Mamie Gummer protagonizará ‘First Cut’

Data/Hora 07/03/2012, 12:48. Autor
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Mamie Gummer foi anunciada como a protagonista de First Cut, o novo drama médico da The CW. No seriado, a personagem de Gummer será uma médica em seu primeiro ano de residência, que logo descobrirá que sua nova vida não será mais fácil que a anterior.

Ela se junta à Justin Hartley (Smallville), que interpretará um popular interno da equipe cirúrgica. O “arqueiro verde” fez, recentemente, uma participação em Castle, e em breve vai ao ar sua participação em Hart of Dixie.

Vale lembrar que Gummer, filha da consagrada atriz Meryl Streep, interpretou uma médica no drama da ABC, Off the Map, na última Fall Season.

Com informações do TV Fanatic.

The CW anuncia três novos reality shows

Data/Hora 06/03/2012, 13:05. Autor
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A The CW anunciou três novos reality shows para o verão estadunidense.

The Star Next Door, o show musical, será estrelado por Queen Latifah. A estrela do hip-hop também ficará com a produção executiva do show, junto com Dave Broome (The Biggest Loser). No reality, Queen partirá em uma busca nacional por artistas desconhecidos à beira do estrelato. Já foram anunciados, como mentores, Gloria Estefan e John Rich. Eles viajarão para diversas cidades, e, participando da vida dos cantores, irão prepará-los para a possibilidade de representar a sua cidade natal no palco, ao vivo, na frente da audiência.

Outro reality será  Breaking Pointe, sobre o mundo competitivo do balé. Serão retratados os bastidores da Ballet West (Salt Lake City, Utah), uma das equipes mais competitivas de balé, dos EUA. A produção do show ficará a cargo da BBC Worldwide Productions, através de Kate Shepherd (Big Brother: According to Russell Brand) e Bill Langworthy (The City).

Por fim, foi anunciado Catalina, no qual será exibida a rotina de funcionários e convidados no The Catalina, hotel do sul de Miami. A série mostrará a família disfuncional que é criada pelos funcionários, cuja rotina é agitada por uma vida noturna mais quente do que as praias inundadas pelo sol. A produção da série é da Bischoff Hervey Entertainment, através dos executivos Eric Bischoff e Jason Hervey, ambos responsáveis por iMPACT Wrestling e Confessions of a Teen Idol.

O anúncio dos três novos shows originais vem ao encontro do desejo de Mark Pedowitz, o presidente da The CW, de aumentar o número de horas de programação original.

As produções se juntarão ao já anunciado OH SIT!, o novo game show da The CW. OH SIT! é de criação e produção executiva de Phil Gurin (The Singing Bee, Shark Tank, The Weakest Link), Richard Joel and Deena Dill. A produção ficará a cargo da The Gurin Company e da 405 Productions.

Maiores informações, assim como as datas de estréia, serão anunciadas futuramente.

Com informações do TV Overmind e do TV By The Numbers.

Fox anuncia o cancelamento de Terra Nova

Data/Hora 06/03/2012, 12:50. Autor
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A Fox anunciou que não exibirá a 2ª temporada do drama de ficção científica Terra Nova. Apesar de ter um rating razoável e uma audiência considerável, a produção de Steven Spielberg não superou as expectativas do canal norte-americano.

Mas, aos fãs da atração, ainda resta esperança. O estúdio Twentieth Century Fox Television, responsável pela produção da série, anunciou que tentará negociar o show com outros canais, como o Syfy.

Com informações do TV By The Numbers.

Destaques da Semana – Brasil – 5/3 a 11/3

Data/Hora 05/03/2012, 10:02. Autor
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Viram Homeland no domingo? Gostaram? Pois vem mais por aí. Março será um mês cheio de estreias. Sintonize nas notícias e na coluna Destaques do TeleSéries e não perca nada!

Segunda, 5/3

Blue Bloods - Mercy
E começou o ano no Liv (cá entre nós, só nos enrolaram em janeiro e fevereiro)! Nesta segunda-feira, às 22h, estreia a segunda temporada de Blue Bloods. Em Mercy, um amigo do prefeito é assassinado e Frank (Tom Selleck) fica sob pressão. E temos dois convidados especiais de renome: os cantores Tony Bennett e Carrie Underwood. E, pra tristeza das fãs do New Kids on the Block, o Donnie Wahlberg não vai cantar com eles – brincadeira! Clique aqui para continuar a leitura »

Alcatraz – Clarence Montgomery

Data/Hora 04/03/2012, 16:12. Autor
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O episódio oito de Alcatraz chegou recheado de respostas e nossas mentes, cansadas de imaginar mil e uma teorias da conspiração, podem relaxar um pouco. No entanto, logo depois podemos voltar ao trabalho porque ficou ainda mais interessante tentar entender o que realmente aconteceu em 21 de março de 1963.

O personagem principal desta vez é Clarence Montgomery, prisioneiro da cela 131, ele é o caso mais interessante dos presos de Alcatraz que voltaram até agora. Montgomery é um ótimo cozinheiro e foi o primeiro afro-americano a ser chefe de cozinha em um clube de campo chique em Tallahassee, capital do estado da Flórida. No clube ele trabalhou seis anos e se apaixonou pela filha do dono. Com esses ingredientes só poderíamos esperar um drama, Montgomery estava planejando fugir com a namorada Ellen Casey e morar em uma casa simples que tinha conseguido comprar. Mas, citando nossa abertura da série: “não foi isso que aconteceu”.

Ellen foi encontrada morta no campo de golfe perto de uma festa onde Montgomery era o cozinheiro. Acontece que o nosso 63’s deste episódio é inocente! Montgomery não matou Ellen. Ficamos sem saber quem de fato cometeu o crime de 1958, o culpado é preso depois que Emerson Hauser entrega uma ficha policial com os dados do verdadeiro assassino para o chefe da polícia local, mas não ficamos conhecendo o assassino nem seus motivos para cometer o crime.

Agora, como e desde quando Hauser sabia quem era o verdadeiro culpado? Parece que tudo foi arranjado para que de algum jeito Montgomery acabasse em Alcatraz 50 anos atrás. Hauser entrega a ficha do verdadeiro assassino para acalmar o chefe da polícia local que quer ficar bem na foto e no momento tinha seus homens inquietos trabalhando na equipe de Hauser (deve ser aquela acionada pelo “bat-fone” vermelho). Eles estavam nervosos porque não aceitavam bem todas as suposições que envolviam trabalhar para Hauser, ou seja, estavam muito confusos, mas enfim, quem não está?

Um aspecto interessante no episódio é o fato de ser o primeiro a tratar dos presos negros. Em Alcatraz, negros e brancos eram separados em áreas de celas diferentes e comiam em refeitórios separados. Montgomery um dia foi convidado pelo misterioso diretor do presídio Warden Edwin James para cozinhar para todos os prisioneiros juntos. Montgomery ficou muito feliz em cozinhar novamente, principalmente a sua especialidade “costeletas de porco”, mas não esperava que o preconceito naquela época gerasse a violência que resultou em muita briga e pouca comida no refeitório.

O caso de Montgomery ainda é mais interessante porque apesar de ser inocente antes de entrar em Alcatraz, descobrimos que depois de passar por um tratamento no presídio ele começa a matar sem entender a razão. E o pior, mata imitando as características do assassinato de Ellen. Faz tudo rigorosamente igual, a não ser por um detalhe: o assassino da sua namorada era canhoto e não sabia manusear uma faca tão bem como Montgomery que era destro. Então, quando crimes muito parecidos voltam a acontecer em São Francisco essas diferenças são rapidamente detectadas pela legista que tem um “affair” com Dr. Diego Soto. Aliás, a cena dos dois marcando um encontro e o jeito da Rebecca Madsen saindo porta a fora deu uma quebra legal no episódio, deveriam ter mais alguns nesse gênero.

Montgomery entrou inocente em Alcatraz, mas o experimento do (agora ainda mais assustador) Dr. Beauregard o transformou em assassino. O médico (que fuma um cigarro atrás do outro e me lembra o “canceroso” do Arquivo X) usou a técnica da psicóloga Dra. Sengupta ao contrário, ou seja, ao invés de tirar memórias ruins dos presos e transformá-los em pessoas que não cometeriam os mesmos erros do passado, Dr. Beauregard coloca Montgomery preso na cadeira de choque utilizada no experimento e mostra imagens do crime de 1958 e do julgamento de Montgomery. Assim, além de matar um colega de presídio enquanto trabalhavam na lavanderia da Rocha, Montgomery volta 50 anos depois e mata mais duas moças muito parecidas com a ex-namorada, imitando todas as características do crime original.

Neste episódio, o trio Hauser – Soto – Rebecca segue trabalhando mais unido e atuando mais próximos uns dos outros, o que enriquece a equipe central do seriado. Com o trabalho dos três foi possível descobrir um amigo de Montogomery da época da Rocha, Emmit Little, atualmente um cadeirante morador de Oakland, o preso #AZ-2410 foi um pequeno gangster do Harlem, era manda chuva do Partido Pantera Negra e foi liberado de Alcatraz em 1961. Até então acreditava que seu amigo cozinheiro tinha sido transferido para Lompoc e morto em 1965, mas nós sabemos que… não foi isso que aconteceu. Montgomery é descoberto se refugiando na casa de Emmit, mas acaba pedindo para que o amigo mate-o antes da polícia prendê-lo com medo do que ele próprio está fazendo depois que saiu de Alcatraz e pulou 50 anos no tempo: ele não consegue parar de matar.

Fiquei cheia de questionamentos depois desse episódio, como por exemplo, o que fizeram com Montgomery em Alcatraz? Foi transformado em um assassino por quê? Dr. Beaugerard agiu escondido da Dra. Sengupta, e por sinal até agora não vimos nenhum preso que tenha ficado bonzinho graças ao tratamento que ela inventou, só vimos um se tornar assassino, como no caso de Montgomery. Outros dois personagens que deram asas a nossa imaginação foram o diretor de Alcatraz James e o vice-diretor E.B. Tiller. O primeiro já foi visto colocando um preso em uma sala assustadora no final do episódio 1X04 – Call Sweeney e em outras tantas situações, mas nesse episódio ficamos sabendo claramente que ele é o responsável pelo sangue retirado dos presos, e o pior, o sangue é recolocado de volta posteriormente e o Dr. Beaugerard questiona James sobre o que é feito com o sangue dos presos antes de ser reinjetado nos mesmos, mas obviamente não obtém resposta, bem, nem nós. Tiller por sua vez é visto várias vezes nesse episódio tratando mal os presos, até que é posto por James a controlar a confusão do refeitório depois da mal sucedida costeleta de porco preparada por Montgomery. Acho que vamos ter alguma história entre esses dois sendo esclarecida até o encerramento da primeira temporada.

No final do episódio Dr. Soto traz suposições interessantes sobre o sangue que era retirado dos presos e como foi que Montgomery se tornou um assassino. Segundo ele, nas prisões da época de Alcatraz era feitos muitos experimentos estranhos envolvendo sífilis, dioxina, LSD e a CiA com o Programa MK-Ultra. Dr. Soto ainda fala que em 1961 em Utah presos tiveram amostras de sangue retiradas deles, misturadas a material radioativo e reinjetadas em seus corpos. Suposição que bate com o que os flashbacks começam a mostrar agora sobre o sangue que era retirado, principalmente de Tommy Madsen. O avô de Rebecca pode ter passado pelo mesmo tratamento de Montgomery e por isso pareceu não se importar em ter sido responsável pela morte do policial, parceiro de Rebecca, cena ainda do episódio piloto. Será que Alcatraz realmente fazia experimentos injetando sangue com material radioativo nos presos? E isso os tornava assassinos? E os que já eram “suficientemente” assassinos?  Temos mais quatro episódios até o final da season para nos tornarmos menos curiosos, ou não.

Parks and Recreation – Campaign Shake-Up

Data/Hora 04/03/2012, 16:06. Autor
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Série: Parks and Recreation
Episódio: Campaign Shake-Up
Temporada: 4ª
Número do episódio: 4×17
Data de exibição nos EUA: 01/03/12

Leslie está em segundo lugar nas pesquisas de voto para a vereadora da cidade de Pawnee. Em primeiro lugar está Bobby Newport, filho de um fabricante magnata da cidade, que sempre teve tudo nas mãos e nunca precisou lutar por nada. Bobby sempre foge dos debates e das entrevistas por não ter nada muito construtivo para dizer e, na última semana, ele demitiu seu chefe de campanha, o que deu a Leslie e a Ben uma vantagem.

Enquanto Bobby está fora do país, Leslie e Ben se encontram com o representante dos idosos da cidade em busca de votos, já que eles são a maioria dos eleitores de uma cidade pequena. Leslie apresenta o projeto de colocar rampa em todos os prédios da cidade, já que isto interessa à terceira idade.

No entanto, o concorrente direto de Leslie contratou uma chefe de campanha diretamente de Washington para administrar sua candidatura, Jennifer Barkley. A novata marcou uma reunião com Leslie e Ben, na qual passou a impressão de ser agradável e não ter fé nenhuma na candidatura de Bobby. Mais tarde, em um programa de TV, ela “acabou” com Leslie e seus cargo no governo.

O representante da terceira idade que havia encontrado com Leslie entregou o jogo deles para Jennifer, que o incrementou e apresentou um projeto ainda melhor: ou invés de rampas, Bobby Newport colocará elevadores na entrada de cada prédio.

Quando Leslie vai tirar satisfação cara a cara com Jennifer, esta lhe diz que concorda com o plano dela, mas, na verdade, ela não liga. Ela não se importa com quem ganha ou perde, ou se é melhor uma rampa ou um elevador. Ela está sendo paga para vencer a eleição, então ela vai vencer a eleição. E, novamente, ela diz isto com o maior sorriso no rosto e uma voz extremamente amigável.

Chris deu a Ron a missão de realizar um projeto do governo sem a Leslie, ou ele teria que contratar um novo funcionário, já que o departamento deveria ter 10 funcionários e tinha apenas 7. O motivo de ter menos funcionários que o necessário era que a Leslie fazia o trabalho de quatro, mas ,com a campanha para vereadora, ela está passando menos tempo no departamento de Parques e Recreação.

Como Ron foge de trabalho, ele deu a incumbência a Ann. O projeto era encontrar uma maneira das pessoas de Pawnee pararem de “usufruir” nos bebedouros da maneira que eles usufruem: colocando a boca na torneira inteira.

Ann pede ajuda de todo o departamento. Cada um contribui com sua ideia, cada uma pior que a outra; menos April, que nunca ajuda em nada mesmo. Mais uma vez, vemos Ann apelando e jogando o livro de April para longe. Raramente vemos Ann perder a paciência com April; mas acontece, e é sempre bem merecido.

Ron fica impressionado com o resultado que Ann alcançou com a equipe, apesar de ter acabado em uma guerra de balões de água, e a convida para tomar o lugar de Leslie no departamento. Ann, no entanto, diz que quem chegou ao resultado final foi April, mas esta não queria que Ron soubesse que ela realmente se importava com alguma coisa. Ann convence Ron a colocar April no lugar de Leslie, mesmo ela sendo um “pé no saco”.

PS1: foi legal ver a talentisíssima Kathryn Hahn em uma sitcom novamente, no papel de Jennifer Barkley. Ainda não me recuperei psicologicamente do cancelamento prematuro de Free Agents. E, pelo jeito que as coisas vão, teremos Kathryn na série por mais alguns episódios.

PS2: Leslie é realmente muito inocente para acreditar que a chefe de campanha de seu adversário faria amizade com ela.

Smash – The Cost of Art

Data/Hora 04/03/2012, 15:55. Autor
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Com direito a Jonas Brothers – tá, foi um brother só, mas eu chamo os três pelo nome do grupo. Igual gente que fala Sandy & Junior, filhos de Chitãozinho e Xororó – e aumento na audiência, Smash continuou mantendo sua qualidade. Talvez o único problema possa ter sido a utilização de um hit entre os números musicais coisa que deixa muita gente irritada. Para mim não influenciou em nada. Nem negativa, nem positivamente.

Ivy: Eu só quero me sentir segura.

Derek: Então volta para o coral. Não há nada seguro em ser uma estrela.

O diálogo acima é um bom resumo do que foi esse episódio. Karen e Ivy precisam lidar com suas inseguranças e em como lidar com a nova posição de cada uma. A primeira está lidando com a oportunidade de finalmente participar de uma montagem da Broadway e a segunda após anos e anos como corista enfrenta a primeira oportunidade como protagonista.

Derek deixou claro no episódio passado que muitas coisas podem mudar até a estréia e parece que a escolha da Ivy não é definitiva. Apostaria que, caso a série continue, veremos as duas revezando no papel. Ivy fisicamente falando é a Marilyn mas Karen, como fizeram questão de mostrar, apesar de mais “verde” para o papel se bem treinada poderia surpreender. Não é coincidência sempre alguém frisar que ela é uma estrela.

Outro ponto interessante foi mostrar que a rivalidade não se resume apenas as duas protagonistas. Karen teve que enfrentar a rivalidade e o preconceito dos seus companheiros de coral. E ao mesmo tempo se adaptar a realidade que ela precisa aprender a ser mais “invisível”.

Ivy além do comportamento de diva demonstrou uma insegurança que pode vir a ser preocupante. Ao mesmo tempo que chegou a posição que sempre sonhou está enfrentando dificuldades de lidar com sua nova posição. Além de estar incomodada demais com Karen. O relacionamento dela com Derek também parece estar a prejudicando mais que ajudando.

Eileen continua precisando de dinheiro para conseguir bancar o workshop e para complicar os bens que ela possui com o futuro ex-marido estão bloqueados. Ela tenta vender um quadro valioso mas como está no nome do ex, ela não consegue. Aí é que entra o Jonas Brothers na história. Nick Jonas faz o papel de Lyle West, ator que chegou ao estrelato pelas mãos de Derek, Tom e Eileen. Ela tem a ideia de vender o quadro para ele. Aparentemente teve sucesso mas como não vemos a conclusão da transação resta esperar o próximo episódio.

Tom, Julia e Ellis não tiveram tanto destaque nesse episódio. Sabemos que ela continua tendo que lidar com a presença de Michael e a atração que parece não ter desaparecido. Tom teve um encontro arranjado pela mãe que surpreendentemente parece ter dado certo. E Ellis está ali sendo chato a cada segundo que aparece.

Os musicais desse episódio mantiveram a qualidade de sempre e até mesmo Karen e os novos amigos cantando Adele foi bem feitinho. Fica a critério de cada um se vale ou não colocar música pop dentro da história. Para mim acontecendo muito de vez em quando e com o propósito de mostrar as pessoas fora do ambiente do teatro, não me incomoda mas não gostaria que isso virasse recorrente.

E eu preciso dizer que gostei muito da Karen nesse episódio. O desabafo dela ao perceber que Ivy estava a boicotando foi excelente. E mesmo que ainda acreditando – a não ser que Derek fale com todas as letras o contrário – que Ivy estar transando com o diretor tenha influenciado na escolha, compreendo que todo mundo pense o contrário. E isso é mais uma coisa que Ivy precisará lidar. Porque ela mesma tem dúvidas. Isso fica claro com a insegurança dela.

ENTREVISTA – A atriz Morena Baccarin fala sobre ‘Homeland’, sua carreira e planos para o futuro

Data/Hora 04/03/2012, 14:30. Autor
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Morena Baccarin, 32 anos, carioca, atriz. Com mais de uma década de carreira, a brasileira é conhecida mundo a fora por papeis em séries de ficção científica como Firefly, Stargate G1 V. Ela veio ao Brasil divulgar o seu trabalho mais recente na televisão americana, o drama sobre terrorismo da Showtime intitulado Homeland, que estreia hoje (4 de março) no Brasil pelo canal FX.

Em uma entrevista coletiva em São Paulo, Morena falou sobre a sua vida nos Estados Unidos, projetos para o cinema e a possibilidade de um dia trabalhar no Brasil. Confira também uma retrospectiva na carreira da atriz e curiosidades da série Homeland. 

– Você vem de papeis marcantes de ficção científica. Quando surgiu a proposta para Homeland, você estava procurando algo fora do gênero?

Morena Baccarin – Foi o papel certo na hora certa. Quando eu soube do V ter sido infelizmente cancelado, eu estava procurando algo novo para eu fazer e surgiu Homeland. Eu li o texto e amei. Achei uma história muito forte e adorei o personagem. Como era bem diferente da Anna (V), achei que seria legal fazer um papel completamente diferente.

– Por causa da série, você teve algum contato com alguém que voltou da guerra do Iraque ou do Afeganistão. Por morar nos Estados Unidos, você ficou com algum tipo de paranoia em relação ao terrorismo?

MB- Na verdade eu entrei no seriado um pouco tarde. Eles tinha outra atriz fazendo o meu personagem e não deu certo, então eu entrei de última hora. Eu tive só uma semana para preparar o personagem, então foi um corrida, não deu tempo de sentar com uma pessoa. Mas eu pesquisei na internet grupos de apoio online para mulheres que são casadas com militares, li blogs para saber como elas ficam emocionalmente quando eles vão e quando eles voltam – se eles ficam diferente, mudados, são outra pessoa, com trauma… e esse lado da paranoia foi uma coisa que eu vivi, eu estava em Nova York no 11 de setembro e foi uma coisa que afetou muita gente e foi também um lance muito bom porque juntou as pessoas, acordou o americano. Não que foi “bom”, mas de certo modo mostrou que eles estão vulneráveis ao perigo. Mas com um tempo a cidade de juntou e o medo foi passando e você tinha que pensar que era preciso viver o dia-a-dia sem ter medo porque senão os terroristas ganham.

– O tema de Homeland é um pouco fora da realidade brasileira. O que você espera da receptividade do público aqui no Brasil e no resto do mundo?

MB – Acho que o tema do terrorismo é um tema que afeta muitos países do mundo, mesmo os países que não estão sendo atacados. Acho também que a série toca em pontos que são importantes, coisas de família, de espionagem e o papel da Claire Danes que é bipolar. E o programa está muito bem internacionalmente, é o programa número um na Austrália.

– O que você acha da sua personagem ter traído o marido?

MB – Ela esperou seis anos por ele, e criou os filhos, chega um momento que você tem que seguir… não tem como botar a culpa nela.

– Como está o planejamento para a produção da segunda temporada? 

MB – A segunda temporada eu começo a gravar em maio na Carolina do Norte, onde a gente filmou a primeira. Dessa vez também vamos filmar em Israel. Não tenho muita informação, porque eles não falam absolutamente nada. Sei que não vamos começar de onde terminamos na primeira, vai passar um ano ou dois.

– Vocês já sabia quem era o Brody desde o começo da temporada? Quais as suas reações ao roteiro?

MB – Eu sabia como atriz, lendo o roteiro e pelos escritores, mas a minha personagem não sabia de nada. Ela não sabe muito tempo, fica mais em casa e tenta conectar como pessoa como marido… chegando no final da temporada eles mostram bastante e há sempre o suspense que faz a gente se perguntar para que lado ele vai… se é para o lado mau ou não.

– O que você achou da cena do Piloto na qual a sua personagem é violentada pelo marido?

MB – Conversei muito com os diretores e entendi o que eles queriam. É um lado da relação que não é mostrada, de um militar que passa muito tempo sem ver a mulher e ainda conserva aquele lado “animal”. Um dos escritores nossos ele é da Inglaterra e ele foi soldado também e ele falou é difícil reconectar com seus sentimentos. Se a cena fosse demais, ia virar uma outra coisa, mas a cena serviu para mostrar que os dois são fortes mas ao mesmo tempo estão sozinhos.

Homeland é um mistério que se resolve em torno do agente Brody. Você acha que a série tem fôlego para aguentar segurar esse mistério por muito tempo?

MB – Aqui [no Brasil] ainda não chegou ao final da temporada, mas posso dizer que a série não se segura e quando chega ao fim não é uma coisa frustrante. A série não fica naquilo de ele é ou não é terrorista, mas eu acho realmente que não é um seriado que vá durar muito tempo. Agora vamos ver para que lado eles vão levar… aposto em uns três, talvez cinco anos.

– Como é a sensação de trabalhar em uma série premiada e como é fazer o papel de mãe?

MB – Eu tive muito orgulho do programa ganhar e foi no primeiro ano, era algo que não esperávamos. A Claire Danes estava muito nervosa e ficamos muito feliz dela ter ganho, ela está muito boa no papel, ela trabalha tão duro. E ser mãe? Eu estou adorando. O bom é que no final do dia eles vão para a casa deles e eu vou para a minha. (Risos) Eles são muito divertidos e fazemos muitas brincadeiras no set, e é uma parte diferente de mim que estou interpretando.

– Você vai fazer uma participação em The Good Wife. Como foi gravar a série, como é seu personagem e seu contato com o elenco?

MB – É um dos meus programas preferidos. Sou obcecada por essa série.  Assisto todo domingo. Então foi um sonho fazer uma participação e eles foram super legais. Adorei trabalhar com a Julianna Margulies e eu trabalhei muito com o Dylan Baker. Meu personagem trabalhou na empresa dele antes do personagem dele ir para a prisão e aí ela aparece e processa ele por assédio sexual – o que ele nega, mas ela tem um filho com ele. Fica difícil de mentir assim, né? (risos)

– Qual a importância do Joss Wedon e do Serenity na sua vida?

MB –  O Joss Whedon é muito especial para mim, falo com ele até hoje. Ele foi a primeira pessoa com quem trabalhei nos Estados Unidos e eu tive sorte com aquele papel (em Serenity), também havia outra pessoa fazendo o personagem e me colocaram de última hora e foi muito importante para mim.

– Há muita diferença em trabalhar para um emissora a cabo?

MB – Bom, além de falar palavrão, que é muito divertido e eu adoro, você tem mais tempo e mais calma para gravar. A tv a cabo tem mais confiança nos escritores e eles sabem o que estão fazendo, a audiência é mais concentrada e você pode arriscar mais e fazer coisas que você não pode na TV aberta. E é menos tempo de gravação, então eu posso variar de personagens e estou adorando essa parte.

– Surgiu algum convite para trabalhar no Brasil?

MB – Surgiu mas não deu..ainda não deu para encaixar na minha agenda. Estou muito ocupada lá, mas tenho certeza de que um dia vai acontecer.

– Você teria vontade de fazer novela e você assiste algo?

MB – Eu não assisto novela porque não dá tempo e quando eu vim para cá, era o carnaval e eu estava curtindo Angra… Parati. (Risos) Mas eu tenho vontade sim, o único problema é encaixar o tempo na agenda.

– E convite para fazer cinema? Além de Os Vingadores, você tem outros projetos?

MB – Eu vou fazer um filme agora em março chamado Old Days. O escritor e diretor é o Michael Rosenbaum (Lex Luthor de Smallville) e é uma comédia, o que é muito diferente do que eu venho fazendo. É sobre um cara que volta para a sua cidade e se envolve com uma namoradinha da escola que está para se casar. É bem divertida.

Confira a galeria de fotos da entrevista com a Morena Baccarin

– Quando o Rodrigo Santoro participou de Lost foi muito comentado o fato dele ser brasileiro. Você se acha injustiçada por não ter reconhecida assim?

MB – Não sou? (Risos). Tô brincando… acho que é porque ele já tinha uma carreira aqui. Eu não, eu cresci lá nos Estados Unidos, falo inglês sem sotaque, e até agora acho que muita gente nem sabia que eu falava português – mal, mas falo. (Risos).

– O quanto brasileira e o quanto americana você é?

MB – Essa é uma pergunta muito difícil. Eu cresci lá, moro nos Estados Unidos há 25 anos e quando estou lá eu me sinto bem americana. Mas quando venho para cá, algo em mim acorda. Essa coisa do sol, do calor humano, é algo que eu gostaria de levar para lá, mas não sei como. Tem muita coisa que sinto saudade, e eu me sinto realmente partida no meio.

 – Você acha que há um interesse crescente em ter personagens brasileiros na industria de cinema e televisão americana?

MB – Eu já fiz vários testes para personagens brasileiros. Aliás, esse filme que vai sair agora com o Ryan Reynolds, Safe House, a personagem que é francesa era uma brasileira e eu fiz teste para o filme, tive até que fazer sotaque. Eu acho que há um interesse sim, eu estou vendo muito mais em seriados e em filme, eu acho que agora é “chic” ser brasileiro.

Veja alguns vídeos da entrevista com a Morena Baccarin

– Quais são os seriados que você assiste atualmente?

MB – The Good Wife, sou completamente apaixonada por Downtown Abbey, Enlightened com a Laura Dern, Dexter amo… Smash agora.

Curiosidades sobre Homeland

– Morena Baccarin substituiu a atriz Laura Fraser, que gravou o episódio feito para avaliação no papel de Jessica Brody.

– O ator Damian Lewis, que interpreta o Sgt. Nicholas Brody, participou de Band of Brothers, uma série cuja a temática também era a guerra.

– Damian é britânico.

– A personagem de Claire Danes é bipolar. A atriz decidiu que Carrie é bipolar do tipo 1 (alterna estado de euforia e depressão profunda).

– A série é uma adaptação de uma produção israelense.

– O local de gravação é o estado da Carolina do Norte.

– O seriado estreou no mês de setembro, nos 10 anos dos atentados terroristas do 11 de setembro nos Estados Unidos.

Ringer – P.S. You’re An Idiot

Data/Hora 03/03/2012, 12:21. Autor
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Série: Ringer
Episódio: P.S. You’re An Idiot
Temporada:
Número do episódio: 01×15
Data de exibição nos EUA: 28/02/12

Tá, eu sempre defendo Ringer e tal, mas esta semana, infelizmente não tem como escapar. Este episódio foi chatinho de causar dor de cabeça. E pior que não teve nem uma cena de banho da Sarah Michelle Gellar para salvar. E o nome do episódio? Tudo bem que os episódios de Ringer são super engraçados, mas o desta semana subestima a capacidade de inteligência do telespectador: Ps: Você é um Idiota. Só se for de continuar a assistir né? Enfim, vamos aos fatos.

Neste episódio, o núcleo Gossip Girl assumiu de vez a frente. Talvez numa tentativa desesperada de pegar alguma audiência do canal (a quem querem enganar, nem Gossip Girl tem boa audiência), Juliet esteve em uma das tramas principais da história. E de longe a história foi a maior surpresinha. Anteriormente vimos que sua mãe Catherine estava envolvida no golpe contra Andrew, mas agora vimos que ela também havia se tornando amante do Sr. Carptener. Que previsível. É obvio que ela estava de butuque com ele, não tinha duvidas depois do episódio passado. E na proporção que tiraram as cenas de chuveiro da Bridget, colocaram a do Sr. C. Eca. No fim das contas, a mamãe do ano, passou a perna no professor e pegou o dinheiro dele de volta, ameaçando ainda o dito cujo com um vídeo, em que se ele chegar próximo da adolescente, o vídeo vai cair na net. Sinceramente? I daí? Aposto que ele vai mata-la. É a cara de Ringer.

Bridget viveu um dia de princesa, quando Andrew pede Siobhan em casamento mais uma vez. Ela toda boba aceita, claro. Está apaixonado pelo marido da irmã. O negócio é que Bridget esta ficando cada vez mais enrolada. Tão enrolada quanto Siobhan, que acabou de descobrir que terá dois minis shibongas. Exatamente, ela está grávida de gêmeos. Vai ser a mãe do ano, será? Mas o melhor, foi ela descobrir que as crianças são de Andrew. A cara dela foi hilária. Quero ver a cara do paspalho de Henry, quando ele descobrir. Apróposito, este continua sendo o brinquedinho de Shibonga, mandando ele fazer a Bridget de paspalha (o que não é muito dificil). Desta vez, ele  esvazio o escritório de Shiv, e Bridget ficou mais uma vez com a pulga atrás da orelha. Pena que ela nao sai disso.

O episódio desta semana esteve bastante distante da ideia dos outros. E quando digo isso, é que Siobhan e Bridget ficaram meio que de escanteio. Isso tudo porque a Martin/Charles está cada vez mais entorno de mistérios. Malcon descobriu que a companhia esta metida em encrenca e golpes. Primeiramente ele suspeita de que Andrew estaria envolvido por trás disso, logo para depois perceber que Olivia esta por trás. Mas como todos os personagens de Ringer fazem questão de se matricularem na “Escolinha Bridget Kelly para Detetives Idiotas” o tiro sai pela culatra mais uma vez. Isso tudo porque, depois de ser pego em flagrante bisbilhotando o computador da moça, ele é demitido. Sinto muito Malcon, mas foi por nada. Porque, Bridget foi alertar Andrew da traição da sócia, quando este revela: “sou eu que armei”. É, quando eu achava que só as mulheres desta família eram problemáticas, me vem Andrew e me mostra que é um completo louco também. Já não tem mais um personagem que salve nesta série.

Sono. Esta é a palavra que resumo o episódio desta semana de Ringer. Aliás, achei um insulto os produtores nos chamarem de idiota. Ou eles estão dando um alerta, do tipo “Sim, você é um idiota em continuar assistindo Ringer”. Ah, mas que seja, quem mandou colocaram Sarah Michele Gellar como protagonista? Eu vou com Ringer até o fim. Mas com episódios tediosos como o desta semana, é bem difícil. Tanto que a audiência desta semana passou do buraco: 1,15 milhões e 0.7 na Demo. Está correndo um boato de que nos bastidores de Ringer, os atores já procuram outros projetos. Vamos aguardar o anúncio da CW.

One Tree Hill – A Rush of Blood To The Head

Data/Hora 02/03/2012, 19:55. Autor
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Agora a coisa ficou séria de verdade. O que prometia ser um dos episódios mais dramáticos e fortes não só da temporada como da série, cumpriu o seu papel exatamente bem. Não da maneira como agente esperava (E AINDA BEM), mas cumpriu. E não tenho como negar que chorei bastante neste episódio. O criador Mark Schawhn nos tem dado de presente uma temporada final exatamente do jeito que nós queríamos. É incrível a forma como ele me surpreende. Uma temporada final que tinha tudo para ser um fracasso, do jeito que começou, se transformou neste estouro, episódio após episódio. Foi exatamente assim com A Rush of Blood to the Head.

Foi até meio difícil escrever esta Review, pois aconteceu, tanta, mais tanta coisa, que ficava difícil, não falar isso, ou aquilo. Mas vamos lá. Clique aqui para continuar a leitura »

Informações sobre o final de ‘One Tree Hill’

Contém spoilers fortíssimos.

O final dá série One Tree Hill se aproxima e para comemorar o encerramento de 9 temporadas, a The CW exibe um especial de duas horas. Antes de passar o episódio final, a emissora vai mostrar um “episódio especial” no qual o elenco, produção e o criador da série vão relembrar os melhores momentos de One Tree Hill, darem os seus depoimentos sobre como o seriado mudou a vida de cada um em 9 anos de trabalho.

Logo em seguida, o tão aguardado décimo terceiro episódio entítulado One Tree Hill.  Algumas informações animam os fãs. Primeiro: James Lafferty estará lá, portanto, podemos todos respirar aliviados – Nathan não vai mesmo morrer. E outra, teremos um pulo de 5 anos no tempo, então atores estão sendo escolhidos para o papel dos gêmeos Jude e Davis com 6 anos e Lydia com 7. E mais uma coisa, que ano é em Tree Hill? 2015, pelas minhas contas. Bom, sabemos que Hilarie Burton, a Peyton, não retornará. Mas a grande questão é, para que montaram um set que servirá de cenas para o quarto de Peyton? Será que teremos alguma surpresa? É esperar!

Com informaçoes Zap2It.

Matthew Perry volta em comédia para a NBC

A NBC abre as portas novamente para Matthew Perry. O ator deve estrelar a comédia Go On sobre um apresentador de esportes que encontra na terapia o apoio que precisa para superar uma perda. A comédia é uma criação de scott Silveri, amigo de Perry e produtor de Friends  e Joey.

“Scott escreveu um piloto muito engraçado e emocionante,” disse Perry ao Deadline. Apesar de serem amigos por trás das câmeras, Silveri não escreveu o papel pensando em Matthew. “Quando comecei a escrever o personagem, não importava em quem eu estava pensando às 9 da manhã”, disse.

Para compor o elenco de Go On, a atriz Julie White (Law & Order: SVU). Ela será uma viúva que não consegue superar o momento de raiva após perda de seu marido.

O piloto foi escrito pelo próprio Silveri e será dirigido por Todd Holland. Go On é uma produção da Universal TV e se aprovada, deverá entrar na grade da NBC até o final do ano.

Matthew Perry aparece na TV antes disso, fazendo uma participação na série  The Good Wife. 

Com informações do Deadline.

 

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