Ricky Martin fecha contrato com a NBCUniversal

Data/Hora 30/07/2012, 15:10. Autor
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Ricky Martin, que recentemente apareceu em um episódio de Glee, parece ter tomado gosto pela televisão. O cantor, que atualmente é a estrela do musical da Broadway Evita, fechou um contrato com a NBCUniversal para desenvolver e estrelar seu próprio programa na televisão.

A Vice-Presidente Executiva da Universal TV Bela Bajaria divulgou a contratação hoje. “Ricky é uma super estrela icônica que é tão talentosa quanto popular. Seja se apresentando em um show lotado ou estrelando na Broadway, onde ele está atualmente com Evita, Ricky se conecta com sua audiência de uma maneira muito palpável – e nós estamos muito felizes que ele vai adicionar estrela de TV ao seu currículo”, declarou.

Além de sua participação em Glee e no musical Evita, o currículo de Martin como ator conta com uma aparição em General Hospital no meio dos anos 90, uma versão do musical Les Miserables na Broadway, e uma participação não creditada na comédia de terror A Mão Assassina, de 1999.

Com informações do The Hollywood Reporter.

 

Showtime está desenvolvendo drama de época com o diretor Ron Howard

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O canal Showtime está se unindo a produtora Imagine TV para o desenvolvimento de Conquest, um extenso drama de época que tem sido o projeto dos sonhos do chefe da Imagine, o diretor vencedor do Oscar Ron Howard (O Código Da Vinci e Arrested Development). A história de Conquest segue o famoso conquistador espanhol Hernan Cortez, que comandou a conquista espanhola no México, e seu embate com Moctezuma II, o último governante do império Asteca que pereceu diante de Cortes e seus homens.

Repleta de sangue, luxúria, ouro, magia e mitologia, Conquest é descrita como “uma clássica história de guerra sobre dois homens poderosos e seu povo liderando a destruição definitiva da cultura asteca e dos próprios homens”. Howard irá dirigir Conquest e o roteiro será escrito pelo indicado ao Oscar Jose Rivera (Diários de Motocicleta). A Fox 21, uma divisão da 20th Century Fox TV, também está envolvida na produção. Brian Grazer, parceiro constante de Howard, atuará como produtor executivo junto com Rivera e a presidente da Imagine TV Francie Calfo.

O veterano roteirista de Star Trek Hans Beimler servirá como consultor por seu conhecimento sobre a história do México e do povo asteca.

Não foi divulgado se há qualquer previsão para o início da produção ou para seu lançamento.

Com informações do Deadline.

 

Dallas – No Good Deed

Data/Hora 30/07/2012, 11:54. Autor
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Quando Dallas estreou…

É o que eu penso toda vez. Sempre que vou assistir um episódio da série, lembro-me da expectativa da estreia. Porque, quando Dallas estreou, prometia ser uma temporada daquelas. Envolvido entre um sentimento nostálgico e a torcida para que tudo desse certo, o seriado teve início com um ótimo episódio duplo escrito pela Cynthia Cidre, a manda-chuva da continuação de Dallas. Teve melhor audiência da semana, muitas capas de revista, burburinho na internet. Quando Dallas estreou, o clima novelesco parecia promissor, e não assustador.

Mas agora que Dallas estreou, a insatisfação deu lugar a vontade de assistir a série. Talvez pela falta de empatia com os quase 20 anos de trama da primeira versão. Não sinto pena do Bobby, não torço pelo J.R, não tenho empatia pelos primos. Quando Dallas estreou, fazer com que a audiência se envolvesse na vida dos Ewings era o maior desafio. Infelizmente, continua sendo.

No Good Deed foi mais entre os outros episódios normais. Já se está na reta final da série, e a empolgação da estreia começa a virar história. Pobre John Ross, pobre coitado, espancado na prisão enquanto aguarda julgamento por um crime que não cometeu. Pobre John Ross, deve dinheiro e petróleo para meio mundo de gente, e mesmo assim, está sendo testado pelo pai mequetrefe e pelo tio orgulhoso. Pobrezinho… mas mesmo assim, ainda não consigo sentir pena, sabe?

Muito menos simpatia pelo Chris e todo sacrifício heroico que se propôs a fazer para salvar o primo. Pobre Chris, entregou a tecnologia que tanto lhe custou para desenvolver ao bandido latino, ao menos parte dela. Pobre Chris, fez isso tudo e ainda não recuperou o amor da Elena, e agora tem que lidar com a gravidez da (ex)-esposa. Ah, pobrezinho.

Enquanto isso, J.R. está em Las Vegas, bolando um plano infalível para roubar a propriedade da… não, espera, isso ele já fez. Bom, não sei mais o proquê do Senhor Sobrancelha estar vivo. Mas, pobrezinho. Já Bobby, me pergunto a mesma  coisa, não seria mais fácil ele morrer logo também? Bom, não darei ideias, o pobre coitado está doente (???) e sofre (???) com isso.

Sem falar que a pobre Elena, enganda, coitada, e a Rebecca, essa pobrezinha, está grávida e ainda tem que lidar com o irmão.

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O irmão da Rebecca não é irmão coisa nenhuma.

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Assisti ao episódio logo depois que foi ao ar na semana passada. Então faz um pouco de tempo. Tive que me esforçar para lembrar do que mais me impactou, não me levem a mal, minha memória não é tão ruim, é apenas que de marcante mesmo não teve nada. Ao menos o bastante para que eu desejasse que primeiro de agosto chegasse logo e pudesse matar as minhas inquietações com a série.

Logo estarei pensando: Quando Dallas terminou, nem o papel de novelinha conseguiu cumprir, um total desperdício de tempo. Concordem ou não, Dallas poderia ter sido bem melhor.

Destaques da Semana – Brasil – 30/7 a 5/8

Data/Hora 30/07/2012, 11:24. Autor
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Terminou julho, chegou agosto! As novidades não serão muitas mas ninguém vai ficar sem séries neste inverno. Siga a coluna e monte sua grade!

Segunda, 30/7

Sessão da Tarde: The Vampire Diaries (Warner, 13h, 3×11, leia a review).

Na Fox, 19h, chega ao fim a série de ação The Finder – lembrando que pra quem tem a opção de ver em HD, o horário na Fox+NatGeo HD só à 1h ou 6h da madrugada. O spin-off de Bones se despede com o episódio The Boy with the Bucket, onde conheceremos o irmão, o pai e a mãe de Walter. Annette O’Toole participa. Clique aqui para continuar a leitura »

Rookie Blue – Leap of Faith e The Girlfriend Experience

Data/Hora 30/07/2012, 10:55. Autor
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AI.MEU.DEUS. Que episódio foi The Girlfriend Experience?! Ótimo, ótimo. Me deixou em uma expectativa imensa pro episódio continuação, Out of Time, que vai ao ar somente em 09/08/2012, infelizmente. Um hiato de uma semana, por causa dos jogos olímpicos, que veio em uma hora realmente complicada. Só nos resta torcer pra semana passar logo, e pro Brasil, de quebra, ganhar umas medalinhas.

Mas, antes de comentar sobre o episódio que foi um dos melhores dos três anos de série, pra mim, preciso falar de Leap of Faith, que também foi um bom episódio.

O caso da semana usou dois clichês bem presentes em séries policiais, e nem por isso o caso deixou de ser interessante. É comum vermos os protagonistas de séries policiais correndo atrás de testemunhas raptadas, e também não é raro que algum “psíquico” apareça pra dar umas dicas na delegacia. E a junção desses dois elementos deu muito certo.

Foi legal ver como cada um da delegacia  reagiu à presença do psíquico, aceitando logo de cara, ou dando o braço a torcer aos poucos, ou não dando. E é bacana ver como brincaram, deixando sempre em aberto a possibilidade das informações que ele repassava serem oriundas da esposa do criminoso, e não dos sonhos. Acho que deu para ter certeza mesmo só no final do episódio, com as coisas que ele falou pra Traci, Noelle, Oliver e Peck.

Adorei ele dizendo pra Andy que Sam não diria o “Eu te amo” em retorno, e McNally decidindo falar mesmo assim. Sam é todo cético e fechado, e não me admira que ele nunca tenha dito um “eu te amo” na vida. Mas aos pouquinhos a determinada e sapeca Andy vai quebrando a resistência do bonitão, e as coisas – que já vão às mil maravilhas, como a caliente cena inicial do episódio deixa evidente – só tendem a melhorar. Ainda bem!

E Barber, em um momento de redenção com a “opinião pública”, resolveu propor para Nash. Que, ainda que relutantemente, aceitou ser a Sra. Barber. Muito original o pedido de casamento do detetive. A sintonia entre os dois voltou a ser evidente, e o detetive parou de implicar com sua aprendiz por coisas banais. Prefiro – muito mais – quando as coisas entre os dois estão assim.

E por falar em sobre como as coisas estão entre, é inevitável falar de Gail e Collins, e consequentemente de Chris. Que dó, que dó, que dó. O garoto-propaganda da Polícia não está conseguindo lidar com o término do relacionamento dos dois. Ainda há sentimentos, da parte dele. E ver a química entre Nick e Peck não ajuda muito.

Química que Dov tinha com Sue, mas jogou tudo no lixo porque ele é zoado e confuso mesmo. Amei a interação dos dois, e o Dov, apesar de tudo, é um fofo. Torci pra que ele desistisse de acabar com a “garota das bombas”, mas infelizmente isso aconteceu. Só espero que vejamos ela novamente, gosto bastante da personagem.

E já que estamos falando de namoros e namorado(a)s, passemos à The Girlfriend Experience. Episódio redondinho, que deixa na boca um enorme gosto de quero mais.

Mais uma vez vimos alguém trabalhar disfarçado. E nossa experiência em Rookie Blue nos diz que isso nunca acaba bem. Gail deu show na operação, especialmente porque não encarnou personagem algum, apenas foi ela mesma. Sim, ela foi sincera com um estranho, um potencial homicida. Mas não consegue ser ela mesma com as amigas ou com o “peguete”. Não é fácil sem uma Peck, mesmo.

E quando parecia que tudo, dessa vez, acabaria bem, eis que um lunático coloca a vida de Gail em risco. A dúvida: seria o cliente da moça ou o namorado da “acompanhante” sumida que não estava sumida? Ou seria, ainda, uma terceira pessoa, que nem cogitei? Quero a continuação desse episódio JÁ!

Barber e Traci estão muito bem, obrigada. Os preparativos para o casamento vão de vento em popa. E o casamento dos dois parece estar forçando o relacionamento Sandy, já que passar as férias juntos é, aparentemente, um enorme passo no relacionamento, no ponto de vista masculino. Por isso não creio que seja só medo de avião, não. É medo do comprometimento e de suas consequências, certamente.

Dov e Chris também estão trabalhando seu relacionamento. É bom vê-los resgatando os tempos aureos da amizade, e descobrindo detalhes especificos sobre o outro que ainda desconheciam. Tudo de forma leve e sem perder o bom humor. E se o passeio deles resulta no “desvendar de um crime”, melhor ainda. Torço pra Chris se recuperar, e parar de sofrer pela Gail. Mas confesso, sou insana e fiquei torcendo pra Peck estar ligando para Diaz no final do episódio, e não para Nick. Quando pararei de shippar errado?

Agora é esperar quase duas semanas para saber o desfecho do caso. Pelo que ouvi por aí, alguém retornará à série. E alguém a abandonará, definitivamente. Tragédia a vista. Meu coração já está apertado.

White Collar – Diminishing Returns

Data/Hora 30/07/2012, 10:01. Autor
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Peter Burke acabou não indo para muito longe de Neal. O destino do agente do FBI é um castigo e ele acaba migrando para a “caverna”, um setor de arquivamento bens apreendidos. Trabalhando para um chefe linha dura Peter se conforma e tenta focar no trabalho para sair o mais rapidamente dali. Enquanto isso Neal precisa aguentar o descaso de Jones e Diana que o culpam pela transferência de Peter.

Ao contrário do que pareceu no episódio passado, Burke não deve ficar muito tempo afastado do setor de crimes do colarinho branco. Neal está engajado na solução dos casos e tenta abrir caminho para que Peter volte logo a ser seu chefe. Até Mozzie voltou para ajudar neste episódio. Obviamente ele não poderia ficar muito tempo distante, mas vê-lo disfarçado vestindo a jaqueta do FBI e ajudando Peter logo no terceiro episódio da temporada foi uma surpresa. A audiência agradece, Burke e Caffrey também. Como o próprio Mozzie disse: “quem precisa da polícia quando se tem o Mozzie?”

O episódio Diminishing Returns também completa mais peças do quebra-cabeça da vida de Neal. Peter não cansa de tentar conhecê-lo melhor e o questiona novamente sobre sua história. Descobrimos que Neal cresceu com Ellen no sistema de proteção às testemunhas. Depois da decepção de descobrir que seu pai foi um policial corrupto e que confessou assassinato, Neal começou a usar seu nome verdadeiro com o sobrenome de solteira de sua mãe e assim nasceu Neal Caffrey.

Esses trechos deixam a série mais encantadora, pois finalmente vamos conhecendo junto com Peter quem é Neal Caffrey sem a tornozeleira. Ellen cumpriu sua promessa à Neal no episódio anterior e contou que seu pai confessou ter matado um policial. Pela forma que foram apresentados os fatos, acredito que vamos conhecer mais sobre os pais de Caffrey nesta temporada e duvido que seu pai seja um assassino. Talvez descobrir isso ajude Neal a mudar seu pensamento de que não importa o quanto trabalhe para o FBI, ele sempre será um criminoso.

Neal continua a contar a sua história a Peter quando vai almoçar com ele no seu novo trabalho, mas não é só nesses momentos que a dupla volta à ativa. Caffrey resolve tentar desvendar um caso que está sem solução há vinte anos e que Peter estava nervoso em perder. O criminoso sempre aplica o golpe na mesma semana a cada cinco anos e desta vez Peter estaria confinado na “caverna”. Mas Caffrey conseguiu envolver o agente no caso, ele queria que Burke levasse os méritos pela captura do criminoso e dessa forma voltasse ao crimes do colarinho branco.

Dá gosto de ver o Neal trabalhar. Abre um cadeado ou porta em segundos, como disse o Peter: “desde quando Neal Caffrey precisa de chaves?” Nunca. E quando Neal está mais engajado que o normal, facilmente consegue solucionar um caso que estava há vinte anos sem nenhum suspeito.

Peter se empolga com o trabalho de Neal e acaba participando do caso e assim matando a saudade dos espectadores em ver os dois trabalhando juntos novamente. Uma das boas cenas da dupla foi quando Peter distrai o alvo David Cook, enquanto Neal investiga o celular do suspeito. O plano final para pegar Cook também é criado por Caffrey e é ótimo vê-lo ensinando Peter a como induzir uma pessoa a optar por uma determinada cor.

Quem reaparece para ajudar sempre brilhantemente é Elizabeth. Um pouco distante nos dois primeiros episódios da temporada, a personagem volta como a esposa incentivadora e que sempre tem uma carta na manga, como quando sabia exatamente qual loja de diamantes Neal e Peter estavam procurando. Também vale realçar o café quentinho que Elizabeth sempre tem pronto quando a equipe do FBI precisa se reunir na casa dos Burke. Sou fã da Senhora Engravatada.

Neal e Caffrey estão mais próximos do que nunca, mas não há como negar que são duas personalidades muito diferentes. Peter gosta de andar na linha e Neal é o oposto disso, por isso mesmo os dois criam uma certa harmonia quando trabalham juntos. Agora, os dois passam por situações delicadas. Caffrey realmente está engajado em ajudar o FBI e tentar melhorar sua reputação. Peter, mesmo odiando suas novas tarefas, pretende seguir o conselho do seu chefe: baixar a cabeça, trabalhar e voltar o mais rápido possível ao crimes do colarinho branco. A audiência agradece.

Leverage – The Blue Line Job

Data/Hora 29/07/2012, 20:33. Autor
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Depois de uma premiere que apresentou a nova sede e a nova cidade da equipe de Nate Ford, Leverage começa a trabalhar mais forte no desenvolvimento dos casos de cada episódio. The Blue Line Job trás um formato diferente de pessoa a ser ajudada. O jogador de hóquei Craig Marko está a duas partidas do final da temporada no time da segunda divisão Oregon Otters. Quem pede ajuda à equipe de Nate é o filho de Marko, Danny, que teme pela saúde do pai devido às brigas que, por contrato, o jogador precisa provocar durante os jogos.

A discussão em torno do caso se torna muito engraçada. Esporte em geral sempre é motivo de opiniões diversas e a surpresa em Leverage foi o interesse de Sophie em hóquei e o conhecimento de Parker sobre a Teoria de Schelling de intimidação nacional. Genial. Sophie ainda enlouquece Nate quando conta que roubou um troféu famoso de hóquei, a taça Stanley, mas não se lembra onde guardou. E além de tudo, seu parceiro no roubo foi um famoso jogador profissional russo, Vlad Busiak (Thure Riefenstein).

Vlad acaba participando da resolução do caso deste episódio. Desta vez, a equipe de Leverage deve ajudar alguém que não quer ajuda e não sabe que precisa ser ajudado. A situação é que Danny acredita que o pai está com um sério problema de saúde que vem sendo escondido pelos médicos do time. O caso acaba ganhando outra amplitude quando um problema maior é descoberto, Pete Rising (Treat Williams), o dono do time, está desviando o dinheiro e falindo com o clube.

Quando se fala em time, se fala em emoção e o hóquei é um esporte empolgante, o que ajuda muito no ritmo do episódio. Eliot se passando pelo jogador Jacques Labert foi hilário, principalmente pelo apelido de “Jack, the bear” (o urso) e por ter supostamente vindo da Liga das Renas do Norte, que obviamente ninguém conhecia. Além de tudo Eliot ainda acaba virando ídolo no clube.

Enquanto Eliot fica sozinho, o amor está no ar em Leverage. Hardison e Parker formam um dos casais mais engraçados da televisão na atualidade e o fato de estarem juntos só vem ajudado na resolução dos casos de Leverage. A série está mais romântica, com os dois casais principais em lua de mel. A cena de Sophie deitada no colo de Nate enquanto ele observa o animalzinho de estimação da personagem de Sophie, Zacato, pode-se dizer que foi o momento fofo do episódio.

Em The Blue Line Job também vale destacar as duas boas participações especiais de Williams e Riefenstein. A cidade de Portland, como previsto, vem sendo mais explorada na série, principalmente com imagens gerais da cidade intercalando cenas dos personagens, uma alternativa muito utilizada nos seriados americanos. A cena da equipe discutindo o rumo do caso depois que Peter desiste de investir na Liga Mundial de Hóquei também merece ser lembrada. O trabalho de câmera rodando o tempo todo em volta do grupo chamou a atenção e deu um ar mais nervoso para a decisão.

O time de Leverage acaba salvando outro time, o Oregon Otters, que acaba nas mãos dos próprios jogadores. Como sempre, Nate consegue uma recompensa melhor do que a esperada. O final do episódio é bem emocionante e o soco que Nate difere no vilão da história fecha mais um “job” de sucesso de Leverage. Nate bancou o batedor e o personagem que normalmente é o autor dos socos no seriado fez o homem das frases impactantes. Essa review encerra com uma citação de Eliot: “Escolhas ruins são escolhas ruins, não importa porquê você as faça”.

Saving Hope – Heartsick

Data/Hora 29/07/2012, 20:28. Autor
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Mais alguém perdeu o fôlego? Mais alguém aí achou este episódio excelente? É minha gente, Saving Hope surpreende. Após um morno episódio, mas com um final que prometia, tivemos a dívida paga e momentos bem legais nesta semana.

Envolvente por si só, o drama de Charlie chegou a um nível crítico. Alex e Dawn foram para a justiça brigar pelo direito de desligar ou não os aparelhos do nosso paciente. E é de partir o coração as caras que nossa belíssima Erica Durance faz só de pensar que vai perder o amado. Sim, eu concordo que às vezes prolongar o sofrimento de um paciente pode ser uma crueldade sem tamanho. Eu no lugar de Dawn não sei se faria diferente. Mas claro que nós, como telespectadores, temos acesso a mais informações do que ninguém, e ter o poder de ver Charlie lutando para tentar voltar a vida é o que pesa mais. E ora, o personagem é cativante, quer você queira ou não. Portanto, confesso: eu estava torcendo por Alex neste embate.

Paralelo a este grande dilema, tivemos neste episódio a melhor história e, consequentemente, interpretação de Daniel Gillies como o Dr. Joel Goran. O médico teve quee lidar com um policial, Jimmy, que trouxe um detento com morte cerebral para realizar um transplante. Em meio a isso, Joel percebeu que o policial queixou-se de dor – apenas para conseguir remédios; o policial aparentava ser um viciado. Mas a verdade é que, o policial atirou em uma criança há alguns anos e veio passando por problemas. Goran a princípio não sacou a situação, mas quando descobriu correu atrás para ajudar o rapaz. Entretanto, Jimmy estava com sua arma a ponto de suicidar-se. Joel conseguiu conversar com ele, mas em vão. O policial atirou no seu próprio pescoço – tudo na frente do médico. Claro que isso iria afetar Joel, que teve um diálogo até bem tocante com Alex. Por um segundo, eu juro, eu torci pelos dois, mas não tem jeito, Alex tem que ficar com Charlie.

Charlie enquanto isso, teve uma participação mais reduzida. Não deixou de ter seus diálogos com os personagens quase mortos – desta vez o prisioneiro que doaria seus órgãos para outros pacientes. Mas não fora nada de extraordinário, que em outros episódios já não tenha demonstrado. Em contraponto, além de brigarem pela “posse” de Charlie, Dawn e Alex se ajudaram na operação do paciente que receberia o coração. Foi uma cirurgia completa, e sem o trabalho de equipe das duas, nada teria dado certo. Aproximou o contato das duas, mas não impediu de seguirem com a disputa

Outro segmento deste episódio, mesmo que bem pequeno, mas que me cativou, foi Gavin e Maggie. Desde o primeiro episódio eu achava que os dois combinavam. E o psicólogo não esconde os seus sentimentos sobre a moça para ninguém. O Dr. Murphy chegou a implicar com Joel, que não anda dando muita corda para a namorada – mas o ápice foi o beijo de Gavin com Maggie. E olha, espantem-se mas até que com o Gavin, a Maggie não fica tão chata. Acho que, talvez quando ela divide a cena com Goran, sua personagem tenha a ambição falando mais que o coração. Prova disso é que a cena dela com o psicólogo foi bem natural, e posso apostar que a partir dali, um novo triangulo amoroso vai surgir nos corredores do Hope Zion.

O desfecho do episódio foi surpreendente e emocionante. Dawn havia ganhado o direito sobre Charlie, e decidiu que tinha chegado a hora de desligar o aparelho. Alex claro entrou em desespero. Houve bastante discussão, tudo isso assistido por um Charlie que, demonstrou estar cansado de tudo, e de, principalmente, esperar. Ele estaria pronto para partir? Para Alex, definitivamente não. Ela tentou se despedir do amado, mas em meio a choros ela disse que não, ela não ia desistir do amado, e não ia se despedir. E aí podemos ver que Charlie ficou feliz com esta ação. Ele também não esta pronto para se despedir.

Foi o episódio mais intenso e emocionante da temporada até aqui. Saving Hope esta acertando a mão, e tem tudo para finalizar a temporada brilhantemente. A partir de semana que vem, a série dá uma pausa, para todos curtirem as Olimpíadas de Londres, mas os nossos médicos voltam com episódios inéditos no dia 16 de agosto. Portanto, até lá!

TCA Awards premia ‘Game of Thrones’, ‘Breaking Bad’, ‘Homeland’ e ‘Louie’

Data/Hora 29/07/2012, 18:30. Autor
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O A associação dos críticos de televisão anunciou ontem os vencedores do TCA Awards. O prêmio, que não é televisionado, é concedidos por 220 críticos especializados na área dos Estados Unidos.

Game of Thrones, da HBO, se consagrou como a grande vencedora da noite. O seriado, que na edição passada do TCA havia conquistado o troféu de Melhor Nova Série do Ano, levou, dessa vez, na importante categoria de Melhor Programa do Ano.

Já o posto de Melhor Nova Série ficou com Homeland, do canal Showtime. A série é estrelada por Claire Danes (Romeu e Julieta, Stardust), que também conquistou o troféu de Melhor Atriz em Série Dramática. Na história, ela interpreta uma agente da CIA recém-chegada de uma missão não autorizada no Iraque. Homeland foi muito bem recebida pela crítica especializada e conseguiu altos índices de audiência para a Showtime.

Louie, do canal FX, faturou o troféu de Série Cômica, enquanto Breaking Bad, da AMC, ficou com o posto de Melhor Série Dramática. Lembrando que foi o protagonista da série, Bryan Cranston, quem apresentou a edição 2012 do TCA.

 

Confira a lista completa de vencedores abaixo:

Programa do Ano: Game of Thrones (HBO)
Série Dramática: Breaking Bad (AMC)
Série Cômica: Louie (FX)
Nova Série: Homeland (Showtime)
Minisséries, Telefilmes ou Especiais: Downton Abbey (PBS)
Série ou Programa Infanto-Juvenil: Switched at Birth (ABC Family)
Ator-Atriz de Série Dramática: Claire Danes (por Homeland, da Showtime)
Ator-Atriz de Série Cômica: Louis C.K. (por Louie, da FX)
Melhor programa de notícias: 60 Minutes
Melhor reality show – reality competition: So You Think You Can Dance
Prêmio pela Carreira: David Letterman – apresentador e comediante
Série ou Programa de Importância Histórica: Cheers (NBC)

Com informações do TCA.

Covert Affairs – The Last Thing You Should Do

Data/Hora 28/07/2012, 23:30. Autor
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Em mais um episódio tivemos o drama dos espiões da CIA que tiveram seus disfarces revelados. E que maneira de contar para alguém querido que você é um espião, não é mesmo? Imagine você preso num cativeiro sob ameaça de morte e de repente seu (sua) noivo (a) te conta: “Então… Sou espião da CIA, tudo bem?”. É claro que não foram com essas palavras que Auggie revelou para Parker que fazia parte da corporação secreta dos EUA, mas diante de uma situação dessas, que escolha o nosso querido cego tinha? Ele havia acabado de pedir sua amada em casamento e como sabemos, um casamento se baseia em confiança, o que significa: sem segredos entre o relacionamento. E com essa pressão, The Last Thing You Should Do trouxe uma perfeita sincronização de drama, ação e principalmente conflito na medida certa.

O episódio em si não é aquele que quebra a trama linear, mas é aquele episódio que acrescenta alguns fragmentos para a história. O importante é nunca quebrar essa linha contínua, pois o episódio acaba se tornando sem relevância para a série. Acredito que o principal contexto de Covert Affairs dessa semana, fora o pedido de casamento de Auggie, tenha sido o trabalho em equipe entre Annie, Lena e Joan.

Essa nova temporada está tirando Joan de sua zona de conforto e certamente estou apreciando tudo isso. Para nós, covertianos, que sempre tivemos aquela imagem limitada que Joan sempre ajudaria no final das contas, simplesmente acabou. Estamos conhecendo uma nova Joan, uma esposa ciumenta, que quer o seu espaço no trabalho, por que acredita no seu potencial e na burocracia apresentada na legislação americana. Mas a verdade é que para salvarmos as pessoas importantes em nosso ciclo de amizades, às vezes é necessário ser deixado de lado algumas relevâncias para que a missão seja concluída. E é nesse segmento que Joan não acrescentou em nada na missão, enquanto Annie assumiu o controle e decidiu o que seria certo.

Falando em Annie, é incrível como ela cresceu profissionalmente, não acham? Pegamos duas temporadas que serviram apenas para Annie se adaptar com essa rotina de missões, enquanto em três episódios trabalhando para Lena, Annie assumiu o controle de uma missão que deu certo, além de possuir ao mesmo tempo, uma missão super perigosa que está caminhando em um rumo totalmente benéfico. A nossa pequena Walker está crescendo na vida e isso é muito gratificante.

Eu fui o único que levou às mãos a boca quando Auggie e Parker tentaram pular daquele prédio? Não que tenha sido uma mega cena de ação, mas a adrenalina por presenciar um homem cego tentar salvar a sua noiva e ver ao mesmo tempo, a Agencia assistindo aquilo, enquanto desejavam que tudo desse certo, nos leva a um ápice de também querer que aquilo dê certo. Já pensou se Parker cai e morre? É claro que ainda desejo que Auggie fique com Annie, mas ainda insisto que o momento não é oportuno para essa relação, então não queria que algo assim acontecesse para Parker.

Em relação ao contexto, acredito que a partida de Danielle deixará Annie carente e isso poderá causar algumas “turbulências” com Simon. Quando me refiro a “turbulências”, quero dizer ao aproveitamento sexual que a senhorita Walker está tendo com o ricaço (nada boba). Mas a questão é que apesar de Danielle não influenciar muito no contexto da história, não quero que ela saia da série. Ela representa o pouco de família que Annie possuí e acredito que isso seja uma parte fundamental para a vida da nossa agente secreta.

No próximo episódio veremos (quem sabe) o desfecho dessa missão de Simon. Portanto, encontro marcado em Paris, covertianos.

Pretty Little Liars – The Remains of the A e CrAzy

Data/Hora 28/07/2012, 23:25. Autor
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Série: Pretty Little Liars
Episódios: The Remains of the A e CrAzy
Números dos Episódios: 03×06 e 03×07
Datas de Exibição dos EUA: 17/07/2012 e 24/07/2012

The Remains of the A e CrAzy foram, definitivamente, dois episódios que somaram muitos pontos para a terceira temporada de Pretty Little Liars.

É engraçado ver o que Hanna está sendo capaz de fazer para se vingar em A por causa do término do seu relacionamento com Caleb. Em outras épocas, ela nunca tomaria a atitude de anotar e trocar o bilhete escondido na pulseira da mãe de Garrett no hospital. Assim, ela teria evitado um encontro nada agradável com Wilden e não seria uma suspeita do assassinato de Alison – outra vez.

E não é que April Rose tinha mesmo a prova da inocência de Garrett? Spencer não gostou muito de saber que o sangue encontrado na tornozeleira de Alison não era de Garrett, mas a nossa Lucy Liu já esteve enganada outras vezes, com quando desconfiou de Toby e Ian. Sem dizer que dessa vez, até A, seja lá quem essa pessoa for, confirmou que o assassino não é Garrett.

Caso Ezra: Especialistas em análise comportamental dizem que a postura dele quando foi confrontado por Aria sobre o dinheiro em sua gaveta de meias foi no mínimo suspeita. Mentira, não tem especialista, fui eu mesma quem disse. Porque se o seu namorado tem um carro que ganhou de herança e tem planos de restaurá-lo ele provavelmente já encheu a sua paciência falando disso e não foi bem o que aconteceu com Aria. Ela nunca tinha ouvido falar nesse tal carro. E ainda tem outro PS. Que carro em estado de restauração vale 50 mil dólares?  Parece que o professor mais fofo de Rosewood tem alguma coisa a ver sim com o mistério envolvendo a morte de Alison, ainda mais quando ele tem o valor exato da recompensa de Jason na gaveta…

Toby finalmente colocou a cabeça para funcionar e começou a perceber que Spencer está sim escondendo alguma coisa dele. Ainda mais depois que foi “obrigado” a ir para a tal festa da igreja com Hanna, que por sinal não fez nem o mínimo para disfarçar que estava ali por um motivo completamente diferente do que foi dito a ele.

Como quem é vivo, sempre aparece, Holden deu as caras nessa mesma festa e desencadeou uma lembrança sobre a “noite apagão” na mente de Emily. Agora além de saber que Jenna dirigia o carro que a sequestrou, ela sabe que Holden – ou alguém muito parecido e com a mesma tatuagem falsa da mesma “festa” no pulso – estava com ela numa cafeteria, que por sinal foi onde ela provavelmente perdeu a jaqueta que foi achada por Hanna numa das caixas do bazar.

A pergunta que não quer calar e que veio na mente de todos logo no início do CrAzy: Se o sangue na tornolezeira não é de Garrett, de quem é? “A” deixou bem claro que é fácil conseguir o sangue de Hanna. Mas se isso foi para dizer a ela que o sangue na tornozeleira é dela e foi plantado na prova ou se foi só para assustá-la, não se sabe.

Versão mais velha de Alison à vista! Cece mal chegou e já mexeu os pauzinhos. Provavelmente Emily vai se arrepender de não ter pedido para ela ligar para Jenna e falar que estava brincando quando disse que era namorada de Nate… E o que Jason quis dizer que tudo com Cece é intenso? Algo me diz que nós ainda vamos ouvir falar bastante nessa nova habitante de Rosewood…

O tal site de relacionamentos na internet deu certo resultado para Ella… Mas tinha que ser com o mesmo cara que Ashley está – ou estava – de rolo? E, convenhamos, Zack é um partido muito melhor que Ted, que fala “oie”. Engraçado seria ver a reação de Aria ao descobrir que a mãe dela saiu com um homem bem mais novo quando Ella foi terminantemente contra o relacionamento da filha com Ezra no início, justamente por ele ser mais velho.

Parece que os laços de Spencer e Jason se apertam mais a cada dia. A ponto de ela achar ok Toby mentir para a polícia depois de tudo o que ele passou. Não foi legal, Spencer. Jason dirigiu bêbado porque quis, oras. E até que ia ser engraçado ver ele e Garrett na mesma cadeia…

E a louca mais odiada de Rosewood resolveu dar as caras outra vez nesse episódio. E, como sempre, virou tudo de cabeça para baixo. Que Mona não tem nada a ver com as ações atuais de A, todos já estão quase convencidos. Mas que ela ainda sabe de muita coisa, ela sabe. Por exemplo, o tal site com uma foto de Maya que precisa de senha para ser acessado… E que alguém não está seguro. Mas isso já ficou claro para qualquer um desde o primeiro episódio.

PS 1: Não soube diferenciar quem era mais louco quando Hanna e Aria resolveram explorar o manicômio à noite e entrar numa sala que nunca fica aberta, elas, ou os pacientes dali. Pelo menos, no final, quem estava lá era só Mona…

PS 2:  Nate, coitado, tem um dedinho meio podre para escolher mulher, não? Primeiro se interessa por Emily… Mas ela provavelmente nunca se interessaria por ele. Depois por Jenna, que de boa moça não tem nada. Nete, darling, um conselho: Fique solteiro.

Heather Locklear participará da quarta temporada de ‘Hot In Cleveland’

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Heather Locklear, de Melrose Place, tanto a original quanto a do CW, participará da quarta temporada de Hot In Cleveland. A atriz interpretará uma ex-Miss Ohio que contrata Melanie para trabalhar em sua firma de relações públicas. Locklear deverá aparecer em pelo menos três episódios da quarta temporada.

Hot In Cleveland retorna no outono norte-americano, mas ainda não possui uma data exata. No Brasil, a série é exibida pelo canal TBS.

Com informações do TV Line.

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