Destaques na TV – segunda, 10/11

Data/Hora 10/11/2014, 08:50. Autor
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Comece a semana bem conferindo o que tem na programação da TV.

O mês de novembro chega repleto de novidades para quem acompanha The Vampire Diaries e The Originals, ambas as séries estão de volta à grade da programação da MTV. No sexto ano de The Vampires Diaries, após perder Damon (Ian Somerhalder), Elena (Nina Dobrev) lida com o luto de forma pouco convencional. Caroline (Candice Accola) tenta ajudá-la ao mesmo tempo que tenta reverter o feitiço de Mystic Falls. Por fim, Elena fica chocada ao descobrir a verdade a respeito do que Stefan (Paul Wesley) realmente anda fazendo. No segundo ano de The Originals, após meses de exílio na mansão, Klaus (Joseph Morgan) recruta a ajuda de Elijah (Daniel Gillies) e Marcel (Charles Michael Davis) em um plano de vingança contra os lobisomens do clã Guerrera, prometendo acabar com qualquer um que represente uma ameaça à existência do bebê Hope.

No The Ellen Degeneres Show, Ellen recebe o elenco de Annie: Jamie Foxx, Cameron Diaz e Quvenzhané Wallis. A atração musical é o jovem prodígio pianista Harmony Zhu. Já o The Tonight Show tem as presenças a atriz Anne Hathaway, do ator Gael García Bernal, do jogador de baseball Madison Bumgamer e da cantora Stevie Nicks.

Confira as demais destaques dos canais de TV para esta noite.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
3 Teresas – 22h40 (ep 2×08)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
The Killing – história de um assassinato (Forbrydelsen) – 20h (ep 3×09)
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

WARNER
Nikita – 13h10 (ep 4×04)
The Big Bang Theory – 19h58 (ep 8×08)
Gotham – 22h30 (ep 1×07)
Constantine – 23h19 (ep 1×01) Reprise da estreia

SONY
How I Met Your Mother – 12h – exibição diária
Franklin & Bash – 13h (ep 3×05) – exibição diária
Malibu Country – 14h – exibição diária
Grey’s Anatomy – 18h30 (ep 11×01) / 19h30 (ep 11×02) / 20h30 (ep 11×03) / 21h30 (ep 11×04) – Reprises
The Voice – 22h30

FX
Gang Related – 23h15 (ep 1×05)

AXN
Criminal Minds – 22h (10×05)

A&E
The Night Shift – 22 h (ep 1×03)

ID
Hawaii 5-O – 11h54 (ep 4×18)

MTV
Smallville – 10h15 (exibição de segunda a sexta reprise 7ª temporada)
Gilmore Girls – 11h (exibição de segunda a sexta 2ª temporada)
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 3ª temporada)
Faking It – 20h30 (ep 1×04)
The Vampire Diaries – 21 h (ep 6×01) ESTREIA
The Originals – 22 h (ep 2×01) ESTREIA

VIVA
Separação – 23h10
O Dono do Mundo – 0h (de segunda a sábado)

Encontro vocês amanhã!

Destaques na TV – sábado, 8/11 e domingo, 9/11

Data/Hora 08/11/2014, 01:50. Autor
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Vamos curtir o final de semana, confira aqui o que tem na programação da tv.

Por um problema técnico que prejudicou a transmissão de Tyrant no último domingo, o canal FX irá reapresentar o episódio de estreia neste domingo, às 23h, sem intervalos comerciais. Na sequência você confere o 2º episódio.

Estrelada por David Tennant  (Doctor Who), Billie Piper (Doctor Who , Penny Dreadful), Jane Horrocks (Trollied), Ashley Walters (Outcasts) e David Morrissey (The Walking Dead), a minissérie True Love – Amor Verdadeiro estreou no canal GNT na última 4ª feira trazendo cinco episódios com histórias independentes. Criada por Dominic Savage, True Love narra histórias sobre os relacionamentos amorosos de diversos casais que vivem em uma mesma cidade. A curiosidade está por conta dos diálogos, que são improvisados pelos atores. Com base em uma sinopse, o elenco conduz a trama para as situações e finalizações propostas pelo autor. No primeiro episódio, conheça Nick (David Tennant, Doctor Who), um pai de família feliz que é surpreendido pela reaparição de uma paixão inesquecível do passado e precisa decidir quem é mais importante para ele hoje.

O The Graham Norton Show recebe Benedict Cumberbatch (Sherlock) que pôde conferir sua estátua de cera, Timothy Spall, Miranda Hart (Call the Midwife) e como atração musical a banda Maroon 5. Já o Jonathan Ross Show tem como convidados Paul Hollywood, Steve Coogan, Jonathan Rhys-Meyers, Joanne Froggatt, Rob James Collier e Pet Shop Boys como atração musical.

Agora confira todos os destaques.

Destaques de sábado, 8/11

FX
Dads – 10h50 (ep 1×15)

ID
Hawaii 5-O – 11h54 (ep 4×16)

Destaques de domingo, 9/11

GNT
True Love – 18h (ep 1×01) Reprise da estreia

BBC HD
Doctor Who – 21h (ep 8×09)
The Musketeers – 22h (ep 1×05)
The Graham Norton Show – 23h – 16ª temporada

+GLOBOSAT
Jonathan Ross Show – 21h

FOX
Modern Family – 12h05 (ep 5×22)

SONY
The Voice – 22h30 – 7ª Temporada

FX
Crisis – 9h30 (ep 1×10)
Tyrant – 23h (ep 1×01) / 0h (ep 1×02)

ID
Hawaii 5-O – (ep 4×17)

SYFY
Bitten – 21h (ep 1×05)

STUDIO UNIVERSAL
Nurse Jack – 0h15 (ep 6×05)

HBO
O Negócio – 21h (ep 2×12)
Sr Ávila – 22h (ep 2×06)
Boardwalk Empire – 23h (ep 5×06)

FILMS & ARTS
Padre Brown – 21h – (ep 2×09)

SBT
Nikita – 1h

Bom final de semana!

Cross-genre, trocadilhos e… Memória afetiva! Esse é o estilo do “FULLERVERSE”

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MINHA MEMÓRIA AFETIVA

Sempre achei que o que faz a vida valer a pena são as memórias afetivas que a gente carrega. Não é dinheiro, não é o emprego que a gente tem e muito menos quem a gente conhece. São as coisas que a gente viveu.  Por isso, quando vejo alguém dizer que quem olha para trás tem medo do futuro, sinto pena e penso que essa pessoa não deve ter vivido coisas incríveis no passado. O futuro, sem dúvidas, é instigante. Pensar na página em branco que podemos preencher com absolutamente qualquer coisa é a melhor sensação do mundo! O presente, ora é um sufoco, ora é pura alegria… Mas “é o que a gente tem para hoje”. Já o passado… Aaaah, o passado! Como é bom relembrar todas as coisas que foram tão importantes em nossas vidas e que definiram o que somos agora.

No último sábado, o escritor Pedro Bandeira esteve em minha cidade, no interior de São Paulo. Um velhinho com um bigode engraçado, de fala enérgica – e apaixonada. Foi lendo a série de livros Os Karas, no ensino fundamental, que eu descobri um carinho pela leitura. Com ela, veio uma paixão avassaladora pela escrita, que foi determinante para que eu fizesse a faculdade de Jornalismo.

Na faculdade, pensando em um dia me especializar em Moda, fui fisgada, quase sem querer, por outra paixão: as narrativas audiovisuais. Aí, o Jornalismo, simplesmente por não ser ficção, perdeu seu charme; a Moda, puramente, eu deixei para lá… a escrita e o cinema, nunca! Sempre gostei de ver filmes e séries, mas, nos últimos cinco anos, virou uma verdadeira dependência. Se meu dia começa com uma xícara de café bem quente, ele termina com um episódio da(ssss) minha(sssss) série(sssss) preferida(sssss). E se, na literatura, Pedro Bandeira sempre teve um cantinho especial no meu coração, no audiovisual esse posto é ocupado pelo Bryan Fuller. Você deve estar se perguntando: okay, mas o que tem a ver isso? É que foi de todas essas relações, desses pequenos acontecimentos na minha semana e de sentimentos rebuliços aqui dentro, que saiu a coluna de hoje; da minha memória afetiva, de todas as coisas guardadas com carinho no meu passado.

UMA DÉCADA DE BRYAN FULLER NA TV

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Coincidentemente, no último dia 31 de outubro, fez dez anos que o último episódio de Dead Like Me foi exibido. Em dezembro, será a vez de Wonderfalls completar uma década desde seu último episódio. As duas séries foram os primeiros projetos de Fuller na TV americana e, embora não tenham tido um enorme sucesso de público, foram aclamadas pela crítica, tornando-se, agora, um clássico cult… Uma memória afetiva para um grupo específico – incluindo esta pessoa que vos escreve! 🙂

Mesmo que você não tenha assistido às séries, provavelmente, já teve contato com o trabalho de Bryan Fuller. Ele é conhecido por ter escrito alguns dos melhores episódios da série Heroes, ainda como colaborador, além de capítulos de Star Trek: Deep Space Nine, e também foi responsável pelo roteiro do filme Carrie, a estranha, que passava toda semana, no SBT, até poucos anos.

Depois de Dead Like Me e Wonderfalls, ele continuou a criar clássicos cult televisivos. Pushing Daisies, de 2008, também não conseguiu grande sucesso de público, mas é ovacionada pela crítica até hoje. Mockingbird Lane, que só teve o episódio piloto produzido e exibido, sequer chegou a virar série por falta de audiência. Hannibal, que vai para a terceira temporada depois de muito sufoco, é um recorde para Bryan, que parece lutar para encontrar seu público. Não por acaso, ele é conhecido como gênio incompreendido. E se as séries dele são especiais, mesmo diante de tantas dificuldades, é exatamente por se tratarem de memória afetiva.

Primeiro, porque elas falam de sonhos, de sensações comuns às crianças. Quem nunca fingiu falar com um animal, como a carismática protagonista de Wonderfalls? Ou quis trazer um ente querido de volta à vida, como podia o confeiteiro Ned de Pushing Daisies? E as tortas feitas por ele, hmmmm. Tem coisa mais casa da vó do que tortas com frutas? Não bastasse isso, os seriados criados por Fuller estão cheios de referências uns aos outros. Ele utiliza atores repetidos, nomes de personagens repetidos e até lugares repetidos. Eu falei: é pura memória afetiva! É tanto afeto que os fãs dessas séries até apelidaram essa “nuvem” de referências como FULLERVERSE (algo como “Universo Fuller”).

Por estratégia, vou começar com WONDERFALLS, o segundo seriado dele. Outro dia, estava lendo um texto acadêmico sobre conteúdo televisivo e o autor citava a série como exemplo de atração que não teve tempo suficiente para ficar no ar e conquistar espectadores – ela foi cancelada ainda na primeira temporada, com menos da metade dos episódios exibidos na TV. Segundo o autor, a série requeria tempo para que os espectadores pudessem compreendê-la, adaptar-se a ela e, assim, conquistar seu público, tamanha a originalidade criativa que propunha. Em outras palavras, as séries de Bryan Fuller não são feitas sob medida para a enorme massa, mas nada impede que essa massa goste delas. As séries exigem abertura por parte do espectador, doses fartas de sensibilidade. Não estou dizendo aqui que ninguém é mais ou menos inteligente por assistir a uma série dele. Mas elas falam, sim, para um público específico.

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Wonderfalls é a série mais fácil de ser assistida dentre as criações desse gênio da televisão. Jaye (Caroline Dhavernas) é uma menina de 24 anos, formada em Brown, uma das melhores universidades dos Estados Unidos, que volta para a cidade natal e vai morar em um trailer depois de fracassar em conseguir um emprego. Agora, ela trabalha em uma lojinha de souvenirs em frente à Niagara Falls, catarata localizada na fronteira americana com o Canadá. Para tornar tudo ainda mais dramático, ela começa a conversar com os bonecos de animais vendidos ali e, depois, de todos os lugares.

A atração tinha ares de comédia romântica e passava longe de ser infantil, como uma leitura da sinopse à primeira vista pudesse sugerir. Wonderfalls, na verdade, ousava justamente ao BRINCAR COM OS SONHOS E FANTASIAS DE CRIANÇAS, ao resgatar esses sentimentos inocentes nos adultos. A série pode ter falhado em conseguir esse sucesso diante de seu público-alvo, mas não foi por falta de bom conteúdo.

Bryan Fuller disse que a história se inspirava em Joana d’Arc (que alegava ouvir vozes divinas e foi condenada à fogueira) e, num balde de realismo, revelou que Jaye poderia, sim, se tratar de uma personagem com problemas mentais. Sem romantismo. Não que ele tenha dito isso como veredicto final. Existe uma coisa sobre o Fullerverse que você precisa saber: as perguntas nunca são respondidas de fato, fica tudo no ar, vez ou outra Bryan Fuller até dá umas entrevistas bombásticas para deixar a gente com “a pulga atrás da orelha”. Mas as respostas ficam sempre à mercê da nossa própria imaginação.

Uma coisa interessante nos trabalhos de Fuller é o CROSS-GENRE, ou mistura de gênero. Isto é, quando dois gêneros opostos – humor e terror, por exemplo – são usados ao mesmo tempo em cena. Comédia, musical, terror e suspense andam juntos no Fullerverse. Não raramente, no meio de uma passagem cômica, uma situação de perigo nos é apresentada e, a partir daí, a iluminação e o tom de voz dos personagens ganham ares obscuros repentinamente, tudo de forma meio pasteurizada, sem deixar o humor para trás. Beira o trash mesmo. O cross-genre ocorria principalmente em Wonderfalls e Pushing Daisies – a última, até tinha cenas musicais.

A comédia Wonderfalls em uma cena estilo noir.

A comédia Wonderfalls em uma cena estilo noir.

DEAD LIKE ME deu mais trabalho para eu acompanhar. O seriado narrava o cotidiano de ceifadores – popularmente conhecidos como “a morte” – que viviam entre os humanos roubando-lhes as almas.

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A atração era protagonizada por Ellen Muth, que interpretava Georgia, uma adolescente que morria depois que o assento de um vaso sanitário de uma estação espacial caía sobre a cabeça dela – você riu, eu sei. Desde então, ela virou uma ceifadora. O grande problema para mim é que a Georgia me parecia uma personagem arrastada, mórbida, sem energia… sem vida. Fiquei extremamente incomodada com a aparente falta de carisma da Ellen Muth no papel principal. Só depois percebi que estava sendo incoerente. Como é que eu queria que uma personagem morta fosse, na verdade, cheia de vida? Desde o primeiro instante, Muth acertou o tom do personagem, que não poderia ser outra coisa senão moribundo. E quando, finalmente, me dei conta disso, percebi o quanto essa série era genial. E, aí, pronto, vi em uma sentada só! Com o perdão do trocadilho, é claro.

Dead Like Me tinha um HUMOR NEGRO, em que o politicamente incorreto era explorado de forma escrachada. E isso é recorrente nas séries do Bryan Fuller. Todos os personagens se utilizam de meios moralmente questionáveis para conseguir o que querem, para ganhar a vida (ou a pós-vida, no caso). E o mais legal é que não precisa ser o vilão da história para agir imoralmente. Por exemplo: na série seguinte, Pushing Daisies, o Ned explorava os mortos para ganhar dinheiro….

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….e nem ouse pensar mal dele! Ned era um chameguinho em forma de personagem.

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Fuller o escreveu especialmente para o ator Lee Pace, com quem ele tinha trabalhado em Wonderfalls (e quem ele quer, loucamente, que participe de Hannibal). Lee Pace é desses atores ultra fofos, que fala baixinho e sorri com as sobrancelhas (a-ham!). Na história, ele interpretava um confeiteiro cujas habilidades iam muito além do preparo das deliciosas tortas vendidas na Pie Hole. Ele tinha um poder especial: sempre que ele tocasse em algo que estivesse morto, essa coisa – podendo ser uma fruta, uma pessoa, um besouro – voltava à vida. Se ele tocasse de novo, então essa coisa morreria para sempre. E ele tinha um minuto para realizar o ritual, uma vez que, passado um minuto e ele não tocasse o indivíduo novamente, outra pessoa próxima morreria no lugar do, agora, ex-cadáver.

Ele, então, conhece o detetive Emerson Cod e, juntos, eles lançam um plano. Sempre que uma pessoa morresse e fosse oferecida uma recompensa para solucionar o caso, Ned traria a vítima de volta à vida e perguntaria o que aconteceu com ela. Em um minuto, ela estaria morta novamente e eles, mais ricos. Bem imoral. Mas fica pior.

No primeiro episódio, Chuck (Anna Friel), o amor de infância de Ned, morre. Ele a traz de volta e nunca mais a toca novamente, colocando a vida de Emerson, que estava próximo ao caixão dela, em risco. A partir daí, Ned e Chuck, completamente apaixonados, nunca poderão estabelecer qualquer contato físico, senão ela morre para sempre. Meio Romeu e Julieta.

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Por falar em outras histórias, Pushing Daisies estava repleta de referências a outros clássicos do cinema. A primeira inspiração a ser notada é O Fabuloso Destino de Amelie Poulain. Bem como no filme francês, PD tem um NARRADOR que, logo nas primeiras cenas, nos conta que Ned descobriu seu poder especial aos “9 anos, 27 semanas, 6 dias e 3 minutos de vida” “por ressuscitar o seu Golden Retriever, Digby”. E, aí, eu quase tive um treco. Detesto o enfadonho destino da desocupada Amélia e quando vi que a série teria ares do filme, quase desisti. Não era apenas o narrador que fazia lembrar o clássico, mas as cores da série, a fantasia em demasia. Mas, depois de acompanhar um pouco mais, percebi que PD se parecia com Amelie apenas esteticamente – e nesse quesito, não há o que falar, o filme é GENIAL. A história, em si, mais se parece com A Fantástica Fábrica de Chocolate. É que Amelie, embora seja fantasioso, tenta nos vender uma ideia de que aquilo seria possível, é uma ideia romantizada da vida e que nos é vendida como podendo ser real – quando não é. Já A Fantástica Fábrica de Chocolate segue o mesmo roteiro, mas deixando claro se tratar puramente de fantasia. E é aí que PD reside.

LEIA MAIS: ‘PUSHING DAISIES’: REVISITE OS CENÁRIOS DA SÉRIE INSPIRADA POR AMÉLIE POULAIN

Outra referência memorável foi um capítulo que homenageou Alfred Hitchcock.  Primeiro, aconteceu um assassinato em que golpes de faca eram dados no ar, com uma música parecidíssima com a de Psicose e sua famosa cena do chuveiro. Depois, houve uma referência ao filme Vertigo e a cabeça de Emerson flutuando. Compare:

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O piloto de MOCKINGBIRD LANE foi exibido em 2012, na NBC, e se conseguisse audiência seria transformada em série. Não deu. Bryan Fuller esperneou, dizendo que a data escolhida para a transmissão não o beneficiou, e o canal exibiu o piloto mais uma vez, como especial de Halloween. Falhou de novo. A série seria uma remontagem de The Munsters, clássico da CBS nos 1960, parecido com A Família Addams. Eu assisti ao episódio e com muita, mas muita dor no coração, devo dizer: não gostei. Embora esteticamente fosse interessante, os diálogos e situações simplesmente não prenderam. Apesar do humor negro e da família de mortos-vivos, marcas de Fuller, estava abaixo daquilo que ele já apresentou.

Como já deu para perceber, a MORTE sempre foi o tema principal das séries desenvolvidas por Fuller. Desde os ceifadores de Dead Like Me, passando pela volta à vida em Pushing Daisies, até a família de mortos-vivos de Mockingbird Lane. Dá para dizer que a única exceção foi Wonderfalls, que narrava uma jovem com o poder de falar com os animais. Mesmo que Hannibal não trate a morte diretamente – todos os personagens, a princípio, estão vivos – a gente pode dizer, sim, que se centra no tema, já que o protagonista é um assassino serial.

Hannibal é a série mais madura de Fuller. É um enredo mais denso, em que o humor é menos explorado e nosso psicológico é pressionado a todo instante. Nos primeiros episódios, a gente tem até alguma dificuldade em entender a história, cheia de complexidades e quebra-cabeças.

LEIA MAIS: TERAPIA ELEGANTE: VEJA, EM DETALHES, O LUXUOSO ESCRITÓRIO DE ‘HANNIBAL’

Esteticamente, Fuller vive seu auge. Hannibal é sempre mencionada como um exemplo de série visual, em que verdadeiras metáforas – tanto em palavras, quanto em objetos – nos são jogadas de forma constante.

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As cores na tela sempre nos dão pistas e indicam quem está a salvo ou corre perigo na série. Verde e marrom são as cores de Lecter e Will Graham.

Como eu disse, não é apenas visualmente. Os trocadilhos e as dicas também estão nos inteligentes diálogos da atração – Fuller até ganhou um troféu pelos trocadilhos em uma premiação promovida por um blog americano.

Por exemplo, na segunda temporada da série, Will (Hugh Dancy) está preso porque o FBI acredita que ele cometeu os crimes. Em um diálogo com o agente Jack Crawford (Laurence Fishburne), Will dispara:

– You don’t believe me now.

Ele, então, faz uma pausa dramática e diz enfaticamente:

– You WILL.

“You will” não quer dizer apenas que Jack VAI acreditar, mas “Will” é o nome do próprio personagem que disse a frase. Além disso, “will” ainda significa “desejo”, “vontade”, “determinação” em inglês. Tudo isso, e não apenas a tradução “você vai”, reforçava ainda mais a ideia de que o agente Crawford iria acreditar em Will Graham – ao mesmo tempo, remetia à cena inicial do episódio, que se passava alguns meses depois dessa narrada, e que mostrava o agente em uma luta corporal épica com Hannibal Lecter, o verdadeiro assassino.

A cena de luta, aliás, teve cada detalhe milimetricamente pensado, para que tudo ficasse criativo – e visual – na tela:

Alguns episódios mais tarde, quando Will quer que Hannibal pense que ele matou uma jornalista, Will diz que “ela não irá se levantar das cinzas, mas o assassino dela irá”. Tudo em duplo sentido, é claro:

– She won’t rise from the ashes… but her killer will. (but her killer Will Graham).

Dr. Lecter pegou essa, com certeza.

Dr. Lecter pegou essa, com certeza.

Lecter é interpretado pelo renomado Mads Mikkelsen. A pronúncia correta é “Més quelsen”, mas o ator dinamarquês não se incomoda em ser chamado de “Méds” – inclusive pelos colegas de elenco. Finesse!

Embrace the Mads… Não, pera.

Diversidade

Por último, mas não menos importante: Bryan Fuller, que é homossexual, gosta de colocar personagens gays em todas as suas séries. Em Wonderfalls, ela era Sharon, a irmã da protagonista Jaye.  Inicialmente, em Dead Like Me, era para o pai de Georgia ser homossexual, mas quando Fuller deixou a série – ainda na primeira temporada por diferenças criativas com o Showtime -, os roteiristas mudaram isso e deixaram Fuller bastante chateado. Em Pushing Daisies, o legista do necrotério Coroner, interpretado por Sy Richardson, também era homossexual e tinha uma quedinha por Emerson. Em Hannibal, há um burburinho sobre a relação do Dr. Lecter e Will e muita gente torce para que eles tenham um caso amoroso. Fuller diz que se diverte com as teorias criadas pelos seguidores do seriado, mas não revela muito. Para ele, Hannibal poderia, sim, querer algo mais com Will, mas, segundo ele, Will é definitivamente hetero.

 POR DENTRO DO FULLERVERSE

 

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Ellen Muth interpretou Georgia Lass, uma ceifadora em Dead Like Me. Em Hannibal, ela foi Georgia Madchen. Lass é uma expressão que significa menina em inglês; Madchen quer dizer a mesma coisa em alemão. Além disso, em Hannibal, a personagem dela sofria de uma síndrome que a fazia acreditar estar morta e ainda matava outras pessoas.

Ellen Muth interpretou Georgia Lass, uma ceifadora em Dead Like Me. Em Hannibal, ela foi Georgia Madchen. Lass é uma expressão que significa menina em inglês; Madchen quer dizer a mesma coisa em alemão. Além disso, em Hannibal, a personagem dela sofria de uma síndrome que a fazia acreditar estar morta e ainda matava outras pessoas.

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Em Dead Like Me, a irmã de Georgia se chamava Reggie Lass. Miriam Regina Lass era o nome da personagem de Anna Chlumsky em alguns episódios de Hannibal.

A veterana Beth Grant interpretou a personagem Marianne Marie Beetle em três ocasiões: Wonderfalls, Pushing Daisies e Mockingbird Lane.

A veterana Beth Grant interpretou a personagem Marianne Marie Beetle em três ocasiões: Wonderfalls, Pushing Daisies e Mockingbird Lane.

O mesmo aconteceu com Chelan Simmons, que viveu Gretchen Speck-Horowitz tanto em Wonderfalls quanto em Hannibal.

O mesmo aconteceu com Chelan Simmons, que viveu Gretchen Speck-Horowitz tanto em Wonderfalls quanto em Hannibal.

Em Pushing Daisies, Gina Torres interpretou a esposa do detetive Emerson Cod. Em Hannibal, ela é casada com outro detetive, o agente Jack Crawford.

Em Pushing Daisies, Gina Torres interpretou a esposa do detetive Emerson Cod. Em Hannibal, ela é casada com outro detetive, o agente Jack Crawford.

Raul Esparza integrou o elenco de Pushing Daisies como Alfredo, um homem que vendia ervas que tratavam a agorafobia. Em Hannibal, seu psiquiatra Frederick Chilton tenta manipular seus pacientes, num tratamento questionável.

Raul Esparza integrou o elenco de Pushing Daisies como Alfredo, um homem que vendia ervas que tratavam a agorafobia. Em Hannibal, seu psiquiatra Frederick Chilton tenta manipular seus pacientes, num tratamento questionável.

O cachorro de Reggie, em Dead Like Me, foi o mesmo que fez Digby, o cachorro do Ned em Pushing Daisies.

O cachorro de Reggie, em Dead Like Me, foi o mesmo que fez Digby, o cachorro do Ned em Pushing Daisies.

E mais:

– No quarto episódio da segunda temporada de Hannibal, uma das investigadas pelo FBI se chama Katherine Pimms, nome que Chuck usava como disfarce em Pushing Daisies.

– Em Dead Like Me, Georgia trabalhava na Happy Time Temp Agency, mesmo lugar que Ned finge trabalhar no episódio Bzzzzzzzzz!, de Pushing Daisies.
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Genial, não? Por isso, tenho certeza que, daqui dez anos, verei todas essas séries com a mesma empolgação que vejo hoje. Ou talvez até mais. Graças a minha memória afetiva!

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HBO divulga a data de estreia de ‘Togetherness’ e retorno de ‘Girls’ e ‘Looking’

Data/Hora 07/11/2014, 16:20. Autor
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A emissora HBO divulgou ontem (6), a data do retorno de Girls e Looking, ambas produzidas pelo canal. Além disso, no mesmo dia do retorno das séries ocorrerá a estreia de Togetherness, nova comédia do canal que irá alegrar as noites de domingo dos telespectadores.

NOTÍCIAS | Kyra Sedgwick vai estrelar e produzir nova série da HBO

O tripleto retornará no dia 11 de janeiro, onde a primeira a ser exibida será Girls, com a estreia da sua quarta temporada às 21h (horário americano). Entre as novidades desse novo ano, podemos destacar a presença da atriz Natasha Lyonne (Orange is the New Black), que irá interpretar a personagem  Rickey, através de uma pequena participação especial. Além de Lyonne, Zachary Quinto (American Horror Story), Gillian Jacobs (Community) e Jason Ritter (Parenthood) participarão da 4ª temporada da série.

Já a segunda veterana, Looking, será exibida em seguida, a partir das 21h30min e continuará, em sua segunda temporada, contando a história de três amigos, Patrick (Jonathan Groff), Augustin (Frankie J. Alvarez, de Smash) e Don (Murray Bartlett, de Headland), que tentam aproveitar o que São Francisco tem a oferecer aos gays de sua geração. A audiência foi tão boa e o público gostou tanto da história, que a série conseguiu ser renovada no início do ano, com 54% mais espectadores que a na sua season premiere.

VÍDEOS | HBO divulga trailer de ‘The Comeback’

Por fim, às 22h ocorrerá a estreia de Togetherness, comédia romântica que vai concentrar sua história na experiência que é viver um relacionamento e lidar com os problemas habituais. No enredo, dois casais vivem sob o mesmo teto e, além de lutarem para conseguirem manter a chama do relacionamento viva, ainda terão seus problemas individuais para combaterem. No elenco podemos destacar os dois atores principais: Mark Duplass (The Mindy Project) e Amanda Peet (The Good Wife). Outros nomes incluem: Melanie Lynskey (Two and a Half Men) e Steve Zissis (Parks And Recreation).

As duas veteranas terão 10 episódios no total, enquanto a novata terá oito episódios em sua primeira temporada. Então não percam! Dia 11 de janeiro pela HBO. Ainda não há informações sobre a exibição das mesmas aqui no Brasil.

Com informações do Deadline, Entertaiment Weekly e do TV Line

Lifetime cancela ‘Witches of East End’

Data/Hora 07/11/2014, 15:50. Autor
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O canal Lifetime confirmou o cancelamento de Witches of East End. A série, baseada no livro de mesmo nome, conta a história da família de bruxas Beauchamp (Julia Ormond, Jenna Dewan Tatum, Rachel Boston e Madchen Amick). Sua 2ª e última temporada culminou em diversos cliffhangers, que, aparentemente não serão solucionados.

A 1ª temporada teve um total de 1.67 milhão de espectadores, mas teve uma queda para 1.13 milhão em sua segunda aparição. A season finale, que foi ao ar em 5 de outubro, teve um total de 1.03 milhão de espectadores e a demo de 0.4 entre adultos de 18 a 49 anos.

O Lifetime tem outros dois projetos para sua programação: Damian, do ex-showrunner de The Walking Dead, Glen Mazzara, e Un-Real, de Marti Noxon.

Com informações do EW.

É oficial: CBS cancela ‘The Mentalist’

Data/Hora 07/11/2014, 15:24. Autor
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Depois de seis temporadas, Patrick Jane (Simon Baker) resolverá o seu último caso ao lado de Teresa Lisbon (Robin Tunney). A CBS confirmou pela primeira vez que a nova temporada de The Mentalist será a última e terá apenas 13 episódios.

O seriado retornará antes do previsto. O canal também divulgou que a 7ª temporada estreará em 30 de novembro ás 21h e tomará o lugar (temporariamente) de The Good Wife. Os episódios de The Mentalist irão ao ar em cinco semanas de dezembro. Depois disso, The Good Wife retornará em 4 de janeiro e The Mentalist será exibido às quartas, às 20h. O seriado do mentalista continuará nessa programação até a season finale em 18 de fevereiro.

De acordo com o EW, há chances de The Mentalist ser transferido para outro canal. Medium Southland são exemplos de séries que mudaram de canal para suas transmissões. A TNT exibe episódios repetidos de The Mentalist e também resgatou Southland. Mas, fontes próximas a produção de The Mentalist disseram que é muito cedo para pensar nessa ideia. Ainda de acordo com o site, uma emissora interessada gostaria de ter uma ideia sobre o final do seriado antes de tomar qualquer decisão (a 6ª temporada teve um total de 11.5 milhões de espectadores e 2.1 de demo entre adultos de 18 a 49 anos, incluindo o DVR).

Com informações do EW.

Destaques na TV – sexta, 7/11

Data/Hora 07/11/2014, 02:29. Autor
Categorias TV Brasil

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É sexta-feira! confira os destaques de hoje e tente se divertir.

O Halloween se foi, mas nem todos os seres profanos voltaram para o abismo. É por isso que, o Space contratou os serviços de John Constantine. Bruxo, salvador, charlatão e anti-herói, o protagonista da nova série estreante, Constantine é um detetive sobrenatural com um passado obscuro, versão para a TV da HQ Hellblazer, de Alan Moore, Steve Bissette e Jamie Delano. Adaptada por Daniel Cerone (The Mentalist) e Davis S. Goyer (Da Vinci’s Demons), a série acompanha a vida de John Constantine (Matt Ryan, Criminal Minds: Suspect Behavior), um mágico e vigarista que se torna um detetive especializado no sobrenatural, combatendo forças do mal. O primeiro piloto, produzido para ser avaliado pelo canal, contou com a presença de Lucy Griffiths (True Blood), que interpretou a personagem Liv. Mas os produtores decidiram mudar a dinâmica dos protagonistas e, assim, a atriz deixou a série sendo substituída por Angelica Celaya (vista em Dallas). No elenco também estão Harold Perrineau (Lost) como Manny, um anjo encarregado de vigiar Constantine; Charles Halford (True Detective) como Chas Chandler, amigo de Constantine; Joey Phillips como Nergal, um demônio; Miles Anderson como o Dr. Roger Huntoon; Michael James Shaw como Papa Midnite, um criminoso que pratica vudu; e Emmett Scanlan (The Fall) como Jim Corrigan, o Espectro, um espírito que tem a missão de punir almas criminosas.

O The Ellen Degeneres Show recebe Daniel Radcliffe e Katie Lowes. Já no The Tonight Show desta noite, Jimmy Fallon entrevista Kevin Spacey (House of Cards), Olivia Munn (The Newsroom) e The Lucas Bros..

Agora confira os demais destaques na TV.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
The Killing – história de um assassinato (Forbrydelsen) – 20h (ep 3×08)
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

WARNER
Nikita – 13h10 (ep 4×03)
Arrow – 22h30 (ep 3×04)

SONY
How I Met Your Mother – 12h – exibição diária
Franklin & Bash – 13h (ep 3×04) – exibição diária
Malibu Country – 14h – exibição diária

ID
Hawaii 5-O – 11h54 – (ep 4×15)

SPACE
Constantine – 22h30 – ESTREIA Leia a review

HBO
Roommates – 0h (ep 1×05)

MTV
Gilmore Girl – 11h (exibição de segunda a sexta 2ª temporada)
The Vampire Diaries – 15h

GLOBO
Dupla Identidade – 23h15

VIVA
Carga Pesada – 23h10
O Dono do Mundo – 0h (de segunda a sábado)

Bom final de semana!

CW anuncia data de estreia da quarta temporada de ‘Hart of Dixie’

Data/Hora 06/11/2014, 23:28. Autor
Categorias Notícias

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Finalmente a CW anunciou a data do retorno de Hart of Dixie – diminuindo um pouco as ansiedade dos fãs que esperam pela quarta temporada da série.

Anote na sua agenda: Zoe Hart (Rachel Bilson) e sua turma irão voltar no dia 9 de janeiro de 2015, com a série passando a ser exibida nas noites de sexta-feira. Ainda não se sabe se esta será a última temporada: alguns atores indicaram isto em suas redes sociais, mas o canal teen ainda não confirmou a notícia.

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Vale lembrar ainda que a estreia da série atrasou, por causa da gravidez de sua protagonista, a atriz Rachel Bilson (The O.C.), que interpreta a médica Zoe Hart. A sua colega de trabalho, Jaime King (que interpreta a personagem Lemon Breeland) também embarcou nesta vida de ser mamãe, onde teve a sua aparição reduzida na terceira temporada.

A quarta temporada terá apenas 10 episódios no total e todos eles já foram gravados. Mas, se você estiver com saudades das pequenas festividades do povo de Bluebell do Alabama, reveja a série pelo canal Glitz aqui no Brasil.

Com informações do TV Line.

Modern Family – Halloween 3: AwesomeLand

Data/Hora 06/11/2014, 15:44. Autor
Categorias Reviews

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Série: Modern Family
EpisódioHalloween 3: AwesomeLand
Número do Episódio: 6×06
Exibição nos EUA: 29/10/2014
Nota do Episódio: 7.8

Em toda nova temporada de Modern Family, o episódio de Halloween acaba sendo aquele pelo qual eu amo esperar (apesar de algumas temporadas não terem episódios com a temática). Isso porque o feriado americano sempre traz um episódio com produção bem trabalhada e uma trama que acaba divertindo muito tanto pelas referências às fantasias quanto pelo destaque de alguns personagens. No entanto, a série ainda aposta na receita dos episódios anteriores de Halloween.

As fantasias da data mostram muito sobre a personalidade de cada personagem e Claire sempre acaba ganhando destaque. O egoísmo e a personalidade forte da matriarca da família Dunphy deixa tudo mais gostoso de assistir (ainda que seja mais do mesmo). Se alguém ainda tinha alguma dúvida sobre o quão diferentes Claire e Phil são, Halloween 3: AwesomeLand veio saná-la. Ao contrapor as diferentes visões do casal, a série mostrou de forma clara como os dois se completam: Phil é o lado feliz do e Claire é o lado ranzinza. Já as crianças, são uma mistura tão boa que muitas vezes é difícil de acreditar que nasceram dali.

Mesmo com as pirações de Claire, dessa vez quem ganhou destaque mesmo foram Lily e Cam. O desencontro entre os dois durante o episódio proporcionou os melhores momentos da trama. Lily era Waldo (nosso Wally, de Onde está Wally?) e claro que, assim como o personagem, alguém teria de procurá-la. Cam foi o responspavel pela fantasia da filha e por protagonizar momentos de desespero ele – e eu – só conseguia pensar “onde está Lily?” (ou Waldo, como você preferir). O plot conseguiu mostrar que Lily está crescendo e não quer perder a atenção dos pais, seja por um jogo de futebol ou por qualquer outra coisa. Até Mitchell teve seu próprio momento nesse episódio e, vamos combinar, que aquela aranha no julgamento foi uma das cenas mais engraçadas da série. E o ruivo protagonizou muito bem aquela situação onde mais vale ser o herói da sua família do que do seu trabalho.

Enquanto isso, Jay e Gloria protagonizaram uma história meio jogada na trama. Tentar explorar o tema de Shrek foi válido mas, infelizmente, acabou não dando muito certo. Jay e seu drama capilar não convenceram e Gloria também não agradou como deveria. Senti falta de Joe e Manny, que poderia ser aproveitados para um Halloween em família.

Once Upon A Time – Family Business

Data/Hora 06/11/2014, 14:29. Autor
Categorias Reviews

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Série: Once Upon A Time
Episódio: Family Business
Nº do episódio: 4×06
Exibição nos EUA.: 02/11/2014
Nota do episódio: 8.5

Não sei o que está acontecendo com Once Upon A Time, os episódios estão em um bom nível, talvez cada vez melhores – os efeitos estão bons, os roteiros cada vez mais bem estruturados, o desenvolvimento dos personagens está muito bom. Mas ao pensar no todo, no arco narrativo dessa temporada, não há a menor empolgação. A Rainha não consegue emplacar como vilã da mesma forma que Zelena e Pan conseguiram, não me sinto ansioso para saber se os mocinhos vão conseguir vencer, pois não os vejo correndo perigo.

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Este episódio, para surpresa geral da nação, foi focado em Belle. Há bastante tempo não se falava da história da personagem, talvez porque não houvesse mais nada a ser trabalhado… isso foi o que nos fizeram pensar. Antes de conhecer Rumple, Belle morava em um castelo com sua mãe e seu pai, até que um dia, em um ataque de ogros, Belle perdeu sua mãe. E o pior de tudo: ela não lembrava como a mãe havia morrido. A princesa então resolve ir à Arendelle para falar com os trolls e assim conseguir recuperar sua memória. Entrelaçar a história de Belle com a de Frozen foi uma boa ideia, na verdade, todas as “misturas” feitas até agora deram certo, tudo ainda faz sentido na linha temporal da série e, até agora, tem sido boas histórias.

Enquanto isso, em Storybrooke, os moradores resolvem se separar para procurar um carrinho de sorvete da Rainha atrás de alguma pista. Esta parte da história serviu apenas para preencher tempo e avançar um pouco a trama, pois em si foi bem enfadonha. Mais uma vez o que salvou foram as cenas que retratavam as relações entre os personagens, Emma e Hook, Regina e Hood. É tão bom ver eles sendo seres humanos normais, além de seus títulos de contos de fadas.

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Ainda em Storybrooke, Belle resolve enfrentar a Rainha de Gelo para corrigir um erro do seu passado. Ela resolve usar a adaga de Rumple para comandar que ele a ajude. Pensei que finalmente a inocente Belle descobriria a verdade, mas estamos falando do Dark One, era óbvio que ele conseguiria enrolar a pobre princesa, mas agora que a semente da discórdia foi plantada pelo espelho da Rainha, não tenho dúvidas que Belle uma hora vai descobrir a verdade e, bem, não vai ser nada bom para Rumple.

Como havia dito acima, os planos da Rainha não mostram um grande perigo se aproximando de Storybrooke como ocorria com Zelena, ou até mesmo com Pan que quando chegou à cidade tocou o terror. Falta aquele sentimento de “O que será que vai acontecer?”, continua bom assistir à série, mas o suspense dessa temporada anda deixando a desejar. Agora que descobrimos que a Rainha que destruir todos e salvar apenas Emma e Elsa será que as coisas vão começar a ficarem realmente perigosas? Só resta continuar assistindo para saber. Até semana que vem!

Destaques na TV – quinta, 6/11

Data/Hora 06/11/2014, 01:31. Autor
Categorias TV Brasil

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Confiram os destaques dos canais de TV para esta quinta-feira.

Two and a Half Men está de volta à Warner em sua 12ª e última temporada. Segundo seu criador, Chuke Lorre, desta vez eles irão ultrapassar todos os limites. Nesta última temporada veremos nossos dois queridos protagonistas “se lançando à água”. Veremos Walden (Ashton Kutcher) e Alan (Jon Cryer) se casando, mas não por uma questão sexual e sim como um casal gay de mentirinha só para conseguirem adotar um filho. O único problema é que eles terão que se casar no papel! Um detalhe saboroso: o episódio de estreia se passa no Halloween, e Cryer estará fantasiado de Duckie, clássico personagem interpretado por ele em A garota de rosa-shocking. Esta nova aventura dos dois será acompanhada de perto por Berta (Conchata Ferrell) e Jenny (Amber Tamblyn), sobrinha de Alan e mais nova membro da família. Fique ligado em todos os detalhes dessa série inesquecível e curta pra valer o fim da era Harper.

O The Ellen Degeneres Show recebe como convidados Noah Ritter e Nicole Kidman. Já no The Tonight Show desta noite, as atrações são o chef Gordon Ramsay e Little Big Town.

Confira os demais destaques para esta noite.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
Parenthood : Uma História de Família – 15h (ep 5×13)
Os Homens são de Marte… e é pra lá que eu vou – 22h40 (ep 1×07)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
The Killing – história de um assassinato (Forbrydelsen) – 20h (ep 3×07)
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

FOX Life
Chasing Life – Lutando Pela Vida – 22h45 (ep 1×06)

UNIVERSAL
The Good Wife – 22h (ep 5×11) / 23h (ep 5×12)

WARNER
Nikita – 12h55 (ep 4×02)
Two and a Half Men – 20h (ep 12×01) ESTREIA
The Flash – 22h30 (ep 1×04)

SONY
How I Met Your Mother – 12h30 – exibição diária
Franklin & Bash – 13h (ep 3×03) – exibição diária
Malibu Country – 14h (ep 1×18) – exibição diária
Marvel’s Agent of S.H.I.E.L.D. – 21h30 (ep 2×05)

AXN
Resurrection – 22h (ep 2×06)

ID
Hawaii 5-O – 11h54 (ep 4×14)

LIFETIME
Drop Dead Diva – 21h30 (ep 6×01) / 22h30 (ep 6×02) / 23h30 (ep 6×03) – Reprises

HBO SIGNATURE
Família Soprano – 22h (ep 1×08)

MTV
Gilmore Girl – 11h (exibição de segunda a sexta 2ª temporada)
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 3ª temporada)
Smallville – 16h (exibição de segunda a sexta reprise 7ª temporada)

VIVA
Família Dinossauros – 22h / 22h30 – dois episódios seguidos
SOS Emergência – 23h10
O Dono do Mundo – 0h (de segunda a sábado)

Comentem e voltem, pois amanhã tem mais para ver.

The Walking Dead – Slabtown

Data/Hora 05/11/2014, 14:53. Autor
Categorias Reviews

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Série: The Walking Dead
Episódio: Slabtown
Número do Episódio: 5×04
Exibição nos EUA: 02/11/2014
Nota do Episódio: 7.5

Ah, a nossa pequena – e já não tão inofensiva – Beth, está de volta! E com ela um lugar muito esquisito, um antigo hospital que, considerando o apocalipse zumbi, ainda funciona como tal. No prédio, algumas pessoas malucas vivem sob comando de uma mulher maluca, com colegas malucos. O propósito do local é a sobrevivência naquele espaço até que o socorro chegue, se é que um dia ele vai chegar.

The Walking Dead 5x04 Beth e Médico

Enquanto a salvação milagrosa não aparece, a policial Dawn Lerner comanda as pessoas no local como se fossem seus empregados, cada um com uma função específica. Já as pessoas que são encontradas na rua, como Beth, são tratadas e encaminhadas para retribuir o favor. Pessoas qualificadas profissionalmente em áreas de interesse de Dawn têm prioridade, é claro.

Obviamente, a aspirante a badass Beth não curtiu o ambiente do local. Ainda bem, pois foi isso que fez com que o episódio ganhasse alguma emoção e cenas interessantes. Lá, Beth conhece Noah, em uma ótima participação de Tyler James Williams, da série Todo Mundo Odeia o Chris. Os dois organizam uma fuga, não tão bem elaborada como dramática, mas pelo menos Noah conseguiu fugir e talvez encontre Daryl e o grupo de Rick. Aliás, será que já era ele com Daryl no final do episódio Four Walls And A Roof?

The Walking Dead 5x04 Beth e Noah

É engraçado ver em The Walking Dead como cada grupo de sobreviventes se organiza. O pessoal de Rick busca uma cooperação geral e mútua, como uma família. A turma do Governador agia mais como uma pequena cidade sob as leis de uma espécie de Prefeitura. Já os canibais se uniam em busca de comida, o alvo eram os seres humanos fora de seu círculo, mas entre eles também não existia uma fraternidade, pareciam mais uma equipe em busca da sobrevivência a qualquer custo. Já nesse local em que Beth foi parar, tudo parece funcionar como uma ditadura de meia dúzia de policiais. Lá, quem entra e usufrui de algo, deve compensá-los de outra forma.

The Walking Dead 5x04 Beth Pirulito

Slabtown foi um episódio cansativo em certos momentos, principalmente se o compararmos com os três primeiros dessa temporada de The Walking Dead. O que valeu no episódio foi a participação de Tyler como Noah e a própria Beth em alguns bons momentos. Ao contrário do que pensavam no Hospital Grady Memorial, a nossa Beth é sim uma lutadora. Foi uma pena ela não ter escapado, mas a aspirante a badass ficou feliz em ter libertado Noah. Por outro lado, Beth agora está com Carol a seu lado. A badass mestre tá na área e agora Dawn terá sérios problemas.

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