The Vampire Diaries – The Rager

Data/Hora 28/10/2012, 13:29. Autor
Categorias Reviews

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Estava demorando a ter uma festa em Mystic Falls. Não foi uma das melhores, até porque Rebekah somente ofereceu a tal festa para tentar aumentar sua popularidade quase inexistente e toda a população jovem da cidade compareceu só por causa da bebida grátis. Bem, como se já não bastasse a festinha de Rebekah ser bem forçada, a loira ainda teve que aguentar brigar com a Elena o tempo todo – e depois ser humilhada pela performance vampírica-acrobata da garota – e de quebra ter toda a bebida batizada com veneno de lobisomem por Connor.

Connor roubou o tal veneno do Tyler que, após sofrer o terceiro ataque do caçador (o primeiro na própria casa e o segundo na igreja), fez com que Klaus voltasse à cidade e lhe colocasse à disposição dois guarda-costas também híbridos porque segundo ele os híbridos estão em extinção e precisam ser protegidos. Mas, uma coisa não dá para entender… Colocar mais híbridos para proteger um é a mesma coisa que arriscar uma quantidade maior da espécie. Fora que o Tyler namora a Caroline, então seria muito mais vantajoso que acontecesse algo com o garoto e assim o coração da vampirinha ficasse livre. Klaus, use a cabeça, por favor. Se bem que depois da chegada da tal Hayley – vulgo: suposta amante do Tyler – o rapaz não vai precisar morrer pra Klaus ter uma chance com a Caroline.

Embora as coisas estejam acontecendo todas ao redor da Elena, da sua transformação, adaptação e tudo mais, Connor também vem ocupando um lugar importante na trama. Após Jeremy ver a tatuagem do caçador, ele resolveu adotar o irmão de Elena como seu pupilo/aprendiz porque a tal tatuagem mágica só pode ser vista por caçadores em potencial. Jeremy aceita a oferta – milagrosamente sem chorar pelos cantos e tendo alguma utilidade –, dá uma de agente duplo e conta tudo para Damon enquanto finge ser amiguinho do caçador.

De fato, o Damon é o único que anda fazendo coisas úteis na série, por mais impulsivas e sem pensar que suas atitudes sejam. Tudo bem que a Elena está passando por uma fase difícil e Stefan quer estar lá para ajudar, mas deixar a moça ir para a escola e ficar rodeada por vários pescocinhos humanos em potencial enquanto está morrendo de fome não é um tratamento muito adequado. Fora que o certo seria dizer que Damon faz todo o trabalho enquanto Stefan dá uns pegas na Elena, isso sim. O problema é que, como já foi mencionado, as atitudes de Damon são impulsivas e a prova desta vez foi a parceria do vampiro com Klaus.

Já é de conhecimento geral da nação que Klaus precisa colocar a mãozinha na consciência e começar a unir forças com os Salvatores & Cia. para acabar com todos os problemas que rondam Mystic Falls. E quando dá pra pensar que chegou o dia desse milagre acontecer, o Original/Híbrido Badass trai a confiança do Damon e ao invés de matar o Connor, salva o sujeito porque fica sabendo da tal tatuagem e diz que o caçador é “um dos cinco”. O que é essa coisa dos cinco? Ninguém sabe ainda. Se o padre suicida do primeiro episódio for um deles também, já dá para perceber depois do incidente com Connor no hospital que esses cinco têm uma forte tendência ao suicídio. Levando em conta isso, estou quase achando que é melhor deixa-los se matarem sozinhos a gastar energia para acabar com eles.

Mas e a Elena, meu povo? Pois é, Stefan teve fracassada sua tentativa de sexo vampírico com a moça no segundo episódio consecutivo, dessa vez porque ela teve alucinações com o Damon na hora H. Ela pode colocar a culpa em ter ingerido veneno do Tyler na cerveja batizada, mas isso não muda o fato de ela ter alucinações com o Damon porque sente alguma coisa por ele, assim como não há desculpa para o Damon ter alucinações com a Katherine lá na segunda temporada, quando também foi envenenado. Esse veneno de lobisomem se não fosse tão mortal daria uma boa poção da verdade… Anotado, Bonnie? Pode começar a destilar.

Aparentemente foram afetadas pela cerveja modificada somente Elena e Rebekah. A única cura existente é o sangue de Klaus, que prontamente curou Elena alegando uma suposta utilidade para a garota no futuro. Considerando que ele não pode mais usá-la para fazer híbridos porque ela não é mais humana, provavelmente ele está aprontando alguma. Já Rebekah não sabe muito bem o que está acontecendo consigo mesma e ficou deitada esperando o mal estar passar até ser surpreendida por April e finalmente fazer uma amizade. Precisou aparecer uma personagem nova e completamente desavisada para Rebekah ganhar uma amiga… A moça precisa rever seu plano de popularidade.

Agora é saber se Klaus – que está brigado com a irmã – vai aceitar curar Rebekah tão de bom grado como fez com Elena e o que ele fará com Connor (que todo mundo pensa estar morto). E o pior (ou talvez melhor, dependendo do ponto de vista): esperar como serão as tais lições de vampirismo que Damon dará para Elena, já que ele decidiu assumir mesmo a postura de “responsável pelas crianças” após a sessão de terapia com o fantasma de Alaric.

P. S. [1]: Parece que pelo menos por enquanto a função de Matt é ser a bolsa de sangue particular da Elena. Tudo bem que a menina está sofrendo por virar vampira e tudo mais – já que esse tal sofrimento parece justificar todas as ações dela –, mas ela sabe que o Matt só está se oferecendo por culpa e mesmo assim se aproveita do rapaz. Isso chega a ser egoísmo.

P. S. [2]: Já repararam que só tem aula de História nessa escola de Mystic Falls? Desde o começo da série, a primeira aula que aparece é de História. Aí depois chega um professor novo na cidade (Alaric) para ensinar História. E agora que Elena volta à escola ela já começa tendo aula de… HISTÓRIA!

P. S. [3]: Foi um momento romântico, cheio de amor e tudo mais… Mas só eu que fiquei esperando a Elena cair quando ficou praticamente surfando em cima da moto daquele jeito? #AcabandoComORomantismo

P. S. [4]: Klaus pisou na bola e tudo o mais, mas ficou evidente que ele e Damon fariam uma parceria e tanto. Quando interrogavam Connor, os dois tinham uma cumplicidade inesperada que deu gosto em ver!

P. S. [5]: Damon perdeu mais uma parceira de bar em potencial (Meredith). #ForeverAlone

Destaques na TV – Sábado, 27/10 e Domingo, 28/10

Data/Hora 27/10/2012, 16:38. Autor
Categorias TV Brasil

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De novo não tivemos coluna na sexta-feira. Mas segue abaixo os destaques do final de semana nos canais de TV paga. Divirta-se!

Sábado, 27/10

No, 14h, episódios 8×07 e 8×08 de The Office. No GNT, 21h, episódio 1×04 de Saving Hope.

No sábado, 22h, reprisa o episódio 1×12 de Crusoe no Globosat HD. No canal MaxHD, após Às 23h45, irão ao ar os episódios 2×09 e 2×10 de Femme Fatales.

Domingo, 28/10

No FX, 23h, episódio 2×02 de Homeland consegue ser ainda mais emocionante que o primeiro, com Carrie conseguindo informações que podem levar a CIA a capturar Abu Nazi – leia a review.

Na HBO, 20h30, episódio 1×09 de FDP; às 21h, episódio 3×03 de Boardwalk Empire; e às 22h, Capadócia , episódio 3×06.

A Sony programou a exibição de dois episódios do America’s Got Talent para este final de semana (7×08 e 7×09). A exibição começa às 21h.

No VH1, 21h, reprisa episódio 15×06 de South Park e, às 22h, reprisa o episódio 2×05 de Ugly Americans. Já no Comedy Central, às 23h, vai ao ar o episódio 16×04 de South Park, seguido pelo episódio 1×07 de The Exes. No Globosat HD, 22h, episódio 2×09 de Code 37. No canal SyFy, 22h, tem Alphas (1×09).

E nos vemos na segunda-feira!

The X Factor USA: Um balanço da ‘Boot Camp’ e da ‘Casa dos Juízes’.

Data/Hora 27/10/2012, 15:47. Autor
Categorias Especiais

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A segunda temporada de The X Factor está a todo vapor. Selecionados os candidatos, eles agora teriam de se enfrentar em duelos na Boot Camp, e tentar convencer Simon Cowell, L.A. Reid, Demi Lovato e Britney Spears de levá-los para uma vaga na Casa dos Juízes. Muitos candidatos ruins entraram nesta etapa, mas é inegável que tinha muita gente boa, também, na disputa. Grandes momentos aconteceram nesta fase do show.

A medida que os candidatos iam duelando, os destaques iam aparecendo, e a competição também.

Um dos meus momentos favoritos foi o embate entre CeCe Frey e Paige Thomas, eis que ambas fizeram versões incríveis de “I Will Always Love You” da eterna Whitney Houston. As duas resolveram cantar a música no primeiro dia da Boot e já esquentou o clima de disputa. Neste duelo, digo sem medo que minha preferência fica para Paige, que além de um vozeirão, mostrou carisma no programa desde o início, ao contrário de CeCe que precisou de toques de Demi para redefinir um pouco a sua personalidade no programa.

 

Houve também um momento que acho que merece ser destaco que foi o embate entre Tate Stevens e Willie Jones. Ambos cantores que puxam mais para o gênero country, duelaram, e Willie saiu em desvantagem. Isso porque Tate acabou escolhendo uma música que Willie não conhecia, e teve de aprender rápido. Mas a meu ver, Tate não fez nada de errado. Aquilo é uma disputa, e todos estão ali em busca de um sonho e de um prêmio. Willie é competição para Tate, que só tem mostrado carisma durante todo o programa, além de uma incrível voz. Não acho que Tate tenha feito com intenção, mas se fez, não o recrimino. E Willie não se saiu tão mal assim. Aliás, os dois mandam muito bem.

 

Ah, foi também na Boot Camp que eu peguei meu ódio pelo Emblem 3. O grupo que tinha feito uma primeira audição muito boa, e com uma música que confesso até ter gostado, se mostrou uma banda bem chatinha, ao estar sempre criticando os outros concorrentes e fazendo piadinhas. Parece três adolescentes que levam na brincadeira a disputa, sem ter noção do que estão fazendo. Reflexo disso, foi o desempenho da banda na Casa dos Juízes que comentarei mais a frente.

 

A Boot Camp obviamente não foi feito de momentos apenas bons, e dos candidatos que passaram, muitos desapontaram os jurados. Confira alguns momentos:

 

Muita gente boa ficou para trás na Boot, mas confesso que gostei muito dos selecionados para a Casa dos Juízes. Nesta etapa, os jurados se transformaram em mentores, e agora 24 participantes disputaram um lugar nos shows ao vivo. A divisão dos times ficou: Simon Cowell com os “Grupos”, L.A. Reid com os “Acima de 25”, Demi Lovato com os “Jovens Adultos” e Britney Spears com os “Adolescentes”. Nesta fase, eles se apresentaram nas casas de cada mentor, e ali, dos 6, apenas 4 em cada grupo iria para a próxima etapa.

Nesta etapa, alguns cantores fizeram participações especiais, ajudando os jurados a escolherem seu time.

L.A. Reid – que não gostou nem um pouco de pegar o grupo dos “Acima de 25”, contou com a participação de Justin Bieber, e eles assistiram as apresentações de Jason Brock, Daryl Black, David Correy, Tate Stevens, Vino Alan e Tira Simon. Nesta leva, confesso que esperava mais de Jason que veio fazendo audições incríveis até ali, mas a escolha de “Big Girls Don’t Cry” não lhe caiu muito bem. Além disso, Vino Alan e Tate Stevens não fizeram nada de surpreende, apresentando a incrível qualidade de voz que ambos tem. Tara Simon continuo sendo a participante chata da vez, sendo aquela que tem confiança até demais, e Daryl Black foi bem indiferente, não conseguindo se destacar muito. Mas a surpresa mesmo foi para David Correy, que fez uma apresentação excelente de “Domino”.  O candidato que nasceu no Brasil e foi adotado não tinha tanta carisma, mas sua história de vida – e sua meta de reencontrar sua verdadeira mãe, dá um peso a mais, e uma voz que soa muito bem.

 

Britney Spears contou com a ajuda de WILL.I.AM para as apresentações dos “Adolescentes”. Confesso que é uma categoria indiferente para mim. No ano passado, tomei birra dela devido a Astro, e a eliminação injusta de Rachel Crow. Por isso, não me atentei a ela neste ano. Mas até que tivemos boas apresentações. Diamond White foi a que me impressionou mais até aqui. Talvez por sua simplicidade, que de longe dá para se notar. Mas também podemos notar o brilho em seus olhos ao falar-se no sonho de se tornar uma grande cantora. Além de claro ela cantar muito bem, que fez uma versão de “I’m With You”:

 

Reed Deming é praticamente um cover de Justin Bieber e não se destacou muito. James Tanner até mandou bem, mas confesso não curtir muito rapper e por isso, também não me chamou atenção. Ainda tivemos as simpáticas Beatrice Miller e Carly Rose que cantam muito bem. Ambas aliás, demonstram uma voz bem mais matura, que as vezes chega a se desvincular de suas idades. E também, Arin Ray se apresentou. Ele que já havia participado na temporada passada, sendo eliminado no TOP 12 com uma banda formada na Boot Camp voltou este ano e provou ser sim, um excelente cantor solo. A sua versão de Starships me agradou bastante:

 

Demi Lovato ganhou a ajuda de Nick Jonas para julgar Jennel Garcia, Willie Jones, Jillian Jensen, Nick Yourgerman, Paige Thomas e CeCe Frey. Algumas apresentações para mim passaram bem indiferentes. Nick Yourgerman e Jillian Jensen pareciam estar ali apenas para serem coadjuvantes. Até Paige Thomas não chegou a ir tão bem nesta fase. Jennel Garcia é uma graça. Gosto muito dela, com seu jeito sexy e único e sua versão de “I Kissed a Girl” ficou muito boa, apesar de ela não ter se soltado muito – reflexo do toque dado por Demi, de que ela mexia muito no cabelo, ou fazia as vezes caras exageradas demais.

 

Willie Jones quis corrigir o erro da Boot Camp e conseguiu fazer uma versão muito boa de Nobody Knows. Mas sinceramente, ele não precisa provar isso, já que ambos notamos que ele é um excelente cantor. E CeCe Frey é uma incógnita. Apesar de ela ser bem exagerada, Demi conversou com ela, e disse que isso pode criar uma impressão ruim. Apesar disso, eu tenho de confessar que ela sabe usar o seu sex appeal. E olha a música que ela cantou – combina com ela certo?

 

E por último, Simon Cowell teve a ajuda de Marc Antony para julgar os grupos. Três deles foram formados por participantes eliminados na Boot Camp: Playback (Austin Corini, Brandan Hassan, Johnny Maxwell, Josh Metzler e Owen Stuart), Lyric 145 (One4Five + Lyric Da Queen) e Lylas (Dinah Jane, Ally Brooke, Lauren Jauregui, Camila Cabello e Normani Kordei). A boyband foi até boa, apesar de serem bem jovens e terem algumas desigualdades musicais. Mas sinceramente, eles se empenharam nesta etapa bem mais que o Emblem 3, que fez um lixo de apresentação.

 

Parece que no Emblem, o sucesso já esta subindo a cabeça antes mesmo de eles alcançá-lo. E como já havia comentado, para mim, este grupo definitivamente não tem o X Factor. São apenas três meninos que vão fazer sucesso com as adolescentes e estampar milhares de posters em seus quartos. Sim, eu já peguei ódio por esta banda como vocês podem ver.

 

Lyric 145 conseguiu me conquistar nesta fase, e o trio fez uma excelente apresentação. Já as Sister C continuam tão sonolentas quantos suas apresentações. Não sei o que elas estão fazendo na competição. E as Lylas conseguiram me conquistar. Se apresentaram direitinho, e todas elas tem o carisma de uma boa banda. Curti a versão delas para “Impossible”, que mandaram muito bem:

 

Terminadas as apresentações, cada mentor teve de fazer suas escolhas. Algumas já eram meio óbvias, e outras eram duvidosas. A eliminação por exemplo de Jillian Jensen foi bem pesada. A candidata acabou tendo um contato bem grande com Demi – devido ambas sofrerem bullying, mas faltou a candidata um pouco mais de talento. CeCe Frey disputou com ela a última vaga da categoria “Jovens Adultos” e acabou entrando:

 

Na categoria Grupos, Simon Cowell foi ousado. Levou as Sisters C para o Live Shows, e deixou de fora Playback. Aliás, Emblem 3 conseguiu passar para a próxima fase, mas acho que eles não vão muito longe não – até porque, One Direction está aí fazendo sucesso, e outra banda neste estilo no momento, não precisamos. Nossos ouvidos agradecem.

O time de L.A. é para mim, o mais completo. Os quatros candidatos que passaram tem o talento necessário, e será uma briga boa. Enquanto isso, Britney mandou para casa o rapper e o cover de Justin Bieber – algo já esperado, e deixou as crianças mais carismáticas no time. Confira agora os finalistas oficiais que compõe o TOP 16 e a partir de semana que vem, começam a se apresentar ao vivo:

O episódio desta semana terminou com os mentores apresentando as características de seus candidatos, e nos convidando para os shows de semana que vem:

 

Agora é que o programa começa a ficar realmente bom. Os shows ao vivo começam e nos próximos dois meses, eles batalham semana a semana pelo seu voto. Os candidatos serão eliminados até restarem três para a grande final, que revelará qual deles  tem o fator X, e merecem um super contrato no valor de U$ 5 milhões. Alguém aí já tem suas apostas?

Pretty Little Liars – This is a Dark Ride

Data/Hora 27/10/2012, 15:31. Autor
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Eis que o episódio especial de Halloween chegou, Little Liars! E o Trem Fantasma passou por cima dos corações dos espectadores e como sempre, deixando muitos mistérios no ar.

Em This Is a Dark Ride, tivemos o primeiro contato com Toby depois da revelação de que ele faz parte do Team A. E agora, mais do que no início da primeira temporada, Toby parece ser o bad boy problemático que está correndo atrás de vingança. Eu ainda me recuso a acreditar que ele é genuinamente do Team A e acho que tem muita coisa envolvida nessa interação dele com o povinho do capuz preto, mas confesso que o arrepio na espinha foi inevitável na primeira cena do moço, mandando Garrett ir embora da casa de Spencer. O tal arrepio aumentou quando o menino assumiu uma atitude de macho alfa, como disse a aprendiz de Lucy Liu, Spencer. E uma coisa que o antigo Toby nunca faria seria aquela brincadeira com Jenna em relação à visão da ex-cega. Tem caroço nessa sopa, e eu não vejo a hora de descobrir a verdade por trás dos planos de Toby.

Depois de ser usada como fantoche pelo Team A por mais de dois anos, Hanna realmente achou que conseguiria esconder o relacionamento dela com Caleb da onipresença dessas pessoas com super poderes? É claro que Mona, Toby e companhia sabiam que eles estavam juntos. A porta de um estoque de consultório dentário não ia impedir pessoas que estiveram envolvidas em assassinatos, sequestros, chantagens e derivados. Foi inocência sua, Hanna Banana.

Emily voltou a não ter muita utilidade nesse episódio. Eu espero realmente que ela não volte a ser figurante no cast principal da série, de verdade. Ao contrário dela, Paige mostrou utilidade pela primeira vez salvando Spencer. Desculpa sociedade, mas a carinha de mosca morta dela não me compra. Ok, as desconfianças contra ela foram desmentidas, mas no início, todos desconfiavam de Toby e passaram a confiar para descobrir que deviam ter continuado nas desconfianças… Ela ainda tem coisa escondida por baixo dos panos.

E a liar mor de Rosewood resolveu dar as caras de novo nesse episódio para deixar tudo mais interessante, meu povo! Alison DiLaurentis apareceu na noite em que foi assassinada – com o cabelo diferente das aparições anteriores, diga-se de passagem – por flashbacks, enquanto Garrett tentava contar a verdade sobre o que sabia para Spencer. Ele realmente não matou Alison, mas soltou uma bomba no nosso colo: Alison encontrou com o dear daddy da Aria momentos antes de morrer. Não que Byron fosse capaz de matá-la, na minha opinião. Mas que ela sabia de coisas que podiam colocar o professor em apuros, ela sabia.

Aí você se pergunta, querido leitor: “Por que essa menina resolveu acreditar no Garrett agora?”. Porque ele morreu, minha gente. Garrett foi assassinado justamente quando tinha decidido contar tudo o que sabia para Spencer. E como ela contou para o Toby, fica subentendido que quem matou o Garrett foi o Team A.

Quem quase foi junto com ele foi a pobre da Aria. A namoradinha do professor, que não tomava um susto sério há muito tempo, pagou pelos dias de tranquilidade depois de ser sedada, presa numa caixa e quase ser jogada para fora do trem em movimento… Com a companhia agradável do corpo de Garrett. Mas quem eram as duas pessoas tentando jogar a caixa para fora? Eu procurei alguém sangrando no final do episódio, mas ninguém parecia ter sido machucado pela chave de fenda que Aria usou para se defender.

Como se isso não bastasse para deixar todos nós de queixo caído, Mona saiu de Radley mais uma vez. E, com certeza, estava no trem. Resta descobrir qual era a fantasia dela. O diabo ou o segundo Fantasma da Ópera?

Por último, mas não menos importante… Acharam um corpo no trem, meu povo. Tudo o que eles estavam bebendo estava num baú de gelo que tinha um corpo dentro… Seria Alison ou algum outro corpo aleatório plantado dentro do trem? Titia Marlene King dando nó nos nossos neurônios, como sempre.

PS 1: Vale ressaltar que as fantasias desse episódio de Halloween foram muito melhores do que as do episódio anterior. Hanna de Marilyn Monroe, Aria de Daisy, do The Great Gatsby, Emily de Barbarella – um filme de ficção científica dos anos 60 – e Spencer de atriz dos anos 40 – a melhor de todas, na minha opinião.

PS 2: O que foi aquela menininha da história que Alison contou no início de The First Secret surgindo na casa das Marin enquanto Ashley e Ted faziam a alegria da criançada dando doces?

PS 3: Só eu não comprei aquela desculpa do Ezra para não ir à festa no trem?

PS 4: O cadáver se mexeu, little liars! Eu só reparei quando assisti à cena da Aria sendo liberta da caixa pela quinta ou sexta vez, mas quando ela sai, Garrett – que devia estar imóvel – se ajeita. E ainda tem outro erro de continuação nessa cena. O braço dele que estava por fora do cobertor quando Aria sai da caixa, fica por dentro misteriosamente quando a câmera dá o close que confirma a morte do ex-policial.

PS 5: Para quem não sabe, aquele cantor que se apresentou no trem não é fictício. É o Adam Lambert, e as músicas que ele cantou foram Cuckoo e Trespassing. O som dele é bem legal, quem não conhece, vale a pena conferir.

Chicago Fire – Professional Courtesy

Data/Hora 27/10/2012, 15:27. Autor
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Chicago Fire está melhorando! Se na semana passada Severide foi o destaque do episódio, essa semana quem comandou foi Casey. O episódio teve apenas dois casos e o foco maior foi logo na primeira ocorrência: o departamento é acionado para socorrer vítimas de um acidente de trânsito envolvendo dois carros no qual há vítimas apenas em um dos carros. O causador do acidente é um jovem, filho de um detetive, Justin Vought e o policial que estava atendendo a ocorrência antes da chegada dos bombeiros trata logo de tirar todas as evidências que levassem a culpa ao jovem. Tudo isso à mando do detetive Hank Vought.

Petter Mills vem ganhando espaço no departamento e preocupando cada vez mais sua mãe que não concorda com a ideia do jovem ser um bombeiro. Mills, além de trabalhar como bombeiro também ajuda no restaurante da mãe e precisa provar à ela que realmente ama estar no departamento junto com seu colegas de trabalho e salvando vidas apesar do risco que se corre. Sem contar que o personagem é testado constantemente pelos bombeiros do departamento.

Não é porque Casey apareceu em 80% do episódio que Severide (e seu braço) não teria algum destaque: teve pegação com a Nick e mais mistério em torno do que realmente há de errado com o braço do bombeiro. Na segunda ocorrência, os bombeiros têm que salvar um suicida, que não conseguiu se suicidar (não se fazem mais suicidas como antigamente…) e acabou preso em uma grade. Severide é o responsável por cortar a grade para que possam levar o paciente para o hospital e Shay (que sabe o que ele vem passando) percebe a dificuldade que ele apresenta ao manusear a serra, depois do ocorrido Severide concorda em fazer alguns exames e o resultado é pior do que ele espereva sendo a única solução uma opreção que resultará em quase um ano de recuperação. E as paramédicas, Shay e Dawson? Mostram cada vez mais que o trabalho dos paramédicos é tão importante quanto o dos médicos nos hospitais e não hesitam em realizar técnicas que muitos não realizariam para salvar a vida dos pacientes

E mais uma vez a importância das relações humanas aparece na série: os bombeiros constroem uma rampa na casa da vítima do acidente que ficou paralítica com um dinheiro que eles estavam arrecadando para comprar uma televisão. Isso é ou não é um sinal para se voltar à acreditar nas pessoas?

Voltando à Casey, ele realmente comprou uma briga com Hank por colocar em seu relatório que o filho do detetive estava com sinais de embriaguez na noite do acidente e ao pedir ajuda do irmão de Dawson para saber obter mais informações sobre o detetive. Bom, e essa história promete alguns capítulos ainda já Hank é um profissional corrupto e vai fazer de tudo para se vingar de Casey, já que este se recusou a mentir no relatório do caso.

Ben Stiller e Bonnie Hunt produzem comédia para a ABC

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Ben Stiller, do filme Entrando Numa Fria, e Bonnie Hunt, apresentadora no The Bonnie Hunt Show e dos filmes Doze é Demais decidiram se unir – e não foi no cinema.

A dupla trabalha em uma nova comédia desenvolvida juntamente com o canal ABC. CompliKATED terá meia hora de duração por episódio e vai ser escrita pela própria Hunt em parceria com Don Lake – com quem ela trabalhou, outras vezes, nas comédias Life With Bonnie e Let Me Go. 

A história do novo programa vai girar em torno de uma mulher mulher descrita como “confiantemente insegura” com uma vida complicada, que será interpretada por Hunt.

A série vai ter produção executiva de Debbie Liebling (South Park) e Stuart Cornfeld (Burning Love), da equipe da Red Hour TV, que pertence a Stiller, além da própria Hunt e Lake. A ABC Studios também está responsável pela produção.

CompliKATED ganhou sinal verde da emissora para que seu primeiro roteiro seja escrito. O próximo passo é a concessão da filmagem do piloto. Esse não é o único projeto da Red Hour TV de Stiller com a ABC. As duas empresas tem contrato e, por isso, elas também desenvolvem as comédias Please Knock The Notorius Molie Flowers. Parece que os próximos meses serão de muito trabalho para o Stiller!

Com informações do Deadline.

Ator irlandês é escolhido para estrelar nova série dos produtores de ‘90210’

Data/Hora 27/10/2012, 14:02. Autor
Categorias Notícias

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Os produtores Gabe Sachs e Jeff Judah, que também estão por trás do seriado adolescente 90210, da CW, fecharam acordo com a NBC para desenvolver um novo drama médico para o canal. A notícia foi dada no início de outubro, quando a atração não tinha nem nome definido ainda.

Pois bem, agora, o programa não só tem um título, como também já tem um protagonista: o ator irlandês Eoin Macken acaba de ser escolhido para o papel central de After Hours.

Na história, ele será Callahan, um médico que retorna do Exército para praticar sua medicina ortodoxa e, muitas vezes, acaba batendo de frente com seus superiores.

As primeiras informações divulgadas acerca do programa davam conta de que a série iria girar em torno de médicos militares que, durante a noite, iam juntos ao trabalho em um hospital na cidade de Santo Antônio.

Para quem não conhece o ator irlandês, que, até então, não tinha tido nenhum papel de destaque em produções americanas, Macken esteve no filme Centurião e na série As Aventuras de Merlin.

Com informações do Deadline.

Atores de ‘General Hospital’ participam do mesmo episódio de ‘Castle’

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Dois atores de General Hospital, uma espécie de novela da TV americana, vão aparecer em Castle em um futuro não muito distante. Nancy Lee Grhan e Jack Wagner foram confirmados como participação especial na atual temporada da série.

Os dois atores devem aparecer em janeiro de 2013, no mesmo episódio intitulado Significant Others.

Wagner viverá um golfista inspirado em Tiger Woods. Na história, ele vê a carreira decair depois que passa por um escândalo durante um divórcio superexposto. Mas, ao contrário de Woods, o personagem dele, que vai se chamar Billy Piper, acaba morto.

Vale lembrar que Wagner esteve também em Melrose Place.

Brigas matrimoniais também são o contexto da história da personagem de Nacy Lee Grahn, que entra na série da ABC como Samantha Voss, uma mulher recém-divorciada, que naõ consegue entrar em acordo com o ex-marido – interpretado por Brendan Ford, de Weeds.

Pelo jeito, o amor não está tão no ar assim em Castle, que é transmitida às segundas-feiras pela ABC, nos Estados Unidos.

Com informações do TV Guide e do TV Line.

Nashville – I Can’t Help It (If I’m Still In Love With You) e Someday You’ll Call My Name

Data/Hora 26/10/2012, 20:11. Autor
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De onde vem a sua música? Da dor por ter perdido um grande amor? Da relação complicada com a família? Da esperança por dias melhores? Da paixão proibida ou daquela que não queremos perder? A música deve vir de algum lugar. O segundo e o terceiro capítulo de Nashville mostraram a história por trás da música de Rayna e Juliette.

Entrar na alma de uma estrela country é perigoso. Uma tormenta pronta para te sugar até a última gota, para depois, descarregar tudo em forma de tempestade. É intenso.  Rayna é intensa, Juliette também. O que parecia ser apenas uma briga de egos começa a tomar uma forma menos superficial. O que faz a cantora mais velha se pegar tanto a carreira? Lutar tanto para que ela não se acabe. Todos sabemos que nada é para sempre, mas mesmo assim, algumas coisas são difíceis de deixar para trás. Um carreira é difícil de deixar para trás, mas quando se tem uma boa família, filhos, e opções, o que é importante passa a ser menos, de certo modo.

Mas no caso da Rayna, isso é mais do que a vida para ela. É a luta pela por independência. Algo que agora está ameaçado por causa do mal desempenho do seu último disco. O que ela pode fazer? Juntar-se a estrela em ascensão, sucumbir a pressão do pai ou buscar todas as alternativas possíveis.

Uma dessas alternativas, é fazer uma turnê menos audaciosa, com o antigo parceiro de música, com quem Rayna teve um pequeno romance no passado. Estar junto, significa confusão amorosa. Mas o publico adoraria vê-los no palco. A apresentação dos dois em I Can’t Help (If I’m Still In Love With You) foi de cortar o coração. A música e letra confessaram o que os dois não queria ouvir. Voltar ao passado pode ser doloroso.

Do outro lado do palco, está Juliette. A cantora quer Deacon gravando com ela, no palco com ela, na cama com ela. Quer tudo o que Rayna teve, tem. A ambição da nova estrela é mais ou menos explicada no terceiro episódio. Vamos mais a fundo na questão do “eu quero ser a garota escolhida de vez enquanto”.

Parece que tudo o que ela é agora, é um reflexo do seu passado pobre e conturbado. Quando sua mãe preferiu às drogas do que a própria filha. Mas será que isso justifica a atitude piranhuda dela? Bom… acho que não. A carência não é para tanto. Mas o fato é que ela quer tudo, e vai fazer de tudo para ter o que quer. Devo apenas pontuar, que Juju não chega a ser ruim. Ela não é uma vilã de novela mexicana que trama 24 horas por dia o mal dos outros. A ambição é seu combustível, a sedução é sua arma, mas os meios não justificam o fim, e por isso, eu não acho que ela será capaz de “sacanear” ninguém.

No meio dessas duas, está o cowboy Deacon. Vou chamá-lo de cowboy, porque ainda não decorei o nome dele.  Enfim, o cowboy tá pulando nos dois currais. Sendo que o da Rayna é um pasto antigo… ok, vou acabar com as analogias do campo por aqui. Ainda não consegui simpatizar com o gajo. Uma hora morre de amores pela Rainha Majestade  Rayna e outra hora cai na cama da piriguete. Isso não é certo! Sei apenas que o coração dele é atormentado, por não ter sido o parceiro escolhido pela parceira de palco.

Não vou negar que adoro a música Undermine que a dupla Deacon e Juliette gravou.

Aliás, achei um pouco forçado essa história do pai da Rayna não apoiar a filha por causa do caso de sua finada esposa com um cantor. A situação reflete bastante na própria vida da cantora, que já se dividiu entre o marido e Deacon, mas mesmo assim, cada um tem sua vida, nada justifica um pai tão rancoroso. Quem sabe aí tem mais coisas por trás? Como talvez, Rayna sendo filha do caso extraconjugal da mama. Teorias, apenas.

O que é certo mesmo é o casal Civil War. Scarllet e Gunner. Eles são tão lindos juntos. A música deles é realmente preciosa, quente, envolvente. Mas o triangulo amoroso entre a dupla e o roqueiro, bom…. acho que não vai rolar. Ainda mais depois do Someday You’ll Call My Name, é visível que a menina é muito inocente e apaixonada pelo namorado. Aliás, aquela cena final, a música, o clima no estúdio, foi um ménage musical.

Mas se tem algo que me prende a série é o talento musical de todos os envolvidos na produção. Quando sair a trilha sonora, eu quero um CD para mim. A música da Juliette, que as filhas dela cantaram, é bem contagiante. Assim como as garotas, que arrasaram na apresentação. Fico com um pouco de dó toda vez que as meninas tietam a estrelinha country, mas Rayna e o marido estavam babando nas filhas, não deu tempo para a rivalidade.

A única coisa que não me interessa em Nashville é a campanha do marido da Rayna.  Talvez no futuro isso seja relevante.

Agora, momento bomba do episódio! Mama Barnes volta para casa após ser pega roubando por aí! Filha Barnes sai para espairecer e é pega roubando por aí. Tal mãe, tal filha? Só sei que começo a ver como Juliette vai precisar de Rayna para segurar sua carreira.

Bom, vamos lá. Será que as duas cantoras vão sair em turnê juntas ou vão sair no tapa no próximo episódio? Fiquei com cenas do próximo capítulo:

 

Torcida para que Nashville melhore na audiência, já estou viciada na série.

Rebecca Romijn entra para o piloto de ‘King and Maxwell’

Data/Hora 26/10/2012, 19:59. Autor
Categorias Notícias

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A atriz Rebecca Romijn (X-Men) é a nova protagonista de King and Maxwell, série que pode esterar em breve na TNT dos Estados Unidos.

O projeto, que recebeu sinal verde da emissora para que o piloto seja produzido, é inspirado no bestselling de mesmo nome do autor David Baldacci e tem Shane Brennan (NCIS) como criador.

A história gira em torno de Sean King e Michelle Maxwell, dois investigadores que fogem ao padrões. A dupla de ex-agentes secretos possui muitos talentos especiais, que ajudam na captura de suspeitos. Romijn interpreta Maxwell e Jon Tenney (The Closer) é King.

Ryan Hurst, de Sons of Anarchy, também integra o elenco.

Shane Brennan ainda fica responsável pelo roteiro do programa, que tem produção-executiva de Karen Spiegel e Grant Anderson (Parceiros da Vida).

Outros créditos de Rebecca Romijn incluem Eastwick e Uggly Betty.

Com informações do Deadline.

Jack Black produz comédia militar parecida com ‘Freaks and Geeks’

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Jack Black, o astro de Escola de Rock vai, agora, trabalhar em um outro tipo de academia: a militar. É que a empresa de que o ator é dono, a Eletric Dynamite, em parceria com a Shine America, acaba de vender um projeto cômico com essa temática para o canal FX.

Steve Agee (Jimmy Kimmel Live!) e Rob Schrad (Children’s Hospital) ficam por conta do roteiro, que se baseia nas próprias experiências militares de Agee nos anos 1980 e, segundo dizem, é parecido com Freaks and Geeks, série dramática exibida entre 1999 e 2000 pela NBC americana.

As equipes da Eletric Dynamite e da Shine America ficam responsáveis pela produção executiva do programa. Outras informações ou uma sinopse mais detalhada ainda não foram reveladas.

Com informações do Deadline.

‘How I Met Your Mother’ vai reunir parte do elenco de ‘Buffy’

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Uma notícia perfeita para se dar em uma tarde de sexta-feira, às vésperas do Halloween: Buffy- The Vampire Slayer terá dois integrantes de seu elenco reunidos. Quem a gente encontra em How I Met Your Mother, dessa vez, é o ator Seth Green, que fazia o lobisomen Daniel “Oz” Osborne na antiga série vampiresca.

A novidade foi anunciada através do perfil da seriado da CBS no Twitter:


Vale lembrar que How I Met Your Mother tem no elenco a atriz Alyson Hannigan, que interpretava a Willow na série sobrenatural.

Na atração, Green vai viver Daryl LaCoutre, um ex-colega de faculdade que tem Lily (Hannigan) e Marchall (Jason Segel) como melhores amigos – ainda que os dois mal se lembrem de quem ele é. O personagem volta a se deparar com a dupla doze anos depois do fim da vida universitária e está obcecado com o reencontro.

Green não é o primeiro ex-Buffy a aparecer no programa da CBS. Antes dele, Alexis Denisof, que fazia o Wesley Wyndam-Pryce e é marido de Hanningan na vida real, apareceu na série por oito episódios entre 2006 e 2012.

Seria legal a reunião de todo mundo em um episódio só?

A aparição de Green na história pode ir ao ar em 10 de dezembro na TV americana, mas a data ainda não é definitiva.

Com informações do The Hollywood Reporter.

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