Supernatural – Season Seven, Time for a Wedding!

Data/Hora 14/11/2011, 15:31. Autor
Categorias Reviews

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Série: Supernatural
Episódio: Season Seven, Time for a Wedding
Temporada:
Número do Episódio: 7×08
Data de Exibição nos EUA: 11/11/2011

Parece que a decepção não acabou no episódio passado. Time for a Wedding foi mais um exemplo de episódio que poderia simplesmente não ter acontecido e que não mudaria nada na série. Sério produção, o que está acontecendo? Trazer a Becky de volta?

Quando Chuck apareceu nos segundos iniciais do episódio, pensei “Yay, Chuck vai voltar! Pode ser um episódio bacana” mas não. Becky voltou e eu não entendi. Sempre achei ela meio retardada e as coisas que ela fazia perderam a graça depois de sua primeira aparição. Sei que muitas fãs gostam dela porque no fundinho rola uma identificação, mas não sei, por mim ela poderia ter aparecido naquele episódio dos livros e só.

Todo mundo com certeza achou estranho Dean estar sozinho num bar em Vegas, já que ele tinha feito as pazes com Sam no último episódio. Daí do nada Sam manda uma mensagem pra ele para que apareça de terno na capela? Pode entrar pra minha lista de coisas não explicadas nesta sétima temporada.

Gostaria de saber de vocês porque não sei se perdi alguma coisa, mas porque eles estão usando aquele carro azul? Porque não foram buscar o Impala na casa do Frank? Cadê o bebê do Dean? Ele nunca se separou do carro neste sete anos, nem depois de tantos acidentes, apocalipses, ataques de demônios, cidades sitiadas por vírus mortais, leviatãs etc.

E depois, também tenho a mesma pergunta de Dean: aconteceu um milagre com Sam? Como do nada ele fica bom? Jurava que ele estava vendo Lúcifer a cada 5 segundos e não sabia distinguir alucinação do mundo real. Pois é, acho que estão faltando muitas explicações nesta temporada. Se era pra Sam ficar normal, que Castiel não tivesse derrubado a barreira, já que não serviu pra nada!

Enfim, voltando ao episódio: Sam está apaixonado por Becky e se casa com ela em Vegas. Todo mundo sabia que tinha coisa aí, eu imaginei milhares de possibilidades interessantes, mas fomos surpreendidos novamente. Becky tinha um “amigo” traficante que fornecia uma substância estranha que estava mantendo Sam enfeitiçado e foi aí que comecei a desconfiar que este fosse apenas mais um episódio bobo.

Dean começa a desconfiar que alguma coisa está acontecendo na cidade já que todo mundo que realizava um sonho, acabava morrendo logo em seguida. Sam começa a investigar com Becky e Dean arruma outro parceiro, Garth, que consegue ser tão sem graça quanto Becky.

Bla bla bla pra lá e pra cá e descobrimos que se trata de um demônio da encruzilhada fazendo mais uma rodada rotineira de pactos com pessoas desesperadas. Nossa, nunca usaram essa criatura nessa série antes! Sério gente, demônio da encruzilhada na sétima temporada? Só podem estar brincando com a nossa cara e testando a nossa paciência de fã.

A única coisa que este episódio serviu foi pra mostrar que existem regras no inferno e elas devem ser cumpridas. Crowley bota ordem na bagaça! Guy tentou trapacear com os contratos, ele negociava com a vítima e seu parceiro fazia o trabalho sujo de tirar a vida da vítima antes do tempo. Lógico que isso tira toda a “credibilidade” dos demônios e Crowley não ia deixar isso barato.

Crowley apareceu com aquela barba sem fazer, meio abatido, largado, sem aquele brilho de sempre. Confirmando nossas expectativas, ele está morrendo de raiva do chefe leviatã, certamente será um aliado futuro. Crowley é sempre bem vindo nos episódios, já é a segunda vez nesta temporada que ele “salva” o episódio bem no finalzinho .

Crowley:

Existe somente uma regra: fazer o pacto e mantê-lo. Há uma razão para nós não pedirmos a nossa parte mais cedo: confiança do consumidor. Isso não é Wall Street, isso é o inferno! Nós temos uma coisa chamada integridade.

Mas como nós somos fãs de verdade e conseguimos sobreviver a sexta temporada, acho que continuaremos com nossa lealdade com a série mesmo com esse nível de qualidade. Vamos torcer para esse negócio melhorar, mas confesso que não estou com muitas esperanças.

Glee – The First Time

Data/Hora 14/11/2011, 13:02. Autor
Categorias Reviews

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Série: Glee
Episódio: The First Time
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×05
Data de Exibição nos EUA: 08/11/2011

Terminei a última review dizendo que esperava um melhor episódio essa semana. E foi o que aconteceu. Mas não se engane, isso não quer dizer, de maneira nenhuma, que o episódio foi empolgante. Pela primeira vez —que minha memória me permite lembrar —, Glee fez um episódio meio termo, nem 8, nem 80. Clique aqui para continuar a leitura »

The Vampire Diaries – Homecoming

Data/Hora 14/11/2011, 10:00. Autor
Categorias Reviews

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Série: The Vampire Diaries
Episódios: Homecoming
Temporada: 
Número do Episódio: 3×09
Data de Exibição nos EUA: 10/11/2011

Nostálgico. Essa é a melhor palavra para definir este episódio de The Vampire Diaries que, sem exagero nenhum, foi NO MÍNIMO um dos melhores da temporada… Ou até mesmo da série. E apesar de os acontecimentos terem sempre como plano de fundo alguma festa onde a cidade inteira esteja reunida, isso não conseguiu deixar o episódio clichê por nenhum momento. Até aquelas marmeladas irritantes que já estavam cansando de serem vistas, ficaram ausentes do episódio… Pois é, realmente acertaram desta vez. Clique aqui para continuar a leitura »

Destaques da Semana – Brasil – 14 a 20/11

Data/Hora 14/11/2011, 09:53. Autor
Categorias TV Brasil

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Semana de feriadão. Mas as séries não tiram folga – e inclusive tem mais seriado estreando no Brasil. Confira os destaques da semana e deixe seu comentário.

Segunda, 14/11

Chuck - Chuck Versus The First Bank Of Evil
Na Warner, inéditos de Mike & Molly (20h, 2×03), Suburgatory (20h30, 1×03), The Mentalist (21h, 4×03, com participação de Kelli Williams) e Chuck (22h, 4×17). Destaque para Chuck, que apresenta, para a primeira de uma série de participações especiais, o ator Ray Wise (Twin Peaks, Reaper).

Atualizado às 16h40: A grade da Sony prevê a exibição esta noite de reprises de CSI (21h, 12×05), Grey’s Anatomy (22h, 8×06) e Private Practice (23h, episódio 5×04). No AXN, 22h, tem o episódio 7×03 de Criminal Minds. Clique aqui para continuar a leitura »

Grey’s Anatomy – Dark Was the Night

Data/Hora 13/11/2011, 23:51. Autor
Categorias Reviews

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Série: Grey’s Anatomy
Episódio:  Dark Was the Night
Temporada:
Número do Episódio: 8×09
Data de Exibição nos EUA: 10/11/2011

Escrever essa review não foi fácil. Primeiro, por que queria tentar pelo menos chegar ao nível que o episódio merece, missão na qual falhei. Segundo, por que depois dessa, só em 2012. É, isso mesmo. O próximo episódio de Grey’s Anatomy vai ao ar em 05/01/2012. Até lá, seguramos o coração na mão, esperando pelo desfecho de todas as histórias iniciadas, continuadas ou terminadas em Dark Was the Night.

E teve muita história nesse episódio. Alguma feliz? Não, nenhuma. Ou, se teve, passou batido. Por que a dor preponderou. O desespero e a angústia, tomaram conta do campinho. E todos nós sabemos que em se tratando de dor, desespero, angústia e morte – sim, infelizmente – Shonda Rhimes é a dona da bola.

Derek e Meredith estão bem como casal. Finalmente, Derek perdoou as atitudes da esposa. Eles estão bem. E é fato Shonda nunca deixa os momentos felizes do casal serem muito longos. Por isso Janet não recebeu o telefonema do Tribunal. Por isso Meredith acha que Zola nunca mais voltará aos seus braços. Por isso Mer disse para Derek que não quer outra criança, já que perderam a deles. Por que Shonda precisa lançar essa nuvem negra sobre o casal toda vez que os sorrisos ultrapassam as lágrimas. Mas eu ainda acredito que, quando Grey’s retornar, Zola também retornará. Sim, eu tenho esperança que, após um mês e meio de espera, Shonda nos presenteie com o retorno da menininha aos braços dos pais, numa espécie de grito “Ei, não sou tão má quanto vocês pensam!”. Estou me iludindo? Provavelmente.

Derek sofreu com a “perda” de Zola. Mas, mais do que isso, ele sofreu com a possibilidade de ser culpado por Meredith, assim como ele fez com ela. Culpado por querer a filha que ela “nunca quis”. Culpado por perdê-la. Achei lindinho ele confessando que não suportaria perder a mulher de sua vida (desculpe-me, Addison). Pausa feliz: fofo o Mark dizendo que Mer e Der podem entrar no rodízio de Sofia. Afinal de contas, a menininha vive feliz com 3 pais, dois a mais não fariam muita diferença. Volta ao drama: Derek sofreu ainda mais, na sequência, ao saber que a esposa estava no meio do nada, em uma ambulância prestes a explodir. Tensão pura quando caiu a ligação, após Derek, Arizona e Mark escutarem os barulhos da batida.

Preciso dizer que achei a cena da ambulância muito interessante. Karev e Meredith sendo chacoalhados em câmera lenta, e a tensão pela explosão eminente do veículo. Fiquei aflita, de verdade. E, mesmo quando vi que os dois estavam bem, pegando a bebê para sair da ambulância, continuei esperando pela explosão. Eu achei que Meredith sairia, mas a explosão aconteceria antes do Karev descer. Sim, Shonda me enganou bonito. Nunca imaginei que Mer e Alex encontrariam outros pacientes quando saissem da ambulância.

Relendo o que escrevi acima pensei: “nossa! Só aí já foi drama para um episódio inteiro”. Mas vimos muito mais.

Teve o drama da Callie (e do Avery), do parafuso solto dilacerando o coração da paciente. Drama que envolvia o marido e o filhinho da azarada paciente. E que acabou envolvendo Teddy. Teddy, que acabou o episódio trabalhando, feliz pelas boas notícias recebidas acerca da cirurgia do marido. Teddy, que acabou o episódio enganada por Owen, seu ex melhor amigo (e concordo com Weber, não havia como ser diferente. mas nem por isso se torna menos doloroso).

E avisei. EU AVISEI. Tentei preparar o coração de vocês para o drama maior que se aproximava. Mas confesso que nem eu estava preparada. Não havia lido spoilers quanto ao tema, e achei – de verdade – que Henry não morreria. Me enganei.

E já que estamos no meu momento de confissões, preciso dizer que a morte em si não me abalou tanto. Mas sim a forma como ela se deu, o contexto envolvido.

Henry (R.I.P) morreu feliz. Animado, entusiasmado. Se há um estado de espírito melhor para morrer, acredito que seja esse. Ele viveu mais do que esperava. Ele viveu mais do que nós esperávamos (por mais que nesse momento o sentimento seja outro). Ele viveu mais do que estava no script.

O maior problema foi as consequências que essa morte vai trazer para a trama. E não serão poucas, tenham certeza. Weber, aos olhos de Teddy, será o responsável direto pela morte, já que incluiu o seu marido em uma pesquisa experimental? Ou seria Bailey, que deu continuidade nos estudos e falhou em descobrir as causas para as falhas no dispositivo implantado em Henry? E como será que Teddy reagirá ao saber que Owen mentiu para ela, para que ela continuasse operando mesmo após a morte de Henry? E Cristina, sairá ilesa de toda essa confusão? E, principalmente, como Teddy conviverá com a culpa de não estar ao lado do marido e ter jogado um balde de água fria nos planos dele fazer medicina? (Sim, Shona é do mal. O casal passou meses bem, e Henry morreu após a primeira briga). São muitas perguntas. Vocês acreditam que pelo menos uma resposta será positiva? Eu temo que não.

Quanto à Cristina, creio que os desdobramentos podem ser bem negativos. Torço pra que ela não reaja como após a operação do Derek. E realmente acho que Shonda não vai repetir plot assim (opa! Ela acabou de repetir plot. Retiro o que disse). Mas acho que o fato de ter operado sem saber da identidade do paciente vai abalar o relacionamento dela com Owen. E vou até mesmo me decepcionar se não for assim. Por que eu partiria pras vias de fato, com certeza. Por mais “máquina” que Cristina seja, ela não merecia esse tratamento do próprio marido.

Já escrevi demais, e tenho a impressão de que ainda está faltando algo. Faltando algo aqui na review. Por que em Grey’s tem sobrado. Depois da 6ª e da 7ª temporadas, que considero fracas, já tinha perdido a fé no retorno dos tempos áureos de Grey’s Anatomy. Mas, para a alegria geral do fandom, eles estão de volta. E creio que voltaram para ficar!

Até janeiro, pessoal.

P.S.: a audiência de Dark Was the Night foi a melhor da temporada. A melhor desde o evento musical. E, se desconsiderarmos Song Beneath the Song, a melhor desde fevereiro deste ano. Shonda merece.

Para comprar Walter Bishop em Fringe basta um pão doce

Data/Hora 13/11/2011, 20:42. Autor
Categorias Gastronomia

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Dr. Walter Bishop:
“Deixe-me falar a respeito deles. São criaturas horríveis. Vis. São como tudo o que existe lá. Parte tecido orgânico, parte máquina. São repuslivos, detestáveis, abjetos…”

Astrid:
“’Abjetos’? Ele está fazendo o lance do dicionário de novo?”

Dr. Walter Bishop:
“Imorais, diabólicos…”

Fringe é uma série com muitos fãs no Brasil e, por consequência, aqui no TeleSéries também. Uma delas é a leitora Cleide Pereira, que comentou que o personagem interpretado pelo ator John Noble mencionara um “pão brasileiro” no episódio One Night In October [o segundo da quarta temporada, exibido nos EUA no dia 30/9/11 e no Brasil em 1/11/11 – leia a review da Mariela Assmann publicada aqui] nas legendas da exibição pelo canal Warner brasileiro.

Ficamos curiosas, ela e eu, e fui atrás do episódio: no original em inglês Walter diz “Portuguese sweet bread”. Na minha tradução amadora ficaria assim:

Dr. Walter Bishop:
“Durante semanas, aquela mulher terrível desfilou pelo meu laboratório. Comprou minha ignorância com quitutes enquanto executava seu plano de roubar peças da máquina com o… aquele maldito pão doce.”

Poderia dizer “pão doce português”, mas o pão doce que comemos no Brasil é o mesmo pão doce de Portugal, com a massa sovada de manteiga e açúcar. Eles usam esse termo lá nos EUA para distinguir do pão de forma, mais habitual por aqueles lados. O pão doce ou rosca de origem portuguesa costuma ser consumido no Natal e na Páscoa. A versão com frutas secas, parecida com o panetone, consome-se no Dia de Reis [seis de janeiro].

O pão doce tornou-se iguaria comum no Havaí e na Nova Inglaterra por causa dos imigrantes portugueses que estabeleceram colônias nesses Estados. A versão da receita adaptada no Havaí leva leite evaporado e batatas para obter o efeito doce e fofinho; o pão doce da Costa Leste leva leite, raspas de limão e noz moscada. As diferenças existem porque os imigrantes tinham de se adaptar aos ingredientes locais. Como Fringe se passa em Boston, a receita de hoje é a versão da Costa Leste.

A receita – Pão doce português

Ingredientes:
120 mL de leite integral
1/2 xícara [chá] de açúcar
60 g de manteiga
1 e 1/2 colher [sopa] de raspas de casca de limão
1/4 colher [chá] de noz moscada ralada

6~8 g de fermento biológico seco [1 envelope]
60 mL de água morna
1 colher [chá] de açúcar

2 ovos
450 g de farinha de trigo
1/2 colher [chá] de sal

farinha de trigo para sovar
óleo para untar
gema de ovo para pincelar

Forma redonda com 23 cm de diâmetro ou para pão de fôrma com 23 cm no lado mais comprido

Modo de fazer:
Leve o leite para ferver em uma panela pequena e desligue o fogo assim que surgirem bolhas na lateral. Misture o açúcar, a manteiga, a raspa de limão ao leite até o açúcar dissolver e a manteiga derreter. Acrescente a noz moscada e deixe esfriar.

Em uma tigela pequena, misture o fermento, a colher de açúcar e a água. Deixe descansando por cinco minutos até que comece a borbulhar.

Bata os ovos em uma tigela grande e adicione as misturas de leite e fermento, mexendo até que fique homogêneo. Peneire a farinha com o sal e acrescente aos poucos à tigela, misturando para formar a massa, que ficará um pouco grudenta.

Espalhe farinha sobre a superfície limpa e seca em que trabalhará a massa, sovando-a por cinco minutos até que ela esteja elástica e menos grudenta. Unte uma tigela grande com óleo e coloque ali a massa. Cubra com filme plástico e deixe crescendo por duas horas até a massa dobrar de tamanho.

Tire a massa da tigela e dê-lhe forma: se vai assar na forma redonda, modele-a como uma meia bola; se sua forma é de pão retangular modele um quadrado e enrole igual rocambole. Cubra a forma com filme plástico e deixe a massa crescer por mais uma hora.

Preaqueça o forno a 180° C. Pincele a massa com a gema de ovo batida e coloque para assar por 35 minutos. O pão fica com uma cor marrom escura brilhante. Retire do forno e deixe esfriando numa grelha antes de desenformar.

Curiosidade: Existe uma comunidade no Facebook chamada Fringe Party [www.facebook.com/fringeparty] que se dedica a assistir aos novos episódios da série comendo o que Walter comeu no episódio anterior – excetuando-se insetos, pessoas e drogas. A receita do pão doce que disponibilizaram na página é da versão havaiana [Recipe Source, em inglês].

Notas pessoais: Esta receita tem grau de dificuldade médio e rende uma unidade de pão grande. Você pode acrescentar duas gemas extras à massa pra ela ficar mais amarelinha; pode adicionar uma colher [sopa] de essência de baunilha à mistura de leite; pode adicionar uma colher [chá] de açúcar à gema batida para pincelar. E obviamente pode incorporar pedaços de frutas cristalizadas ou goiabada.

Se o clima estiver muito frio, ponha a massa para crescer dentro do forno desligado. Eu costumava untar a superfície de trabalho e as mãos com óleo ou manteiga na hora de sovar, em vez de enfarinhar. O pão ficava mais leve, só que isso quando eu fazia pão salgado, nunca tentei fazer isso com o pão doce.

Fazer pão manualmente ainda assusta muitas pessoas, mas poucas atividades domésticas são tão relaxantes quanto esta. Desconfio que tem a ver com o ato de sovar a massa, quando a pessoa desconta o estresse do dia a dia dando socos em uma coisa que não vai sofrer com isso – ao contrário, vai se beneficiar! Não importa se as primeiras tentativas falharem, vale a pena persistir.

Além disso, sempre existe a alternativa das máquinas elétricas de fazer pão. 😉

E pronto, você terá uma poderosa moeda para comprar o Dr. Walter Bishop. Cá entre nós, eu acho que ele se vende por muito pouco. Pra me comprar tem que pelo menos passar manteiga no pão ainda quente ou fazer rabanadas do pão velho – aliás, este pão doce dá uma ótima rabanada, que lá nos EUA chamam de french toast [torradas francesas] e os franceses, de pain perdu [pão perdido].

New Girl – Cece Crashes

Data/Hora 12/11/2011, 15:19. Autor
Categorias Reviews

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Série: New Girl
Episódio: Cece Crashes
Temporada:
Número do Episódio: 1×05
Data de Exibição nos EUA: 8/11/2011

Essa semana, excepcionalmente, farei a review de New Girl. Mas não se desesperem. A Clara estará de volta na semana que vem!

A boa notícia da semana: acho que Elizabeth Meriwether acertou o tom. Em Cece Crashes tivemos cenas fofas e cenas engraçadas. Na mesma medida. Acho que isso que fez dele um episódio tão bom. Cece chegou ao apartamento de Jess e dos meninos. E, com ela, muita “confusão”.

Aliás, confusão que já estava instalada antes mesmo da chegada da bela amiga da espevitada Jess. O que foi aquela cena na sala? Schmidt de quimono e Winston colocando “papel toalha” pelo corpo. Alguém aí acredita que isso realmente acontece, em lugar algum do mundo? Pessoalmente, prefiro as cenas “engraçadas mas reais”. Acho que não há necessidade de apelar pra essas situações totalmente esquisitas pra fazer rir, mas sei que tem quem goste.

Cece chegou, e a normalidade voltou ao lar. E, como vocês sabem, a normalidade pode ser bem incomum quando Jess e seus roommates estão presentes.

Schmidt assediou Cece o episódio inteiro. Nós já sabíamos que seria assim, mas nem por isso foi menos legal de se assistir. Aliás, Schmidt é um caso a ser estudado pela ciência. Dos 3 roommates, ele o mais irreal e insano. E, apesar de eu não curtir muito esse apelo “idiota”, preciso confessar que ri muito com ele em Cece Crashes. É a cara de Schmidt ter pavor de um gato criado por pássaros – o que o torna potencialmente perigoso. Assim como tomar sol no terraço para impressionar a hospede e sair todo queimado, sair “patinando” da sala ou falar coisas totalmente random para ilustrar o seu amor pela Índia. Ou, ainda, fazer abdominais pendurado de cabeça para baixo, até praticamente desmaiar. Mas o que melhor ilustra a personalidade do “branquelo” é fingir falar ao telefone, ressaltando sua performance sexual, e receber uma ligação no meio do processo. Boa, Winston.

E, por falar em Winston, acho que ele ainda não encontrou seu lugar no grupo de amigos. Mas já está mais próximo disso. Acho que o problema com o personagem é que ele flutua entre momentos de “normalidade” e de “insanidade”. Ou seja, ainda não há uma personalidade definida, o que faz com que a gente não tenha algo em que se apegar. E acho que isso se deve às posições bem marcadas ocupadas por Nick (a “normalidade”) e por Schmidt (a “insanidade” completa). Mas ele chega lá, eu espero.

Mas, além de atormentar Schmidt e Winston, Cece teve outro papel no episódio: abrir os olhos de Jess quanto a um possível envolvimento dela com Nick. E daí nasceram cenas super engraçadas (e possíveis) e fofas.

A primeira delas foi aquele flashback com o pobre menino Eduardo. Aparentemente, é difícil para Jess acreditar que alguém tem interesse nela quando a amiga está por perto. Mas a cereja do bolo foi a conversa entre Cece e Jess, sobre a forma como Nick fala seu nome e sobre o fato dos pés de Nick apontarem para Jess quando ele fala com ela. Foi essa conversa que possibilitou a cena da farmácia, com Jess tentando não apontar os pés dela para Nick. Ri demais. E depois, quando Nick resolve comprar a rosa para Jess e ela, não suportando a pressão, sai correndo em meio ao engarrafamento, foi outro tanto de risada (a propósito, ela não usa papel higiênico? Como assim?). Tadinho do Nick, ficou sem entender nada.

Pro final do episódio, ficaram reservadas as cenas mais fofas. Depois do comportamento estranho durante o dia, Jess e Nick compartilharam o banheiro. Foi de uma fofura sem tamanho os dois conversando enquanto escovavam os dentes – com os pés apontados um para o outro. Então, preciso perguntar: tem alguém aí que não está shippando Jess e Nick com força? Por que preciso da “receita” pra me manter imune a esse tipo de cena.

E Cece (que é uma legítima troll, quem diria…), depois de passar o dia todo perturbando o já perturbado Schmidt, resolveu dar uma chance ao moço, e deixou ele dormir na própria cama – com direito à mãos dadas e tudo. A pergunta que não quer calar, na qual faço coro com Winston: eles estavam na mesma cama, e Schmidt ligou para o amigo para “contar vantagem”. Sério?! Isso é tão Schmidt!

Semana que vem teremos o 1° episódio de Ação de Graças de New Girl, com a participação de Justin Long. Curioso? Então clique aqui, aqui e aqui (cuidado, você assistirá quase metade do episódio…). Diversão garantida!

Bones – The Hot Dog in the Competition

Data/Hora 12/11/2011, 13:06. Autor
Categorias Reviews

Série: Bones
Episódio: The Hot Dog in the Competition
Temporada:
Número do episódio: 7×02
Data de exibição nos EUA: 10/11/2011

Se a Emily Deschanel fosse um sabor, alguém teria dúvida de que ela seria a coisa mais gostosa desse mundo? Vocês entendem do que eu estou falando? Não consigo olhar pra Bones sem sentir amor incondicional por esta pessoa! Eu sei que a gravidez deixa as mulheres mais bonitas, mas a Emily está um absurdo de fofa, e mesmo aparecendo menos na série, pela primeira vez em muito tempo eu estou assistindo Bones por causa da Bones. Clique aqui para continuar a leitura »

Being Erica – Being Ethan

Data/Hora 12/11/2011, 10:45. Autor
Categorias Reviews

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Série: Being Erica
Episódio: Being Ethan
Temporada:
Número do Episódio: 4×07
Data de Exibição no Canadá: 7/11/2011

Erica Strange:

Em todos nós existe o “medo” entre o que nós pensamos que somos e o que nós realmente sentimos, queremos e precisamos.

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Site do Comedy Central estreia exibindo o The Roast com Charlie Sheen

Data/Hora 11/11/2011, 08:59. Autor
Categorias Notícias

The Comedy Central Roast of Charlie Sheen
A Viacom lançou nesta sexta-feira (11/11) no Brasil o site do canal Comedy Central. O site www.comedycentral.com.br antecipa a programação do novo canal de TV por assinatura e irá apresentar conteúdo exclusivo. O canal, no entanto, só estreia na América Latina em 2012.

Na estreia, o site está disponibilizado na íntegra o especial The Roast com Charlie Sheen, que fez sucesso nos Estados Unidos. No programa, o ex-astro de Two and a Half Men é homenageado e sacaneado por um grupo de celebridades – que inclui o boxeador Myke Tyson, o comediante Jon Lovitz e a atriz Kate Walsh.

O site reúne ainda um número de stand up comedy com o comediante Murilo Gun – mostrando que o canal terá conteúdo nacional.

Na área de programação do Comedy Central, o destaque são para os seriados de comédia. O canal irá exibir reprises de sitcoms como 3rd Rock from the Sun, Newsradio e Dharma & Greg, desenhos animados como South Park e Drawn Together. Entre as atrações inéditas que o Comedy Central deve estrear no Brasil está a comédia Retired at 35.

Com informações da assessoria de comunicação do Comedy Central.

Série Virtual – Destination Anywhere – Me Desculpe, mas …


Série: Destination Anywhere
Episódio:
Me Desculpe, mas …
Temporada:

Número do Episódio:
1×06

CENA 1 – EXT. CASA DOS DANES – NOITE

Os garotos gritam ao ver que PHILL estava em cima da árvore. Todos da festa observam o dono da casa amarrar a corda em um dos galhos. Ele posa por alguns segundos antes de pular na piscina. PHILL nada até a borda e sobe até a superfície.

PHILL: [Grita] Quem vai ser o primeiro?

Nenhum voluntário se manifesta.

PHILL: Ora, não é tão difícil. É só fazer igual ao Tarzan.

Ele se pendura na corda e grita, caindo dentro da piscina. As pessoas aplaudem. PHILLIP volta para a superfície novamente e aponta para SCOTT.

SCOTT: Não, não.

PHILL: Que é isso, cara? Vai amarelar agora?

SCOTT: [Ri nervoso] Eu passo.

PHILL: Eu “passo”. Que papo mais idiota é esse?

A multidão começa a vaiar. PHILL puxa o coro e todos começam a gritar.

TODOS: Covarde! Covarde!

SCOTT olha nervoso para os lados. Todos estavam apontando para ele e pedindo para que ele repetisse o gesto de PHILLIP.

PHILL: Vamos, Scott. Mostre que você é homem de verdade.

SCOTT se aproxima de PHILL e cochicha.

SCOTT: Você sabe que eu não gosto de altura.

PHILL: Vai ser legal, cara, como montar um cavalo. Você sente a adrenalina.

As pessoas ficam olhando para os dois. SCOTT olha para a corda, apreensivo.

SCOTT: Eu não acredito que eu vou fazer isso.

PHILL dá uma tapinha cordial nas costas do amigo.

PHILL: [Grita] Senhoras e senhores, Scott Sawyer vai pular!

As pessoas que estavam no local batem palmas e SCOTT se dirige até a árvore vagarosamente. Ele tenta sorrir ao se aproximar, segura a corda com força e dá alguns passos para trás. O garoto corre e fecha os olhos. SCOTT pula, mas não consegue se soltar. Seu braço fica preso na corda. Ele havia passado a corda em volta do braço, a fim de obter mais segurança, mas agora a corda estava enrolada em seu braço, o mantendo pendurado.

SCOTT: [Nervoso] Me ajuda, me ajuda!

O galho da arvore se estendia por cima de quase toda a piscina. SCOTT, pendurado pelo braço, parecia um pendulo humano. Cada movimento que seu corpo fazia o garoto respondia com uma expressão de dor em seu rosto. Todos os adolescentes que observavam ao inusitado espetáculo se dispõem ao redor da piscina. PHILLIP começa a rir da cara do amigo.

PHILL: [Rindo] Eu não acredito nisso!! Como você pode ser tão burro?

SCOTT: Não é brincadeira, alguém me tira daqui.

Phill: [Rindo] Grita mais alto seu banana, quem sabe o Clark Kent não te escuta?

SCOTT tenta apoiar-se com o outro braço na corda, assim poderia tentar desenrolar seu braço que estava começando a ter a circulação cortada. A expressão de dor do seu amigo só divertia PHILLIP, enquanto a multidão assistia ao pequeno show, horrorizada.

SCOTT: Eu não consigo.

PHILL balança a cabeça negativamente.

PHILL: Aguenta firme que eu vou tirar você daí.

PHILLIP escala a árvore habilmente. Ele gosta da atenção recebida naquele momento, e esboça até um certo sorriso heróico. SCOTT começa a se debater.

SCOTT: Ai, tá doendo!

PHILL: [Grita] Para de chorar. Eu vou tirar você daí.

PHILLIP SE aproxima lentamente do local onde a corda estava amarrada, ou seja, ao centro do grande galho. SCOTT continua balançando a corda. Ouve-se um estalo. Alguns garotos gritam que o galho está se partindo. PHILLIP olha para trás, ele hesita, mas continua a se aproximar do amigo.

PHILL: Segura na corda com o outro braço, que eu vou tentar te puxar aqui pra cima.

PHILL cambaleia um pouco, visivelmente bêbado. SCOTT obedece às ordens do amigo e PHILLIP começa a puxar, sem sucesso. O peso do garoto faz com o que grande galho balance. Ouve-se outro estalo e os dois caem na piscina. Ouvem-se alguns gritos. PHILL e SCOTT não submergem.

GAROTA LOIRA: Alguém pula lá pra pegar eles!

Dois meninos tiram a camiseta e se preparam para pular quando PHILLIP surge, ofegante em meio aos pequenos galhos que haviam caído com os pedaços maiores. Os dois garotos pulam na piscina. Um deles puxa PHILL para fora, enquanto o outro mergulha a procura de SCOTT. Silêncio. O garoto surge na superfície com SCOTT.

GAROTO 2: O galho caiu por cima dele, acho que ele desmaiou.

PHILL: Traz ele pra cá.

O garoto desenrola a corda do braço do SCOTT e o arrasta para fora da piscina.

GAROTA RUIVA: Alguém chame uma ambulância!

PHILL: Não!! Ninguém vai chamar ambulância aqui.

GAROTO 2: Tá louco? Ele precisa de ajuda.

PHILL: Ambulâncias chamam muita atenção. Eu mesmo levo ele no hospital. [Grita] Galera, a festa acabou!

O garoto olha para PHILL com ar de reprovação, mas o ajuda a carregar SCOTT para seu carro.

 

CENA 2 – EXT. RUA – NOITE

O carro do PHILLIP sai em alta velocidade. O garoto olha para Scott, que está estirado no banco traseiro de seu carro, com a roupa suja de sangue.

 

CENA 3 – EXT. HOSPITAL – NOITE

PHILL estaciona seu carro um pouco distante da entrada principal do hospital. Ele apóia o corpo do amigo no ombro e o arrasta para dentro da emergência.

 

CENA 4 – INT. HOSPITAL – NOITE

PHILL: Alguém? Por favor! Meu amigo sofreu um acidente.

Alguns enfermeiros correm em direção dos dois.

ENFERMEIRO: O que houve?

PHILL: [Pânico] Eu não sei! Ajudem ele, por favor.

PHILL entrega a carteira do amigo com todos os documentos que a atendente iria precisar para cadastrá-lo na emergência. Ele observa o amigo ser colocado em uma maca, e aproveita que o foco da atenção de todos não é ele e sai do hospital correndo.

 

CENA 5 – EXT. HOSPITAL – NOITE

[SOM DE TROVÃO]

Uma fina chuva começa a cair. PHILL corre até seu carro e entra ofegante. Ele liga o motor do automóvel e sai rapidamente. O garoto pega um celular jogado no chão do carro.

Phill: [Ofegante] Becky? Seu irmão sofreu um acidente. [Pausa] Ele está no Tulsa Hospital Center!

Antes que ele desligasse o aparelho ouve-se um barulho de sirene. O garoto olha para trás e uma viatura da policia está o seguindo. Ele para o carro. O policial se aproxima com uma lanterna.

Policial: Boa noite? Documentos, por favor.

PHILLIP pega uma carteira no porta luvas e mostra ao policial.

Policial: Sr. Danes, está ciente de que o senhor ultrapassou o limite de velocidade da via em quase o dobro do limite permitido?

PHILL: E o que você quer dizer com isso?

POLICIAL: Desça do carro, por favor.

PHILL: Você sabe com quem está falando?

POLICIAL: Desça do carro agora!

[MÚSICA TEMA – PROMISES, LILLIX]

 

CENA 6 – INT. CASA DOS MACKENZIE – QUARTO DE ANNA

[MÚSICA – PERFECT MEMORY, REMY ZERO]

O quarto está escuro, o único foco de luz presente no local vem de uma pequena lamparina em formato de estrela pregada na parede à cima da cama de ANNA. Ela sai de baixo das cobertas ao ouvir o barulho de um carro se aproximando da sua casa. ANNA levanta-se e caminha até a janela. A garota abre as cortinas brancas, deixando a luz do sol entrar. Ela olha para baixo e sorri.

Anna: Hey!! Você aí embaixo. Vai ficar parado olhando ou vai subir até aqui?

A garota vira-se em direção da porta e vê MATT, parado, de braços cruzados. Ela franze a testa e abre a boca, em uma expressão de surpresa.

ANNA: Que bom que você veio! Eu estava mesmo te esperando. [Sorri] Como você subiu tão rápido?

MATT: Não acredita em mágica?

ANNA: Você… sempre cheio de truques.

MATT: Eu não faço truques, apenas mágica.

ANNA: Faça uma mágica para mim.

MATT se aproxima da Anna.

MATT: Feche os olhos…

ANNA obedece ao amigo, um pouco apreensiva. MATT despeja uma caixa cheia de fotos na cama.

ANNA: Posso abrir?

MATT: Não! Espera um pouco!

O garoto espalha as fotos e senta-se na beirada da cama.

MATT: Agora pode abrir.

ANNA mostra-se surpresa ao ver o que o amigo tinha feito. Ela se aproxima da cama e olha as fotos cuidadosamente.

ANNA: Nossa… o que é isso?

MATT: Mágica.

ANNA: Que tipo de mágica é essa?

MATT: Eu estou te levando de volta ao passado. Essas são as fotos que eu tirei depois que você me deixou.

ANNA: Eu não deixei você, Matt. Eu apenas fiz uma “longa viagem”.

O garoto sorri.

MATT: Eu sei, Anna.

ANNA: Que bom que você sabe. Por que apesar de eu não ter dado notícias todos esses anos, eu nunca deixei de pensar em você. Desculpe a minha covardia exagerada, mas eu tive medo de que não entendesse.

MATT: Ih, Anna. Todo esse papo é muito dramático pro meu gosto. Vamos deixar isso pra trás ok?

ANNA: [Irônica] Engraçado você dizer isso.

MATT: Você está insinuando que eu faço drama?

ANNA: [Ri] Como ninguém!

MATT empurra Anna, não muito forte.

MATT: Você é quem faz o drama aqui. Eu sou realista.

ANNA: Eu não acredito em realidade, eu acredito em mágica.

ANNA sorri olhando para MATT.

MATT: Você quer que eu faça outra mágica?

ANNA: Não… Eu só quero meu melhor amigo de volta.

MATT fica calado.

ANNA: O que você me diz? Pode fazer isso?

ANNA se aproxima de MATT, mas ele recua, e permanece calado.

ANNA: Matt? O que você me diz?

MATT olha para ANNA como se quisesse dizer alguma coisa, mas nenhuma palavra sai de sua boca.

ANNA: [Grita] Matt, me diz alguma coisa, por favor!

[MÚSICA FADE OUT]

ANNA acorda assustada. A garota está suada e com a respiração ofegante. Ela olha para os lados e põe a mão na cabeça. A garota respira fundo e levanta-se da cama. Ela vai até a janela e abre a cortina. ANNA ainda veste a mesma roupa que tinha ido à festa. Está escuro e chovendo muito lá fora. Ela olha para trás e o relógio em cima de sua escrivaninha marca 12:55.

ANNA: Eu devo ter cochilado.

Ela vai até o banheiro, onde joga um pouco de água no rosto. ANNA encara o espelho por alguns segundos.

ANNA: Calma, Anna, calma.

Ouve-se um barulho de TV. A garota desce até a sala onde KATHERINE MACKENZIE estava dormindo no sofá. ANNA ajeita o cobertor que cobria a mãe e senta-se em uma outra poltrona. Ela pega o controle remoto da TV e muda de canal algumas vezes até que algo chama à sua atenção.

ANNA: Harry e Sally. [Irônica] Ótimo.

ANNA encosta a cabeça e encolhe as pernas no sofá.

 

CENA 7 – EXT. HOSPITAL – NOITE

A vista frontal do Tulsa Hospital Center.

 

CENA 8 – INT. HOSPITAL – NOITE

MULHER: [Nervosa] Ele está aqui há muito tempo! Eu preciso ter noticias do meu filho!

DAVID SAWYER: Carol, querida. Tenha um pouco mais de calma.

ENFERMEIRA: Senhora, infelizmente, até agora, não temos nenhum boletim sobre seu filho.

CAROL SAWYER: Olhe mais uma vez. [Pega a prancheta da enfermeira] O nome dele é Scott William Sawyer.

A enfermeira pega de volta a prancheta.

ENFERMEIRA: Senhora, eu sei quem é seu filho e quando eu souber algo…

O homem vestido de branco interrompe a conversa.

HOMEM: Senhor e senhora Sawyer?

CAROL: Sim? Somos nós.

HOMEM: Eu sou o doutor Jack Clifford. Eu tenho noticias sobre o filho de vocês.

 

CENA 9 – MESMO LOCAL

[MÚSICA – IN MY PLACE, COLDPLAY]

REBECCA está sentada em uma cadeira no corredor do hospital. Ela observa, apreensiva, um homem de branco se aproximar dos pais. O homem fala algumas palavras e os SAWYER se abraçam felizes. REBECCA respira aliviada. SAM aparece no corredor com um copo na mão. O garoto vai até BECKY e entrega o copo a ela.

SAM: Toma, é chá gelado.

Ele se senta ao lado da garota e encara o chão. REBECCA olha para SAM.

BECKY: Obrigada.

A garota toma alguns goles. Ela volta a olhar para os pais, eles ainda conversam com o médico.

BECKY: Acho que o médico trouxe notícias do Scott. E pela cara dos meus pais, meu irmão deve ter escapado dessa.

Ela olha para SAM, o garoto parecia não se importar.

BECKY: Eu sei que é errado pensar assim, mas pelo o que eu conheço do Scott ele deve ter feito por merecer. Ainda não sabemos o que aconteceu, quem trouxe ele aqui não falou nada, mas pela descrição das enfermeiras deve ter sido o Phillip.

Ela toma mais um gole do chá.

BECKY: Tenho certeza que foi ele quem meteu meu irmão nessa roubada. O Scott faz tudo que ele manda e…

SAM interrompe.

SAM: Olha, agora que o pior já passou, eu acho que já posso ir.

BECKY: Não vá. Eu odeio hospital, e eu não quero ficar aqui sozinha.

SAM levanta-se.

SAM: Seus pais estão aqui.

BECKY: Sam, espera. Eu queria dizer…

SAM interrompe novamente.

SAM: Becky, se você vai tentar me agradecer é melhor nem começar. Eu tenho que ir.

SAM anda em passos apressados, deixando BECKY para trás. Ela o observa ir embora. REBECCA olha para o copo de chá e o joga no lixo.

[MÚSICA FADE OUT]

CENA 10 – INT. CASA DOS GRAHAM – QUARTO DE MATT – NOITE

[SOM DE CHUVA FORTE]

MATT está sentado ao lado da sua cama observando ALEXIA dormir. O garoto levanta-se e vai até seu armário de onde ele puxa uma grande sacola azul. MATT desenrola o colchonete. Ele o puxa para perto cama e desliga a luz do abajur. Um clarão ilumina todo o quarto, alguns segundos depois ouve-se um grande estrondo. ALEXIA acorda.

ALEXIA: Matt?

Ele se aproxima da garota.

MATT: Eu estou aqui.

ALEXIA: O que foi isso?

Matt: Um trovão. Volte a dormir Alley, já é tarde.

Alexia: Dá pra você acender o abajur?

Matt ri.

Matt: Tá bom. Você precisa mais de alguma coisa?

ALEXIA não responde. MATT liga a luz do abajur e percebe que a namorada já estava dormindo novamente. Ele deita-se no pequeno colchão e fica encarando o teto. O barulho da chuva se intensifica. MATT olha para a janela, ele ouve alguns gritos. Eram gritos de criança.

[FLASHBACK]


CENA 11 – EXT. CASA DOS GRAHAM – NOITE

MATT: [Criança] Está chovendo muito, Anna! Vamos ficar doente!

ANNA: [Criança] Melhor pra nós. Não precisaremos ir à escola.

MATT fica parado, analisando o que a amiga havia dito. Ouve-se um trovão. ANNA se aproxima de MATT e lhe entrega uma pipa.

ANNA: [Criança] Agora é com você.

MATT: [Criança] Eu não sei como você consegue me convencer dessas suas maluquices!

ANNA: [Criança] Oras, esse é o se papel. Eu faço os planos mirabolantes, e você os executa.

MATT: [Criança] “Mira” o quê?

ANNA: [Criança] Não enrola garoto!

MATT ri.

MATT: [Criança] Eu não vou correr por aí com uma pipa numa chuva dessas, é maluquice demais, até pra você.

ANNA: [Criança] Matt, estamos fazendo isso em nome da ciência. Olha, se você não quer fazer, eu mesma faço.

MATT: [Criança] Tudo bem.

MATT entrega a pipa à ANNA. Um relâmpago ilumina todo o local, seguindo de um forte trovão. ANNA e MATT gritam e entra correndo na garagem.

ANNA: [Criança] Seu maricas.

[FIM DO FLASHBACK]

MATT sorri.

MATT: Anna…

O garoto se assusta ao ouvir um barulho estridente vindo da bolsa da namorada. Ele levanta-se rapidamente e abre a bolsa. Era o celular, ele atende.

MATT: [Sussurrando] Alô, quem é?

PHILL: [Voice Over] É o Phillip. Passa pra Alexia.

MATT: [Sussurrando] Ela está dormindo.

PHILL: [Voice Over] Ah! Não me vem com essa, passa pra ela. Eu não posso demorar muito aqui.

Matt: [Sussurrando] A Alley tá doente, cara. Ela tá dormindo agora. Me fala o que é que eu passo o recado.

PHILL: [Voice Over] Eu preciso de 1.200 dólares.

Matt ri.

MATT: [Sussurrando] Você está falando sério?

PHILL: [Voice Over] E eu lá sou de fazer brincadeira, seu idiota?

MATT: [Sussurrando] Vai fazer o que com esse dinheiro? Pagar os membros da sua gangue?

PHILL: [Voice Over] Olha, eu não tenho tempo pra isso, e eu não te devo satisfações.

MATT: Você quer o dinheiro? Então seja um pouco mais “gentil”.

PHILL: [Voice Over] O Scott sofreu um acidente na minha festa. Eu fui levar ele no hospital e na volta um policial parou meu carro, disse que eu estava à cima do limite de velocidade, essas frescuras, e inventou outras coisas, resultado: eu preciso de 1.200 dólares.

MATT: Eu vou falar com ela.

MATT olha para o aparelho. PHILL havia desligado. Ele leva o celular de volta à bolsa e percebe que ALEXIA havia acordado novamente.

ALEXIA: O que houve?

MATT: Seu irmão mandou eu te pedir 1.200 dólares.

ALEXIA: Tá bom.

A garota coloca o cobertor por cima da cabeça.

ALEXIA: Eu vou voltar a dormir.

MATT: Alley, ele está numa delegacia.

ALEXIA sai debaixo do cobertor.

ALEXIA: O quê? O que ele fez?

MATT: Ele disse que foi levar o Scott no hospital e o pegaram à cima do limite de velocidade.

ALEXIA: O Scott?

MATT: Ele não me explicou o que houve, só disse que precisava do dinheiro.

ALEXIA: Eu não vou dá dinheiro nenhum para ele. Ele que morra lá.

MATT: Alley, por mais idiota que o Phillip seja, ele é o seu irmão.

ALEXIA: Me dá esse telefone.

MATT: O que você vai fazer?

ALEXIA: Vou ligar pra Becky. Se o irmão dela sofreu um acidente, ela deve está precisando de mim!

ALEXIA pega o telefone e MATT fica olhando para ela.

 

CENA 12 – INT. CASA DOS MACKENZIE – SALA – NOITE

ANNA assiste ao filme com lágrimas no rosto; sua MÃE, que dormia ao lado, acorda. A chuva ainda caia insistentemente.

KATHERINE: Anna? Voltou cedo da festa?

ANNA faz sinal positivo com a cabeça. A mulher se levanta do sofá e vê que a filha está chorando.

KATHERINE: Você está bem?

ANNA: Tudo bem, mãe.

KATHERINE: Então por que você está chorando?

ANNA: É que esse filme é tão triste.

KATHERINE olha para a televisão por alguns segundos.

KATHERINE: Harry e Sally? Triste?

ANNA faz novamente sinal de positivo com a cabeça.

KATHERINE: Mary Anna, você está bem?

ANNA: Mãe… é sério.

KATHERINE: De onde você tirou todo esse sarcasmo? Você deve ter saído como à família do Edward. Só pode…

ANNA: Você não entende? Esse filme fala de como as pessoas são enganadas pelo tempo, pelo acaso, pela vida. Não devemos alimentar esperanças sobre o futuro por que o futuro é incerto, e não podemos fazer nada contra isso.

KATHERINE: Eu já não sei quem é a mais louca dessa casa. Se sou eu ou se é você.

ANNA desliga a TV.

ANNA: Eu vou dormir. Boa noite.

ANNA olha para a mãe e vai em direção da escada.

CENA 13 – INT. LOCAL DESCONHECIDO – NOITE

[MÚSICA – EVERYTHING HE WANTS, VERTICAL HORIZON]

SAM entra em sua casa com cuidado. O garoto checa se alguém está acordado antes de dá mais um passo. Ouve-se um barulho, SAM congela. Passa-se alguns segundos e o garoto relaxa, não era ninguém e ele segue para outro cômodo da casa.

 

CENA 14 – INT. QUARTO DE SAM

SAM joga sua jaqueta molhada em cima de uma cadeira. O garoto pega uma toalha que estava pendurada na porta do quarto e enxuga o cabelo. Ele senta-se na cama e tira os sapatos molhados.

SAM: Que pé d’água…

SAM tira a camiseta, ficando apenas de calça.

SAM: Mas que noite! Eu devia saber que tava bom demais pra mim. O universo definitivamente não está do meu lado. E pra terminar com chave de ouro, eu ainda chego todo molhado em casa.

Ele começa à andar de um lado para o outro e põe a mão na cabeça.

Sam: Pelo menos o começo de tudo foi bom. [Sorri] Não! [Lamenta] Não, Sam. Foi terrível! Terrível! Você é um babaca, isso sim. Eu preciso falar com alguém!

 

CENA 15 – INT. CASA DOS WOODS – SALA – NOITE

SAM senta-se no sofá, cuidadosamente para não acordar seu pai. Ele digita um número no telefone e espera.

 

CENA 16 – INT. QUARTO DE MELISSA

MELISSA está dormindo quando seu celular toca. A garota demora a se mexer quando finalmente é derrotada pela insistência da ligação. Ela move apenas o braço, que alcança sua mochila, jogada no chão. Ela tateia a mochila por alguns segundos conseguindo pegar o celular. MEL traz o telefone até ela e atende ainda de olhos fechados.

[MÚSICA BAIXA]

MEL: Eu vou matar você.

 

CENA 17 – INT. CASA DOS WOODS – SALA – NOITE

SAM: Mel, é o Sam.

MEL: [Voice Over] Eu ainda quero matar você.

SAM: Dá pra você acordar?

MEL: [Voice Over] Não!

SAM: Por favor…

 

CENA 18 – INT. CASA DOS BAKER – QUARTO DE MELISSA – NOITE

MELISSA abre os olhos.

MEL: Olha, é melhor ser algo importante.

SAM: [Voice Over] Você tinha razão sobre a Rebecca.

MEL: Ah! Não, o motivo dessa ligação é a Rebecca Sawyer? Tipo, até amanhã Sam.

SAM: [Voice Over] Não, não, não. Não desliga, por favor. É sério.

MELISSA se senta na cama, e passa a mão nos cabelos.

MEL: [Suspira] O que houve? Por acaso ela te mordeu?

 

CENA 19 – INT. CASA DOS WOODS – SALA – NOITE

SAM: Engraçada…

MEL: [Voice Over] Fala.

SAM: Eu e a Rebecca fomos ao parque hoje… quer dizer, ontem à noite.

MEL: [Voice Over] Juntos?

SAM: É, juntos…

MEL: [Voice Over] Sam…..

SAM: O quê?

MEL: [Voice Over] Você não drogou a garota, né?

SAM: As vezes eu gostaria que você fosse menos direta.

MEL: [Voice Over] Tá bom. Eu paro… mas por que ela sairia com você?

SAM: Eu não perguntei. Mas acontece que saiu, e no começo ela se mostrou bem, vamos dizer, conformada com a situação. Estava tudo bem até umas meninas da escola aparecerem, e ela começou a me tratar com um lixo, foi horrível.

MEL: [Voice Over] Eu avisei. Você coloca a garota num pedestal, como se ela fosse uma musa imaculada, ela não passa de uma vadia, como a Alexia.

SAM: Você quer deixar seu ódio mortal pela Alexia de lado e se concentrar na Becky um pouco.

 

CENA 20 – INT. QUARTO DE MELISSA

MEL: O que você quer que eu diga? Elas são todas iguais, Sam. É melhor você cair na real agora do que ficar igual ao Matt. Ele mudou tanto depois que se bandeou pro lado da outra.

MELISSA se levanta da cama.

SAM: [Voice Over] O Scott sofreu um acidente e quando ela soube, eu me ofereci para ir deixar ela no hospital.

MEL: O Scott? Que acidente?

SAM: [Voice Over] Eu não sei o que houve, mas foi na festa do Phillip.

MEL: Nossa… que festa! Mas aí você levou a loirinha no hospital e?

SAM: [Voice Over] E eu tive que ficar com ela lá até agora, ela quis ser gentil comigo, mas eu fui frio com ela. Agora que ela nunca mais olha na minha cara!

MEL: Sorte sua!

 

CENA 21 – INT. SALA DOS WOOD

SAM: Eu acho que o meu destino é ficar só. Nada de líder de torcida loirinha, simpática, com uma voz linda, e um sorriso…

MEL: [Voice Over] Quer parar? Eu já estou ficando enojada.

SAM: Desculpa.

MEL: [Voice Over] Olha, Sam. Nenhuma garota que te trate com um mínimo de desprezo merece você. Você é um ótimo amigo, é divertido, um pouco bobo demais às vezes, mas é um companheiro e tanto. Se ela não vê isso em você, problema dela.

SAM: Mel?

MEL: [Voice Over] Oi?

SAM: Quer sair comigo?

MEL: [Voice Over] Nem morta!

SAM: [Rindo] Viu? Se você que me acha isso tudo, não quer sair comigo, imagina a Becky…

MEL: [Voice Over] Sam, deixa essa garota pra lá.

SAM: Não consigo.

MEL: [Voice Over] Vocês, homens, quando colocam uma garota na cabeça é difícil de tirar. Se não quer esquecer a mini Alexia, que seja! Mas ficar choramingando por ela? Isso é demais. Olha, Sam, eu…

 

CENA 22 – QUARTO DE MEL

MEL: … vou dormir. E você deveria fazer o mesmo.

SAM: [Voice Over] Você está certa. Eu vou para o meu quarto tentar analisar o ponto em que a minha vida começou a ficar tão patética.

MEL: Sam, amanhã eu passo na sua casa, e agente discute qual vida é mais patética, eu levo sanduíches, refrigerante, sorvete, tudo o que o nosso estomago aguentar.

SAM: [Voice Over] Tá certo… eu tenho alguns dvds.

MEL: E nós faremos a nossa festa.

SAM: [Voice Over] Combinado. Vejo você daqui a pouco.

MEL desliga o telefone e se joga na cama.

 

CENA 23 – INT. CASA DOS GRAHAM – QUARTO DE MATT – NOITE

ALEXIA está terminando de vestir uma blusa. A garota ajeita a roupa e coloca um casaco branco por cima.

MATT: Alexia, você ouviu o que a Becky falou; o Scott está bem, você não precisa ir para o hospital.

ALEXIA: Eu vou.

MATT: Você estava doente um minuto atrás. Já melhorou?

ALEXIA: Não, não melhorei, mas eu vou.

MATT: Alley, deixe de ser teimosa, você não precisa ir.

ALEXIA pega a sua bolsa e vai a direção dá porta

MATT: [Grita] Está chovendo forte lá fora, você não vai.

ALEXIA: [Grita] Eu vou!

LOU aparece na porta.

LOU: Que gritaria é essa?

MATT e ALEXIA são pegos de surpresa.

LOU: Matt?

ALEXIA: O irmão da minha amiga sofreu um acidente, e quero ir ao hospital.

MATT: A Alexia está doente, e pra piorar a situação o Phillip está na delegacia, e precisa de dinheiro pra fiança.

ALEXIA: [Para Matt] Eu não estou entendo essa sua compaixão pelo Phillip agora! Se você quer o dinheiro, eu dou!

ALEXIA revira a bolsa.

ALEXIA: Eu não tenho toda essa quantia, mas se quiser pode ficar com os meus cartões.

ALEXIA joga o dinheiro e os cartões em MATT. O rapaz olha sério para ALEXIA, se baixa, e pega o dinheiro e os cartões caídos no chão. LOU barra ALEXIA na porta.

LOU: [Para Alexia] Você não vai à lugar nenhum assim. [Para Matt] Matt, leve sua namorada ao hospital. Deixa que eu cuido do garoto. Delegacia não é lugar pra crianças como vocês.

MATT entrega o dinheiro à tia e LOU devolve à ALEXIA, que põe o dinheiro na bolsa e sai do quarto. MATT vai atrás dela.

 

CENA 24 – EXT. CASA DOS GRAHAM – NOITE

MATT corre atrás de Alexia com um guarda chuva na mão. Ele para na frente dela, sério.

MATT: Espera aqui que eu vou pegar o carro.

ALEXIA segura o guarda-chuva.

 CENA 25 – INT. HOSPITAL

ALEXIA tira o casaco ao entrar no hospital. Apressada, ela anda procurando pela amiga. A garota olha para os lados, sem resultado. Alexia para. REBECCA aparece por trás dela. As duas se abraçam.

BECKY: Você veio… sua maluca.

ALEXIA: Claro que vim.

BECKY: Cadê o Matt?

ALEXIA: [Séria] No estacionamento. Ele já vem.

As duas se sentam em um banco no corredor.

ALEXIA: O que houve com o Scott?

BECKY: Ninguém sabe ao certo. Os enfermeiros dizem que um garoto o trouxe aqui…

ALEXIA: … O Phill.

BECKY: O médico disse que o Scott sofreu uma pancada muito forte na cabeça, que o fez desmaiar. Ele deslocou o braço, e tinha muito álcool no sangue.

ALEXIA: Uh… que horror.

BECKY: É, mais agora ele já está bem. Vai sair amanhã. Olha, não precisava mesmo de você ter vindo.

MATT se aproxima das meninas.

MATT: Eu disse isso a ela, mas você sabe como a Alley é teimosa.

ALEXIA: Amiga, mas você odeia hospital.

BECKY: Você também.

REBECCA abraça ALEXIA.

BECKY: Meus pais vão passar a noite aqui, mas eu já estou indo para casa.

ALEXIA: Eu vou com você.

BECKY: Você não estava doente?

ALEXIA: Acho que dá pra sobreviver.

MATT: Eu levo vocês duas.

ALEXIA mal olha para MATTHEW.

ALEXIA: Eu vou falar com seus pais.

BECKY: Aproveita e pega as minhas coisas, eu vou com o Matt para o carro. Ok?

ALEXIA: Ok. Qual o quarto?

BECKY: D, 105. Segue em frente e vira á direita.

ALEXIA: Está certo, vejo vocês lá.

ALEXIA segue em frente, e BECKY puxa MATT para o canto.

BECKY: Eu preciso de um favor seu.

MATT: O que foi?

BECKY: Eu fiz uma coisa horrível hoje…

Os dois vão conversando até saírem pela porta principal do hospital. A chuva estava mais fraca.

 

CENA 26 – INT. DELEGACIA DE POLÍCIA

LOU passa por alguns policiais, que a olhavam como se ela fosse um objeto de desejo. Ela para na frente de um oficial gordinho. LOU olha para o crachá do homem.

LOU: Oficial Rodrigues? Louise Graham. Vim pagar a fiança de Phillip Danes.

RODRIGUES: “O filho do prefeito”? Ele já causou muita confusão hoje. Eu estava quase o deixando ir.

O homem esboça um sorriso.

RODRIGUES: Ele foi preso por desacato. Estava dirigindo alcoolizado, e em alta velocidade. A senhora é responsável por ele?

LOU: Não! Quer dizer, sou…

RODRIGUES: Então preencha isso daqui, e eu explicarei os procedimentos.

 

CENA27 – EXT. DELEGACIA DE POLÍCIA

LOU anda em direção do seu carro, PHILL a acompanha.

PHILL: Valeu tia do Graham por me tirar dessa roubada. Esses policiais vão se ver com o meu pai.

LOU para de andar, e vira-se para o garoto.

LOU: Olha aqui, garoto! Eu vou te levar para casa agora, e apreciaria muito se você não falasse comigo durante todo o trajeto. Obrigada!

A mulher abre a porta do carro e faz um gesto para que PHILL entre.

[CORTA]

O sol timidamente vai saindo por trás das poucas nuvens que estavam no céu. Não chove mais em Tulsa.

 

CENA 28 – INT. CASA DOS DANES – SALA – MANHÃ

PHILL está no sofá. Ele põe a mão na cabeça ao acordar.

PHILL: Que ressaca.

O garoto olha em sua volta, a casa está uma bagunça. Ele parece triste, e pega o telefone. PHILL está jogado em cima de uma almofada.

PHILL: Eu acho que fiz uma besteira. Posso falar com você?

 

CENA 29 – EXT. RUA – MANHÃ

[MÚSICA – SIMPATHY, GOO GOO DOLLS]

REBECCA segura Napoleão nos braços ao ver o número da casa do SAM.

BECKY: É aqui. 505.

Ela toca a campanhia, mas ninguém responde. Ela toca mais algumas vezes. A casa parece estar vazia. A garota coloca o seu cachorro no chão e se prepara para deixar o local quando a porta se abre. SAM olha surpreso para REBECCA.

SAM: Você? Aqui?

SAM se mantém parado na porta da sua casa.

BECKY: Eu estava passeando com o Napô e quando eu percebi estava aqui.

SAM: [Suspira] Passeando com o cachorro? Não tinha coisa melhor para inventar?

BECKY: É verdade, eu juro.

SAM: Rebecca, você mora do outro lado da cidade, e seu cachorro não parece estar ao menos cansado.

Ele põe a cabeça para fora da casa como se procurasse algo.

SAM: E o seu carro está estacionado bem ali. Isso é algum tipo de pegadinha? Tem alguém te filmando ou algo assim?

BECKY: [Séria] Não. Eu só queria falar com você, é isso. Eu peguei seu endereço com o Matt, e eu resolvi vir aqui. Sam, eu quero me desculpar…

SAM: Não precisa.

REBECCA se aproxima da porta, onde SAM estava escorado.

BECKY: Mas eu te devo isso. Você me ajudou a noite toda e nem precisava.

SAM: Eu faria isso por qualquer um.

BECKY: Me desculpa por ontem, eu fui horrível com você.

SAM: [Irônico] Sabe Rebecca, eu achava que você era uma garota legal, diferente das suas amigas, mas infelizmente eu estava errado. Você é pior.

BECKY: Sam…

SAM: Eu poderia esperar algo daquele tipo da Alexia e da Christy, mas não de você.

BECKY: Eu não sou desse jeito.

SAM: Eu sei. Você é igual ao seu irmão, não passa de um clone.

BECKY: Você está enganado.

SAM: Estou?

BECKY: Está sim!

SAM: É uma pena que eu não possa ficar aqui para você me provar o contrário.

Napoleão começa a latir. MELISSA aparece por trás de SAM, com um cd na mão.

MEL: Que confusão é essa aqui fora?

BECKY: [Surpresa] Eu só estava querendo falar com o Sam.

MELISSA passa os braços ao redor da cintura do amigo, e o abraça.

MEL: Será que não dava pra você passar mais tarde, eu e o meu pompom estamos um pouco ocupados.

SAM parece incrédulo. Ele não fala nada. MEL puxa delicadamente SAM para seu lado, e passa o braço ao redor do pescoço do garoto.

SAM: É, eu estou ocupado agora. Eu acho.

MELISSA sorrir para BECKY, que parecia constrangida, e depois olha para SAM. O garoto olha para a amiga tentando entender o jogo dela e, inesperadamente, MEL o beija. REBECCA olha para baixo.

BECKY: Eu entendi. A gente se fala uma outra hora.

SAM responde com um “humhum” e continua a beijar MELISSA, que o puxa para dentro de casa e fecha a porta. MELISSA se “solta” de SAM imediatamente.

MEL: Arg! Arg!

Ela cospe no ar e bebe um copo de refrigerante em um só gole.

SAM: Foi você quem me beijou! Não faça “args”!

MELISSA continua tendo “xiliques”.

SAM: Pare! Você está me ofendendo.

MEL: Eu fiz isso pra te ajudar. Agora finja que esse beijo não aconteceu, e vamos ouvir o cd do Yellowcard.

SAM: [Ri] Você me ama.

MEL: Ew…

[MÚSICA FADE OUT]

 

CENA 30 – INT. CASA DOS MACKENZIE – QUARTO DE ANNA – DIA

ANNA levanta-se da sua cama ao ouvir o barulho de um carro estacionando em frente a sua casa. Ela abre a janela e olha para baixo.

ANNA: Hey! Vai ficar aí embaixo ou vai subir aqui?

 

CENA 31 – INT. CASA DOS MACKENZIE – SALA

PHILL: E foi isso que aconteceu. Eu não tive culpa. Tive? Ele pulou por que quis. Eu queria ao menos dizer que sinto muito, mas eu não sinto.

ANNA: Ele pulou por sua causa. Você devia ao menos pedir desculpas.

[SOM DA CAMPANHIA]

ANNA: Espera um pouco, eu vou atender a porta.

ANNA corre até a porta. Ela abre sem olhar pelo ‘olho mágico’. A garota congela.

ANNA: Matthew?

MATT: Eu posso falar com você?

Ela fica parada.

PHILLIP aparece na porta.

PHILL: [Irônico] Bom dia. Vai entrar também?

MATT olha para Anna com desprezo.

MATT: Eu não sei por que ainda insisto.

MATT faz menção de ir embora, mas ANNA o segura pela mão.

ANNA: Matt, fica! [Para Phill] Vai falar com o Scott, ok?

PHILL: Mas Anna…

ANNA: Por favor, Phill! Vai!

O garoto obedece às ordens de ANNA e vai embora. MATT encara ANNA.

MATT: Eu não entendi qual o seu jogo com o Phill!

ANNA: Não tem jogo nenhum!

MATT: Ah! Então essa sua amizadezinha com ele é só pra me humilhar mesmo?

ANNA: O Phill me trata muito bem, ao contrário de você.

MATT: Esquece! Eu não devia ter vindo.

MATT se solta de Anna e se vira para rua, mas antes que ele desse o primeiro passo ANNA grita.

ANNA: O que você quer de mim?

A garota começa a chorar.

ANNA: Eu não agüento mais. Eu não agüento mais isso.

MATT fica olhando para ela sem ação.

ANNA: [Chorando] Eu estou tão cansada de me fingir de forte.

A garota se senta na varanda e põe a cabeça entra as pernas. Anna chora copiosamente.

Anna: [Soluçando] Eu sinto sua falta.

MATT respira fundo. Ouve-se um barulho de algumas crianças na rua. Um dos garotos tentava empinar uma pipa azul.

[MÚSICA – PERFECT MEMORY, REMY ZERO]

MATT observa a brincadeira dos meninos. ANNA continua a chorar. Ele caminha até a garota e senta ao seu lado. ANNA levanta a cabeça. MATT olha direto nos olhos dela. Eles se abraçam demoradamente.

 

CENA 32 – INT. CASA DOS DANES – SALA – DIA

A porta se abre. PHILL entra na sala, a casa esta uma bagunça, ALEXIA está sentada no sofá segurando uma câmera digital.

[MÚSICA BAIXA]

PHILL: Ah! Você tá ai?

ALEXIA tira uma foto do irmão.

ALEXIA: Eu acabei dormindo na casa da Becky, quando eu soube do acidente fui me certificar que não iríamos ter um homicida na família. Foi você né seu safado? Confessa!

PHILL: Ih, garota. Não sei do que você tá falando.

ALEXIA: Você deve ter empurrado ele. No mínimo!

PHILL: Você não sabe o que você tá falando.

ALEXIA: [Irônica] “Filho do prefeito empurra melhor amigo para a morte!” Já vejo as manchetes! Papai vai ficar tão orgulhoso! E como foi lá na cadeia? Encontrou algum amigo seu?

A garota tira outra foto. PHILLIP se aproxima da irmã, e lança um sorriso sarcástico.

PHILL: Se eu fosse você eu não me preocupava tanto comigo, você deve ter seus próprios problemas não? Por exemplo, o Matthew Graham.

ALEXIA: O que tem o Matt?

PHILL: Hoje de amanhã ele foi na casa da Anna Mackenzie. Eu estava lá quando ele chegou.

ALEXIA: [Ri] Sei…

PHILL: Não acredita em mim? Liga pra ele…

ALEXIA: Eu confio no Matt.

PHILLIP fica encarando ela.

ALEXIA: [Grita] Some da minha frente!

PHILLIP vai para seu quarto, rindo da irmã. ALEXIA espera o irmão sumir do local e pega o telefone.

 

CENA 33 – EXT. CASA DOS MACKENZIE – VARANDA

[MÚSICA ALTA]

MATT e ANNA estão sentados na varanda.

MATT: [Rindo] Eu não fiz regime. Eu apenas cresci.

ANNA: Eu quase não reconheci você.

ANNA olha para o relógio.

MATT: O tempo voa quando estamos felizes.

ANNA: E rasteja quando estamos tristes.

O celular de MATT toca, ele olha o nome no visor e desliga. Os dois voltam à conversar.

[MÚSICA FADE OUT]

ELENCO
Jonathan Bennett como Matthew Graham
Natalie Portman como Anna Mackenzie
Mena Suvari como Rebecca Sawyer
Lindsay Lohan como Melissa Baker
Austin O´Brian como Scott Sawyer
Joseph Gordon-Levitt como Samuel Wood
Kate Bosworth como Alexia Danes
Brad Renfro como Phillip Danes
Marisa Tomei como Lou Graham

ATORES CONVIDADOS
Paula Cale como Katherine Mackenzie
Greg Kean como David Sawyer

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
Heather Locklear como Carol Sawyer
Spencer Breslin como jovem Matthew Graham
Keaton Tyndall como jovem Anna Mackenzie

MÚSICA TEMA
Promises por Lillix

TRILHA SONORA

Perfect Memory por Remy Zero
Simpathy por Goo Goo Dolls
In My Place por Coldplay.
everything He Wants por Vertical Horizon

ESCRITO POR
Clara Lima
Sarah Lima

DIRIGIDO POR
Clara Lima

GRÁFICOS POR
Clara Lima

CRIADO POR
Clara Lima
Sarah Lima

DISTRIBUIDO POR
TVSN

® 2004-2006

 

Two and a Half Men – Those Fancy Japanese Toilets e Thanks for the Intercourse

Data/Hora 10/11/2011, 10:45. Autor
Categorias Reviews

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Série: Two And A Half Men
Episódios: Those fancy japanese toilets e Thanks for the intercourse
Temporada:
Número dos Episódios: 9×07 e 9×08
Datas de Exibição nos EUA: 31/10/2011 e 04/11/2011

Quem ficou feliz que Charlie “está de volta na série”? \o/\o/\o/

Mesmo com Charlie morto, Chuck Lorre consegue ter boas sacadas e perceber que a presença daquele filho da mãe é necessária! Ninguém pode negar que Charlie Harper faz uma falta enorme na série e não foi todo mundo que conseguiu se adaptar a Walden. Ainda mais que seu estilo não tem nada a ver com aquele beberrão sem vergonha que estávamos acostumados por oito anos.

Mas mesmo morto, Charlie foi quem fez o público rir nestes dois episódios. Em Those Fancy Japanese Toilets, Evelyn encontra um diário de Charlie e resolve dar para Alan, assim podemos conhecer um lado mais sentimental e até mesmo mais “humano” de Charlie, coisa que não víamos com muita frequência na série.

Acho que foi uma boa ideia redecorar a casa de Malibu. Todo aquele cenário não nos deixaria esquecer Charlie e de sua inevitável importância em Two and a Half Men. Então, já que vão fazer praticamente uma série nova, devem desapegar do passado e mudar todo o visual.

As frases mais interessantes do episódio vieram, lógico, de Berta e Charlie. E a atuação de Holland Taylor sempre impecável! Com certeza Charlie deixou dinheiro no cofre e Evelyn pegou pra ela. Quem não imaginou Charlie quando Alan leu os trechos do diário?

“A quem possa interessar, se você estiver lendo isto, meu coração e pulmões finalmente falharam. Ou rejeitei meu novo fígado. Ou meu irmão não deu um pedaço do dele. Ou engasguei em meu próprio vomito. Ou com o de outra pessoa. Ou uma maluca me empurrou na frente de um ônibus”

Os melhores momentos foram descobrir os sentimentos e pensamentos de Charlie que não ficaram claros na série. Isso se sobrepôs até a situação de Evelyn dar em cima de Walden e Alan ficar preocupado que os dois dormissem juntos.

Fiquei feliz que exploraram Jake no episódio. Finalmente mostraram esse menino com uma garota! Mas o coitado não estava com tanta sorte, já que a garota estava apaixonada por Walden. Pelo menos no final, Jake se deu bem!

Acho que o sexo casual de Walden e Evelyn provavelmente termina por aqui. Será mais uma das coisas meio sem sentido que acontecem na série e que não serão retomados futuramente.

Já o episódio Thanks for the Intercourse, na minha opinião, foi o melhor da temporada até agora. Podemos ver Alan realmente sofrendo com a perda do irmão e Walden ficou em segundo plano. Jake teve suas participações importantes, mas Alan sustentou a trama.

Pudemos relembrar os jingles de Charlie. Maple, maple, maplelicious! E percebemos como aquele piano ali no canto da sala tinha um significado importante e teremos que nos desapegar dele. Acho que a atitude de Alan representou o que nós, fãs de longa data de Two and a Half Men, estamos sentindo em relação a Charlie Harper. Não aceitamos que ele foi embora.

A crise de identidade que Alan teve foi fantástica! Ele incorporou Charlie e deu muito certo. A única coisa que sobrou de Alan ali foi a avareza, como bem lembrou Jake. Pensei que teríamos a participação de Jane Lynch neste episódio, mas infelizmente Walden não o levou a uma consulta à psiquiatra e sim a um hospício!

Alan realmente ficou maluco. Pensei que ele iria apenas adotar o estilo do irmão, mas não, ele incorporou de vez a alma do falecido! E estava funcionando, já que ele pegou a moça do labrador.

Ele anda como o Zippy, mas não fala nem age como ele

Berta

O episódio é realmente muito bom e engraçado. Vários diálogos me fizeram rir sem parar! Mas a melhor cena foi a cena final. Impagável! Uma boa cutucada de Chuck Lorre a Charlie Sheen: Alan doidão no hospício, falando sozinho, se achando na melhor e profere “Winning”.

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