Duas décadas desde a estreia, reunião de ‘Friends’ não está prevista

Data/Hora 19/11/2012, 17:18. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Má notícia para os nostálgicos de plantão. Em 2014, o seriado Friends vai comemorar vinte anos desde que o primeiro episódio foi ao ar (em 22 de setembro de 1994, pela NBC americana). E algumas comemorações à data já começaram, como um Blu-ray especial de duas décadas da série.

Em entrevista ao site TV Guide, o produtor-executivo e diretor da atração, Kevin S. Bright, falou sobre uma possível reunião do elenco principal, que contava com Jennifer Anniston (Rachel), Courtneney Cox (Monica), Lisa Kudrow (Phoebe), Matt LeBlanc (Joey), Matthew Perry (Chandler) e David Schimmer (Ross). Confira o trecho da conversa:

“Hey, não vou dizer que é impossível. Eu falei que não vai haver um filme [inspirado no programa], mas não disse que os atores jamais se reuniriam de novo. É complicado porque todo mundo está ocupado, e eles todos estão tão bem, mas, com certeza, não está totalmente fora de possibilidade, sobretudo para algo como isso no futuro [atores se reunirem para comentar os bastidores do show]. Eu acho que, uma vez que o programa terminou em 2004, ainda é cedo para fazer uma reunião e, como eu disse, não há absolutamente nenhuma conversa sobre isso e teria que ser por um bom motivo.”

Será que existe tempo certo para a reunião de uma série tão adorada acontecer?

Com informações do TV Guide.

The Vampire Diaries – We All Go a Little Mad Sometimes

Data/Hora 19/11/2012, 16:31. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Acho que estou ouvindo os fogos de artifício que o pessoal Delena está soltando. Mas, apesar de este ter sido o episódio de términos (lê-se: Stefan com Elena que já acabaram e Tyler com Caroline, que estão por um fio) e de um possível começo para Damon e Elena, o foco foi as alucinações da moça que já haviam começado após ela matar Connor. Além disso, parece que finalmente Jeremy está tendo alguma utilidade na série, pelo menos por enquanto. Mas vamos aos fatos…

Como vimos, Elena estava ficando toda louca após ter matado o Connor. Entretanto, ao contrário das teorias de Stefan sobre Elena ficar atormentada apenas por ter matado alguém, foi provado que o motivo vai muito além.  Pois é, a macumba dos Cinco foi bem feita ao ponto de que se um vampiro matar algum desses caçadores, começa a enlouquecer… E a parte “legal” (ironicamente falando), é que Klaus não só sabia como também já passou por essa loucura e não avisou ninguém. Klaus e seu egoísmo original batendo recordes desde sempre.

O preço desse egoísmo do Klaus foi Elena ter matado o caçador e ter sido afetada por essa loucura. Não é novidade que a garota não é a mais forte emocionalmente, mas isso se provou também fisicamente, porque enquanto Klaus disse ter aguentado meio século tendo as alucinações (por ter matado Alexander), a menina em vinte e quatro horas já estava querendo se matar. E o pior: mesmo sabendo que era tudo alucinação, ela ficava dando ouvidos para as visões que tinha. Ai, ai… Só a Elena mesmo, viu.

O lado bom é que os delírios da nova vampira-problema de Mystic Falls trouxeram de volta por alguns minutos a Katherine. E mesmo em alucinação, a VampBitch mais querida de todos os tempos falou tudo o que a Elena precisava ouvir desde a primeira temporada. Mas ela assimilou alguma coisa da parte de estar sendo uma chorona irritante? Claro que não! Só ouviu muito bem a parte de tentar se matar e ser a vítima mais uma vez. No final das contas, quem salvou o dia foi Jeremy, ao se tornar o novo membro dos Cinco.

Pelo menos quando o Jeremy foi útil para alguma coisa, deixou a emice de lado e fez direito. A Elena voltou imediatamente a ser o que era (ou seja, a vítima que chora pelos cantos), deu mergulhos com o Damon e até levou fora do Stefan ao revelar que está tudo mudado entre ela e o Salvatore mais velho. Bem, será que agora vai? Lembrando que a Elena não é o ser mais decidido de toda a série e que piorou depois de virar vampira, é esperar para ver e até mesmo pelo próximo surto da garota.

Confusões vampíricas à parte, a tensão está aumentando no lado bruxo da coisa. Isso porque Bonnie está cada vez mais próxima do professor Shane que vale menos do que uma estaca usada. Ela, que fica torcendo aquela boca torta pra quase todos os vampiros que querem fazer algo útil, se acha a espertona e não enxerga que está sendo enganada. É uma cilada, Bonnie!

Citação da vez: “Você nunca para de chorar? Pobre Elena, sempre a vítima.” – Katherine Pierce

P. S. [1]: Qual a do Shane? Ele é o tal de Silas da história macabra que contou para os alunos ou foi só uma artimanha da titia Julie para nos confundir? Teorias?

P. S. [2]: Se o Klaus que tem “bilhões de anos” (usando as palavras de Damon) e sabe tudo não conhecia a cura para as alucinações da Elena, como um mero mortal – até que se prove o contrário – como Shane sabia? Falha ou mais um reforço para a teoria de que ele é muito mais do que aparenta?

P. S. [3]: E engraçada é a maneira como a Caroline está “domando” o Klaus: ela engana o Original na cara dura e como consequência ele a convida para sair. Muito bem, Car, continue dando um jeito no Klaus.

P. S. [4]: Alguém me explica a utilidade do Matt e da April nessa série, por favor!

Ator de ‘Pushing Daisies’ é escalado para ‘Hannibal’, da NBC

Data/Hora 19/11/2012, 16:25. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Bryan Fuller está terminando de juntar as peças no quebra-cabeça para começar a gravar Hannibal, nova série da NBC. Ou estaria mais para um jogo da memória? É que o produtor americano acaba de chamar outro ator de sua antiga Pushing Daisies para trabalhar na atual Hannibal: Raul Esparza.

O ator se junta à Caroline Dhavernas, Molly Shannon, Chelan Simons, Elle Green e Gina Torres, todas já confirmadas no elenco do programa e que já trabalharam com Fuller em algum momento.

NOTÍCIAS | Conheça o elenco de ‘Hannibal’, nova série da NBC

NOTÍCIAS | “Empréstimo”: Chelan Simons reprisa papel de ‘Wonderfalls’ em ‘Hannibal’

Na nova atração, Esparza vai viver o Dr. Frederick Chilton, que, na história origianl, foi um carcereiro pouco eficaz do serial killer que dá nome ao seriado. No cinema, esses papéis foram de Benjamin Hendrickson, em O Dragão Vermelho (Manhunter), e de Anthony Heald, em O Silêncio dos Inocentes (The Silence of the Lambs).

NOTÍCIAS | Confira o primeiro pôster da série Hannibal

Hannibal é criada por Bryan Fuller (Dead Like Me, Wonderfalls), que escreve e produz a série. Ele ainda conta com a ajuda de Martha De Laurentiis (das versões cinematográficas da história), Sara Colleton (Dexter), Jesse Alexander (Lost) e Kate O’Connell. David Slade (A Saga Crepúsculo: Eclipse) é a diretora da nova atração.

No cinema, o assassino ficou mais conhecido na pele do ator Anthony Hopkins, que deu vida a ele três vezes. A versão mais recente apresentada na sétima arte foi interpretada pelo ator francês Gaspard Ulliel, em Hannibal Rising. Já o protagonista da série da NBC é o ator dinamarquês Mads Mikkelsen, que esteve nas produções Rei Arthur e 007 – Cassino Royale.

O seriado deve estrear em junho de 2013, nos Estados Unidos, e terá treze episódios com uma hora de duração cada – e não os habituais quarenta minutos.

Com informações do TV Line.

Empresa de comércio eletônico, Amazon produz série própria

Data/Hora 19/11/2012, 15:26. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Uma das maiores empresa de comércio eletrônico do mundo, a Amazon, está ampliando os negócios e vai produzir séries próprias. A Amazon Studios, uma das ramificações da organização, anunciou a produção de mais um seriado, dessa vez de animação.

Supa Natural narra a história de três “divas”, que não fazem rodeios na hora de falar a verdade, e são as grandes esperanças da humanidade diante de forças sobrenaturais – e é só por isso que elas não passam o dia fazendo compras. Falando assim, a premissa se assemelha bastante à Três Espião Demais, desenho exibido na TV Globinho, da Rede Globo.

O projeto terá roteiro de Lily Parks, Price Peterson e Ryan Sandoval. Já Trevor Engelson, Josh McGuire, Kristen Schall e Jason Micallef serão os produtores.

Essa não é a única série própria que a Amazon produz. Há alguns dias, a empresa também anunciou Browsers, uma comédia que gira em torno de quatro estagiários do jornal Huffington Post, um dos mais populares nos Estados Unidos. A Amazon também faz planos para criar programas infantis.

A empresa ainda inspira jovens roteiristas a lhe enviarem histórias que poderiam virar programas de TV. Os melhores enredos são publicados no site, até que, finalmente, a organização decida dar sinal verde para a concretização deles.

Com informações do Deadline.

Chicago Fire – Rear View Mirror

Data/Hora 19/11/2012, 14:26. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Agora que Chicago Fire ganhou temporada completa, está na hora de sair um pouco da mesmice. Dois dramas parecem finalmente terem terminado,  a começar pelo drama de Casey que supostamente teve final nesse episódio mas que deixou um clima de que qualquer dia desses iremos nos deparar com o detestável Detetive Voight. Isso porque todas as ameaças feitas para o bombeiro fizeram com que ele finalmente tivesse um “encontro final” com o detetive para acertar as contas de uma vez por todas, o que não aconteceu, claro. A cena aliás, deixou um ar de que o bombeiro iria retirar a queixa contra o filho do detetive, o que também não aconteceu.

E para provar que esse mundo é realmente pequeno, durante o resgate de várias vítimas de um prédio incendiado, Casey por acaso (?) salva uma vítima que ao descobrir seu nome liga o bombeiro o detetive e decide ajudar o primeiro assim, do nada. Pode ser por agradecimento pela sua vida ou simplesmente por bondade, vai saber… O esquema de escuta que não deu certo no episódio anterior, agora funciona e o detetive vai preso mas vamos ver por quanto tempo.

Traqueostomia tá na moda, pelo visto. Na série, o procedimento foi realizado diversas vezes sendo só nesse episódio feito em duas vítimas. Shay realiza a técnica em uma das vítimas para poder assumir a responsabilidade caso o feito fosse questionado, já que Dawson estava com a corda no pescoço. Dawson teve sua audiência e com a super ajuda de Mouch, desde os preparativos para a mesma até o esperado dia, conseguiu convencer em partes o júri que a acusava e pegou uma pena pequena, três turnos apenas. Fim do segundo drama: do primeiro drama de Dawson já que o segundo é a sua paixonite por Casey.

Severide quase nem apareceu no episódio e em um dos resgates, como sempre, deram enfoque ao seu braço (aquele braço estragadinho dele), tá na hora de trocar a fita. Mills e Herrmann também quase não apareceram e o episódio sempre fica melhorzinho quando os dois têm um pouco mais de destaque.

Supernatural – Southern Comfort e A Little Slice of Kevin

Data/Hora 19/11/2012, 14:18. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Dois episódios completamente diferentes: um muito chato e outro bem interessante e explicativo. É assim que anda o ritmo de Supernatural.

Em Southern Comfort, a série se tornou uma novela mexicana em que Sam Daniel e Dean Agusto bancam a “maria do bairro” o episódio todo e tiram o foco da história por causa de briguinhas dramáticas facilmente solucionáveis.

Depois de oito temporadas eles poderiam mudar o disco e parar com essa história de que Sam não gosta de ser caçador. Pelamor, o cara já matou tudo quanto é criatura nesse mundo, já tretou com demônio, anjo, leviatãs e continua com esse conflito de identidade? Ah, por favor né?! Acho que Sam já está decido que esta é a vida dele e esse tempo que ele passou com Amelia e o cachorro foi só umas férias. Pronto, acabou o drama.

E Dean? Custa contar para o irmão que Benny é um “vampiro bonzinho” que foi o responsável por ele ter saído do purgatório? Sem segredos, sem mimimi. Dean não é a favor de criaturas do mal, ele só não mata Benny por uma questão de gratidão e consideração. Isso o torna diferente de Amy.

Outro fator irritante no episódio foi a aparição de Garth. Porque além dele ser super idiota, ele estava querendo tomar o lugar de Bobby! Como se aquele cara de paçoca fosse o suficiente bom pra chegar aos pés de Bobby. Adorei o “chega pra lá” que Dean deu nele. Se alguém nesse mundo pode tomar o lugar do Bobby, é Dean e Sam, não Garth. Definitivamente.

Achei a história do ectoplasma bem bobinha. Foi um caso simples, mas não conseguiram juntar os fatos tão bem, tanto que tiveram que fazer um flashback de três dias para poderem explicar qual era o objeto amaldiçoado. Normalmente descobrimos isso junto com os personagens e não com esse tipo de recurso.

A história tinha que ser fraquinha para o foco ser a tensão entre os Winchesters. Achei desnecessário, mas ainda bem que tudo já está resolvido. E sério, já podem parar com esses flashbacks da Amelia. Não adianta tentarem enfiar essa mulher goela a baixo dos espectadores. Ela é sem graça, a morte do seu marido no Afeganistão é sem graça e o namorico dela com Sam é sem graça. Só o border collie me chama a atenção nesses flashbacks amarelos.

Já A Little Slice of Kevin foi um episódio muito bom. Todos deveriam ser assim: com explicações e novidades. Surpreendentemente a Senhora Train não está morta. Jurava que Kevin estava se escondendo sozinho, mas de alguma maneira ele conseguiu levar sua mãe junto. Pena que Linda tem a brilhante ideia de contratar uma bruxa que os entrega a Crowley.

E por falar em Crowley, ele estava divinamente maléfico neste episódio. Torturando anjo, matando a galera da “lista de espera dos profetas” e até mesmo fazendo picadinho do Kevin. Finalmente Crowley percebeu que ser divo com Kevin não iria funcionar.

Também gostei de Cas ter voltado. Todo aquele pessimismo em sair do purgatório pra cima de Dean era só uma espécie de penitencia para pagar todos os erros cometidos no céu e na terra. Ah, como o Cas é perfeito. Pensei que eles estava debilitado e que demoraria para se recuperar, mas pelo visto ele esta bem, já que deu um hadouken no Crowley.

E o que foi aquela Naomi? O que é aquela mulher? Ela provavelmente pertence ao departamento de inteligência em segurança do céu. Simplesmente fez Cas vomitar tudo o que sabia e ainda mandou um corretivo na memória dele, no maior estilo MIB. Só faltou o flash.

Agora o negócio está ficando sério. Kevin tem metade da tábua, Cas está devolta e Crowley está espumando pela boca com eles.

Covert Affairs – Quicksand

Data/Hora 19/11/2012, 13:34. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Quicksand foi um episódio morno, mas que foi crucial para prepararmos o campo para a grande season finale! Segundo críticas, o último episódio será ‘um jogo de espião que ficará muito sério’. Mas o que esperar da season finale? De toda essa linhagem de história, o que precisamos saber de fato para seguirmos para o confronto final?

Deixarei grande parte da reflexão da terceira temporada para a última review de Covert Affairs desse ano, mas gostaria de lembrar que a temporada foi um presente para os fãs. Tivemos duas grandes missões nessa temporada que contribuíram para o crescimento de Annie Walker e de toda a série. Uma história linear fez muita diferença para o show e teremos grandes momentos que serão guardados por nós até o último episódio da série.

O retorno de Eyal foi só uma desculpa para mostrar que apesar de não existir confiança entre espiões, nada impede que duas pessoas que por acaso são espiões, não possam confiar um no outro. Mas confiança é algo do momento. E isso foi comprovado nesse episódio, quando Eyal se entregou para Khalid para salvar a vida de Annie. Tivemos até um momento nostálgico ao visitar a casa de Eyal em Luxemburgo, na primeira missão de ambos no episódio ‘No Quarter’ da primeira temporada. Covert Affairs também sabe abrir o seu baú de recordações quando necessário e apesar de não houver muitas reviravoltas, o campo está definitivamente preparado para o último e decisivo episódio.

Temo em dizer, mas a missão de Khalid foi uma missão que não precisava ter sido alongada como a missão da Rússia. Creio que o relacionamento de Annie e Eyal foi explorado excessivamente e muitas coisas que aconteceram, simplesmente poderiam ter sido deixadas de lado. Mas o bom foi ver tudo isso fluindo lentamente, algo que não tivemos oportunidade de ter nas últimas duas temporadas. E creio que até a morte de Megan, que para mim não foi uma surpresa, foi uma comparação simbológica com que Annie passou. Isso prova mais uma vez que o amor move tudo em nosso mundo. Até os espiões.

Henry vai ser solto e aproveitou para ajudar Arthur de sair de uma bela enrascada. Mas o que ele realmente planeja ao dizer que queria seguir os passos do filho? Ainda sabemos que os russos estão planejando algo grande e que Jai estava atrás disso para descobrir. Mas nunca pensamos que logo Lena pudesse matá-lo, certo? Pois bem, Henry continuará esse legado, exceto que ele esteja planejando uma grande vingança contra a CIA e juntamente com a sua aliada Liz (lembram da jornalista?) conseguirão tomar o lugar de Arthur no comando do departamento. Esperem pela quarta temporada.

Acredito que o episódio também teve um serviço comunitário para a televisão americana quando representou o programa do governo para soldados que sofrem de trauma pós-guerra. Nada melhor do que se orgulhar de si próprio de grandes conquistas atingidas na vida. E não foi pelo motivo de Auggie ser cego e ter superado que fez aquele momento ser grandioso. Foi o fato de ele ter entregado o seu medalhão para algum garoto representando a sua dívida paga pela sua salvação.

Uma ligação pode mudar o rumo da história e é o que veremos no próximo episódio, quando Annie e Auggie vão negociar a vida de Eyal com Khalid. E segurem o coração covertianos, pois rolará um clima bem intenso entre Annie e Auggie na season finale e não será em um sonho!

Desejo a todos uma ótima season finale e espero todos na última review de Covert Affairs desse ano!

Glee — Glease

Data/Hora 19/11/2012, 13:06. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Glee nos trouxe mais um ótimo episódio tributo! Apesar de apresentar Grease, um dos espetáculos mais felizes da Broadway, Glease focou nas histórias de seus próprios personagens.

Finn, agora assumindo o papel de Will no Glee Club, quase (eu disse: quase) passou um episódio inteiro sem fazer drama. Ele tentou fazer as pazes com Sue, mas nós sabemos como ela é. Não foi dessa vez que o “palhaço gorducho” conseguiu o perdão de Sue Sylvester. E ela está disposta a estragar o musical de qualquer jeito, desde alugar o auditório e os forçar à ensaiar na borracharia até falar com os pais de Wade sobre o fato de que ele interpretar Rizzo poderia ser perigoso. Assim, então, os pais de Wade/Unique decidiram que apesar de muito orgulhosos do filho, participar de do musical poderia significar mais preconceito, tornando a vida escolar dele mais difícil do que normalmente deve ser.

Isso foi triste em partes, porque com Unique fora da jogada, Finn pensou e trouxe Santana de volta aos corredores do Mckinley para interpretar Rizzo.

De volta a Nova York nesse episódio, Rachel estava animada porque vai fazer seu primeiro grande teste para a Broadway. Mas Cassandra estava apreensiva sobre isso no começo, e então, de repente, começou a apoiar sua aluna menos preferida. Além disso, também deu as milhas que tinha para ela e Kurt irem até Ohio ver o musical de seus amigos. Lógico que tudo isso não é bondade, e sim uma oportunidade de roubar Brody. A professora usou de sua dança para seduzir o garoto e o levou para seu apartamento. Sinto dó da Rachel que mal terminou um namoro, e agora tem que lidar com mais um baque amoroso.

Depois de descobrir o que seu quase-futuro namorado estava fazendo em NY, Rachel chorou no banheiro, e quando saiu, deu de cara com seu ex namorado. E o que era uma conversa amigável e com erros gramaticais “só pra te ver sorrir”, se tornou uma conversa típica de Glee, no estilo “nunca mais quero te ver”. Apesar de achar que Finchel é fofo, eu estou cansada de todo esse drama.

Apesar de uma conversa desagradável, o que Finchel teve foi muito melhor que o Kurt e Blaine tiveram. Blaine tentou se explicar, e Kurt não quis ouvir. Já disse e repito: Eu sei que o que Blaine fez foi errado, mas desde que foi para NY, Kurt não estava se esforçando muito para o relacionamento dar certo, e isso é fato.

Além dos quatro, Santana e Brittany também conversaram sobre o estado de seu relacionamento. Enquanto interpretava Rizzo, deu pra perceber que Santana não sabe exatamente o que quer. E quando Brittany tentou reconciliação dizendo que não estava saindo com ninguém, Santana parecia se sentir um pouco culpada. Sinto que Santana não quer estar com a Brittany agora, mas também não quer dizer “não” e a perder pra sempre, porque daqui à algum tempo pode querer a cheerleader de volta.

Junto com todos esses futuros não decididos, estão Tina e Mike que tiveram momentos bem fofos durante todo o episódio, combinando de conversar sobre uma possível volta. O que eu amei, adoro os dois e se alguém tem que casar e ter filhos nessa série, tem que ser eles dois. Por favor, Ryan!

Ponto para o flashback Finchel dessa cena!

Agora vamos falar sobre o único personagem que eu realmente odeio em toda essa série: Kitty. Ela é muito má, e não é má do estilo Sue, ou do modo adorável que Quinn era. Ela é quase uma psicopata adolescente, só que ainda não matou ninguém. Ainda. Porque dela eu não duvido nada.

Ela causou o que eu já esperava: Marley se tornando bulímica. Ainda com cíumes porque Marley conseguiu o papel de Sandy e, tão rápido, também o coração de Jake, (sem mencionar o quão ridiculamente adorável ela e Ryder parecem juntos), Kitty achou o ponto fraco de Marley na sua aparência. Assim, ela apertava todas as roupas do figurino de Grease, fazendo a guria achar que estava engordando. Durante uma festa do pijama, com muitas comidas não saudáveis, Kitty apresentou à Marley o mundo do dedo enfiado na garganta.

E isso não é engraçado. Em determinado momento eu pausei o episódio e me perguntei se eu estava mesmo vendo Glee. Nós já vimos os vilões da série fazerem coisas horríveis, mas nada desse tipo. E eu fiquei um pouco chocada. Lógico que esse é assunto importante, e que tem que ser colocado em pauta hoje em dia, mas não gostei do jeito que tudo foi colocado.

Agora então, o meu desprezo por Kitty só aumenta. Assim como todos os meus sentimentos por Ryder aumentam também. Quando ele pega Marley vomitando no banheiro (o que é improvável, que bulímica no mundo vomita com a porta aberta?), ele faz uma piada e quebra o gelo. Depois disso, acalma a menina e faz ela se sentir mais segura. Ele aproveitou um momento e deu um beijo nela nos bastidores. E foi super fofo por alguns segundos, até eu ver o Jake ali atrás assistindo tudo. Vem aqui Puck Jr., eu te consolo.

Vale a pena comentar também, que não precisamos ver, necessariamente, essa história de bulimia no próximo episódio. Glee tem a forte habilidade de sumir com os problemas em poucos episódios, assim como fez com Quinn na cadeira de rodas.

Além disso tudo, Glee achou tempo também para a breve despedida de Will. Confesso que vou sentir falta dele chorando em praticamente todas as performances, do cabelo de miojo, e da Sue dizendo que o queixo dele parece uma bunda. Will indo embora significa que a responsabilidade de levar o New Directions até a Sectionals é toda do Finn. E eu, assim como Tina, tenho minhas duvidas em relação ao Frank-Teen. O fato é, que ele vai precisar deixar um pouco o drama de lado nessa fase. Amém.

P.S.: Sue dizendo que Finn no comando do Glee Club parece ridículo para todos na América, menos para o Will foi hilário! Assim como a Brit dizendo que adorou a roupa e que prometia não fazer xixi nela. Fez meu feriado.

Setlist do episódio:
Greased Lightning (New Directions Boys, Mike e Finn)
Look At Me I’m Sandra Dee (Kitty, Brittany, Unique e Tina)
Beauty School Drop Out (Blaine)
Look At Me, I’m Sandra Dee (Reprise) (Marley)
There Are Worse Things I Could Do (Santana, Wade e Cassandra)
You’re the One That I Want (Ryder, Marley, Rachel, Finn, Santana, Brittany, Kurt e Blaine)

Veja fotos dos bastidores de ‘Bates Motel’, série inspirada em ‘Psicose’

Data/Hora 19/11/2012, 11:03. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Bates Motel, nova série do canal A&E produzida por Carlton Cuse (Lost) e Kerry Ehrin (Parenthood), é, provavelmente, uma das atrações mais aguardadas da próxima temporada. Não é para menos. O programa é inspirado em Psicose, clássico do terror de 1960, dirigido por Alfred Hitchcock – quem não se lembra daquela cena no chuveiro?

Mas a nova série, é claro, vai ter uma abordagem diferente. O seriado vai explorar a adolescência do serial killer mais famoso do cinema, Norman Bates (Freddie Highmore, de O Som do Coração), e sua relação com a matriarca, Norma Louise (Vera Farmiga, de Amor Sem Escalas). Dessa forma, seremos levados a entender como e por que Bates se transformou nesse lendário assassino em série.

NOTÍCIAS | Psicose: Freddie Highmore é o protagonista de ‘Bates Motel’

NOTÍCIAS | Vera Farmiga está no elenco de ‘Bates Motel’

As filmagens do programa são feitas discretamente e não têm chamado tanto a atenção da mídia, mas algumas fotos de bastidores caíram na Internet. O ator Nestor Carbonell (Lost), que interpreta um xerife na história, aparece em diversas imagens. Confira!

Bates Motel ainda não tem data definida para ir ao ar pela A&E, mas estreia em algum momento de 2013.

Com informações do SpoilerTV e Yvrshoots

Elementary – One Way to Get Off

Data/Hora 19/11/2012, 10:32. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Coloquemos assim: se existe alguma palavra que não define Elementary essa palavra é justamente “Elementar”. A série não tem nada de simples, clara ou compreensível. A história é uma grande mistura de pontos altos e baixos, de boas sacadas versus soluções para conflitos que eu mesma colocaria em um desses trabalhos de Roteiro Audiovisual da faculdade de Comunicação. Quer dizer… Prossigamos.

One Way to Get Off começou diferente, sem Sherlock Holmes (Jonny Lee Miller) tomando seu tranquilo café quando, de repente, recebe uma mensagem de alerta do Capitão Gregson (Aidan Quinn). O sétimo capítulo do seriado teve um início um pouco mais macabro, como um filme de terror mesmo. Um homem com uma máscara horrível – dessas brancas e de plástico, no melhor estilo Pânico – atira na cabeça de duas vítimas, que tinham um travesseiro amarrado ao rosto, que ficou cheio de sangue. (Tudo bem que parecia que uma criança tinha derrubado, na roupa de cama, suco de groselha da pior qualidade…)

Só então, o personagem de Aidan Quinn interrompeu o café da manhã do detetive, que, de pacífico, já não tinha nada. Holmes estava em pé de guerra com a Watson, desde que ela descobriu o nome de sua ex-amada Irene. E como a gente está falando de Holmes, o ser humano mais peculiar da face da terra, “pé de guerra” significa ficar calado, ignorar o outro.

Eu ainda sei o que você fez no verão… De 1999!

Mas havia um detalhe no episódio de hoje que devia ser considerado: o assassinato seguia as mesmas regras de uma série de crimes ocorridos em 1999. E se restava alguma duvida quanto a isso, Sherlock foi até o closet da vítima e confirmou: o assassino, assim como antes, havia levado apenas um sapato de marca (e não o par) embora. “Pessoas perdem os sapatos a todo instante”, argumentou o Capitão. Sherlock Holmes, sabiamente, retrucou “Não sapatos que custam mil dólares”. Touché.

Essa é a segunda vez que um crime do passado está ligado a acontecimentos atuais (teve o episódio do serial killer de crianças), isso em menos de dez episódios. Haja criatividade! (Sim, estou usando a ironia do detetive). Também fico impressionada com a quantidade de informações que Holmes, “britaníssimo”, tem sobre fatos ocorridos na Big Apple há taaanto tempo. Mas voltemos ao crime.

O Capitão Gregson tentava, com todas as forças, fazer com que todos acreditassem que o caso de agora nada tinha a ver com aquele ocorrido na década de 90. O motivo, esse sim, era elementar: ele colocou o assassino na cadeia, na época. Assim sendo, o culpado não poderia ter cometido os crimes de agora. A não ser que o homem preso fosse inocente… O que culminaria em: um dos maiores casos solucionados pelo Capitão, que alavancou sua carreira, tinha sido concluído de maneira errada!

Holmes convenceu o policial de que deviam fazer uma visita ao homem preso, que uma vez havia confirmado ser o autor dos crimes. Só que, dez anos mais tarde, ele mudou de opinião e acusava o Capitão de ter plantado uma evidência – uma caneca com suas impressões digitais – na cena do crime no passado. Holmes percebe que o policial coça a garganta e hesita. Mau sinal. Depois, o criminoso diz que seu álibi,  a amante, jamais confirmaria que tinha estado com ele na noite de 1999 em que os assassinatos ocorreram, já que ela era casada. A dupla vai atrás da mulher e o filho dela informa que ela tinha morrido de leucemia.

Depois, Holmes revisa um vídeo da polícia e percebe que a caneca encontrada na cena do crime era exatamente aquela que o Capitão oferecera ao criminoso na noite em que realizou o interrogatório. Com tantas evidências, somos forçados a duvidar do policial.

E, comparado aos outros episódios, esse sétimo foi o melhor no quesito “imprevisibilidade”. Pela primeira vez, não dava para adivinhar quem falava a verdade: o homem preso era inocente todos esses anos? Teria o Capitão plantado uma evidência para alavancar a própria carreira?

Watson, detetive nas horas vagas

Enquanto Holmes tentava resolver o caso, a Dra. Watson também fazia algumas investigações longe dali. Sobre a vida do detetive! Ela foi até a clínica de reabilitação onde Sherlock passou os seis primeiros meses na América. Ninguém tinha nada a falar sobre ele, a não ser criticar. Eis que a médica avista um jardineiro – cujo nome a funcionária do lugar sequer sabia – e ela percebeu que ele era um amigo em potencial de Sherlock.

Watson se revela tão boa detetive quanto seu “paciente genioso” e é incrível quando podemos testemunhá-la desvendar algo sozinha! É como se ela representasse o lado “normal” da sociedade, sem toda aquele genialidade característica ao detetive e, por isso mesmo, nós nos identificamos com ela. Então, sempre que ela consegue resolver algo sem ajuda de Sherlock, é como se fosse uma vitória de nós mesmos.

Ela estava certa. O jardineiro e o detetive eram amigos. O jardineiro – permita-me dizer o nome do cidadão, coisa ignorada por ali, Edson – entregou à personagem algumas correspondências que Holmes “esqueceu” no lugar. Cartas de… Irene!

De volta ao lar que divide com o detetive, Holmes pediu para que ele e Watson deixassem as diferenças de lado e trabalhassem juntos no caso. O detetive, que agora acredita que o homem na cadeia é inocente, trabalha em um novo suspeito: um jovem que havia passado os dez últimos anos na prisão e há três semanas estava solto, justamente quando os casos (re)começaram.


Ele vai até o quarto de hotel “chechelento” do rapaz, que tem suco de laranja espalhado por todo o chão e um carpete solto. A arma do crime está ali. Fim da história, que, nesse momento, já parecia mais longa que o comum. Embora, pela primeira vez, tínhamos um caso emocionalmente mais denso, em que, de um lado, estava o passado de Holmes e, de outro, a dúvida se Capitão era culpado ou não, as coisas se desenrolavam (sono)lentamente nesse episódio. E não era fim de história.

Nesse meio tempo, outro assassinato que seguia os mesmos padrões – pessoas amarradas a um travesseiro e um sapato de grife perdido – aconteceu e, dessa vez, havia uma terceira vítima, não só o casal. O Capitão conta que o assassino atirou no elemento a alguns metros de distância, já que não contava com a presença da terceira vítima ali.

Holmes volta para a delegacia e invade a sala de interrogatório – só para não perder o costume – e acerta uma laranja no rosto do novo suspeito. Sim, ele agrediu o acusado com uma fruta. Nesse momento, até precisei pausar o vídeo para rir. Em seguida, ele simplesmente concluiu: o jovem é inocente. Nada que deixasse o homem mais calmo, indignado com a agressão sofrida. O acusado era cego de um dos olhos, por isso o suco derramado no chão e objetos sempre posicionados à esquerda de seu apartamento. Assim sendo, ele jamais atiraria em alguém que estivesse a metros de distância.

Nos últimos sete minutos do capítulo, os roteiristas precisavam desenrolar a história, algo que não tinham feito até ali. O homem que o Capitão colocou na cadeia, o primeiro acusado, entrou na prisão analfabeto e, agora, citava escritores famosos em suas entrevistas. Ele aprendeu a ler durante o trabalho voluntário na livraria da cadeia. Quem trabalhava lá? O filho da amante dele… Que, obviamente, era filho dele também. O rapaz havia descoberto a verdade ao ler o diário da mãe – originalzzZZz -, tinha cometido os novos assassinatos e plantado a arma no apartamento do rapaz-cego-de-um-olho para incriminá-lo e tirar o pai de trás das grades.

A caneca? Sim, foi plantada, mas não pelo Capitão. A parceria de trabalho dele na época havia feito isso. Integridade reafirmada ao simpático policial grisalho.

Watson também entregou as cartas de Irene para Holmes e disse que não as leu, embora sentisse vontade. O detetive triturou os bilhetes num liquidificador – nesse momento, pensei que ele iria colocar fogo nos envelopes. Mas isso seria normal demais para Sherlock.

Depois, no final, sem que Watson esperasse – e nem a gente, enquanto espectador -, ele revela: Irene morreu e ele não conseguiu lidar com isso. Se ele vai continuar a contar essa história nos próximos episódios, é impossível saber. Holmes só faz confissões quando tem vontade – o que é quase nunca.

Moral da história

One Way to Get Off explorou mais os personagens principais da história e nos fez, inclusive, duvidar deles. O que é sempre interessante. Não gosto de comparar Elementary com a série britânica Sherlock, mas é inegável que os casos apresentados na história da BBC são mais complexos e inteligentes. Só que, pela primeira vez, me senti totalmente no escuro em Elementary, não conseguia, sequer, eleger meu suspeito principal diante do novo crime. Ainda assim, o episódio foi o mais “chatinho” até agora, sem ritmo. Se não fosse a confissão final do detetive, de que a ex-namorada estava morta, teria achado perda de tempo. Afinal, todo mundo é um pouco Sherlock Holmes: quer ação, um bom assassinato, cheio de códigos para decifrar enquanto degusta uma doce xícara de café. Não foi dessa vez, mas tem alguma coisa no carisma do personagem de Lee Miller que me convida para o próximo capítulo! Você vem comigo?

p.s.¹: boa notícia para quem gosta de Elementary, a série ganhou dois episódios a mais!

p.s.²: todo mundo sabe que o Dr. House é levemente inspirado em Sherlock Holmes. E se House tinha MMMbop, do Hanson, como ringtone do celular (assim como o meu! opss), Holmes escolheu a trilha sonora do filme Psicose para anunciar suas chamadas telefônicas. Apropriado, meu caro leitor!

Destaques na TV – Segunda, 19/11

Data/Hora 19/11/2012, 09:43. Autor
Categorias TV Brasil

thumb image

Antes tarde do que nunca. Estreou no domingo no canal Comedy Central, a comédia Retired at 35. A série gira em torno de um executivo que decide desistir de trabalhar e morar com os país em um condomínio para aposentados. A série já tem duas temporadas e tem no elenco George Segal e Jessica Walter. Pra quem quer conferir, o programa tem reprises hoje, às 11h e às 15h. Também no turno diurno, na Sony, 10h30 e 17h30, vai ao ar o segundo episódio de Man Up!

Desta vez não foi preciso esperar tanto: o décimo ano de NCIS estreia às 21h no AXN, mostrando o que aconteceu após a explosão da bomba ba agência (e também se Ducky sobreviveu ao ataque cardíaco) e a hora da vingança – Gibbs na caça de Harper Dearing (Richard Schiff), o mandante do atentado terrorista. Logo após, às 22h, vai ao ar o episódio 2×04 de Criminal Minds. Clique aqui para continuar a leitura »

NBC apresenta o dia de Ação de Graças de ‘Go On’ e ‘The New Normal’

Data/Hora 19/11/2012, 09:21. Autor
Categorias Notícias

thumb image

O assunto da semana não vai ser outro. O Dia de Ação de Graças, comemorada na próxima quinta-feira, 22 de novembro, nos Estados Unidos, vai parar as séries de TV – literalmente, já que quase todas elas não serão exibidas nesse dia. O motivo é simples: o feriado é um dos mais importantes no hemisfério norte e significa tanto para eles quanto o Natal significa para os brasileiros.

NOTÍCIAS | Lauren Graham participa de ‘Go On’

Por isso, a NBC liberou a prévia de suas duas comédias mais populares em episódio de comemoração à data. Enquanto Go On, estrelada por Matthew Perry, traz Lauren Graham (Parenthood, Gilmore Girls) para as telas, em The New Normal, é a reunião familiar nenhum pouco convencional que vai garantir o riso.

E aí, aceita o convite para sentar à mesa com os personagens? Ambas as séries vai ao ar terça-feira, 20, nos Estados Unidos.

Com informações do Spoiler TV.

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »