As Primeiras Impressões de ‘Alcatraz’

Data/Hora 18/01/2012, 23:38. Autor
Categorias Opinião, Preview

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Bem-vindos à Alcatraz!

Como todos sabem, Alcatraz é aquela prisão americana superfamosa, localizada na Baía de São Francisco (EUA), para onde eram enviados os criminosos mais perigosos do país. Desde o seu fechamento, em maio de 1963, Hollywood se rendeu à qualidade mística da ilha e produziu alguns filmes com a penitenciária como tema central (quem nunca assistiu a A Rocha que atire a primeira pedra!). A mais recente produção, porém, foi feita para as telinhas e assinada por JJ Abrams (de Alias, Lost e Fringe), que sabe melhor do que ninguém misturar mistério, fantasia e conspiração em suas séries.

Alcatraz começa em 1963, quando dois guardas vão fazer uma ronda de rotina e descobrem que nenhum dos presos está em suas celas e que todos os guardas desapareceram. O voice over nos conta a história oficial do presídio: “ele foi fechado em 21 de março de 1963 e todos os detentos, transferidos” e adiciona “Mas não foi bem assim que aconteceu.”. Enquanto os guardas vasculham as celas, a trilha sonora e os relâmpagos e trovões, apesar de clichês, são muito efetivos para dar o tom de suspense à cena.

Ao voltarmos ao presente somos apresentados à detetive Rebecca Madsen (Sarah Jones, em seu primeiro papel principal na TV) que, ao investigar o assassinato de um antigo diretor de Alcatraz, encontra digitais de um ex-presidiário da “Rocha” que supostamente está morto. Apesar de ter se interessado pelo caso, ela é obrigada a abandoná-lo oficialmente quando o agente do FBI Emerson Hauser (Sam Neil, de Jurassic Park) assume as investigações. Inconformada, a jovem procura a ajuda do especialista em Alcatraz, Diego ‘Doc’ Soto (Jorge Garcia, de Lost), para desvendar o que realmente aconteceu. No meio de uma de suas buscas clandestinas no presídio, os dois são descobertos pelo agente, que acaba por permitindo que participem da investigação.

Ao longo do episódio, a detetive Madsen e o Doc descobrem o q o agente Hauser já sabia: que o assassino é Jack Sylvane, um dos presidiários que estavam em Alcatraz na época de seu fechamento, e que teria sido transferido para outro local com os seus colegas. A questão é que ele não é o velhinho de oitenta e poucos anos que todos esperavam, ele tem a mesma idade que tinha em 1963. Descobrem também a verdade sobre a “transferência” dos presos e do fechamento de Alcatraz.

No segundo episódio, somos apresentados a Ernest Cobb, um assassino com TOC que foi abandonado pela mãe quando criança e que tinha como principais vítimas meninas de 16 anos, idade da irmã que a mãe não abandonou. Pouco é falado da conspiração nesse episódio e tenho certeza que todos ficaram surpresos quando nos foi mostrado que a assistente do agente Hauser, Lucy Banerjee (Parminder Negra, de ER), era uma médica em Alcatraz na década de 60. No primeiro episódio ela é pouco explorada, o que torna difícil entender sua motivação. Será que ela está infiltrada no FBI? Jack Sylvane não sabia como ele fez para voltar, será que ela sabe? Hauser sabe muito mais do que ele conta para a Madsen e para o Doc, mas qual será o papel de Lucy nisso tudo?

Os dois primeiros episódios, exibidos nos Estados Unidos na última segunda-feira, deixaram muitas perguntas a serem respondidas, o que deve garantir que boa parte de seus 10 milhões de espectadores volte para conferir o que acontecerá. A história, contada por meio de flashbacks, dá um ritmo interessante à série e mostra um pouco mais da vida do “presidiário da semana”, que reaparece no futuro por dois motivos: vingança e cumprir a tarefa designada pela “conspiração”. Eu havia lido que Alcatraz é uma série episódica, mas depois de assistir, sou obrigada a discordar. Tudo bem que eles têm um caso específico por semana, mas o maior mistério de todos só será desvendado (e entendido) por aqueles que assistirem a todos os episódios. O telespectador eventual se sentirá perdido.

Apesar de ter feito um bom trabalho em apresentar os personagens, tenho certeza de ainda vamos descobrir muitas coisas, principalmente sobre Doc e Hauser. Como Hauser descobriu que os criminosos do passado estavam voltando? Como ele e Lucy se conheceram? Se todos os guardas de Alcatraz também sumiram, como o tio de Madsen está vivendo normalmente? Qual a história do avô dela? Será que teremos alguma dessas respostas ainda na primeira temporada? Eu pretendo assistir para descobrir, e vocês?

* * *

Alcatraz estreia no Brasil na próxima segunda-feira, dia 23 de fevereiro, às 22h, na Warner Channel.

Castle – Dial M for Mayor

Data/Hora 18/01/2012, 20:25. Autor
Categorias Reviews

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Série: Castle
Episódios: Dial M for Mayor
Temporada:
Número do Episódio: 4×12
Data de Exibição nos EUA: 16/01/2012

Se na semana passada eu não fiquei completamente satisfeita com o episódio de Castle, nessa semana a história mudou. Isso prova minha teoria: quanto menos expectativas criarmos sobre um episódio – e menor for o auê em torno dele – melhor. Pelo menos no meu caso.

Aliás, ponto pra mim! Dial M for Mayor abordou, ainda que de forma indireta, a trama do assassinato de Johanna Beckett. E, por causa disso, nosso amigo misterioso, que foi introduzido em Rise, apareceu novamente. E com ele vieram uma série de teorias sobre a sua identidade, e sobre as pessoas para as quais ele trabalha, ou com as quais trabalha. E a grande pergunta é: por que Beckett só estará segura enquanto Castle estiver por perto.

Fica claro que o homem misterioso tem ligação com pessoas muito poderosas. Mais poderosas, inclusive, que o prefeito. E que fazem de tudo para que Kate continue ignorando a identidade do assassino da mãe, a ponto de manchar a reputação do prefeito para que sua trajetória política fosse comprometida. Penso eu que o interesse dos criminosos era afastar o prefeito do cargo, não por razões eleitoreiras.  Mas apenas porque Castle perderia o livre acesso à Beckett e à delegacia com o afastamento de Wheldon do cargo. Ele se afastaria de Beckett. E vocês lembram a missão de Rick, dada a ele pelo homem misterioso em Rise? Manter Kate afastada do caso, garantindo assim sua segurança. (À propósito, aqui cabe direitinho a frase de Gates para Beckett. Fazemos inúmeras coisas, por mais difíceis que elas sejam, – inclusive mentir – para proteger aqueles que “amamos”).

Confesso pra vocês que as coisas ainda não estão claras na minha mente. Falando a verdade, acho que elas estão longe de estar. Por que Castle é o elo para a proteção de Beckett? Kate tem todo o aparato policial do NYPD à sua disposição, seria bem crível que eles pudessem lhe fornecer proteção, ainda que longe de Castle. Então, me pergunto: qual a ligação do escritor com o caso todo? Sua utilização pelos “poderosos” se deve apenas ao vínculo emocional dele com a detetive – ele ser o único que consegue mantê-la afastada do caso, como disse uma vez o saudoso Captain – ou há outras ligações que ainda desconhecemos? Ainda há muito para descobrirmos. Por enquanto, estou solta no campo das especulações.

E o quanto ao caso? Adorei essa investigação. Cheia de reviravoltas, mas não daquelas mirabolantes. Quem diria que a vítima ia passar de uma professora que abandona, sem motivos aparentes, sua carreira e sua vida; por uma atendente de tele-sexo até chegar em uma voluntária infiltrada para levantar material de pesquisa para um livro? Achei tudo muito interessante e, melhor, verossímil. E a aparição do prefeito como possível suspeito deu a tônica do episódio.

Nós sabemos como Castle é leal com seus amigos, e como costuma defender seus pontos de vista com base nessa lealdade pessoal. E colocar um dos grandes amigos de Castle – e o responsável por sua parceria com Beckett – como suspeito foi uma jogada de mestre.

Era óbvio que isso criaria uma tensão entre o casal. Mas quem esperava uma ruptura, ou alguma briga mais forte, enganou-se. Por que o relacionamento Casckett está em outro nível. Foi visível o sofrimento de Beckett em investigar o amigo de Castle. Ela conhecia, e muito bem, o risco que estava correndo. Sabia que o fato de que seguir nas investigações poderia afastá-la definitivamente do escritor, e encerrar a “parceria”. Por isso ela agiu com cautela, e relutou tanto em entregar as evidências para Iron Gates.

E Castle, às vezes tão birrento e imaturo, soube argumentar com respeito e compreensão. Ele reconheceu que Kate estava apenas fazendo seu trabalho, e percebeu que aquilo estava sendo custoso para ela. Ele seguiu suas próprias investigações – com muito auxílio – e conseguiu inocentar o amigo. E o melhor? Tudo com o apoio de Kate que, embora fazendo seu trabalho, torcia para o prefeito não ser o culpado.

O episódio foi shipper sem ser. Sem ter aquele final fofo com o qual estamos acostumados (a fofura foi aqui substituída por tensão e . E pra mim foi uma prova de que, ainda que eles sejam um casal, as coisas continuarão funcionando na 12th. Por que eles aprenderam, ainda que inconscientemente, a separar as coisas. E isso é lindo.

Finalizando, vocês notaram que esse é o 2° caso de Kate que fica sem resolução. O 1°? O assassinato de sua mãe. Podemos supor que essa “coincidência” indique que as mesmas pessoas estão por trás de ambos? Penso que sim. Resta descobrirmos quem são os mais poderosos que o prefeito. Mais uma vez será alguém que conhecemos? Ou alguém do passado de algum dos personagens. Eu, pessoalmente, aposto que a introdução do pai de Castle na trama vai se dar de forma “bombástica”. Quem sabe Castle-pai não está no grupo de poderosos? Quem sabe ele não é o homem misterioso que mantem contato com Castle. Ou, pior, será que ele não é o assassinato de Johanna? Muitas perguntas oriundas do meu brainstorm semanal.

Semana que vem vai ao ar Embarrassment of Bitchiness. Não sei do que se trata, não faço ideia do que irá acontecer. Mas, em se tratando de Castle, aposto que vem coisa boa por aí! Alguém que apostar comigo?

P.S.1: impagável a cena do ensaio de Martha. Totalmente diva louca. Me diverti demais. Mas ainda estou com a sensação que Martha, e também Alexis, estão sendo subaproveitadas na temporada. Compreendo que é difícil gerenciar tantos personagens e dosar seu espaço, mas não deixo de ter uma esperançazinha que elas apareçam mais e melhor.

P.S.2: adoro xadrez, e fiquei empolgada com a analogia do caso Beckett-mãe com um jogo de xadrez. Especialmente com a menção aos peões. Quem seria o peão da vez, aquele ser aparentemente impotente que pode colocar o Rei em xeque-mate, ou derrubar a rainha? Estou louca pra saber!

P.S.3: que momento tenso o final do interrogatório do assistente do prefeito. Quando ele ia revelar o nome dos poderosos, eis que surge o advogado. Desconsiderando o fato que isso não aconteceria na realidade – advogados não tem livre acesso às salas de interrogatório -, achei essa cena perfeita.

P.S.4: e não é que o advogado do interrogado bate com a descrição do assassino? Coincidências…

Ator de ‘True Blood’ entra para ‘The Walking Dead’

A emissora AMC confirmou que ator Michael Raymond James que viveu o personagem Rene na primeira temporada da série True Blood, entrará para a série The Walking Dead vivendo o personagem Dave. O personagem fará sua primeira aparição já no próximo episódio da série intitulado Nebraska. Não se sabe entretanto se o ator será regular, ou não, na série.

O site The Walking Dead Brasil liberou a descrição oficial do personagem:

DAVE – Idade (30-45). Um cara acolhedor e encantador de uma cidade no Nordeste (muito diferente do povo do sul). Ele é o tipo de cara que você gostaria de tomar uma cerveja e provavelmente gastar um tempo em algum barzinho. Ele é capaz de desarmar com um sorriso, mas pode rapidamente se tornar perigoso.

E falando em segunda temporada, os brasileiros podem comemorar. A Fox Brasil, confirmou a data do retorno de The Walking Dead. Continuará sendo dois dias, a diferença de transmissão entre os EUA e o Brasil. A série retorna por aqui no dia 14 de feveiro. Então agora é só esperar.

Katherine Heigl confessa que gostaria de voltar à ‘Grey’s Anatomy’

Data/Hora 18/01/2012, 17:12. Autor
Categorias Notícias

Quando Izzie Stevens saiu de Grey’s Anatomy na sexta temporada, muitos fãs da loira ficaram indignados. E fãs do casal Izzie-Alex mais ainda. Dois anos depois, a atriz Katherine Heigl que deu vida a personagem na série, disse em uma entrevista para o E!Online que adoraria retornar para a série, e dar uma conclusão melhor para a sua personagem e para a relação com que tinha com Alex Karev: “Eu gostaria de ver a Izzie de volta para se acertar com o Alex, ou pelo menos darem um final para a personagem” afirma Katherine.

A atriz ainda disse que tem algumas idéias para a personagem, mas que não sabe se ela caberia no universo que Grey’s Anatomy apresenta hoje,  já que temos 14 personagens fixos no elenco, e muitas histórias para contar. Entretanto, quando questionada, sobre um possivel convite de Shonda Rhimes para o retorno a resposta da atriz é firme: “Volto na hora”.

Confira o video postado no canal do E!News no Youtube.

Será que Heigl se arrependeu de deixar a série? E você ficaria feliz com o retorno de Izzie?

Com informações do E!News.

‘Cougar Town’ retorna em fevereiro

Data/Hora 18/01/2012, 13:20. Autor
Categorias Notícias

O Dia de São Valetim é a data mais romântica do calendário americano e agora é também a data mais esperada para os fãs de Cougar Town. A série volta na terça-feira, dia 14 de fevereiro, nos Estados Unidos e bota fim à uma espera de quase um ano. A terceira temporada da série de Courtney Cox teve o pedido de 22 episódios reduzidos para 15, e deve ocupar o horário da recentemente cancelada Work It. Confira o pôster da nova temporada.


Com Informações do TVLine.

Oxygen garante mais uma temporada para ‘The Glee Project’

Data/Hora 18/01/2012, 12:45. Autor
Categorias Notícias

A Oxygen conformou o anuncio de que o spinoff/reality de Glee estará de volta para mais uma temporada – e isso pode acontecer mais cedo do que todos esperavam. The Glee Project deve retornar para o seu segundo ano em meados de julho – no verão americano.

Ryan Murphy, criador de Glee, Dante di Loreto, produtor, Zach Woodlee, coreógrafo e o treinador de voz Nikki Anders estarão novamente compondo a bancada de juizes do programa.

Samuel Larsen e Damian McGinty, ganhadores do The Glee Project.

O site oficial já começou a receber inscrições e o processo seletivo deve também contar com uma turnê pelas cidades americanas no estilo de American Idol. Nessa temporada, serão 14 semanas de competição.

Quem vence o The Glee Project ganha um papel na série da Fox, Glee. Ano passado, Damian McGinty e Samuel Larsen levaram o prêmio desejado, e tiveram papéis especialmente desenvolvidos para eles na terceira temporada da série. Damian interpreta um estudante de intercâmbio vindo da Irlanda, já Samuel irá aparecer apenas na reta final dessa temporada.

Com informações do EOnline.

As primeiras impressões de ‘Smash’

Data/Hora 18/01/2012, 10:33. Autor
Categorias Opinião, Preview

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A primeira coisa que muita gente deve ter pensado ao ler sobre Smash, série que estreia em fevereiro na NBC, mas acabou vazando esta semana na Internet, foi: lá vem mais um Glee. Para muitos motivos de alegrias, para outros, motivo para sair correndo. De cara então gostaria de dizer que sim, Smash, muito provavelmente ganhou a chance de ir para o ar por conta do sucesso de Glee. Isso acontece desde sempre. E não há mal nenhum nisso, a questão  é deixar bem claro que essa não é uma série para adolescentes. E muito provavelmente não tem como foco o mercado fonográfico, como acabou acontecendo com Glee. Seria como comparar ER com Grey’s Anatomy que são duas séries que se passam no hospital mas com qualidades e público-alvo completamente diferentes.


O tema central é a montagem para Broadway de uma peça sobre a vida de Marilyn Monroe. No centro da história está Julia Houston (Debra Messing, Will & Grace), que decide escrever a peça em parceria com o amigo Tom Levitt (Christian Borle), que fica a cargo de compor as músicas. Os dois não são iniciantes na Broadway, isso fica claro desde o início. Julia inclusive estava decidida a dar um tempo na vida profissional e adotar uma criança mas decide que conseguirá fazer as duas coisas. Provavelmente esse será o conflito principal da personagem. A produtora do espetáculo será Eileen Rand (Anjelica Huston, acredito que dispense maiores apresentações) que está no meio de um processo de divórcio. Ela decide convidar Derek Wills (Jack Davenport, Coupling) para dirigir o espetáculo contrariando a vontade de Tom que o odeia.


No meio disso tudo temos as duas candidatas ao papel principal: Karen Cartwright (a finalista do American Idol Katharine McPhee) e Ivy Lynn (Megan Hilty). Uma das grandes sacadas é acompanharmos quem vai ser a escolhida. Durante todo piloto, me vi envolvida e sem conseguir decidir por quem torcer. O legal, pelo menos até aqui, é que nenhuma das personagens se mostrou odiosa. As duas têm talento e uma vida que gera a simpatia do público.

Karen é a menina doce, que ainda está bem no início da sua carreira, possui uma certa inocência mas não é burra e sabe onde está pisando (como fica claro na cena dela sozinha com Derek). Ivy é um pouco mais velha, tem experiência na Broadway mas nunca teve um papel de destaque, e conta com o apoio de Tom.

Nas cenas dos próximos episódios mostram um pouco do que teremos pela frente, fica claro que haverá bastante conflitos dentro e fora da produção e que a decisão por quem estrelará a peça não será tão simples. É interessante quando Tom diz que Ivy é perfeita para o papel porque além do talento, ela tem a semelhança física com a Marylin. Enquanto vemos cenas de outros personagens defendendo a escolha de Karen por ela “ser” uma estrela.

Não entendo muito de musical. Meu conhecimento da Broadway vem de produções como All Tha Jazz, Cabaret, enfim, vem de filmes. E algumas coisas que li sobre assunto. Mesmo assim o episódio prendeu minha atenção e despertou minha curiosidade. Acredito que vale a pena acompanhar.

Memória – SOS Malibu: sol, férias e seriados

Data/Hora 17/01/2012, 20:58. Autor
Categorias Memória

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Muito calor, temperaturas elevadas… chegou o verão. E para muita gente esse é também um período de férias. Aí, fica até fácil adivinhar o resultado dessa combinação: praia!

Mas se você, assim como eu, não vai chegar nem perto de praia nessa temporada e vai passar o verão na saudade, então, temos uma sugestão: Baywatch, conhecida no Brasil por SOS Malibu, uma série com cenário praiano de outros “verões” que pode tornar suas férias mais divertidas.

Era uma vez…

Mitch Buchannon (David Hasselhoff) é o chefe da equipe de salva-vidas de uma praia da Califórnia, nos EUA. Divorciado e pai do adolescente Hobie Buchannon (Brandon Call /Jeremy Jackson), Mitch é responsável e corajoso. Sua equipe conta com a novata Shauni McClain (Erika Eleniak) e a experiente Jill Riley (Shawn Weatherly). Entre aventuras, romances e resgates, eles promovem campanhas, trabalham e se tornam amigos.

Jill sofre um ataque de tubarão e morre. Shauni se casa com o colega de trabalho Eddie Kramer (Billy Warlock) e os dois se mudam para a Austrália. E Mitch tem que lidar com a nova chefe dos salva-vidas, Stephanie Holden (Alexandra Paul). Depois de várias rixas e disputas de egos, os dois se apaixonam e… descobre-se que ela já que era casada!

Stephanie mora com outras duas salva-vidas, a irmã Caroline Holden (Yasmine Bleeth) e a amiga C.J. Parker (Pamela Anderson).
O namorado de C.J., também salva-vidas, Matt Brody (David Charvet) é acusado de assédio sexual pela colega de profissão, Neely Capshaw (Heather Campbell /Gena Lee Nolin), que depois de ser rejeitada pelo rapaz resolve inventar a acusação para se vingar. Após descobrirem a verdade e Matt ser inocentado, ele decide ir embora.

Enquanto lidam com os problemas pessoais, essa galera tem a sorte de trabalhar em um cenário paradisíaco e só têm que salvar uns banhistas de afogamentos, tubarões, tempestades, evitar suicídios e outras coisinhas mais.

No entanto, eles não conseguem salvar Stephanie, que morre atingida pelo mastro de um navio em alto mar. A morte da irmã deixa Caroline muito abalada, o que a leva a desistir da profissão para realizar seu sonho de se tornar atriz.

Mitch se casa com Neely. Alguns vão embora e outros chegam para substituí-los na tarefa de salvar vidas na praia de Malibu.

…e então…

SOS Malibu, estreou em 1989 e foi uma série de grande sucesso da década de 90. O seriado chegou a ser exibido em mais de 140 países e bateu recordes de audiência. Depois de 10 anos a série mudou de cenário e outras duas temporadas foram produzidas no Havaí (Baywatch Hawaii). O show chegou ao final em 2001, mas os fãs puderem rever seus personagens preferidos no filme Baywatch: Hawaiian Wedding, de 2003.

Sim, corpos sarados em traje de banho correndo pela praia em direção ao mar são a marca registrada do seriado. No entanto, temos que admitir que a série também retratava questões ambientais, de proteção aos animais e etc, e não podemos negar que SOS Malibu foi original, não é verdade? Para mim conta muito a característica despretensiosa da série.

Enfim, invada essa praia/seriado ou busque outra no oceano de séries e sinta-se de férias em um belo verão … infinito.

Gossip Girl – The End of The Affair?

Data/Hora 17/01/2012, 19:16. Autor
Categorias Reviews

Olá pessoal! As reviews de Gossip Girl estão de volta ao TeleSéries. Espero que vocês curtam a novidade. E antes de falar de The End of The Affair?, vamos relembrar um pouquinho da 5ª temporada?

A temporada atual tem sido marcada por acontecimentos importantes, como o retorno de Charlie para Nova Iorque, depois de ter sido encontrada por Serena em Hollywood; a autonomia finalmente conquistada por Nate perante sua família; o lançamento do livro de Dan, no qual ele expõe toda a vida dos amigos; o drama de Chuck na busca pelo retorno de seus sentimentos; a parceria de Nate e Serena para destruir a Gossip Girl; a gravidez de Blair; e o casamento dela com Louis.

Em Riding In Town Cars With Boys, último episódio antes da pausa para as festas de final de ano, a reaproximação de Chuck e Blair – tão esperada pelos fãs do casal – finalmente ocorreu. Eles resolveram enfrentar todas as consequências juntos, e Chuck inclusive aceitou criar como seu o filho do príncipe Louis. Quando as coisas pareciam finalmente se acertar para Queen B. e Chuck e os dois fugiam dos paparazzis presentes na festa de apresentação de Charlie para a sociedade nova-iorquina, o carro em que estavam se envolveu em um acidente. E foi esse o gancho usado pelos roteiristas para segurar o interesse dos telespectadores durante o hiatus. Sabia-se que após a confusão Charlie foi embora, sem dar maiores explicações, e que Blair estava bem, mas a situação de Chuck parecia crítica. Nada além disso.

Para acabar logo com a apreensão dos telespectadores, The End of The Affair? começou com o encontro de Chuck e Louis, o que deu o pontapé inicial para a principal trama que se desenvolveu no episódio: o segredo de Blair. Desde o acidente ela se afastou dos amigos e de Chuck, e ninguém sabe o porquê, apenas Dan, que tem acompanhado a amiga e auxiliado a superar os traumas do acidente. Neste ponto do episódio surge novamente a parceria Chuck – Louis, que se unem para tentar entender o que está acontecendo com B.

Este episódio reforçou os laços de amizade entre Blair e Dan, com o lonely boy aparentemente superando os sentimentos por Blair e se dispondo a ser um ombro amigo e também confidente da garota, escondendo o segredo dela, mesmo tendo que se meter em encrencas para isso.

No episódio também houve também a reaproximação de Dan e Serena. As reaproximações deles, ultimamente, aconteciam sem motivos aparentes. Desta vez, a trama ficou bem construída, fazendo com que a proximidade dos dois fizesse sentido e surgisse de forma natural, sendo coroada com o beijo da meia noite e com o diálogo dos dois se propondo a manter o namoro de aparências por mais algum tempo, como forma de ajudar Blair. Mesmo sendo uma situação forçada, o clima entre os dois está leve, o que deve facilitar o envolvimento e a retomada do relacionamento dos dois.

Apesar do afastamento súbito de Blair, Serena se mostrou compreensiva com a dor da amiga e sua atitude de confiar em Blair mostra que a amizade das duas é sim o ponto forte da trama, resistindo sempre, apesar das turbulências que a relação já enfrentou inúmeras vezes.

Mas, para mim, os flashbacks foram o ponto forte do episódio. Foram eles os responsáveis pela revelação do segredo de Blair e também por momentos de grande emoção, que mostraram o sofrimento de Blair por ter perdido o bebê e Chuck, quando tudo parecia finalmente se estabilizar. Ela realmente acreditava que eles poderiam ficar juntos, e a situação retrocedeu novamente. Tive muita pena da Queen B em The End of The Affair?.

Nos próximos episódios acredito a trama principal pode se deslocar para Serena-Dan e a volta do relacionamento dos dois. Além disso, creio também no crescimento de Nate, que se propôs a investigar o acidente que quase vitimou os amigos e acabou descobrindo que, na verdade, quem devia estar no carro era ele. Outra que vai voltar com força total é a Gossip Girl – sua queda durou menos de um episódio -, já que ela tem informações importantes para Nate. Por fim, achou que a localização da verdadeira Charlie Rhodes por Lily também deve movimentar os próximos de Gossip Girl.

Semana que vem vai ao ar Father and the Bride. Será que o episódio irá preparar bem o clima pra um 100° daqueles? Eu aposto que sim! Até lá.

As Primeiras Impressões de ‘Are You There, Chelsea?’

Data/Hora 17/01/2012, 16:24. Autor
Categorias Opinião, Preview

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Quem conhece a comediante e apresentadora Chelsea Handler sabe que uma série baseada em suas aventuras juvenis não poderia deixar de fora muito sarcasmo, situações estranhas e piadas politicamente incorretas, além e claro, muita bebida. E foi justamente pela soma de todos esses ingredientes que resolvi assistir ao piloto de Are You There, Chelsea?

Ter a Laura Prepon fazendo o papel principal da série realmente foi um acerto sem tamanho, principalmente com a própria Chelsea interpretando a sua antagonista e irmã Sloan. Não via a Laura desde a época do That 70’s Show, ainda sinto uma vibração da Donna no ar, mas mesmo assim posso me acostumar bem rápido com seu tipo de humor, no mínimo corajoso. Mas ainda não é a Chelsea…

Inspirado no livro escrito por Handler Are You There, Vodka? It’s Me, Chelsea, não traz nada de muito extraordinário para a televisão, mas temos que tirar ao chapéu quando se conseguem fazer piadas desse tipo sem se tornar (extremamente ofensivo). Ao menos, a NBC conseguiu reunir um elenco competente, sem grandes estrelas mas cheio de promessas de boas risadas. Destaque para a Lauren Lapkus que interpreta a Dee Dee e a participação da Dot-Marie Jones, o ponto alto do episódio de estreia.

O show tem uma vibração de 2 Broke Girls e It’s Always Sunny in Philadelphia, mas não alcança o patamar de qualidade dos críticos mais refinados. Se o público irá assisti-lo semanalmente? Ainda não sei, mas se você tiver em casa, sem nada para fazer e quiser de situações que talvez até você duvide. Gosto da Chelsea, mas ainda não encontrei ela na série.

The Vampire Diaries – Our Town

Data/Hora 17/01/2012, 10:27. Autor
Categorias Reviews

Série: The Vampire Diaries
Episódios: Our Town
Temporada: 
Número do Episódio: 3×11
Data de Exibição nos EUA: 12/01/2012

Já estamos no segundo episódio pós-hiatus de The Vampire Diaries, e depois dessa pausa que a série deu, ela voltou meio fraquinha. Está certo que teve o tal (e tão esperado) beijo Delena, mas além de ele nem ter sido lá essas coisas, só o fora que a Elena deu no Damon já anula toda a felicidade da coisa. Mas enfim, vamos por partes.

Pelo menos o episódio começou com todos fazendo coisas úteis: Damon (todo feliz e se achando o ser mais irresistível do mundo por ter beijado a fulaninha) e Stefan se preparando para irem até a casa mal-assombrada das bruxas, Elena malhando para ficar mais forte e ser menos donzela em perigo e Bonnie tentando abrir o caixão misterioso que ninguém consegue abrir nem com bomba atômica. E detalhe: todo mundo fazendo isso mega cedo. Em que mundo os adolescentes acordam horas antes do necessário, isso eu não sei.

Enfim, depois de uma manhã produtiva, foi todo mundo para o colégio, o que é um milagre, já que com tantos problemas e dramas na série, o fato de que os personagens jovens precisam estudar foi praticamente deixado de lado. Então Elena conta para Bonnie que vai mandar o irmão para longe, Bonnie procura Jeremy mesmo tendo chutado o garoto e Tyler (ainda em cima do muro) resolve procurar a Caroline para desejar feliz aniversário na maior cara de pau. Resumindo: a parte jovem do seriado tira uns minutos para cuidarem dos próprios dramas ao invés de salvar o mundo.

E mesmo no meio dessa tensão toda, nada melhor do que uma festinha para entreter a cidade (como sempre), tendo como tema algo ligado aos fundadores, pra variar. Mas nessa festa o tédio tomaria conta do ambiente se não fosse Meredith dar as caras por lá, e mesmo a tal ainda não tendo nenhum propósito claro ali,  já revelou que sabe sobre a vampirada e ficou bem amiguinha do Alaric. Ou seja, enquanto o professor aproveitava a companhia da nova moradora da cidade, Damon teve que lidar sozinho com Klaus, que agora está amiguinho até do Conselho caça-vampiros da cidade.

Como é aniversário da Caroline e a festa que está rolando na cidade não promete grandes coisas, Bonnie, Elena e Matt (que milagrosamente dá as caras no seriado, mesmo ele não tendo nenhuma função verdadeiramente útil) resolvem fazer algo para a vampira. Já que a loirinha está tecnicamente morta, eles têm a idéia brilhante de todos irem para o cemitério da cidade e fazerem a festança lá mesmo, com direito até a bolo confeitado, tudo na maior “alegria”. Tudo continuaria indo estranhamente bem e chato (porque as coisas ficam chatas quando não tem uma confusão, é claro), se não fosse Tyler entrar de penetra na festinha e Caroline aceitar acompanhá-lo até a floresta. Agora eu não sei o que foi pior: se foi a Caroline ir ter uma conversinha particular com o Tyler mesmo sabendo que ele é perigoso ou se foi Elena e Matt irem sozinhos procurar pela vampira, já que ela estava demorando para voltar. O fato é que tudo acabou dando errado: Tyler mordeu a ex-namoradinha e Stefan também deu as caras na festança somente para seqüestrar a Elena.

Sinceramente, estou começando a me surpreender com a maldade do Stefânio, e não sei até que ponto ela irá antes de ele se tocar e parar com tudo isso. Sim, eu ainda acho que ele vai se tocar, afinal ele e a Elena eram o casalzinho principal da coisa, né… Então é pouco provável que destruam o casal principal de vez. O problema é que enquanto ele não se toca vai continuar fazendo barbaridades como essa, de tentar transformar a Elena em vampira só para persuadir o Klaus a tirar o povo híbrido da cidade. De fato, dá certo. Mas como conseqüência tivemos mais uma daquelas cenas de 5 minutos da Elena chorando e lamentando todas as desgraças da vida dela.

Em meio à pequena confusão Stefan/Elena, Matt acha Caroline e a leva para casa. A pobre teria morrido se não fosse Klaus resolver fazer uma boa ação e ir até a casa da moça para salvá-la. Está certo de que dá para desconfiar de qualquer manifestação de bondade do Klaus, mas não podemos negar que foi lindo o momento de ele falando com a Caroline e tal. Subiu em meu conceito… Principalmente após ele dar aquela pulseira para a Carol, compensando a bijouteria barata que o Tyler deu. Mas será que vai rolar um clima, afinal? Seria estranho, mas interessante.

E para encerrar o episódio, não podia faltar o momento Delena. Os dois não se falaram o episódio todo, e no final, quando finalmente se encontraram e despertaram as expectativas de todo mundo (ou pelo menos de quem torce para que os dois fiquem juntos), a Elena dá um fora educado no Damon e fica por isso mesmo. Nenhum beijo a força, nenhum surto do Damon, nem nada. Tudo praticamente sem graça. Conhecem aquela frase “Bom demais pra ser verdade”? Pois é. Mais um motivo para eu ainda apostar minhas fichas em alguma “redenção” do Stefan.

P. S.: [1]: E que episódio bobo foi esse, não? Tsc, tsc…

P. S. [2]: O que foi esse clima de “funeral” no episódio? Sério, só gente louca fica feliz em falar o que estaria escrito na própria lápide e comemorar isso numa boa. Aff, Elena e Caroline!

P. S.: [3]: Pelo menos eu não estava toda errada sobre a Meredith. Acho que ela vai imitar o livro e realmente ficar com o Alaric. A questão é saber se ela não é mais uma encrenca na cidade.

P. S.: [4]: E não, eu não me esqueci de comentar aquela morte esquisita no final do episódio. Mas ela ficou tão sem sentido que ainda não dá pra dizer nada. Só espero que não tenham inventado mais alguma criatura esquisita por aí ou algo assim.

Vídeo – Once Upon a Time – Promo legendada do episódio 1×10: 7:15 A.M.

Data/Hora 16/01/2012, 18:36. Autor
Categorias Notícias, Spoilers

A ABC exibe, no próximo domingo (22/01/2012), nos Estados Unidos, o 10° da temporada de estréia da aclamada Once Upon a Time.

Em 7:15 A.M., um estranho chega à Storybrooke, despertando a atenção de Regina e Emma. E veremos desdobramentos na história entre Snow White/Mary Margaret e Prince Charming/David.

Curioso? Assista o vídeo a seguir, legendado pela equipe Insanos (@inSanosTV) e não deixe de comentar sobre suas expectativas:

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