharoen (Fame, Mortal Kombat: Legacy) vai dirigir o filme, que vai incluir números musicais como I’m a Slave 4 U, Raise your Glass, Teenage Dream e Lucky, além da tradicional Don’t Stop Believin’.

Com informações do Entertainment Weekly.

Bones é renovada pela Fox

Data/Hora 03/05/2011, 23:37. Autor
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Primeiro foi o ator David Boreanaz, depois o presidente de Entreterimento da Fox Broadcasting Company, Kevin Reilly à confirmar a renovação de Bones para mais uma temporada. Boreanaz anunciou ontem em seu twitter que a série continuaria por mais um ano, hoje, Kevin Reilly fez um pronunciamento oficial em nome do canal no qual ele se mostrou otimista quanto a sétima temporada. “Hart Hanson e o fantástico elenco e equipe, assim como os milhões de fãs leais de Bones, fazem essa série muito especial. Estou animado para ter no ar mais uma temporada espetacular”.

Enquanto o anúncio não causou tanta surpresa nos fãs, os detalhes para a nova temporada podem causar um certo alvoroço. Por causa da gravidez da atriz Emily Deschanel, os rumos da série ainda estão indefinidos, sabe-se apenas que a temporada terá 22 episódios.

O último episódio dessa temporada vai ao ar no dia 19 de maio, e promete grandes mudanças – ao menos no título.

Bones tem a sexta temporada exibida pela Fox nos Estados Unidos às 21h, todas as quinta. Aqui no Brasil, a emissora exibe também ás 21h, nas noites de terça-feira.

Com informações do GiveMyRemote.

Universal Channel está de cara nova

Data/Hora 03/05/2011, 22:51. Autor
Categorias Notícias


Sai a computação gráfica em 3D, entra um visual minimalista, leve e monocromático. É assim que vai se apresentar o Universal Channel a partir de agora. O canal de TV por assinatura contratou o escritório americano de design Roger pra desenvolver a logomarca acima e sua nova identidade visual, que começou a identificar o canal a partir desta segunda-feira, dia 2 de maio.

Junto com o novo visual, o Universal criou novas vinhetas peças promocionais, que atribuem diferentes cores às principais séries do canal – House, Law & Order: Special Victims Unit, Brothers & Sisters, The Good Wife, Law & Order: Los Angeles e The Event – e também um novo slogan, “Emoções em Séries”.

Em nota para a imprensa, Paulo Barata, diretor do canal, comentou que “esta é uma das mudanças mais impactantes já realizadas na identidade visual do Universal Channel e cada detalhe traduz a evolução do canal ao longo dos anos, que inova sua comunicação em um projeto arrojado e moderno”.

Para comunicar a nova identidade visual, o canal encomendou a agência Script peças com imagens dos atores Hugh Laurie, Sally Field, Christopher Meloni, Julianna Margulies, Terrence Howard e Laura Innes como garotos propaganda. O site do canal, uc.tv.br também adotou o novo layout da marca. Completa o pacote a vinheta abaixo, que usa como trilha a música We’ll be Alright. de Travie McCoy. Confira:

Com informações da assessoria do Universal Channel.

Smallville – Dominion

Data/Hora 03/05/2011, 21:29. Autor
Categorias Reviews

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Série: Smallville
Episódio: Dominion
Temporada: 10ª
Número do Episódio: 10×19
Datas de Exibição nos EUA: 29/04/2011

Abrirei o texto com uma confissão de culpa. Deixei de fazer as reviews de Smallville por pura vaidade. Na verdade, por pura raiva. Não sei como a maioria vai receber isso, mas a volta da Chloe estragou a décima temporada para mim. Quantas histórias, quantas coisas boas poderiam ter acontecido. E tudo isso por causa de um contratozinho de 3 episódios.

Não me acusem de anti-Chloe. Eu até gosto dela, o que eu não gosto é o que fizeram com a personagem. A Chloe ficou tão chata, tão insuportável, tão Lana! Quer dizer, ah, vocês entenderam. Se eu fosse fã da loira, teria tido muita raiva do desenrolar de sua história. Jornalista, casada com o Oliver, em Star City? Que belo prêmio de consolo, hein! E um belo furo no roteiro também.

Mas estou aqui para falar do fim. Que se aproxima como uma onda prestes a me engolir. Pensei que se eu ficasse de longe, o efeito não seria tão avassalador. Mas agora que me dei conta, meu plano de defesa não é tão perfeito, e já sinto o peso nas costas. O peso de uma despedida.

Esse é o sentimento que ficou no meu coração quando eu assisti Dominion. O passarinho azul na janela, o novo apartamento, os novos desafios. Novos sim, apesar de velhos nomes como Zod, os desafios são novos porque quem irá enfrentá-los é o resultado de um processo que durou uma década. Não há mais nada que o Clark não possa enfrentar.

Nesse episódio, Clark finalmente dominou seu destino por completo. Nunca o vi tão confiante e “super”. Mas Dominion foi sobre isso, não é? Sobre dominar e principalmente, confiar.

Ao escolher ir para a Zona Fantasma com o Clark, Oliver mostrou exatamente todos já sabemos – apesar de seu “lado negro”, o Arqueiro Verde é o melhor amigo do Super-Homem, em Smallville. Ficou claro durante toda a história de quem não importa onde ou em quais circunstâncias, os dois são parceiros.

Ir até a Zona Fantasma teve seu lado bom – geralmente não gosto dos episódios que passam por lá -, mas nesse ao menos pudemos nos despedir do segundo Zod. E vê ao menos que tiveram a coerência em colocar o clone e o verdadeiro em seus devidos lugares. Vou parar por aí, sem querer entrar nos méritos da Física e da Teoria da Relatividade, ou algo assim. Esse episódio mostrou aquilo que seria mais fácil deixar na “offscreenville”. O que aconteceu com o Zod? Aconteceu que ele dominou a Zona Fantasma e criou o seu exército.

O lugar foi palco de algumas lutas em Dominion. Uma luta física e a outra no plano mais mental. Era difícil saber quem era o dominador e o dominado. Temi pelo Oliver por alguns momentos – ainda mais quando você lembra de como ele parece ser fraco. Era mais uma luta interna, contra a maldade em seu coração. Na dúvida, temos que confiar, né?

A luta na qual Oliver ajudou Clark a ganhar foi um exemplo de companheirismo. Adorei. Claro que gostei mais dos dois lutando como gladiadores. Mister Hartley, onde você aprendeu a dirigir episódios assim? Ah, esqueci de dizer, esse episódio foi dirigido pelo Justin, e também marcou o centésimo episódio da Erica Durance – quem diria?

Além dos detalhes, e das lutas no estílo HBO, esse não foi um bom episódio, mas foi um episódio de bons momentos.

 

Para o Alto e Avante

Uh, Zod.

Uh, Zod.

Uh, Clark e Oliver lutando.

A conversa entre Lois e Tess deu destaque as atrizes Erica e Cassidy. Todas as cenas em que as duas se confrontam são para ser destacadas, a diferença é que dessa vez, as duas lutam pela mesma causa. Não é bom assim ver a Lois meter uma arma na cara de ninguém, mas todos nós entendemos a intenção.

Ser a esposa de um herói significa nunca aceitar a derrota.

Coquetel de Kryptonita

Além do óbvio (e com isso quero dizer a luta dos gladiadores) o que esse episódio construiu além da confiança?

No minuto 16. O que diabos é aquela figurante? Silicone. alô? Credo.

 

Agora teremos apenas um episódio até o episódio final. Preparados? Com certeza eu não estou. Por mais cliché que isso parece, mas Smallville dominou meu coração.

Mais uma vez peço desculpa aos fãs da série, que sempre estiveram comigo nesses dois anos de reviews malucas. Estarei com vocês até o fim. Um super beijo especial pro Túlio do Guia de Seriados, que me enche o saco todos os dias por eu ter “trocado” Smallville por Bones. O que não é verdade.

Dominion conquistou 8 zonas fantasmas.

Escrito por John Chrisholm

Dirigido por Justin Hartley

Modern Family – Someone to Watch Over Lily

Data/Hora 03/05/2011, 15:06. Autor
Categorias Reviews

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Mitchell: Nós chegamos em uma hora ruim?

Claire: Voltem em 5 anos e 7 meses quando todos eles tiverem indo embora!

Foi só reclamar do último episódio para o seguinte ser excelente. Dessa vez a história principal é do casal Mitchell e Cameron. Os dois precisam decidir com quem a Lily ficará no caso de os dois morrerem. Um tema recorrente em séries e filmes. Ao que parece – já que não podemos confiar 100% na ficção como referência – esse tipo de cuidado é tratado da forma mais natural possível nos EUA. Outra coisa que parece ser comum é o pavor em furar orelha de criança. Eu como uso brinco desde muito pequena sempre acho estranho essas reações desesperadas porque o bebê teve as orelhas furadas.

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Doctor Who – The Impossible Astronaut e Day of the Moon

Data/Hora 02/05/2011, 12:12. Autor
Categorias Reviews, Spoilers

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Série: Doctor Who
Episódios: The Impossible Astronaut (6×01) e Day of the Moon (6×02)
Temporada:
Número dos Episódios: 6×01 e 6×02
Exibição: 23/04/2011 e 30/04/2011

De alguns tempos para cá Doctor Who parece ter sido descoberto pela grande massa. Longe de ser uma coisa ruim, muito pelo contrário, já que agora temos muito mais notícias, discussões, informações e materiais disponíveis, não deixa de ser interessante observar como esta série que comecei a assistir quando ninguém sequer tinha idéia do que se tratava, se tornou um fenômeno. Porque a verdade é que é (quase) impossível alguém começar a vê-la e não se apaixonar completamente. Talvez você se identifique mais com um Doutor do que com outro, mas é (quase) inevitável que uma vez capturado, você não consiga mais largar.

E esta sexta temporada começou de forma bombástica. Com um episódio duplo, Steven Moffat deixou os fãs agoniados esperando uma longa semana pela conclusão da sua premiere exibida na Páscoa. Como prometido, foi introduzido um inimigo realmente assustador. Alguns hão de discordar e dizer que o Silêncio não é assim tão aterrorizante, mas para mim, uma raça capaz de me fazer esquecer da sua existência e, pior, fazer com que eu tome atitudes sem estar consciente delas, anulando desta forma meu livre arbítrio, é a coisa mais terrível que poderia acontecer. Como lutar com alguém que eu não sei que está ali?

O primeiro episódio, The Impossible Astronaut, iniciou com uma leveza característica, que prenunciava o desastre. Após a fatídica lua de mel que quase os matou no Natal, o casal Pond tirou merecidas férias em sua nova casa. Nesse meio tempo o Doutor ficou viajando sozinho por aí, deixando sua marca na história da humanidade. Foi só quando os Pond e River Song receberam um convite azul como a TARDIS, conduzindo-os para um determinado local nos Estados Unidos, é que a história de fato começou.

A premiere dupla nos trouxe a morte do Doutor (aqui com 1103 anos de idade) e a investigação que fazem River, Amy, Rory e a versão atual (909 anos) do Doutor sobre como e porque isso aconteceu.

O Silêncio, raça da qual ouvíamos menções desde The Eleventh Hour, parecia estar por trás de tudo, já que vinham dividindo o planeta com a humanidade desde o início da nossa história e mexendo os pauzinhos por trás dos panos (ou melhor, alterando a nossa memória e vontade). Mas foi só com o uso de uma garota encerrada em um estranho traje espacial é que o Doutor foi tragado para os acontecimentos.

The Impossible Astronaut não explicou muita coisa, teve um ritmo mais lento e serviu principalmente para vermos e sentirmos a dor pela morte do Doutor, assim como para conhecermos a face do Silêncio e a existência da garota no traje espacial. Também introduziu Canton Everett Dellaware III (o maravilhoso Mark Sheppard, velho conhecido dos fãs de ficção científica, já que o ator parece arroz de festa, sempre fazendo participações curtas, mas memoráveis), o qual, e acho que não falo apenas por mim aqui, deveria integrar o grupo dos acompanhantes do Doutor. Não precisa ser todo santo episódio, mas aqui e ali seria interessante podermos contar com a presença dele.

A trilha sonora desses episódios também me deixou impressionada. Eu sempre soube que o Murray Gold é um gênio, mas a forma como foi usada fez da música um personagem por si só.

Day of the Moon teve um ritmo bem mais frenético e mais assustador. Com Amy, Rory e River sendo perseguidos e capturados por Canton – bom, com exceção de River, que achou sua própria saída – e o Doutor preso na área 51, eu comecei o episódio com o coração batendo acelerado.

E por falar em Doutor preso e acompanhantes fugindo cheios de riscos pelo corpo todo (cada vez que eu os via riscados eu ficava assustada), como isso foi acontecer? E por quê? Alguém se preocupou em explicar? Bom, não reclamo porque é dessas coisas que servem só para apimentar a história e a falta de uma explicação não faz tanta diferença assim. No final das contas, melhor não sabermos por que o Doutor foi parar lá, ou por que eles fugiam, já que o importante é que avançamos três meses na vida do povo e assim todo o grupo já tem consciência da existência do Silêncio. Menos tempo gasto com trivialidades. Mas custava terem trocado a roupa de Amy e Rory? Os coitados ficaram três meses vagando pelo deserto americano sem nem uma mudinha de roupa?

Perceber que Canton estava trabalhando para o Doutor todo o tempo foi bem legal, assim como as aparições estranhas do Presidente Nixon, completamente perdido nos acontecimentos, mas depositando a sua fé no alienígena meio maluco que literalmente invadiu a Casa Branca.

E depois de tudo, o grupo saiu em busca da garota no traje espacial, enquanto o Doutor tentava colocar em prática o único plano que lhe veio à mente: incutir na mente humana a ordem de destruição do Silêncio.  Não acredito que tenha sido a sua intenção extinguir uma raça, mas ele se viu sem alternativas, sem idéias mirabolantes, mesmo porque o inimigo tinha o irritante hábito de fazê-lo esquecer de sua existência muito rápido. A meu ver, ele apenas equilibrou a balança, dando à humanidade uma chance de se defender, mas sem tirar do Silêncio a oportunidade de sobreviver, desde que deixasse a Terra em paz.

As cenas no antigo orfanato foram as mais estranhas e assustadoras. Tudo era muito surreal. O médico, cuja memória foi tão alterada que ainda acreditava ser 1967 (como ele sobrevivia? De onde tirava dinheiro para comer e outras necessidades básicas?). Os avisos para fuga em todos os lugares, a mulher que apareceu no quarto, o Silêncio pendurado como morcego e, finalmente, as fotos da garota e dentre elas uma com Amy. E agora? O que significa tudo isso? Qual o papel da garota?  Quem era ela? Por que o Silêncio a queria? Por que a mantinham no traje espacial? Por que raptaram Amy e a levaram para aquela TARDIS estranha?

As teorias acerca da identidade da garota e da gravidez da Amy são inúmeras. Seria a garota a filha de Amy e Rory, mas que teve seu DNA alterado por tantas viagens no tempo e espaço? Seria a filha de Amy e do Doutor (já que a garota aparentemente pode regenerar…embora para regenerar é preciso ser 100% Time Lord)? Seria a garota o Mestre? Seria River quando criança? (mas se fosse, por que River não se lembra deste acontecimento? Ou, se lembra, por que não menciona nenhuma vez? – ok, ok, spoilers….e mesmo assim, ela regenera no final, e River não..até onde se sabe). Seria River filha de Amy? Seria Jenny (lembram dela? A filha do Doutor que só não morreu porque o próprio Moffat pediu para Russell T. Davies não a matar?)? Seria uma criança gerada pelo Silêncio usando Amy? Talvez por isso a TARDIS não conseguia se decidir/lembrar da gravidez no momento que scaneava Amelia?

Tantas teorias…tão poucas respostas. Mas tudo bem, porque são essas perguntas que vão movimentando a temporada e não creio que Moffat vá deixar alguma questão realmente relevante sem uma resposta.

O que importa no momento é que o Silêncio parece ter sido derrotado (embora, como alguém comentou em algum lugar, Amy os vê em 2011 apesar de terem sido supostamente exterminados em 1969), o Doutor aparentemente morreu aos 1103 anos de idade sem alcançar a sua 12ª regeneração, Amy pode ou não estar grávida e Amy declarou seu amor eterno ao Rory. Se tem um casal que eu amo são esses dois. A cena em que Rory admite para o Doutor que lembra do seu período como Centurião, guardando Amy através dos séculos foi a coisa mais linda deste mundo. Amor como este não se vê em qualquer lugar, não mesmo.

E finalmente vimos River Song e o Doutor se beijarem. A reação dele foi impagável, sem saber o que fazer, querendo corresponder e não querendo ao mesmo tempo. Mas a dor que ela sentiu ao perceber que aquele era o primeiro beijo para ele e o último para ela…triste destino o de River. Fez-me lembrar de A Mulher do Viajante do Tempo. Uma história de amor dessincronizada. Não é a toa que ela dá sua vida em Forest of the Dead. Não é tanto para salvar a ele, mas é a dor de saber que nunca mais o teria. Não queria estar no lugar dela.

*****

Só alguns pensamentos:

– Lindo dedicarem o episódio inicial à Elisabeth Sladen, falecida recentemente. Sua Sarah Jane Smith, uma das melhores (se não a melhor) acompanhante do Doutor, fez história e marcou o coração de todos os fãs. Merecida a lembrança.

– Adorei a vida de casados dos Ponds. Tudo tão normal.

– Amy de calça depois da bronca do Doutor no Children in Need.

– A este ponto todo mundo já sabe, mas quem interpreta Canton Everett Dellaware III em 2011 é o pai do ator Mark Sheppard, que o interpreta em 1969. A idéia inicial era usar maquiagem para envelhecer o ator, mas ele sugeriu que usassem o pai dele. Caiu como uma luva no papel.

– Gostei da forma como trataram o Canton. O fato dele querer casar não apenas com um negro, mas com um homem negro. Doctor Who sempre trata com naturalidade todos os aspectos da vida humana, sem preconceitos ou alardes.

– Eu acredito que Amy está sim grávida, a despeito da confusão da TARDIS. Quando o Doutor (o de 1103 anos) a encontra no deserto ele fala “Pond 1 and Pond 2” enquanto abraça Amy. Eu tenho quase certeza que era uma menção à gravidez, já que depois fala ‘Rory, the Roman’.

– Estranho o Doutor viver por 200 anos e não regenerar. Quero dizer, acho que ele viveu bem mais antes da 1ª regeneração, mas desde então ele tem avançado bem rápido rumo ao fim. E eu sempre pensei que River tivesse encontrado pelo menos uns dois Doutores antes do Décimo.

– Interessante que os envelopes são numerados e, se para o Doutor de 1103 anos ele mesmo é o nº 1 (ou seja, em quem ele mais confia), para este mesmo Doutor a River Song é o nº 2 (ou seja, os dois já vivenciaram muita coisa neste ponto da história dele). E por que, depois de 200 anos, o Doutor chamou Amy e Rory? Porque ele já sabia que eles estariam envolvidos na história em 1969?

– Fico pensando nas passagens do Doutor ao longo da história que a Amy e o Rory leram e viram…como eles sabiam que era o Décimo Primeiro e não outro Doutor? E será que outros acompanhantes dele também não pensaram a mesma coisa: ‘é uma mensagem para mim’?

– Adorei a forma como o Doutor entra na sala Oval e depois como bate na TARDIS invisível. Inclusive, muito boa a interação dele com a River. Pode até não confiar nela, mas sabe que ela sempre fará a coisa que precisa ser feita na hora certa.

– Eu morro de vontade de saber como a River irá aprender a pilotar a TARDIS.

– Gosto do Doutor do Matt Smith. Acho incrível como ele pode ser o mais jovem e ainda assim ter aquele olhar antigo, de quem tem de fato mais de 900 anos.

Destaques da Semana – Brasil – 2/5 a 8/5

Data/Hora 02/05/2011, 10:31. Autor
Categorias TV Brasil

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Estamos em maio, mês que vem com boas novidades na TV, a começar pela chegada do canal Sony Spin. Confira!

Segunda, 2/5

HBO, 20h30: quarto episódio da série brasileira Mulher de Fases.

$#*! My Dad Says - The Better Father
A Warner inicia o horário nobre com inédito de Mike & Molly (20h, 1×19), Better with You (20h30, o canal anuncia o inédito 1×17, mas, pelo menos no horário da minha gravação, a Warner não exibiu o 1×16 na semana passada), $#*! My Dad Says (21h, 1×13), The Middle (21h30, 2×13) e The Mentalist (22h, 3×08). Meu destaque no dia vai para $#*! My Dad Says, que nunca me entusiamou, mas tem caprichado na escolha dos atores convidados. No episódio desta semana, The Better Father, o ótimo Ed Begley Jr. entra em cena no papel do pai da Bonnie – que vai casar novamente com o Vince. Clique aqui para continuar a leitura »

Animax vira Sony Spin

Data/Hora 01/05/2011, 19:54. Autor
Categorias Notícias

Animax - Sony Spin
E o Animax mudou. De novo. O canal, que já se chamou Locomotion e na sua fase áurea era especializado em animês, acaba de passar por uma nova reforma visual por parte do grupo Sony. A partir deste dia 1º de maio, o Animax se chama Sony Spin e passa a ter programação 100% focada no público jovem – que o canal chama de geração Milênio, com idade entre 16 e 24 anos.

Pra inaugurar a nova fase, o canal terá a estreia de 10 atrações – são novas temporadas de quatro shows e seis novas séries e reality show.

Quem retorna com novas temporadas são o drama teen Make it or Break it (que chega ao seu terceiro ano); a renegada pela Sony 90210, que também entra em sua terceira temporada; e os programas latinos de música Sesiones Com Alejandro Franco e Rock Road.

Já as novidades do canal são dos mais diferentes gêneros e padrões de qualidade. Confira abaixo: Clique aqui para continuar a leitura »

Bones – The Finder

Data/Hora 26/04/2011, 17:15. Autor
Categorias Opinião, Reviews

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Série: Bones
Episódio: The Finder
Temporada:
Número do Episódio: 6×19
Data de Exibição nos EUA: 21/04/2011

Nunca ouvi falar de um spinoff originado por personagens que nunca apareceram na série original. Nunca ouvi falar de um crossover que fosse com uma série nunca ida ao ar. Nunca vi um piloto sendo sorrateiramente testado dentro de outra série. É por essas e outras que acho o Hart Hanson genial. Além de testar a paciência de todo mundo que (ainda) assiste Bones, ele ainda consegue testar sua nova série. Pelo o que vi, o senhor Hart conseguiu mais uma vez. The Finder foi simplesmente divertido, ao contrário de Bones.

Caso

Acredito que o Agente Booth não seja o único agente do FBI capaz de resolver um caso de homicídio, muito menos Brennan a única antropologista forense do país, mas chamar a dupla para resolver um caso na Flórida pode ser justificável por uma coisa: Viagem de campo! Pena que essas coisas ficam fora do roteiro.

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Séries de sucesso da TV ganham versões pornográficas

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Embora a indústria pornográfica fature algo próximo dos 4 bilhões de dólares somente nos EUA, não é novidade para ninguém que esse ramo do entretenimento vive dias de infertilidade criativa. Os filmes são verdadeiras anedotas tragicômicas sobre o que é o sexo real ou alegorias grotescas envolvendo o imaginário sexual masculino e feminino. As fantasias de mecânico, enfermeira e garotinha colegial parecem já estar esgotando suas possibilidades de ramificações.

Dentro do seguimento pornográfico, um tipo de filme que vem ganhando espaço dentro da indústria é aquele que abusa da paródia. Filmes consagrados do cinema mundial já possuem suas respectivas versões. Avatar, Star Wars, Batman são apenas alguns exemplos de filmes da cultura pop que inspiram a indústria pornô a mostrar sacanagem – antes imaginadas apenas em “fanfics” mais apimentadas.

As séries de sucesso, por exemplo, também não ficaram ilesas ao seguimento pornô. Já existem dezenas de paródias de seriados, entre elas, versões de The Office, Glee, The Big Bang Theory, Grey’s Anatomy, Arquivo X, Seinfeld, That 70’s Show, entre várias outras.

Fomos pesquisar mais a fundo (sem trocadilhos) as tais paródias para mostrar o que há nesse amontado sexual que vale a pena ser conferido, seja para ser apreciado ou simplesmente pra rir das situações envolvendo os famosos personagens da TV.

Uma das paródias mais bem elaboradas e trabalhosas já produzidas é a This Ain’t Glee XXX, do sucesso da Fox, Glee. O filme da produtora Hustler, uma das maiores do ramo nos EUA, fez audições para escolher as atrizes e atores que sabiam cantar, além de fazer sexo na frente das câmeras. O trailer já deixa claro que os musicais também estão presentes na versão de Glee para maiores. Num trecho, duas atrizes cantam juntas o clássico  We Will Rock You, da banda Queen, oportunamente modificada para We Will Fuck You. Para aqueles que fantasiam com colegiais, o filme é um achado.

Já para os fãs das séries médicas, a paródia Sasha Grey’s Anatomy traz no enredo aquele clima hospitalar, aquela correria, aquele entre e sai de médicos e pacientes. A paródia é um daqueles típicos filmes com pouca conversa e muita ação e o título é um tanto criativo, pois juntou o nome da famosa estrela pornô americana, Sasha Grey, com o nome da premiada série médica Grey’s Anatomy. Como já era de se esperar, o filme se passa em um hospital e o sexo acontece em qualquer canto, seja no chão, em cima do leito ou na sala de cirurgia.

A produtora New Sensations Studio aproveitou um dos maiores sucessos atuais da TV mundial; o sitcom The Big Bang Theory. Isso mesmo, os nerds mais queridos da televisão ganharam uma versão XXX. O quinteto formado pelos amigos geeks Leonard, Sheldon, Raj, Howard e sua vizinha Penny é titulado como Big Bang Theory: a XXX parody . Enfim, a paródia segue basicamente o enredo da série original: quatro nerds e sua vizinha gostosa. Porém, na paródia os meninos superdotados criam uma fórmula pra atrair ninfomaníacas, colegas de trabalho, “safadinhas” dos cosplays, etc.

Como não poderíamos deixar de citar, é claro, a série Friends; uma das mais famosas e duradouras séries da TV americana que também ganhou sua versão pornô. A produtora dos Estados Unidos New Sensations Studio gravou em 2009 a paródia Friends – A XXX Parody. A combinação de cenas pornôs com cenas cômicas, fez da paródia um grande sucesso entre os amantes da pornografia.

A trupe de amigos Monica, Rachel, Phoebe, Joey, Ross e Chandler ganharam suas versões pornôs sem perder suas características peculiares, o enredo se passa numa festa de despedida de solteira da Monica; e tudo começa quando Phoebe derrama feijão na roupa da anfitriã. Os meninos então resolvem aproveitar o pequeno acidente para transformar a festa numa grande e “quente” festa de despedida. Claro que as bizarras fantasias sexuais de Joe e Chandler não poderiam ficar de fora da festinha no apê. Imaginem só Phoebe e Monica fazendo um “ménage” com um dos vizinhos! Imaginou? Pois é, o tão sonhado sexo a três dos viciados em S.O.S Malibu se torna realidade na paródia americana.

Bem, se as paródias pornôs fazem tanto sucesso quanto os filmes pornôs convencionais, já não podemos afirmar. Mas que valem uma olhadinha para matar a curiosidade e rir um pouco, ah, isso valem! Assistam ao trailer da versão adulta de Friends.

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