É oficial! Dan Harmon não será o showrunner da 4ª temporada de ‘Community’

Data/Hora 19/05/2012, 09:56. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Como vinha se especulando há alguns dias, Dan Harmon deixará o cargo de showrunner de Community na quarta temporada da série, e, segundo boatos, permaneceria apenas no cargo de consultor de produção. Quem assume a chefia da série na nova temporada é a dupla de roteiristas de Happy Endings David Guarascio e Moses Port.

A mudança, segundo o TV Guide, vem por causa de problemas entre a Sony (estúdio responsável pela série) e Harmon. Os dois teriam tido desentendimentos sobre o rumo que a série tem seguido e a saída dos outros produtores da série teriam pesado na decisão de Harmon de deixar Community. Além disso, o TV Guide também afirma que Harmon teria deixado claro que não está interessado no papel de consultor. Eles também afirmam que a decisão teria sido tomada antes do desentendimento de Harmon com Chevy Chase nos bastidores, mas que o acontecido não teria ajudado em nada a situação de Harmon diante do estúdio responsável pela série.

O que restá para nós, fãs, é torcer para que a comédia da NBC continue com sua qualidade mesmo com a saída de Harmon.  Community foi renovada para sua quarta temporada com 13 episódios, apenas.

Community é exibida no Brasil atualmente pela Sony que reprisa sua segunda temporada nas madrugadas de sábado para domingo.

Com informações do TV Guide e Zap 2 It.

Glee — Props e Nationals

Data/Hora 19/05/2012, 09:54. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Série: Glee
Episódio: Props e Nationals
Temporada: 3ª
Número dos Episódios: 3×20 e 3×21
Data de Exibição nos EUA: 15/05/12

Essa semana tivemos 2 episódios, um em seguida do outro, e para a alegria geral dos Gleeks, os dois foram igualmente maravilhosos! Lembraram aqueles primeiros episódios, com humor e drama sempre na medida certa, nunca deixando a boa música de lado.

Props foi ótimo! Sem mais. 30 segundos de episódio e eu já estava rindo. Adorei que deram um papel de destaque pra Tina nesse episódio, ela merece. O triste é que ela precisou bater a cabeça e pensar que era a Rachel para conseguir ter um solo. Mas esse papel de destaque que deram para ela foi mais como um jeito de falarem que ela vai ter mais presença na próxima temporada, o que eu acho difícil de acreditar. Sinceramente.

Tina resolveu soltar a franga para um assunto sempre muito presente no Glee Club: Rachel. Que sempre ganha os solos, que sempre aparece mais… Mas a verdade é que a noiva do Finn só pensa em conseguir uma segunda chance para o NYADA. E vê nas Nacionais um ótimo pretexto para conseguir o que ela quer.

Bom, no sonho, Tina vira a Rachel, Rachel vira a Tina, Finn vira Kurt, Puck vira Blaine, Santana vira Artie, e tudo fica uma loucura! Mas tudo muda quando a Tina que na verdade era a Rachel, diz para a Rachel que na verdade é a Tina, que ela vai ter seu momento no ano que vem. E que se estivesse no lugar dela (Tina versão Rachel), iria atrás da reitora até conseguir uma segunda chance. Ufa! Confesso que esse foi o parágrafo mais difícil que já escrevi na vida. Quando a Tina acorda, vai logo atrás da Rachel verdadeira dar essa ideia. As duas viajam até uma cidade vizinha onde a reitora está fazendo algumas audições, e praticamente imploram para ela aparecer nas Nacionais de Chicago.

Sue quer vencer de qualquer jeito, e isso é fato. Mas quando vê que Unique (o garoto que o Kurt e a Mercedes ajudaram a sair do armário no 3×16, Saturday Night Glee-ver), está fazendo muito sucesso. Tenta convencer o “Porcelana” a se vestir de mulher, mas não rola. E o Puck resolve arriscar, mas o Will não gosta nada da ideia. O problema é que Puck se vestindo de mulher só piora ainda mais a sua situação com os garotos do futebol, que começam a humilhar o Noah. E é por pouco que não acontece uma tragédia, graças a Treinadora Beiste que aparece. Quando ela o chama para conversar, ele se acaba de chorar, e a atitude dele faz ela aparecer que ela tem que tomar uma iniciativa e deixar o marido de uma vez por todas (já que ela tinha mentido sobre ter deixado ele). E assim ela fez. Além disso, ainda conseguiu uma outra chance do Puck passar de ano!

Sobre os números musicais:

I Won’t Give Up foi lindo! Eu amo essa música, e a Lea (ou Rachel) cantou super bem. Outro solo que eu amei, foi o da Rachel/Tina, eu sempre gostei da voz dela, e acredito que ela devia mesmo ter mais solos. Ela cantou Because You Loved Me perfeitamente bem, contudo, eu não conseguia me controlar e acabei rindo na maior parte da perfomance, Sue/Will e Will/Sue estavam fantásticos!

Mean foi o melhor na minha opinião. Adoro e senti falta dos solos do Puck, só ele e um violão, e a Shannon arrasou junto com ele. Além do que, essa música deu super certo no contexto do episódio. Detalhe que eu quase tive um filho quando ele cantou “Washed up and ranting about the same old bitter things”. Desculpem, precisei compartilhar a emoção com vocês.

Flashdance… What A Feeling, foi super legal também. Adorei, pena que demorou 3 temporadas para elas cantarem um dueto juntas… A música também deu fechamento ao episódio, onde os garotos no ND estavam no ônibus indo para Chicago.

Nationals começa com Mercedes de cama. Todos ficam muito preocupados, até porque, pelas palavras de Sue, eles estão entrando em um Jogos Vorazes dos corais sem uma das vozes mais poderosas. Além disso, Will estava super ansioso e morrendo de medo de decepcionar o pessoal do ND. Mas não era só ele que estava a flor da pele, todos estavam, o que causou até uma briga geral entre os membros do coral, mas logo eles se acertaram e se uniram novamente para um bem maior: Ganhar as Nacionais.

Além de estar morrendo de medo da competição, Rachel também está preocupada em saber se a reitora do NYADA vai aparecer por lá. Já Finn, também tem motivos extras para ganhar a competição, porque apostou com o cara dos mullets 500 doláres que eles iriam ganhar.

O New Directions seria o primeiro a performar, e antes disso, naquela roda de concentração que todos os Gleeks já conhecem, Finn disse que na noite anterior, eles fizeram uma roda e viram que o maior motivo para eles quererem ganhar as Nacionais era o Will. Lógico que o cabelo de miojo (como diria a Sue), ficou todo emocionado. Mas aí, de repente, nossa Mercedes aparece toda gata e inteirona, pronta para participar da perfomance também!

Os juízes da competição esse ano foram: Lindsay Lohan (rolou muitas fofocas de que ela ia filmar totalmente drogada e acabada), Perez Hilton e um vereador.

Nas performances, Quinn conseguiu dançar direitinho, e confesso que foi lindo. No meio da performance solo da Rachel, a reitora apareceu e ficou toda animadinha com as performances dos ND. Até “apitinho” com a boca rolou.

Depois disso, Mercedes e Kurt foram dar boa sorte para Unique, mas Wayne (a outra parte da Unique), estava enlouquecendo de medo. Os dois dera uma força, e o cara finalmente tomou coragem. O que deu um gancho para ficarmos sabendo que provavelmente ele vai para o ND ano que vem.

Depois da performance do Vocal Adrenaline, os juizes votaram. Lindsay votou nos ND, Perez no Vocal Adrenaline, e o vereador apoiou os ND também. Sendo assim, até que enfim, New Directions foram os campeões das Nacionais! Antes mesmo de saber quem eram os campeões, Jesse St James foi falar com a reitora, e disse que Rachel é a pessoa mais talentosa que ele já conheceu, e que ela não iria se arrepender em ter a garota do NYADA. Sem expressar nenhuma decisão, ela foi embora.

Mas voltando, foi lindo ver finalmente, em câmera lenta, os ND sorrindo, e não chorando. Quando eles apareceram no McKinley High andando lindos e divos no corredor com o seu troféu, copos de raspadinha apareceram, mas dentro deles, ao contrário do que estamos acostumados, existiam papeizinhos coloridos.

Finn ganhou os seus 1000 doláres, e Will conseguiu finalmente, dormir com a sua noiva. Naquele sentido.

No final do episódio, Figgins pede um favor à Rachel, Finn e o pessoal do New Directions. Fazer um discurso e se apresentar na hora de entregar o prêmio ao professor do ano. Não precisa nem dizer quem é né ? Will levou o prêmio, e foi super merecido. E ainda ganhou um discurso super emocionante dos seus alunos. Digamos que eu chorei na primeira vez que eu vi, chorei na segunda vez, e estou chorando agora pela terceira vez! Ok, sou sensível demais, eu sei. Mas que foi lindo, foi.

Sobre os números musicais:

Edge Of Glory foi perfeito! Sem comentários, as Troubletones sempre arrasam, mas dessa vez elas se superaram. Lea arrebentou, e colocou Celine Dion no chinelo com a sua performance de It’s All Coming Back To Me Now. Se a reitora não der uma vaga no NYADA para a Rachel depois dessa, ela precisa ser internada.

Precisa dizer alguma coisa de Paradise By The Dashboard Light? Maravilhoso. Me lembrou aquele velho Glee, aquele por quem eu me apaixonei há 3 anos.

Starships foi muito bom também, e Pinball Wizard não fica atrás. O Vocal Adrenaline usa de muitos efeitos visuais, e tudo ficou realmente lindo.

Tongue Tied foi uma performance linda, eles chegando na escola, as coisas acontecendo para todos eles. Foi lindo. Eu sei que usei muito essa palavra, mas realmente foi lindo. We Are The Champions, para mim, foi resumido em lágrimas. Me envolvo demais com as séries que eu assisto, e em momentos assim acabo sentindo um orgulho enorme dos personagens.

Que o próximo episódio, sendo o último da temporada, seja tão maravilhoso quanto esses dois!

‘Unforgettable’, cancelada pela CBS, pode ser resgatada por outra emissora

Data/Hora 19/05/2012, 09:46. Autor
Categorias Notícias

Unforgettable, recém cancelada pela CBS, pode ter a chance de ser renovada e transmitida por outra emissora. TNT e Lifetime demonstraram interesse em comprar os direitos da série da CBS.

As conversas entre  a TNT, a Lifetime, os produtores da série, a CBS  e a Sony Pictures ainda estão no início, portanto, não há confirmação da renovação da série.

Unforgettable foi uma das séries com o maior número de audiência da temporada, chegando a atingir 12 milhões de expectadores. Quando perguntada sobre o cancelamento de uma série  com a recepção tão alta,  Nina Tessler, presidente da CBS, disse que “não houve nada de errado com Unforgettable. O que houve foram coisas certas com os novos pilotos”.

A série é centrada na vida de Carrie Wells, uma detetive que trabalha na equipe do ex-namorado e tem hiperminésia, uma doença que a faz lembrar em detalhes de tudo o que vê.

Unforgettable é transmitida no Brasl pelo AXN, às 22 horas das quintas feiras.

Com informações do Zap2it e do Deadline

CW divulga trailers das estreias da temporada 2012-2013

Depois de anunciar sua programação para a próxima temporada, o canal CW divulgou os trailers de suas estreias.

Por enquanto, a emissora liberou somente os vídeos de três séries, já que  The Carrie Diaries e Cult, ficaram para a midseason. O prelúdio de Sex and the City estreia em janeiro de 2013, enquanto Cult ainda não tem data.

Confira abaixo os trailers de ArrowBeauty and the Beast e Emily Owens, M.D., séries da próxima fall season americana.

Arrow

O ator Stephen Amell (Hung) estrela como lendário herói da DC, o Arqueiro-Verde, em uma releitura moderna desta história. O seriado é produzido por Greg Berlanti, de Brothers & Sisters, e MarcGuggenheim. Katie Cassidy, Willa Holland, David Ramsey, Paul Blackthorne, Jamey Sheridan, ColinDonnell e Susanna Thompson também estão no elenco.

 

Beauty and the Beast

Livremente baseado no seriado da CBS, de 1987, a história de amor é atualizada, Kristin Kreuk (Smallville) como a Bela e Ryan Jay como a Fera. Jennifer Felicity Levin e Sherri Cooper ( Brothers & Sisters) vão escrever e produzir o seriado. Austin Basis, Nicole Gale Anderson, Max Brown, Brian White e Nina Lisandrello completam o elenco.

 

EMILY OWENS, M.D.


Ficando feliz em deixar seu passado nerd para trás depois de um novo começo no mundo adulto profissional, uma médica recém-formada (Mamie Gummer) descobre que, ecomicamente, a vida no hospital onde ela trabalha não é diferente do ensino médio. Jennie Snyder Urman (Gilmore Girls ) vai escrever o seriado e também a produzirá, junto com Dan Jinks (Pushing Daisies). Justin Hartley, Michael Rady, Jack Coleman, Necar Zadegan, Aja Naomi Rei e Kelly McCreary também estrelam. A série ia se chamar First Cut.

 

Confira também os trailers das novas séries dos canais americanos NBC, Fox, ABC e CBS.

 

Ator de ‘Lost’ entra para o elenco de ‘Sons of Anarchy’

thumb image

Harold Perrineau, de Lost, acaba de entrar para o elenco da quinta temporada de Sons of Anarchy. Ele interpretará Damon Pope, um ex-chefão das drogas cuja filha é assassinada por Tig (Kim Coates) no final da quarta temporada. Segundo o criador da série, Kurt Sutter, os acontecimentos são para criar um caminho na série e colocar algumas complicações nos ombros de Jax (Charlie Hunnam).

Esta é a segunda grande contratação para a quinta temporada de Sons of Anarchy, já que no mês passado a série contratou Jimmy Smits (Dexter) para um longo arco na trama da temporada como Neron “Nero” Padilla, um gângster latino que acaba se tornando um perigoso mentor para Jax.

Sons of Anarchy era exibida no Brasil pelo canal FX, mas atualmente se encontra fora da programação.

Com informações do TV Line.

Balanço da temporada – ‘Desperate Housewives’

Data/Hora 17/05/2012, 23:24. Autor
Categorias Especiais, Reviews

thumb image

Ontem chegou ao fim a saga das quatro donas de casa desesperadas de Wisteria Lane, mas antes de mais nada preciso esclarecer que nunca passei pelo que passei ontem vendo o final de Desperate Housewives. Isto porque, antes de ontem, eu nunca tive uma série que gostasse tanto e que fosse tão importante para mim com data marcada para terminar. Quando as séries são canceladas depois da exibição do último episódio, não há aquele sofrimento de acompanhar seus personagens favoritos sabendo que é a última vez. É como tirar o band-aid de uma vez entende? Agora, o final anunciado te faz ficar remoendo e sofrendo a cada segundo do episódio que leva ao encerramento com o pensamento constante de que esta será a última vez que você verá estes personagens. Claro que sempre teremos as reprises e boxes de DVDs e downloads, mas nunca será a mesma coisa.

Agora, deixando meu sofrimento um pouco de lado, e depois de uma retrospectiva com alguns dos melhores momentos da série, vamos falar especificamente da oitava e última temporada da série. Depois do final da sétima temporada de fazer o público perder o fôlego, com Carlos matando o padrasto de Gaby e as outras três ajudando-os a escoder o corpo, a oitava temporada começa com eles fazendo a limpeza do ambiente e enterrando o corpo no meio da mata. Tudo sob mais uma narração impecável de Mary Alice que diz que apenas o verdadeiros amigos ficam, depois da festa, para ajudar a limpar. O grupo faz um pacto de mater segredo sobre o acontecido naquela noite. Só que, como tudo em Wisteria Lane, as coisas não são tão simples assim. Susan e Carlos começam a ter problemas em lidar com o que eles fizeram, o que desencadeia uma série de problemas para todos eles durante a temporada. Carlos acaba se tornando alcoólatra o que o obriga a se internar em uma clínica de reabilitação. Susan, em sua necessidade de se expressar para poder deixar a culpa de lado, acaba entrando para um curso de pitura e como resultado ela pinta as cenas do assassinato e do corpo sendo escondido.

Bree, por sua vez, enfrenta o sofrimento de ser a base que mantém sua ação e de seus amigos firme. Ela tenta, durante grande parte da temporada contornar todos os problemas sem incomodar os outros. Isto inclui lidar com bilhetes ameaçadores idênticos aos que Mary Alice recebia na primeira temporada – ela só compartilha estes bilhetes com Gaby, que concorda em deixar as outras amigas no escuro. Ela também precisa lidar com o namorado policial, que logo se torna o ex, e que faz de sua cruzada pessoal perseguir Bree e suas amigas. Toda a pressão pela qual ela passa acaba levando Bree a sair de sua sobriedade e voltar a beber. Aqui começa o caminho dela para o fundo do poço. Em um momento de desespero, Bree nos surpreende com um dos momentos mais tensos desta temporada. Ela pega uma arma e parte para um motel prota para cometer suicídio. Ainda bem Renee chega e a impede.

Para Lynette, a temporada foi focada no fim de seu casamento com Tom e nas suas tentativas  – frustradas – de recuperá-lo. Lynette teve que lidar com seus sentimentos, sua busca por ser uma nova mulher e com a nova namorada de Tom, Jane. Gabrielle é a que se mantém mais forte durante a temporada, afinal ela não tem escolhas já que se marido perece diante da circunstância. A evolução da personagem é considerável se compararmos com aquela Gaby fútil e adúltera da primeira temporada. Já Renee finalmente encontra seu grande amor: o novo vizinho Ben, que entra na série no começo da temporada. Os dois são as causas de um dos momentos mais tristes desta oitava temporada: a morte do Mike. Depois que Ben pega dinheiro emprestado de um agiota e não consegue pagá-lo, Renee assume a dívida. Quando o agiota invade a casa de Renee, Mike o coloca para fora. Ele então garante para Mike que ele deveria tê-lo matado. O agiota então retorna e mata Mike na frente da casa dele com Susan. Uma das cenas mais tristes da série que levou a um episódio emocionante com o velório de Mike e as recordações que cada um da vizinha tinha dele.

Com o passar da temporada as coisas foram só se complicando para o lado de Bree, que acabou se tornando a principal suspeita do assassinato de Alejandro depois que a polícia encontra o corpo e a digital de Bree está no botão da camisa do morto. Quando chegamos aos dois últimos episódios que encerraram a temporada ontem, Bree está sendo julgada pelo assassinato. Além disso, ela acabou se envolvendo com seu advogado. Lynette e Tom ainda estão separados. Susan está decidida a se mudar de Fairview para morar perto de sua filha Julie, que está prestes a dar a luz a seu primeiro filho. Gaby está trabalhando enquanto Carlos se tornou conselheiro para pessoas com vícios. E Renee está desconfiada de que alguma coisa grave aconteceu naquela noite do janter que Alejandro foi morto, já que Ben esá envolvido e não conta nada para ela.

Além de tudo isso, no primeiro episódio do finale de duas horas, Give Me the Blame, temos o retorno de Karen McCluskey, que andou sumida da série depois de ter tido um pouco de destaque no começo quando descobriu que seu câncer estava de volta e desta vez sem chances de cura. Bree, Gaby, Lynette e Susan descobrem que Karen está saindo de casa e se mudando para um hospital por seu câncer ter atingido um estágio crítico. Sensibilizadas pelo antigo desejo de Karen de poder morrer em casa, elas se oferecem para fazer turnos e cuidarem de Karen para que ela não precise ir para o hospital. Tirando este momento, o resto deste primeiro episódio do final é focado no julgamento de Bree, que tem ganhado cada vez mais destaque na imprensa.

A sitaução de Bree não é nada favorável. Quando Ben é colocado para depor e se recusa a falar, ele acaba preso, o que leva Renee a testemunhar depois de ser pressionada pela promotora que a ameaça mandar Ben de volta para a Austrália. Renee então conta que na noite da morte de Alejandro ela viu Bree chegando em casa de madrugada coberta de lama e folhas e levando uma pá. Diante da derrota, Trip, advogado de Bree, a beija e consegue tirar dela toda a história do assassinato. Com isso em mãos, mesmo com ela pedindo para que ele não faça, Trip chama Gaby para testemunhar novamente decidido a arrancar dela uma confissão. Bree o impede fingindo um desmaio. Quando Gaby chega em casa, ela conta o que aconteceu para Carlos e Karen ouve tudo. Neste ponto as coisas começam a tomar forma para a conclusão.

Karen assume o assassinato já que está quase morrendo como forma de agradecer àquelas mulheres por tudo que elas já fizeram por ela. Assim, todas as acusações contra Bree são retiradas e a promotoria decide não indiciar Karen diante de sua condição. Uma resolução simples e eficiente para a história sem precisar arrastá-la ainda mais. Finishing The Hat, a conclusão da série, mostra a vida das donas de casa entrando nos eixos. Renee finalmente se casa com Ben. Katherine retorna de Paris para fazer uma proposta para Lynette. Ela se tornou uma empresária de sucesso na França e agora está querendo trazer sua empresa para os EUA e quer Lynette para tomar conta de tudo. Tom e Lynette finalmente se acertam e, depois de ela aceitar a proposta de Katherine, eles se mudam para Nova York.

Gabrielle acaba se tornando uma empresária de sucesso com uma loja de roupas. Ela e Carlos se mudam para a Califórnia. Bree começa a namorar com Trip. Eles se mudam para o Kentucky, onde ela entra para a política e acaba se tornando senadora. Já Susan vai morar com a filha e a neta. Mesmo sendo a primeira a se mudar, a cena de Susan saindo de Wisteria Lane é a última e serve como despedida dela e dos espectadores daquela rua que nos fez companhia por oito anos. Neste momento temos um vislumbre de todos os que passaram por aquela rua e morreram ali enquanto Mary Alice faz sua narração final, sendo também a última a aparecer. Mas se você acha que Wisteria Lane acabaria com a saída das nossas amadas donas de casa, se engana. Antes de Susan partir ela recebe a nova moradora de sua casa e ela, como já devíamos esperar, tem um segredo. Não poderia ser diferente em Wisteria Lane.

Desperate Housewives encerrou sua caminhada por Wisteria Lane com a qualidade que a série sempre teve. Durante esta oitava temporada todos os elementos pelos quais a série é conhecida e que apaixonaram os fãs marcaram presença. Temos o humor habitual, o suspense que guia a temporada e o drama pessoal e coletivo. A temporada teve alguns problemas por tentar abordar muitos personagens e temas, às vezes resultando no esquecimento de um ou outro, mas nada que atrapalhasse no resultado final. E estes dois últimos episódios foram compostos por todos estes elementos que fazem parte da história da série. Fãs não devem ter se decepcionado e duvido que algum não tenha se emocionado com a cena do último jogo de pôquer entre as donas de casa. Eu, como sou um pouco exagerado, me emocionei desde a primeira cena e até agora estou um pouco anestesiado, sem acreditar que terminou.

A&E cancela ‘Breakout Kings’ depois de duas temporadas

thumb image

O canal americano A&E cancelou o drama Breakout Kings após duas semanas do encerramento da segunda temporada. A série tem criação e produção executiva de Matt Olmstead e Nick Santora. Olmstead já assinou com o novo drama da NBC, Chicago Fire.

Apesar do cancelamento essas duas temporadas são muito mais do que se podia esperar da série inicialmente. A Fox descartou o piloto de Breakout Kings em 2010, mesmo com o seriado tendo registrado um bom teste. A A&E entrou em cena e depois de uma longa negociação acertou a produção da série com a Fox 21.

Breakout Kings trata de um esquadrão da U. S. marshals (policiais federais) que forma um time para trabalhar em conjunto com prisioneiros no rastreamento de fugitivos. Como recompensação, os prisioneiros que participam do grupo têm redução de suas sentenças. A série tinha no elenco principal Domenick Lombardozzi, Laz Alonso e Jimmi Simpson.

Com informações do Deadline.

[ESPECIAL] ‘Hawaii Five-0’: o remake que deu certo

Data/Hora 17/05/2012, 21:42. Autor
Categorias Especiais, Opinião

thumb image

Não sou fã de remakes. Acho que o que deu certo e já está morto não deve ser remexido. Em 2011 tivemos uma prova viva disso com As PanterasCharlie’s Angels foi para o cemitério com apenas oito episódios exibidos. Mas de vez em quando aparecem alguns feitos que precisam, sim, do devido reconhecimento. E Hawaii Five-O é um deles. De início eu confesso não ter dado chances para a série, mas após muito falarem – bem -, acabei deixando o ego de lado e dando oportunidade para a força tarefa do Hawaii. E, olha, não me arrependo nem um pouquinho. A série policial remake do clássico dos anos 70 ganhou impulso ao ter um conjunto de coisas que favoreceu o seu conteúdo. A história dos policiais do Hawaii que enfrentam diversos casos a cada semana tem uma essência que parece até série original, se formos comparar com séries atuais. Mas uma das características mais marcantes do original está aqui presente – o tema de abertura. A música original foi um pouco repaginada para os anos 2000, mas mesmo assim é super envolvente. Acho que não tem um fã de Hawaii Five-O que não aumente o som da TV quando a abertura começa.

E quando falamos da série, uma de suas características principais se destacam: o elenco. O time é liderado por Alex O’Loughlin, que interpreta o detetive Steve McGarrett, papel que pertenceu a Jack Lord no original. Entre seus assistentes estão Danny Williams (Scott Caan, anteriormente interpretado por James MacArthur) e Chin Ho Kelly (Daniel Dae Kim, de Lost). Grace Park assume um personagem anteriormente interpretado por um homem. Ela é a detetive Kono Kono Kalakaua, personagem anteriormente interpretado por Zulu, já falecido. Assim, não que sejam excelentes atores, longe disso – eu mesmo, por exemplo, acho o Alex bem ruinzinho (sei que vou ouvir reclamação das fãs), mas a questão é que ambos apresentam uma química super legal de se assistir, entre todos eles, sem exceção. Quem aí não é fã das briguinhas e provocações de Steve e Danny? Para mim, uma das amizades mais bacanas das atuais séries. Ou o que podemos dizer dos primos Chin e Kono, que trazem toda a cultura havaiana para a série? Particularmente as cenas de surf, praias e luaus que esteve bem presente na primeira temporada eram uma das minhas favoritas.

Até os personagens mais coadjuvantes ganham espaço nesta série. Kamekona é um deles que, quando está em cena, eu morro de rir. Talvez pela simpatia que o ator Taylor Wily passa para agente. O episódio em que ele precisa se infiltrar em um galpão como traficante é realmente demais. São em pequenas coisas assim, que Hawaii Five-0 conquista o público. E, ao longo dos episódios, a força tarefa foi adquirindo novos “integrantes” que só incrementavam ainda mais as histórias. Lori foi uma delas. Interpretada por Lauren German, a personagem entrou em um contexto que talvez tenha irritado muitos fãs. Lori estava ali para “controlar” a Five-0 depois dos eventos com a Governadora, sua ligação com Wo-Fat e tudo mais. Entretanto, o que talvez tenha mais incomodado os fãs seria a atenção que a atriz (linda, por sinal) tirava de Steve, “roubando” assim um par da dupla Danno e Stevie. Sinceramente, eu não via nada demais e adorava Lori na equipe. Infelizmente – e talvez por reclamação da maioria dos fãs, a personagem tratou de dar um sumiço da série, mas em um episódio super digno, e que para mim é um dos melhores. Outro personagem que ganhou destaque na série nessa temporada foi Max, interpretado pelo ex-Heroes (Salvem a líder de torcida?) Masi Oka. Para ser sincero, não curtia o personagem em suas pequenas participações lá ainda na primeira temporada, mas quando ele passou a integrar o elenco fixo da série, o destaque que ele recebeu permitiu boas cenas e até plots interessantes e engraçados. O episódio em que ele para de conversar com todos porque nenhum dos Five-0 respondeu o convite da festa a fantasia dele foi hilário. Mas seu grande momento na série foi recentemente no episódio 2×20 (Há’alele). Nele, Max teve seu passado revelado em uma história super envolvente e que conquistou o resto dos fãs que não gostavam do personagem (se é que ainda restavam).

Papéis recorrentes na série também ganharam um bom espaço. Um encontro esperado pelos fãs das telinhas era Terry O’Quinn dividindo a cena com seu ex parceiro de Lost, Daniel Dae Kim. Nosso velho amigo Locke agora era John White, um homem misterioso do passado de Steve, que volta para instigar perguntas nas cabeças dos fãs. E junto com ele a linha de histórias da “Shellburne” cresce ainda mais. Outros atores que merecem destaque aqui nos nossos comentários: Ed Asnner aparece na série, interpretando um mesmo personagem (August March) que interpretou na série original – um vilão cheio das artimanhas; e o ator James Caan (pai de Scott Caan) interpretando um policial aposentado. Foram cenas e mais cenas bem legais.

Mas Hawaii Five-0 é uma das sete maravilhas do mundo? Não! Ela não é perfeita e, como toda série, tem plots bobos e desnecessários. Muitas vezes me via assistindo algum episódio sem nexo algum e ainda com uma “história da semana” tão sem sal que dava sono. Mas ressalvo, foram raras as vezes. Diria que é totalmente normal. Afinal, não dá sempre para uma série manter a excelente qualidade entre um episódio outro. Mas dou mérito para muitas histórias apresentadas. Até mesmo o crossover recente com a série NCIS – Los Angeles valeu a pena, sendo um dos melhores episódios da temporada com a participação de Chris O’donnel e L.L. Cool J. Mas o que realmente move na maioria das vezes a série é Steve e seus conflitos. Claro que, todos os personagens tem suas histórias isoladas, cada uma muito boa por sinal (já tivemos na primeira temporada a suspeita de corrupção de Chin, as histórias de Danno e Gracie, e até mesmo Kono teve bons plots – um recente foi seu envolvido com o herdeiro da Yakuza). Mas, sinceramente, as melhores histórias são sim de Steve. O ator inclusive teve de se afastar por dois ou três episódios nesta reta final por conta de problemas pessoais com remédios, mas voltou com tudo no penúltimo trazendo uma abertura para a season finale que, diga-se de passagem, foi incrível.

Falando em retornos, quem deu as caras novamente foi Terry O’Quinn na season finale. Joe retorna, misterioso como sempre, e ajuda em um caso que deixou todos os espectadores aflitos. O oficial Fryer cai em uma cilada e é morto à queima roupa. A equipa da 5-0 vai até o local e é surpreendida com a criminosa ainda no local. Lá, Max é baleado. Foi divulgado recentemente que haveria uma morte na série – e que muito provável seria de alguém da equipe. Na minha cabeça, Max era a primeira opção. Mas o simpático legista sobrevive ao tiro. E aí que veio a surpresa: em meio a “fecharem” o caso e pegar a criminosa, nós descobrimos que quem esta por trás disso tudo é Frank Delano – um dos policiais corruptos que foi exonerado e preso. E o pior: ele quer vingança com a equipe e principalmente com Chin por ter se safado das acusações. E ele simplesmente sequestra a esposa de Chin e a nossa policial Kono. Chin deveria escolher entre a esposa e a prima, pois apenas uma sobreviveria. Chin foi ao encontro de Malia que estava baleada enquanto vemos Kono sendo jogada no rio, toda amarrada.

Esta season finale foi meio corrida. Aconteceu muita coisa que poderia ter sido melhor trabalhada nos dois ou três últimos episódios da temporada. Mas creio que isto não foi possível devido o afastamento de McGarret. Houve ainda a história de Danny e a guarda de Gracie, em que Rachel quer levá-la embora. Ele decidiu lutar pela custódia definitiva da menina e na próxima temporada creio que veremos o psicológico de Danno ser testado ao último. Mas a grande revelação de o que é a Shellburne veio no final: McGarret vai até o Japão com Joe para se deparar com… sua mãe! Sim, a mãe de Steve está viva, a par de toda a situação e deve muitas explicações a ele e a nós claro!

E quem será que vai morrer? Kono ou Malia? Vamos ficar na torcida e ver o que acontece em setembro. Ah, e você é fã de Hawaii Five-0? Então pode comemorar, porque a partir de setembro, a terceira temporada terá suas reviews semanais aqui no teleséries. Portanto, até lá!

Veep – Chung

Data/Hora 17/05/2012, 19:42. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Estamos na metade da temporada de Veep e a série continua crescendo no meu conceito. A consistência do humor e dos personagens é incrível, assim como o desenvolvimento gradual de cada um com a suas personalidades ficando cada vez mais marcantes. E tem como não amar Selina? Ela está cada dia mais enrolada com suas alianças políticas (ou com o fim delas) e isto gera momentos hilários.

O episódio começa com Amy e Dan indo ao lançamento do livro do Governador Danny Chung no lugar de Selina que não o suporta. Durante a caminhada dos dois mais uma vez a tensão sexual entre eles é perceptível e por mais que Amy adore declarar sua raiva por Dan o tempo todo, os dois forma uma boa dupla e rendem trabalhando juntos. Quando eles retornam ao gabinete da vice-presidente, eles discutem com ela a possibilidade de Chung se candidtar para presidente nas próximas eleições, o que a deixa nervosa e com medo de perder o apoio do presidente durante as eleições. Com isso ela pede para que seu investigador descubra alguns podres sobre Chung. O que chega ao ouvido dela é que ele não poderia se candidatar por não ter nascido nos EUA, ter sido naturalizado depois. Este é o ponto principal do episódio e que dará partida na confusão enfrentada por Selina e sua equipe.

Selina concede uma entrevista para o Meet the Press e, depois do programa, durante uma conversa com o apresentador, ele a questiona sobre a possibilidade de Chung se candidatar à presidência e ela responde que acha improvável, “já que ele nem americano é”. Como de costume, as péssimas escolhas de palavras de Selina na hora de se expressar deixam a  declaração com cara de racista pelo governador ser descendente de chineses. Mais uma vez Selina está envolvida em uma polêmica colossal e isso é o  interessante de Veep. Os roteiristas não têm medo de fazer da protagonista uma personagem destestável às vezes, com seu ego gigantesco e sua prepotência inigualável, e com isso a série só ganha pontos, a meu ver. Temos a possibilidade de presenciar durante cada episódio de Veep aquele humor negro que foge das convenções do politicamente correto que dominam a televisão atualmente. E isto é um sopro de vigor.

Veep também continua fazendo humor sobre o estigma que persegue o ambiete político de um lugar sujo, repleto de pessoas desonestas e que estão dispostas a fazer qualquer coisa para atingir seu objetivo. Que o diga a cena em que Amy e Dan vão atrás de um do senador do Arizona para que ele apoie da vice na lei dos votos. Para que ela consiga o que quer, que vencer na votação, ela aceita deixar sua opinião de lado sobre a imigração só para poder receber o apoio. A cena do jantar é mais uma construída para mostrar a dinâmica entre Amy e Dan.

Jonah tem se tornado um dos personagens que mais me irritam com seu jeito arrogante e idiota ao mesmo tempo, mas nem ele consegue estragar a série. Mike está cada vez mais engraçado por seu cansaço diante do trabalho – a cena dele dormindo na limousine é impagável. Sue a cada episódio se mostra a mais competente entre os funcionários da vice. É impressão minha ou ela está se tornando uma espécia de mistura entre April e Donna, de Parks and Recreation? Ah, o episódio ainda nos mostra um pouco mais da vida da vice fora do gabinete com seu namorado, o que gera momentos hilários como a cena de Amy e Gary ouvindo a conversa dos dois na escada ou a cena do celular. Nunca vou me cansar de elogiar Julia Louis-Dreyfus. Ela domina o papel e já tem suas ações e trejeitos que fazem são dela basicamente, como quando ela começa a engasgar quando não sabe o que dizer. E o que fica no final? A certeza de que Veep não tem medo do ridículo (o que é ótimo) e que na política nada importa a não ser você mesmo.

Ryan Murphy fala sobre o elenco de ‘Glee’ na 4ª temporada

Data/Hora 17/05/2012, 19:27. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Muito vem se especulando nos últimos tempos sobre como ficará o elenco de Glee na próxima temporada, depois da formatura de grande parte dos protagonistas da série. Inclusive, nas últimas semanas, muitos veículos vinham dando como certa a saída de Amber Riley (Mercedes) e Dianna Agron (Quinn). Pois então, finalmente Ryan Murphy, criador de Glee, falou sobre o assunto e fãs, podem ficar tranquilos, todos do elenco regular retornarão para a quarta temporada.

No entanto, nem todos os membros do elenco participarão dos 22 novos episódios da série. Murphy disse que perguntou para o elenco regular quem gostaria de voltar para a quarta temporada e que todos disseram que gostariam. Segundo ele, “mesmo com todos voltando não significa que todos farão os 22 episódios, mas todos querem permanecer na nossa família e no nosso mundo”.

Já sobre Agron e Riley, Murphy foi claro: “Muitas pessoas estão escrevendo que Dianna está fora da série, que Amber está fora da série – elas não estão fora da série”.

A terceira temporada de Glee termina na próxima terça-feira (22/5) nos Estados Unidos, com a exibição de um episódio curiosamente chamado de Goodbye. No Brasil, a série é exibida nas noites de quarta-feira no canal Fox.

Com informações do Zap2It.

Série no estilo de ‘Jogos Vorazes’ pode ganhar vaga na midseason do CW

thumb image

Um dos pilotos que todos estavam achando que seria escolhido para se tornar série pelo The CW era The Selection, mas a série não entrou para a lista das escolhidas pela emissora para a próxima temporada. No entanto, durante a apresentação do upfront do canal, o presidente do CW Mark Pedowitz disse que o piloto da série está sendo retrabalhado.

Mesmo com o piloto não tendo sido escolhido agora, Pedowitz continua confiante no projeto e diz que ele pode entrar para a programação da emissora na midseason ou no verão norte-americano de 2013. “Vamos voltar ao piloto e tentar reconstruí-lo para recuperá-lo. Sou um grande fã do gênero, eu li todos os livros da série Jogos Vorazes, se você não é um anjo, um lobisomem ou um vampiro, você é uma heroína de 16 anos que luta contra um mundo distópico futurista.”, afirmou Pedowitz relembrando as comparações que The Selection sofreu com Jogos Vorazes por se tratar de um drama futurista sobre uma jovem que é escolhida pela loteria para participar de uma competição para se tornar a próxima rainha de uma nação devastada pela guerra.

The Selection é baseada nos livros de Kiera Cass e tem no elenco Aimee Teegarden (Friday Night Lights) como a protagonista e Ethan Peck (10 Things I Hate About You) e Sean Patrick Thomas (Ringer). A produção da série  é de Elizabeth Craft e Sarah Fain, ambas de Dollhouse.

Com informações do The Hollywood Reporter.

[ESPECIAL] Semana da Diversidade – Saindo do armário

Data/Hora 17/05/2012, 15:21. Autor
Categorias Especiais

thumb image

17 de maio é o dia internacional de combate à homofobia. A data foi escolhida para celebrar o dia em que a homossexualidade parou de ser considerada doença segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Considerando que vivemos em um mundo onde infelizmente as pessoas desconsideram essa informação e ainda há muito preconceito e exclusão, o TeleSéries resolveu levantar a bandeira do arco-íris e se juntar a causa da comunidade LGBT.  Para comemorar esse dia e celebrar a diversidade e o amor, preparamos um especial sobre personagens gays e seu processo de saída do armário. Enjoy it!

 

Eric Van Der Woodsen – Gossip Girl

Durante muito tempo houve um mistério em torno do que afligia Eric Van Der Woodsen. Ainda na primeira temporada da série, Serena Van Der Woodsen – irmã de Eric e protagonista de Gossip Girl – retorna a Nova York para ficar mais próxima do irmão que tinha tentado se matar e estava internado em uma clínica. Então, em All about my brother (01×16) o garoto é jogado pra fora do armário pela grande bitch Georgina Sparks. Ele foge, mas a irmã corre atrás dele e lhe dá total apoio, assim como Chuck, o irmão emprestado. No fim, Lily surpreende Eric dizendo que continua o amando da mesma maneira, que ele é um filho maravilhoso e que só deseja que ele seja feliz. Depois de todo sofrimento, enfim a felicidade. E é assim que todas as famílias deveriam lidar com isso, né? (Gabriela Assmann)

 

Justin Taylor – Queer as Folk

Queer as Folk é até hoje uma das séries mais importantes quando se trata de falar sobre o mundo gay. Sem medo de tocar em pontos polêmicos, a série foi um marco para a televisão e entre seus principais personagens temos Justin Taylor. O adolescente tem o papel na série de abordar o momento em que um jovem se assume para a sua família. A situação representada é semelhante à de muitos outros jovens. Seu pai e sua mãe não aceitam sua orientação sexual e ele é expulso de casa. Com o tempo, sua mãe acaba aceitando e apoiando o filho, se unindo inclusive a um grupo de defesa dos direitos homossexuais. Além disso, Justin enfrentou problemas com a sua sexualidade na escola, sofrendo bullying dos outros alunos e sendo inclusive espancado na noite do seu baile de formatura por ter levado Brian como seu acompanhante. O personagem é uma das melhores representações de um jovem gay e seus dilemas na ficção. (Beto Carlomagno)

 

Callie Torres – Grey’s Anatomy

Callie não é o tipo de pessoa que descobriu sua orientação sexual cedo na vida. Na verdade, ela só percebeu que era bissexual quando Mark – com a mente voltada para a sacanagem – a alertou sobre a possibilidade de um envolvimento entre ela e Erica Han. Antes disso Callie já havia sido casada, e era convidada frequente da cama de Sloan. Se achando “menos lésbica” do que a parceira, e ainda não convicta do que teria que enfrentar no futuro, Callie acabou saindo do relacionamento. A saída do armário se deu apenas quando a ortopedista conheceu a pediatra Arizona e as duas assumiram o relacionamento. E com o apoio da agora esposa, Callie enfrentou a família – muito religiosa, a mãe não aceita sua orientação sexual – e realizou o sonho de se casar (em um casamento celebrado por Bailey). Atualmente, ela já não tem mais medo do que enfrentará no futuro e forma, com Arizona, um dos casais mais fofos,felizes e queridos do Seattle Grace. (MarielaAssmann)

 

Dana Fairbaks – The L Word

Muitas vezes o processo de assumir sua orientação sexual perante a sociedade é doloroso e traumático. E nesses casos as convenções e pressões sociais acabam colocando medo nas pessoas. Não foi diferente com Dana Fairbaks, que ao mesmo tempo que lidava com sua orientação social e pretendia assumi-la, ficava com medo de colocar em risco sua promissora carreira no tênis. E o sucesso profissional falou mais alto, até que a tenista descobriu que seus patrocinadores já sabiam o que ela tentava esconder, e aceitavam sua orientação com a devida naturalidade. Assim, Dana conseguiu se assumir perante a família e passa a se relacionar abertamente com outras mulheres. A personagem ficou no seriado até a 3ª temporada, quando morreu em decorrência de um câncer de mama. Feliz e com a companhia de sua parceira. (Mariela Assmann)

 

Emily e Naomi – Skins

A relação de Emily e Naomi na 3ª temporada de Skins começa conturbada. Um ano após as duas trocarem um beijo, Naomi sofre com comentários os ofensivos de Katie, irmã de Emily, sobre sua sexualidade, enquanto Emily não faz nada a respeito. Quando Naomi pressiona Emily para que ela assuma sua sexualidade, a menina foge do assunto, negando que seja gay. A relação das duas se torna mais próxima, mas mesmo após trocarem mais um beijo, Emily diz que quer apenas amizade. Depois de uma conversa séria, Emily consegue convencer a amada a assumir a relação. E assim o amor prevalece! (Dierli Santos)

 

Peter – Happily Divorced

Logo no episódio de estreia, Peter, marido de Fran, decide que décadas de casamento teriam que ser deixados de lado para que um dia ele pudesse ser feliz, de verdade. Não que ele não amasse a esposa, claro que amou, afinal de contas ficou com ela por todo esse tempo. Mas a coragem para sair do ‘armário’ chegou com a maturidade apenas, e com o apoio da ex-mulher, ele agora pode vivienciar a sua orientação sexual com todos os direitos. Sim, Peter namorou, curtiu shows que antes não curtia, deu um “up” no visual, e agora ele está “felizmente divorciado” com o mundo heterossexual. Peter é aquele velho exemplo de “antes tarde do que nunca”.  (Maria Clara Lima)

 

Will – Will & Grace

Will sempre gostou de tudo o que sua ex-namorada e melhor amiga gosta: inclusive homens. Pouco antes dele se casar com Grace, Will teve coragem para abrir o jogo e expor sua orientação. Claro que no começo foi um choque para Grace, para família e para os amigos, e mesmo depois de “assumido”, Will teve que lidar com o sentimento de insegurança por muitos anos. Sempre não querendo se achar “gay” demais, ou sempre querendo cobrar algo que ele mesmo não tinha coragem de expor. No final de tudo, as coisas deram certo. Will conquistou a liberdade de ser o que ele era, sem firulas e bastante segurança. (Maria Clara Lima)

 

Kurt Hummel, David Karofsky e Santana Lopez  – Glee

Se tem uma série que retrata muito bem a diversidade – não só a sexual – essa série é Glee. E é por isso que Glee tem três representantes neste especial, já que cada um lidou com sua sexualidade de uma maneira diferente.

Kurt é o gay bem resolvido. Embora tenha tentado sair com a Brittany, podemos dizer que o Kurt nunca teve dúvidas a respeito de sua orientação sexual. Ele é divertido, amigo das garotas e tá sempre causando com seu visual e seu cabelo. Embora tenha sofrido bastante bullying na McKinley High School, e tenha sofrido com os amigos homens que achavam que ele estava sempre dando em cima deles, ele sempre teve todo apoio do pai, que enfrentou tudo e todos para garantir que o filho tivesse sua individualidade respeitada. Depois de tudo isso encontrou Blaine e hoje formam um belo casal.

Karofsky era o maior responsável por maltratar Kurt. O beijou a força e passou a ameaçar o garoto, que até saiu da escola por conta disso. No fim, toda homofobia do personagem era por que ele não sabia lidar com o fato de ser gay. Ele acabou se apaixonando por Kurt e seus colegas do time de futebol americano descobriram. Karofsky sofreu cyberbullying, foi perseguido na escola e no desespero tentou se matar, já que seu círculo de amizades não aceitavam sua homossexualidade. Por fim, Karofsky recebeu o apoio e a amizade de Kurt e dos colegas do New Directions e passou a se aceitar como é.

Quebrando o estereótipo da lésbica normalmente retratada na televisão, Santana Lopez é a capitã da equipe das cheerleaders e é super feminina. Ela sempre foi a pegadora mais raivosa e bitch da McKinley High School. Até o dia em que se apaixonou… pela melhor amiga Brittany S. Pierce. Esse amor revelou outro lado de Santana, um lado mais humano e doce, embora a bitch não tenha desaparecido totalmente. Santana sofreu muito até ser forçada a se assumir para todos, pois inicialmente somente seus amigos sabiam de sua sexualidade. A família ainda não aceita e sua abuela disse que nunca mais queria vê-la. Além de nos possibilitar entender Santana, conhecer outro lado dela e render um dos beijos mais esperados dos últimos tempos, números musicais maravilhosos resultaram daí, como Landslide e Songbird, que ela cantou para Brittany. E as cheerios formam um dos casais mais fofos e cheios de fãs do mundo dos seriados. (Gabriela Assmann)

E você, lembra de algum outro personagem que tenha se assumido nas séries?

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »