Chuck é renovada para uma quinta temporada

Data/Hora 13/05/2011, 14:35. Autor
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Chuck - Chuck Versus the Leftovers

Qual é a raiz quadrada de 25?

Foi o que perguntou esta manhã Josh Schwartz, criador e produtor executivo de Chuck para seus seguidores no Twitter. A resposta, não precisa ser geek pra saber, é cinco. Mas foi com a pergunta que Josh Schwartz confirmou esta manhã nos Estados Unidos a renovação da comédia de espionagem Chuck para uma quinta temporada. Clique aqui para continuar a leitura »

Castle – Pretty Dead

Data/Hora 12/05/2011, 16:14. Autor
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Série: Castle
Episódio: Pretty Dead
Temporada:
Número do Episódio: 3×23
Data de Exibição nos EUA: 09/05/2011

Bem vindos ao glamuroso, poderoso, e perigoso (acima de tudo) mundo dos concursos de beleza. Confesso que esse não foi um dos meus episódios favoritos de Castle. Mas, ainda assim, foi um episódio bem construído, com tramas paralelas à investigação fofas e bem desenvolvidas: o aniversário de casamento e uma possível despedida do Captain; e o rompimento de Alexis e Ashley.

Nesse semana, o time de investigadores desvendou o mistério da morte de Amber Middleberry, concorrente do Miss Baron, concurso de beleza promovido pelo todo poderoso Victor Baron. O cenário da morte e o universo da vítima proporcionaram vários desdobramentos nas investigações, e um sem número de suspeitos, todos com motivos razoáveis para cometer o crime. E um a um, todos os suspeitos foram investigados, sendo descartados.

O anfitrião do concurso, Bobby Stark (que através de seu sitcom ensinou Castle a ser pai), apesar de rejeitado romanticamente pela vítima, tinha um álibi, embora não recordasse do mesmo (olha o Twitter evitando a prisão do moço aí gente). A amiga da vítima (concorrendo pela Geórgia), cujos únicos crimes foram invejar o sucesso da vítima e furtar seu violino na tentativa de prejudicá-la, também conseguiu provar sua ‘inocência’, e ainda forneceu as fotos de Amber nua, que foram vitais para o desenrolar e o desfecho da investigação. Até mesmo Victor Baron, que teve um affair com a vítima e cedeu à sua chantagem, favorecendo-a no concurso Miss Baron, não era o assassino (foi hilário a mulher de Victor surtando e jogando um vaso nele, não pelo caso do marido com a candidata, mas sim pelo que seus amigos dos Hamptons pensariam se soubessem do relacionamento extraconjugal). O ex-namorado de Amber, que começou como suspeito, passando por comparsa na chantagem, terminou as investigações como vítima. E pasmem, nem mesmo a organizadora do concurso, Candace, era a responsável pelo crime. Apesar de relutante, ela forneceu seu álibi (embora Bobby Stark não lembre dele), e saiu ilesa das investigações.

No final das contas, só Justin Hankel, consultor da vítima, não tinha um álibi e foi descoberto, enrolado nas próprias mentiras e confusões. Matou o ex-namorado de Amber para impedir a chantagem, mas depois descobriu que a candidata participava da armação, e a matou para não ver seu nome na lama.

Nesse episódio, juntamente com as investigações do assassinato, tivemos o desenrolar do drama pessoal de Alexis – a partida de Ashley, o namorado, para uma universidade. Foi bonito ver Castle apoiando o genro, ao ver o sofrimento da filha. E incentivando que ela lutasse pelo relacionamento, afinal, poderia estar jogando fora algo verdadeiro e que teria funcionado, se apenas tivesse tentado um pouco mais (pena que Beckett não ouviu esse diálogo).

Ainda vimos, em Pretty Dead, um destaque especial pro Capitão Montgomery (estou com maus pressentimentos em relação à isso),  que precisava decidir qual o presente ideal para o aniversário de 20 anos de casamento. E o Captain escolheu oferecer à esposa um pouco mais dele mesmo, prometendo aposentar-se em breve. No final, ficou a dúvida quanto ao real afastamento do Capitão, o que abriria espaço para algum (ou alguma?) detetive assumir a frente do Precinth.

E não posso encerrar sem citar os momentos engraçados do episódio. Como sempre, as cenas de Esposito e Ryan renderam bons momentos. Foi hilário ver os dois perdidos em meio ao mar de misses que a delegacia se tornou (sorte de Esposito que Lanie não apareceu). Foi bem divertido observar, também, a interação entre Perlmutter e Castle – ficou evidente que o legista não tem muito apreço pelo escritor. E, por fim, a cara impagável de Castle (de quem levou um soco no estômago) no final do episódio. Depois de tanto apoiar a filha, incentivando a ida de Ashley para Stanford, o escritor tem uma grande surpresa, com a possível partida de Alexis, mais cedo do que ele imaginava. Foi engraçado, mas deu dó!

Agora, nos resta aguardar, muito ansiosos, pelo último episódio, que será exibido, nos EUA, na próxima segunda-feira, e que promete ser de tirar o fôlego e arrancar lágrimas.

Doctor Who – The Curse of the Black Spot

Data/Hora 11/05/2011, 11:18. Autor
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Série: Doctor Who
Episódio: The Curse of the Black Spot 
Temporada:
Número do Episódio: 6×03
Exibição: 07/05/2011

Alguém comentou comigo que o Steven Moffat tem algumas amizades perigosas. O comentário foi em resposta à minha reclamação do roteiro deste terceiro episódio de Doctor Who. Stephen Thompson, o roteirista da vez, já havia trabalhado com Moffat em Sherlock, escrevendo justamente o segundo e mais sem graça dos episódios da série. Ele não foi melhor em Doctor Who, o que é uma pena.

Não gosto de fazer uma resenha recheada de críticas, principalmente quando o que estou resenhando é Doctor Who, série da qual sou fã desde que coloquei meus olhos pela primeira vez. Mas algumas vezes não há como escapar e esta é uma delas.

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Fox cancela The Chicago Code e anuncia três novas séries

Enquanto alguns comemoravam, para outros era hora de dizer “adeus”. A noite de terça-feira, dia 10 de maio, foi de bastante movimento para a Fox, enquanto a emissora norte-americana anunciava extra-oficialmente a sua nova grade.

A série The Chicago Code foi cancelada pelo canal ainda na primeira temporada. O drama policial criado por Shawn Ryan (The Shield) e estrelada por Jennifer Beals (The L Word) e Jason Clarke (Brotherhood) causou expectativa entre os fãs do gênero, mas não passou do décimo terceiro episódio, encerrando a sua curta história. As séries Human Target, Lie To Me, Breaking In e Traffic Light também ficarão de fora da próxima fall season da Fox.

Entre as novidades, estão três novas séries,  Alcatraz de J.J. Abrams (Fringe), Finder – o spin-off de Bones criado por Hart Hanson e The New Girl, estrelado por Zooey Deschanel (500 Dias com Ela).

A Fox anuncia seu calendário na próxima segunda-feira, fechando a programação de 2011/12.

Com informações do site Hitfix.com.

Modern Family – Mother’s Day

Data/Hora 10/05/2011, 22:21. Autor
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Série: Modern Family
Episódio: Mother’s Day
Temporada:
Número do Episódio: 02×21
Datas de Exibição nos EUA: 04/05/2011

A grande qualidade de Modern Family, e acredito que não é a primeira vez que falo isso, é a facilidade em te fazer rir e ao mesmo chorar. Taí Ale Rocha nos seus comentários no twitter que não me deixam mentir. E quando eles conseguem esse equilíbrio num episódio tudo parece ser perfeito. Esse foi mais um episódio perfeito.

E quem diria que numa história sobre o Dia das Mães Ed O’Neill é quem roubaria a cena. Estava impecável e se eu fosse ele mandaria esse episódio para avaliação do Emmy. E quem sabe assim ele consegue uma indicação.

Jay ficou responsável por fazer o jantar com ajuda de Phil enquanto Claire e Gloria saíram para caminhar com as crianças. Paralelo isso Cameron mostra-se irritado com o fato de ser visto como a mãe de Lily. Mitchell tenta argumentar que nunca o tratou como a mulher da relação mas nos flashbacks fica bem claro que na verdade ele faz isso sim. Eu gosto muito quando eles usam imagem para contradizer o que personagem está afirmando.

Durante a caminhada Claire e Gloria acabam brigando com as crianças por elas estarem reclamando da escolha do passeio. Claire, como sempre, aproveita a situação para se fazer de vítima e as duas decidem terminar o passeio sozinhas. Gloria após ser questionada pela enteada acaba confessando que gostaria que Manny fosse uma criança mais “normal”. O problema é que ele, ao contrário dos filhos de Claire, foi atrás da mãe e acaba ficando chateado.

A sequencia é muito engraçada com Gloria maldizendo as suas palavras da maneira mais dramática possível e acaba convencendo o filho que mentiu apenas para fazer Claire se sentir bem.

Alex e Haley decidem que dessa vez a mãe não irá conseguir fazê-las se sentirem culpadas e que não pedirão desculpas por terem estragado o dia pois segundo elas, a mãe escolheu um programa que sabia que os filhos não gostariam só para se fazer de vítima depois. As duas conseguem convencer Luke a se manter forte e não pedir desculpas também.

Na preparação do jantar Jay acaba se emocionando quando Phil encontra uma carta que ele (Jay) havia escrito para mãe quando era criança. O genro fica feliz ao ver o sogro chorando mas Jay nega a assumir que está emocionado.

Phil que não consegue guardar segredo conta para família o que aconteceu e todos confrontam Jay o deixando bem irritado. Porém durante o jantar Jay acaba se emocionando novamente fazendo com que todos se emocionem, exceto Mitchell que parece não está nem aí para o que está acontecendo. Para completar Alex e Haley acabam pedindo desculpas para a mãe fazendo exatamente o que Claire queria. E ainda ouvem de Luke que no final das contas ele não era o mais fraco. A parte fofa do episódio ficou por conta de Lily parada do corredor segurando balões de gás. Eu não sei como a menina fica tão quietinha. Dá vontade de abraçar muito!

Grey’s Anatomy – It’s A Long Way Back e White Wedding

Data/Hora 10/05/2011, 21:34. Autor
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: It’s A Long Way Back e White Wedding
Temporada:
Número do Episódio: 7×19 e 7×20
Data de Exibição nos EUA: 28/04/2011 e 05/05/2011

Já que o propósito do acidente de Callie e Arizona era o musical, nada mais óbvio que, para o bom andamento (leia-se rendimento) da trama houvesse uma passagem de tempo. Pra mim isso é até um grande alívio uma vez que não foi fácil aguentar a depressão de Cristina e não seria fácil ver a recuperação de Callie se arrastar.

Mas o episódio se resumiu à apenas isso. Vale a pena, no entanto, ressaltar mais uma vez que Alex Karev desponta como um dos melhores personagens dessa temporada e desponta igualmente na corrida para chefe dos residentes. Ele, verdade seja dita, é o médico mais completo ali. Tem o talento (e quem acreditaria hein? Lembram-se quando ele reprovou no exame prático e quase saiu do programa lá na saudosa segunda temporada?!), não tem algum drama pessoal (vide tentativas de gravidez; depressão etc) e alem disso, Karev faz o que tem que fazer para ajudar seus pacientes, e isso falta aos outros concorrentes.

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A trilha sonora do jovem Superman

Data/Hora 10/05/2011, 01:16. Autor
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Seguindo a semana especial de Smallville.

Uma coisa muito intrigante de Smallville sempre foi sua trilha sonora, muito boa por sinal. Oficialmente, a série lançou dois CDs de trilha sonora: o Talon Mix, em 2003, e o Metropolis Mix, em 2005. De alguma maneira, me parece que as músicas lá das primeiras temporadas me marcaram mais, mesmo assim vou citar algumas músicas das temporadas mais recentes.

Remy Zero – Save Me – Não tem como pensar em Smallville e não vir na cabeça: “SOMEBODY SAAAAAAAAAAAAAAAVE ME”. A música marcou a série, e a série marcou a música. Até hoje eu não me canso de ver a abertura da série (que ficou muito mais legal a sua segunda versão, diga-se de passagem).

Lifehouse – Everything – Minha relação com Lifehouse começou bem depois de Smallville, mas revendo o piloto é impossível não se lembrar de sua última cena com Clark vendo Lana pelo seu telescópio e essa música tocando no fundo. Claro que na época nem sonhavamos em ter Lois Lane na série e quem não gostava do casal Clana, com certeza nem vai querer se lembrar dessa cena (beijo, Clara). E a música se repete várias vezes na série, inclusive em “Homecoming”, na décima temporada, numa cena em que Lois e Clark dançam num baile.

Coldplay – In My Place – Toca no final do primeiro episódio da segunda temporada quando Lana e Clark estão conversando após todos os acontecimentos do furacão e etc.

Sixpence None the Richer – Don´t Dream It´s Over – O episódio nem é tão legal, mas eu adoro a música. A música toca no início do episódio, onde Pete e Chloe são invadidos por insetos que aceleram seus hormônios sexuais.

Eastmountainsouth – All The Stars – No inicio da terceira temporada, Clark estava boladão em Metropolis aprontando várias confusões [/Sessão da Tarde]. A música toca lá no final do episódio com Lana dizendo que não iria desistir de procurar o Superboy.

Ryan Adams – Wonderwall O episódio nem é tão legal também, mas essa versão do clássico do Oasis ficou bem legal. No episódio, Clark tinha que salvar Pete de uma corrida em alta velocidade, enquanto Jonathan lidava com o trato feito com Jor-El.

Rascal Flatts – Feels like today – Toca no episódio onde vemos o Flash pela primeira vez, especificamente na cena final na qual ele e Clark fazendo uma corrida para saber quem é o mais rápido.

Peter Gabriel – I Grieve – Um dos momentos mais emocionantes da série e da quinta temporada: a morte de Jonathan. Essa música toca no enterro do pai de Clark.

Missy Higins – Where I Stood – Virei fã dessa música por causa de Smallville. Toca lá na sétima temporada no episódio “Cure” no momento em que Chloe e Jimmy terminam o namoro. Triste.

Sei que tiveram muitas músicas boas em outras temporadas que não citei, mas resolvi deixar a lista pequena só com músicas que tivesse me tocado de alguma forma. Sentiram falta de alguma?

Deixo vocês com a versão ao vivo da música tema da série. É de arrepiar, não?

Texto  publicado em parceria com o Guia de Seriados.

Smallville – Prophecy

Data/Hora 10/05/2011, 00:33. Autor
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Série: Smallville
Episódio: Prophecy
Temporada: 10ª
Número do Episódio: 10×20
Datas de Exibição nos EUA: 06/05/2011

Lois com poderes? Mesmo, Smallville? Há um passo da finale e você me desperdiça um episódio assim? Há uma semana de a série acabar e o Darkseid e seus seguidores merecem alguns minutos na hsitória? Na reta final você me colocar um “filler” com status de “jumping the shark”. Creio que não é hora e nem tempo para isso. Mas paciência, afinal, essa foi a grande lição de Prophecy.

Esse era meu grande temor. Com quantidade de histórias paralelas para contar, onde estaria o foco da décima temporada? No desabrochar do Clark Kent ou no vilão da vez?  Acabou que em alguns momentos eu penso que não é nem uma coisa nem outra. Até agora não sei qual é a do Darkseid. Arco de Orion? Lana Lang? O balaio de gato está formado.

Mas então o que foi Prophecy? Lois precisava saber como Clark se sentia e aprender que amar é renunciar.

Por favor! Até Shakespeare sabe que esse tipo de lógica só acaba em tragédia! Vida de herói não é fácil, mas até aí a Lois Lane, intrépida repórter, achar que ela só atrapalha o Clark… roteirinho repetido que nem a DC Comics acredita mais.

Tirando esse Romeu e Julieta kryptoniano, Oliver encrenqueiro, mesmo? Sempre ele para ferrar com tudo. Acho que nem devo comentar isso, porque é  quase um clichê. Mesmo assim, esse absurdo continua e culpá-lo por tudo o que há de errado em Metropolis/MUNDO, parece sempre ser a saída mais fácil.

Kara. Oh, Kara. Desperdício com K maiúsculo. Kal-Elzinho nem se despediu. Foi para o futuro? Que diabos?! O que aconteceu nesse episódio? De onde ela veio, para onde ela foi? Ela não tava em V? Os Vs são de Krypton, quem é de marte? Essas coisas me confundem de um tanto. De onde saiu esse arco? E porque um arco? Poderia ser uma espada.

Escolhas. Roteiro é uma questão de escolhas.

Assim como eu poderia ter escolhido a Star Girl aparecer nesse episódio, mas como não tinha nada a ver com a história, eu não fiz isso. Espera…

Enfim, Prophecy foi sobre tudo e sobre nada. Jor-El, Toyman, Granny, tanto potencial, pouca criatividade.

Para o Alto e Avante

Alguém me saaaaaaalve, deixe suas mãos quentes abrirem bem o caminho!

Coquetel de Kryptonita

Alguém me salve, não me importa como você faz, apenas fique, fique!

Se você veio aqui procurando algo sobre as profecias de Smallville e toda a enrolação que esse povo faz e que depois entitulam”mitologia”. Eu chamo isso tudo de baboseira! Não gostei desse episódio, apesar de bons momentos. Quero apenas destacar a atuação -aquém do que a série pede- da Erica Durance. Apesar de que eu acho que ela estava interpretando a Lana na cena final. Mas enfim, vamos ao fim!

Prophecy levantou 7.5 voos. 
Escrito por Bryan Miller e Anne Cofell Saunders
Dirigido por Michael Rohl

Smallville e os quadrinhos

Data/Hora 09/05/2011, 23:00. Autor
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Obviamente, quando se fala em Superman, ou mesmo Smallville, um elemento muito básico não pode ser deixado de lado, que são as histórias em quadrinhos. Ao longo da série vimos muitos elementos dos quadrinhos aplicados de maneira direta ou indireta aos personagens, situações e histórias.

Um ponto interessante dos quadrinhos é que com o passar do tempo as histórias acabam ficando confusas, muitos fatores são criados para dar aquele fechamento a uma determinada história, e com isso os roteiristas muitas vezes acabam dando corda para o que no futuro virá a ser a forca do personagem.

E com tantos argumentos para se justificar diversas histórias acaba-se criando uma verdadeira confusão no universo e na mente dos leitores, assim tornou-se necessário no Universo da DC a presença das Crises, que são grandes eventos que atuam como corretores das diversas situações. A DC trabalhou basicamente em 3 grandes crises, cada uma completando a anterior.

Inicialmente, as crises eram eventos anuais, sendo que a 1ª Crise foi o encontro da Liga daJustiça da Terra 1 com a Sociedade da Justiça da Terra 2. Pronto, essa primeira crise foi a precurssora do problema que estava para aparecer no futuro. Ao criar um universo paralelo que continha uma outra Terra, os roteiristas passaram a criar uma infinidade de outros universos paralelos e outras Terra a fim de explicar as diversas situações que ocorriam. O que não tinha explicação, como o retorno de algum personagem que havia morrido anteriormente, era explicado com algum fator de outro universo paralelo.

A 1ª grande crise foi a Crise nas Infinitas Terras, através da qual a DC conseguiu acabar com a infinidade de universos e Terras paralelas. Já a 2ª grande crise foi a Crises Infinitas, que trouxe o conceito de Multiverso, no qual havia apenas 52 Terras, ou seja, 52 universos paralelos. Nessa situação, a idéia de universos paralelos é pertinente, mas limitado, sendo que várias Terras, já foram destruídas.

Já a 3ª grande crise foi a mais recente, a Crise Final, que foi lançada em 2008 e tinha como objetivo acabar com diversas pontas soltas do passado. Essa crise trouxe de volta alguns personagens que haviam desaparecido anteriormente, como Conner Kent e o Flash Barry Allen, mas também foi responsável pela morte de grandes personagem, como John Jones, o Marciano, e Batman, que descobriu-se posteriormente que não morreu e sim foi enviado aos primórdios do tempo, fazendo companhia ao primeiro homem, e que futuramente encontrará um modo de voltar ao seu próprio tempo.

Por fim, o que tem a ver as Crises com Superman? Oras, tem tudo a ver, afinal de contas é sempre ele o cara a lutar com o grande vilão de cada crise. Recentemente, na Crise Final, coube a ele derrotar Darkseid, que depois de ter sido baleado por Batman e atingido por Death of New Gods, praticamente morreu, mas sua essência se manteve agarrada ao mundo no aguardo da construção da Máquina de Milagres, uma máquina que era capaz de realizar qualquer desejo. Uma máquina que existe apenas no futuro e é protegida por Brainiac 5, que diz que nenhuma pessoa é confiável para ficar próxima da máquina, com exceção unicamente de Superman. No fim das contas, Superman destrói a essência de Darkseid com um grito em uma frequência que se contra-pôs com de Darkseid simplesmente o anulando, e por fim desejou à máquina um final feliz.

E qual era o final feliz que Superman desejava? Que tudo pudesse voltar ao normal e que ele conseguisse a cura para salvar Lois, que ficou mortalmente ferida em uma explosão no Planeta Diário e só estava sobrevivendo graças à visão quente de Superman que mantinha seu coração aquecido.

E por fim, foi a Legião de Supermen (cada Superman de uma das 52 Terras) que foi capaz de derrotar Mandrakk (e também Ultraman, que foi dominado por Mandrakk), o monitor-negro, que pretendia consumir toda a existência.

Mas voltando para Smallville, qual sua relação com as Crises?? É que Smallville se passa em um período entre a 1ª Crise e a Crise nas Infinitas Terras, já que mostrou o universo paralelo de Ultraman e se valeu de muitas histórias dessa época, como a própria criação da Liga da Justiça, o relacionamente principiante do romance entre Lois e Clark e todo esse universo e heróis do mundo afora que ainda não apareceram.

E para terminar, por que Smallville não contou com um evento como uma grande crise? Simplesmente porque as crises se tornaram um mal necessário, um evento para corrigir linhas mal desenhadas na história. Além disso, todas as crises contaram com um longo planejamento. Somente a Crise Final começou a ser planejada em 2002, mas só foi publicada em 2008. Imagina só isso acontecendo em Smallville, os roteiristas mal dão conta de organizar eventos em uma temporada, quem dirá se planejar para 2, 3 ou mais temporadas a frente, fora o fato de que a qualquer momento pode rolar um cancelamento por parte da produtora ou do canal.

E você, também entende de quadrinhos?? Deixe sua opinião sobre a influência das histórias em quadrinhos nas histórias de Smallville.

Texto escrito por Túlio Bittar do site Guia de Seriados.

Destaques da Semana – Brasil – 9/5 a 15/5

Data/Hora 09/05/2011, 14:41. Autor
Categorias TV Brasil

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E lá vamos nós, para mais uma semana agitada. Siga o guia e monte sua grade!

Segunda, 9/5

Mulher de Fases - Um Maníaco e um Político
Como sempre abro pela HBO, que às 20h30 exibe Mulher de Fases. O episódio da semana se chama Um Maníaco e um Político, e é o quinto da série gravada aqui em Porto Alegre – terra do Renato Portaluppi. 🙂 Clique aqui para continuar a leitura »

Semana Especial de Smallville

Data/Hora 08/05/2011, 21:24. Autor
Categorias Especiais

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Toda história tem um começo, assim como toda história merece um final. Há 10 anos, Smallville ia ao ar pela primeira vez nos Estados Unidos, transmitido pela Warner Channel. Essa semana, a série chegará ao fim, em um episódio duplo entitulado “finale”.

A saga do jovem Clark Kent chega ao fim, para dar início a famosa história importalizada pela DC Comics. Na série, ele enfrentou seus próprios medos, encontrou o amor, a desilusão, o companherismo, ganhou inimigos e uma nobre missão de ser o guardião de Metrópolis e de toda a humanidade. Nessa semana, Smallville finalmente se tornará o Super-Homem.

O TeleSéries e o Guia de Seriados prepararam uma série de homenagens para Smallville,  para os leitores que acompanham ou acompanharam a jornada do jovem de Krypton.

E só para entrar no clima, dessa semana épica, a CW preparou um trailer especial para o episódio final da série, ao som da famosa música The Planet Krypton, de John Williams, tema do primeiro filme do Superman.

Foram 10 anos de altos e baixos, mas ninguém pode negar que Smallville marcou toda uma geração, e vai deixar saudade.

Que tal deixar o seu depoimento sobre Smallvillle?

Bones – The Pinocchio in the Planter

Data/Hora 05/05/2011, 18:47. Autor
Categorias Reviews

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Série: Bones
Episódio: The Pinocchio in the Planter
Temporada:
Número do Episódio: 6×20
Data de Exibição nos EUA: 28/04/2011

Estamos na reta final de Bones, de uma temporada cheia de reviravoltas e poucas coisas boas. Nessa altura você pensa: bem que poderia ser um episódio excepcional. Mas não foi. The Pinocchio in the Planter surpreendeu apenas no roteiro bem feito, mas nos quesitos criatividade e fortes emoções deixou um pouco a desejar. No quesito coisas boas, apesar de brindarmos as coisas não ditas, foi legal ouvir algumas verdades. Assim quem sabe, Bones pare de nos enganar. Clique aqui para continuar a leitura »

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