Gracepoint – 3 e 4

Data/Hora 11/11/2014, 18:09. Autor
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Série: Gracepoint
Episódio: 3 e 4
Número do Episódio: 1×03 e 1×04
Exibição nos EUA: 16/10 e 23/10/2014

Culpa. Esse é um dos sentimentos mais fortes que existem. E Mark Solano está repleto de culpa. Na noite em que seu filho desapareceu e foi morto ele estava traindo sua esposa com Gemma Fisher, a dona do hotel e chefe da sua filha mais velha. A princípio era esse o segredo do pai de Danny. Gemma, ao saber que Mark está detido pela polícia resolve contar aos detetives que ele estavam juntos na noite do crime. Ellie mais uma vez se vê numa posição delicada onde precisa tentar controlar seus sentimentos e manter a serenidade que uma detetive precisa nesse momento. O Detetive Carver pode ser insuportável a maior parte do tempo, mas ele tem razão quando acusa a parceira de perder o foco porque os suspeitos são pessoas com as quais ela conviveu a vida inteira. E isso é que faz da dupla excelente porque Ellie tenta mostrá-lo que ele pode ser mais agradável e Carver que ela precisa ser mais firme.

Tom, filho de Ellie, revela a Carver que Danny apanhou do pai. Estaria Tom falando a verdade? O filho da detetive parece esconder muitas coisas, que ninguém parece perceber. O pai fica o dia inteiro com o menino mas não parece notar qualquer mudança no comportamento do filho. Na versão britânica há uma explicação. Não sei como irão lidar com isso em Gracepoint. No final do episódio vemos Beth flagrando o marido com Gemma mas não haverá um confronto de cara.

Beth conta para o Reverendo Paul sobre a conversa com o suposto vidente, Raymond, e temos mais uma oportunidade de presenciarmos a cumplicidade que há entre os dois. Na versão britânica o comportamento de Paul não era tão dúbio como nessa versão. Era um tanto claro que ele tinha um grande carinho pela mãe do Danny, nessa nova maneira de contar a história acho o personagem um pouco assustador. Pode ser a diferença de atuação, que pode ser proposital. O fato é que ele começa a ser um dos meus suspeitos. Susan Wright apesar de ser menos assustadora que a personagem da 1ª versão também entra para a minha lista. Eu sei – a não ser que mudem – o segredo dela mas mesmo assim não me assustaria se agora ela fosse a assassina de Danny. Para aqueles que gostam de buscar pistas quero dizer para prestarem bastante atenção no barco que apareceu pegando fogo. Ele é uma pista importante sobre como Danny chegou a praia. Mesmo os produtores garantindo que mudaram o assassino(a) não acredito que eles mudem o motivo

Faking It – The Ecstasy and the Agony e Date Expectations

Data/Hora 11/11/2014, 15:50. Autor
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Série: Faking It
Episódios: The Ecstasy and the Agony e Date Expectations
Número dos Episódios: 2×06 e 2×07
Exibição nos EUA: 28/10 e 04/11/2014
Nota dos Episódios: 7.5

E depois da derrapada de Present Tense, Faking It voltou a se encontrar e apresentou dois bons episódios. Bastante diferentes entre si, mas ambos muito bem estruturados. E apesar dos roteiros seguirem insistindo em Kiam, houve razões para os fãs de Amy (e até de Karmy, especialmente em Date Expectations) comemorar.

Mas antes de falar das protagonistas do show, vou falar sobre Lauren, que está cada vez melhor. A química dela com a Amy está crescendo – e acho que elas chegarão à uma relação de irmãs em breve – e a relação da loirinha com Theo traz um lado de Lauren à tona que é bem bacana de observar. Ela está interessada de verdade no rapaz, mas sua jornada rumo a um eventual relacionamento é bem exótica, como tudo que vem da Lauren.

E vamos combinar: Bailey De Young roubou a cena em The Ecstasy and the Agony! Lauren “altinha” foi genial.

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Em The Ecstasy and the Agony Karma continua toda feliz – e sem noção – por causa do seu relacionamento com Liam. E acompanhamos a interessantíssima – só que não – jornada do casal em busca da mudança no status do relacionamento. Tudo pra descobrir, no final das contas, que “musa” e “esposa” são palavras mais fáceis de dizer do que “namorada”. Acrescentou muito na minha vida a trama Kiam do episódio. Não me entediei ou nada do tipo.

Por outro lado, Amy reencontrou Reagan. E entre uma ligação da Karma para desabafar sobre o Liam e OUTRA LIGAÇÃO DA KARMA PARA DESABAFAR SOBRE O LIAM Amy resolveu acatar os conselhos de Shane e seguir em frente. E quer forma melhor de seguir em frente do que com a fofa – e hot – DJ/Garçonete Reagan? Impossível.

Estava armado, portanto, o cenário para Date Expectations. Amy e Reagan estão saindo há algum tempo e Amy ainda não apresentou Karma para a nova namorada. E se ainda tínhamos alguma dúvida do porquê, ela se dissipou assim que o encontro “comunal” começou.

Que bagunça! Liam e Amy tentando evitar que Regan comentasse sobre a festa na casa dele, Shane tentando tirar o treinador do armário, Lauren (divertidíssima) dando nota para cada ação de Theo, Karma sendo territorialista ao extremo e Amy literalmente morrendo entre Reagan e Karma. Ufa! Não me admira que relacionamentos tenham saído balançados depois de tantas emoções.

O que aprendemos com Date Expectations? Que Karma não sabe lidar com seus sentimentos. Amy demorou para apresentar a Reagan pra ela não só porque a situação é bizarra e difícil, mas também por medo de que Karma acabasse estragando tudo – como ela QUASE fez.

E depois desse episódio ficamos NOVAMENTE com a pulga atrás da orelha, sem saber se aquele “was” significa algo mais, sem saber se o ciúme da Karma é de amiga ou de ex-namorada. Ficamos, novamente, sem saber se nosso navio afundou, vai afundar ou  vai zarpar. A única certeza é que a torcida para que a Amy curta muito com a Regan é grande.

São apenas 3 episódios antes do hiato de final de ano. Ou seja, as coisas devem ficar intensas em breve. O segredo de Liam e Amy deve ser revelado logo, e Amy e Karma se aproximam, assim, à prova de fogo da sua amizade. Quem viver, verá! E eu mal posso esperar pelas cenas dos próximos episódios. Até lá 🙂

P.S.: couve? Não, cogumelos! Mas tudo bem se alimentar de couve enquanto os cogumelos estiverem em falta, viu Amy?

Homeland – From A To B And Back Again

Data/Hora 11/11/2014, 14:01. Autor
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Série: Homeland
Episódio: From A To B And Back Again
Número do Episódio: 4×06
Exibição nos EUA: 02/11/2014

 

Essa última semana, Homeland apresentou um episódio forte, muito bem formulado que encerrou satisfatoriamente a participação de Aayan para a história desse ano, deixando tudo bem firme para a metade final de temporada (diferentemente da temporada passada que ficou tudo meio corrido e atropelado).

A participação de Suraj Sharma em Homeland foi brilhante, o ator soube muito bem apresentar todas as nuances de seu personagem nesses míseros seis episódios. Em From A To B And Back Again trouxe a morte de Aayan, em uma cena completamente surpreendente e chocante (tipo o final da primeira temporada de Game of Thrones). O personagem foi morto no meio do deserto por seu tio, quando buscava abrigo.

Foi triste? Sim. Porém, fico contente que os escritores de Homeland ainda não têm medo de sair do convencional e arriscar. O começo do episódio já deixou claro que o personagem não sobreviveria para ver outra temporada, quando o grande plano de Carrie finalmente se tornou evidente. Sou grata também que a série não recorreu ao plot batido de “a dor dele o transformou em vilão”. No fim, o personagem continuou sendo o mesmo que foi apresentado aos espectadores, o mesmo rapaz que esclareceu que mais violência não o tornaria melhor que as pessoas que mataram sua família. No fim, Aayan foi mais uma casualidade da guerra, onde é difícil escolher o mais culpado, entre os americanos e os terroristas.

Mais uma vez vimos a devoção de Carrie a esta missão, não importando quais as consequências seriam para Aayan. Fria, e mais uma vez extremamente manipulativa ficou claro que ela não hesitaria em matar seu “romance adolescente” dos últimos dias para poder assassinar seu grande alvo Hassaim Haqqani. E ela quase teve sucesso, mas a revelação que Saul também estava presente interrompeu o ataque.

Algumas reviews atrás mencionei que sentia falta da relação de pai/filha entre Saul e Carrie, imagem o choque ao ver que Carrie quase nem bambeou ao mandar o ataque continuar, o que acarretaria na também na morte de Saul. Mesmo assim, apesar de toda tensão daquele momento, era sabido que Saul não morreria (Era? Essa temporada estão com uns George Martin feelings. No one is safe), mas foi graças a intervenção de Peter Quinn.

Assistir esse episódio foi uma hora bem gasta, ao observar o desenrolar do plano de Carrie, e suas repercussões, não apenas pra Aayan, mas todos os envolvidos nessa temporada. E que temporada, hein!? Agora, exatamente na metade da temporada, nos deparamos com uma reviravolta que deixou o jogo mais difícil e mais perigoso pra Carrie & cia. Aayan morreu, Saul está em risco constante, e o relacionamento ruim entre Quinn e Carrie parece refletir o relacionamento dela com o resto de seu time. Estamos em um ponto crucial, mas estou bem confiante na série. Quem poderia prever uma temporada tão consistente a interessante assim? You go, Homeland.

– Com Saul em perigo, Dar Adal vai finalmente fazer sua aparição na temporada?

‘Forever’ ganha primeira temporada completa pela ABC

Data/Hora 11/11/2014, 12:45. Autor
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A rede ABC anunciou no final da semana passada que o drama Forever vai ganhar temporada completa, totalizando 22 episódios. Bem aceita pelo público, a série se junta a How to Get Away with Murder e a Black-ish, que também ganharam temporadas completas, com 15 e 22 episódios respectivamente.

Essa está sendo a Fall Season com mais aceitação dos telespectadores, onde muitas produções de vários canais estão ganhando temporadas completas em seus primeiros anos. Mas, vale lembrar que isso não é sinal de renovação, já que essa decisão depende do desempenho das série até o final da temporada. Forever vem mantendo uma audiência média de 6,9 milhões de telespectadores totais e uma 1,8 ponto de audiência no demo 18-49. Apesar dos números modestos, a série tem a melhor audiência para o canal nos últimos quatro anos em seu horário.

PREVIEW | Primeiras Impressões – Forever

A história gira em torno do Doutor Henry Morgan – personagem do ator Ioan Gruffudd (Castle) – que é um renomado médico legista da cidade de Nova York. Mas o que ninguém sabe é que Henry tem uma razão especial para estudar os mortos – ele é imortal. E o seu trabalho de investigação, junto com o detetive Jo Martinez, e o seu relacionamento de amizade com o seu melhor amigo, Abe (Judd Hirsch), irão desencadear alguns fatos de sua vida.

NOTÍCIAS | ABC anuncia as datas de estreia e retorno de suas atrações na Fall Season

A história é escrita por Matthew Miller (Chuck), direção de Brad Anderson (Alcatraz) e produção executiva de Dan Lin (Sherlock Holmes) e Jennifer Gwartz (Veronica Mars).

Forever é exibida pela ABC nas noites de terça-feira, às 22 horas. Já aqui no Brasil, o seriado chegou no dia 30 de setembro pelo canal pago Warner Channel.

Com informações do Deadline, Entertaiment WeeklyTV LineVariety e do Zap2it.

‘Saving Hope’ é renovada para quarta temporada

Data/Hora 11/11/2014, 12:10. Autor
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O canal canadense CTV divulgou a renovação de Saving Hope para sua quarta temporada. O novo ano da série de Morwyn Brebner (Rookie Blue) e Malcolm MacRury (Republic of Doyle) recebeu a encomenda de 18 novos episódios.

Saving Hope conta a história de Dr. Charlie Harris (Michael Shanks), chefe de cirurgia do Hope-Zion Hospital que entra em coma, após sofrer um acidente. A Dra. Alex (Erica Durance), noiva de Charlie, une forças com o cirurgião Joel Goran (Daniel Gillies) para mantê-lo vivo, ao mesmo tempo em que eles buscam um jeito de trazer Charlie de volta. Enquanto isso, o espírito de Charlie vaga pelo hospital e ampara as almas daqueles que também esperam pelo retorno ao mundo ou a ida ao além.

A renovação aconteceu antes mesmo da estreia da terceira temporada da série, que acontece no próximo dia 26 de novembro no Canadá.

A quarta temporada será filmada na summer season de 2015 e a previsão de estreia é para o segundo semestre do mesmo ano.

No Brasil, Saving Hope é exibida pelo canal GNT.

Com informações do TV Series Finale.

Rede ABC anuncia o cancelamento de ‘Selfie’

Data/Hora 11/11/2014, 11:30. Autor
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A rede americana ABC decidiu encarrar a produção da comédia Selfie, que teve a sua estreia no dia 30 de setembro deste ano. Com recepção morna do público e uma baixíssima audiência, Selfie terá somente os 13 episódios iniciais encomendados e depois sairá do ar.

Selfie juntou-se a sua companheira, Manhattan Love Story, (outra produção também ABC), que foi a primeira série da fall season de 2014 a ser cancelada. O último episódio de Manhattan Love Story foi assistido por apenas 2,6 milhões de telespectadores e teve apenas 0,7% da audiência do telespectadores entre 18 a 49 anos. Selfie, por sua vez tinha números bem superiores, mais ainda assim baixos para o padrão do canal: a média era 4,7 milhões de telespectadores por episódio e 1,5% da audiência do público de 18 a 49 anos.

PREVIEW | Primeiras Impressões – Selfie

A história era centrada em Eliza Dooley (Karen Gillian), uma moça de vinte e poucos anos que é mais preocupada com “curtidas” nas redes sociais do que com as pessoas ao seu redor. Depois de sofrer com o fim de um relacionamento a personagem se torna o foco de um vídeo viral humilhante. Assim, Eliza pede a ajuda de uma expert em marketing e de sua companhia para reparar esse erro e melhorar sua imagem. Além de Gillian, John Cho (Sleepy Hollow), David Harewood Homeland), Tim Peper (Bones), Da’Vine Joy Randolph (The Good Wife) e Allyn Rachel (Weeds) estavam no elenco.

No final do mês passado, a emissora encomendou temporada completa de diversas séries.

Com informações do Deadline, Entertaiment Weekly, TV Line e do Variety.

Showtime renova ‘Homeland’ e ‘The Affair’

Data/Hora 11/11/2014, 10:58. Autor
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O canal Showtime anunciou a renovação de Homeland e The Affair. A quinta temporada de Homeland terá 12 episódios e a segunda temporada de The Affair terá 10 novos episódios.

Homeland vem registrando uma média de 1,48 milhão de espectadores em sua quarta temporada. Mas o canal observa que a série segue com ótimo desempenho considerando a exibição em outros tipos de plataformas, chegando a marcar seis milhões de espectadores por episódio. A nova temporada também vem sendo bastante elogiada por público e crítica.

PREVIEW | As primeira impressões de The Affair

Já a nova série The Affair teve apenas quatro episódios exibidos até o momento, mas tem a confiança dos executivos. A série vem mantendo uma média de 580 mil espectadores. Ao considerar outras plataformas, a audiência é de 3,9 milhões de espectadores.

Ambos os seriados retornam em 2015.

Com informações do HitFix.

Destaques na TV – terça, 11/11

Data/Hora 11/11/2014, 02:06. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira o que tem na programação de séries na TV hoje.

Na estreia da segunda temporada de Mom, Bonnie (Allison Janney) fica furiosa quando as péssimas decisões financeiras de Christy (Anna Faris) ameaçam o bem-estar da família. Jaime Pressly (Jennifer Falls, My Name is Earl) participa como a agora sóbria Jill.

No final da série The Killing – história de um assassinato (Forbrydelsen), o sequestrador concorda em mostrar a Sarah onde está Emilie, mas o tempo está acabando. Enquanto procuram pela menina, ela descobre quem é o culpado do caso antigo e encontra um jeito de fazê-lo confessar o crime.

No The Ellen Degeneres Show, os convidados são a atriz Viola Davis (How to Get Away with Murder) e a cantora Ella Henderson. Já o The Tonight Show recebe os jornalistas Savannah Guthrie e Matt Lauer e a atriz Felicity Jones.

Confira os demais destaques para hoje.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
The Killing – história de um assassinato (Forbrydelsen) – 20h (ep 3×10) SERIES FINALE
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

UNIVERSAL
Law & Order: SVU – 22h (ep 16×02)
Chicago PD – 23h (ep 2×02)

FOX
Porta dos Fundos – 22h (ep 1×05)
The Walking Dead – 22h30 (ep 5×05)

WARNER
Nikita – 12h55 (ep 4×05)
Forever – 22h30 (ep 1×07)

SONY
How I Met Your Mother – 12h – exibição diária
Franklin & Bash – 13h – (ep 3×06) – exibição diária
Malibu Country – 14h – exibição diária
The Blacklist – 21h30 (ep 2×06)
The X Factor UK – 22h30 – 11ª temporada

AXN
NCIS – 22h (ep 12×05)

COMEDY CENTRAL
Men at Work – 20h20 (ep 3×05)
The Exes – 20h40 (ep 3×05)
Last Man Standing – 21h – (ep 3×05)

A&E
NCIS : Los Angeles – 21 h (ep 5×18)

ID
Hawaii 5-O – 11h54 (ep 4×19)

LIFETIME
Necessary Roughness – 23h30 (ep 2×11)

MTV
Smallville – 10h15 (exibição de segunda a sexta reprise 8ª temporada)
Gilmore Girls – 11h (exibição de segunda a sexta 2ª temporada)
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 3ª temporada)

BAND
Master Chef – 22h35

VIVA
A Diarista – 22h
A Justiceira – 23h10
O Dono do Mundo – 0h (de segunda a sábado)

Podem comentar.

Videoclipe promove a temporada final de ‘Cougar Town’

Data/Hora 10/11/2014, 23:39. Autor
Categorias Notícias

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O canal TBS divulgou na semana passada a data de estreia da sexta e última temporada de Cougar Town. A comédia estrelada e produzida por Courteney Cox retorna no dia 6 de janeiro de 2015 nos Estados Unidos.

Para promover o retorno, o canal produziu um videoclipe em que o ator Josh Hopkins, que faz o papel de Grayson na série, canta e toca violão, avisando que o Cul-de-Sac Crew voltará para uma última temporada. O vídeo tem volta do Christopher Walken Cat, relembra as gags e momentos marcantes da série e tem as participações do restante do elenco da série, formado pelos atores Ian Gomez, Dan Byrd, Courteney Cox, Christa Miller, Busy Philipps e Bob Clendenin.

Confira abaixo o vídeo:

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Lili, a Ex – A Ex-Detox e A Queda do Muro

Data/Hora 10/11/2014, 22:24. Autor
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Série: Lili, a Ex
Episódios: A Ex-Detox e A Queda do Muro
Número dos Episódios: 1×06 e 1×07
Exibição: 29/10 e 05/11/2014
Nota dos Episódios: 9.5

Depois da recaída da semana retrasada parece que o casal Lili e Reginaldo pirou de vez. Seria amor ou apenas loucura? Bom, na dúvida os dois resolveram investir em tentativas de desintoxicação, mas parece que elas não foram lá muito bem sucedidas.

Não para eles, mas resultaram em ótimas cenas para nós: o exagero dos quadrinhos voltou, seja nas visões das vidas passadas de Lili, ao que parece eles já enlouqueciam um ao outro há várias encarnações, seja nos efeitos da bebida sobre o Reginaldo.

Que simplesmente roubou várias cenas: ele delirando foi uma das coisas mais engraçadas que o GNT já produziu.

Só não roubou mais porque, vamos combinar: eles escolheram bem demais a protagonista.

E se a gente tinha dúvida de que Lili A-Ex é um achado entre as produções nacionais neste segundo semestre, Queda Do Muro veio esclarecer: com um roteiro equilibrado – palavra estranha para se usar quando se fala dessa série – todo mundo teve ótimos momentos.

Lili piradíssima, chamando policial de “fofocop”, fazendo balada no “apartamento-conjugado” e sonhando dar uma surra na delegada, fazendo bife e olhando o Reginaldo como se ele fosse um pedaço de carne.

Reginaldo mais gago do que nunca, resistindo às investidas da ex, com direito a arrumação de guarda-roupa em escala de cor, pra depois cair de amores e até se decepcionar quando ela finalmente ergue o muro de novo.

Reynaldo e seus cabelos brancos, achando que virou a p%$#@ do Oswaldo Montenegro e tendo as melhores falas dele na série e “reparando” nisso tudo que a Cintia tinha.

A mãe da Lili e o peito ruim e o peito bom… Até  mesmo o seu Anselmo teve seus momentos depois de descobrir que tinha uma grana guardada.

Aquele episódio que te faz rir do início ao fim e garante o bom humor para encarar subida da quinta e da sexta.

P.S. E o Reginaldo não resiste a uma minissaia, heim?

P.S. do P.S. Já a Lili cria resistência ao combo meias com estampa de frango frito esticadas com papete…

Parenthood – The Waiting Room, A Potpourri of Freaks e The Scale of Affection is Fluid

Data/Hora 10/11/2014, 10:17. Autor
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Série: Parenthood
Episódios: The Waiting Room / A Potpourri of Freaks / The Scale of Affection is Fluid
Número dos Episódios: 6×03 / 6×04 / 6×05
Exibição nos EUA: 09, 16 e 23/10/2014
Nota dos Episódios: 9

Bom, devo começar esta review tripla com um pedido sincero de desculpas pelo sumiço e pelo atraso. A vida e suas reponsabilidades andaram tão corridas que não me permitiram sequer assistir Parenthood até este fim de semana. Cinco episódios já se passaram desde a última review, mas, para que esta aqui não fique muito extensa, decidi dividi-los em duas resenhas. Espero estar em dia até o episódio da semana que vem (me desejem sorte!). Sem mais delongas, vamos aos episódios?

The Waiting Room, o terceiro episódio da temporada, certamente foi o mais emocionante até agora. Se, por um lado, era chegada a hora da tão temida cirurgia cardíaca de Zeek, por outro, Amber tinha a difícil missão de contar a Ryan sobre a sua gravidez. Confesso que passei o episódio todo meio apreensiva, com medo do que estava por vir.

Eu realmente não acreditava que Zeek morreria. Pelo menos não assim tão cedo na temporada. O roteiro foi preciso e não falhou em nos emocionar naquela reunião na véspera da cirurgia. A apreensão e angústia de cada um deles era quase palpável e estava à flor da pele. Adam, Sarah, Julia, Crosby, Amber e companhia não estão preparados para vislumbrar a vida sem Zeek. Mas quem roubou a cena, sem sombra de dúvidas, foi Camille. Assistir a aflição e o medo da personagem foi de cortar o coração. Depois de décadas de um casamento repleto de amor, a possibilidade de perder Zeek era dura demais. E a cena da despedida entre marido e mulher ali, logo antes da cirurgia, foi um tapa na cara.

Um tapa na cara porque eu não esperava ter a vulnerabilidade de Zeek esfregada na minha cara assim, de forma tão crua e direta. Não esperava vê-lo deixar aquela sua superfície durona de lado, para admitir que sim, ele estava com medo. Muito medo. Suas lágrimas no momento em que deu sua aliança para Camille também me levaram as lágrimas, porque elas pareciam dizer: “e se eu morrer?”.

Esperar, esperar, esperar… Acompanhar os Braverman na dura tarefa de esperar por notícias naquela sala de espera fria e impessoal também foi um soco na boca do estômago. Em momentos como esse, maior impotência não há.

A cirurgia, entretanto, foi bem-sucedida, e Zeek está no caminho para uma recuperação plena (com ou sem sua característica teimosia). Será? O alívio foi enorme, claro. Mas, considerando o andamento dos arcos desta temporada, ainda tenho minhas dúvidas de que Zeek terá mesmo o seu final feliz.

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Enquanto isso, Amber foi para Wyoming com Drew para contar a Ryan sobre sua gravidez. E isso me incomodou um pouco. Sim, mais cedo ou mais tarde, ela precisaria enfrentar Ryan e contar a ele toda a verdade. Mas… Por que diabos ela escolheu fazer isso justamente no dia da cirurgia de seu amado avô? Enquanto a família toda estava lá, naquela sala de espera, aguardando ansiosamente por notícias, Amber e Drew estavam em uma road trip bastante peculiar. Conhecendo Amber como a conhecemos há seis temporadas, considerei isso um enorme “furo” do roteiro. Furo, porém, perdoável, se considerarmos que os roteiristas tem apenas 13 singelos – e insuficientes – episódios para dar aos Braverman o final digno que eles merecem (e que quase não tiveram). Natural que um episódio ou outro nos passe essa sensação de “pressa”, de estarmos correndo contra o tempo. Ficou estranho? Ficou. Em meio a um episódio tenso, o arco de Amber, embora seja um dos maiores e mais interessantes da temporada, pareceu um tanto deslocado. Bad timing… Mas, por outro lado, como se estivessem se justificando, os roteiristas tiveram o cuidado de nos presentear com aquela linda cena entre avô e neta logo nos primeiros minutos do episódio. Amber deu à Zeek uma foto de seu bisneto; aquele cuja mera existência foi capaz de fazê-lo mudar de ideia em relação à cirurgia. Nada mais emocionante e significativo.

E, em meio à esta montanha-russa emocional, está Ryan. E Ryan… Continua exatamente o mesmo. Que preguiça… Compreensível Amber ter ficado tão balançada, querendo dar uma nova chance ao pai de seu filho, especialmente diante de sua reação emocionada ao receber a notícia, mas este seria um erro enorme. No fim das contas, fiquei muito contente e satisfeita ao ver a maturidade de Amber – e de Drew! – ao reconhecer que Ryan não está preparado para criar um filho, e que, neste momento, o mais importante é que ela cuide de si mesma e de seu bebê.

Drew, vale dizer, vem me surpreendendo positivamente nestes últimos episódios com sua tremenda evolução. Vê-lo acompanhar a irmã em um momento tão delicado e ter a coragem de apontar a verdade como ela é (mesmo quando Amber não queria encará-la), comparando Ryan ao pai ausente que tanto lhes magoou, me fez ficar muito orgulhosa do caçula de Sarah.

Outro efeito colateral desta curta e derradeira temporada foi o, digamos, “rodízio” de personagens. Parenthood é uma série de produção bastante cara e, para tornar possível uma nova temporada, a NBC teve de suar a camisa para conseguir um acordo satisfatório com seu elenco estelar. Numa tentativa louvável de reduzir custos, nem todos os atores aparecerão em todos os treze episódios. Em The Waiting Room, foi a vez de Monica Potter se ausentar. E, meu Deus, que falta absurda Kristina fez! Não gostei. Mas, mais uma vez, o “furo” foi justificável. Nessas horas, tento me agarrar ao pensamento de que pelo menos ganhamos esta última temporada!

A Potpourri of Freaks, entretanto, veio justamente para nos dar uma das cenas mais bonitas desta temporada, e que certamente corrigiu a “falha” da ausência de Kristina naquela angustiante sala de espera.

A teimosia de Zeek em sua longa jornada para a recuperação tem sido mais difícil para Camille do que para ele, por assim dizer. Vemos a matriarca da família buscar os ombros compreensivos de Adam para desabafar seu maior receio: estaria mesmo Zeek desistindo de viver?

No fim das contas, era apenas de Kristina que ele precisava. Tendo vencido um câncer há duas temporadas, quem melhor do que ela para dar alguma perspectiva ao sogro? Sim, as pessoas são irritantes, a “torcida” alheia constante incomoda, e todos aqueles “nós vamos sair dessa” rapidamente se transformam em clichês insuportáveis. Mas… Quem é que precisa disso quando se tem diante de si uma Kristina cheia de lágrimas nos olhos, dizendo “muitas pessoas estão contando com você?”. Em um piscar de olhos, ela foi capaz de fazer o que Braverman nenhum conseguiu: tirar Zeek de seu ciclo vicioso de auto-piedade para dar uma volta ali pelo quarteirão. Um passo de cada vez.

Crosby

Enquanto isso, o que dizer de Crosby? O arco do personagem nesta temporada está me assustando um pouquinho, confesso. O caçula dos irmãos Braverman sempre foi meio moleque, meio imaturo, é verdade, mas suas atitudes impulsivas vem me surpreendendo e representam uma involução tremenda para o personagem, nos remetendo ao Crosby que conhecemos na já longínqua primeira temporada. Com a debandada de Oliver Rome – em busca de uma carreira solo – para a concorrência, a Luncheonette está em sérios apuros. O fato de a gravadora de Adam e Crosby ter oferecido contrato de gravação apenas para a “Ashes of Rome” foi um erro grotesco de principiante. De Crosby, vale dizer. Adam nunca escondeu que estava fora de seu elemento ao ingressar na indústria da música e, portanto, não teria a expertise ou mesmo a experiência para saber como lidar com estas minúcias contratuais. Aquele acidente de moto no meio da cirurgia de Zeek me pareceu bastante aleatório, mas serviu para demonstrar o descontrole de Crosby e um pouquinho do que estava por vir.

Numa tentativa falida de remediar o irremediável, ele vai para aquele retiro nonsense apenas para descobrir que o estrago já está feito: Oliver escapou por entre seus dedos, e, com isso, a estabilidade da Luncheonette. Como uma criança assustada, Crosby se desespera diante do primeiro obstáculo. Para desespero de Jasmine, sai correndo de moto no meio da madrugada, rompe seu voto de silêncio para dar sua opinião à Oliver aos berros, bebe até cair na companhia do pai convalescente… Mas desconfio que todo este extravasamento não seja apenas em virtude dos problemas profissionais e financeiros. A maneira irresponsável e leviana como ele vem tratando o estado de saúde de Zeek, ao menos para mim, demonstra apenas o enorme medo de Crosby ao ser confrontado com a possibilidade da mudança. Perder o pai e a Luncheonette, tudo-ao-mesmo-tempo-e-agora pode ser muito mais do que ele poderia suportar.

Não saberia bem dizer a que este arco veio ou para onde ele pretende ir, mas The Scale Of Affection Is Fluid, o quinto episódio, pareceu corroborar a minha teoria. A cena entre Crosby e Zeek naquela mesa de bar teve um melancólico tom de despedida naquele discurso que parecia conter toda a sabedoria de um pai: “a vida passa rápido; aproveite cada momento”. “Espante o urso.”. Em outras palavras: a vida não é fácil. É preciso muita coragem para vivê-la, Crosby.

Zeek também fez questão de compartilhar um pouquinho de sua sabedoria e experiência de vida com Julia, em outra cena que pareceu um prenúncio para uma possível despedida.

“Vai ficar tudo bem, filha.” – Zeek

Joel

Amorosa, carinhosa e dona de um coração enorme, Julia nunca hesitou em colocar a felicidade de seus filhos em primeiro lugar. Não é justo agora que ela se sinta uma péssima mãe, e Zeek sabe disso. Sensacional vê-lo olhar nos olhos da filha e dizer que ela não deve se sentir tão especial por “destruir” a vida de Sydney e Victor. Afinal, pais estão aí para arruinar a vida de seus filhos, e, aparentemente, esta é uma regra da vida desde que o mundo é mundo.

Joel teve seu coração partido incontáveis vezes nestes três episódios, ao saber da existência de Chris, ao vê-lo numa reunião familiar tão à vontade com seus filhos, e ao se dar conta de que Sydney e Victor o adoram. E nossos corações se partiram com o dele, quando Julia afirmou categoricamente que eles deviam contar para as crianças de uma vez por todas que não voltariam a ficar juntos. O desejo de Julia de dar alguma clareza aos filhos em meio ao caos é louvável e só demonstra a mãe maravilhosa que ela é para Sydney e Victor. E como doeu ver a reação da menina àquela conversa tão sincera!

“Ah, querida… Eu e você somos tão parecidas! Eu sei que odeio a incerteza. Odeio sentir que não estou no controle. Desculpe. (…) Se você está com raiva de mim, tudo bem. Se você está braba com o papai, tudo bem. Nós não vamos a lugar nenhum.” – Julia.

Isso é amor incondicional, Syd.

Max

“O que você faz quando gosta de uma garota?” – Max

A Potpourri of Freaks também nos apresentou a uma nova personagem: Dylan, a nova aluna da Chambers Academy. E, com a chegada da menina, ganhamos um novo e promissor arco para Max.

O roteiro de Parenthood sempre foi de uma delicadeza, bom senso e – por que não? – humor incríveis ao retratar a Síndrome de Asperger no personagem de Max. Sua vida e desafios sempre estiveram no centro deste drama familiar. Desta vez, não foi diferente: agora que Max é um adolescente, nada mais natural do que abordar o seu inevitável primeiro amor.

Logo de cara, adorei a menina excêntrica, de personalidade forte e cheia de opiniões. Mas foi quando encarou Kristina de igual para igual na sala da diretoria que ela conquistou meu coração.

“Eu achei que deveríamos celebrar as nossas diferenças. Eu acho que o verdadeiro problema é atribuir um estigma à palavra. É isso que a torna pejorativa.” – Dylan.

Como dizer que Dylan não tem razão? Kristina está ali, tentando encontrar um equilíbrio (inexistente) entre o seu papel de educadora e o de mãe. O dilema – vamos admitir – rendeu ótimos momentos cômicos entre ela e Adam. Todo o drama que se seguiu em The Scale of Affection is Fluid funcionou de maneira bastante orgânica, e foi ótimo ver Adam e Kristina discordando em como lidar com esta nova situação.

O título do episódio, inclusive, faz perfeita alusão à toda aquela elaborada explicação sobre a escala “variável” e “fluida” de afeto, que aparentemente vai “de 1 a 5”, e que foi nada menos do que sensacional. Também ri muito das explicações atrapalhadas de Zeek sobre a “libido dos Braverman” e de Crosby explicando o que são as “bases”, enquanto um Adam constrangido insistia em falar sobre “interesses comuns e qualidades”.

Max, inteligente, direto e dedicado, toma todos aqueles conselhos ao pé da letra e passa a observar e “estudar” Dylan nos mínimos detalhes, e a situação toda é, na mesma medida, tão absurdamente fofa e desconcertante que eu tenho que resistir à enorme vontade que tenho de dar um abraço nele. E em Kristina. E em Adam. Especialmente nele, que está se saindo tão bem em suas aulas de culinária, e que precisa desesperadamente acreditar que Max pode amar e ser amado neste grande caldeirão de gente estranha. Mal posso esperar para ver se Max conseguirá aumentar seu atual 2.5 nesta escala de afeto.

Sarah

Mas nem tudo são flores… O arco de Hank, Sarah, Ruby e sua ex-mulher Sandy continua irritantemente monótono, insosso e nem remotamente interessante. A menina é mimada, grosseira, rebelde sem causa, deu uma de Wynona Ryder sob o olhar incrédulo da madrasta, e… ficou por isso mesmo. Que preguiça. Pelo menos vimos o banana do Hank, ENFIM, se posicionar a respeito de Sarah ao enfrentar sua ex-mulher.

Este arco me deixa bastante triste e frustrada, principalmente porque Lauren Graham é uma atriz extraordinária, de quem eu sou fã desde o dia em que a vi como a incrível Lorelai Gilmore no episódio piloto de Gilmore Girls (série do coração, para todo o sempre). Na minha humilde opinião, ela é uma das atrizes mais subestimadas de Hollywood, e eu fico triste ao ver seu enorme talento sendo “desperdiçado” em um arco sem graça justamente nesta temporada de despedida.

Hank só deixou de ser um personagem completamente aleatório e sem propósito na série na temporada passada, quando foi um ótimo mentor para Max. A identificação que ele sentiu quase que imediatamente com o menino e sua angústia ao realizar que, como ele, poderia ter a Síndrome de Asperger, foram onde ele mais brilhou, confirmando o auge do personagem. A reconciliação com Sarah, infelizmente, serviu para o roteiro abandonar de vez a ligação entre Max e Hank. Uma pena. Porque, para mim, nada mais ali funciona.

Minha esperança ainda é ver muitas cenas de Sarah com Amber e Drew. Apesar dos pesares e de todos os percalços, ela foi uma boa mãe. Prova disso é a enorme evolução de ambos. Ainda vejo uma luz no fim do túnel para a personagem de Lauren… Desde que longe de Hank.

Para terminar, confesso que fiquei com pena de Amber quando ela levou aquele pé na bunda de seu novo pretendente. Foi um tapa na cara e um choque de realidade dolorido, porém necessário para ela. A boa notícia é que Amber está realmente disposta a seguir sua vida sem Ryan, e isso não é pouco. Drew, mais uma vez mostrou o quanto cresceu e amadureceu, desempenhando seu papel de irmão responsável com desenvoltura e naturalidade e me deixando orgulhosa como uma mãe coruja. Mas Sarah bem que poderia se intrometer nesta equação de vez em quando, não? Isto anda fazendo uma falta gigantesca.

Bom gente, é isso. Deixo vocês com a promessa de que até a próxima quinta-feira estaremos com as reviews em dia! Se você foi persistente e leu até aqui, muito obrigada! E até breve.

White Collar – Borrowed Time

Data/Hora 10/11/2014, 09:35. Autor
Categorias Reviews

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Série: White Collar
Episódio: Borrowed Time
Número do Episódio: 6×01
Exibição nos EUA: 06/11/2014
Nota do Episódio: 8.5

Começou o chororô de despedida de White Collar. A sexta temporada será a última da série e contará apenas com seis episódios para encerrar a história de Neal, Peter e Mozzie, trio que ganhou os corações dos fãs desde a estreia do seriado da USA. O episódio Borrowed Time abre a última temporada apresentando o desfecho do sequestro de Neal, situação que também foi responsável por encaminhar o tema que vai ditar o rumo do encerramento da série.

White Collar 6x01 Mozzie

O próprio Matt Bomer (ator que interpreta Neal) contou em uma entrevista ao site TV Line que a narrativa da sexta temporada vai envolver a maior rede criminosa do mundo. Dessa forma, talvez a série fique mais como formato de minissérie e abandone o enredo que trata de um caso por episódio, para então lidar com algo maior.

Sendo assim, como adiantou Bomer, a estreia da sexta temporada de White Collar nos apresenta o maior grupo criminoso da atualidade, o The Pink Panthers, ou Panteras Cor-de-Rosa. Em Borrowed Time, Neal é sequestrado para ajudar um antigo parceiro de Rebecca a entrar para a rede de ladrões. No entanto, Neal não só se livra do sequestro como toma a frente e se candidata no lugar do seu sequestrador a uma vaga no The Pink Panthers.

White Collar 6x01 Peter e Mozzie Batida

Com essa carta na manga, Neal pode negociar novamente sua liberdade com o FBI em troca de se infiltrar e entregar um dos maiores grupos criminosos do mundo na atualidade. Para isso, Peter vai fazer questão de buscar um bom acordo para Neal, mas quem garante que o FBI novamente não vai voltar atrás na hora de cumprir a sua parte no acordo? Nem Neal, e muito menos Mozzie, estão tranquilos com isso, pelo contrário, Neal já pensa em um plano bem melhor para garantir a sua liberdade.

Essa situação faz com que o clima de White Collar continue bem parecido com o das temporadas anteriores. Peter gosta de Neal e Mozzie, mas nunca sabe até que ponto pode confiar neles. Neal também ama Peter, mas não quer colocar sua liberdade em jogo em nome dessa amizade. Ao mesmo tempo em que eles trabalham juntos, são amigos, buscam pegar os The Pink Panthers e querem garantir a liberdade de Neal, o tempo inteiro paira uma desconfiança no ar entre ambos. Apesar de valorizar sua amizade com Neal, Peter também é muito fiel ao seu trabalho.

White Collar 6x01 Peter e Mozzie Janta

Além dessa relação conflituosa, pelo que podemos ver em Borrowed Time, a série vai apresentar uma última temporada com muita ação, humor e reviravoltas. Os produtores também não temem fazer a história andar mais rápido. Afinal, são somente seis episódios que encerram um ciclo e, por isso, acontecimentos fortes como a morte de Rebecca já ocorreram logo na estreia da temporada.

Outra situação já resolvida foi o retorno de Elizabeth. Apesar de ter sido divertidíssimo acompanhar Peter se virando sozinho em casa e tendo a ajuda de Mozzie para levar comida de verdade para ele, a “senhora Engravatada” decidiu deixar Washignton e voltar para o marido. O motivo? Elizabeth está esperando um filho de Peter. Quem aí já imaginou a série encerrando com Mozzie fazendo o parto do pequeno “Engravatadinho” ou “Engravatadinha”? De qualquer forma, uma coisa é certa: Borrowed Time foi uma ótima estreia de temporada e já conseguiu deixar os fãs com saudade.

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