True Blood – In The Beginning e Somebody That I Used to Know

Data/Hora 31/07/2012, 19:28. Autor
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Quase no fim e fica a pergunta: O que aconteceu até agora?

Os dois últimos episódios chegaram para mostrar que coerência realmente não está no vocabulário de True Blood e que desenvolvimento nem chegou para os primatas. Las Blooditas, como vou chamar de hoje em diante. NADA. NADA justifica a morte do personagem do Christopher Meloni, que era sensacional. Só esperava que então Russell tornasse um problema para Eric e Bill e até agora (considerando também o oitavo episódio) nada aconteceu. Russell “convertido” só engana a Salomé e a Nora. Está na cara que ele ainda vai fazer a maior baderna.

Mas True Blood PARA MIM sempre foi uma série trash, despreocupada de conteúdo e mitologia, então nem me incomoda tanta que a Autoridade tenha se perdido no meio dessa temporada (e aquela mitologia tá bem canalha). Como também não rir de todos os vampiros chapadões de SANGUE correndo por New Orleans e Bill mostrando que realmente joga em outro time, cavalgando em Eric.

Muito esperto da parte dos diretores e roteiristas colocar gente de tudo quanto é etnia no mesmo grupo de ódio. Somos todos iguais, inclusive na hora de sermos preconceituosos. Got it. Na verdade, cada vez estou mais certo que a sexta temporada vai ter como ponto central uma guerra generalizada entre esse povo todo.

True Blood brincando de Game of Thrones com muita informação junta num único episódio. O excesso de ênfase nos plots secundários (e alguns deles inúteis) realmente tem me irritado. Mas True Blood é aquele vício, aquela série que você tem dificuldade pra largar, mesmo vendo que a série tá descendo a ladeira.

A história do Sam será importante quando a guerra entre humanos e vampiros começar. Os plots do Jason e do Hoyt, cada vez mais odiando os vampiros, parecem caminhar no mesmo sentido. Os lobisomens deverão escolher um lado nessa história. A aparição da Lilith, apesar de tosquíssima visualmente (gastaram todo dinheiro para efeitos especiais em Game of Thrones?), lembra o retorno de cristo no arrebatamento (que aparentemente está por vir). Esse plot todo me faz feliz, mas ainda está precisando de um pouco mais de desenvolvimento.

Gostei da quase evolução da Tara, que finalmente está se tornando gente. O mais legal do episódio foi mostrar as muitas tramas que serão desenvolvidas nesses quatro últimos episódios. A Guerra entre Populistas e Sanguinista promete ser épica. O plot da Sookie soa interessante pra mim e acredito que vai surpreender, mas sabemos que no final, ela vai escolher ter a super vagina.

O ruim é que Alcide parece solto na trama, não desperta interesse nenhum. Gostaria de uma trama para Pam e Tara, pois elas também parecem soltas na trama… Mesmo assim, as cenas entre elas são divertidíssimas. .Deus (Lilith) agora é a desculpa para todos os atos insanos por parte da vampirada alucinada pelo SUPER SANGUE. O torpor mental experimentado pela turma de vampiros se justifica a qualquer custo, mesmo que seja o sangue de crianças, bebês ou mães de família. Nada segura esse povo!

P.S: Tivemos o retorno de Lafayette bichá má e macumbeira.

P.S: O fim dos dias está chegando. Vampiros contra humanos.

P.S: Hoyt, Hoyt…Você é sério candidato a tomar o lugar da Tara no ranking de personagens que desejamos mortos (de verdade!).

P.S: Até o Eric sabe que tudo que está acontecendo por causa de Lilith é uma furada. Tem que ver isso aí, Bill!

P.S: Que obsessão tensa que os roteiristas têm com a bunda do Sam. Não pode.

 

Diálogo lindo do episódio:

Pam: ” Isso é seu”

Tara: ” Pensei que você estivesse puta…”

Pam: ” Você não me conhece tão bem. Minha cara de vadia e minha cara feliz são a mesma.”

‘Beauty and the Beast’: produtora “justifica” a beleza da Fera

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Se em Elementary, nova série da CBS baseada no Sherlock Holmes, o fato de o Dr. Watson ser, na verdade, Dra. Watson incomoda alguns fãs, em Beauty and the Beast, que estreia em breve na CW, o fato de Fera não ter nada de “fera” é o que vem intrigando o público.

A gente explica melhor. É que na produção da CW, a Fera, conhecida por ser uma criatura horrível, será interpretada pelo ator neozelandês Jay Ryan (Terra Nova). O personagem, que tem personalidade dupla, socialmente atende pelo nome de Vincent Keller.

Para diferenciar os dois alter egos, uma cicatriz é adicionada ao rosto de Vincent para indicar que ele está em forma de “fera”. O problema é que, aparentemente, apenas uma cicatriz não seria o suficiente para ofuscar a beleza do ator, que arranca suspiros do público feminino com seus olhos oblíquos e sorriso de galã.

Para tentar justificar a simplicidade no quesito “maquiagem”, os produtores de Beauty and the Beast “teorizaram” sobre o assunto. A produtora-executiva da atração, Jennifer Levin, argumentou que, no dia-a-dia, as verdadeiras “bestas” não aparecem em forma de “bestas” e são, muitas vezes, atraentes, nos chamam até elas.

Filosofias à parte, quando questionada se o público adolescente da CW foi fator determinante para que eles mantivessem a beleza de Jay Ryan evidente, a produtora foi enfática ao dizer que “de forma alguma”.

Na história, Vincent Keller luta contra a personalidade de serial killer que existe dentro dele, enquanto Fera, e ainda se envolve com a policial Catherine Chandler, interpretada por Kristin Kreuk (Smalville). Com o desenvolvimento da história, a Fera vai se tornar cada vez pior e um dilema será colocado ao espectador: a criatura está realmente se apaixonando por Catherine ou existe algo mais complexo escondido por trás dessa relação? Tudo sem ultrapassar os “limites da ética”, segundo a equipe da série, já que a Fera não ataca a policial nem mesmo quando está na forma do monstro.

Beauty and the Beast é baseada na série de mesmo nome que foi ao ar entre 1987 e 1990 pela CBS. A atração era estrelada por Linda Hamilton e Ron Perlman (cuja caracterização era mais fiel ao clássico original).

Já a nova série estreia no dia 11 de outubro na TV americana, pelo canal CW. Uma primeira cena da atração foi divulgada:

Com informações do TV Guide.

Sean Hayes participará de ‘Up All Night’

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Sean Hayes participará de uma série de episódios da segunda temporada de Up All Night. O ator será um ex-acompanhante de Ava (Maya Rudolph).

Hayes, que ficou famoso interpretando Jack em Will & Grace, atualmente produz Hot In Cleveland na qual fez uma participação recentemente.

A segunda temporada de Up All Night estreia nos EUA no dia 20 de setembro. Por aqui, a comédia é exibida pelo Universal Channel.

Fonte: página oficial da série no Facebook.

Nick Jonas e Pharrell Williams podem ser os novos jurados do ‘American Idol’

Data/Hora 31/07/2012, 16:11. Autor
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Depois que Jennifer Lopez e Steven Tyler deixaram o reality show American Idol, muitas especulações acerca dos novos jurados apareceram na mídia.

Até o ex-participante Adam Lambert, que ficou em segundo lugar na oitava temporada do programa, foi sondado como um possível futuro integrante. Já na semana passada, depois de muito falatório, Mariah Carrey foi confirmada como nova jurada do American Idol.

Mas as apostas da vez são Nick Jonas, do Jonas Brothers, e o rapper Pharrell Williams, vocalista da banda N.E.R.D. Além de substituir Tyler, eles entrariam no lugar do músico Randy Jackson, cujo futuro no reality show ainda é incerto.

A imprensa americana encara a novidade como positiva, já que, principalmente Nick Jonas, daria um ar mais jovem ao programa.

O American Idol é transmitido pela Fox, nos Estados Unidos, e entra para a décima segunda temporada.

Com informações do TV Guide.

O Prêmio TeleSéries está voltando

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Prêmio TeleSéries
Entre 2003 e 2007, ou seja, ao longo de cinco “temporadas”, o TeleSéries realizou votações pela internet para eleger as melhores séries do ano. A premiação, chamada Prêmio TeleSéries, vai voltar!

A partir desta quarta-feira, dia 1º de agosto, você poderá eleger suas séries e atores favoritos em 14 categorias. A volta da premiação marca o início das comemorações de aniversário do TeleSéries, que comemora 10 anos em agosto, se consolidando como o mais antigo site especializado em séries de TV ativo no Brasil. Clique aqui para continuar a leitura »

Rizzoli & Isles – Crazy for You e Cuts Like a Knife

Data/Hora 31/07/2012, 10:34. Autor
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Ao me preparar para escrever essa review, me peguei pensando nos oito episódios já exibidos nessa temporada. E cheguei a seguinte conclusão: posso procurar, e não acho um episódio ruim de Rizzoli & Isles. Não me canso de dizer o quão impressionada fico com a regularidade da série, a excelência da mesma. Tem muita série por aí que é regular. Mas poucas conseguem tal regularidade enquanto mantem um alto nível. E R&I consegue fazer isso, sem sombra de dúvida.

E os dois episódios objeto dessa review ilustram bem o que eu quero dizer. Crazy for You foi um episódio redondinho, instigante, com um caso bem construído, que me deixou com o coração na boca antes do seu desfecho. Era natural que o nível caisse um pouquinho no episódio seguinte. Mas não. Cuts Like a Knife conseguiu ter um caso ainda mais instigante e interessante. Ainda mais bem construído. Por isso tudo digo e repito que a série merece a audiência que tem, e a renovação mais uma vez obtida bem cedo.

Em Crazy for You, enquanto Maura se entertia com uma reunião nada convencional de médicos legistas – com direito à declaração de amor do Dr. Pike e tudo -, Jane corria risco de morte ao ser aprisionada pelo seu amoroso esposo.

Pessoas, o que foi aquela reunião? Um médico mais excêntrico que o outro. Dos convidados, só se salvava o texano. De resto, insanidade e bebedeira.

Pra mim o desfecho do caso foi uma surpresa, já que nunca imaginei que o amável e atencioso padeiro era um lunático obcecado por Jane. Muito muito assustadora a obsessão do cara, a reconstrução do quarto, as fotos-montagem na parede, Jane vestida de mulherzinha. Enfim, um caso bacana, bem sólido, com uma reviravolta final. Ponto para os roteiristas de Rizzoli & Isles, novamente.

Ah, não posso esquecer de Angela e de seu super carro, que propiciaram o encontro dela com a ex-noiva de papai Rizzoli e ex-peguete de seu filho problema. Será que vem um netinho para a cômica mamãe Rizolli, ou Jane ganhará um irmãozinho? Aguardemos as cenas dos próximos episódios.

Em Cuts Like a Knife, mais um super caso.  Adorei a discussão sobre a imigração de jovens garotas, em busca de uma vida melhor, e o desenvolvimento da trama de aprisionamento sexual das mesmas. Acho legal mexerem com essas questões polêmicas e controvertidas, inclusive tocando no aspecto das falsas agências de caridade.

O caso era tenso, dramático mesmo. Mas foi bem contrabalanceado pelos momentos “sonho” de casamento de Isles (nossa superculta poliglota) e de – forçadamente – Jane. O sonho dela não é perfeitamente compatível com sua personalidade? Adorei.

E também achei uma comédia a trama envolvendo Frost e Frankie. Quem diria que o Código dos Homens seria tão engraçado? Dividir a mulher pode, mas um guarda-chuva nem pensar? Diversão pura, especialmente por ver Maura tão interessada, antropologicamente, no tal código.

E quem diria que um policial e um detetive poderiam ser tão “espertos”, e cair tão, mas tão fácil na lábia da traficante de drogas? Aparentemente, o vacilo custou mais caro para Frankie, que viu suas chances de ser detetive diminuirem consideravelmente, apesar de todo o lobby de Angela com o chefe – ainda acho que rolará algo quente entre eles.

Agora, estamos pertinho do 10° episódio. E provavelmente teremos um grande hiato antes da exibição dos últimos cinco episódios da temporada, assim como no ano passado.

A única certeza, nesse ponto, é que sentirei falta da série, quando esse momento chegar. E de que antes de nos despedirmos dessa temporada, ainda veremos mais 7 ótimos episódios. Alguém discorda?

‘Arrow’ contrata mais um vilão

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Arrow acaba de garantir mais um vilão do universo DC para a sua primeira temporada. Depois de anunciarem Kelly Hu para interpretar China White já no segundo episódios da temporada, agora é Michael Rowe que entra para o elenco da série. O ator fará o Pistoleiro (Deadshot) e já aparecerá logo no terceiro episódio, intitulado The Lone Gunman.

“O Pistoleiro não fala muito, então ele precisa ter aquele preparo físico. E Michael com certeza tem. Ele tem o visual”, afirma o produtor executivo Marc Guggenheim (FlashForward). E a participação do personagem pode ser mais que em apenas um episódio. Segundo os produtores executivos da série Greg Berlanti (Political Animals) e Andrew Kreisberg (Warehouse 13), a possibilidade de o protagonista cruzar mais uma vez com o Pistoleiro é grande. “Eu acredito que é possível”, afirmou Berlanti.

O personagem, nos quadrinhos, faz parte do Esquadrão Suicida e é mais conhecido por ter lutado contra o Batman

Arrow estreia nos dia 9 de outubro, nos EUA.

Com informações do TV Guide.

 

Showtime renova ‘The Big C’ para uma quarta e última temporada

Data/Hora 30/07/2012, 18:51. Autor
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O canal Showtime renovou hoje The Big C para uma quarta temporada reduzida e que também será a última da série, como anunciou o presidente da emissora David Nevins durante a Television Critics Association. Serão apenas quatro episódios de uma hora de duração cada.

Sobre os caminhos que a série seguirá para o seu encerramento, Nevins disse que é melhor não tentar adivinhar o final. “Eu não presumiria nada sobre como será o fim. Eles têm uma forma bem interessante, original e diferente de lidar com o caminho que a série está seguindo”, afirmou.

O episódio final de The Big C irá ao ar no dia 16 de setembro, nos EUA.

Com informações do TV Line.

Lifetime encomenda piloto do produtor de ‘Terra Nova’

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O canal Lifetime encomendou a produção do episódio piloto de HR, um drama que acompanha uma tensa diretora de recursos humanos de uma empresa global que abandonará as práticas comuns das grandes empresas para inspirar a sua própria a lutar por novas ambições e lucros. Seu novo estilo de gestão e seu ponto de vista não tradicional no mundo das empresas dominado por homens gerará estranhamentos entre seus superiores enquanto que os outros acharão seu estilo um alívio.

Glenn Porter, do filme I Melt With You, escreverá o piloto. Aaron Kaplan (Terra Nova) e sua produtora Kapital Entertainment ficarão com a produção executiva, com Porter atuando como co-produtor executivo juntamente com Michael Lohmann.

HR se junta a outras recentes aquisições do canal que fazem parte da reestruturação da emissora que visa investir mais em séries roteirizadas. Recentemente o Lifetime encomendou um drama de época produzido por Renee Zellweger, Cinnamon Girl, as adaptações de The Secret Lives of Wives Witches of East End, e a nova série criada por Marc Cherry (Desperate Housewives), Devious Maids.

Com informações do The Hollywood Reporter.

‘Elementary’ mantém “o espírito” de Sherlock Holmes

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A primeira vez que Sherlock Holmes deu apareceu foi em 1887, no romance policial Um Estudo em Vermelho (A Study In The Scarlet), de Sir Arthur Conan Doyle, publicado na revista Beeton’s Christmas Annual.

Na obra, Holmes é descrito como um detetive alto e exageradamente magro, com profunda sabedoria em química e literatura Vitoriana, conhecimentos estreitos e precisos em geologia e botânica e que ainda entende alguma coisa de filosofia, astronomia e política.

Desde aquela época, incontáveis histórias sobre o detetive surgiram e a figura de Holmes variou um pouco. Recentemente, a franquia cinematográfica de Sherlock Holmes, estrelada por Robert Downey Jr., tem feito considerável sucesso, mas foi a série Sherlock, da BBC One, que ganhou grande aclamação de público e crítica.

O ator Benedict Cumberbatch (The Last Enemy, Desejo e Reparação) – que, diga-se de passagem, lembra o irlandês Jonathan Rhys Meyers – tem sido considerado “perfeito” no papel.

Só que, em setembro, outra produção – dessa vez, americana – chega para explorar a história do detetive e apresenta um novo Sherlock Holmes ao público.

Em Elementary – óbvia menção à frase “Elementar, meu caro Watson” -, do canal NBC, o britânico Johnny Lee Miller (Eli Stone) interpretará a figura conhecida por sua ironia e inteligência. A história, trazida para os dias de hoje, também obrigada o detetive a mudar de endereço: da famosa Baker Street 221B, em Londres, ele se instalará em algum endereço nova iorquino. É que Sherlock Holmes será expulso da Scotland Yard, polícia inglesa onde prestava consultorias, e será enviado a um centro de reabilitação em Nova York.

As mudanças não param por aí. O fiel companheiro Dr. John Watson, agora, será Dra. Joan Watson, interpretada por Lucy Liu (As Panteras). Ela será uma ex-cirurgiã afastada do cargo depois que um paciente morreu em suas mãos. Muitos fãs de Sherlock Holmes, inclusive, já se demonstraram insatisfeitos com a troca de gênero do personagem.

Se a versão americana vai se sustentar – sem a característica ironia inglesa e o Big Ben ao fundo – ainda é cedo para dizer. Mas o ator Johnny Lee Miller não parece preocupado com as comparações à série da BBC. Ele se disse espectador da atração britânica e praticamente um “groupie” do trabalho de Cumberbatch (quem, segundo ele, tem dado apoio à nova série).

O produtor-executivo da atração, Robert Doherty (Medium), também assegura que o espírito do detetive criado por Conan Doyle será mantido. “Eu quis dar minha própria impressão sobre a história, mas o uso de drogas e os amores desastrosos de Sherlock (elementos-chave do material original) irão aparecer nessa versão.”

Segundo Doherty, na história original, Sherlock se envolveu com drogas pesadas, como cocaína, e isso se manterá agora. A diferença é que, em Elementary, o detetive irá enfrentar muitos problemas e o mundo não será tão simples como ele imaginava. “Algo terrível aconteceu a ele em Londres e o fez sair do controle”, antecipa.

O professor Moriarty, gênio do crime e grande inimigo do detetive, também terá lugar na história americana.

Elementary estreia no dia 27 de setembro na CBS dos Estados Unidos. Além de produzir a série, Robert Doherty divide o roteiro com Sarah Timberman e Carl Beverley, de Justified. Aidan Quinn (White Collar, Weeds) também está no elenco, como um policial americano.

Aos curiosos, algumas prévias da série já foram divulgadas, como você vê abaixo:

Com informações do TV Guide.

Josh Charles fará sua estreia como diretor em um episódio da 4ª temporada de ‘The Good Wife’

Data/Hora 30/07/2012, 15:52. Autor
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Josh Charles, que interpreta Will Garder em The Good Wife, irá pela primeira vez para trás das câmeras nesta próxima temporada. O ator fará sua estreia como diretor em um episódio da quarta temporada da série.

O episódio dirigido por Charles será o sexto da temporada e também é o que marca a chegada da atriz convidada Amanda Peet, que fará um personagem recorrente nesta quarto ano da série.

A quarta temporada de The Good Wife estreia, nos EUA, no dia 30 de setembro.

Com informações do TV Line.

Websérie de Joss Whedon ‘Dr. Horrible’ será exibida pela CW em outubro

Data/Hora 30/07/2012, 15:11. Autor
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Dr. Horrible’s Sing-Along Blog está de volta,  agora na televisão. A websérie produzida por Joss Whedon vai ser exibida pela CW, às terças, às 21h, com estreia marcada para o dia 9 de outubro.

Whedon, diretor de Os vingadores e criador de Buffy e Angel, concebeu a tragicomédia musical em 2008, durante a greve de roteiristas de Hollywood. A série tem tem a participação de Neil Patrick Harris, Nathan Fillion e Felicia Day.

Dr. Horrible ganhou um Emmy em 2009 na categoria de Criatividade em Arte para curtas. O seriado já está disponível em DVD e pode ser baixado pelo site do ITunes ou no site oficial.

Para quem ainda não conhece Dr. Horrible, segue o trailer.

Com informações do InsideTV e Mashable.

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