Grey’s Anatomy – Put Me In, Coach

Data/Hora 30/10/2011, 11:30. Autor
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Put Me In, Coach
Temporada:
Número do Episódio: 8×07
Data de Exibição nos EUA: 27/10/2011

E o destaque da semana vai para …. Alex Karev, o mais fofo dos ogros (sim, ele ganha do Shrek). Mas a competição foi acirrada. Isso porque as cenas entre Mer e Yang, deitadas no campo de jogo ou bêbadas, passaram a morar no meu coração. Assim como entrou no rol das cenas épicas o bate-boca entre Grey e Bailey. E ainda teve o surto de amor de Lexie e a bolada no peito da oftalmologista. Além da fofa cena final. E então, foi ou não difícil dar o troféu destaque para Karev?

E por que ele mereceu? Porque ele está correndo atrás de “redenção” por ter entregado Meredith. Porque ele lutou pelo desfecho do caso Zola, enquanto Janet estava “sentada por aí, em uma praia qualquer”. Porque ele está demonstrando preocupação com os demais. Com Meredith, acima de tudo. A única que esteve sempre ao lado dele, mesmo quando as %#&*% que ele fazia eram enormes e todos os outros lhe davam as costas. Então, foi super fofo e simbólico ele correndo atrás dos responsáveis pelo caso de Zola, para que a pequena volte logo para os braços de Mer e Derek. E para que a menininha tenha todo o cuidado médico de que necessita. Então, mesmo que ele tenha “jogado” com a pinta da atendente, alertando para um possível câncer, ou cometido crime federal, na abordagem ao juiz, o prêmio é dele. E acho que não preciso falar mais nada. Sinto apenas que ele tenha acabado o episódio sozinho.

O jogo de softball rendeu ótimos momentos no episódio. Cenas hilárias. E uma cena bonita, na qual Owen, cumprindo magistralmente o papel de chefe, fala para seus comandados. Eles podem ser os piores jogadores de softball do planeta. Mas quem se importa? Nas salas de operação, eles botam pra quebrar. E é isso que importa. Dentro de um hospital, eles são o melhor time, pra sempre. E tenho dito.

Callie, mais uma vez, esteve ótima. Adoro ver as cenas dela arrasando na sala de operação. Acho muito bom que a personagem não ficou reduzida às cenas família. Ela reconstruiu a mão do artista, e deu dicas valiosas para April. Falando em April, com tanto atendente qualificado e tanto residente que sabe o que fala dando palpites, ela vem se tornando uma pessoa bem mais aceitável nesses últimos tempos. Espero que isso continue.

Derek, depois de todo o drama “te amo, mas não consigo te perdoar” com Meredith, tem estado perfeito. Em sua melhor forma, eu diria. Se superando em casos difíceis. Voltando a fase “Deus da Neuro” que todos adoramos.  Ultrapassando os problemas pessoais para ser um médico melhor. E ele voltou a ser carinhoso com Mer. Para tudo ficar perfeito, só falta Zola voltar para casa.

Enquanto isso, Cristina voltou ao básico. Ao trabalho sujo (adorei o paciente rindo dela, sobre ela “limpar os banheiros”). Às angioplastias. E, finalmente, Teddy conseguiu o que queria. Que Cristina, voltando ao princípio, passasse a ter mais respeito pela doença, pelo paciente. Pelo coração. Agora, Yang pode fazer uma lista de desejos. E nós poderemos ver a Yang bad ass de volta, arrasando na O.R. Nossos sonhos também se tornarão realidade.

Gostei da participação de Henry no episódio. Ele e Owen funcionaram bem montando o time. E é legal ver como ele faz o contraponto à “mulher de paciente histérica” interpretada por Altman. Ele está doente, mas aceita isso, e lida com a questão de forma leve. E ficou muito bem de “uniforme”. Então, que retorne outras vezes.

Bailey continua ótima. Lutando para não precisar de Meredith, e precisando cada vez mais. Tentando ser auto-suficente e durona, mas, finalmente, dando o braço a torcer. E da parceria com Mer virão cenas ótimas. Mal posso esperar.

Lexie foi outra que mandou ver em Put Me In, Coach. Ela está cada vez mais afinada com Derek. Os dois fazem um bom time na Neuro. Mas, o destaque dela no episódio foi o fato de ter percebido o quanto ainda ama Sloan. E de não ter tentado esconder isso de ninguém, nem mesmo de Avery (que, a propósito, virou BFF de Mark). Pena que ela se deu conta disso bem no momento em que ele começa a seguir adiante. Não sei se Shonda pretende juntar Sexie em breve. Mas torço que sim. Até por que acho que o namoro com Avery subiu no telhado, de vez.

E o que dizer de Meredith? Se o destaque do episódio foi de Karev, o destaque da temporada é ela. A cada episódio, amo mais Mer. Ela esteve bem nesses 7 episódios. E está crescendo muito. Acho que teremos muita coisa “boa” envolvendo a personagem nessa 8ª temporada. Foi lindo que ela descobriu o equivoco da mãe e achou a saída para o estudo clínico de Bailey. Ou seja, o que já sabíamos se confirmou. Agora, é torcer para que Shonda não escreva nenhuma daquelas cenas nas quais Meredith arruina tudo. Cruzem os dedos!

Na próxima semana, voltaremos a ver um personagem que não aparecia há muito tempo. Quer saber quem é, e que desdobramentos sua volta pode trazer? Assista a promo de Heart Shaped Box. Até a próxima semana!

P.S.1: April acha que ouviu seu coração cantar! E eu ri muito disso.

P.S.2: Owen está crescendo, ocupando bem a função de Chefe. Mas o eterno Chief será Weber. E a cena na qual ele controlou os ânimos de Mer e Miranda demonstrou isso. A cena foi hilária, e as palavras de Weber foram muito sábias. Adoro esse homem!

P.S.3: Put Me In, Coach foi um episódio lindo, memorável. E cada um dos personagens teve seu momento, embora alguns tenham aparecido menos. Enfim, adorei o episódio. Quero muitos desses pela frente!

Spooks – Série 10, Episódio 3

Data/Hora 29/10/2011, 15:30. Autor
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Spooks – Série 10, Episódio 3
Série: Spooks
Episódio: Série 10, Episódio 3
Temporada: 10
Número do Episódio: 10×03
Data de Exibição na Inglaterra: 2/10/2011

O terceiro episódio, ao contrário do anterior, foi morno e previsível e serviu mais para preparar o terreno para o que vem pela frente: o confronto entre o MI5 e a CIA, com os russos correndo por fora. Enquanto isso Ruth começa a vislumbrar a idéia de uma vida longe do Grid e de Harry após receber um convite inesperado de alguém ainda mais surpreendente.

Ainda sob o impacto da morte de Tariq, Harry e os agentes da Seção D tem que lidar com outra crise: um terrorista/anarquista/anticapitalista conhecido como “Johnny”, que tem em mãos um artefato composto por elementos radioativos, popularmente conhecido como “bomba suja”.

Vemos Dimitri posando de James Bond, seduzindo uma testemunha para tentar se aproximar do suspeito – e falhando miseravelmente na segunda parte, sejamos justos, mas isso não o exime do amadorismo que demonstrou nesta missão, que chega a ser constrangedor. Porém, Erin dando instruções a ele antes da missão e Calum lhe fornecendo os “gadgets” me trouxeram boas lembranças da primeira temporada e até ressuscitaram alguns jargões que há muito eles não usavam, como “legend” (disfarce, que inclui desde o nome até todo o histórico pessoal e profissional da identidade a ser utilizada pelo agente infiltrado).

Spooks – Série 10, Episódio 3
Apesar de tudo, a equipe consegue evitar o pior e “Johnny” acaba cometendo suicídio ao ver seu atentado fracassar.

O que salva este episódio é o encontro de Ruth e Elena em um museu, sob o olhar desconfiado de Sasha.

Elena:

Vi vocês dois juntos durante a recepção. Harry a ama, não?.

Ruth:

Não tenho a mínima idéia de como responder a essa pergunta.

Como já era esperado, a investigação paralela de Calum revela um rosto familiar, uma mulher, que estava presente no atentado contra a vida de Ilya Gavrik. E a descoberta desta conexão teria levado a CIA a assassinar Tariq. A informação é confirmada por Ruth, que compartilhou sua suspeita e de Harry de que Jim Coaver está por trás de toda a conspiração.

Spooks – Série 10, Episódio 3

Terra Nova – What Remains

Data/Hora 28/10/2011, 23:21. Autor
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Terra Nova

Série: Terra Nova
Episódio: What Remains
Temporada:
Número do Episódio: 1×04
Datas de Exibição nos EUA: 10/10/2011

Será que um episódio focado em lembranças é digno de figurar em nossas recordações?

A falta de comunicação com um de seus postos de pesquisa de campo faz o comandante Taylor investigar ao lado da Dra. Shannon. Porém, o que parecia apenas uma falha técnica no rádio revela-se como algo muito mais perigoso, já que pesquisas ali deram origem à uma espécie de vírus que, gradativamente, vai acabando com as memórias da vítima, tornando-a catatônica.

Terra Nova

Começa então uma verdadeira corrida contra o tempo, já que cada minuto que passa levava embora mais lembranças de todos ali. Ao saber que a esposa estava em quarentena, Jim não hesitou e foi até ela, com Malcolm ao seu lado.

Aqui começaram vários momentos bem clichês, seguindo assim quase até o fim. Primeiro, era claro que Elisabeth não lembraria do marido, acreditando ainda estar na faculdade e namorando Malcolm, tudo para o sujeito, inocente ou não, fomentar o triângulo amoroso. Apesar disso, o roteiro não teve coragem de ousar colocar Malcolm tentando algo mais. Ora, se o sujeito teve a ousadia de trazer a doutora através do tempo e espaço com segundas intenções, que dirá se aproveitar de uma amnésia.

Outro momento um tanto previsível é Elisabeth descobrindo a identidade de Jim, com direito até a aliança sendo colocada no dedo novamente. Por fim, o resfriado do policial também era a dica óbvia do porquê sua mente não ter sido atingida, além de oferecer a cura para todos os afetados.

Apenas duas coisas prenderam minha atenção: Nathaniel Taylor e Josh Shannon. O primeiro por causa de sua “viagem ao passado”, enquanto acreditava que estava em plena guerra, procurando desesperadamente por sua esposa. Achei interessante conhecer mais desse personagem que eu, com certeza, aposto minhas fichas que trará muitas surpresas para a série.

Um destaque para a interpretação de Stephen Lang, que transformou-se completamente, de um militar durão, sábio e líder para um homem selvagem e perigoso, em plena guerra. O ápice de seu desespero vem quando descobre que sua esposa está morta e tenta tirar a própria vida. Excelente!

Terra Nova - What Remains
Quanto a Josh, depois de aumentar seu flerte com Skye, culminando em um beijo, sente-se culpado por sua namorada deixada em 2149. Skye então lhe apresenta Tom, um sujeito que poderia dar um jeitinho de trazê-la na próxima peregrinação. O homem garante que o preço de trazer uma pessoa é mais do que um garoto pode pagar.

No fim, revela-se que Tom faz negócios secretos com Mira, líder dos Sextos. Depois de algumas trocas, o sujeito revela o interesse de Josh em mandar um recado ao futuro, mostrando que os Sextos podem fazê-lo com facilidade. Mira enxerga nisso uma oportunidade que pretende aproveitar.

Terra Nova

Isso sim representa algo promissor, mostrar mais sobre as reais intenções dos Sextos, talvez mostrando que eles não sejam tão maus como Taylor quer fazer parecer.

Aliás, acredito que uma das surpresas de Taylor seja ele revelar-se o verdadeiro vilão de toda a história. Seria um ótimo plot twist.

Jennifer Coolidge entra para o elenco de ‘2 Broke Girls’

A atriz Jennifer Coolidge vai se juntar ao elenco regular da sitcom 2 Broke Girls, da rede CBS. O seriado estreou esta semana no Brasil, na Warner Channel

Jennifer vai interpretar Sophie, uma trabalhadora – e hilariante – mulher que se muda para o apartamento de Caroline (Beth Behrs) e Max (Kat Dennings), em Williamsburg Brooklyn. O papel foi criado e imaginado especialmente para a atriz, segundo os produtores da série.

A atriz é conhecida por sua participação na franquia de filmes de comédia American Pie. Na TV americana, estrelou a comédia Joey, além da participar de seriados como According to Jim, Nip/Tuck e Kath & Kim.

Com informações do sites TV Line e Deadline.

Two and a Half Men – The Squat and the Hover

Data/Hora 28/10/2011, 08:26. Autor
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Série: Two And A Half Men
Episódio: The Squat and the Hover
Temporada:
Número do Episódio: 9×06
Data de Exibição nos EUA: 24/10/2011

Pelo visto, o corpinho nu de Kutcher é algo que nossos olhos já se acostumaram nessa série! Colocam este moço pelado em todo santo episódio, sem propósito nenhum. Alguém me diz pra quê?

Quando o episódio começou fiquei momentaneamente feliz com a presença de Jake, mas como já dizia minha Vó: alegria de pobre dura pouco. Jake apareceu só para nos lembrar de sua existência e mais uma vez foi dispensado do episódio. Gente, cadê a história de largar a escola e chantagear Judith?

Segurando um pouco as críticas, posso dizer que este episódio me surpreendeu e rendeu boas risadas. Walden recebe os papéis do divórcio, fica muito deprimido e resolve se livrar de todas as coisas que lembram Bridget. Ele pensa em se mudar para Nova Iorque e a idéia deixa Alan em pânico. Alan tenta convencer Walden de que ele está em depressão e que deveria se consultar com uma psiquiatra.

Fiquei feliz com a volta de Jane Lynch à série. Adoro o papel de psiquiatra indiferente e charlatona que ela interpreta (e o faz muito bem). Gostava das conversas dela com Charlie e parece que com Walden não vai ser muito diferente. No fim das contas, Walden descobre sozinho que o problema de seu relacionamento é que ele tratava Bridget como uma substituta de sua mãe e não como esposa.

Walden resolve ir ao cinema com Alan e lá encontra Bridget com um cara, Alex, interpretado pelo lindíssimo Joe Manganiello (True Blood). Alex é um cirurgião plástico que ajuda crianças carentes. Walden fica muito abalado pelo fato de Bridget tê-lo trocado por um cara mais bonito e inteligente, então resolve afogar suas mágoas com Alan num bar. Lá ele encontra uma moça muito parecida com Bridget.

Acho que ninguém estava esperando ver a cena de Walden beijando Alan. Fiquei boquiaberta com a atitude de Walden para impressionar o casal de lésbicas e fingir que ele e Alan eram um casal. Alan sempre parece suspeito com seu jeito afeminado e todo frescurento e pareceu não se importar tanto com o beijo do amigo. Como ele mesmo disse “se um homem for me beijar, prefiro que ele se pareça com Jesus”.

Danny, a versão lésbica de Bridget, começa a fazer muitas perguntas a Walden sobre sua homossexualidade e finalmente ele acaba confessando que está fingindo ser gay apenas para se aproximar dela. Já Alan tenta dar em cima de Kikky, a namorada de Danny, que quando vê os dois se beijando enche a cara de Alan de porrada. Tadinho, fiquei com dó de Alan!

Acho que a série pode tomar novos rumos a partir dos próximos episódios. Bridget provavelmente sairá da série, por isso estão tentando com que Walden desencane dela. Este episódio fez com que a audiência da série saísse daquela tendência decrescente e voltasse a atingir bons números. Como Walden mora na casa que era de Charlie, convive com as mesmas pessoas e até freqüenta a mesma psiquiatra, será que não seria uma boa dar a ele algumas características do nosso querido falecido?

Dexter – A Horse With a Different Color

Data/Hora 27/10/2011, 22:01. Autor
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Dexter - A Horse With a Different ColorSérie: Dexter
Episódio: A Horse With a Different Color
Temporada:
Número do Episódio: 6×04
Data de Exibição nos EUA: 23/10/2011

Novas pistas sobre o assassino, assassinato brutal e… Dexter rezando?! Com tantas cenas inusitadas fica difícil citar o que há de melhor neste episódio. Mas vamos tentar!

Antes de mais nada, gostaria de destacar a excelente atuação de Michael C. Hall. Convenhamos, ele não fez uma boa quinta temporada. Talvez em decorrência dos seus problemas de saúde, ou talvez pela sua ‘comodidade’ com o papel, mas o fato é: ele voltou com tudo. E em especial nas cenas em que atua ao lado de Mos Def, que na minha opinião, foi a melhor adição ao elenco. E olha que aprecio muito o trabalho de Colin Hanks e Edward James Olmos, respectivamente, Travis e o Professor Gellar. Clique aqui para continuar a leitura »

Elenco de ‘Glee’ comemora 300 números musicais gravados e Ryan Murphy dá spoilers sobre a terceira temporada

O elenco de Glee gravou nesta quarta-feira, 26/10, o seu 300º número musical na frente de uma plateia formada pela equipe da série e pela imprensa. A música em questão é um mash-up – uma mistura de músicas diferentes no mesmo arranjo – de “Rumor Has It” e “Someone Like You”, da cantora inglesa Adele. Na série, o mash-up vai ser interpretado pelo coral The Troubletones, o segundo Glee Club do McKinley High, liderado por Shelby Cocoran (Idina Menzel) formado por Mercedes (Amber Riley), Sugar (Vanessa Lengies), Santana (Naya Rivera) e Brittany (Heather Morris).

Aproveitando a ocasião, Ryan Murphy, criador e produtor executivo da série, adiantou algumas informações sobre a terceira temporada.

Depois de confirmar a volta de Chord Overstreet ao elenco recorrente da série, Jonathan Groff vai voltar à série interpretando Jesse St. James.  Dessa vez, Jesse vai aparecer como líder do Vocal Adrenaline. No coral rival do New Directions, Jonathan vai contracenar com um dos finalistas do reality show de The Glee Project, Alex Newell. O personagem de Alex também “vai ficar sob a asa de Mercedes e Kurt e vai pedir conselhos para eles. Então, vamos ter muitas cenas entre esses atores adoráveis”, disse Ryan.

Falando sobre as participações dos vencedores de The Glee Project, Ryan acrescentou que Lindsay Pearce, que já apareceu em The Purple Piano Project, primeiro episódio da terceira temporada, vai voltar no episódio oito. “Ela é como a Rachel Berry de sua escola, e estará competindo contra os nossos grupos. Damian McGinty vai ter sua primeira aparição como Rory no próximo episódio, Pot O’ Gold, que vai ao ar dia 1º de novembro. Quanto a Samuel Larson, Ryan diz que, como eles ainda estão trabalhando no roteiro do oitavo episódio, sua entrada ainda não foi determinada. “Sam provavelmente vai entrar no episódio 10 ou 11, depois das férias de fim de ano. Em janeiro, com um novo começo, um novo semestre.”

Quanto ao destino dos personagens que vão se formar nessa temporada, Ryan disse que ainda não tem nada decidido. “Nós pensamos em fazer várias coisas diferentes, mas decidimos focar na temporada da série num primeiro momento.  O fato deles terem se formado não quer dizer que eles não fazem mais parte de Glee.” Seus planos incluem um spin-off – uma ‘continuação’ das histórias – com os graduados do McKinley High. Ryan acrescenta que ” a decisão também depende dos atores, de seus sonhos, de seus planos e no que eles querem fazer”. Enquanto isso, a série vai focar nos personagens principais e em números musicais que voltam à “essência” da série, na maioria, musicais da Broadway. “Há tantos personagens se formando este ano que eu quis voltar ao que era o episódio piloto”.

Quanto à possibilidade de um episódio tributo nesta temporada – como The Power of Madonna, na primeira e Britney/Britanny na segunda -, Ryan admitiu que há planos para um episódio tributo há dois anos, e que ele provavelmente vai ao ar na primavera – nos EUA, ou seja no nosso outono -, mas não revelou o nome do homenageado.

Das 300 músicas que já foram filmadas pelo elenco de Glee, ainda não foram ao ar são “Being Green”, “Last Friday Night”, “Candy Man”, “Waiting for a Girl Like You”, “Take Care of Yourself”, “Tonight”, “Uptown Girl”, “A Boy Like That”, “America”, “One Hand, One Heart”, “Hot for Teacher”, “You and I/Just You and I”, “Hit Me With Your Best Shot/One Way or Another”, “Oklahoma” e “Rumor Has It/Someone Like You”.

O musical 300 vai ao ar dia 15 de novembro, no sexto episódio da terceira temporada, Mash Off.

Glee vai ao ar às terças-feiras na Fox americana. A nova temporada estreia em novembro no Brasil.

Com informações do Zap2It e TV Line.

Minha primeira série: Buffy, A Caça-Vampiros

Data/Hora 27/10/2011, 09:55. Autor
Categorias Memória

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Buffy, A Caça-Vampiros
A primeira… a gente nunca esquece!

Conhece aquela história de que a primeira impressão é a que fica? Quando o assunto é séries de TV pode não ser tão simples assim. Um episódio piloto fraco pode não refletir o real potencial da trama. O contrário também acontece. Por isso penso que a primeira que acompanhamos do começo ao fim, essa sim, a gente não esquece.

Então, vou recordar a primeira série que eu acompanhei, em tempo real, do primeiro ao último apocalipse: Buffy, A Caça-Vampiros!

Era uma vez…

Elenco de Buffy
Buffy Summers (Sarah Michelle Gellar) é uma líder de torcida que vê sua vida mudar ao descobrir que é uma caçadora de vampiros.

Mudar de cidade com a mãe Joyce Summers (Kristine Sutherland) parecia ser o suficiente para abandonar os vampiros e seu legado. Seria, se o novo endereço não fosse Sunnydale, conhecida como Boca do Inferno, um portal para dimensões demoníacas.

No primeiro dia de escola, Buffy conhece o bibliotecário Rupert Giles (Anthony Head), seu sentinela, responsável por treinar e guiar a caçadora.

No colégio ela encontra o engraçado Xander Harris (Nicholas Brendon) e a inteligente Willow Rosenberg (Alyson Hannigan). Os dois descobrem o segredo de Buffy e decidem ajudá-la a cumprir seu destino, o que inclui quase serem mortos várias vezes. O mesmo acontece com a popular e fútil Cordelia Chase (Charisma Carpenter).

Como se todo o drama de ser adolescente, matar vampiros e demônios não bastasse, Buffy se apaixona por Angel (David Boreanaz), um vampiro que possui alma graças a uma maldição cigana. Em resumo, um vampiro bom.

Já o Mestre não tem nada de bom. Esse velho vampiro está preso no submundo e para sair de lá ele mata Buffy. Ela fica morta por pouquíssimo tempo. Reavivada por Xander, a caçadora extermina de vez o poderoso Mestre e o dia está salvo.

Com a temporária morte de Buffy, surge uma nova caça-vampiros, Kendra (Bianca Lawson). E as confusões em Sunnydale aumentam com a chegada de um casal de vampiros, o bad boy Spike (James Marsters) e a louca Drusilla (Juliet Landau), velhos conhecidos de Angel, já que foi Angel quem transformou Dru em vampira.

Entre uma luta e outra… Giles se envolve com a professora Jenny Calendar (Robia Lamorte). Cordelia e Xander namoram e Willow engata um romance com Oz (Seth Green), um lobisomem guitarrista. Buffy e Angel têm sua primeira noite de amor. A maldição de Angel é quebrada pelo momento de pura felicidade, ele perde a alma e volta a ser o cruel Angelus!

Drusilla mata Kendra. Angelus mata Jenny. Angelus abre o portal capaz de sugar o mundo para o inferno. Willow usa o feitiço deixado por Jenny em um disquete (sim, ainda usava-se disquete) e restaura a alma de Angel. Tendo que escolher entre o mundo e seu amor, Buffy mata Angel e o envia para o inferno.

A morte de Kendra ativa Faith (Eliza Dushku), uma caça-vampiros rebelde e descontrolada. Angel retorna do inferno. Xander e Willow se rendem a uma forte atração e são pegos por Cordy e Oz que terminam os relacionamentos. O Conselho de Guardiões envia o engomadinho Wesley Pryce (Alexis Denisof) para substituir Giles.

Faith se alia ao prefeito-demônio para promover o apocalipse. Ela tenta seduzir Angel, mas é enganada por Buffy e Angel e as duas caça-vampiros se enfrentam em uma luta que termina com Faith em coma.

Chega a formatura e a turma tem que deixar as mágoas de lado e trabalhar em conjunto para evitar a ascensão do prefeito e salvar o mundo novamente.

Angel decide, pelo bem de Buffy, partir para Los Angeles onde reencontrará Cordy e Wesley. Oz também vai embora. Buffy e Willow vão para a faculdade e Xander começa a trabalhar.

Willow passa a praticar magia e começa a namorar a colega de faculdade Tara (Amber Benson). Xander se envolve com Anya (Emma Caulfield), uma demônia redimida. E Buffy namora Riley Finn (Marc Blucas), integrante da Iniciativa, uma organização secreta criadora de um ciborgue que se rebela, destrói a organização e tenta acabar com o mundo, mas é claro que é impedido por Riley, Buffy e seus amigos.

Solteira, Buffy deixa a faculdade. Joyce morre de câncer e Buffy tem que cuidar da irmã Dawn (Michelle Trachtenberg). Ah, sim, Buffy acredita ter uma irmã adolescente que na verdade é uma chave mágica modelada com o sangue dela. Mas, a deusa diabólica Glory (Clare Kramer) promove o apocalipse e só o sacrifício da chave é capaz de pará-lo. Buffy se joga para a morte no lugar da irmã.
Willow e os amigos usam magia para trazer Buffy de volta à vida. Sem saber eles tiram a caçadora do paraíso e lhe devolvem o fardo de salvar o mundo. Buffy esconde a dor dos amigos e acaba nos braços de Spike em uma relação destrutiva.

Elenco de Buffy na sétima temporada
Tara morre baleada e a perda da amada transforma Willow em uma bruxa furiosa e implacável. Mergulhada em magia negra ela quase destrói o mundo em sua vingança. Apenas a leal amizade de Xander é capaz de fazê-la parar.

Então é revelada a maior ameaça que já enfrentaram, o Primeiro Mal e seu exército. Spike recebe uma alma e vive com Buffy uma tórrida paixão. Giles escala um exército de caça-vampiros em potencial e Faith retorna para ajudar a treinar as novatas.

Anya morre. Willow realiza um feitiço capaz de dar a todas as potenciais os poderes de caçadoras. Angel vai até Sunnydale ajudar e entrega um poderoso amuleto para Buffy. Spike usa o amuleto e se sacrifica levando com ele a Boca do Inferno.

Buffy, Xander, Willow, Giles e Dawn olham a cratera que ficou no lugar de Sunnydale e se perguntam o que farão agora. Ao que Buffy responde com um sorriso…

…e então…

Poster do filme

Poster do filme

Buffy the Vampire Slayersurgiu como um fraquíssimo filme, de 1992, estrelado por Luke Perry e Kristy Swanson. A sorte é que Joss Whedon não desistiu da trama e em 1997 transformou a história em seriado. Pois é, lá se vão 14 anos desde que fomos apresentados a Buffy, Giles, Willow, Xander…

Buffy traz em suas tramas mirabolantes, de criaturas horrendas e efeitos especiais muito dos problemas que enfrentamos no nosso dia-a-dia. A primeira bandeira da série é a do feminismo, afinal, temos uma heroína! O preconceito é fortemente debatido com a presença de uma personagem central lésbica. O enredo da amizade, da lealdade e da família também são presenças marcantes no seriado. E se não se falava em bullying como se fala hoje, Joss Whedon com a nerd Willow e o bobalhão do Xander deram uma lição em muita gente, afinal, eles salvaram o mundo, diversas vezes!

E o que dizer da relação entre humanos e vampiros, além de épico? Essa atmosfera criada pelo amor impossível é uma fórmula viciante, por vezes recriada.

Depois de sete temporadas a série chegou ao fim em 2003, e por mais um ano os fãs puderam acompanhar alguns personagens no spin off, Angel, que terminou em 2004 em sua quinta temporada. Joss Whedon levou então as tramas para o universo dos quadrinhos, onde elas foram “reprisadas” e ganharam continuidade.

Buffy, A caça-vampiros é uma daquelas boas lembranças do baú das séries antigas e meu primeiro amor/seriado…

…memorável.

Castle – Demons

Data/Hora 27/10/2011, 08:13. Autor
Categorias Reviews

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Série: Castle
Episódio: Demons
Temporada:
Número do Episódio: 4×06
Data de Exibição nos EUA: 24/10/2011

Demons. Um episódio clássico de Castle. Com os elementos que nos fizeram adorar a série, e com muitos momentos de diversão, a marca registrada do seriado. Enfim, um ótimo episódio.

Fantasmas e caça-fantasmas. Quase posso ouvir a músiquinha de Os Caça-Fantasmas, o clássico da sessão da tarde, na minha cabeça (Who you gonna call? Who you gonna call? Who you gonna call? Ghostbusters!) quando penso no episódio. Adorei o caso da semana. De verdade. Achei ótima a forma como o tema foi explorado. Levemente, com muita diversão. Adorei a divisão da equipe entre os crentes (Ryan e Castle) e os céticos (Esposito e Beckett). Foi interessante ver cada dupla “puxando a brasa pro seu assado”, e alternando explicações místicas e racionais pros acontecimentos da casa. E, achei legal que, no final das contas, houve uma certa trégua entre os líderes das “correntes de pensamento”, e Beckett acabou admitindo que até poderia ter havido alguma participação sobrenatural nas investigações. Desde que ela não tenha sido de um demônio.

Outro ponto positivo do episódio foi a mescla da equipe. Nessa temporada temos visto outras duplas em ação, que não Castle e Beckett. Nesse episódio, foi a vez de Castle e Ryan investigarem juntos, enquanto que Beckett e Esposito fizeram dobradinha. Essa nova divisão proporcionou bons momentos. Especialmente aquele no qual Beckett dá AQUELA olhada pra Ryan e Castle, que saem correndo e meio atordoados.

E falando em dobradinha, Demons teve um encontro duplo. Duas mulheres adoráveis, dois homens gentis e fofos. Dois casais apaixonados. Nada poderia dar errado, correto? Não! Jenny + vinho = Esplaine “no telhado”. É, é esse o efeito que a pergunta “Vocês casam quando” tem em muitos casais. Torço muito pra que Lanie e Esposito acertem os ponteiros e voltem a ficar juntos. Eles são engraçados e fofos juntos, então tem toda minha torcida. E por falar em fofura, tivemos mais uma prova de amizade entre Ryan e Esposito. Achei bonita a cena da “sala secreta”, de Ryan dizendo pro parceiro que sentia muito pelo término e que ele estaria ali pra que precisava. Pena que uma lâmpada nova colocou final na cena!

Ainda falando dos momentos bonitinhos de Demons, gostei bastante das cenas entre Castle e Alexis. Sempre adoro as tentativas de Castle de ser o pai conselheiro. O que foi ele dizendo pra Alexis que ela não podia ficar esperando por Ashley e largar tudo e sair correndo sempre que ele precisasse dela, simplesmente pra fazer exatamente isso quando Kate ligou? Ri demais. No final das contas, ainda que o conselho tenha sido no melhor estilo “faça o que eu digo, não faça o que eu faço”, Alexis acabou modificando um pouco seu comportamento. Mas o abraço do pai foi mais útil do que suas palavras, para a adolescente.

Por falar em rir muito … ri muito de Castle em Demons. A forma como ele acredita na coisas me fascina. Nesse episódio, mais uma vez, Rick parecia uma criança falando de doces toda vez que falava sobre os fantasmas e seus caçadores, sobre casas mal assombradas e demônios. Sem contar as cenas de “pavor”, nas quais Castle grita histericamente e faz caretas hilárias, enquanto que Beckett mantém a calma, e age com certa indiferença.

A cena de Castle e Beckett procurando pelo cômodo secreto foi inteira divertida. Kate enrolando Castle com a história da cabana mal assombrada da infância? Divertido. Rick pegando “não nas pernas” de Kate? Divertido. Castle gritando como uma menininha por causa do cadáver que caiu sobre ele? Muito divertido.

E é por tudo isso que Demons é um dos meus episódios favoritos da temporada. Estou inclinada a pensar, inclusive, que ele é o favorito, até aqui. E estou ainda mais inclinada a acreditar que na próxima segunda-feira ele perderá o posto para Cops & Robbers. Que saber por quê? Confira vídeos do próximo episódio aqui e aqui. Mas já aviso, é por sua conta e risco! Quando você tiver problemas para conter a ansiedade, nessa semana, não vá dizer que eu não avisei.

Showtime renova ‘Homeland’

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Depois de atingir a expressiva marca de 4,4 milhões de telespectadores em quatro semanas de exibição, a Showtime confirmou a produção de uma segunda temporada de Homeland.

Dos mesmos produtores de 24 Horas, o drama que traz Claire Danes como uma agente da CIA que investiga um soldado americano, vivido pelo ator Damian Lewis, terá mais 12 episódios no ano que vem. Até agora foram exibidos apenas quatro episódios desta primeira temporada. David Nevis, presidente da Showtime afirmou hoje “Homeland está apenas começando, certamente o crescimento da audiência de semana a semana mostra que o show está atingindo um nervo do Zeitgeist cultural. Alex e Howard criaram um thriller psicológico que tem uma relevância no mundo pós 11 de setembro”.

A produção da próxima temporada começa na primavera de 2012.

A série ainda não tem prevsão para estreia aqui no Brasil.

Fontes: Deadline e TVLine.

‘The Walking Dead’ ganha terceira temporada

Data/Hora 26/10/2011, 21:35. Autor
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O canal AMC anuciou esta semana a renovação de The Walking Dead para uma terceira temporada.

A segunda temporada, que estreou na semana passada, está conseguindo alcançar grandes números de audiência. O primeiro episódio conseguiu bater o recorde de audiência entre o público de 18 a 49 anos para um canal básico de TV paga, superando marca que durava quase 10 anos (desde a premiere de The Dead Zone, em junho de 2002). The Walking Dead é baseado na série de quadrinhos escrita por Robert Kirkman e distribuída pela Image Comics. Atualmente Glen Mazzara ocupa o cargo de produtor da série.

“Hoje nós temos o prazer de anunciar a renovação de The Walking Dead para uma terceira temporada no AMC e, globalmente, com os nossos maravilhosos parceiros da Fox International Channels”, disse Charlie Collier, presidente da AMC. “Estamos gratos pela contribuição de todos na frente e atrás das câmeras à medida que continuamos a fazer The Walking Dead uma experiência exclusiva na televisão. E, nós estamos tão orgulhosos como ele continua a bater recordes de audiência em todo o mundo.”

The Walking Dead é exibida nas noites de domingo nos EUA. Dois dias depois os episódios vão ao ar no Brasil, nos canais Fox e Fox HD.

Fonte: AMC

The Vampire Diaries – Smells Like Teen Spirit

Data/Hora 26/10/2011, 19:38. Autor
Categorias Reviews

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Série: The Vampire Diaries
Episódios: Smells Like Teen Spirit
Temporada: 
Número do Episódio: 3×06
Datas de Exibição nos EUA: 20/10/2011

Eu disse que essa coisa de acordarem o Mikael logo sem pensarem duas vezes seria uma roubada, não disse? Agora resta a minha revolta pelo que aconteceu com a VampBitch mais amada de todas: a minha, a sua, a nossa Katherine. Não ficou muito claro se a mulher morreu ou não, mas a dúvida já é frustrante o bastante, e tenho dito. Enfim, revoltas à parte, esse episódio foi bom… Foi melhor até que o episódio passado (do qual falaram tão bem), e isso chega a ser meio chato, porque nem ter sobre o que criticar eu tenho direito. Hahaha.

A pegada da vez (e não estou falando ainda sobre as apalpações Delena) é a Elena tentar dar uma de Buffy para caçar o Stefânio e prendê-lo até ele cair na real de que não serve para ser vilão, e sim para aquela melação toda que vemos há três temporadas. E por falar em melação (calma, não se animem, comentarei sobre Delena mais pra frente), o Stefan está fraquejando de novo e quase se entregando a todo aquele mimimi com a Elena. Stefânio, meu filho, não adianta… Você é o herói! E Damon, volte a ser o vilão, por favor, porque essa coisa de você estar babaquinha pela Elena está te estragando, homem!

Babaquices à parte, as aulas recomeçam em Mystic Falls e todo mundo volta à escola, incluindo Stefan e Rebekah, mais conhecida agora como Barbie-Klaus e nova moradora da mansão Salvatore. E na única escola da cidade onde a única aula que os alunos têm é a de História (repararam nisso?), já rolam planos para uma festinha de volta às aulas (eu já estava começando a estranhar a ausência de festas nesses últimos episódios). E enquanto todo mundo finge que está tudo normal, Elena se lamenta e Tyler volta a ser o mala que era na primeira temporada (estou começando a perceber que este foi o episódio das babaquices), Kath continua tentando acordar o Mikael dorminhoco.

O fato é que Mikael não acordava nem com berro, sacudida, tampa de panela batendo, etc. Fora que ele recusou um banquete de sangue de rato, coelho, gato, humano e tudo quanto é coisa que VampBitch tentava arranjar pra ele. O vampirão só acordou mesmo ao tomar o sangue da própria Kath, que não teve nem como reagir e… Ela afinal morreu ou não? Mikael tem bom gosto pra sangue, isso é um fato… Mas matar (há controvérsias) a VampBith foi longe demais para quem está há cinco minutos na série. Já quis chegar causando, tsc. O fato é que ele faz o que faz e não dá mais as caras no episódio todo, sendo que o Klaus ainda está fugindo alegre e saltitante por aí.

Mas agora vamos falar de Damon e Elena (Team Delena, comemore, eu deixo) e de toda a turminha do bem. Após Damon ensinar Elena a caçar vampiros de uma maneira extremamente eficaz (querem mais eficácia do que uma mão boba?), a menina fica se achando o máximo e recruta todo mundo sobrenatural da série para ajudá-la como sempre, mas deixa a Bonnie de fora porque não quer que a bruxinha se meta e quase morra de novo. E embora essa atitude de Elena tenha sido um tanto imprudente, foi o que de fato a salvou (sintam o cheiro da marmelada), já que Matt (que quando aparece na série só serve pra fazer besteira) acredita no papo furado de fantasma drogada da irmã e traz ela de volta.

Mal foi ressussitada, Vicky já prova que além de não ser flor que se cheire como humana e vampira, também não presta como fantasma ou qualquer outro ser que tenha surgido na série, e já vai tentar matar a Elena (afinal, todo mundo quando quer matar alguém, já pensa logo na Elena, pra garantir a marmelada). Aí que a Bonnie entra em ação e manda a Vicky de volta pra onde quer que os vampiros vão parar quando morrem, mas para o azar dela, parece que o efeito desse chute na Vicky foi trazer a Anna de volta. Pois é, Jeremy namorou humana, vampira, bruxa, agora é fantasma e logo só falta uma lobisomem-fêmea para ele completar a coleção. Impressão minha ou ele está melhor até que o Damon no quesito variedade?

Enfim, após Elena estar a salvo novamente (e Stefan a salvo junto) e rolar aquele momento de extremo açúcar Delena e depois Stefena, tudo parece estar em paz por enquanto. Mas como em The Vampire Diaries acontecem coisas com cada vez menos sentido, mais uma pessoa já bem conhecida volta do Além dos seres sobrenaturais. Pois é meu povo, parece que Tyler não está mais sozinho, porque titio Mason voltou. É um absurdo, mas voltou. Ninguém sabe porque e nem como, mas o cara está vivinho da Silva e já veio tirar satisfação com o Damon (ele quem o matou né). Depois dessa, embora seja uma total falta de sentido, não é loucura eu dizer que Vampbith jamais morrerá… E que torço para que Rose e a Lexi voltem logo e ponham ordem nessa zona.

P. S. [1]: Quem aí leu os livros? Já repararam que eles estão colocando na série aquela coisa de voltar dos mortos e tal? Misturança… Tsc.

P. S. [2]: Vampbitch morreu ou não morreu, meu povo? Quais as apostas de vocês?

P. S. [3]: Teve um povo aqui falando sobre um possível clima entre Bonnie e Jeremy. Mas o que eu vi mesmo, foi mega clima entre o Matt sem-sal e Bonnie-Isqueiro. Discordam?

P. S. [4]: Falei na review passada que a Elena era uma bolsa de sangue gigante. Não deu outra… Neste episódio o Stefânio disse também. Eu disse…

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