Chuck – Chuck Versus the Hack Off

Data/Hora 12/12/2011, 14:03. Autor
Categorias Reviews

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Série: Chuck
Episódio: Chuck Versus the Hack Off
Temporada: 5
Número do Episódio: 5×05
Data de Exibição nos EUA: 9/12/2011

Durante toda semana Zachary Levi falou sobre o desafio de dirigir esse episódio (ele dirigiu os episódios 3×09 e 4×10). O motivo foi que após ler o roteiro descobriu que além das habituais cenas de luta, teria uma cena onde todos os personagens envolvidos, incluindo ele, estariam pelados. Várias piadinhas no decorrer da semana sobre o assunto e, mais uma vez, elogio dos seus companheiros pela seu bom desempenho por trás das câmeras. Clique aqui para continuar a leitura »

Destaques da Semana – Brasil – 12 a 18/12

Data/Hora 12/12/2011, 09:19. Autor
Categorias TV Brasil

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Jingle bells. As festas da firma, as idas aos shopping para as compras e os compromissos de fim de ano se acumulam — melhor se programar logo cedo e agendar as gravações das suas séries favoritas. Acompanhe ao longo da semana a nossa coluna

Segunda, 12/12

Grimm - Beeware
No Universal Channel, 21h, o terceiro episódio de Grimm coloca os detetives diante de um caso envolvendo pessoas assassinadas com veneno de abelha. O episódio tem participação da atriz e diretora Nana Visitor, ex-estrela da série Jornada nas Estrelas: Deep Space. Clique aqui para continuar a leitura »

Enquanto tiver spoonbread, Dr. Luka Kovac fica em ER

Data/Hora 11/12/2011, 17:29. Autor
Categorias Gastronomia

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Caro Sr. Vernon,

Aceitamos o fato de que nós tivemos que sacrificar um sábado inteiro na detenção por tudo o fizemos de errado – e o que fizemos foi errado – mas achamos que você é louco por nos fazer escrever este texto dizendo-lhe o que pensamos de nós mesmos. Que lhe importa? Você nos enxerga como deseja nos enxergar: em termos mais simples e nas definições mais convenientes. Você nos enxerga como um cérebro, um atleta, um caso perdido, uma princesa e um criminoso. Correto? Essa é a maneira que nós víamos, às sete horas desta manhã. Passamos por uma lavagem cerebral.

A citação inicial deste post não pertence a uma série de TV, e sim a um filme: O Clube dos Cinco [The Breakfast Club, 1985] com direção e roteiro do cineasta John Hughes. No filme, cinco adolescentes são obrigados a cumprir detenção no colégio e acabam formando laços de amizade improváveis ao exporem suas personalidades complexas.

Este modelo foi utilizado no décimo-sexto episódio da oitava temporada da série ER (Plantão Médico) [Secrets and Lies, exibido originalmente nos EUA em 7 de março de 2002], quando os doutores Carter, Luka e Susan, o estudante de medicina Gallant e a enfermeira Abby são flagrados pela supervisora mexendo nos pertences de uma paciente do pronto-socorro, uma dominatrix.

Os cinco são obrigados a comparecer a uma palestra sobre assédio sexual, porém o instrutor se atrasa e eles começam então a conversar para passar o tempo. Assim como acontece no filme, a interação entre os personagens passa por diversas fases – das acusações mútuas aos joguinhos adolescentes, até o estabelecimento de um laço de cumplicidade entre eles.

Neste episódio são feitas muitas revelações, algumas relevantes para o desenvolvimento do caráter do personagem ou para o desenvolvimento de relacionamentos afetivos ou profissionas, e outras sem relevância prática alguma. Dentre as irrelevantes constam os motivos pelos quais o Doutor Luka Kovac permanece nos EUA em vez de voltar para o seu país natal, a Croácia.

Dr. Luka Kovac:

“Churrasco. Você não consegue achar uma boa costela em Zagreb, sabe. Sem mencionar spoon bread e torta de batata doce.”

Claro que isso é uma manobra para desviar a atenção dos outros quanto aos reais motivos, mas o que chamou minha atenção não foi isso – afinal, conforme Hercule Poirot costuma dizer, as mentiras também revelam verdades. Não, o que me intrigou foi a menção ao “spoon bread”, que na tradução em português europeu virou “pão de milho” mas na verdade se parece mais com um misto de broa e o cuscuz feito nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.

O “pão de colher”, numa tradução mais literal, é uma iguaria típica do sul dos EUA feita com fubá grosso, leite, ovos e manteiga. Suas origens são incertas; acredita-se que seja resultado das tentativas dos colonizadores de fazer pudding com os ingredientes de que dispunham no Novo Mundo, sendo o milho o mais abundante.

A receita – Spoonbread

Ingredientes:
3 xícaras [chá] de leite
1 xícara [chá] de fubá
1 colher [sopa] bem cheia de manteiga
1 colher [chá] de açúcar
1 colher [chá] de sal
1 colher [chá] de fermento químico em pó
3 gemas batidas
3 claras em neve

Modo de preparo:
Preaqueça o forno a 180° C. Unte com bastante manteiga uma fôrma refratária quadrada com 20cm de lado.

Em uma panela, aqueça o leite até ferver e ajuste o fogo em 80° C. Acrescente o fubá mexendo bem para desfazer as pelotas. Baixe o fogo e deixe cozinhando por cinco minutos, misturando sempre.

Retire do fogo e adicione a manteiga, o açúcar, o sal e o fermento, misturando muito bem. Em uma tigela grande, coloque as gemas batidas e vá despejando pequenas porções da mistura quente, mexendo bem para que não coalhem com o calor. Incorpore gentilmente as claras em neve.

Despeje a massa na fôrma untada e leve para assar durante 40 a 45 minutos. Ele deve crescer igual suflê. Coma com uma colher.

Notas pessoais: receita com grau de dificuldade médio, serve seis pessoas e é indicado para quem não pode comer glúten. O sabor é bem neutro, o que torna o spoonbread um acompanhamento versátil que tanto pode acompanhar sopas e guisados [e churrasco] quanto virar um lanchinho doce para o café da manhã, servido com calda ou mel e uma dose farta de manteiga enquanto está quente.

Este post atende a sugestão de Anderson Narciso e Flávia Varsano Ribeiro.

‘Castle’ ganha episódio adicional nesta temporada

Se os fãs de Castle precisavam de mais um ânimo para aguentar o hiato até janeiro, temos uma boa notícia: a ABC encomendou um episódio adicional da série para esta quarta temporada, totalizando 23 episódios.

A primeira metade da temporada de Castle terminou nesta última segunda-feira (5/12) e retorna com a segunda parte apenas dia 9 de janeiro.

Os próximos episódios irão contar com as participações especiais das atrizes Hilarie Burton (One Tree Hill) e Jamie Ray Newman (Eureka). Jamie aparecerá no episódio do casamento de Ryan (Seamus Dever) e Jenny (Juliana Dever).

Fonte: EW.com

Being Erica – Purim

Data/Hora 11/12/2011, 11:08. Autor
Categorias Reviews

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Série: Being Erica
Episódio: Purim
Temporada: 4
Número do Episódio: 4×10
Data de Exibição no Canadá: 5/12/2011

A primeira cena do episódio fez com que eu gargalhasse tanto que precisei pausar para me controlar. Vamos dizer que eu já tive uma discussão parecida na vida e entendo perfeitamente a posição da Erica sobre o assunto. Privacidade é necessária, gente. (risos) A cena final da personagem quando ela resolve pegar carona na moto do Adam pela primeira vez me fez rir por perceber que assisti Melrose Place e One Tree Hill demais nessa vida e já estava esperando a moto virar com os dois. Enfim, esperei pela tragédia. Clique aqui para continuar a leitura »

Two and a Half Men – What a Lovely Landing Strip

Data/Hora 09/12/2011, 14:42. Autor
Categorias Reviews

Série: Two And A Half Men
Episódios: What a Lovely Landing Strip
Temporada: 9ª
Número dos Episódios: 9×11
Datas de Exibição nos EUA: 05/12/2011

E este que parecia ser só mais um episódio bobinho de Two and a Half Men, conseguiu deixar os fãs com certa esperança em relação aos novos rumos da história.

Walden está decido a fazer com que as coisas dêem certo entre ele e Zoey e aceita o fim de seu casamento com Bridget. Pois é, demorou dez episódios para que Walden aceitasse que Bridget não voltaria e que deveria seguir em frente. Como ele é um cara romântico e dependente, era claro que ele teria que substituir sua ex-mulher por outra, já que ele não queria cair no mundo da galinhagem (e ser uma espécie de cópia do Charlie).

Gostei da Zoey por causa de seu sotaque fofo, mas não tenho certeza que ela seria a nova alma gêmea de Walden. Ela parece ser séria demais para um cara infantil como ele (não que a Bridget seja a descontração em pessoa). No episódio passado, achei que conhecia a Sophie Winkleman de algum lugar, mas pesquisei sobre sua carreira televisiva e não conheço nenhuma série da qual ela participou (Peep Show, Ruddy Hell! It’s Harry and Paul e 100 Questions foram os trabalhos mais recentes).

O episódio era sobre Walden e Zoey, mas as melhores piadas foram de Jake. Eu ria muito dos diálogos entre ele e Alan e até me esquecia de Walden.

– É um déjavù

Alan

– Não é só isso, é como se já tivesse acontecido antes

Jake

Pensei que o episódio trataria do fracasso do relacionamento de Walden pelo fato dele estar apressando as coisas. Zoey não parecia querer acompanhar o ritmo dele e queria deixar as coisas irem um pouco mais devagar. Walden mostrou um lado que pouco apareceu até agora: o de rico exibido. Me parecia que era exatamente o contrário, que ele era podre de rico, mas não ligava pra isso, tanto por ser imaturo e também por ser humilde. Mas a história de pagar cem dólares pela caneta na cafeteria e usar seu jatinho particular para levar Zoey pra Guadalajara, pareceu ser forçado demais para um cara desencanado como ele.

– Quero um relacionamento com romance, intimidade e compromisso

Walden

– Ah entendi, você é uma mulherzinha

Jake

– Jake, moramos na casa dele!

Alan

– Uma mulherzinha muito legal

Jake

O que ninguém esperava era que Bridget resolvesse reatar com Walden depois do relacionamento dele com Zoey ter começado a dar certo. Ela desiste do divórcio e aparece na casa de Walden extremamente apaixonada e descontrolada. Só que Walden não acha justo esconder seu relacionamento com Zoey e acaba magoando Bridget.

Sinceramente, pensei que seria o fim de Bridget na série. Ainda mais depois de ter lido que a Judy Greer iria entrar para o elenco fixo de uma nova série ano que vem! As expectativas era de que seu personagem sumisse da série, que já que ela anda meio apagada e sem nenhuma participação super relevante nos últimos episódios.


A surpresa do episódio foi a cena final: Rose, nossa stalker favorita voltou! \o/ Nos comentários da review passada, eu e a Bianca Mafra estávamos comentando sobre a falta da Rose na série. Chuck Lorre nos ouviu! (mas é claro) Adoro a Rose e o jeito meigo/psicopata que só ela consegue ter. Pelo visto, ela ensinará seus passos a Bridget, que não aceita que Walden não quer mais uma reconciliação.

Ficamos com grandes expectativas e aguardando o próximo episódio!

Rizzoli & Isles – Can I Get a Witness e He Ain’t Heavy, He’s My Brother

Data/Hora 08/12/2011, 19:24. Autor
Categorias Reviews

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Série: Rizzoli & Isles
Episódios: Can I Get a Witness e He Ain’t Heavy, He’s My Brother
Temporada:
Número dos Episódios: 2×10 e 2×11
Datas de Exibição nos EUA: 28/11/2011 e 05/12/2011

Depois de dois meses e meio, Rizzoli & Isles retornou para o encerramento da 2ª temporada, com a exibição de 5 novos episódios.

Can I Get A Witness marcou o retorno, em alto nível, do seriado. A série é tão gostosa de assistir que parece que não houve mais de uma semana de parada. Mérito para os roteiristas, que tem brindado a audiência com ótimos episódios, semana após semana.

Mais uma vez, o elenco esteve bastante afinado. Angie e Sasha funcionam muito bem como dupla, sempre. E nesse episódio não foi diferente. Lorraine Bracco também esteve ótima como Angela. Adoro o alívio cômico que a mamãe Rizzoli traz para o seriado, e ver ela encantada pelos olhos azuis do apresentador irlandês, metendo os pés pelas mãos e colocando Jane em situações delicadas – como sempre, foi divertidíssimo. E adoro, também, as “aventuras” de Isles e Angela. Outra bela dupla.


O caso envolvendo a testemunha ocular do crime que poderia levar o líder de uma perigosa gangue prendeu minha atenção. Não achei o final imprevisível, mas o desenrolar do caso foi bem interessante.

A atuação de Roselyn Sanchez, como a promotora durona que nunca havia perdido um caso sequer, foi bem convincente. Mas quem acompanha seriados policiais, como eu, deve ter ficado desconfiado quanto ao seu caráter desde o início do episódio. A necessidade dela de apontar os erros alheios, ou colocar dúvidas sobre as condutas dos policiais, era um indício bem evidente de que ela tinha culpa no cartório.

O que eu achei bem “surreal” na história toda? Que o fato de Maura ter trocado o pneu do carro da promotora tenha sido determinante pro desfecho do caso. Depois de tanta investigação, foi o fator sorte que decidiu o jogo.

Pra mim, o ponto alto do caso foram as suspeitas quanto à conduta de Korsak. Achei legal que os próprios detetives ficaram em dúvida se existia ou não o tal informante. Jane ficou o tempo todo do lado do sargento, mesmo quando os demais colegas desconfiaram dele. E, graças a sua determinação, que acabou contagiando Frost, a verdade veio à tona. E ambos os casos – o do julgamento do líder da gangue, e o assassinato da testemunha, acabaram bem.

Enfim, Can I Get A Witness foi um ótimo episódio, que proporcionou um grande retorno à Rizzoli & Isles, após mais de dois meses de pausa.

He Ain’t Heavy, He’s My Brother também foi um ótimo episódio. A trama do assalto a banco foi envolvente,  prendeu a atenção, e teve a dose certa de tensão.

Tommy Rizzoli voltou. O irmão de Jane está tentando reconstruir sua vida, após deixar a prisão. Mudou-se, e até mesmo está pensando em um relacionamento romântico – com a melhor amiga da irmã. E o vinho que Tommy ofertou para Maura, serviu não para dar um toque romântico ao momento, mas para nos deixar com a pulga atrás da orelha com o que viria a seguir. Um assalto a banco. Um gerente morto. A polícia de Boston e o FBI trabalhando em cooperação. Ou nem tanto, se levarmos em consideração o embate e a agente especial Anna Farrell (Tessa Thompson).

Antes de falar sobre o caso, propriamente dito, preciso dizer que gostei do destaque que Frost recebeu no episódio. Foi bom ver ele ter sua “própria história” se desenrolando, em meio às investigações. Poucas vezes isso acontece, então é bem legal de se ver. E gostei também do desfecho do caso do ex-noivado. Deixou aberta uma brecha para que Anna volte a aparecer em Rizzoli & Isles. Torço pra que isso aconteça, já que gostei bastante da personagem.

A investigação conjunta leva aos criminosos. Quando o veículo utilizado pelo grupo é localizado, dentro dele são encontradas três “coisas” muito importantes para o desenrolar das investigações. O corpo de um dos integrantes do grupo, tinta vermelha e as digitais de Tommy. Estaria o “rebelde” Rizzoli andando do outro lado da lei, novamente?

Situação complicada a de Maura, não é? Avisada pelo FBI que Tommy era suspeito no caso, ela não pode contar nada para a amiga. Obviamente, Jane ficou muito magoada com Isles, que tentou se redimir fazendo o que faz de melhor: desvendando enigmas através das evidencias.

Jane, seguindo o conselho do irmão do assaltante morto, confronta Tommy, e acredita na inocência do irmão. Gostei da forma como todos trabalharam juntos para provar a inocência do irmão Rizzoli, ainda que sua história – e seu álibi – fossem fracos.  Não foi fácil ligar a tinta à uma obra, comprovando que na verdade o “assaltante” morto na verdade não participara do assalto. Mas eles conseguiram e, assim, chegaram no real criminoso: o irmão do ex-condenado.

Gostei da sequência final. A cena do assalto, com os reféns e Jane de negociadora, ficou boa, tensa. Não foi daquelas cenas épicas, pra lembrar pra sempre. Mas foi um bom encerramento, pra um bom episódio.

Ao apagar das luzes, a reconciliação entre Maura e Jane. Ninguém pensou que elas ficariam brigadas por muito tempo. Foi fofo o momento das duas, Isles dizendo que não irá adiante com Tommy por que ama a amiga e não quer que nada atrapalhe a relação das duas. Mas ainda acho que vai rolar algo entre Tommy e Isles. Afinal, como Jane mesmo disse, os opostos se atraem!

Até semana que vem. Ah, e quem quiser saber o que vai rolar na próxima segunda, é só conferir a promo aqui.

Fox lança poster promocional de ‘The Finder’

A nova série do criador de Bones, Hart Hanson, começa a ser promovida pelo canal Fox. The Finder teve o piloto exibido dentro de um episódio de Bones na sexta temporada e contará com a participação dos atores da sua série de “origem”. Escalados para o reforço estão John Francis Daley (o Sweets) e TJ Thyne (Hodgins), além da participação do ator – e também diretor – David Boreanaz.

No elenco de The Finder estão Geoff Stults como o ‘detetive’ Walter Sherman, Michael Clarke Duncan como Leo Knox e ainda Mercedes Masohn como Isabel Zambada – que entrou no elenco para substituir Saffron Burrows. Na história, Walter é um paranóico veterano de guerra que possiu a habilidade de localizar qualquer objeto ou pessoa. A série de passa em Key West, no ensolarado Estado da Flórida.

The Finder estreia no dia 12 de janeiro, após o último episódio de Bones antes da série entrar em um longo período de hiato – por causa da licença maternidade da atriz Emily Deschanel.

O que vocês acharam? Refrescante?

Castle – Cuffed

Data/Hora 08/12/2011, 15:44. Autor
Categorias Reviews

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Série: Castle
Episódio: Cuffed
Temporada:
Número do Episódio: 4×10
Data de Exibição nos EUA: 05/12/2011

Cuffed foi exibido, na última segunda-feira, com a missão de encerrar o ano de 2011. Agora, episódio inédito, só em janeiro de 2012 (aparentemente dia 09). E a espera será longa, até mesmo torturante. Isso tudo por que Cuffed foi um bom episódio, que deixou aquele gostinho de quero mais no ar.

Castle e Beckett dormindo juntos. Ela, acordando com um sorriso nos lábios. A mão estrategicamente posicionada sobre o peito do parceiro, que dorme tranquilo. O sonho de 11 entre 10 shippers Casckett. Mas, ainda não foi dessa vez. A algema não era um sinal de um jogo pervertido. E a situação não era particularmente engraçada para os envolvidos (embora eu tenha achado muito), ainda que Castle tenha demorado um pouco para entender esse ponto. As marcas de seringa eram um claro indício disso (vamos combinar que Castle aproveitou BEM o momento de verificar as costas de Kate, não é?).

A partir daí, iniciou-se a batalha para reconstituir os passos anteriores ao aprisionamento, de uma forma interessante e bem construída.

E tudo começou em um hotel decadente, com uma discussão Esplaine (eu torço pra eles voltarem rápido, mas achei divertidas as cenas de “não vou dar o braço a torcer”) e com um corpo, abandonado de forma que fosse dificultada a confirmação de sua identidade.

Após uma “rápida” passada pelo drama natalino de Ryan (que, segundo Esposito, seria a prova de fogo de um relacionamento) e pelo necrotério (amei ver mais da Tamala Jones nesse episódio. Por mim, Lanie estaria sempre super presente), Castle e Becket chegaram a casa no Queens. Uma consideração super importante: Castle e Beckett usando o relacionamento de Esposito e Lanie para falar deles próprios. Como eles não conseguem ver? É tão óbvio!

Já dentro da casa, uma pobre senhora enjaulada. Juro que me lembrei de Helena Bonham Carter e sua Bellatrix Lestrange na hora que visualizei a mulher. Ali, eu sabia que alguma coisa muito insana aconteceria.

Castle tentando assumir a liderança, e perguntando para Beckett pra onde ela queria ir foi a 1ª delas. E o suspense cresceu após o interruptor ser acionado. Por incrível que pareça, as coisas pioraram com a luz. Um alçapão inacessível apareceu. E também um freezer. O que estaria escondido dentro dele? Antes de descobrirmos, assistimos A cena. Nunca imaginei que duas pessoas tentando mover um freezer resultaria numa cena tão engraçada, e “quente” (alguém aí tem duvida sobre Castle estar gostando do momento?).

Enquanto Castle tentava abrir o cadeado, Esposito e Ryan buscavam por pistas que os levassem ao paradeiro do casal sumido. Pressionados por Iron Gates, eles buscaram por mais evidências. E essa busca rendeu mais um momento engraçado entre Lanie e Esposito. Ainda bem que Ryan tem tato, senão a situação poderia ter ido para um lado bem diferente do cômico. E, melhor ainda que Ryan tem perspicácia. Poucos pensariam na impressão digital como um “quebra-cabeças”.

Dentro do freezer, facas ensangüentadas, correntes e algemas. Instrumentos de tortura. Alguém esperava por isso? E, fora das paredes enclausurantes, a identidade da vítima – um transportador. E eis que surge Martinez, o agente da narcóticos que forneceu mais informações sobre Spooner. O caminhão utilizado para o transporte foi localizado, mas nada de pistas sobre Castle e Beckett, que falharam em sua tentativa de fugir pelo alçapão, mesmo depois de tanto esforço físico (por que as cenas de Kate nas costas de Rick são sempre tão engraçadas?).

Depois de 27 minutos, os detetives chegaram, finalmente, à casa no Queens. Mas Castle e Beckett já não estavam mais lá. Enquanto isso, Castle pensa em Mad Max e 127 horas como a solução para o problema das algemas. Problema que não seria dele, já que a mão cortada seria a de Kate. Por que será que já não me surpreendo mais com as ideias de Castle?

E quando parecia que tudo já tinha acontecido, eis que no melhor estilo The Hangover, aparece um tigre. Um tigre bem disposto, cheio de apetite. Que terminou o trabalho de Castle e Beckett e derrubou a parede, passando a dividir o cômodo com a dupla (depois de Kate declarar que está pronta para seguir adiante, um tigre aparece para derrubar uma parede. Seria coincidência? Penso que não). Pelo menos o freezer serviu para alguma coisa.

O final do episódio, de certa forma, me lembrou de The Goonies e sua Mama Fratelli (Anne Ramsey). Acho que foi pelo envolvimento de uma “velhinha inofensiva” em todo o esquema de tráfico de tigres em extinção. O importante é que, mesmo que Espo e Ryan (que chegaram ali depois de muita pesquisa) tenham escolhido salvar os amigos das garras do tigre, Iron Gates chegou com os reforços bem na hora, e os três criminosos foram presos. Todos salvos, bem e felizes, e uma nova regra instituída por Gates: todos os detetives devem comunicar o seu paradeiro. As “fugidinhas” de Castle e Beckett precisarão ser mais elaboradas, agora.

E por ora, só nos resta esperar pela “next time”. Que ela se dê de livre e espontânea vontade. Que Castle e Becket fiquem unidos, sem algemas. E já que Kate prefere sem o tigre, que haja algo que o substitua. Alguém aí se importaria que fosse a vontade deles? Eu, não.

Até janeiro!

New Girl – Bad in Bed

Data/Hora 08/12/2011, 13:08. Autor
Categorias Reviews

Série: New Girl
Episódio: Bad in Bed
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 1×08
Data de Exibição nos EUA: 5/12/2011

O descompromisso de New Girl com a qualidade do roteiro me incomoda. Desculpem-me fãs inveterados dos belos olhos azuis da Zooey Deschanel, mas se a série continuar flutuando em seu próprio glamour, terei que sacrificá-la da minha lista de comédias.  Não era New Girl a maior promessa da FOX? Hoje em dia me vejo gostando muito mais das novatas 2 Broke GirlsUp All Night e da veterana It’s Always Sunny in Philadelphia. Bom, é assim, a série não consegue nem ser um pouco disso tudo.

Não é Friends, mas até que dá para rir. Sei que em algum momento,você deve ter se pego pensando nesse tipo de comparação. Principalmente se a comédia estreia com grandes expectativas.  Mas New Girl não é Friends, e as risadas que você dá com a série tem sido cada vez menos espontâneas. Aí que mora o problema. New Girl é uma série temática, e às vezes você não se identifica em nada com o episódio, com os atores, com o clima, com o dia no ano…

Mas o que poderia dar errado em um episódio sobre sexo e com a participação do Justin Long? Nada certo? Sim, nada deu muito errado. A série conseguiu uma ótima audiência, foi para o topo dos TT’s mundiais, até fez rir quem não tinha muito compromisso, mas mesmo assim tenho uma leve sensação de que fui enganada.

Não me convence que existam pessoas como as dessa turminha de Los Angeles. Mas qual era a proposta mesmo? Três perdedores e uma perdedora dividindo um apartamento? Ou três caras diferentes, mas com os mesmos dramas dividindo apartamento com uma mulher diferente e dramática? Eu já nem sei.

Além do mais, a Jesse Day é uma junção de coisas impossíveis, às vezes desconfio de que haja alguma doença por trás das ações dessa mulher, e vê-la tentando transar com um cara após 6 anos de relacionamento sério com o Spencer, parecia um experiência cientifica que não deu certo. Foi constrangedor e terrível. Se eu quisesse ver coisas constrangedoras e terríveis era só ir no Youtube e digitar “coisas constrangedoras e terríveis”, mas eu não quero. Eu quero a promessa da FOX.

Nesse episódio, aprendi que caras gostam de videos pornos, fazem comparações entre suas performances na cama, gostam de coisas safadas e no final o que sempre ganha é uma rapidinha no elevador. É isso que a Liz Meriwether tem para falar sobre sexo.

É, Paul… sei exatamente o que você está pensando.

CW lança site para promover causas beneficentes

Data/Hora 08/12/2011, 12:03. Autor
Categorias Notícias

Quer saber quais são as boas ações encabeçadas por atores de Nikita, The Vampire Diaries, The Secret Circle, Hart of Dixie? A rede de TV americana The CW anunciou hoje o lançamento do site “Causes to Care About” (Causas para se preocupar), onde reúne uma lista de causas encorajadas pelo jovem elenco do canal.

No topo do site da CW pode-se ler “Aprenda mais sobre o que os astros da CW se preocupam e sobre como você pode fazer a diferença”. Os fãs podem acessar à página para se informar sobre as causas defendidas por seus atores preferidos. Há também a possibilidade de visitar os sites das instituições de caridade e fazer doações.

Entre os atores que fazem parte da campanha, Ian Somerhalder merece destaque. O ator de The Vampire Diaries tem a sua própria instituição, a Ian Somerhalder Foundation,  que se preocupa em procurar soluções para problemas ambientais, educacionais e para os maus tratos com os animais. A parceira de série do ator, Nina Dobrev, faz campanha para o Free the Children, projeto destinado à angariar fundos para promover a edução e saúde entre as crianças. Já o Paul Wesley defende o Global Roots, que reúne vários projetos humanitários ao redor do mundo.

Ação como essa não é novidade para a emissora. Em 2009, a CW promoveu a responsabilidade ambiental na campanha “Free 2 Be Green” (Livre para ser verde). Vídeos com dicas sobre sustentabilidade faziam parte dos intervalos da programação.

Confira um vídeo dessa campanha com os atores de Gossip Girl,  Penn Badgley e Blake Lively. Os atores dão uma dica para economizar no aquecer e manter a temperatura do corpo elevada.

O lançamento do site da CW acontece dois dias depois do Dia do Voluntariado Global (5/12). Se você ficou com vontade de ajudar e abraçar alguma causa? Acesse o Portal do Voluntariado e descubra como fazer a diferença por aqui.

Com informações do SpoilerTV

Nova série pode juntar criadores de ‘Fringe’ e de ‘One Tree Hill’

A rede americana de televisão The CW está sob nova direção e anunciou essa semana a produção de um piloto ambicioso para a sua programação de 2012. Trata-se de um drama assinado pelo cutuado JJ Abrams  e Mark Schwahn, criadores de Fringe  e One Tree Hill.

A nova série recebeu o título provisório de Maine e será um drama sobre uma pousada no pacato Estado do Maine e seus hospedes. Pouco se sabe sobre a história ou prováveis contratações, e nem se a série reunirá os misteriosos enredos de JJ e os dramas sem fim de Mark, mas é de certo um dos projetos mais bem cotados da emissora para a próxima temporada.  O projeto é um dos primeiros a serem anunciados por Mark Pedowitz, o novo diretor-executivo da emissora.

Maine será uma produção em conjunto da Bad Robot de Abrams, da Masterminds de Schwahn e da Warner Bros TV, e contará com a produção executiva de Bryan Burk (Lost). Se o projeto virar série no ano que vem, ele será o primeiro de Schwahn após o seu longo drama One Tree Hill, que teve sua temporada final programa para ir ao ar em 2012. E deverá também marcar o retorno de Abrams aos seus tempos de Felicity na antiga Warner.

Enquanto o projeto está apenas nas negociações, Abrams  segue  produzindo um piloto com o criador de Supernatural para a NBC, além de conduzir os dramas da FOX Fringe  e Alcatraz, que estreia na emissora no ano que vem.

Com informações do Deadline.Com

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