‘Justified’, ‘Person of Interest’ e ‘Revenge’ ganham personagens recorrentes. Saiba quem são!

Data/Hora 29/10/2012, 16:31. Autor
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O ator Joe Mazzello, o Eugene Sledge de The Pacif, acaba de ganhar um papel recorrente em Justified, drama do canal FX. Na história, ele será um pregador que salva a vida de viciados. O personagem se chamará Biily e aparecerá em diversos episódios da quarta temporada, que estreia em janeiro de 2013 na TV americana.

Já Sterling K. Brown (Army Wives) entra para Person of Interest, da CBS. No seriado dramático, ele viverá um detetive que investiga o tráfico de drogas e é descrito como “sem noção”. Ele será, também, um potencial interesse amoroso da detetive Carter (Taraji P. Henson). A sétima temporada da atração começa a ir ao ar em 2013.

Revenge, do canal ABC, é outra série que vai ganhar um personagem regular. O ator Barry Sloane (Hollyoaks) começa a aparecer na atração no episódio 14 da segunda temporada e poderá ser visto nos nove capítulos seguintes, quando a temporada chega ao fim. Na história, ele interpreta Aiden, um guardião misterioso. Segundo a imprensa americana, caso a série seja renovada para o terceiro ano, Sloane deve continuar aparecendo no enredo.

Com informações do Deadline e do TV Line.

Assista ao primeiro vídeo promocional de ‘The Carrie Diaries’

Data/Hora 29/10/2012, 16:14. Autor
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O ano é 1984 e a cidade é a de Nova Iorque. A personagem central é ninguém menos que a fashionista Carrie Bradshaw – aos 16 anos.

Pois bem, se na semana passada a CW divulgou as primeiras fotos promocionais do elenco de The Carrie Diaries, nova produção do canal, agora foi a vez de um vídeo ser liberado e mostrar uma prévia da série, que estreia em janeiro de 2013 na TV americana.

Nas imagens, Carrie está com medo de voltar à escola depois que a mãe morreu, já que todos ficam a encarando com pena. Para tentar animar a filha, o pai da personagem lhe oferece a oportunidade de fazer estágio em Nova Iorque. Lá, ela conhece a editora de estilo de uma importante revista e o mundo começa a ficar sob os pés de menina.

Vale lembrar que Carrie Bradshaw, originalmente, era uma das protagonistas do seriado Sex and The City, exibido pela HBO entre 1998 e 2004, e que, depois, virou filme. Na história original, a atriz Sarah Jessica Parker interpretava a personagem. A versão adolescente é estrelada por AnnaSophia Robb, que interpretou a antipática Violet em A Fantástica Fábrica de Chocolate.

Com informações do TV Line.

 

Bradley Whitford estrela piloto da ABC

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Bradley Whitford (West Wing) foi contratado para estrelar um novo piloto de comédia da ABC. E como tem que ser, a situação não é, de longe, das melhores.

Em Trophy Wife (algo como Esposa-troféu), o ator vive um homem com três filhos manipuladores e duas ex-esposas que adoram fazer julgamentos. Em meio a esse conflito todo, ele se apaixona por outra mulher, uma ex-festeira reabilitada que possui uma família instável. Quem dá vida à personagem em questão é Malin Akerman (Children’s Hospital, Watchmen).

O roteiro do projeto é assinado por Emily Halpern (Private Practice) e Sarah Haskins (InfoMania), que também serão produtoras executivas ao lado de Lee Eisenberg e Gene Stupnitsky, ambos de The Office.

Outros créditos de Whitford incluem Shameless, Parks and Recreation e The Good Guys.

Com informações do Deadline.

Shonda Rhimes produz série sobre robô sensível para a ABC

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Ao que parece, Shonda Rhimes não se deixa abater pelas frequentes críticas que recebe e usa todas elas para a produção criativa. Tanto que a showrunner de Grey’s Anatomy, Private Practice – recentemente cancelada – e Scandal acaba de vender uma nova ficção-científica para o canal ABC.

MILA 2.0 é a história de uma mulher jovem que descobre que é, na verdade, um androide criado pelo governo americano e a “mãe” dela, uma cientista. Mas quando a inventora descobre que sua criação possui sentimentos humanos, ela decide sequestrar a própria filha. O seriado é um suspense.

No cinema, filmes como A. I. – Inteligência Artificial e O Homem Bicentenário (estrelado por Robin Williams), que abordavam a temática de robôs “sensíveis”, fizeram estrondoso sucesso entre o público. Será que a fórmula também funciona na TV?

Quem escreve o roteiro é Dave DiGilio (Traveler), inspirado pelo livro de mesmo nome da escritora Debra Driza, lançado no início de 2012. Shonda Rhimes, ao lado de sua parceira na empresa Shondaland, Betsy Beers (Scandal) e Digilio são os produtores-executivos. A ABC Studios também está envolvida na produção.

Será que, dessa vez, Shonda vai acertar o coração do público?

Com informações do Deadline.

Destaques na TV – Segunda, 29/10

Data/Hora 29/10/2012, 10:13. Autor
Categorias TV Brasil

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O Universal Channel retoma esta noite a exibição de episódio inéditos de Grimm. A série retorna às 23h, com a exibição do episódo The Good Shepherd (2×05). No programa, Nick e Hank investigam o desaparecimento do contador de uma igreja e de dinheiro de uma conta de onde seriam descontados cheques de doações. O episódio tem a presneça de Jonathan Scarfe, ex-Raising the Bar. Quer saber antres quais serão os monstrinhos da semana? Leia a nossa review.

Na Sony: o canal exibe CSI (21h, 13×02), Grey’s Anatomy (22h, 9×02, leia review) e Private Practice (22h30, 6×02).

Na Warner, 21h30, vai ao ar o episódio 2×03 de 2 Broke Girls. Na sequência, 22h, episódio 1×02 de Arrow (leia a review).

Na HBO, 21h, episódio 3×05 de Treme. No Globosat HD, 22h, episódio 2×02 de The Killing/Forbrydelsen.

No TBS, 18h30, quinto episódio de Elmiro Miranda Show. No GNT, 22h30, tem Sessão de Terapia (1×21, quinta sessão da Julia).

No SyFy, 23h, episódio 3×05 de Haven (leia a review aqui).

No Sony Spin, às 21h, reprisa o episódio 2×09 de Merlin.

E até amanhã!

Elementary – The Rat Race

Data/Hora 29/10/2012, 09:30. Autor
Categorias Reviews

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The Rat Race manteve a média da semana passada. Conseguiram fazer com que os dois casos se cruzassem de uma maneira bem interessante, o que resultou em um bom episódio.

Além dos casos serem bem legais foi surpreendente para mim o fato da secretária ser a assassina.  Achei bem divertido também o Holmes entre os executivos, dando um jeito de arrancar dinheiro deles e redistribuir.

E teve mais duas coisas no episódio que eu gostaria de destacar. Gostei do fato de que Holmes finalmente conversou com Gregson a respeito do seu vício em drogas e álcool e viu que o capitão era mais esperto do que ele pensava. Gregson já sabia que Holmes havia sido viciado e percebeu que ele tava se recuperando. Gosto da relação dos dois. Acho que ele é o mais próximo que Sherlock tem de um pai e de um amigo.

Legal também foi que finalmente a Watson começou a deduzir as coisas. E foi divertida a maneira como ela começou a deduzir, descobrindo que o novo affair dela tinha mentido sobre um casamento. A coitadinha tem azar no amor, porque cm o ex dela já deu tudo errado e agora com esse de novo. O cara além de mentir pra ela resolveu dar o pé porque ficou com medo das deduções que ela é capaz de fazer. Acho que ela vai tentar se envolver com todo tipo de homem e no fim vai acabar ficando com o Sherlock.

O Holmes esteve em apuros e mais do que nunca precisou de Watson. Dessa vez ela não foi a responsável por ajudar a desvendar o caso, mas sim por ajudar a salvar o amigo que havia sido raptado pela assassina.Ele foi meio bobo, mesmo. Correu muito risco. Não dá pra fazer as coisas assim tão sem cuidado. Não sei como a genialidade de Sherlock deixou passar essa.

O mais engraçado de tudo foi ele tentando transformar a roubada em que se meteu em genialidade, como se tudo tivesse sido calculado, o que todos nós – e a Watson também – vimos logo de cara que era mentira. No fim ele acabou admitindo a importância dela e até a incentivou a continuar estudando. Acho que ele vai incentivá-la cada vez mais.

Achei muito interessante também a reflexão que os dois fazem no final do episódio. Esse caminho que escolheram – de ajudar as pessoas – muitas vezes acabará por ser um caminho muito solitário, já que alguns terão medo, outros não gostarão de saber da capacidade deles de sempre desvendar todos os mistérios… Senti uma pontinha de dor de cotovelo no Holmes nesse momento, mas acho que no fim os dois se aproximarão também por conta disso.

Espero que a série continue assim, melhorando a cada episódio. Pelo menos agora fico mais motivada para assistir.

Parks and Recreation – Sex Education e Halloween Surprise

Data/Hora 29/10/2012, 09:26. Autor
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Como ser fofos, por Ben Wyatt e Leslie Knope.

A série pode até ter mudado sua dinâmica, mas o coração de seus personagens continua o mesmo, o que significa que mesmo quando um episódio não é tão genial quanto o esperado, tudo vale a pena por causa desses lindos moradores de Pawnee.

O quarto episódio, por exemplo, tinha tudo para ser um episódio épico da série. Piadas de cunho sexual e de velhice sempre dão certas e por um momento até funcionaram, mas no geral, principalmente os dois outros núcleos do episódio, fizeram com que o episódio se tornasse mediano.

Tom prefere ir pra cadeia a ficar sem sua tecnologia. Sem nenhuma novidade por aqui. Entretanto, ao colocarem Tom e Ron juntos, boas piadas deveriam aparecer e infelizmente não foi isso que aconteceu. A primeira cena do episódio rendeu mais risos do que qualquer outra parte desse plot.

Os velhos de Pawnee não tem mais nada pra fazer além de transarem,  estão quase no caixão e a outra tem dois parceiros… ao mesmo tempo. É tudo bem engraçado, mas faltou usarem melhor os outros personagens, por exemplo, o casal louco do celibato.

A parte em DC não foi inspirada. Dava até para dar umas risadas de simpatia por tentarem, mas todo o plot do ‘robô’ não funcionou. Outro mal uso de Ben e April. A última possui tanto para mostrar e a série faz com que ela fique mais contida. Achava que Parks conseguiria manter dois núcleos ao mesmo tempo, mas infelizmente, não aconteceu.

O quinto episódio foi bastante cômico. Jerry peidando adoidado enquanto estava tendo um ataque cardíaco que na verdade era um fart attack foi impagável. Sem dúvidas a melhor sequência cômica até agora nesta temporada.

Por outro lado, os roteiristas conseguiram tornar Chris a pessoa mais caricata do mundo. Antes, era até aceitável a maior parte de suas baboseiras de ser saudável, mas já deu para perceber que não conseguem levar o personagem para outro patamar. Uma pena. Funcionava melhor quando estava com Ann, mas até nesse momento, Chris só era aceitável por causa dos foras que Ann dava em seu próprio relacionamento – ou seja, ele nunca foi o centro de nenhuma narrativa.

A química entre Ron e a Xena é aceitável, mas o plot ‘você não gosta das minhas filhas’ é chato. Entretanto, é bom ver Ron com uma mulher, para variar. Todo o sentimentalismo que ele não possui é o problema de todos os relacionamentos, menos com Tammy II, é claro.

Estava na cara que Ben não iria trabalhar mais com Jen. Cinco episódios já foi o bastante para deixar longe de Pawnee, mas o choque por causa da aparição surpresa que ele fez foi emocionante. Isso me lembra do episódio 4×06, End of the World, que se manteve como um episódio bastante emocionante e não teve quase nenhum momento cômico e que serviu de base para que o relacionamento de Ben e Leslie crescesse ainda mais, com ótimas atuações.

Foi isso que aconteceu no final deste episódio. Amy Poheler, como sempre, em uma atuação invejável, mostrando que deveria sim ter ganhado o Emmy de melhor atriz comédia esse ano, principalmente pela delícia que foi a quarta temporada da série.

Em um momento simples, mas completamente genuíno, os dois atores conseguiram trazer lágrimas aos meus olhos e acreditem quando digo que isso não acontece com muita frequência. Os personagens de Parks and Recreation são os melhores e a excitação por um pedido de casamento que obviamente iria acontecer, mas que foi uma bela surpresa, sem dúvidas mostra o poder da melhor série de comédia da atualidade.

Covert Affairs – Wishful Beginnings

Data/Hora 28/10/2012, 23:28. Autor
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Para aqueles que pensavam que Annie voltaria em paz para a DPD, pensem duas vezes. E para aqueles que pensavam que Eyal finalizaria a sua participação na terceira temporada, pensem mais duas vezes. Annie Walker voltou como uma heroína, ou isso é o que a CIA queria demonstrar ao entregar um cachê em dinheiro para a loirinha. Mas que forma mais grandiosa de gratificação por tudo o que ela passou, não acham? Perdeu um grande amor. Foi traída. Ficou presa num calabouço da Rússia e virou fugitiva. A senhorita Walker merece um descanso. É claro que eu, como covertiano, adoro um bom drama e uma boa cena de ação misturados, mas até eu acho que um episódio leve seria essencial para equilibrar as emoções que a personagem principal passou.

‘O Segredo de Joan’ – Capítulo 3

Quem está prestando uma ótima atenção nos últimos capítulos está ciente que Joan está passando por uma crise existencial. Mas o problema é que não sabemos que tipo de crise é esta. Joan está tomando remédios, pediu demissão para Arthur, e sente, de certa forma, que sua colocação como esposa e colega de trabalho está tornando o relacionamento com Arthur um pouco tensa. É claro que aquela história de Arthur ser embaixador foi por água abaixo, mas Joan ainda não superou o fato de que o marido é machista a ponto de não querer que a esposa deixe o cargo do trabalho. Resta saber qual problema Joan está passando. Detalhes a parte, esse relacionamento com Seth está muito misterioso…

E já que Adele está fazendo parte da vida de Auggie desde a segunda temporada, podemos tocá-la novamente para o momento em que o pobre cego queria expandir os seus sentimentos pela amiga. Quem não ficou com pena ao vê-lo indo para a casa de Annie? O que será que o futuro reserva para os dois na série? Será que estão predestinados a ficar juntos? Seria esse o momento certo para explorar esse relacionamento? Será que tanto Annie, quanto nós, superamos o amor e o luto que Annie possuía por Simon?

Mas o principal do episódio foi direcionado para a parceira entre Mossad e CIA ao tentarem buscar informações confidencias localizadas num relógio. Duas agências espiãs trabalhando juntas? Será que dará certo? No início houve certo estranhamento e na verdade, ele ainda continuará, se pensarmos no fato de que um espião nunca confia totalmente nas pessoas. E nisso Annie Walker ficou boa. Mas a verdade é que ‘confiança’ é uma palavra muito forte para definir o relacionamento entre Eyal e Annie ainda. A senhorita Walker confia totalmente em Eyal, mas será que esse sentimento é recíproco? Mossad bolou um plano para se aproveitar desse relacionamento para coletar informações da CIA. Pobre Annie… Será que haverá outra decepção vindo por aí?

Não sei vocês, mas eu torço de coração, para Annie conseguir usufruir um pouco do tempo livre que lhe resta. Eu sei que isso é difícil e que sua vida, no momento, está passando por barreiras pesadas. Apesar de possuir amigos, Annie está se sentindo sozinha. E quem conseguirá confortar o seu coração? Eyal ou Auggie?

Homeland – State of Independence e New Car Smell

Data/Hora 28/10/2012, 21:09. Autor
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Você é uma desgraça para sua Nação, Sargento Brody. Você é um traidor e um terrorista.  E agora é hora de pagar por isso.

Primeiramente começo essa review me desculpando e me apresentando. O Tiago teve que se afastar temporariamente das reviews, então estou assumindo a partir de agora. Em virtude disso, as reviews acumularam e atrasaram. Mas prometo que a partir do episódio de hoje, Q&A, a rapidez será bem maior.

Preciso dizer que estou absolutamente encantada com esse segunda temporada de Homeland. Confesso que ao final da primeira temporada eu temia que os roteiristas não conseguissem manter o suspense que ditava o ritmo da trama. Afinal, já sabíamos que Brody realmente estava ligado à Abu Nazir e que iria longe para manter essa identidade.

Mas a segunda temporada começou com tudo, e está sendo ainda melhor que a primeira. Ao final de cada episódio eu fico me indagando: e agora, como eles sairão disso? E a saída é sempre genial, e o episódio seguinte supera o antecessor. Isso sem falar do elenco, que tá dando show. Morena Baccarin está melhor nessa temporada, Damian Lewis – que já fez uma ótima primeira temporada – também. E Claire Danes… bem, todos os prêmios do mundo para ela. É impressionante o quanto ela consegue passar através de um olhar. O nível de atuação dela é estratosférico. E dito isso, vamos aos episódios.

State of Independence foi um episódio daqueles. Não teve como não sentir pena de Carrie, que achou que o debrífim era um sinal de que ela voltaria para a CIA. Como as coisas não sairam do jeito que ela queria, ela optou por buscar um novo futuro, algo no que ela pudesse se encaixar. A primeira providencia foi se isolar da família. Depois, ela resolveu se arrumar toda, e eu pensei que ela ia sair e causar por aí. Mas logo ela muda de ideia e tenta o suicídio, através de uma overdose medicamentosa. Nossa, achei bem tensa a cena dela engolindo os comprimidos, e respirei aliviada quando ela resolveu vomitá-los. Nunca sei o que esperar de Homeland, e embora tivesse certeza que a protagonista não morreria, não queria vê-la sofrendo mais, hospitalizada e sem controle das faculdades mentais.

E se achei bem tensa essa cena, o que falar da sequência de Brody com o alfaiate? Nossa, eu cheguei a suar, literalmente. A parte na qual Brody está tentando salvar o homem – que deu o azar de cair na única estaca da região – ao mesmo tempo que fala no telefone com Jessica é simplesmente sensacional. Manter o sangue frio era praticamente impossível, e Brody perdeu o controle e desnucou o tiozão. Descontrole que se evidencia também na cena do lava rápido. Genial.

Esse descontrole é, pra mim, o que complica Brody, ao mesmo tempo que o salva. Se ele fosse altamente focado, teria cometido o atentado suicída. É o seu descontrole que o impede de ser oito ou oitenta. Ele é o anti-herói perfeito, de forma que torcemos para que ele não faça isso ou aquilo. Até simpatizamos com ele, eventualmente. Entendo que a situação em que ele está metido é bem complicada, e que não há para onde ele correr. E tenho pena de Jessica, também. Foi chatinho vê-la esperando o marido e tendo que sair, sozinha, daquela situação. Especialmente porque ela estava crente que as coisas estavam melhorando (alguém mais viu a animação de Brody pela manhã?). Mas, a partir dali, ela parou de acreditar na família. Porque ela sabe que há algo muito errado, e que a continuidade da sua família depende da franqueza de Brody em incluí-la em seus problemas. Isso não aconteceu, e a família se arruinou, graças as atitudes de Brody.

Contudo, o ápice do episódio, pra mim, foi o final dele. Eu duvidei seriamente de Saul, não sabia o que ele faria com o vídeo. E temi que ele tivesse entregado o cartão de memória de propósito para aimigração. Mas não, Saul é um homem íntegro, um homem da CIA. Quase abracei Carrie, de felicidade, quando ela descobriu que tinha razão. A loira passou por muita coisa em virtude de Estes (e até Saul) não terem acreditado nela.  Aquele momento de redenção foi lindo, pleno.

E esse final nos deixou em dúvida do que viria a seguir. O que acabamos descobrindo em New Car Smell.

Outro episódio genial, muito bem construído, embora menos aflitivo que o anterior. Logo descobrimos que Carrie, finalmente, voltou a CIA. E que Brody não seria desmascarado, mas sim seguido. Gostei de ver Max e Virgil de volta, e Peter é um personagem bem interessante. Inclusive, rolou uma química dele com Carrie, acho que assim que a loira esquecer seu amor por Brody, pode rolar algo ali.

Brody estava cada vez mais tenso. Na verdade os agentes fizeram um verdadeiro jogo psicológico com ele. Qualquer coisinha – como a menção ao sangue dos insetos e o cheiro de cigarro no carro – era suficiente pro deputado suar frio. E o fato de Jessica ter colocado ele pra fora de casa não ajudou. Muito menos o encontro com Carrie, e o medo e que as teorias dela tivessem voltado à Langley.

O ápice do episódio foi a cena final. Brody procurou por Carrie, e quem não conseguiu manter a calma foi ela. Tá certo que a situação foi bem extrema, mesmo. E que é do perfil de Carrie não seguir ordens e se descontrolar. Mas ela poderia ter colocado tudo a perder. A cena do bar foi um jogo de gato e rato, e a cena do quarto, com Carrie jogando na cara de Brody que sabia de tudo, e com o ruivo surtando e pensando em matá-la, foi ÓTIMA. Tensa na medida certa, e dolorida. Porque é triste pensar que apesar de estar prendendo um inimigo de sua nação, Carrie não consegue ficar 100% satisfeita, já que ama ele. Triste, triste. Ainda mais sabendo que ele apenas gosta dela. Sempre achei que o sentimento de ambos era diferente, agora tenho certeza. O interessante é pensar que, talvez, se Nicholas amasse Carrie, as coisas seriam diferentes. Porque ele já provou que é um homem movido por esse sentimento. Foi o que o levou até Nazir – amor por Iza – e o que o impediu de detonar a bomba – amor pelos filhos. Talvez um tanto mais de amor o trouxesse de volta, e é bem óbvio que apesar do esforço de Jessica, esse amor não viria dela, já que o tempo de separação tornou o casal meio inviável.

Agora, Brody está sob custódia da CIA. Será exaustivamente interrogado. Não sei o quanto conseguirão tirar dele, mas desconfio que seja pouco. A não ser que haja alguma carta na manga dos agentes, e que Brody sinta-se compelido a colaborar.

Enfim, daqui a pouco tem episódio novo, e mal posso esperar pra saber qual o rumo que essa história irá tomar, ainda mais agora que foi confirmada uma terceira temporada. Ou seja, há muita coisa pela frente, e tenho uma única certeza. É coisa boa.

PS: Mike está desconfiado de Brody. Onde essa desconfiança irá parar?

The Voice Brasil – Batalhas: round 2

Data/Hora 28/10/2012, 18:36. Autor
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A review de hoje vem pra falar especialmente duas coisas: demitam Lulu Santos e Cláudia Leitte, por favor. O primeiro porque tá se equivocando lindamente na fase das batalhas, além de começar a transparecer a sua já conhecida arrogância. Devia aprender um pouco mais com o príncipe Daniel. E a segunda por aparecer cada vez mais linda em nossas televisões. É um tapa na cara de qualquer ser humano normal a beleza e o figurino dela. Volto a fazer a campanha “Um Emmy pra figurinista da Claudinha”.

Sobre as batalhas entre os técnicos até que gostei da do Lulu com o Daniel, mas a da Cláudia com o Brown foi muito boa. Os dois mostraram porque a combinação entre eles dá muito certo. Ia falar aqui que mostram porque são uma das maiores parcerias atuais da música brasileira, mas achei que ia ter que me explicar muito pra não ser criticada e to com preguiça disso. Nega Lôra e Cacique simplesmente arrasaram.

Mas vamos ao que realmente interessa: as batalhas e as eliminações. O programa começou com uma batalha da pesada logo de cara. Meu coração estava aos prantos, porque a Ellen é muito boa e gosto muito da Maria Cristina, desde os tempos de Ídolos. Previsivelmente Ellen levou a melhor, mas Cris foi salva por Lulu e permanece na competição. A propósito, música linda. Um hino da música popular brasileira. Muito bom ver essa música resgatada em rede nacional em um programa de grande audiência.

Outra batalha que merece destaque foi Sandra Honda x Quésia. As duas brilharam em Killing me Softly, embora eu não goste muito de artistas brasileiros que cantam esse estilo. Gosto da Quésia e acho ela superior a Sandra, ainda que não goste do jeito dela. Acho que Cláudia não deveria ter pego a Sandra. Ainda tem muita gente melhor pra competir e aposto que depois (por exemplo quando Dani Montuori tava pra sair e acabou indo pro time de Brown) ela se arrependeu amargamente de ter resgatado candidatos não tão fortes como a Sandra e o Gustavo (um aparte pro momento simplesmente RÍDICULO que é a edição chamar o cara de DOUTOR Gustavo. Ele tem doutorado em que mesmo?)

Gostei também de Grace Carvalho x Viny Brito e acho que Cláudia fez uma boa escolha optando pela primeira. Ela é mais versátil que o Viny, que não consegue sair daquela linha de sempre. Em todos os casos ele foi resgatado por Daniel.

Mas preciso terminar essa review comentando as aberrações que o Lulu Santos fez hoje. No duelo entre Luciana e Greicy ele já enfatizou a questão da alma, mas até ali ok, visto que as duas participantes estavam mais ou menos no mesmo nível. No entanto, no duelo entre Luiza e Gabriel eu senti raiva dele e chorei junto com a Luiza. Foi cometida a primeira grande injustiça do programa. O menino além de não cantar tão bem quanto a Luiza é arrogante, se acha o tal e não tem a humildade de aceitar os conselhos dos outros. Como se não bastasse não aceitar ainda fica tentando justificar. Típica postura de estrelinha pra um cara que não é ninguém ainda. Ele gritou tanto, mas tanto, que a performance dele foi horrível e ele ofuscou a companheira não por sua qualidade, mas por seus gritos. Lulu acabou escolhendo quem é mais parecido com ele, ou seja, Gabriel. Uma pena a perda de alguém com o talento e a personalidade da Luiza.

Um balanço geral rapidinho. As eliminadas foram Natálie Mendes, Luciana Spedo, Luiza Dreher e Marianna Eis. Com eliminações e salvamentos os times estão assim: Brown tem 10 participantes, Cláudia tem 12, Daniel tem 11 e Lulu Santos tem 11.

Pois bem, por hoje era isso. Semana que vem tem mais com batalhas alucinantes novamente. Ainda tem muito candidato bom pra cantar (nem vou citar aqui porque acho que restou praticamente só gente boa pra última semana).

PS: O Leifert tá cada dia pior. Dani Suzuki apresentando já.

PS 2: Adorei ver o povo cantando Michael Jackson.

Fringe – The Bullet That Saved The World

Data/Hora 28/10/2012, 16:30. Autor
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Quando essa temporada começou, eu me preparei para despedidas. Não só para a maior delas, de Fringe, mas para pequenas – ou grandes – despedidas que precisaríamos fazer pelo caminho. E nesse episódio, a despedida foi grande. Claro que poderia ter sido muito maior, já que “acabamos” de conhecer Etta. Então, creio que a despedida é mais dolorosa não tanto pela personagem – a qual, confesso, já havia me afeiçoado – mas, especialmente, por ver a condição de Peter e Olivia, que mal reencontraram a filha e já viram ela partir.

Se eu ainda tinha alguma dúvida quanto a isso, agora tenho certeza. Etta é BEM filha de Olivia, mesmo. A semelhança física entre ambas é inegável, mas me refiro à questão do caráter, mesmo. É claro que a loirinha carrega uma candura que herdou do pai, mas as atitudes, a forma de conduzir as situações (tomando o controle delas – talvez por isso Liv tenha sido meio coadjuvante nesse princípio de temporada. Ela soube dar espaço para Etta) e a bravura, ah, essas são de Liv. E até na hora da morte Etta provou ser cria de Olivia. É óbvio que ela não queria partir. Mas já que havia chegado a hora, exigiu praticidade, permaneceu tranquila. Acalmou os pais, devolveu para Olivia a bala que salvou o mundo e ainda carregou vários Observers com ela. Muito amor por Etta.

Tem gente que achou a morte de Etta desnecessário. Bom, se nos ativermos à acepção da palavra, ela foi mesmo. Mas muito embora ela não tenha sido necessária, achei compreensível e foi o preço a se pagar por ter conseguido o plano, o retorno de um aliado e um pequeno arsenal. O mundo está em guerra. Era ilusão nossa pensar que ninguém morreria. Mais, não era plausível pensar que tudo seria fácil, bonito e florido. Lembrem-se, estamos em 2036, o ano no qual o nascimento de um pequeno dente-de-leão é um milagre. E sabia que, ao contrário do que costuma acontecer em Fringe, grandes mortes aconteceriam. Eu estava apostando em Walter. Foi Etta. E isso não significa que mais ninguém morrerá. Só creio que não será Olivia, mais uma vez.

As reações à morte de Etta, por parte de Olivia e Peter, foram as esperadas. Peter demonstra mais seu desespero, Olivia é mais contida. E enquanto que a agente deverá tirar forças do evento para se focar ainda mais na missão de salvar o mundo, Peter deve dar vazão ao seu lado obscuro. Ambos tem formas muito diferentes de lidar com a perda, como já fomos informados, e eu não sei o que pode acontecer no futuro. Só sei que vejo poucas chances de Polivia voltar a ser uma realidade em breve, o que me entristece, porque não queria eles separados toda a última temporada da série.

E apesar da partida de Etta, achei The Bullet That Saved The World um episódio perfeito. As cenas e ação foram ótimas, envolventes, eletrizantes. Adorei ver Liv e Etta juntas em ação, fechando todos os orifícios dos corpos dos legalistas e dos Observadores. As cenas dramáticas foram perfeitas, a da morte da Etta foi tocante, bem filmada. Com ótimas atuações. A cena do colar, entre Peter e Etta, foi emocionante. Eles estavam, cada vez mais, se tornando uma família, e foi muito interessante ver o processo acontecendo.

Amei com todas as minhas forças o retorno de Broyles. Eu cheguei a pensar que o careca havia passado para o lado dos Observadores. E foi delicioso descobrir que Etta que o introduziu na resistência e o treinou para que sua mente não fosse lida pelos carecas odiosos.  Reparem que Etta, assim como Olivia, conseguia desenvolver suas habilidades em níveis extremos. A cena do encontro da antiga Fringe Division, o abraço da agente Dunhan em Philip, tudo foi lindo e bem emocionante. E me delicia saber que há, dentro das forças Legalistas, alguém pra cuidar de Olivia e cia, olhar por eles. Será ainda mais necessário agora que a guia deles nesse novo universo pereceu.

Outra coisa que me fez cair de amores foi o porão de Walter, com uma espécie de “arquivo morto” dos casos da Fringe Division. Certíssimo, Walter. É hora de vocês criarem seus próprios casos. Qualquer arma é bem vinda na luta contra os carecas albinos. Sem contar que de ver objetos e “coisas” das temporadas anteriores me deixou feliz por relembrar vários casos gostosinhos. E por falar em Walter, quão amável e divertido foi ver o amigo de Astrif todo faceirinho porque foi eletrocutado? Ri muito.

Não sei o que acontecerá daqui para a frente. Teremos acesso às outras fitas, já que Astrid ficou pra trás justamente pra adiantar a remoção delas do âmbar. Novos equipamentos foram conseguidos pela divisão. E Walter, necessariamente, precisará achar uma forma de desvendar o plano. Tudo isso em meio à dor e ao luto. São mais nove episódios para descobrimos como o mundo será salvo. Porque em se tratando da Fringe Division, que ele será salvo é uma certeza.

PS1: o código da semana foi WOUND, ferida, injúria. Não preciso nem dizer a que se refere, né? Lencinhos de papel eternos depois desse episódio.

PS2: é fato que a morte de Etta será usada como combustível pela Resistência. O cerco contra os Observadores vai se fechar.

PS3: Walter disse, na fita, que todas as coisas são reversíveis. Seria a dica dos roteiristas que a salvação do mundo vai ser voltar no tempo, revertendo o expurgo? Se sim, quão grande seria esse salto temporal?

PS4: tem gente achando que quem aparece nas fitas é Walternate. Discordo, especialmente porque Walter lembra de coisas que foram ditas na fita – como o esconderijo do plano – e em virtude do plano ser de September e de Walter. Não faria sentido, pelo menos pra mim, que Walternate gravasse as fitas, assim.

Grey’s Anatomy – I Saw Her Standing There

Data/Hora 28/10/2012, 14:53. Autor
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Mais um episódio muito bom de Grey’s Anatomy. Acredito que depois de uma dupla de episódios controversos – vocês sabem que gostei de ambos, mas muita gente por aí detestou -, Love the One You’re With e I Saw Her Standing There recuperaram o nível, para quase todos os fãs, da tão elogiada oitava temporada.

Estou gostando do desenvolvimento das tramas. Não me cansarei de falar do quão delicioso é ver Derek e Mer passando juntos pela fase difícil, sem rompimentos, sem tentativas de afogamento, sem fugas para a floresta. Pelo contrário, com amor – de sobra -, cumplicidade – ainda que com alguma hesitação de Meredith, super compreensível – e companheirismo. Eles chegaram lá, senhoras e senhores. E isso me faz muito feliz.

Derek ainda está tentando se adequar à sua nova realidade. O fato dos internos agirem com pouco caso nas suas aulas não ajuda MESMO, mas ele está realmente tentando, e acho que vendo a evolução dos alunos ele se sentirá estimulado na nova ocupação. E se Derek está se adaptando ao novo, Mer chegou a um novo patamar. Que delícia ver ela sendo uma cirurgiã confiante, badass, fazendo procedimentos complicados com alto nível de confiança. Delícia MESMO.

E já que eu falei de Mer, preciso confessar que adoro, simplesmente, as cenas das conversas dela com Yang. As duas demonstram, a cada episódio, que continuam sendo a “person” uma da outra, e rio muito com os diálogos delas. E os conselhos de Mer pra Cristina são sempre bacanas. Adorei a reação dela ao saber que Yang havia arrumado um “amigo de sexo”, que, não por acaso, é seu novo chefe.

Adorei o desenvolvimento da história da Cristina, nesse episódio. A forma que ela se aproximou do “velha guarda” é linda. E nasceu ali uma amizade genuína, ao ponto dele ser a “person” de Cristina em terras geladas. Foi formidável a conduta de Yang quanto às técnicas mais inovadoras. Ela queria evitar a aposentadoria forçada do amigo, ou sua demissão. Confesso que fiquei com medo que o vozinho não desse conta, mas com uma ajudinha de Cristina, tudo deu certo, e até álcool depois das dez da noite o ancião tomou. No final das contas, Yang está progredindo muito por causa dessa relação (in)esperada. Ela aprendeu a trabalhar colaborativamente, voltou a ver significado em várias técnicas da cardio, valorizar outros profissionais. Uma caminhada bem bonita, embora Owen tenha razão sobre a mudança de Yang ter sido uma fuga. Ela fugiu pra floresta, mas sua estadia lá está sendo muito bem aproveitada.

Outra história interessante de se observar – embora nem de longe tanto quanto a de Yang – é a de April. Ela esteve bem menos chata, nesse episódio, o que me leva a pensar que Jackson está fazendo muito bem à ela. Contudo, eles não poderão continuar tendo uma última vez todos os dias, e logo essa situação deve desenrolar. A situação deles ficou mais divertida devido à presença de Mama Avery, que insistia em aconselhar April a praticar atividades físicas, sem nem imaginar que a tensão da menina se devia justamente ao fato de estar praticando! Ri muito. E Avery e Chief medindo suas cristas também foi ótimo. Um alívio cômico muito bem vindo, especialmente pelo número de piadas envolvendo “bolas” que o caso médico – que dó, que dó – que uniu a equipe envolveu.

Outro plot que me agrada é o de Arizona. Ela começou o episódio uma bitch carrancuda, mas é completamente compreensível. Ela está tentando, como ela mesma fez questão de frisar para Karev. Mas acabou o episódio dando uma chance de aproximação à Callie, que sofre muito com a situação toda (que dó da conversa dela com Owen). E Karev ajudou que a loira tomasse essa decisão, ao dizer que Callie estava tentando também (descobrimos que, como já pensávamos, Arizona pensa que callie a amputou, mesmo. Não quero nem pensar no dia que ela descobrir a verdade. Vai sobrar culpa em relação à esposa e, talvez, mais ódio em relação ao Karev). Creio que agora, Robbins voltará, ainda que lentamente, a ser o que era. Todos agradecemos, e confesso que estou com muita expectativa pra acompanhar o desenrolar dessa história.

Mas nem tudo são flores e continuo profundamente incomodada com Bailey e sua falta de função. Achei que depois da conversa com Weber tudo iria melhorar, mas a médica continua pateticamente procurando por boas cirurgias. Ela não merece isso, e nem nós merecemos vê-la assim. Já cansei de dizer que espero que a situação se altere, mas a esperança é a última que morre, então…

Semana que vem não tem episódio. Então, até dia 8, pessoal!

PS: o trailer de Derek tem poder altamente curativo. Tem que ver isso aí!

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