Modern Family – Leap Day

Data/Hora 12/03/2012, 22:46. Autor
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Vivendo e aprendendo. Desconhecia a tradição de alguns países em comemorar o ano bissexto. Vocês sabiam que inclusive existia uma tradição que no dia 29 de fevereiro as mulheres tinham o direito de pedir um homem em casamento e no caso de recusa ela teria que ganhar algum presente? Na maioria dos casos luvas para esconder as mãos que não receberam um anel de compromisso, tamanha era a humilhação.

Modern Family é uma série contemporânea então, obviamente, não foi essa tradição que nos foi apresentada. Atualmente o dia 29 de fevereiro é usado para você fazer coisas fora do seu habitual, se divertir no dia extra que ganhou. E a melhor sacada dos roteiristas: escolher esse dia para ser o aniversário do Cameron. Digo isso porque ele, ao lado de Gloria, é o personagem mais festeiro e eu sempre pensei porque nunca vimos Cam celebrando seu aniversário. E caso a série dure bastante, daqui a quatro anos teremos mais um episódio especial.

Cameron passou o episódio muito irritado e Mitchell tentando organizar uma festa perfeita para o marido. No final deu certo mas foi tudo perfeito. Toda a irritação de Cam era a dificuldade em aceitar os 40 anos de idade.

A parte que me incomodou um pouco é a velha história que mulheres ficam histéricas durante a TPM. É uma piada velha e recorrente. Mas confesso que ri em alguns momentos. No entanto é sempre bom lembrar que não, nem todas ficam histéricas durante o período, e que a mesma mulher pode ter alguns sintomas num mês e no mês seguinte não sofrer nada. E espalhar esse mito faz com que muitas usem isso como desculpa para tudo.

Falando nela, as cenas que incluem futebol são sempre engraçadas e ao mesmo tempo bem improváveis levando em conta que a seleção da Colômbia não vai bem das pernas desde os tempos de Higuita e Valderrama. A última participação em Copa do Mundo foi em 1998. Não que se a personagem fosse brasileira teria motivo pra ficar trolando o torcedor adversário, né? RISOS

Sempre gosto quando a Gloria começa querendo que o Jay tenha um tipo de comportamento para lembrar que ela se apaixonou, e é feliz com ele, justamente pela maturidade. Caso contrário teria continuado sua relação nada saudável com o pai do Manny.

Foi um episódio bem divertido. Atuações impecáveis como de costume e um texto bem amarrado. Modern Family pode não ser a melhor série de comédia no ar para muitos mas com certeza mantém uma constância e sabe exatamente para que público está se dirigindo. E o resultado disso são Emmys na prateleira.

Smash – Let’s Be Bad

Data/Hora 11/03/2012, 21:15. Autor
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A insegurança de Ivy continua crescendo. Chegar ao ensaio e ver Karen dançando com Derek não ajudou nem um pouco. A sensação que passa é que a aspirante a estrela está incorporando demais a personagem. Para complicar ainda mais, Derek pede que Karen a ajude a acertar o tom da canção. Gosto que os roteiristas não nos deixam esquecer em nenhum momento o ponto forte de cada personagem e que a decisão foi apertada porque ambas tem talento.

Eileen perdeu seu assistente para o ex-marido e encontra um Ellis disposto a ajudá-la. Isso vai dar errado ou vai dar totalmente errado? Porque se tem alguém que não merece confiança é o Ellis. Prevejo problema bem rápido nessa nova “parceria”.

Karen também precisa lidar com insegurança, mas no caso dela tem a ver com Dev. Confesso que também acho que a companheira de trabalho do rapaz parece muito solicita. Porém gostei que em nenhum momento Karen criou barraco e no final ainda conseguiu a informação que o namorado tanto precisava.

Julia, oh, Julia. Fuja para as montanhas porque sua vida provavelmente vai virar de cabeça para baixo, e não demora muito. Toda essa insistência de Michael em se encontrar com Julia realmente me irritou, mas a química entre os atores é muito boa. Só perdem para a química entre Davenport e McPhee.

Voltando a Julia e Michael é óbvio que em algum momento o filho dela iria descobrir sobre o caso dos dois. No momento que Michael desiste de entrar no carro eu pensei: os dois irão se beijar e o moleque vai estar na janela. Batata! Não estou gostando muito dos rumos até porque o ator que interpreta Leo é muito fraco. Não acho que ele dará conta do “drama” que poderá surgir dessa história.

Quando Michael apareceu a primeira vez acreditava que ele e Julia lutariam contra as lembranças do passado mas agora começo a desconfiar que Michael vai usar o antigo romance para infernizar a vida dela de alguma maneira. Estou achando todas as atitudes dele um tanto quanto “assustadoras”. Honestamente esse lado da história não me interessa e pode até prejudicar a minha relação com a série.

Já a “batalha” entre Ivy e Karen é bem interessante de acompanhar. Ivy no início parecia ter nascido para o papel justamente por sua experiência, além do porte físico, mas Karen vem demonstrando um crescimento que começo a questionar quem realmente é a melhor. Igualzinho no piloto quando eu não sabia para quem torcer. Adoraria que esse clima continuasse para sempre.

Alcatraz – The Ames Brothers e Sonny Burnett

Data/Hora 10/03/2012, 22:51. Autor
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Alcatraz está dando trabalho para quem acompanha a série, muitos mistérios para serem desvendados e uma história que fica difícil de entender com tantos pontos vagos. Eu continuo achando interessante, mas isso fica longe de estar empolgada. Acredito que o desfecho dessa temporada vai ser essencial para conseguir dar um diagnóstico definitivo para a nova história de J. J. Abrams e também para Alcatraz mostrar se tem gás para continuar, já que as baixas audiências registradas nos Estados Unidos não devem estar empolgando a FOX. A estreia americana de Alcatraz  bateu recorde de audiência, chegou a dez milhões de telespectadores e se tornou a melhor estreia de série dramática no canal americano. No entanto, o sétimo episódio teve audiência somente em torno dos seis milhões de telespectadores, uma queda representativa.

Episódios (Esclarecimento)

Partindo para os últimos episódios da 1ª temporada, para dificultar ainda mais um pouco o entendimento da série, a FOX americana fez o favor de trocar a ordem de exibição de alguns episódios. Como seguimos aqui o calendário americano acho bom fazer um esclarecimento. Se você está acompanhando a série através dos sites brasileiros de download provavelmente está indo na ordem que acabamos seguindo aqui no TeleSéries e assistiu o episódio 1X08, Clarence Montgomery, na semana passada. Acontece que segunda-feira, dia 27 de fevereiro, quando deveria ir ao ar esse episódio a FOX acabou cancelando Alcatraz para passar a corrida da Nascar, de Daytona Beach. O Twitter oficial da série, após divulgar a exibição normal do episódio naquele dia, informou o seu cancelamento e também a exibição dupla dos episódios 1X09 – The Ames Brothers e 1X10 – Sonny Burnett na segunda seguinte, dia 5 de março. O episódio 1X08, Clarence Montgomery, só passa na TV americana dia 12 de março. Apesar disso o episódio foi disponibilizado semana passada para download através do iTunes, nos Estados Unidos. Então eu recomendo que você tente seguir a ordem originalmente correta como está a ordem dos reviews aqui no site, já que a continuidade original nos confunde mais que o suficiente. Não sei como vai ser a exibição pela a Warner Channel no Brasil, eles estão ainda no episódio 1X06, Paxton Petty, mas acredito que devem seguir a ordem original.

The Ames Brothers

Dando valor à ordem correta dos fatores, vamos seguir com o episódio 1X09 que nos apresenta os Ames Brothers (podia ser um nome de banda), que vem logo com três 63’s voltando de uma vez. Os irmãos Herman Ames e Edward “Pinky” Ames* são assaltantes de bancos à procura de ouro e voltam em 2012 junto com o guarda corrupto que auxilia os dois, Donovan . O Não-Se-Sabe-Quem (sim, me inspirei em Harry Potter), responsável por organizar a volta dos desaparecidos de Alcatraz envia ao mesmo tempo o trio que foi responsável por uma das mais audaciosas fugas do presídio, isso segundo o próprio diretor misterioso Warden Edwin James**.

O flashback do episódio apresenta o plano dos irmãos Ames 50 anos atrás: roubar barras de ouro escondidas em uma sala no porão do presídio. A existência do ouro era uma lenda urbana, inclusive tratada pelos livros do Dr. Diego Soto, e devia estar escondido em Alcatraz desde a época da Guerra Civil***. Como eles iriam sair de lá depois de roubá-las é que fica difícil de entender. Mesmo com a ajuda de um dos guardas deveria ser praticamente impossível fugir com aquele ouro todo de Alcatraz. Em 29 anos ninguém conseguiu fugir do presídio de qualquer maneira, pelo menos é o que diz o guia de visitação**** em 2012 em uma cena no início do episódio.

Os irmãos Ames conseguem copiar as chaves do diretor James, mas quando tentam abrir a porta descobrem que estão com as chaves erradas. Ainda assim são pegos por James, o vice-diretor de Alcatraz E. B. Tiller e o guarda novato que descobriu o plano dos presos, Ray Archer , lembram dele? O tio-avô de Rebecca Madsen usando um nome falso conseguiu trabalhar no presídio e agora ganhou a confiança de James. Assim ele promete ao irmão Tommy Madsen descobrir o que estão fazendo em Alcatraz com o sangue que retiram dos prisioneiros. Em uma conversa dos irmãos Ames ainda percebemos que os presos têm mais medo da enfermaria do que da solitária.

Acredito que eles devem ter copiado a chave daquela outra sala misteriosa onde James colocou um prisioneiro no episódio 1X04, Call Sweeney. Naquela ocasião James mencionou que um residente do porão teria interesse de falar com esse preso (que no episódio trai a confiança de Sweeney) e que ele teria um futuro brilhante a partir daquele momento. Essa porta é fechada por três chaves e abre para fora, a porta onde estavam as barras de ouro abre pra dentro e é fechada por dois cadeados. Segundo James, os irmãos Ames quase fugiram do presídio com o plano que elaboraram. E o mistério das portas continua.

Na época atual os irmãos aparecem voltando dentro do presídio e matam um dos funcionários misteriosos de Emerson Hauser. Soto descobre quem são e logo é feito refém e preso na solitária pelos Ames, acaba sendo útil ajudando os prisioneiros a atualizar o mapa que eles tinham de Alcatraz. Soto estudou a história dos dois, mas só agora convivendo com eles descobre que os irmãos possuíam ajuda de alguém que tinha acesso e conhecimento do presídio e que eles não estavam tentando simplesmente fugir de Alcatraz, mas que o mito do ouro escondido no presídio era verdadeiro.

Os irmãos conversam sobre algumas situações interessantes, Herman discute com o irmão o “carma” de ter o mapa desatualizado e acabar voltando justo perto de um especialista em Alcatraz que pode atualizá-lo. Aliás, esse é o carma do seriado todo, afinal os presos voltam com tudo que precisam a mão para voltar a cometer os crimes de antes ou cumprir as tarefas que recebem não se sabe como do Não-Se-Sabe-Quem. Apesar do trio aparecer direto em Alcatraz em 2012, uma conversa entre os irmãos fala de um encontro um mês antes em um passeio e ambos questionam o que aconteceu, a “coincidência” de terem encontrado justo com o guarda que os ajudou na tentativa de roubo 50 anos atrás. Então dá para entender que eles voltaram em torno de um mês antes e se encontraram em um passeio onde resolveram voltar para Alcatraz para roubar o ouro.

Os irmãos Ames acabam mortos por Rebecca e Donovan acaba capturado durante a tentativa de roubo. O guarda chega a abrir a porta onde deveria estar guardado o ouro mas a sala está vazia. Em um flashback do diretor James, vimos que ele abre a sala e lá estão o ouro e armamentos militares (anteriormente Alcatraz foi base militar). Outro mistério é descobrir onde foi parar esse ouro. Tudo aponta para o diretor James. Até Hauser no final do episódio, depois de capturar Donovan, faz três questionamentos para o guarda (dentro da sala do assustador Dr. Beauregard):

– Porque todo mundo estava tão interessado em Tommy Madsen?

– O que o guarda Ray Archer sabia?

– E o diretor James? Ele também voltou? É ele que está disposto a matar por essas chaves?

Acho que essas questões são a chave do seriado e as nossas principais dúvidas. Nesse episódio também vimos o diretor e vice-diretor de Alcatraz discutirem novamente e são percebidas tensões entre os dois em relação ao tipo de tratamento dado aos presidiários. E. B. Tiller acredita que se preocupar com eles é perda de tempo, enquanto isso James pensa que vale a pena tentar “salvá-los”. Como mencionei no review anterior, acho que o relacionamento dos dois é o ponto chave no desfecho do seriado. Até agora não descobrimos o que aconteceu com James, se ele sumiu, pulou no tempo ou saiu de Alcatraz antes de 21 de março de 1963.

Outro fato interessante é que Hauser é baleado e usa um pó estranho e uma injeção, que ele tira de uma pastinha que parece ter várias coisas estranhas, e fica novinho em folha. Dúvidas? Muitas. Lembrei que Hauser aparece como um guarda novato em Alcatraz nos anos 60, fiquei pensando em quantos anos ele deveria ter agora, 50 anos de espaço de tempo, mais pelo menos uns 20 anos para já ser guarda naquela época, então Hauser tem cerca de 70 anos? Tá um tanto enxuto.

Esse episódio foi o primeiro a passar integralmente dentro de Alcatraz e o temporal e as quedas de luz deram um clima muito bom para ele, deixando o presídio mais assustador do que o natural. No final fiquei com uma dúvida, quando aparece na volta em 2012 Pinky tem o mindinho da mão esquerda pela metade e durante os flashbacks só vimos o próprio Pinky sendo responsável pelo corte da metade da mão do mindinho de outro preso. Perdi alguma coisa ou esse item ficou sem explicação?

Sonny Burnett

O episódio que segue o dos irmãos Ames é o 1X10, com Sonny Burnett. Acredito que dá pra entender a insistência da FOX em manter a apresentação na TV desses dois episódios juntos. Sonny Burnett, perto do The Ames Brothers, é um tanto chato, depois do 1X09 ser bem interessante sendo o primeiro onde a história acontece toda dentro de Alcatraz e com três 63’s voltando de uma vez, o episódio 10 é sem graça e diminui o ritmo do seriado. Burnett é o prisioneiro #AZ-2088 e nosso primeiro sequestrador, foi preso nos anos 60 devido a sequestros em que conseguia grandes quantidades de dinheiro e devolvia as vítimas sãs e salvas. O último sequestro que comete consegue 100 mil de recompensa e é traído por sua namorada que foge do esconderijo, entrega o parceiro à polícia e depois fica com o dinheiro para si.

Apesar de procurar somente o dinheiro e sempre devolver as vítimas ilesas, 50 anos depois quando reaparece, Burnett é um homem muito mais violento. Mata e tortura suas vítimas e seu interesse principal não é o dinheiro, mas se vingar de quem o traiu, a ex-namorada Helen. Burnett sequestra e mata o marido de Helen, assassina um amigo do casal e enterra viva sua filha. Ele ainda mata mais dois policiais que fazem a segurança de Helen só para conseguir entrar na casa dela e contá-la pessoalmente que matou e esquartejou seu marido, pura maldade. Além disso, Burnett vai morar e planeja toda a vingança na casa de um homem com problemas de saúde que também é morto covardemente pelo agora assassino e sequestrador.

Durante os flashbacks que mostram Burnett nos primeiros dias de Alcatraz vimos um homem sendo transformado aos poucos pelo ambiente em que foi inserido. Um dos principais responsáveis por essa mudança de comportamento é o vice-diretor E. B. Tiller. Nesse episódio percebemos ainda mais a crescente desavença de Tiller com o diretor James, que inclusive faz ameaças ao vice-diretor.

O que volta com força nesse episódio é a presença de Tommy e o interesse de Hauser no seu paradeiro. O agente do FBI coloca Ray Archer sob vigilância da polícia e é chamado pelo tio-avô de Rebecca, ele pede que Hauser tire Becca do caso. No entanto, Rebecca tem tido pesadelos com o avô e espera mais do que nunca descobrir onde está Tommy e o que aconteceu com os presos de Alcatraz 50 anos atrás.

 

Outra descoberta interessante é a do Dr. Beauregard, segundo ele o sangue dos presos que estão voltando possui, além de plasma e plaquetas, prata coloidal, um elemento conhecido por ter propriedades curativas e que tem mantido os corpos dos presos saudáveis e suas feridas cicatrizando mais rapidamente. O doutor acredita que o sangue de um preso com o mesmo tipo sanguíneo de Lucy pode salvá-la. Com essa informação Hauser agora quer todos os presos capturados com vida. Ele consegue prender Burnett vivo, mas apesar dele ter o mesmo tipo sanguíneo de Lucy, ele não possui a prata coloidal capaz de ajudar a doutora. Que coincidência não? Logo o preso que poderia ajudar a salvar a vida de Lucy não tem o elemento que tem sido encontrado nos outros 63’s.

Ah, adorei o Soto dizendo que conhece muitos seres humanos e com certeza Hauser não parece ser um deles. Acho que Alcatraz deveria investir mais nessa característica engraçada de Soto. Assim como o Dr. Beauregard dizendo sobre Brunett: “Eles são tão fofos quando jovens”. Em relação à Rebecca, acho que ela está mais participativa nesses últimos episódios, mas fico com a sensação que ela deveria questionar mais o que acontece a sua volta, principalmente seu tio-avô e Hauser que escondem muitos segredos dela. E os pesadelos de Becca não são à toa, uma das últimas imagens do episódio é Tommy na janela da neta a observando dormir. Acho que Alcatraz está encaminhando bem para o desfecho da temporada, nos resta saber o quanto de mistério será desvendado até lá. Espero que esclareçam muita coisa e consigam fazer um bom gancho para a segunda temporada, potencial tem.

* Encontrei outra dupla de irmãos na história de Alcatraz: entre as fugas mais famosas do presídio está a de Frank Morris com a dupla de irmãos John Anglin e Clarence Anglin. Durante a fuga Morris foi pego pelos policiais e revelou o plano dos irmãos Anglin. Dias depois capas de chuva utilizadas pelos irmãos foram achadas no mar, o relatório oficial da época registrou que John e Clarence morreram afogados.

** Pesquisei sobre a história de Alcatraz e me chamou a atenção o nome do primeiro diretor do presídio: James A. Johnston foi diretor na Rocha de 1934 a 1948 e, assim como o James da ficção, ele acreditava na recuperação dos presos através de trabalho e disciplina. No entanto, em alguns momentos a fé do personagem Warden Edwin James na recuperação de alguns presos me parece um pouco irônica.

***Entre os anos de 1848 e 1855 na Califórnia ocorreu a Corrida do Ouro, muitas pepitas do metal foram encontradas nas margens do Rio American. Em um intervalo de apenas um ano o estado passou de 15 mil para 100 mil habitantes, o que foi um dos motivos para a Ilha de Alcatraz se tornar uma base militar. Em 1861 eclodiu a Guerra Civil Americana.

**** Atualmente a ilha é gerenciada pelo Serviço Nacional de Parques dos Estados Unidos e Alcatraz recebe mais de um milhão de turistas por ano.

ESPECIAL – O melhor amigo do homem

Data/Hora 10/03/2012, 14:40. Autor
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Nem sempre o melhor amigo do homem é um cachorro. Pode ser um gato, um cavalo e até um macaco. Alguns personagens das nossas séries queridas arrumam animaizinhos de estimação que nos encantam e tornam-se inesquecíveis nos nossos corações, mesmo depois que partem para “o lado de lá”.

Vamos relembrar os 10 bichinhos de estimação mais queridos da TV.

Nome: Buck
Série: Married With Children
Dono: A família Bundy

Buck Bundy foi um sofredor. Qualquer um que fizesse parte da família Bundy seria um sofredor, mas o coitado do Buck levava a pior. Depois de anos com a família, Buck partiu dessa para melhor, deixando todos os personagens (e os fãs) arrasados e sendo substituído por outro cãozinho. Mas, antes que saísse da série, Buck teve um episódio especial, onde vimos a perspectiva dele do que acontecia da residência dos Bundy.

Nome: Marcel
Série: Friends
Dono: Ross

Não há fã de Friends que não se lembre de Marcel. Logo na primeira temporada, o macaquinho surgiu para fazer companhia a Ross, que se sentia sozinho depois do divórcio. Apesar de não se dar muito bem na civilização, fazendo suas necessidades fisiológicas dentro dos sapatos da Monica e desconfigurando a TV, Marcel conquistou todos os fãs. Ross demorou um bom tempo para conseguir um comportamento aceitável do bichinho, mas Marcel estava ficando adulto e precisava de um ambiente condizente com sua condição. Despedimo-nos de Marcel e Ross nunca mais teve um bichinho de estimação.

Nome: Chestnut
Série: 2 Broke Girls
Dono: Caroline

Criada pelo pai milionário, Caroline Cheney não podia ter um animal de estimação comum. Chestnut chegou tomando a cena em 2 Broke Girls, fazendo até a durona da Max se apaixonar por ele. Chestnut vivia no quintal das duas, que faziam de tudo para mantê-lo confortável. Infelizmente, com a chegada de um inverno rigoroso em Nova York, as duas tiveram que levá-lo para um lugar mais apropriado, separando-se dele e deixando os fãs com saudades das aventuras que os três tinham juntos.

Nome: Gene
Série: Fringe
Dono: Walter Bishop

Gene não é um animal de estimação comum. Para começar, ela é uma vaca. Além disso, ela mora em um laboratório. Mas ela não participa de pesquisas. Ela está ali porque Walter gosta de leite fresco pela manhã. Por mais que Gene não seja “muito” importante para a série (que, ao contrário das outras aqui citadas, não é centrada na comédia), é só citarem o nome dela no laboratório que ela já muge para se fazer notada. Walter não vive sem ela e, sempre que se ausenta por determinado tempo do laboratório, pergunta pela vaquinha. Os fãs também são apaixonados pela Gene. Não há um fã de Fringe que não queira fazer parte da Fringe Division só para estar perto dela. Já teve até fã que perguntou ao produtor onde está a versão alternativa de Gene.

Nome: Doc
Série: Grey’s Anatomy
Dono: Meredith Grey e Derek Shepherd

Doc surgiu para remendar um coração partido. Meredith Grey, a eterna depressiva, queria um companheiro, apesar de já morar com dois amigos. Mas Doc era diferente dos amigos médicos, é claro. Depois de um tempo, infelizmente, Doc precisou se mudar para um lugar mais “arejado”, e foi morar com o motivo do coração partido de Meredith: Derek Shepherd. Morando no trailer com Derek, Doc podia correr à vontade pela mata ao redor. No entanto, o cãozinho logo adoeceu e o veterinário não conseguiu salvá-lo. Doc faleceu com uma injeção letal, deixando Meredith ainda mais depressiva e Derek também um bocado arrasado. Doc era o xodó dos residentes do hospital, e também o xodó dos fãs de Grey’s.

Nome: Paul Anka
Série: Gilmore Girls
Dono: Lorelai e Rry Gilmore

Paul Anka era o animalzinho de estimação das garotas Gilmore. Cheio de manias, o cãozinho morria de medo de tudo, até de escadas (ele só conseguia descê-las se fosse colocado um pano). Lorelai até lhe ensinou um truque para latir quando alguém dissesse “pizza” e ficasse quieto quando ouvisse a palavra “salada”; segundo ela, ele deveria saber que pizza é bom e salada é ruim. Paul Anka  participava de todas as histórias da série e ficou arrasado com Rory foi para a faculdade, querendo ir atrás dela.

Nome: Stella
Série: Modern Family
Dono: Jay Pritchett

Stella não é “querida” de todos, nem fãs nem personagens. O cãozinho de Jay causa muita discórdia entre seu dono e a esposa, Gloria, que sempre acha que o marido dá mais atenção a Stella. Gloria já teve que aturar Jay pagando aulas de natação para a cachorrinha para que ela não se fogasse quando caísse na piscina e já pulou de roupa e tudo na água para salvá-la quando Jay a acusou de tratar mal Stella e que, por isso, a cachorrinha tinha ficado suicida. Mas, afinal, quem faz Stella não ser muito querida é o dono. A bichinha só sabe ser fofa!

Nome: Salem
Série: Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira
Dono: Sabrina

Quem não se lembra do Salem, o gato falante da Sabrina? Ou melhor, quem não se lembra da Sabrina? Dos primórdios do milênio passado, Salem faz parte desta lista por ser extremamente carismático e muito importante para o seriado. O gato era o companheiro e guru da aprendiz de feiticeira, e deixava todos os fãs frustrados por terem gatos que somente abanavam o rabo e subiam na mobília: todos queriam um gato falante.

Nome: Digby
Série: Pushing Daisies
Dono: Ned

Digby pode ser considerado o cãozinho mais carente das séries. Seu dono, Ned, tinha o terrível dom de fazer as pessoas voltarem à vida somente ao tocá-las. O problema era que, ao tocá-las novamente, ele as matava definitivamente. Digby já tinha sido trazido de volta à vida por Ned; logo, o cãozinho nunca recebia um carinho do dono. Sempre com essa carinha triste, Digby estava por perto em todos as cenas, seja sendo “acariciado” por um braço mecânico que seu dono arrumou, ou paparicado pelos amigos de Ned. O cãozinho sempre foi carismático e fazia seu papel direitinho, deixando todos os fãs (e personagens) apaixonados por ele.

Nome: Murray
Série: Mad About You
Dono: Paul e Jamie

Uma das melhores comédias já feitas na TV americana, Mad About You não seria a mesma sem Murray. Quem foi fã lembra de como ele era importante para a trama. Murray era um cachorro bem grande e, mesmo assim, morava em um apartamento não muito espaçoso. O dia a dia do casal Jamie e Paul muitas vezes era atrapalhado (ou auxiliado) por Murray, com seu jeitinho quieto e carinhoso. Murray quase nunca latia, tampouco corria. Era o cão ideal para ter em um apartamento e, mesmo quem não gosta muito de animais, não poderia deixar de se apaixonar por ele.

Você se lembra de algum outro animalzinho de estimação das séries que esquecemos de mencionar aqui? Deixe um comentário.

Ringer – You’re Way Too Pretty to Go to Jail

Data/Hora 10/03/2012, 14:37. Autor
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Série: Ringer
Episódio: You’re Way Too Pretty to Go to Jail
Temporada:
Número do episódio: 01×16
Data de exibição nos EUA: 06/03/12

E quando eu acho que tudo estava perdido, eis que Ringer me conquista com um episódio simples. Não entendo mesmo os roteiristas desta série. Talvez porque, em um desespero de agradar múltiplos telespectadores, uma hora ou outra de alguns deslizes. Sério gente, os últimos dois episódios, para mim, foram maçantes. Quase não aguentei chegar ao final. Talvez por que o núcleo “Gossip Girl” tivesse com bastante foco. Mas vamos aos fatos deste episódio. Shinbonga, Shibonga… sua vida está cada vez mais enrolada. De verdade. Agora que está de volta a Paris, ela havia se encontrado com Tyler, mais um bobão enganado por ela. Ele curtindo a “paternidade”, enquanto ela estava preocupada com as provas contra a Martin/Charles. Até que ele também se mostra mais do que capacho. Mas quando ele pergunta sobre o pen drive com as informações roubadas do computador de Andrew, Siobhan anda pra trás, afinal ela não confia em ninguém. Dito e feito – ao acordar, percebe que além de Tyler, o pen drive havia sumido. Mas 0 momento de Siobhan no episódio foi ela enganando Malcon no telefone, fingindo ser Bridget. Para mim, foi a maior burrada dela até agora. Isso porque, se ele ficar vivo até o próximo episódio, assim que ele tiver um contato com Bridget, ela descobrirá que Siobhan esta viva. Será?

Em Manhattan, paraíso dos personagens burros de Ringer, Bridget Kelly reage não muito bem a revelação sobre o lado obscuro de Andrew. Corre para Malcon e conta tudo, que aconselha a sair da casa do “marido”. Primeiramente ela age com desconfiança, mas quando ela flagra, Andrew e Olivia conversando sobre Tyler ser o espião da empresa, e de que deveria ser feito qualquer coisa para detê-lo, ela fica realmente com medo. Tanto que resolve sair de casa e ir para um hotel, não sem antes passar pelo olhar intimidador de Andrew. É, de vez enquando, de fato, a série me surpreende. Eu nunca imaginei que esta trama com Andrew poderia ser desenvolvida. É realmente uma pena a série ganhar essa engrenagem só agora.

Falando em engrenagem, quem está de volta para dar um levanto a história? Agente MaTTTchado (o sotaque…). Eu vinha dando falta dele há uns dois episódios. E voltou com tudo. Tivemos acesso a parte de sua história, e o que o levou a aumentar a sua perseguição a Bodaway e seu envolvimento com… Shaylene. Ehr, nada contra o nome, mas convenhamos, os criadores de Ringer adoram ousar com os nomes né? Enfim, ela era a prostituta que se apaixonou pelo policial, e que topou ser a isca para o bandido. Mas acabou se dando mal. E descobrimos também que, o Agente MaTTTchado estava prestes a abandonar tudo por seu amor e mais – eles iam ter uma criança. Agora entendemos a sede do Agente de querer pegar Bodaway. Mas sinceramente, MaTTTchado está bem fraquinho e não faz nada.

Sobre o escândalo da Martin/Charles estar prestes a estourar, digamos que este episódio girou em torno de Tyler Barrett. O personagem retornou a Nova York a mando de Olivia, para ser pego no flagra. Se hospedou em um hotel, onde praticamente todo o elenco da série contracenou neste episódio. Estava achando bem estranho. Primeiro aparece Bridget, depois Henry, depois Andrew e por último Olivia que o confronta e solta a pérola “Você é lindo demais para ir para a prisão”. Logo depois de entregar parte das provas, ela retorna ao hotel, em desespero, e conta tudo pra Siobhan. E quando de repente, abre-se a porta e … sim, Tyler morre. Eu fiquei imaginando, pronto, agora terá um “Quem matou Tyler?”. Depois vemos uma cena com Olivia e o Pen Drive, que estava em posse de Tyler. Entretanto, não ficou claro se a personagem cometeu mesmo o assassinato, e para mim, tanto ela, quanto Andrew, quanto Henry (a mando de Siobhan) pode ter cometido o crime. É esperar para descobrir o que irá acontecer.

Mas o final, chocante, foi Andrew indo até a casa de Malcon, terminando com cara de Psicopata Americano. Talvez nem chocante, mas a palavra “Trash” se encaixaria melhor. Andrew não tem cara de psicopata, ficou meio forçado. Mas tudo indica, que a história vai para um rumo bem diferente do que imaginávamos. Será que Andrew vai surtar e sair matando todos, inclusive Bridget? Como será a reação de Siobhan ao saber que Tyler esta morto?

Com seu cancelamento praticamente certo, espero que Ringer não deixei muitas histórias em aberto. Ah, só para constar, a audiência da série esta semana aumento 25% em relação a semana passada. Mas não criem esperanças. A estadia de Sarah Michelle Gellar na telinha parece estar mesmo cronometrada. Até semana que vem!

Parks and Recreation – Lucky

Data/Hora 10/03/2012, 11:12. Autor
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Série: Parks and Recreation
Episódio: Lucky
Temporada: 4ª
Número do episódio: 4×18
Data de exibição nos EUA: 08/03/12

Já ficou claro que esta temporada é centrada na campanha política da Leslie. Ainda bem que a série consegue manter o nível mesmo assim.

Ben está obcecado com a campanha e está fazendo tudo o que pode para dar tudo certo. Quando uma entrevista com um importante jornalista é cancelada, ele diz para todos irem para casa descansar. Mas Leslie, junto a Tom e Ann, sai para descontrair… e beber.

Mais tarde, no entanto, depois de alguns drinks, Leslie recebe a ligação de Ben dizendo que a entrevista poderá acontecer: naquele exato momento. Leslie, então, vai até o aeroporto da cidade, onde o tal jornalista está, e tenta parecer sóbria.

A entrevista é um desastre, mas o fato de Leslie estar alcoolizada não teve muito a ver com isto. Buddy Woods (o jornalista) era um babaca que achava a cidade de Pawnee um lixo e deixou isto bem claro durante a entrevista.


Wood aproveitou cada oportunidade de denegrir a cidade e, consequentemente, a campanha de Leslie. Em determinado momento, foi inevitável que ele percebesse que ela estava bêbada, o que desandou ainda mais com a entrevista e a reputação de Leslie.

Leslie e Ben pediram para Wood não passar a entrevista na emissora no dia seguinte, mas ele estava animadíssimo com a possibilidade de transmitir aquele escândalo. No entanto, apesar de Leslie, Ben, Ann e Tom terem ido até Indianápolis para pedir, ou melhor, implorar pessoalmente para que Wood não passasse a entrevista, o jornalista disse que não teria jeito de usar a fita de qualquer jeito, pois sua bagagem tinha sido extraviada no aeroporto.


O que aconteceu foi que os funcionários do aeroporto ouviram todas as ofensas que o jornalista havia feito à cidade de Pawnee e, principalmente, ao aeroporto sem nenhuma estrutura, e desapareceram com a fita para livrar Leslie de um vexame e, consequentemente, de perder a eleição.


Tom e Ann… este casal está durando até muito. No início do episódio Tom disse que eles estavam havia 30 horas sem terminar. Segundo ele, este era o recorde (se não contassem as 47 horas que Ann viajou e esqueceu que estava namorando Tom). Ao longo do episódio, Tom fazia a contagem e, envolvidos com os problemas da entrevista da Leslie, Ann e Tom alcançaram o recorde de 48 horas sem terminar. Mas, no final, Tom jogou tudo no lixo quando presenteou Ann com uma caixa com 48 camisinhas, um sabor diferente para cada hora sem terminar.


E eles terminaram de novo.

April ainda consegue me surpreender. Ela tem feito freela de cupido desde o início desta temporada. Desta vez, a “vítima” foi Chris. Cansada de ver o chefe solitário e fingindo que está tudo bem, April o apresenta à professora de Andy (que, por sinal, vai indo muito bem no curso de História da Mulher – NOT!).


April sempre faz essas coisas pelo motivo errado. Segundo ela, se Chris se acertasse com alguém, ela não teria mais que ficar consolando o solitário. No entanto, Linda, a professora de Andy, apesar de ter muita coisa em comum com Chris, acaba indo pra casa com Ron.


E Jerry finalmente arrumou um trabalho onde todos o admiram: trabalho mecânico. Ele passou o episódio inteiro lambendo envelopes para a campanha de Leslie e, ao final, ficou todo feliz por perceber que tinha envelopado as cartas erradas e teria que fazer tudo novamente.


PS1: Maravilhosa participação de Sean Hayes no papel do abominável jornalista Buddy Wood. Apesar de ser totalmente diferente do que estávamos acostumados com o Jack de Will & Grace, foi bom matar a saudade.

PS2: Não posso deixar de comentar isto: Que o Ron é meio afastado da realidade a gente já sabia. Mas ele ter dado 12 dólares pra April e pro Andy comprarem um walkman foi o cúmulo!

PS3: Leslie dando entrevista bêbada. Mais uma vez, Amy Poehler me mata de rir com uma atuação espetacular.

PS4: eu disse na semana passada que ainda veríamos Kathryn Hahn mais vezes na série. Este episódio ela não apareceu, mas, como ela é a chefe de campanha do principal concorrente de Leslie, acredito que ela voltará.

One Tree Hill – Every Breath is a Bomb

Data/Hora 08/03/2012, 21:05. Autor
Categorias Reviews

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Pegue a série que você mais ama. Acrescente maturidade aos os personagens que você ama colocando-os em uma temporada final excelente. Isso é One Tree Hill. Eu já não sei nem mais como elogiar esta temporada. Eu dei uma lida nas primeiras reviews desta temporada, e mais uma vez coloco: “quem diria que esta temporada final ia melhorar em?”. Realmente, está demais. E o episódio desta semana, mais uma vez arrebentou, em todos os sentidos.

Como vimos na última semana, em uma tentativa de desespero, Haley se juntou a Dan para resgatar Nathan. Ok, é uma coisa meio desacreditada que a polícia de Tree Hill não esteja fazendo nada. O oficial corrupto pode até estar encobrindo o caso, ou algo do tipo, mas nós estamos a ver navios sobre o porquê disso. Mas, sinceramente, eu não ligo. Com isso, vemos Haley dar mais uma chance ao Vovô Scott, que levou ela a um traficante de drogas, ligado a Dimitri, pessoa que Dan acredita estar envolvido no sequestro de Nate. Para se aproximar e descobrir a verdade, Haley se produziu toda e foi dar uma de “vadia” para cima do meliante. E deu certo – ela atraiu o cara até onde Dan estava. Este o esmurrou e começou uma espécia de tortura. A dinâmica entre Haley e Dan continua ótima, e a tensão entre os dois é gigante, igual lá na distante segunda temporada. Aliás, cenas dos dois me fez lembrar tempos em que Haley, bêbada, vomitava no colo de Dan. Saudades daquela época.

Em uma temporada toda voltada para o sumiço de Nathan, episódios leves e com outros focos, de vez em quando, fazem bem. Assim, este episódio pode ser classificado deste jeito. Preciso ressaltar no quão rica a história de Chase se transformou em apenas dois episódios. Foi bem bacana mesmo, já valendo a participação na temporada, vocês não acham? Quando, em algumas reviews, atrás disse que alguns personagens tinham poucos episódios para me conquistar, parece que era impossível. Mas, milagres acontecem, ainda mais em Tree Hill. Tudo esclarecido, Chase não matou o pai do garoto, mas deu uma bela surra. Chase foi preso, e teve a fiança paga por Keller.  Mas de verdade, foi muito emocionante ver Chuck dando o depoimento no “júri” do piloto, esclarecendo que sofria agressão de seu pai. Chase não foi preso, mas perdeu a sua licença. Sim, a história foi um tanto corrida, e talvez, em uma temporada completa, ela seria mais bem “aproveitada”. Entretanto, por um lado, é até bom, pois não temos as embolações que toda série tem.

Embalado nesta storyline, Chris Keller teve uma melhor participação neste episódio, mas mesmo assim não fez nada demais. Mais uma vez, foi a veia de alívio cômico, e mais uma vez, desperdício de personagem. Para mim, apesar de tudo, Chris e Chase não tiveram um “bromance” (qualificado como um romance de irmãos – uma forte amizade). Não deu, não pegou. E acho que Keller estaria bem mais aproveitável, se mostrando maduro o suficiente para lidar com o problema de Haley. Entrentato, na semana que vem… ops já ia eu falando demais novamente!

Outro que aparece episódio sim, episódio não, é Mouth. Desta vez, desacompanhado de Millie, ele dividiu bastante a tela com Skills. Na boa gente, sinto que este foi o último grande episódio do personagem. Afinal, temos pouco tempo, e outras histórias que ainda precisam ser concluídas. A questão é que Mouth caiu na real sobre seu peso, e resolveu malhar. Uau rs. Já era hora? Não sei, achei essa história tão bobinha e sem fundamento. Apesar de ser uma boa iniciativa de incentivo, e alerta para possíveis doenças. Entretanto, o grande momento do personagem neste episódio foi sua conversa com Jimmy Edwards, no cemitério. Foi legal ver que, apesar de tudo, ainda se tem uma lembrança do garoto e dos bons momentos que viveram. E é claro que passa um filme na nossa cabeça, lembrando-se daquele fatídico episódio que Dan matou Keith. Mais uma vez: saudades daquela época.

No meio desta brincadeira toda, Clay agora elevou de nível e agora sua missão era contar para Logan sobre a paternidade. Quinn aceitou numa boa (era de se esperar). E Clay, parece ter se encontrado de vez. Após ter descoberto sobre tudo, ele decide ir até o garoto e investigar sobre a opinião dele. Depois de muito conversar, ele revela toda a verdade, sobre o porquê dele fugir, o porquê dele acordar em lugares onde crianças geralmente estão: “Logan, eu sou sei pai”. E o garotinho, foge. Coitadinho, fiquei com pena dele. Muita coisa para ele processar.

Por último, quem tomou frente do episódio foi B. Davis. Nossa amada Brooke, apesar de estar apagada nesta temporada, teve destaque neste último episódio. Mais uma vez com Xavier. Brooke está tão preocupada que começou a ficar neurótica quanto a isso. Eu não a julgo, sinceramente, porque acho que não agiria diferente. Mas se vocês achavam que nada iria acontecer de surpreendente neste episódio, aconteceu. Primeiro Tara contrata Xavier para trabalhar no Tree Hill Café. Ao que parece, ela foi  intimada pelo meliante. Brooke vai tirar satisfações, mas que não dão em nada. Logo em seguida o casal Baker segue Xavier até uma casa e o vê entrando pela janela. Assim, eles ligam para polícia, denunciando invasão, quando  na verdade ele estava entrando na casa onde está dormindo, por ter esquecido a chave. Coisas meio óbvias. Mas, surpreendentemente, parece que o assassino voltou mesmo para se vingar de Brooke. O episódio termina exatamente com ele pegando um dos gêmeos. Eu não sei quanto a vocês, mas sinceramente fiquei bastante aflito. E estou morrendo de medo do que possa acontecer. Semana que vem descobriremos.

Ps1: A cena de C. Keller com suas assistentes foi boba, mas deu pra dar umas risadas. Cenas naturais em OTH são sempre bem vindas.

Ps2: Acho que Mark ainda esta brincando de Onde está Millie? Sumiu.

Ps3: O mesmo para Victória lembrada na semana passada, acrescida agora do papi Davis, muito bem lembrado pela leitora Shi Rocha. O cara chegou para investir na linha de Brooke, e sumiu.

Ps4: É com muito pesar que digo: o tempo está se esgotando. Faltam agora 4 episódios para o final.

ESPECIAL – As mulheres ‘exemplares’ dos seriados

Data/Hora 08/03/2012, 20:28. Autor
Categorias Especiais

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Parafraseando Martinho da Vila, há mulheres de todos os tipos, de todas as idades e cores. De muitos – ou poucos – amores, pra ficar muito ou pouco tempo. Desequilibradas, confusas, felizes, de guerra e de paz.

E o mundinho dos seriados está repleto delas. Mulheres representantes de todas essas categorias – e muitas outras mais. E ainda que, em se tratando de mulheres “exemplares”, qualquer lista fique incompleta, toda tentativa é válida. Então, escolheremos algumas representantes de peso.

A workaholic: Cristina Yang (Grey’s Anatomy)
Yang é o exemplo de mulher que prima pela carreira. Ela é boa no que faz, e sabe disso. Ama estar na sala de operação, fazer plantão, pegar um caso difícil atrás do outro. E – geralmente – não deixa nada nem ninguém interferir na sua profissão, mesmo que isso signifique colocar seus relacionamentos em risco e “operar solo” pelo resto da vida. Ela será uma Deusa da Cardio, nem que para isso ela precise se mudar para os corredores do Seattle Grace Mercy West Hospital, para ser a 1ª a chegar nos pacientes.

A perfeccionista: Monica Geller (Friends)
Ela supervisiona tudo e todos. Mantém a casa limpa e arrumada, e leva sua “coisa” com a limpeza até as últimas consequências – que o diga Phoebe, que preferiu sair de casa. Implica com os amigos, gosta de ditar as regras do jogo e é competitiva ao extremo. Disciplinada, daquelas que perde quilos e mais quilos após ouvir um comentário jocoso. E daquelas que não mede esforços para deixar bem todos aqueles que a rodeiam. Monica Geller, a maniática mais querida dos seriados.

A independente: Amanda Woodward (Melrose Place)
Profissional determinada e bem sucedida, uma loira fatal solitária – não entregue seu coração a ela, nem peça o dela como recordação. Tão bonita quanto ferina, é dotada de uma enorme capacidade de conseguir o que ou quem quiser. Uma empresária voraz, vive cercada por admiradores e invejosos. É do tipo que ou você ama ou odeia. Amanda é daquelas que até sofre um colapso nervoso ao ir à falência e ser traída por todos, mas que dá a volta por cima – e coitado de quem ficar por baixo.

A pegadora: Samantha Jones (Sex and the City)
A loira está sempre rodeada de homens. É altamente confiante e sexual – daquelas que considera que qualquer hora é hora, e que qualquer lugar é lugar -, e despreza as regras da monogamia, fugindo sempre que seus “casinhos” tomam um rumo mais emocional. E se fidelidade com os homens não é o forte da relações públicas, lealdade com as amigas é o seu lema. Samantha é o exemplo de mulher que sabe o que quer, e não vê problema nenhum em querer quantidade. E que quantidade!

A esquisita: Jess Day (New Girl)
Ela cantarola para tudo, desde explicar para seus alunos o conteúdo ou lhes ensinar boas maneiras, até para expressar o que pensa ou sente. Usa roupas e acessórios incomuns e toca sinos. Não fala o nome do órgãogenital masculino nem sob tortura, ainda que para isso precise inventar vários apelidos para ele. Coloca os amigos em várias situações de vergonha alheia e enlouquece “seus três homens”. Do tipo que precisa supervisão 24 horas, sob pena de mandar qualquer plano para as alturas. Esquisita, mas adorável. Essa é Jéssica Day.

A badass: Dana Scully (X-Files)
Médica legista e agente especial. Por 9 temporadas Scully fez tremer os bad guys daqui – e de outros lugares. A parceira de Mulder nunca fugiu de uma boa briga, e sobreviveu a todas elas. Não houve problema, doença ou tragédia que conseguisse derrubar a valente agente. E não há quem – no pleno gozo das faculdades mentais – não corra no menor sinal da aproximação da ruiva. Scully fez escola. Mas ainda assim é a mais badass das mulheres duronas.

A multi-versões: Olívia Dunhan (Fringe)
Uma Olívia, duas Olivias. Três Olivias? A conta ainda não está fechada, e cada versão tem suas particularidades. Ou mais retraída, ou mais sarcástica. Mais certinha ou mais despojada. Mais ou menos sensíveis. Cada uma com seus próprios dramas e conquistas. O que elas tem em comum? São igualmente duronas e já salvaram o dia várias vezes. E, claro: todas têm uma “quedinha” pelo Peter. Mas não importa por quanto multiplicarmos Olivia. Continuaremos adorando todas elas.

A mãezona: Nora Walker (Brothers and Sisters)
Cinco filhos, sete netos. A matriarca da família Walker passou por todos os tipos de problema, e teve a missão de manter a família unida após a morte do marido William, e de todas as descobertas, tragédias e problemas que surgiram depois do evento. Cada filho e cada neto com mil problemas, isso só para começar o dia. Convenhamos, a tarefa não foi das mais fáceis. Mas Nora saiu-se muito bem, e conseguiu encontrar a própria felicidade. Então, a caneca de mãezona dos seriados fica com ela.

A racional: Temperance Brennan (Bones)
Poliglota, multi diplomada. Uma pessoa que não se deixa levar pela aparência dos fatos, nem se ilude com hipóteses apressadas. A Antropologista Forense é uma mulher da ciência. Ela acredita na logicidade dos fatos, e conclui só depois de muita averiguação. Então, quando as emoções humanas forem o fio condutor das investigações, não estranhe em ouvir um “i don’t know what that means” por aí. A característica predominante de Brennan renderá cenas fofas e engraçadas com o bebê que vem por aí. Por que ela é nada menos que extraordinária.

A patricinha: Blair Waldorf (Gossip Girl)
Queen B., a rainha do Upper East Side. Ela tem sempre um séquito de aduladoras ao seu redor, prontas para fazer todas as suas vontades. Acostumada a ser tratada como uma princesa por pretendentes e namorados, acabou tornando-se uma. Sempre na moda e acostumada a passar férias nos melhores e mais glamurosos destinos, é egoísta, por vezes, mesquinha. Ela pode mandar e desmandar nos amigos, mas transforma em um inferno a vida de quem ousar mexer com eles. B. é, lá no fundinho, uma adorável patricinha.

A brava: Catelyn Stark (Game of Thrones)
O que corre nas veias da Senhora Stark é bravura. As cicatrizes nas mãos são apenas ilustrativas, e não são as únicas que Catelyn carrega. As mais profundas são as da alma. Mas nem isso impede que a ruiva incorpore um lobo gigante e defenda a família com unhas e dentes, saia pelos Sete Reinos capturando inimigos e vá para à guerra. Então, que os inimigos mantenham olhar atento e vigilante. Quem despertar a ira de Catelyn, provará da sua bravura como consequência.

A criminosa: Nancy Botwin (Weeds)
Viúva, e pretendendo manter o bom nível de vida da família, Nancy entrou para o mundo do crime. Do negócio “doméstico” de venda de maconha, a “comerciante” acabou passando para a venda de outras substâncias, e se envolvendo em esquemas mais pesados. Apesar de passar um tempo na prisão, ou fugindo de traficantes rivais e das autoridades americanas e mexicanas, Nancy – como toda mãe zelosa – faz o possível para que as consequências de seus crimes não respinguem nos seus filhos. Então, falou em crime, falou em Nancy Botwin.

A vingativa: Emily Thorne (Revenge)
Amanda Clarke, para os íntimos. A bela volta aos Hamptons para vingar o pai, condenado injustamente após a traição de pessoas próximas. Extremamente inteligente e determinada, Emily tece toda uma trama para responsabilizar, um a um, os envolvidos na ruína do patriarca. Mas não há vingança que resista à fortes emoções, e Emily hesita – várias vezes – em cumprir o planejado. Ainda assim, a loira é a mais vingativa personagem da televisão norte americana. O que só faz aumentar nosso apreço por ela.

A traída: Alicia Florrick (The Good Wife)
Toda submissão tem seu final, e Alicia Florrick está aí para confirmar isso. Mas antes disso, Alicia aguentou traições. Muitas, e de muitos lados. Da amiga, do marido. Várias, do marido. Depois de muito figurar do lado de Peter, a boa esposa deu um basta nas suas traições, tomou as rédeas da própria vida e correu atrás da própria felicidade. Tudo isso sem descuidar da felicidade dos filhos. Feliz “no amor” e na carreira, de traída ela não tem mais nada. Mas já entrou pra história. Então, o “prêmio” é dela.

Carrie-Anne Moss estrelará novo drama da CBS

Data/Hora 07/03/2012, 13:07. Autor
Categorias Notícias

A Trinity de Matrix, Carrie-Anne Moss foi anunciada como a estrela feminina do novo drama de Ralph Lamb, ainda sem nome. Moss irá dividir os sets com Dennis Quaid e Michael Chiklis.

O drama, que retrata uma história real passada na década de 60, será escrito por Nicholas Pileggi e Greg Walker, e dirigido por James Mangold.

Quaid será Ralph Lamb, um cowboy de rodeio que se torna xerife de Las Vegas, enquanto Chiklis interpretará o mafioso Johnny Savino. Moss vai dar vida à Katherine O’Connell, a filha de um fazendeiro local, que cresceu na vizinhança de Lamb.

Com informações do Deadline.

FX renova ‘Justified’ para a 4ª temporada

Data/Hora 07/03/2012, 13:02. Autor
Categorias Notícias

A FX anunciou a renovação de Justified para sua quarta temporada.

Segundo o vice presidente de programação original da FX, Nick Grad, a renovação se deve ao fato do seriado ser um dos melhores em exibição na televisão norte-americana, e da 3ª temporada ter reforçado sua excelência. No comunicado oficial, Grad também destacou o trabalho de Graham Yost e de sua equipe de escritores, que primam por histórias atraentes e personagens bens construídos. O elenco da produção também foi elogiado pelo vice-presidente.

Os sete primeiros episódios da terceira temporada do seriado tiveram cerca de 4,3 milhões, em média, de audiência por semana. E os ratings de Justified estão cerca de 8% maiores do que os da temporada anterior.

Com informações do TV Fanatic.

Jessica Lange e Zachary Quinto confirmados na 2ª temporada de ‘American Horror Story’

Data/Hora 07/03/2012, 12:58. Autor
Categorias Notícias

A FX e Ryan Murphy anunciaram que a ganhadora do Emmy Jessica Lange e Zachary Quinto retornarão para a 2ª temporada de American Horror Story.

Eles interpretarão personagens diferentes na 2ª temporada, cujo plot não terá relação com os Harmons e seu bebê. Ainda não há maiores informações sobre a história que será desenvolvida na nova temporada, mas Murphy avisou que os fãs podem encontrar pistas nos três últimos episódios da 1ª temporada.

Além de Lange e Quinto, Evan Peters, Sarah Paulson e Lily Rabe foram confirmados na 2ª temporada. Connie Britton – a nova estrela de Nashville -, e Dylan McDermott não retornarão para o drama.

Com informações do TV Fanatic.

Connie Britton é anunciada como protagonista de ‘Nashville’

Data/Hora 07/03/2012, 12:53. Autor
Categorias Notícias

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Connie Britton (Friday Night Lights, American Horror Story) foi anunciada como uma das protagonistas de Nashville, o novo drama da ABC. A atriz interpretará a estrela da música country Rayna.

Vale lembrar que Hayden Panettiere também foi anunciada como parte do elenco, em um papel de destaque.  Segundo informações, ambas as atrizes cantarão em Nashville.

Com informações do TV Fanatic.

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