Vídeo – Revenge – Promo legendada do episódio 1×13: Commitment

Data/Hora 16/01/2012, 18:34. Autor
Categorias Notícias, Spoilers

Se o final de Infamy foi surpreendente, Commitment promete ser ainda mais. O 13° episódio da elogiada Revenge vai ao ar no dia 18/01, nos Estados Unidos, pela ABC.

E o episódio de fato promete. Assista o vídeo a seguir, legendado pela equipe Maniac Subs (@ManiacSubs) e tire suas próprias conclusões:

Fringe – Back to Where You’ve Never Been

Data/Hora 16/01/2012, 13:34. Autor
Categorias Reviews

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Série: Fringe
Episódio: Back to Where You’ve Never Been
Temporada:
Número do Episódio: 4×08
Data de Exibição nos EUA: 13/01/2012

Sexta-feira 13. Um dia controverso para os fãs de Fringe. Felicidade pelo nível do episódio, por termos cada vez mais certeza da coerência dos roteiristas, e que coisas interessantes nos aguardam, na sequência. E tristeza pelo iminente cancelamento. Apesar de todos os esforços, e dos fãs terem conseguido colocar a tag #CrossTheLine nos trending topics mundiais, no Twitter, a audiência não correspondeu. Pouco mais de 2,89 milhões de espectadores. 1.1 de rating. Um pouquinho – de nada – melhor que os números pré-hiato. Agora a torcida é pra que o bom nível de Back to Where You’ve Never Been, aliado a um milagre de começo de ano, faça a audiência crescer exponencialmente, para que uma 5ª temporada seja confirmada. Por que, do jeito como a trama está sendo construiída, não há forma de um final ótimo, se houver o prematuro cancelamento na 4ª temporada.

O episódio, mais uma vez, começou com um sonho. E os sonhos de Peter são sempre bastante reveladores. Uma máquina e seus wafles – o maior desejo de Peter naquela realidade. Uma máquina e a viagem para casa – o maior desejo de Peter nessa realidade. Peter percebeu que seu retorno pra casa está ligado – e como não poderia estar? – com a máquina que o trouxe até ali. Só através da máquina é que ele conseguirá voltar para sua linha temporal.

Mas Walter não vai ajuda-lo. Achei interessante a fala toda de Walter, explicando o porquê de não auxiliar Peter. Esse Walter, do universo C, parece ser mais “consciente” da sua culpa, mas menos tentado a reverte-la através de suas ações. Fica claro que ele não quer sacrificar a coletividade, novamente, pelo bem de Peter. Bastante compreensível, mas ainda creio que ele participará da missão que levará Peter para casa.

Falando em ir para casa, achei bonita a sutil referência à Dorothy e sua jornada de volta para casa. Peter referiu-se, em determinado momento, à Lee como espantalho. O 1° companheiro de Dorothy na sua jornada. Mais interessante ainda se recordarmos que em Brown Betty Peter foi um homem sem coração. Ou seja – o homem de lata. Creio que novas ligações com O Mágico de Oz aparecerão.

Jornada que os leva ao universo D. Enfim, Walternate deu as caras. E pronunciou: “Nem tudo é o que parece”. Em Fringe, definitivamente, geralmente as coisas não são o que parecem.

Digo isso em relação a toda trama A, B, C e D. Os universos são – ou não são – o que parecem ser? Acho que esse episódio evidenciou que Peter está, sim, em uma linha temporal que envolve universos-espelho diferentes dos “seus”. Pra mim, se trata de um duplo C-D. E Peter precisa voltar para o seu duplo A-B, o lugar onde ele nunca esteve, já que foi apagado daquela linha temporal por September, o observador.

E falo desse jogo de aparências também em relação aos shapeshifters. A trama fica toda muito dúbia quando essas criaturas estão presentes, já que não temos certeza de nada. Alguém previu que Brandon Fayette era um shapshifter? Eu nem desconfiei. Inclusive, achei muito bem feita, tensa na medida certa, a cena do diálogo entre Walternate e Peter. Não imaginava que a maquininha seria utilizada em Fayette, e não em Peter. Pois é, nem tudo é o que parece. Aparentemente, nesse universo D Walternate não é vilão. Será aliado de Peter, e creio que um possível retorno passará pelas mãos dele.

Mas a trama dos shapeshifters começa a ficar mais clara, assim como o seu propósito. David Jones, o antagonista da 1ª temporada de Fringe (e que foi referido por Peter no episódio – o homem que foi cortado ao meio) retorna ao show. É ele o líder das criaturas, que aparentemente visam atingir os altos escalões do poder (com o Broyles D claramente envolvido). Quais as atitudes que serão tomadas em uma eventual tomada do poder, ainda não sabemos. Mas coisa boa não é. E Peter será vital na tarefa de vencê-los, o que, na minha opinião, garantirá a cooperação que precisa pra retornar para casa.

A impressão que eu tenho é que os universos C e D só conseguirão se safar da ameaça dos metamorfos trabalhando em conjunto. Através de cooperação mútua. Se eles conseguirem, creio ser um indício da possibilidade de cooperação entre A-B. Afinal de contas, não há dano, por maior que seja, que não possa ser remediado, ou pelo menos minorado. Então, quando Peter retornar, retornará com essa mensagem: é possível trabalhar juntos pelo bem maior.

O final do episódio foi tenso. Bastante tenso. O que significa, afinal de contas, a mensagem de September: “você morrerá, em qualquer versão do futuro?”. Será que Olívia está fadada ao destino exibido em The Day We Died? Será que a bala que atingiu September era destinada à agente, e essa seja uma chance dela se salvar no futuro? E, mais, quem baleou September, e o que acontecerá com ele? Cada vez eu tenho mais dúvidas, mas estou me deliciando com as respostas que nos são dadas.

Na próxima semana, conheceremos os inimigos dos inimigos. O episódio Enemy of My Enemy será exibido no dia 20/01/2012. Mais respostas, mais questionamentos. O que consola é que não há nenhum longo hiato à vista. Até semana que vem!

P.S.: o glyph code da semana foi Jones. Que acrescido do code do último episódio forma David Jones, o vilão que está de volta. Ponto para quem apostou nessa teoria, quando os códigos formaram David. Eu estava errada.

Golden Globe Awards consagra Homeland. Modern Family é a melhor comédia

Data/Hora 16/01/2012, 10:18. Autor
Categorias Notícias

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Elenco de Homeland
O drama Homeland, do canal Showtime e ainda inédito no Brasil, foi o grande destaque da 69ª edição do Golden Globe Awards. A premiação anual dos melhores da TV e do cinema da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood aconteceu neste domingo (15/1) no Beverly Hilton Hotel, em Los Angeles.

A edição de 2012 da premiação foi marcada pela diversidade, sem nenhuma série se destacando com muitas estatuetas – Homeland levou duas, a de melhor série drama e de melhor atriz, para Claire Danes. Na categoria comédia, a grande vencedora foi Modern Family, e na categoria melhor série ou minissérie, o prêmio ficou com a britânica Downton Abbey.

Da séries que disputavam a categoria melhor drama, tirando Boardwalk Empire, que foi a vencedora no ano passado, todas levaram alguma estatueta pra casa: a de melhor ator em drama foi para Kelsey Grammer, de Boss; a de melhor ator coadjuvante para Peter Dinklage, de Game of Thrones; e a de melhor atriz coadjuvante para Jessica Lange, de American Horror Story.

Entre os atores de comédia, Laura Dern levou a estatueta de melhor atriz por seu trabalho na dramédia da HBO Enlightened. E Matt LeBlanc foi eleito pela primeira vez o melhor ator por Episodes – já havia sido indicado três vezes por Friends e Joey.

A cerimônia, conduzida pela segunda vez pelo polêmico Ricky Gervais, foi transmitida nos EUA pela NBC, e no Brasil, pela TNT. Confira os indicados em todas as categorias – os vencedores estão em negrito:

Melhor Série – Drama

“American Horror Story”
“Boardwalk Empire”
“Boss”
“Game of Thrones”
“Homeland”

Melhor Série – Comédia ou Musical

“Enlightened”
“Episodes”
“Glee”
“Modern Family”
“New Girl”

Melhor Ator em Série de Drama

Steve Buscemi, “Boardwalk Empire”
Bryan Cranston, “Breaking Bad”
Kelsey Grammer, “Boss”
Jeremy Irons, “The Borgias”
Damian Lewis, “Homeland”

Melhor Atriz em Série de Drama

Claire Danes, “Homeland”
Mireille Enos, “The Killing”
Julianna Margulies, “The Good Wife”
Madeline Stowe, “Revenge”
Callie Thorne, “Necessary Roughness”

Melhor Atriz em Série de Comédia ou Musical

Laura Dern, “Enlightened”
Zooey Deschanel, “The New Girl”
Tina Fey, “30 Rock”
Laura Linney, “The Big C”
Amy Poehler, “Parks and Recreation”

Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical

Alec Baldwin, “30 Rock”
David Duchovny, “Californication”
Johnny Galecki, “The Big Bang Theory”
Thomas Jane, “Hung”
Matt LeBlanc, “Episodes”

Melhor Minissérie ou Telefilme

“Cinema Verite”
“Downton Abbey”
“The Hour”
“Mildred Pierce”
“Too Big to Fail”

Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme

Romola Garai, “The Hour”
Diane Lane, “Cinema Verite”
Elizabeth McGovern, “Downton Abbey”
Emily Watson, “Appropriate Adult”
Kate Winslet, “Mildred Pierce”

Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme

Hugh Bonneville, “Downton Abbey”
Idris Elba, “Luther”
William Hurt, “Too Big To Fail”
Bill Nighy, “Page Eight”
Dominic West, “The Hour”

Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

Jessica Lange, “American Horror Story”
Kelly MacDonald, “Boardwalk Empire”
Maggie Smith, “Downton Abbey”
Sofia Vergara, “Modern Family”
Evan Rachel Wood, “Mildred Pierece”

Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

Peter Dinklage, “Game of Thrones”
Paul Giamatti, “Too Big to Fail”
Guy Pearce, “Mildred Pierce”
Tim Robbins, “Cinema Verite”
Eric Stonestreet, “Modern Family”

Melhor Filme – Drama

“Os Descendentes”
“Histórias Cruzadas”
“A Invenção de Hugo Cabret”
“Tudo Pelo Poder”
“O Homem que Mudou o Jogo”
“Cavalo de Guerra”

Melhor Filme de Comédia ou Musical

“50%”
“O Artista”
“Missão Madrinha de Casamento”
“Meia Noite em Paris”
“Sete dias com Marilyn”

Melhor Ator em Filmes de Drama

George Clooney, “Os Descendentes”
Leonardo DiCaprio, “J. Edgar”
Michael Fassbender, “Shame”
Ryan Gosling, “Tudo Pelo Poder”
Brad Pitt, “O Homem que Mudou o Jogo”

Melhor Atriz em Filmes de Drama

Glenn Close, “Albert Nobbs”
Viola Davis, “Histórias Cruzadas”
Rooney Mara, “Os Homens que não Amavam as Mulheres”
Meryl Streep, “A Dama de Ferro”
Tilda Swinton, “Precisamos falar sobre o Kevin”

Melhor Atriz em Filmes de Comédia ou Musical

Jodi Foster, “Carnage”
Charlize Theron, “Jovens Adultos”
Kristen Wiig, “Missão Madrinha de Casamento”
Michelle Williams, “7 dias com Marilyn”
Kate Winslet, “Carnage”

Melhor Ator em Filmes de Comédia ou Musical

Jean Dujardin, “O Artista”
Joseph Gordon Levitt, “50%”
Ryan Gosling, “Amor a Toda Prova”
Brendan Gleeson, “O Guarda”
Owen Wilson, “Meia Noite em Paris”

Melhor Atriz Coadjuvante em Filmes

Berenice Bejo, “The Artist”
Jessica Chastain, “Histórias Cruzadas”
Janet McTeer, “Albert Nobbs”
Octavia Spencer, “Histórias Cruzadas”
Shailene Woodley, “Os Descendentes”

Melhor Ator Coadjuvante em Filme

Kenneth Branagh, “7 dias com Marilyn”
Albert Brooks, “Drive”
Jonah Hill, “O Homem que Mudou o Jogo”
Viggo Mortensen, “Um Método Perigoso”
Christopher Plummer, “Toda Forma de Amor”

Melhor Diretor – Filme

Woody Allen, “Meia Noite em Paris”
George Clooney, “Tudo Pelo Poder”
Michel Hazanavicius, “O Artista”
Alexander Payne, “Os Descendentes”
Martin Scorsese, “A Invenção de Hugo Cabret”

Melhor Roteiro – Filme

“Meia Noite em Paris”
“Tudo Pelo Poder”
“O Artista”
“Os Descendentes”
“O Homem que Mudou o Jogo”

Melhor Filme de Animação

“As Aventuras de Tintin”
“Operação Presente”
“Carros 2″
“Gato de Botas”
“Rango”

Melhor Filme Estrangeiro

“Flowers of War”
“The Land of Blood and Honey”
“The Kid with A Bike”
“A Separation”
“The Skin I Live In”

Melhor Trilha Original – Filme

“O Artista”
“W.E”
“Os Homens que não Amavam as Mulheres”
“Cavalo de Guerra”
“A Invenção de Hugo Cabret”

Melhor Música Original – Filme

“Hello Hello” — “Gnomeo & Juliet” (Música de Elton John e letra de Bernie Taupin)
“The Keeper” — “Redenção” (Música e letra de Chris Cornell)
“Lay Your Head Down” — “Albert Nobbs” (Música de Brian Byrne e letra de Glenn Close)
“The Living Proof” — “Histórias Cruzadas” (Música de Mary J. Blige, Thomas Newman e Harvey Mason, Jr. e letra de Mary J. Blige, Harvey Mason, Jr. e Damon Thomas)
“Masterpiece” — “W.E.” (Música e letra de Madonna, Julie Frost e Jimmy Harry)

Satisfeitos com os resultados? Seus favoritos levaram a estatueta para casa? Não deixem de comentar. Queremos saber sua opinião sobre a premiação do Globo de Ouro.

Destaques da Semana – Brasil – 16/1 a 22/1

Data/Hora 16/01/2012, 03:30. Autor
Categorias TV Brasil

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Chegamos na primeira metade do mês de janeiro. A má notícia é que a maratona de reprises continuam – mas já, já acabam. Confiram na coluna o que há pra ser assistido de séries na TV por assinatura, deixe seu comentário e bon voyage.

Segunda, 22/1


A segunda-feira chega misturando reprises e inéditos, incluindo três finais de temporada. Abrimos pela Warner, que reprisa Mike & Molly (20h, 2×08), Suburgatory (20h30, 1×08) e The Mentalist (21h, 4×08, correção: o episódio é inédito). Mas pra Chuck, é o Dia D. Às 22h, o canal exibe Chuck Versus The Cliffhanger, episódio que encerra o quarto ano da série mostrando Chuck (Zachary Levi) correndo contra o tempo para salvar a vida de Sarah (Yvonne Strahovski). Timothy Dalton, Mini Anden e Mercedes Masohn retornam e Richard Burgi (Desperate Housewives) participa. Pra saber o que rola no episódio – clique aqui.

Na Fox, 22h, Terra Nova encerra sua primeira (e provavelmente última) temporada, com o episódio Resistance (1×13, se você considerar o piloto como sendo dois episódios). Alguém vai sentir saudades?

No Multishow, 23h30 (mais tarde por conta do BBB), vai ao ar o episódio 15 de Oscar Freire 279, que acredito seja o episódio que encerra a primeira temporada da série..

No AXN, 22h, episódio 5×09 de Friday Night Lights. E às 23h, temos o episódio 4×09 de Breaking Bad (a review do Eddie, você lê aqui). No Globosat HD, 22h, episódio 3×03 de Mafiosa.

Na Sony, reprises de CSI (21h), Grey’s Anatomy (22h) e Private Practice (23h). No Sony Spin, reprises de 90210 (21h, 4×04) e Switched at Birth (22h, 1×04). No Universal Channel, 21h, reprisa o episódio 1×02 de Grimm. No Studio Universal, 22h, Ringer também reprisa.

Terça, 23/1

No GNT, às 20h, o The Ellen DeGeneres Show terá, entre outras atrações, as presenças dos atores Jesse Tyler Fergunson, de Modern Family, e de Ellie Kemper, de The Office.

No AXN, tem Friday Night Lights (22h, episódio 5×10) e Breaking Bad (23h, episódio 4×10, leia a review).

Na Sony, adivinha: Revenge reprisa mais uma vez às 21h. É, às 21h mesmo. O canal agora desistiu de passar dois episódio de Off the Map em sequência. Esta noite teremos apenas um, o 1×09, às 22h.

Na Warner temos reprises de The Big Bang Theory (20h, 5×09) e 2 Broke Girls (20h30, 1×09). Mas Person of Interest e Fringe já estão de volta do hiato com inéditos – às 21h, vai ao ar o inédito 1×09 de Person e, às 22h, o episódio 4×07 de Fringe.

American Horror Story - Rubber Man
E embalado pelo Golden Globe de Melhor Atriz Coadjuvante para Jessica Lange, American Horror Story retorna com novos episódios na Fox. O site do canal anuncia para às 22h50 a exibição do episódio 1×08, Rubber Man, que promete revelar a identidade do homem da roupa de borracha. Zachary Quinto retorna.

No canal Cinemax, 20h15, episódio 1×10 de XIII: The Series . No I-Sat, 20h30, season finale de Raising Hope . No Globosat HD, reprises de Fear Itself (21h) e Oscar Freire 279 (22h), seguido por inédito de Bloodletting & Miraculous Cures (22h30, episódio 6). No A&E, estreou na semana passada (e esqueci completamente) a nova temporada de Law & Order: Reino Unido – passa às 23h, dublada e sem opção de legendas.

No Sony Spin, 21h, Melissa & Joey reprisa (1×09). No canal Liv, às 22h, vai ao ar o quinto episódio Last Man Standing . No Universal Channel, 22h, reprisa o episódio 13×07 de Law & Order: Special Victims Unit.

Quarta, 24/11

No AXN, inéditos de Combat Hospital (21h, 1×11), Friday Night Lights (22h, 5×11) e Breaking Bad (23h, 4×11, review aqui).

No Space, 21h, episódio 7×10 de The Closer. Na Fox, 22h, inédito de Glee(episódio 3×07). No A&E, episódio inédito de The Glades (23h, episódio 2×08).

Na Warner, reprisa Two and a Half Men (20h, episódio 9×08). Às 21h, vai ao ar inédito de The Secret Circle (1×07, leia a review aqui).

Na Sony, 21h, tem reprise em CSI:Miami. Mas às 22h, Off the Map é inédito (episódio 1×10).

Hawaii Five-0 (Liv, 22h, 2×03) e Satisfaction (GNT, 0h15 da quinta-feira, 3×07) reprisam.

Quinta, 25/11

No AXN, noite de CSI:NY (21h, episódio 8×07), Friday Night Lights (22h, 5×12) e Breaking Bad (23h, 4×12) – as duas últimas se aproximam do final da temporada.

No Globosat HD, tem Less Than Kind (21h30, episódio 2×06). No TBS tem Hot in Cleveland (22h30).

No A&E, 23h, episódio 1×08 de Necessary Roughness.

Na Warner, 20h, reprisa o episódio 3×08 de The Middle. No Universal Channel, reprises de House (22h, 8×05) e A Gifted Man (23h, 1×07).

Sexta, 26/1

The Office - Search Committee
Na FX, 11h e 16h30, vai ao ar a primeira parte da season finale The Office (7×25). O episódio Search Committee (Parte 1) é tomado de convidados especiais – melhor nem citá-los, pra não estragar a surpresa -, entre eles o mega investidor Warren Buffett.

No Multishow, 23h, 11º episódio de Mais X Favela.

Supernatural – Time After Time

Data/Hora 16/01/2012, 01:15. Autor
Categorias Reviews

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Série: Supernatural
Episódio: Time After Time
Temporada: 7ª
Número do Episódio: 7×12
Data de Exibição nos EUA: 13/01/2012

If you’re lost you can look and you will find me, time after time” Rá! Confesse que você ficou com essa música martelando na cabeça depois de ter lido o título do episódio de Supernatural desta semana! (Se não ficou, vai ficar agora).

Mais um episódio que não explicou NADA dos Leviatãs e apenas tocou um terror nos Winchesters (e no público) prometendo que a conspiração de Dick Roman será algo grandioso e inevitável. Mas não vou ficar criticando o episódio todo, achei a história meio fraquinha mas a qualidade técnica foi muito boa!

Já tivemos um episódio em Supernatural lá na quarta temporada em que Dean voltou no tempo para ajudar o John e a Mary contra o demônio dos olhos amarelos. Sem se esqucer da sexta temporada em que Sam e Dean viajam para o século passado para conhecer Samuel Colt. Da primeira vez, Dean teve a ajuda de Castiel para viajar até 1973 e ajudar seus pais, depois os Winchesters foram até 1861 para pegar a Colt, mas desta vez Dean acidentalmente vai parar em 1944 quando caça uma estranha criatura que ninguém sabe do que se trata.

Ao perceber que está em Chicago em 1944, Dean não sabe o que fazer até ter a sorte de poder contar com a ajuda de nada mais, nada menos do que Elliot Ness! Sim, o agente federal que foi capaz de prender o super gangster Al Capone e que deu origem ao livro Os Intocáveis. Tal livro inspirou Brian de Palma a fazer o filme homônimo em 1987 e escolheu Kevin Coster para interpretar Ness (Robert De Niro e Sean Connery também fazer parte do elenco). Dean faz várias referências ao filme durante o episódio, mas o Elliot Ness de Supernatural não parecia saber do que ele estava falando, dando a impressão de que a figura que a mídia criou de Ness não condiz com a realidade.

O tal homem misterioso que sugava a vida de pessoas inocentes era Khronos, o deus do tempo. Isso eu achei forçado! Dois deuses na mesma temporada? Primeiro Osíris e agora Khronos! Pra quem estava acostumado apenas com metamorfos, demônios e no máximo a Morte, ficar matando Deuses com estacas de madeira ou chifres de carneiro chega ser um tanto inocente e primário.

Achei que a fotografia do episódio ficou bem bacana! Criaram aquele clima noir e tenho que confessar que Dean ficou lindo naquelas roupas dos anos 40! *_*Até os diálogos não ficaram muito desiguais, toda vez que Dean falava uma expressão “moderna”, os outros olhavam pra ele com cara de interrogação. Cenário, roupas, música e até as armas, tudo foi muito bem adaptado. (Diferentemente do episódio Frontierland em que a adaptação ficou boa, mas o vocabulário não tinha nada a ver)

E quem diria que a xerife Jody Mills voltaria a dar as caras depois que Bobby se foi? Eu até tinha me esquecido dela, mas achei a participação importante para que Sam não ficasse abandonado em 2012 e tivesse que resolver tudo sozinho. Aliás, pegar as coisas do Bobby foi uma ótima idéia! O acervo de Bobby certamente é gigantesco e seria um disperdício deixar tudo abandonado na antiga casa.

Enfim, o desfecho do episódio foi meio babaca e mirabolante. Dean conseguir colocar uma carta no rodapé da casa que Sam estava no futuro, falar o nome da esposa do Khronos e ainda por cima Sam conseguir achar a senhora e ela se lembrar que Dean foi estrangulado as 11:34 foi um pouquinho forçado, concordam?

Eu já estou desencanando dessa história de Leviatãs nesta temporada. Estão deixando os vilões principais de lado, a maioria dos episódios apenas faz algumas referências mas não aprofundam o caso do jeito que deveria ser.  Não quero ser a estraga prazer, mas a preview do próximo episódio não traz nenhuma novidade sobre o assunto. Mas eu fiquei super intrigada. Até o dia 3 de fevereiro!

Vídeo – Promo legendada da 1ª temporada de Alcatraz

Data/Hora 16/01/2012, 00:12. Autor
Categorias Notícias, Spoilers

Hoje estréia na FOX dos EUA Alcatraz, uma das promessas da temporada. O drama Sci-Fi, criação de Steven Lilien, Bryan Wynbrandt e Elizabeth Sarnoff,  tem na produção executiva o cultuado J.J. Abrams (Felicity, Alias, Fringe, Lost)

Entre os protagonistas da série, Sam Neill (Jurassic Park, Jurassic Park III, The Tudors), como o enigmático agente do governo Emerson Hauser; Sarah Jones (Sons of Anarchy, Justified), como a detetive Rebecca Madsen; Jeffrey Pierce (The Nine, The Double), como Jack Sylvane, prisioneiro de Alcatraz que se supunha morto, e Jorge Garcia (Lost), como Doc Diego Soto, um especialista em Alcatraz.

O seriado vai explorar os mistérios que cercam o desaparecimento massivo dos presos de Alcatraz, na década de 60. Em 2011, esses prisioneiros ressurgem, anos mais novos, e ainda mais perigosos. Tudo no melhor estilo J.J. Abrams de ser.

Ficou curioso? Então, confere o vídeo promocional a seguir, legendado pela equipe InSanos (@inSanosTV), e não deixe de comentar sobre o que espera do seriado:

Retrospectiva 2011 – Os piores do ano

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Como nem tudo são flores, a televisão em 2011 teve momentos nada agradáveis. Um episódio, uma série nova, um show em declínio, tudo isso contribuiu para a sensação de que o ano passado foi um ano para ser esquecido. A nossa Equipe separou alguns momentos para vocês!

CSI, 11ª temporada

CSI - Targets of Obsession
Quase, mas quase mesmo, abandonei CSI em 2011. Mas CSI é uma instituição da TV mundial, não pode ser deixada de lado assim. E fico feliz de ter continuado, já que a nova temporada, que estreou em setembro nos EUA, está muito boa. Mas foi por pouco, já que algumas das piores horas que passei diante da TV no ano que passou foi vendo episódios da série. Em 2010, já tivemos um punhado de maus episódios (e nos tiraram a Wendy, que crime!), mas foi na segunda metade da 11ª temporada, que a série atingiu o fundo do poço: em Targets of Obsession, Justin Bieber retornou com sua versão pentelha do Unabomber e o único alívio do episódio foi vê-lo sendo cravejado de balas, encerrando a pior participação especial da história da série; tivemos ainda o episódio-zumbi Turn On, Tune In, Drop Dead; e todo o arco envolvendo o conflito entre o serial killer Nate Haskell e o psyco-doutor Raymond Langston. A ideia do personagem de Laurence Fishburne ter um lado negro era boa, mas a execução deixou a desejar. Mas, enfim, ele partiu, e absolutamente ninguém sentiu saudades. (Paulo Serpa Antunes)

The Secret Circle

Especialmente pela decepção que foi assistir a primeira parte dessa temporada. Nada na série funciona, a começar pela escolha do elenco. Britt Robertson está insegura, definitivamente ela não tem condições pra protagonizar este show, e do restante só Shelley Hennig convence como Diana, mas isso porque personagem é o menos incoerente e irritante do grupo de bruxos. Thomas Dekker (Adam) é de dar vergonha alheia e a Phobe Tonkin (Faye) tá muito exagerada. Mas esquecendo por um segundo os personagens, o que falta à série mesmo é uma história. A mitologia é fraca e falha e um grupo de bruxos adolescentes que repetem frases feitas pra levitar água ou apagar fogo não é nem um pouco atraente. A emissora viu o sucesso de The Vampire Diaries e quis repetir o feito, mas a produção e os roteiristas não têm idéia do que estão fazendo, prova disso é a morte de Nick logo nos primeiros capítulos. Dizem que já era planejado, mas a saída narrativa de aparecer com um irmão também bruxo me deixa na dúvida. The Secret Circle foi uma decepção, simples assim. A idéia era ótima no papel e desandou na hora de produzir. (Lara Lima)

Charlie’s Angels

Já mencionei várias vezes a minha tolerância a séries ruins. Eu assisto de tudo e tento nunca esperar mais do que a série propõem a apresentar. Se começa a não me entreter eu paro de assistir e sigo minha vida. Também consigo ver qualidade mesmo naquilo que não me diverte. Dito isso posso afirmar que Charlie’s Angels foi uma das piores coisas que já assiste na vida (empate técnico com Off the Map). Nada na série funciona. A atuação de todo o elenco é horrorosa. O cenário faz vergonha as novelas do SBT. Parecia um piloto ruim da década de 1990. E olha que a primeira versão não era nenhuma obra de arte. Eu pensei em reassistir pra poder ser mais específica mas seria muito masoquismo da minha parte. (Tati Leite)

Torchwood, 4ª temporada

É até difícil escolher a pior série de 2011, porque, sinceramente, que aninho de bolas foras foi esse. Mas nenhuma me decepcionou tanto quanto Torchwood, o spin-off de Doctor Who. Eu era fã absoluta da série, gostava de todas as suas loucuras, defeitos especiais, absurdos, e situações que levavam os personagens aos extremos. Foram três temporadas de alegrias, lágrimas e emoções, e por isso mesmo é tão dolorido ver o que aconteceu com Torchwood nessa 4ª (e provavelmente última) temporada. Não dá nem para acreditar que eram os mesmos showrunners. História pífia, personagens sem carisma, situações sem sentido, vazias e, pior de tudo, destruição total e completa de um personagem que era um ícone: Capitão Jack Harkness. O que passava pela cabeça de Russell T. Davies enquanto escrevia e comandava Miracle Day? Essa união do canal inglês BBC com o americano Starz foi uma vergonha tão gigantesca que será difícil repetirem. E para mim, uma fã sincera e desiludida, só resta a tristeza de saber que um erro tão grosseiro pode ter matado uma de suas séries preferidas. (Mica)

Wonder Woman

Tem série que não é renovada para a temporada seguinte; tem série que é cancelada no meio da temporada; e tem série que nem chega a estrear, sendo cancelada antes mesmo do episódio piloto ir ao ar. Este foi o caso do remake de Wonder Woman [A Mulher-Maravilha, no Brasil], um projeto ancorado no sucesso recente das franquias do Batman e do Superman, as outras duas pontas da tríplice fundação da Liga da Justiça. A premissa parecia boa: debater a questão legal [jurídica] das ações dos super-herois. Se a série fosse bem-sucedida neste quesito eu gostaria muito. Outro viés sugerido foi a objetificação da figura da heroína e seus seios impossíveis, outro bom tema pra debate. Um terceiro mote a abordar seriam as implicações éticas da comercialização da figura pública da Mulher-Maravilha para financiar eu combate ao crime. O grande problema, a meu ver, foi justamente na construção da personagem principal, que atropelava todas essas questões sob a justificativa do Bem Maior. Criou-se uma personalidade cruel, arrogante, vingativa e anti-ética: impossível torcer por ela, simpatizar ou ter empatia com o seu anseio por uma vida normal. Perto disso, as críticas ao novo uniforme ficaram desnecessárias. (Lu Naomi)

Off the Map

Confesso que escolher o pior seriado do ano de 2011 não foi tarefa fácil. Foram várias as bombas apresentadas, inúmeras inclusive canceladas rapidamente. Então, por que lembrar da “inexpressiva” Off the Map? A resposta: Shonda Rhimes. A criadora de Grey’s Anatomy e Private Practice estava no time de produtores executivos da série, e isso foi muito alardeado por aí. Mas a riqueza de tramas passou longe de Off. O que se viu ali foi muito dramalhão, interpretações duvidosas, esteriótipos preconceituosos e muito, mas muito absurdo. Claramente, Jenna Bans, que se destacou como roteirista em Desperate Housewives e GA, não estava pronta para ter seu próprio seriado. O final da 1ª temporada teve um cliffhanger daqueles, nada foi resolvido. E não haverá 2ª temporada: você perdeu cerca de 9 horas do seu ano com a produção da ABC. O desastre só não foi completo pela “descoberta” Mamie Gummer e pelo carisma de Zach Gilford. Torço pra que eles não acabem fora do mapa…  (Mariela Assmann)

Glee

Lembro que uma das melhores coisas a respeito de Glee era a maneira como o show conseguia intercalar, não de maneira perfeita, mas mesmo assim, cativante, a característica de ser uma paródia dos melodramaticos shows adolescentes com os momentos mais sérios e tristes. Nesse ano, eu ainda consegui ver vislumbres dessa série, em episódios como Silly Love Songs, Born this Way ou The First Time, mas nem tentativa de criar storylines mais longas e coerentes impediu o show de afundar ora em demasiada sensação de auto-importância, que transformaram as partes mais verdadeiras e cruas da série em veículo para Ryan Murphy expressar suas mensagens de aceitação e tentar mudar o mundo, ora em tanto exagero na tentativa de fazer humor que prejudicavam qualquer plot, mesmo com a suspensão da descrença (aquele passe livre que agente dá a obras de ficção por serem, bem, ficção). Mas o pior foi justamente ver os roteiristas tentarem melhorar o show através de tramas mais estruturadas e piorando a situação de vez com resoluções lamentáveis, e honestamente, em algumas partes, ofensivas. E os números musicais que antes ocasionalmente salvavam o show, foram ficando cada vez mais irrelevantes e esquecíveis, detonando a série e tornando Glee, para mim, a pior experiencia televisiva do ano. (Thais Afonso)

Private Practice

O spin off de Grey’s Anatomy, Private Practice, já não anda tão bom. Apesar de ter ido muito bem, relativamente, na metade final de sua quarta temporada, em 2011 o show veio com uma promessa de apresentar a melhor temporada. E nisso sinceramente, Rhimes não cumpriu a promessa. Mesmo com a entrada de Benjamin Bratt para o elenco fixo, Addison Montgomery, interpretada pela cada vez mais bela Kate Walsh, parece um pouco perdida na história. Para mim, a série continuará ruim, enquanto a autora insistir no casal Addison e Sam. A verdade é que, na minha opinião, a personagem de Walsh seria bem mais aproveitada se voltasse para o time de Seattle. Quem sabe um dia, não vemos a Dra. Montgomery voltar a Grey’s Anatomy, porque do jeito que anda, Private Practice não vai muito longe. (Anderson Narciso)

New Girl

Quem é essa garota? É a Zooey Deschanel, que chegou sendo a maior promessa da FOX e acabou sendo a maior decepção. Não que New Girl seja uma série ruim, apenas não é metade do que ela pretendia ser. Com um enredo fraco, elenco menos do que razoável e piadas cretinas, a série agrada quem foi hipnotizado pela atriz protagonista. Porque para ver a série, só mesmo os encantos de Zooey, para justificar o ato. New Girl continua sendo um sucesso de público e a história da professorinha, que encontra em uma casa cheia de caras o seu novo lar, desponta para a segunda temporada.  Quem sabe até lá a série contrata bons roteiristas e não dependa do Justin Long para alavancar a audiência. (Maria Clara Lima)

Terra Nova

Eu sou uma sobrevivente! Sim, eu posso me considerar uma sobrevivente porque aguentei bravamente enquanto toda e qualquer chance de Terra Nova ser uma boa série – nem estou falando ótima – se desfazia em episódios cada vez mais dignos de crítica. Eu bem que tentei achar boas coisas: tentei enxergar o aproveitamento dos dinossauros que sobraram de Jurassic Park como reciclagem saudável; tentei não prestar atenção aos efeitos especiais de quinta; aceitei que o protagonista fosse de fugitivo a homem de confiança ainda no primeiro episódio; não liguei quando a trama de um filhote de dinossauro encontrando sua mãe foi a mais importante do episódio. Mas em momento algum eu me preocupei com os protagonistas, eu jamais achei que alguém realmente estivesse em perigo – tanta vergonha alheia naquela “briga” de Taylor com o dinossauro que eu nem sei -, não fiquei curiosa com o grande segredo dos desenhos nas pedras, não me importei com os Sextos, não me emocionei com nenhum diálogo. E, no final, é por essas coisas que a gente assiste a uma série toda a semana, não é? Porque se os envolvidos tem tempo para desperdiçar, eu não tenho. Ah, na dúvida se a coisa é tão ruim? Se o seu inglês é bom leia o que um Nykoraptor tem a dizer sobre o assunto: mesmo ele se sentiu bem entediado nesse tempo todo. (Simone Miletic)

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Veja também a nossa lista de Melhores do Ano.

Retrospectiva 2011 – Os melhores do ano

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2011 não foi lá um dos melhores anos para o mundo dos seriados. Entre novatas e veteranas parecia ser preciso um toque de mágica e inovação para salvar a programação do marasmo.

A Equipe do Teleséries escolheu o que teve de melhor no ano passado – salvando a TV de um ano desastroso.

Once Upon a Time

Once Upon a Time -  The Heart is a Lonely Hunter
Espelho, espelho meu: existe série mais fofa na atualidade do que Once Upon a Time? Não, não existe. Once Upon a Time estreou no final de outubro nos EUA, toda direitinha e repleta de contradições: parece ao mesmo tempo o seriado mais original da TV desde Pushing Daisies; e ao mesmo tempo tem uma aura de clássico, como se já estivesse há muito tempo em nossas vidas. A ideia de transportar os contos de fadas pros dias atuais funciona tão bem que até seu formulismo (narrar um trecho de um conto por semana, meio com um flashback semanal de Lost) não incomoda. Adam Horowitz e Edward Kitsis, dois roteiristas de Lost, acertaram em cheio nas primeiras setes semanas da série e o elenco, ancorado numa trinca de boas atrizes, manda bem. Jennifer Morrison não tem uma personagem tão cheia de nuances como a Cameron de House, mas leva com competência seu primeiro papel como lead actress. Lana Parrilla, depois de meia dúzia de séries ruins, ganhou um papel complexo, que a permite desenvolver o potencial que mostrava nos anos 90 quando surgiu na cultuada Boomtown. E Ginnifer Goodwin tem a beleza e a sensibilidade que o papel de heroína romântica exige – sim, ela é a atriz mais linda da TV na atualidade, o que é uma grata surpresa pra quem se acostumou a vê-la em personagens tão distintos em séries como Ed e Big Love. (Paulo Serpa Antunes)

The Vampire Diaries

O que mais gosto em The Vampire Diaries é o roteiro amarradinho, sem falhas e com uma mitologia inteligente, bem atual, por mais irônico que isso seja, e ousada – um simples triângulo amoroso adolescente envolvendo bruxaria, vampiros, fantasmas, híbridos e todos os seres sobrenaturais possíveis. Se isso não bastasse, a série chega ao seu terceiro ano sem mostrar nenhum sinal de cansaço, muito ao contrário, surpreendendo cada vez mais. Pra mim a grande sacada da primeira parte exibida em 2011 é a inversão dos papeis de protagonista e antagonista da série, uma transformação, aliás, muito bem construída desde o início. Paul Wesley vivia um Stefan quase in-crível, sua ética, moral e amor incondicional por Elena era um ponto de conflito para os fãs, e agora ele interpreta um Stefan sem escrúpulos, com um sorriso debochado na cara e sem deixar o amor por Elena ser abafado. Ao passo que Damon passa de vilão para herói. Paralelo a isso, a maneira como o roteiro costura as tramas dos personagens secundários à trama principal é sensacional, quem diria que Tyler seria tão importante hoje, dois anos atrás não é? Trilha sonora impecável, atores bons (Joseph Morgan arrebentando como Klaus) e com um roteiro inteligente, por isso, The Vampire Diaries não fica devendo pra outras séries, tá sendo uma das poucas que vale a pena na TV. (Lara Lima)

Boardwalk Empire, 2ª temporada

Meu primeiro pensamento foi escrever sobre Chicago Code: a série que ninguém viu mas deveria ter visto. Também pensei em Homeland, Boss e Justified mas acabei optando por Boardwalk porque a série conseguiu manter a qualidade na sua segunda temporada mas ao mesmo tempo não teve nenhuma grande mudança na sua maneira de contar a história. E isso não é uma tarefa fácil. Apenas no último episódio da temporada é que temos um grande acontecimento daqueles que faz a audiência pensar: como vocês irão se virar agora? Para em seguida, ao repassarmos tudo que foi contado até aqui ver que a decisão foi extremamente coerente por mais dolorosa que pareça. A série também tem o mérito de saber lidar muito bem com a mistura entre personagens reais e ficcionais. Soma-se a a oportunidade do Steve Buscemi mostrar seu talento fazendo um papel diferente do qual estamos acostumados a ver. (Tati Leite)

American Horror Story

Desde o início eu sabia que assistiria American Horror Story porque ela tinha aquela cara de projeto diferente que geralmente chama a minha atenção, mas em nenhum momento coloquei fé em Ryan Murphy. É bem verdade que o produtor/roteirista teve grandes ideias ao longo de sua carreira (Popular, Nip/Tuck, Glee), mas ele é muito mais conhecido por destruir suas séries após inícios espetaculares do que pela qualidade que impingiu nos primórdios de tudo. E por isso fui para o tudo ou nada com AHS e fiquei surpresa e infinitamente grata por ter recebido uma temporada maravilhosa. A série é bizarra e explora com maestria inúmeros clichês do terror/suspense e, ao contrário da fama de Murphy, começou capengando e depois cresceu de tal forma que só pude me colocar de pé e aplaudir. Personagens carismáticos (e outros odiosos), atores competentes e um enredo que funcionou como ninguém imaginaria que fosse capaz. E o melhor de tudo? É uma série de temporadas fechadas, independentes umas das outras, o que impede que uma sequência ruim manche a qualidade estrondosa do que já foi visto até aqui. Uma grata surpresa esta entregue por Ryan Murphy, com certeza. (Mica)

Sons of Anarchy, 4ª temporada

A série retornou já com uma cena que fez acelerar o coração: os membros de SAMCRO saindo da penitenciária e retornando para Charming em formação. Era quase uma mensagem: OK, pagamos o preço pelo que o roteiro fez na temporada anterior, agora voltemos ao nosso lar, ao que fazemos melhor. Porém, assim como se diz que quem viaja nunca volta a mesma pessoa, também  a cidade não é a mesma de quando o Clube saiu em cruzada no ano passado [ou catorze meses antes, de acordo com a cronologia da série].
Para lidar com as ameaças externas e internas, SoA precisou não apenas de um, mas de dois episódios duplos e mais um episódio extra: além de lidar com o velho inimigo Hale, agora prefeito de Charming, o Clube depara-se com o novo Xerife, que inclui o elemento racial na mesa de discussão; com o Assistente da Promotoria Federal interpretado por Ray McKinnon; com os aliados do cartel mexicano [Danny Trejo e Benito Alvarez, em participações saudadas pelos fãs]; e, principalmente, com o desabamento interno da estrutura do Clube. Sons of Anarchy entregou histórias que mantiveram o espectador na ponta da cadeira, ansioso pelo próximo episódio. Foi uma temporada em que eu chorei, gargalhei, tive vontade de pegar personagens no colo e de espancar outros. Kurt Sutter escancarou que a inspiração para a trajetória do personagem central é mesmo o trágico príncipe Hamlet, de William Shakespeare, e Jax Teller foi movido pelas ações de todas as pessoas importantes à sua volta, às vezes de anos atrás. Resta saber se na próxima temporada ele passará a agir também, em vez de reagir, e como isso afetará a dinâmica da série. Promete muito! (Lu Naomi)

Homeland

Uma trama dúbia, bem construída, que prende a atenção do início ao fim. Um elenco afinado, que interpretou brilhantemente os papéis (destaque absoluto para Clarie Danes). Surpresas, reviravoltas, descobertas, tensão. Tem muita série por aí sobre agências do governo e seus agentes. E Howard Gordon e Alex Gansa conseguiram trazer novos e deliciosos ares à Langley. E tudo isso explorando um tema meio gasto: a guerra ao terror e o medo que ela plantou nos corações e mentes americanos. E, contrariando aqueles que achavam que o plot se esgotaria quando o suspense mocinho/bandido terminasse, o seriado ganhou novo fôlego com uma finale de 90 minutos, que traçou os caminhos da 2ª temporada. Por todos esses motivos, e outros mais, desejamos, em coro: vida longa para Homeland, a melhor série de 2011. (Mariela Assmann)

The Good Wife


É tarefa árdua para mim explicar o que torna The Good Wife tão superior as demais séries, especialmente a segunda metade da segunda temporada, com a qual fomos agraciados no começo de 2011. É difícil explicar a sensação catártica que Great Firewall me proporcionou, por exemplo, enquanto ainda sendo o show racional que conhecemos, ou como esse mesmo episódio recorre a uma artimanha clichê, mas ainda assim não me senti enganada com a revelação final. Não sei elaborar o porque da briga entre Kalinda e Alicia ter me afetado tanto, ou o breve relacionamente da última com Will ter me deixado tão contente (apesar de eu ter sido abertamente #teamMr.Big na primeira temporada). O combo de diálogos excelentes, atores soberbos, situações envolventes, perfosnagens fasciantes, e um tom sóbrio, pé no chão, mas ainda assim com parcelas perfeitas de drama e comédia só podem ser devidamente apreciados assistindo ao show. Se você ainda não assistiu ainda, assista. Mas realmente invista seu tempo, pois as pessoas em TGW são complexas e reais, e demora um tempo para conhecê-las e amá-las, mas depois que isso acontece, é impossível não querer passar seu tempo com Alicia, Will, Diane, Kalinda, Eli e os demais. (Thais Afonso)

Grey’s Anatomy, 8ª temporada

Grey’s Anatomy se destacou como nunca nesta primeira parte da oitava temporada. Após exibir um fraco enredo durante a sexta (com exceção do tiroteio que encerrou a temporada) e sétima temporadas, a série de Shonda Rimes voltou com tudo este ano.  Temos de volta o destaque para os protagonistas Meredith, Alex e Cristina, que estiveram apagados nos últimos dois anos. E com isso, o retorno dos tempos áureo da série. Em 2011, Grey’s apresentou casos médicos cativantes e muita emoção, o que, para mim, colocou a série novamente no patamar de melhores do ano. Shonda Rimes conseguiu mostrar que a série ainda tem muito fôlego. Prova disso foi a confirmação que o seriado está renovado para a nona temporada, com a permanência de quase todos os protagonistas. “Vida longa a Grey’s”.  (Anderson Narciso)

Game of Thrones

Quando uma série nova estréia na HBO dois pensamentos vêm em minha mente: Superprodução e sexo. Parece que o alto grau de compromisso com a realidade faz com que séries como Game of Thrones encontrem na HBO um lar promissor. Não faltou riqueza nos detalhes com o figurino, cenários impressionantes e atores competentes, além de muita pele nua e cenas ousadas. A série é uma adaptação do livro de George R. R. Martin – uma adaptação impecável que agradou aos leitores e críticos – e levou a primeira história da saga para as telinhas. O que a série também levou foram diversos prêmios, garantindo a honra de ser aclamada e também renovada para a segunda temporada. (Maria Clara Lima)

CSI Las Vegas, 12ª temporada

Há anos atrás eu defendia neste mesmo Teleséries que CSI merecia uma indicação ao Emmy ou ao Globo de Ouro que nunca vinha – dificilmente um seriado procedural policial as recebe – como a melhor série de drama da época. O tempo passou e eu nunca imaginei o quanto CSI poderia afundar com um protagonista sem carisma e tramas sem charme e foi fácil ver o fim do seriado nas telas. E daí vem a surpresa de seu renascimento, de sua reinvenção: ninguém imaginava ser possível, ninguém conhece renascimento parecido. Mas foi: Ted Danson nos trouxe um novo supervisor de equipe em tudo diferente de Grissom e ao mesmo tempo tão parecido, por nos parecer tão natural sua liderança. Russel, personagem de Danson, parece não somente ter impressionado aos fãs, mas também aos roteiristas, que recuperaram aquele tanto de bizarro e único que as luzes da cidade de Las Vegas tinham pra nós nos primeiros anos. E eu voltei a aguardar ansiosa por aquela “sacada” antes dos créditos, como antigamente eu fazia. (Simone Miletic)

 

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Veja também a nossa lista de Piores do Ano.

Grey’s Anatomy – This Magic Moment

Data/Hora 14/01/2012, 20:35. Autor
Categorias Reviews

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Série: Grey’s Anatomy
Episódios: This Magic Moment
Temporada:
Número do Episódio: 8×11
Data de Exibição nos EUA: 12/01/2012

Nos últimos episódios de Grey’s Anatomy, vimos muitas tramas e muitos traumas. Muita dor, e muitas lágrimas. Muitas mortes, e muitas dúvidas. Mas os instantes finais de Suddenly deram a tônica do que viria na sequencia. Cenas mais leves, divertidas e felizes.

This Magic Moment, para mim foi, realmente, sobre momentos mágicos. Aqueles momentos deliciosos, nos quais você se pega, sem mais nem menos, com um sorriso bobo nos lábios.

Me apaixonei pelo episódio nos primeiros segundos de exibição. Culpa de Mer, Der e Zola. E seu vídeo fofo da tentativa de andar. Tomados por uma felicidade transbordante. E depois, os papais corujas analisando se a pequena Zola teria crescido, em apenas algumas horas. Tentando gravar os primeiros passos da bonitinha. E, ao final do episódio, quem não riu, não teve vontade de sair dando pulinhos pela casa, dançando e cantando? Assisti todos os episódios de Grey’s, todos mais de uma vez. E, agora, não lembro de nenhum momento tão profundamente feliz que tenha me dado essa sensação. Derek e Meredith passaram por muita coisa, juntos ou separados. Eles merecem essa felicidade, e torço pra que ela seja se não eterna, pelo menos duradoura. Viva a família Grey-Shepherd. Clique aqui para continuar a leitura »

Astros de ‘Smallville’ de volta à The CW

Está com saudades da Tess Mercer e do Oliver Queen de Smallville? A CW anunciou que a atriz Cassidy Freeman e o galã Justin Hartley estarão de volta em tramas da emissora. Cassidy foi escalada para participar de The Vampire Diaries, já Harley terá um papel na série Hart Of Dixie.

A atriz aparecerá no episódio 16 dessa temporada e fará o papel de Sage, descrita como alguém que tem um “sorriso diabólico”. Já Hartley entrará para Hart of Dixie – e possivelmente para o coração dos fãs e da Da. Zooey.

Enquanto a série da Rachel Bilson não retorna do hiato, o ex-Arqueiro Verde aparece na telinha no próximo dia 23 na série Castle da ABC.

Com informações do TVLine.

Veja novo pôster de ‘The Walking Dead’

Data/Hora 13/01/2012, 18:20. Autor
Categorias Notícias

A rede AMC liberou um novo poster de “The Walking Dead”. Mesmo os fãs da série não precisando, pois a ansiedade já é grande, o poster re-lembra a data que a série volta: 12 de fevereiro. Confira:

Por aqui, a Fox não liberou a data do retorno, mas provavelmente será na terça dia 14. Portanto, fiquem ligados.

HBO anuncia data do retorno de ‘Game of Thrones’

Data/Hora 13/01/2012, 18:18. Autor
Categorias Notícias

A espera pelo retorno de Game of Thrones tem data para acabar: 1°/04/2012. A HBO anunciou ainda que a segunda temporada do aclamado seriado terá 10 episódios, assim como a 1ª.

Entre os fãs, a expectativa pelo retorno de GoT é muito grande. E a equipe de produção do seriado fez o possível para manter a qualidade – pelo menos visual – da primeira temporada. Entre as locações da 2ª temporada, Belfast (Irlanda do Norte) e Islândia.

Pelo teaser liberado pela HBO, dá para ter um gostinho do que está por vir. O inverno está chegando, e a 2ª temporada promete:

Informações da página oficial do seriado e do Tv Fanatic

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