Mais suspense: ‘Cult’ tem novo pôster divulgado

Data/Hora 04/02/2013, 13:43. Autor
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Com a data de estreia se aproximando, a produção de Cult vai chamando a atenção da sua futura audiência com o lançamento contínuo de novos pôsteres.

Após o lançamento do primeiro vídeo da abertura da série e da exibição do pôster, no qual o rosto de Robert Knepper (Prision Break), o vilão da história, é rodeado por mãos diferentes que fazem alusão aos espectadores e, consequentemente, seus seguidores, agora é a vez de Alona Tal (Supernatural).

Confira o pôster abaixo:

O pôster repete a frase “Seeing is deceiving”, ou em português “Ver é enganar-se”, que já foi inclusa nos demais pôsteres divulgados, e ilustra as primeiras ideias que correspondem ao enredo da série.

Na história, Skye (Jessica Lucas) trabalha como assistente de produção da série Cult. Nesta, a detetive Kelly Collins (Alona Tal) enfrenta Billy Grimm (Robert Knepper), o qual é um líder de uma seita oculta. Após o sucesso da série, vários desaparecimentos e assassinatos passam a acontecer na região. E, tendo em vista a semelhança entre os fatos que se assemelham com a ficção, Skye e Jeff (Matt Davis) passam a investigar o que tem acontecido, e, ainda mais depois do sumiço do irmão de Jeff.

Com informações do SpoilerTV.

Hart of Dixie – Lovesick Blues

Data/Hora 04/02/2013, 13:30. Autor
Categorias Reviews

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A gripe sempre chega quando menos precisamos.

Claro que ninguém precisa ficar gripado, mas convenhamos que sempre é uma boa ideia ficar ‘gripado’ para faltar naquele dia de trabalho em que está chovendo, ou que você está com vontade de conhecer um novo parque em Sampa ou até mesmo quando você está com preguiça de levantar da cama mesmo.

A lição do dia para Zoe Hart e Wadelicious é: você até não precisa fazer tudo junto com seu namorado, mas é essencial aparecer quando há uma ameaça. No caso, a ex louca de Wade. É claro que seria uma péssima ideia dormir no sofá da safada, porque é claro que ela iria querer um pedaço dele. Porém, Zoe tem problemas e realmente nunca deve ter namorado e nem assistido a filmes românticos para conseguir se livrar e resolver uma situação como essa.

Eles estão constantemente aprendendo um com o outro e crescendo. Zoe é tão bobinha que nem consegue entender o óbvio, mas ver os dois juntos está muito bom. Era algo que precisava que acontecesse desde sempre e finalmente está valendo a pena ter aguentando a maçante primeira temporada.

Alguém que realmente não sabe como lidar com qualquer tipo de situação quando envolve outro macho é Lemon. A tadinha achava que o boy dela queria terminar com ela, sendo que estava óbvio, pelo nome (jantar), que ele queria dar comidinha para a amada. Simplesmente impagável ela perguntando certas coisas desnecessárias para Annabeth sobre o tal 50 Shades of Grey, mesmo que esteja claro que ela não conseguiria encenar mais da metade do que acontece nesse livro.

A obviedade continuou durante todo o episódio, por causa da tal sofrida gripe e Annabeth e Lavon juntos novamente. Não havia dúvidas de que os dois eventualmente ficariam juntos novamente, digo, profissionalmente falando. Não esperava que acontecesse tão rápido algo entre eles, e com certeza Lemon terá um ataque de pelanca depois de descobrir que sua melhor amiga está saindo com seu chocolate preferido.

Será uma daquelas situações em que você percebe que quer muito alguém quando essa pessoa está com outro. É sempre a mesma ladainha e sempre alguém sai perdendo. Annabeth, infelizmente, não terá chances quando Lemon decidir revelar seus sentimentos por Lavon. É a lei da natureza agindo em favor de Lemon. Ou seja, aqueles mais aptos sempre se sobressaem.

White Collar – Brass Tacks

Data/Hora 04/02/2013, 13:25. Autor
Categorias Reviews

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Como animar a audiência de White Collar após um retorno tão morto quanto foi Family Business? Dando espaço para Mozzie, claro. Uma das melhores coisas que a série da USA trouxe ao mundo foi o personagem interpretado por Willie Garson. A ligação telefônica dele que foi acidentalmente atendida pelo senador Pratt foi o melhor momento do episódio. Outra estratégia que sempre funciona em White Collar é colocar Mozzie para trabalhar em dupla com Diana ou Jones, nesse caso sobrou para o “Quantico” e rendeu ótimas risadas para os fãs da série.

TeleSéries também é conhecimento: Para quem não entendeu a piada do Mozzie, Quantico é uma cidade localizada no Estado de Virginia, Condado de Prince William, Estados Unidos. Em 2006 a cidade tinha apenas 625 habitantes, ela sedia a base e centro de treinamento do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (US Marine Corps), é totalmente cercada pelo rio Potomac e também abriga as academias do FBI e DEA.

Mas nem tudo é Mozzie em White Collar. Pelo contrário, Neal Caffrey segue o centro das atenções, mas Neal anda muito emocional na quarta temporada da série. Aquele Caffrey genioso que conhecemos vem sendo afetado pelas lágrimas do menino que teve a família quebrada por um homem poderoso.

Brass Tacks não poupa tempo e na primeira cena Peter chega com o nome do provável culpado por toda essa bagunça na vida de Neal: o senador Terrence Pratt. Foi ele quem ordenou a transferência de Dennis Flynn Jr. e assim também é o provável responsável pelo assassinato da única testemunha que poderia denunciar quem está por trás de todo esse ninho de crimes. Pratt é ex-policial e foi capitão da polícia na época de Ellen e de James Bennett. O vilão é interpretado por Titus Welliver, que já tem familiaridade com esse tipo de personagem e conta com memoráveis participações em Lost, The Good Wife, Grimm e CSI, entre muitos outros seriados e filmes.

O que engrandeceu Brass Tacks, em comparação com episódios como Family Business, é o tempo utilizado para se trabalhar com o caso. Neal e Peter passam boa parte do episódio seguindo todos os passos de Pratt, enquanto isso Mozzie e Jones (o estagiário) vão encontrar com um especialista em moedas “O Chaveiro Mestre”, um personagem pra lá de estranho que pareceu ser tirado do filme Goonies. Mas nada supera Mozzie falando com Pratt e pedindo atenção para o grupo ativista “Pessoas Antenadas a Objetos Próximos a Terra”. Em alguns momentos, e devido a algumas referências a histórias infantis e filmes, esse episódio de White Collar pareceu ser tirado de um livro de lendas americanas.

Longe de ser a Alice seguindo o coelho branco, Peter, Neal e Diana na sua perseguição a Pratt conseguem conectá-lo a uma fraude imobiliária que rende milhões. No entanto, apesar de conseguirem prender o responsável pela construtora, Cole Edwards, Peter acabou no hospital. Pratt, como retaliação por ter sido investigado, fez com que o chefe do FBI Reese Hughes (interpretado pelo ótimo James Rebhorn), fosse forçado a se aposentar antecipadamente.

Apesar da quarta temporada estar mais fraca que as três primeiras, White Collar conseguiu construir uma trama que pode gerar um ótimo fechamento para a temporada. Apesar de Neal tentar proteger Peter, Burke não vai querer ficar de fora dessa briga com Pratt. Para Peter, fazer Pratt pagar por todos os crimes que cometeu também é pessoal, como ele mesmo disse: “eu acredito nesse sistema, e se alguém o está poluindo é nosso trabalho acertar as coisas”.

Enquanto Peter não descobre o verdadeiro motivo que fez Neal mentir pra ele o próximo episódio promete uma caçada ao tesouro. A chave de Ellen indica um local na cidade, e agora Neal & Mozzie e Peter & Jones vão partir cada dupla para uma busca em separado. A edição de imagens no final do episódio mostrando as duas duplas descobrindo o real significado da chave foi ótima e agora eles só devem cruzar seu caminho no episódio da semana que vem. Até lá collars!

Destaques na TV – Segunda, 4/2

Data/Hora 04/02/2013, 10:04. Autor
Categorias TV Brasil

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Chegamos ao fim de janeiro, mas tem canal ainda que está escondendo o jogo, digo, a programação. Confira os nossos destaques para segunda-feira.

No Universal Channel, 22h, vai ao ar o episódio 1×09 de Beauty and the Beast. No episódio, Cat (Kristin Kreuk) se envolve com os preparativos do casamento do pai e Vincent (Jay Ryan) tenta controlar seu lado animal para participar do evento. Rachel Skarsten (Birds of Prey, Flashpoint) e Rena Sofer (Just Shoot Me, Blind Justice) participam. Grimm segue com reprises (23h, episódio 2×06).

Na HBO, 21h, terceiro episódio de Political Animals. Às 22h, episódio 3×03 de The Big C. E às 22h30, o episódio 2×03 de Enlightened. Nos canais MaxPrime e Cinemax, às 21h, vai ao ar o terceiro episódio de Hunted.

Na Warner, 21h30, vai ao ar o episódio 2×11 de 2 Broke Girls, seguido, às 22h, por Arrow (episódio 1×11).

Na Sony, 10h30 e 17h30, vai ao ar o episódio 1×11 de Man Up!. No horário nobre, o canal segue judiando o telespectador com reprises de CSI (21h), Grey’s Anatomy (22h) e Private Practice (23h). O AXN também segue reprisando NCIS (às 21h) e Criminal Minds (às 22h).

E até amanhã!

Glee — Naked

Data/Hora 03/02/2013, 23:20. Autor
Categorias Reviews

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Terminei a review da semana passada desejando um episódio menos sem noção nessa semana. Logo depois li a sinopse de Naked, e já logo de cara torci o nariz. O assunto me parecia mais uma vez forçado e sem contexto. Comecei a ver o episódio e me surpreendi que já havia assistido mais de 16 minutos e não tinha ficado muito nervosa ou irritada com nada. O episódio dessa semana apresentou grande melhora, não há como negar. Mas também não há como negar que Glee já não é mais a mesma.

Li nos comentários da última review vocês dizendo que concordam comigo quando digo que a série está sem rumo. Li também que desde a terceira temporada a série tem apresentado um desempenho cada vez menor e pior. Concordo. Porém, acho que no episódio dessa semana uma coisa que me chamou muito a atenção foi o entrosamento do elenco. Não que esse elenco tenha a mesma química do que o antigo, mas percebi uma grande diferença.

Não sei se gostei do episódio porque Kitty pouco apareceu e porque Quinn e Santana marcaram presença com sua grande bitchness e carisma. E, ah, como senti falta dessas duas! A participação das duas só não foi melhor porque infelizmente não rolou uma performance da Unholy Trinity. E porque nenhuma delas bateu na cara da Rachel. Combinemos, ela mereceu. Odiei o jeito como ela tratou o Kurt, e odiei o fato de ela cogitar o fato de fazer uma cena nua. Nós sabemos que Rachel adora a fama e a atenção, mas até pra ela eu acho isso um pouco demais.

PS: Kurt fez uma participação mínima no episódio, mas disse tudo o que eu gostaria de ter dito para a Rachel.

Quinn e Santana conseguem finalmente tirar essa ideia da Rachel na cabeça. E no final dessa história de NY, percebemos que existe uma possibilidade da nossa querida Santana ir morar em na cidade, porque, segundo ela, ela tem mais seu “ritmo”. Por favor, Ryan Murphy, coloque Santana, Rachel e Quinn morando na mesma casa. Nunca vai acontecer, eu sei. Mas eu posso sonhar.

No Mckinley, depois de resolvido o mistério e a denúncia contra os Warbles, o ND está de volta na competição. Agora eles tem sua sala de volta, e Finn tem que recuperar o ritmo com eles e se esforçar para pensarem em um número. O problema é o dinheiro da viagem. Os garotos do Glee Club sempre tiveram ideias criativas para esse problema, e dessa vez não foi diferente. Tina teve a brilhante ideia de tirar a roupa dos garotos da ND e faze-los tirar foto para um calendário. Bless you, Tina.

Tudo bem até ai. Mas Sam, depois de sofrer um grande baque ao receber a notícia que teve a pior nota da escola e que suas chances de entrar na faculdade pareciam mínimas, resolveu se dedicar inteiramente ao seu corpo, ficando meio obcecado. Blaine entrou em ação e conversou com sua crush, que percebeu que tinha maiores chances do que pensava.

Artie não gostou muito da ideia de tirar a roupa, provando que essa ideia de vergonha e insegurança em relação ao próprio corpo não é coisa só de garota. Sam colocou em prática o espírito bonito que Glee tem, e mostrou pro amigo que se ele não quisesse tirar a roupa não tinha problema. Que juntos, eles iam fazer um calendário sexy, mas sem ninguém ficar envergonhado.

Ainda nos corredores do Mckinley, um drama fofo acontecia. Jake e Marley estão totalmente apaixonados um pelo outro. E eu estou apaixonada pelos dois. Não tem como não gostar da carinha deles, tem? Marley teve medo de dizer “aquilo” e Jake também. Mas nada para um casal apaixonado, e eles acharam um jeito criativo e bonito de dizer “aquilo” um para o outro. Jacob Artist me chamou muito a atenção desde o começo da quarta temporada, e nesse episódio ele realmente me surpreendeu. Sua performance de Let Me Love You realmente me arrepiou.

PS: Fondue for Two foi o máximo! Marley é uma fangirl!
PS2: Só eu senti um clima entre a Tina e o Ryder em This Is the New Year ?

Como disse, um episódio bom. Não o melhor de Glee, mas bom. Fico pasma com a capacidade de Ryan Murphy de fazer um episódio péssimo, e no seguinte, fazer um bom. Mas confesso que o episódio dessa semana me fez lembrar o porque assisto Glee. Eu assisto Glee por causa do Artie. Do Artie e de sua insegurança. Do Sam e sua força de vontade. Da Sue e seu jeito malvado de ser. De Emma e seus folhetos. Da Rachel e suas caras e bocas quando canta. Assisto Glee até por causa do Ryan Murphy, porque nunca se sabe o que esperar dele. Mas, por favor, Ryan, me surpreenda somente de jeitos bons.

Achei que a aparição da Old Rachel foi muito bem colocada e arranjada.

Setlist do episódio:

Torn (Rachel)
Centerfold/Hot In Herre (New Directions Boys)
A Thousand Years (Marley e Jake)
Let Me Love You (Until You Learn To Love Yourself) (Jake)
Love Song (Rachel, Santana e Quinn)
This Is the New Year (New Directions)

[SUPER BOWL] Confira as promos que marcaram os intervalos dos jogos

Data/Hora 03/02/2013, 22:58. Autor
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Todos os anos, o Super Bowl faz os EUA literalmente pararem. Os índices de audiência da televisão americana atingem picos estratosféricos e verdadeiras MEGA produções são feitas para o intervalo da partida. A publicidade explora ao máximo e não poupa quando o assunto é dinheiro. Trinta segundos no intervalo de jogo podem chegar a marca de três milhões de dólares.

Com este show à parte, o evento atrai até pessoas que não gostam tanto assim de futebol americano. Os vídeos promocionais das séries são um verdadeiro motivo para os fãs de carteirinha aguardarem ansiosos em seus sofás os segundos que serão exibidos, mesmo que curtos, eles costumam ser especiais, divertidos ou no mínimo incomuns.

O TeleSéries montou uma lista de algumas séries que tiveram suas promos transmitidas em intervalos do campeonato. Você pode não estar em uma cadeira de estádio, mas ajeite-se na poltrona pois o show do intervalo vai começar!

South Park – A sitcom americana destinada para o público adulto, onde trata com humor negro, cruel e satírico uma história de quatro crianças e suas aventuras na cidade-título, teve sua promo exibida em 6 de fevereiro de 2011.

 

Glee – O musical comédia-drama da Fox que tem como trama central o coral da escola e como seus membros lidam com situações adversas, teve um vídeo promocional exibido no intervalo do campeonato de também 2011.

 

Smash – No Super Bowl de 5 de fevereiro de 2012, transmitido pela NBC, a emissora não perdeu tempo em divulgar sua série que iria ao ar logo no dia seguinte. Smash gira em torno de um grupo de atores que se juntam para produzir um musical da Broadway inspirado em Marilyn Monroe.

 

The Big Bang Theory – A série mais querida pelos nerds de plantão também já marcou presença na final do futebol americano. Sheldon Cooper literalmente saltou na tela, faltou apenas o seu tradicional “bazinga!”. A comédia teve sua promo exibida no intervalo de 7 de fevereiro de 2010.

 

House – A hoje extinta série médica e seu peculiar protagonista não fugiram das suas características nem mesmo na noite do futebol americano –  House, mesmo em pouco tempo,  não perdeu a chance de exibir seu clássico sarcasmo. O comercial foi exibido no intervalo de fevereiro de 2011.

 

The Walking Dead – E na noite de hoje (dia 03/02), na final entre Baltimore Ravens e San Francisco 49ers será exibido o vídeo promocional da série apocalíptica de maior sucesso do momento. Caso você não queira esperar até a hora do jogo, confira a promo da série aqui!

 

2 Broken Girls  – Tivemos que atualizar esse post só para não deixar de fora a gostosura que foi o vídeo promocional da série de Max e Caroline! Um dos maiores sucessos da CBS! Vale muito apena dar um ‘play’.

 

 

 

E se você fosse um dos telespectadores da partida, qual série queria que fosse transmitida no intervalo do jogo? Deixe sua opinião nos comentários!

 

Colaboração de Ana Botelho e João Paulo Freitas.

Bones – The Twist in the Plot

Data/Hora 03/02/2013, 21:07. Autor
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É no minimo estranho dizer que o tema principal desse episódio foi a morte. É engraçado também imaginar como tal tema afeta tanto as pessoas, mesmo quem lida com cadáveres todos os dias. Afeta principalmente a mente dos fãs, que tremem só de pensar que um dos queridos personagens da série possa um dia atravessar a tênue linha da vida.

Já não basta o pobre Vincent (que descanse em paz) ter nos deixado tão prematuramente, agradecemos todos os dias pelo Hart Hanson não ser a Shonda Rhymes. Mas aí me pego perguntando, qual seria a virada no enredo ou o “twist in the plot” proposta para essa temporada? De certo, esse episódio não existiria se não fosse importante a tal discussão.

Antes de dar qualquer outra palavra, gostaria de pedir desculpas pelo atraso, fiquei doente e quase tive meu corpo mandado pro Jeffersonian. Já que estamos falando disso, quando eu morrer, por favor me enterrem no quintal do Boreanaz. É de lá que nasce a vida para mim.

Eu sei, ainda estou um pouco dramática devido minha enfermidade.  Vamos lá!

Altos

Os melhores momentos desse episódio ficam por conta dos casais da série. Sweets e Daisy e Bones e Booth. Vou começar com o casal menos popular entre os fãs, e dizer o que eu gostei deles nessa história.

Para a minha surpresa, adorei a Daisy. Nunca gostei dela, mas descobri que por trás daquela irritante persona, há uma doutora inteligente e bacana. Adorei mais ainda como a Carla interpretou o que deveria ser uma caricatura. Nada ficou exagerado, o que é um ponto muito bom para a atriz. Daisy imitando Brennan em sua racionalidade sobre coisas do coração, deu apenas a jovem cientista a dor de saber como é esconder seus sentimentos e não ser ela mesma.

Adorei quando ela disse “I don’t know what that means”, foi bem natural, e me fez dar uma risada simpatizante. Adorei mais ainda a cena final dela com a Cam. Aliás, a Cam é a rainha dos conselhos super bacanas. Ela é o centro que une todo mundo naquele laboratório de gente doida.

Gostei também de ver que o pós-namoro entre a doutora e o psicólogo está tomando algum rumo, nem que essa rumo seja o final de tudo. Acho que daí, Sweets tira sua grande lição: está na hora de crescer e assumir os seus atos e escolhas – e quem sabe sair de vez da casa de B&B!

Falando em Bones e Booth, o cérebro e o coração não foram outra coisa do que eles mesmos. A cientista com seu testamento de 312 páginas e eles com notinhas em post its para marcar seus últimos desejos. Tão eles, tão Bones.

Sem contar das inúmeras menções ao assunto mais incomodo entre os dois: sexo. Ah, sim, nem me fala. Isso é Bones, a série mais puritana da televisão mundial.  Mas crítica a parte, sempre dou risada ao ver ela tão liberal sobre o assunto, e ele carregando a eterna culpa católica do prazer só por prazer. Isso me lembrou bastante as primeiras temporadas da série.

Sem contar o momento final maravilhoso. Bom, mas isso fica para o final desta resenha.

Baixos

Há um tempo eu já não consigo mais me empolgar com os casos. Tirando os muito bons, o que resta é um marasmo só.

Já me peguei pensando nisso várias vezes. Há uma pesquisa que diz que a maioria dos assassinatos do mundo são por motivos banais. Não seria diferente na série. É claro, nem sempre o FBI se depara com mirabolantes planos de psicopatas sedentos de vingança, certo? E por que, mesmo assim, não consigo me convencer de que os casos são de certa importância para a história.

Olho para trás, e tento resgatar casos como o diplomata muçulmano que explodiu no centro da cidade, do menino asiático que morreu por acidente e foi confundido com um bebê sequestrado, das gêmeas-siamesas estrelas do circo, sei que é criatividade demais, são 155 casos até o momento, mas ainda considero as mortes como parte vital do seriado.

Certo que as mortes não são o motivo principal para eu assistir Bones. Nem ouso a dizer isso. Mas nesse caso, tive que rever o episódio várias vezes para prestar atenção nos assassinatos. E nesse exato momento, não dou a mínima para quem morreu e quem matou.

Outra coisa que não tolero, são os minutos desperdiçados na abertura da série. Se não for muito importante, ou relevante para o caso, deveria ser cortados. Isso significa menos tempo para explorar Bones e Booth.

The Twist in the Plot

Entre um caso ruim e a super cena do Booth no final do episódio, temo que devo colocá-lo na lista dos mais memoráveis da série. Ao menos será lembrado como aquele episódio no qual o Booth declarou o seu amor pela filha e pela parceiro, e o modo como a Brennan o olhava com tamanha doçura.

Será o episódio no qual Bones admitiu para Booth que apesar de seus esforços, ela sabe que ele provocou uma grande mudança em seu comportamento. Será também o episódio que ela demonstra seu carinho pelo agente, mudando seu testamento e a natureza de seu funeral, para que os dois pudessem passar os últimos momentos juntos.

Será apenas o episódio que Booth pede para Christine ajudar a mãe a ser feliz, “porque se ela estiver sozinha, ela irá se esquecer”. Será outro episódio no qual iremos dizer: “subestimamos tanto o Boreanaz”.

Mas além de tudo, será o episódio para lembrar, estávamos certos em não desistir. Parabéns pela super audiência! Vida longa a oitava temporada!

Para quem não viu a beleza da fala do Booth para a Chris ou para quem já viu que quer ver novamente, recomendo esse vídeo aqui! Um dos mais belos que assisti.

Até amanhã, pessoal! Mal posso esperar!

[SUPER BOWL] Salvem as líderes de torcida da TV

Data/Hora 03/02/2013, 19:26. Autor
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O que é possível encontrar em um jogo de futebol americano? Você pode se lembrar da bola ovalada, do extenso campo com as duas traves invertidas e dos grandes jogadores com equipamentos tão imensos quanto eles. Mas, de fato, o que faz o jogo ser animado do jeito que ele é? Coloque um pouco de purpurina, saias curtas e pompons. Isso mesmo! As cheerleaders, mais conhecidas como líderes de torcida aqui no Brasil, são um dos principais elementos dos jogos.

Elas são magras, altas, dançam e fazem acrobacias para animar a torcida. As danças são organizadas com elementos de ginástica e músicas geralmente agitadas, fazendo com que jogadores e torcedores encontrem mais energia para seguir os jogos.

O super time  do TeleSéries fez uma lista bem especial para relembrar as histórias mais engraçadas de cada uma delas.

Lyla Garrity — Friday Night Lights

Lyla Garrity (Minka Kelly) era inteligente, bonita e totalmente apaixonada por seu noivo, Jason Street (Scott Porter), capitão do time local Phanthers. Típica garota do interior, Lyla era também muito devota a religião, mas isso não a impediu de se aventurar com o melhor amigo de seu noivo, depois que esse sofre uma acidente e perde o movimento das pernas. Minka Kelly deu vida a personagem, e para se preparar, a atriz treinou com um dos times mais populares do Texas, a equipe do Pflugerville High School. Lyla esteve na série até o final da terceira temporada, quando ele se forma.

Rachel Green — Friends

Passou despercebido por alguns, mas Rachel Green (Jennifer Aniston), uma das personagens mais queridas do mundo dos seriados, também foi uma Cheerleader. Em The One With The Fake Party – o décimo sexto episódio da quarta temporada – Rachel volta ao tempo de escola, época em que era uma popular líder de torcida. Para conquistar Joshua, ela veste-se novamente com o antigo uniforme e protagoniza uma performance que, se não é capaz de conquistar o coração do moço, pelo menos, nos proporciona muitas risadas. Pior pra Rachel, coitadinha, que em um momento desastrado da performance cai e acaba cortando a boca, sem contar nos momentos seguintes em que tenta tirar o sutiã e fica presa nele. Se como líder de torcida, Rachel não é um sucesso nem muito menos unanimidade dá pra dizer que essas cenas vão fácil pra lista dos momentos mais engraçados de Friends.

Claire Bennet — Heroes

Claire Bennet (Hayden Panettiere) tinha tudo pra ser uma perfeita líder de torcida: Era popular, bonita e morava na cidade de Odessa, no estado do Texas, feliz com sua família adotiva. A única coisa que diferenciava Claire das outras torcedoras (além de sua notável simpatia) era sua capacidade de rápida regeneração celular, o que a permite se recuperar de praticamente qualquer ferimento. A protagonista da série Heroes tentava viver sua vida do modo mais normal possível, tentando, na maioria das vezes em vão, ignorar suas habilidades mutantes. Porém, temos que concordar que sobreviver depois de cair e quebrar o pescoço em um ângulo de 180º é uma habilidade que todas as cheerleaders gostariam de ter. Além de tudo isso, Claire tinha um papel importante para o planeta, segundo constava, ela era a chave para a salvação dos humanos. Sem dúvida, uma líder de torcida nunca foi tão vital como essa loirinha.

Cheerios — Glee

Um dos grupos de maior sucesso no McKinley High School é o das líderes de torcida. As cheerios, comandadas pela implacável Sue Sylvester (Jane Lynch), são lindas, populares e acima de tudo, vitoriosas. Não é para qualquer um conquistar seis campeonatos regionais e nacionais consecutivamente e, como se não bastasse todo esse êxito, ainda ficar em terceiro lugar no Campeonato Internacional realizado na Coréia do Norte. Sem medir esforços para vencer, vale tomar laxante e fazer Brittany (Heather Morris) virar a bala humana de um foguete. Embora Sue seja sem escrúpulos, vale ressaltar que o uniforme de cheerio é quase como uma segunda pele para suas integrantes, o que fica claro em cenas emocionantes como a que Quinn (Dianna Agron) entrega seu uniforme. Esse grupo que reluz a ouro tem entre suas integrantes a Unholy Trinity de Glee – Quinn Fabray (capitã), Santana Lopez (co-capitã, interpretada por Naya Rivera) e Brittany S. Pierce. Com a formatura das veteranas Brittany acaba assumindo posição de liderança no clube, que recebe Kitty (Becca Tobin) para tentar fazer as vezes de Quinn (sem sucesso, cabe ressaltar). O que não resta dúvidas é que tanto esforço é recompensado: por onde passam causam a inveja e admiração das meninas e o suspiro dos meninos.

Lana Lang — Smallville

Mesmo que por pouco tempo, a queridinha Lana Lang (Kristen Kreuk) foi líder de torcida em seu primeiro ano no ensino médio. Lana, sempre popular, óbvio, namorava o quarterback do time de futebol americano da cidade de Smallville. Depois do fim da temporada de jogos, Lana decidiu sair do grupo das líderes de torcida e descobrir-se. Apesar de carregar os esteriótipo de uma torcedora, Lana derrubou os preconceitos e tornou-se uma exemplar empreendedora. Ela abriu o famoso Talon, café local, e administrou muito bem a herança de sua família. Dizem até que se tornou super-herói ao final da série, além de incentivar e muito a transformação de Clark Kent (Tom Welling) no conhecido Super-Homem. Isso sim que é uma cheerleader feita de aço. Go Crows!

Buffy Summers e Cordelia Chase — Buffy – The Vampire Slayers

Cordelia (Charisma Carpenter) era uma típica líder de torcida. Bonita, popular e tão apaixonada por si mesma que era capaz de compor músicas motivacionais para ações diárias onde ela seria a protagonista. Assim era a capitã das cheerleaders dos Razorblades, time de esportes da Escola Secundário de Sunnydale. Bem habilidosa com os pom-poms, Cordy tinha apenas um ponto fraco: Buffy Summers (Sarah Michelle Gellar), a loirinha novata que chegou para “arruinar” a vida da morena. Elas eram tão diferentes que nem deveriam estar no mesmo time. Mas Buffy era boa nas acobracias, e com seu movimentos rápidos, porém desajeitados, conseguiu um espaço no time de torcedoras local. Claro que isso foi por pouco tempo, já que o foco da loira era mesmo caçar vampiros. Além disso, Buffy era a rainha da impopularidade, vivia na biblioteca e ainda tinha uma quedinha pelo bad boy vampiro-gato Angel (David Boreanaz). Quem diria que um dia as duas torceriam pelos mesmos jogadores, não é?

Jackie  Burkhart- That 70’s Show

Quase ninguém deve lembrar disso, mas Jackie (Mila Kunis) também foi uma líder de torcida. Certo que ela era bem mais conhecida como a namoradinha iritante de Kelso (Aston Kutcher), mas talvez por ser pequeninha e extremamente alardante, a personagem tinha como destino certo as mini-saias e pom-poms. Quem assistiu a série, sabe como Jackie era muito competitiva, sendo assim, nada mais justo do que ela ser uma capitã. O esteriótipo serviu certinho desta vez. Go Jackie!


Hellcats — Hellcats

Hellcats foi uma série produzida pela The CW e baseada em uma série de livros escritos por Kate Torkovnick. Na produção, Marti Perkins (Alyson Michalka) é uma humilde estudante de direito que perde sua bolsa de estudos, e para conseguir uma nova, se vê tendo que se juntar à equipe de líderes de torcida de sua faculdade, que Marti odeia. Além de todo esse drama, a série se foca também no tratamento e na pressão que os estudantes (tanto os do grupo de cheerleader quanto os do time de futebol) sofrem por estar em competições o tempo todo e ainda ter que se focar em seus respectivos cursos na faculdade. Além de Alyson Michalka, a série tinha no elenco também a atriz Ashley Tisdale. Hellcats foi o primeiro grande papel de destaque a atriz teve depois da série de filmes produzidas pela Disney, High School Musical. A série teve somente uma temporada e foi cancelada depois de 22 episódios e baixos índices de audiência.

Menção honrosa

Brooke, Peyton, Hayley e Rachel – One Tree Hill

Não haverá um grupo de líderes de torcida como este novamente. As meninas do Ravens, time da escola de Tree Hill, são tão expressivas que roubaram as cenas em muitos momentos da série. Peyton, a torcedora roqueira, meio depressiva, nada se parecia com as colegas. Brooke (Sophia Bush), a popular com um coração de ouro, Hayley (Bethany Joy Galeotti), a tímida tutora esposa de um dos principais jogadores de basquete do colégio e Rachel (Danneel Harris), a ex-gordinha e agora poderosa, má que só ela, amiga de ninguém. As meninas do Ravens entram neste especial com uma menção honrosa, já que o time que elas incentivavam era o de basquete, e não o de futebol. Mas isso é só um detalhe, pois não há como falar em líderes de torcida e não lembrar dessas garotas. Uma das melhores cenas da série envolveu justamente um campeonato destas esportistas, quando no final, desistindo da competição, elas optaram apenas por celebrar a amizade. Dando um dos maiores shows de companheirismo já vistos no seriado. Go Ravens!

Colaboração de Júlia Berringer, Cinthia Quadrado, Gabriela Assmann e Maria Clara Lima.

[SUPER BOWL] – Episódios inesquecíveis do pós-jogo

Data/Hora 03/02/2013, 18:19. Autor
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Quando uma série ou um programa de TV é escolhido para ser transmitido após a final do campeonato de futebol americano, pode ter certeza de duas coisas:  o episódio será muito bom e a audiência será fantástica.

Isso porque o Super Bowl, como é conhecida a partida, atrai a atenção de boa parte dos telespectadores do país, sendo uma ótima oportunidade para as emissoras promoverem a sua programação.

A cada ano, um canal americano é escolhido para transmitir o jogo, e aí começam as apostas para ver qual será a escolha da vez. Esse ano, Elementary poderá cair nas graças dos americanos, e provar que a CBS estava certa sobre a série.

Fizemos uma lista com alguns dos episódios mais bacanas que foram ao ar nesse dia tão importante. Talvez você nem saiba disso, mas mesmo assim, eles são inesquecíveis.

Se você lembrar de mais algum, conta para a gente! Agora, prontos? Vamos, lá!

ESPECIAL | O Super Bowl como lead in: o efeito na audiência dos seriados 

Série: Friends
Episódio: The After The Super Bowl (I e II)
Data de Exibição: 28/01/1996
Audiência: 52.9 milhões

Não só atraiu uma das maiores audiências da TV americana, mas como é um dos mais memoráveis episódios de Friends. Aliás, The One After the Super Bowl  foi um episódio duplo, com direito a participação para lá de especial de astros como Brooke Shields, Chris Isaak, Julia Roberts, Jean-Claude Van Damme, Fred Willard e Dan Castellaneta. O enredo também contou com a aparição de Marcel, o macaco do Ross, mascote queridinho dos fãs da série. Na história, Ross (David Schwimmer) descobre que Marcel está em Nova York e que agora o bicho é estrela de cinema. Na tentativa de passar alguns momentos com o macado, o professor decide invadir o set de filmagem. Chegando lá, Marcel não era o único conhecido dos “amigos”. Julia Roberts interpretou o papel de uma antiga namoradinha rejeitada de Chandler, e Van Damme passou a ser cobiçado por Monica e Rachel. Mas sem dúvida, entre todos os conhecidos, ver o rostinho do Marcel fez valer todo o episódios. E em uma das cenas mais antagônicas da série, o elenco da comédia canta The Lion Sleeps Tonight para se despedir do bicho. Auiii aumbauê! (Maria Clara Lima)

Série: Arquivo X
Episódio: Leonard Betts
Data de Exibição: 26/01/1997
Audiência: 29.15 milhões

Leonard Betts (O Homem Câncer) é o episódio de maior audiência de Arquivo X e faz parte da quarta temporada da série, considerada a melhor do seriado. Na história Fox Mulder e Dana Scully investigam o caso de um homem que tem a habilidade de se regenerar se alimentando de pessoas com câncer e usando iodo no processo final. A grande sacada do episódio é quando Scully enfrenta Betts e ele diz que quer algo que ela tem. É nesse episódio a primeira indicação de que a agente deve ter um câncer, assim como a maioria das vítimas de abdução desenvolveu com o tempo. A partir desse episódio a trajetória de Scully muda bruscamente na série e a situação da sua saúde aproxima ainda mais ela de Mulder. Para caprichar mais ainda no episódio Leonard Morris Betts foi interpretado por Paul McCrane, o Dr. Robert Romano de E.R. (Plantão Médico). (Aline Ben)

Série: Grey’s Anatomy
Episódio: It’s the End of the World
Data de Exibição: 05/02/2006
Audiência:
 33.88 milhões

Em 2006 foi a última vez que a ABC exibiu o Super Bowl. E a escolhida para lead out foi Grey’s Anatomy, que estava na sua segunda temporada. Shonda, em uma sacada de mestre, escreveu ela própria It’s the End of the World, inaugurando uma tradição de “episódios-evento” até hoje presente no seriado. O episódio marcou quase quarenta milhões de espectadores, que assistiram a uma sucessão de eventos marcantes envolvendo nossos médicos favoritos. Bailey entrou em trabalho de parto, enquanto seu marido se acidentava e era operado por Derek, e Meredith colocava a mão dentro do peito de um paciente para segurar uma bomba. Um episódio marcante, que é um dos favoritos da maioria dos fãs e certamente viverá pra sempre em seus corações. (Mariela Assmann)

Série: House
Episódio: Frozen
Data de Exibição: 03/02/2008
Audiência: 
 29.04 milhões

No ano de 2008, os americanos acompanharam a série House (então na quarta temporada), da Fox, após a final do campeonato de futebol americano, uma vez que o prognóstico era certeiro: um sucesso. A história, intitulada Frozen, passou longe de ser congelante. House teve que tratar a Dra. Cate (participação de Mira Sorvino) via webcam, já que ela estava em uma base de pesquisa no Polo Sul. Além da metodologia, digamos, “moderna” para ajudar a paciente, Dr. House flertou com a moça, fazendo a alegria dos fãs do médico. Não bastasse isso, ele ainda estava investigando a vida amorosa do Dr. Wilson, pois ele desconfiava que o amigo tinha um encontro. Melhor do que a vida amorosa do House, só o House se metendo na vida amorosa do Wilson! Além disso, ele incumbiu toda a equipe de perseguir os passos de Cameron (Jennifer Morrison). Ele queria chantageá-la e usar a influencia dela para conseguir TV a cabo de graça no hospital. Precisar falar mais? (Gabriela Pagano)

Série: Glee
Episódio: 
The Sue Sylvester Shuffle
Data de Exibição: 06/02/2011
Audiência:  26.80 milhões

Em 2011, a Fox apostou em Glee para ser o seriado pós-Super Bowl. E os roteiristas prepararam um episódio especial, todo voltado para o futebol americano. Will e Beiste se uniram para provar para seus alunos que os jogadores de futebol americano e a turma do coral poderiam conviver pacificamente e mais, ser amigos. Durante a Final do Campeonato escolar, jogadores e cantores se unem e apresentam à torcida um mash-up de Thriller com Head Will Roll e de lambuja o McKinley High ganha, pela primeira vez, o campeonato escolar. Tudo isso enquanto o plano de Sue, de mandar suas líderes de torcida pelo ares, sai pelo avesso e ela acaba perdendo, pela primeira vez em anos, o campeonato nacional. Um típico episódio com os elementos favoritos dos americanos: garotas com pompons e uma bola ovalada. (Mariela Assmann)

Série: Elementary
Episódio: The Deductionist
Data de Exibição: 03/02/2013

Elementary foi escolhida pela CBS para ser a série exibida logo depois do Super Bowl em 2013. O seriado moderno sobre um Sherlock Holmes (Jonny Lee Miller) cidadão de Nova Iorque – metrópole em que divide o teto com “a” Watson (Lucy Liu) – foi uma das melhores estreias da temporada em números de audiência. No episódio de mais tarde, a CBS prometeu reservar uma boa surpresa para os espectadores – e péssima para Holmes. Ele deve enfrentar seu pior inimigo até hoje; Ennis, um ex-detento que escapou da prisão durante um procedimento médico, no qual doaria um dos rins para a irmã. Para ajudar na busca pelo foragido, uma nova agente do FBI chega à história, para o desagrado de Holmes. Até aí, nada demais, já que o detetive gosta de poucas pessoas mesmo. Mas a agente tem um livro publicado sobre Sherlock e até previu algumas falhas de caráter do personagem e a luta contra o vício – além de ter dormido com ele. Uma verdadeira pedra no sapato. O episódio vai ter participação especial de Terry Kinney, de Oz e The Mentalist, como o criminoso, e Kari Matchett (Covert Affairs) interpreta a agente do FBI. Resta esperar para saber se Elementary entrar para a lista de maiores audiências da história da TV. (Gabriela Pagano)

[SUPER BOWL] Atores comentam a escolha de ‘Elementary’ para ser exibida depois do jogo

Data/Hora 03/02/2013, 16:56. Autor
Categorias Notícias

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Provavelmente, quando assinou contrato para protagonizar Elementarye arriscar a amizade com o “outro” Holmes, Benedict Cumberbatch, segundo a imprensa americana -, Jonny Lee Miller não imaginava que seu “futuro” seriado seria escolhido, pela CBS, para ser exibido depois do Super Bowl, um dos maiores eventos esportivos na TV americana.

Aconteceu. Por isso, a emissora divulgou um vídeo em que os atores da série comentam o episódio de logo mais tarde, que vai se chamar The Deductionist. Na história, Sherlock vai enfrentar seu pior inimigo até hoje – e uma agente do FBI (ex-namorada dele, ao que tudo indica) reaparece na vida do detetive, que não fica nem um pouco feliz em vê-la.

REVIEWS | Elementary – The Red Team

“Qualquer ajuda que seu show ganhe é incrivelmente apreciado, estamos muito animados”, disse Lee Miller sobre a escolha de Elementary para a exibição estratégica, que tem como objetivo alavancar ainda mais a audiência da série, que já é uma das melhores do canal. “É fantástico”, acrescentou Aidan Quinnn, que interpreta o Capitão Gregson.

Depois, Lee Miller, que é britânico, disse que mora nos Estados Unidos já há algum tempo e aderiu à febre ao esporte tipicamente americano.

VÍDEOS | [SUPER BOWL] Vídeo promocional da 3ª temporada de ‘The Walking Dead’

A co-protagonista da séria, Lucy Liu (Dra. Watson), falou da experiência em trabalhar na televisão, já que ela também é famosa pelos papéis no cinema, como em As Panteras. “O legal da mídia televisiva é que ela permite que as pessoas se tornem íntimas de seu personagem, elas ligam a TV toda a semana para te ver, isso faz com que elas sintam uma familiaridade maravilhosa”, argumentou.

A julgar pela importância do Super Bowl, o número de pessoas íntimas a ela vai aumentar bastante. Pelo menos, essa noite. A final do campeonato de futebol americano acontece às 21h, no horário de Brasília.

Elementary – The Red Team

Data/Hora 03/02/2013, 15:38. Autor
Categorias Reviews

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No décimo segundo episódio de Elementary, logo depois de sermos apresentados – ainda que só pelo nome – à figura de Moriarty, a série entrou em um hiato de duas semanas e nos deixou ansiosos em relação ao que estaria por vir na história, agora que o inimigo de Holmes mais famoso da literatura também existia… em Nova Iorque.

Pois é. Mas para desespero geral da nação – ou, pelo menos, da nação ligada à CBS -, Sherlock (Jonny Lee Miller) mal tocou no nome de seu rival no episódio da semana passada. E, ao contrário de um capítulo cheio de revelações, confrontos e segredos, fomos apresentados a um enredo morno, bem abaixo daquele eletrizante apresentado no episódio anterior.

Não achei que The Red Team tenha sido ruim. Elementary mantém um padrão de bons episódios. É que o anterior, M., tinha sido incrível, de tirar o fôlego. E esse último foi apenas decente.

Logo nos primeiros minutos da história, nos mostraram que o enredo se trataria de conspirações. E vamos combinar que não existe nada mais legal do que teorizar sobre fatos envolvendo o governo americano! Citaram até aquela famosa conspiração de que o homem nunca pisou na lua, que eu simplesmente a-do-ro. Poderia fazer uma review inteira só sobre ela. Mas prossigamos. O episódio, que tinha um potencial incrível, não engrenou. O caso de polícia não teve profundidade, a história ficou rasa, mal contada, simplista diante de um assunto tão complexo e… Poderia ter sido bem melhor.

O episódio só não foi ruim porque, na quinta-feira passada, Sherlock estava, como a gente diz por aí, “atacado”.

Família

Uma coisa que eu acho bem bacana na série é que o Holmes e a Watson (Lucy Liu) sempre se encontram na cozinha, conversam enquanto tomam chá, o que dá uma atmosfera bem familiar à história. Eles não dividem apenas a casa, são amigos. O que dá uma sensação de aconchego, carinho pelo enredo mesmo, que, muitas vezes, é o sentimento que nos leva adiante, nos faz persistir no seriado.

Falando na relação deles, enquanto a Watson estava na terapeuta, a psicóloga deu a entender que a ex-cirurgiã estava gastando suas economias com alguém que nem era mais seu cliente. Essa frase quase me passou despercebida, mas entendi o impacto dela na história. Holmes é de suma importante para a Watson. Ninguém gasta as economias com qualquer um. Tem que ser com alguém especial. E a frase da terapeuta mostrava que os roteiristas faziam questão de enfatizar essa condição aos espectadores. Sinto que coisas interessantes estão por vir no relacionamento dos dois personagens.

Saco vazio não para em pé… Né?

Maas… Quem diria! Nesse episódio descobrimos que Holmes, além de ser um fofo, inteligente, bem humorado e até bonitinho, ainda cozinha (aliás, alguém reparou no TAMANHO da frigideira que ele usou? Cozinha MUITO!). Um partidão a solta em Nova Iorque, Watson que não fique esperta! Achei o máximo descobrir isso sobre o detetive, porque era a última coisa que pensei que ele faria no universo. Sempre achei que o Holmes fosse daqueles que passasse dias em jejum caso a Watson tivesse que fazer uma viagem de emergência, por exemplo, e o deixasse sem comida. Um Sherlock cada vez mais próximo de um ser humano comum. E o que poderia tornar o personagem (conhecido pela excentricidade) entediante, se torna, na verdade, um atrativo.

Sei que muita gente que assiste Sherlock, da BBC, não consegue se afeiçoar ao Holmes de Elementary, porque o que a CBS fez foi tentar “massificar” a história clássica. (Quem estudou Comunicação sabe – e quem não estudou deveria ler – “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica”, de Walter Benjamin e “Apocalípticos e Integrados”, do Umberto Ecco).

O personagem de Lee Miller não é tão distante, nem tão inteligente, nem nos deixa na defensiva como o de Benedict Cumberbatch. Minha irmã estava me dizendo que assistiu ao primeiro episódio de Elementary essa semana e achou o Holmes completamente diferente daquilo que ela imaginava que ele seria. De fato, ele é diferente. Mas, ainda assim, ele tem a aura do Holmes, bem no fundinho. Com todo aquele charme e ironia, que é tudo que o personagem precisa.

E o Emmy vai para…

Clyde, a tartaruga. Sério, acho que esse réptil deveria ser promovido a personagem regular! Foram incontáveis as diversões que a tartaruga rendeu ao episódio.

Primeiro porque o Holmes disse que ela daria uma ótima sopa – mostrando seus conhecimentos de culinária mais uma vez. Depois, no maior estilo João e Maria, alimentou o bichinho para que ele engordasse e, assim, pudesse cozinhá-lo. Quando você achava que já tinha visto tudo, eis que ele encontra uma nova função para a tartaruga: a de peso de papel. Só no final do episódio, é que Holmes fez questão de dizer que era tudo brincadeira e que as tartarugas são seres magníficos. Claro, a CBS não quer problemas com o PETA ou qualquer outra organização, não é? Esse Holmes é, antes de qualquer coisa, politicamente correto – e isso é um pouco chato, mas okay.

Outros momentos engraçados

– Sherlock Holmes usando um sapato como martelo para destruir uma escuta implantada na casa da vítima;

– Passou a se apresentar como “Consultor de polícia temporariamente suspenso”, sendo que “essa aqui é a Watson, ela me impede de usar heroína”;

– O mural de investigação na sala da casa do Holmes está cada dia mais bagunçado e cheio de caras e nomes novos. Quando você acha que Moriarty era a maior emoção que aquele painel iria ver, eis que surge a foto de Napoleão Bonaparte. Fiquei ansiosa para saber o motivo. Assim como a Watson, que ouviu um “em uma das minhas cinco noites sem dormir, posso ter delirado”. Eu é que fui ao delírio com as façanhas do Holmes nesse episódio, que, com certeza, foi o que o capítulo teve de ponto mais alto.

Hoje, tem mais!

Lembrando que, logo mais à noite, um novo episódio de Elementary irá ao ar, depois do Super Bowl. Segundo a CBS, Sherlock vai enfrentar seu pior inimigo… Não é Moriarty (ainda), mas já estou me corroendo de curiosidade. Por isso, a gente se encontra de novo, numa nova review, mais cedo do que o esperado. Até breve, meus caros leitores! 🙂

P.S.: A Watson continua a arrasar nos figurinos! Quero o guarda-roupas dela para mim! Simples, feminina e jovem s2

Destaques na TV – Domingo, 3/2

Data/Hora 03/02/2013, 12:14. Autor
Categorias TV Brasil

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Primeiro domingo de fevereiro. E é dia de Super Bowl! Pra quem quer ver o confronto entre San Francisco 49ers e Baltimore Raven e o show da Beyoncé a dica é sintonizar a ESPN a partir das 21h.

A Fox não exibe esta tarde nenhum episódio inédito de How I Met Your Mother. A série The New Normal também não será exibida.

Na HBO, às 22h, episódio 2×03 de Girls. Às 22h30, episódio 2×03 de House of Lies – no programa Marty (Don Cheadle) e Clyde (Ben Schwartz) assessoram um bilionário dono de um Cassino, que odeia consultores. Mather Zickel, de Man Up!, participa. Clique aqui para continuar a leitura »

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