CBS anuncia três novos pilotos para a sua grade

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Início de ano é aquela hora de as emissoras americanas anunciarem os seus novos projetos, apresentando novas contratações em suas produções. A CBS, uma das maiores redes por lá, não poderia ficar de fora, e encomendou três novas séries para a sua programação. Confira:

Crazy Ones, do produtor David E. Kelly (Harry’s Law), vai ser estrelada pelo grande ator Robin Williams (Uma Noite no Museu 1 e 2) e será uma comédia de meia hora. Ainda não há muitas informações acerca do enredo, mas ela mostrará a relação entre pai e filha no mundo da publicidade.

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Já Anatomy of Violence será produzida por Howard Gordon, mesmo produtor e criador de Homeland. A trama mostra a história de um psicólogo criminal e especialista em sociopatas que faz parceria com uma jovem detetive com quem divide um passado conflituoso. Gordon terá ajuda dos colegas Alex Gansa e Cary Alex na produção.

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Por fim, temos a série Intelligence, que acontece no Comando Central dos Estados Unidos e é sobre uma unidade que foi criada em torno de um agente muito especial – um microchip foi implantado em seu cérebro, permitindo-lhe o acesso a qualquer espaço eletromagnético. Michael Seitzman (filme, Americana) atuará como produtor executivo e ao seu lado estarão David Semel (Dawson’s Creek) e Vinson Tripp (O Exorcismo de Emily Rose).

Ainda não há data de estreia para essas produções, mas elas devem debutar em setembro de 2013, na fall season, ou só no ano que vem.

Com informações do SpoilerTV.

Kat Dennings, de ‘2 Broke Girls’, e Drake Bell aparecem nos bastidores de clipe do Hanson

Data/Hora 04/02/2013, 20:50. Autor
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Nos sets de filmagem de 2 Broke Girls, da CBS, Kat Dennings vive de carregar bandejas e juntar dinheiro para inaugurar uma lojinha de cupcakes, com sua personagem Max. Na vida real, no entanto, a atriz vive de participar do videoclipe de sua banda preferida. A gente explica. O site AOL disponibilizou, hoje, um sneak peek do novo clipe do Hanson (Get the Girl Back) e Dennings aparece nos bastidores das gravações, transbordando alegria.

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É que a atriz – que tem 26 anos e cresceu na década de 1990, o auge da carreira comercial dos três irmãos de Tulsa, Oklahoma – é fã declarada da banda americana famosa por cantar Mmmbop. Em entrevista ao talk show de Ellen Degeneres, ela contou que conheceu os irmãos depois de enviar uma mensagem para eles em uma rede social. “Sou muito fã de vocês, não que isso importe”, relatou ela à apresentadora, sobre a tentativa de chamar a atenção dos ídolos. Para a surpresa da atriz, Taylor, o vocalista e irmão do meio do Hanson, respondeu a mensagem e, desde então, eles passaram a manter contato. Até que ela foi convidada para participar da gravação do clipe, experiência que ela diz ter sido um sonho realizado. Na ocasião, ela teve a companhia da atriz Nikki Reed, da Saga Crepúsculo e que esteve na terceira temporada de The O.C..

“Foi muito divertido porque Kat e Nikki são fãs de verdade do Hanson”, disse Isaac, o membro mais velho do grupo, ao site AOL. “E elas são, de fato, nossas amigas também”, completou.

No Twitter, tanto o clã do Hanson, quanto a atriz, já demonstravam o entusiamo com o projeto compartilhado:

“Então, hoje realizei meu sonho de estar em um clipe do Hanson. Com minha irmã de alma, Nikki Reed. Obrigada, vida!”, escreveu ela que, em poucos minutos, obteve uma resposta dos ídolos/amigos. “Esse dia foi além de qualquer coisa que pudéssemos esperar! Sonhos realizados por toda a parte. Eu amei esse dia. – T.”, declarou-se Taylor Hanson.

Também participaram das gravações, o ator Drake Bell, mais conhecido por estrelar a comédia Drake & Josh, que já foi exibida pela Rede Globo dentro do programa TV Globinho, e Drew Seeley, que esteve em séries como Glory Daze e One Tree Hill, além de ter integrado a turnê de shows de High School Musical, em 2006, substituindo Zac Efron nas apresentações. Ainda não há informações sobre quando o videoclipe será lançado.

Os irmãos Hanson (Isaac, Taylor e Zac), que fizeram enorme sucesso na transição dos anos 1990 para os 2000, romperam com a gravadora Universal Music em 2003 e, desde então, possuem um selo próprio, chamado 3CG Records. Eles são considerados uma das bandas independentes de maior sucesso nos Estados Unidos.

Com informações do AOL.

‘Defiance’ promete um novo mundo e interação com os espectadores através de game online

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Com data de estreia prevista para 15 de abril nos Estados Unidos, a série Defiance , exibida pelo canal Syfy, promete um novo mundo com novas regras.

A série de ficção cientifica produzida pelo Universal Cable Productions, acontece num futuro próximo, onde alienígenas virão à Terra em busca de uma nova casa, já que seu sistema de origem foi destruído.  Dessa forma, o roteiro descreve uma  Terra transformada para acomodar sete diferentes raças de Votans, alienígenas que agora deverão habitar o planeta junto com os humanos – mas não pense que eles coabitarão o planeta em paz.

NOTÍCIAS| Canal Syfy combina série e jogo online para montar história de ‘Defiance’

Grant Bowler (True Blood, Ugly Betty) vai estrelar como Nolan, um aventureiro que ao lado de Irisa (Stephanie Leonidas) está fazendo seu melhor para sobreviver nos extensos desfiladeiros baldios até se deparar com a cidade de Defiance.

Julie Benz (Dexter) interpreta a prefeita de Defiance, Amanda Rosewater. Tony Curran e Jaime Murray são alienígena da raça Castithans, chefes da poderosa família Tarr. Graham Greene é Rafe McCawley, dono de uma das maiores minas do território e Mia Kirshner representará Kenya Rosewater, dona de um bordel na cidade.

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Produzido pelo Trion Words, foi anunciada uma extensão de jogo online, que permite ser conectada a um vídeo game e  também será lançado no dia 15 de abril. San Francisco é o cenário do game, onde existe uma guerra continua entre aliens e humanos e o resultado de cada  batalha vai mudar o mundo em que as histórias acontecem na série de TV. Defiance é a primeira série de TV a entrelaçar estas duas formas de entretenimento na mídia, um jogo online a uma série de TV, para vários jogadores como uma forma dos espectadores participarem da história.

Confira o trailer!

Com informações do site TV Line e Science Fiction.

Nashville – You Win Again

Data/Hora 04/02/2013, 20:31. Autor
Categorias Reviews

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A minha demora para escrever essa review em nada tem a ver com não ter gostado do episódio, muito pelo contrário. You Win Again me agradou, embora aponte para uma queda de Rayna e um crescimento de Juliette.

Praticamente tudo neste episódio girou em torno do fato da música conjunta estar no topo das paradas. E tudo estava bom demais pra ser verdade. Rayna estava arrasando na turnê e mostrando pra Juliette que ela ainda tem que ralar muito pra chegar no nível dela, mas aí tudo começou a dar errado. E não foi destino. Foi com a ajuda de algumas pessoas de índole questionável.

Vejo muitos comentários de pessoas dizendo que adoram a Juliette e o Deacon e odeiam a Rayna. Eu sinceramente não entendo. Até entendo que gostem da Juliette, porque também adoro uma bitch, mas não consigo não gostar da Rayna. Ela tem uma retidão de caráter que me impressiona muito e me faz ter bastante apreço pela personagem. E a partir desse episódio fica mais claro ainda pra mim que ela tem razão e não foi má com o Deacon. Ela fez o que tava ao alcance dele pra salvá-lo do vício CINCO VEZES, mas estava grávida e precisava seguir a vida. Aliás, a única coisa que eu talvez condene na personagem é o fato dela esconder da filha e do Deacon o fato dele ser o pai dela. Odiei aquela cara de desprezo que o Deacon fez pra ela no avião no fim do episódio, como se ele fosse o dono da razão. Acho que quem condena a Rayna devia fazer o exercício de se colocar no lugar dela.

Estou gostando bastante da reunião entre os ex componentes da banda do Avery e a Scarlett e o Gunnar. Tô ansiosa pra ver o Avery se afundar na própria ambição e ganância e se ferrar bonito. Acho que isso não vai demorar muito pra acontecer. O plot do irmão do Gunnar parece que não vai se desenvolver mais, pelo menos não por enquanto. Nada além de estarem atrás dele. A única coisa que pode vir a acontecer é acabar sobrando pra ele, mas acho que não.

Além disso a pobre da Rayna tava meio que encantada com o Liam, que além de ser um ótimo músico e produtor ainda tava conseguindo um bom contrato pra ela. Mas como as coisas estão numa vibe de tudo dar errado pra Rayna ele também tava tentando passar a perna nela e foi demitido. Ou seja, Rayna está sem guitarrista e o Deacon está tocando na banda da Juliette. O jogo virou.

Achei bem bacana também a maneira como a relação da Juliette com a mãe dela evoluiu. Parece que finalmente a garota deu uma bola dentro, depois de muito maltratar a mulher na festa de comemoração do single estar no topo das paradas. Entendo que ela tenha sofrido muito, mas é preciso reconhecer que a mãe dela no momento está se esforçando. Achei muito bonita a cena em que as duas conversam e meio que se perdoam.

A partir de agora certamente teremos alguns momentos engraçados e outros tristes na turnê, pois não tenho dúvidas que a Juliette vai ficar o tempo todo tentando esfregar as coisas na cara da Rayna. Minhas dúvidas são: Deacon vai se deixar levar pela raiva e vai continuar na onda da Juliette ou vai parar quando ver que está fazendo mal pra Rayna? E Rayna vai seguir assim ou vai voltar atrás e procurar o Liam e a nova gravadora? O que vocês acham?

Assista ao primeiro encontro entre a agente Debra Parker e Joe Carroll, em ‘The Following’

Data/Hora 04/02/2013, 18:44. Autor
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No segundo episódio de The Following, exibido na semana passada, na TV americana, fomos apresentados à figura de Debra Parker (Annie Parisse), uma agente que chegou ao FBI sem a menor intenção de facilitar a vida de Ryan Hardy (Kevin Bacon). A personagem, inclusive, deixou muitos fãs da série desconfiados, já que aparentava se afeiçoar pelo “trabalho” do serial killer Joe Carroll (James Purefoy), sendo, portanto, uma potencial “seguidora” do assassino.

No cena prévia do episódio que vai ser exibido hoje à noite, na Fox dos Estados Unidos, a desconfiança tem tudo para ser aumentada. Pela primeira vez, a agente fica cara a cara  com Joe e se mostra uma grande admiradora dos feitos dele. Pode até ser que ela esteja usando alguma psicologia, mas Hardy e o agente Weston (Shawn Asmore), que assistem à cena, ficam surpresos com a postura de Parker.

The Following, que tem marcado altíssimos índices de audiência nos Estados Unidos, chega ao Brasil no dia 21 de fevereiro, às 22h50, pelo Warner Channel.

Veja o pôster de ‘Vikings’, série que se passa na Idade das Trevas, do criador de ‘The Tudors’

Data/Hora 04/02/2013, 18:30. Autor
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Vikings, produção do History Channel que estreia no dia 3 de março, nos Estados Unidos, promete encantar os fãs das séries épicas. A nova minissérie é um enredo fictício baseado em histórias reais e vai retratar a vida dos guerreiros nórdicos que invadiram a Europa e as Ilhas do Atlântico Norte no século XI.

Dividida em nove episódios, a produção se passa na Idade das Trevas, período da história em que houve uma deterioração cultural e econômica na Europa seguido do declínio do Império Romano. Vikings narra a vida de comerciantes e exploradores, não do ponto de vista de alguém de fora da comunidade, mas através dos olhos de sua própria sociedade. Travis Fimmel (The Beast) é o protagonista Ragnar Lothbrok, um agricultor convincente e homem de família que alega ser um descendente direto do deus nórdico Odin e está sempre em busca de novos mundos para conquistar. Gabriel Byrne (In Treatment) interpreta o chefe de Ragnar, Earl Haraldson, enquanto Gustaf Skarsgard (filho de Stellan Skarsgard, de Piratas do Caribe) é seu amigo bem humorado, chamado Floki.

Ainda no elenco estão Katheryn Winnick (Bones) como Lagertha, um mulher feroz e esposa de Ragnar; Jessalyn Gilsig (Heroes) é a esposa de Earl Haraldson; George Blagden (Os Miseráveis) interpreta um monge cristão capturado por Ragnar em sua primeira incursão na Inglaterra; e Clive Standen (Camelot) vive Rollo, o irmão impulsivo de Ragnar.

A série é criada e produzida por Michael Hirst, de The Tudors, e é gravada na Irlanda. Veja o pôster abaixo:

Com informações do TV Line.

Veja o vídeo promocional de ‘Under the Dome’ exibido no comercial do Super Bowl

Data/Hora 04/02/2013, 18:03. Autor
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Under the Dome tem umas das premissas mais instigantes da próxima temporada de séries americanas e conta com o aclamado diretor Steven Spielberg na produção. Na noite de ontem, a CBS resolveu aproveitar a exibição do Super Bowl, final do campeonato de futebol americano que para os Estados Unidos, para divulgar um primeiro vídeo promocional do seriado.

O trailer não mostra quase nada, mas dá um gostinho de ansiedade aos amantes das séries de TV.

O ator mirim Colin Ford (Supernatural) é um dos protagonistas da nova atração. Ele interpreta Joe, um menino descrito como “brilhante” e que enlouquece quando descobre que foi separado de seus pais por uma cúpula gigante que recobre a cidade de Nova Inglaterra. A situação logo se torna caótica, já que toda a comunidade está presa debaixo de uma enorme barreira transparente e seus moradores não podem sair do município. A série é inspirada no livro de mesmo nome de Stephen King, lançado em 2009.

Under the Dome terá treze episódios e é produzida pela empresa do cineasta Steven Spielberg, a Amblin Entertainment. A data de estreia está marcada para o dia 24 de junho, nos Estados Unidos, às 21h.

Com informações do Deadline.

Jeffrey Tambor vai estrelar piloto de comédia da Amazon Studios

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Outro nome do círculo de grandes atores entrou para a lista da Amazon Studios. Jeffrey Tambor vai estrelar um dos seis pilotos de comédia encomendados pela  Amazon chamado The Onion Presents: The News.

O roteiro é descrito como uma comédia inteligente em ritmo acelerado, na qual jornalistas mostram o quão longe podem chegar para se manterem no topo atrás das câmeras.  O projeto veio da organização de Will Graham e Dan Mirk, The Onion –  um jornal americano de entretenimento, especializado em satirizar notícias locais, nacionais e internacionais que também lançou em 2011 dois programas de TV no canal IFC,  o Onions News Network e o Onion SportsDome.

NOTÍCIAS| Amazon anuncia produção de seis pilotos e conta com equipe renomada

Na comédia com direção de Todd Strauss-Schulson, Tambor interpretará o intelectual e ambicioso David Everett, um antigo e respeitado âncora na Onion News Network que se sente inseguro e acredita que seu trabalho está sendo ameaçado pela juventude de Cameron.

Tambor também foi cortejado para outro piloto de transmissão, mas optou pelo projeto da Amazon. Ele se unirá à John Goodman e Bebe Neuwirth,  que recentemente se juntaram a outros pilotos da Amazon Studios. Tambor ficou conhecido pelo papel de George Bluth Sr e Oscar na série Arrested Development. Jeffrey poderá ser visto nas telas do cinema este ano em The Hangover III (Se Beber Não Case 3) e em Phil Spector, da HBO.

Com informações dos sites Deadline e Huffington Post.

Novas atrizes são confirmadas em ‘Hannibal’ e ‘Dracula’, na NBC

Data/Hora 04/02/2013, 17:32. Autor
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Para quem gosta de assassinos a sangue frio, a TV americana tem sido um prato cheio (ou uma taça cheia?) nos últimos meses – e pelos próximos também. Dentre as séries que prometem esquentar o sangue de seus espectadores estão Hannibal e Dracula, cujos personagens dispensam qualquer apresentação e que debutam em breve no canal NBC.

Hannibal, que estreia muito em breve no hemisfério norte, é protagonizada pelo ator dinamarquês Mads Mikkelsen (007: Casino Royale), que já até apareceu em algumas fotos de bastidores da atração.

Agora, um novo nome se junta à produção: Ellen Muth foi confirmada como participação especial em um episódio da nova série. A atriz já apareceu em Dead Like Me, produzida por Bryan Fuller – e atual criador de Hannibal – como a personagem Georgia. Não por acaso, o papel da atriz, agora, se chame Georgia.  Qualquer outra informação acerca da aparição de Muth na série não foi revelada.

O seriado Hannibal ainda não tem data de estreia definida para os Estados Unidos, mas, segundo a NBC, ela pode debutar no verão americano. No elenco, estão nomes como Hugh Dancy (The Big C), Gina Torres (Firefly), Gillian Anderson (X-Files) e Carolina Dhavernas (Wonderfall).

NOTÍCIAS | ‘Dracula’: NBC encomenda série com Jonathan Rhys Meyers

Dracula, provavelmente, é o vampiro secular mais charmoso e famoso do mundo. Por isso mesmo, incumbiram o talentoso – e polêmico – Jonathan Rhys Meyers, da série The Tudors, para interpretar o lendário personagem na nova série da NBC.

Jessica De Gouw (Arrow) é a co-protagonista que arrasa o coração do vampiro, enquanto Katie McGrath (Merlin) e Nonso Anozie (Game of Thrones) também já estão confirmados no elenco.

Mas a personagem de De Gouw não terá Dracula – que chega em Londres disfarçado como o americano “Allen Grayson” – com facilidade. É que a atriz Victoria Smurfit (The Clinic) foi escalada para interpretar a bela Lady Jayne, uma mulher que fará de tudo para conquistar o coração de Grayson.

Apesar de chegar à Londres disfarçado de cidadão americano, Dracula retorna à cidade com sede de vingança – e de sangue, é claro. Ele quer destruir pessoas que, séculos atrás, arruinaram a vida dele. A nova atração é descrita como Dangerous Liaison meets The Tudors – na tradução literal, Ligações perigosas encontram The Tudors. Vale lembrar que Rhys Meyers protagonizou a série The Tudors, entre 2007 e 2010, que falava sobre a famosa dinastia inglesa de mais de 500 anos atrás.

Dracula ainda não tem data de estreia prevista.

Com informações do Deadline e TV Line.

Conheça os atores da série ‘The Tunnel’, versão franco-britânica de ‘The Bridge’

Data/Hora 04/02/2013, 16:24. Autor
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Novidades no elenco da série The Tunnel (Le Tunnel), uma nova versão da série escandinava The Bridge (Bron/Broen, no idioma original). Depois da francesa Clémence Poésy (a Fleur, de Harry Potter) e o inglês Stephen Dillane (Game of Thrones) terem sido anunciados como protagonistas da série franco-britânica, uma verdadeira lista de atores regulares e recorrentes da história foram revelados.

Segundo informou a imprensa americana, as gravações do seriado tiverem início no dia de hoje, segunda-feira. Na história, Karl Roebuck (Dillane) e Elise Wassermann (Poésy) são dois detetives incumbidos de investigar o assassinato de um político francês. Quando eles descobrem algo inesperado na cena do crime, a dupla é obrigada a assumir uma parceria conturbada e perseguir um serial killer de políticos, que determina os passos dos dois detetives conforme lhe convém. A atração, uma parceria entre as empresas Sky Atlantic HD e Canal Plus, é descrita como a primeira série bilíngue tanto na Inglaterra como na França.

NOTÍCIAS | Clémence Poésy, a Fleur de ‘Harry Potter’, está em versão franco-britânica da série ‘The Bridge’

Por isso, os novos nomes divulgados no programa são de atores ingleses e franceses, conforme publicou o Spoiler TV. Vamos começar com os astros da França. Por isso, se você é amante do cinema francês, fique atento, você pode reconhecer alguns rostos.

Jeanne Balibar (a primeira na imagem, do filme Va savoir) interpreta Charlotte Joubert, cujos problemas do marido a levam até os protagonistas Karl e Elise. Quem dá vida ao marido em questão é Mathieu Carrière (quarto na foto, de O Jovem Törless), cujo personagem se chamará Alan. Thibault de Montalembert (o último na imagem, de La sentinelle) será um Chefe de Polícia. Já os atores Cédric Vieira (Dis-moi que je rêve) e Sigrid Bouaziz (Les Meutes), respectivamente o segundo e a terceira na foto, foram confirmados na atração, mas não tiveram seus papéis divulgados.

Para disputar com o encanto dos cenários parisienses, o charme do sotaque britânico ficará por conta de:

Na ordem da imagem: Joseph Mawle (de Game of Thrones) interpreta o assistente social Stephen Beaumont. Tom Bateman (Da Vinci’s Demons) será um jornalista que, sem querer, acaba preso na “teia” do serial killer da história; o repórter vai se chamar Danny Hillier. Angel Coulby (Merlin) vive a mulher do protagonista Karl, Laura Roebuck. Tobi Bakare (The Shadow Line) vive Chuck Akinades, que trabalha com o protagonista. Finalmente, Jack Lowden (Mrs Biggs) dá vida ao filho de Karl, Adam.

Além disso, a atriz Keeley Hawes (Upstairs Downstairs) participa do segundo episódio da série como a acompanhante da viciada em drogas Harriet (personagem da vencedora do BAFTA Liz Smith, de The Royle Family).

The Tunnel tem entre os produtores-executivos Anne Mensah, Fabrice De La Patellière, Jane Featherstone, Karen Wilson, Manda Levin, Ben Richards, Nora Melhli e Lars Blomgren. Ruth Kenley-Letts, de The Hours, atua como produtora e Dominik Moll (O Monge) é o diretor de todos os dez episódios encomendados. A data de estreia – tanto no Canal + quanto Sky Atlantic, não foi anunciada, mas deve acontecer simultaneamente nas duas emissoras.

Com informações do Spoiler TV.

Grey’s Anatomy – Bad Blood

Data/Hora 04/02/2013, 15:25. Autor
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Outro bom episódio de Grey’s Anatomy. E, embora vocês tenham que ler toda semana essa frase, nas minhas reviews, acredito que ninguém se importa, não é?

Nessa semana o que mais se desenrolou foi o plot da readequação do hospital. E achei GENIAL a forma que Shonda e os roteiristas trabalharam a questão, porque fugiu do clichê e do previsível. Explico-me.

Quando Alana fez dupla com Owen, salvou um homem na sala de operações e foi abraçada pela família do paciente, eu pensei que ela ajudaria os médicos a salvar o Pronto Socorro. Achei que ela ia comprar a ideia de Derek e April, e moveria mundos e fundos para que as pessoas tivessem chance de continuar sendo salvas na emergência do Seattle Grace. Mas o PS era o carpete, e uma casa com carpete não é tão fácil de vender. Enfim tivemos certeza que o hospital será vendido, o que dá a dica de como a questão da falência será resolvida. E os compradores do hospital, certamente, serão os sobreviventes, ou pelo menos alguns deles (ok, o final será previsível, mas a jornada tem sido deliciosamente supreendente).

Ainda envolvendo a venda do hospital, achei importante a parte do treinamento, que abordou a polêmica questão sobre a padronização, e o significado que ela pode ter. No caso, acabou evidenciado que muitas vezes o lucro e a otimização desvairada do tempo significam dar menos importância para os pacientes. E aí, se isso significar a humanização da medicina, a melhor alternativa seria continuar com antigos métodos e pensamentos. Um salve ao Chief, que representa muito bem a excelência médica aliada ao cuidado com pacientes e suas famílias.

Outra coisa que fugiu do previsível no episódio, e que me agradou bastante foi o caso da menina ginasta que vê seu futuro mudar por causa do quadril, aos 13 anos. Sim, a menina estava agindo como um pequeno monstrinho, e foi interessante ver que os durões Alex e Callie saíram do quarto dela com o rabinho entre as pernas e extra deprimidos. E desde o início do caso eu pensei que Arizona entraria lá, mostraria sua perna mecânica e contaria sua história, e que a menina compreenderia e resolveria cooperar. Bem, foi Arizona que a fez levantar da cama. Mas obrigando a menina a agir como gente. Achei bastante inteligente a resolução do caso. Porque a menina, de certa forma, representou Arizona e sua caminhada. E é legal ver Arizona parar de sentir pena de si mesma, e ajudar outras pessoas em situação semelhante, doa a quem doer.

Bad Blood também foi bastante engraçado. Bailey esteve impagável como uma puxa-saco detestável. O “big Doctor” também rendeu boas risadas, especialmente porque sua interação principal foi com Yang, que é deliciosamente cômica, quando quer. Os internos agindo como internos também foram outro ponto alto do episódio, especialmente Jo e seu desespero pela demissão eminente.

Por falar nos internos, acho legal observar que os roteiristas nos fazem, através deles, nos lembrar das primeiras temporadas do seriado. Por exemplo, a interna da Yang, nessa semana, me lembrou de Izzie e Mer, que faziam merdinhas épicas nos seus tempos de internas. E ver Yang na posição de supervisão, tendo que censurar sua supervisionada que tentou dar sangue para um Testemunha de Jeová, foi igualmente bacana.

Aliás, é interessante ver os médicos aceitando que nem sempre poderão salvar vidas e que, especialmente, as opiniões dos seus pacientes devem ser levadas em consideração. Várias vezes eles agiram fora do protocolo ou contra ele, e agora eles demonstram amadurecimento, mas sem que isso signifique distanciamento. Eles continuam fazendo tudo que está a seu alcance.

Por fim, preciso dizer que morri de emoção com Meredith. Ela está toda feliz com o Mc Baby, e deu uma dorzinha no coração ao ver ela sair do treinamento e pensar que iria abortar novamente. Realmente, a vida dela é tããão repleta de tragédias que Mer tem dificuldade em acreditar que coisas boas estão acontecendo com elas. Por isso foi extra fofo ver a carinha de alegria dela ao sentir o bebê se mexendo, e ver ela compartilhando isso com Derek – a.k.a. papai babão. Que venham mais muitos e muitos momentos assim para o meu casal favorito de todos os tempos.

Na próxima quinta-feira vai ao ar The Face of Change. Pelo nome do episódio, dá para perceber que nossos médicos favoritos terão que encarar, definitivamente, as mudanças. E pela promo, preciso confessar que minhas expectativas pro episódio são altíssimas. Nos vemos na próxima review!

Elementary – The Deductionist

Data/Hora 04/02/2013, 14:39. Autor
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Foi só as luzes do Super Bowl se apagarem, que a piada nas redes sociais e em sites americanos estava pronta: Sherlock Holmes era responsável pelo ocorrido (já que Elementary tinha sido escolhida pela CBS, transmissora do jogo, para ser exibida depois do evento esportivo). O site TV Line chegou a publicar uma lista de possíveis conspirações acerca do incidente e, dentro os tópicos, se destacava “Em um crossover inteligente, Sherlock Holmes de Elementary vai solucionar esse mistério ao vivo. Lá vem Jonny Lee Miller, chegando de helicóptero”. Morri de rir por um bom tempo, ainda mais que o último episódio da série se tratava exatamente disso: conspirações.

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Com muito atraso, o episódio pós-Super Bowl de Elementary finalmente começou e de forma bastante intensa. Primeiro, porque a trilha sonora da série estava mais “pesada”, parecia nos preparar para algo forte que estava por vir. E veio. Em uma das primeiras cenas, o assassino – que havia saído da prisão, provisoriamente, para passar por uma cirurgia em que doaria um órgão à irmã doente – consegue deslocar a agulha colocada em sua veia, burlar a anestesia e, então, pular no pescoço de uma das enfermeiras da sala e cortar a artéria da mulher. É claro que não houve uma cena em que o sangue jorrava da enfermeira, mas, ainda assim, é um tipo de violência que não é comum para os padrões de Elementary. As emoções, no entanto, pararam por aí.

Durante um tempo, depois que o episódio acabou, fiquei pensando se havia gostado dele ou não. Foi uma boa história… Talvez, para aqueles que estivessem assistindo à série pela primeira vez, como os seriados exibidos após o Super Bowl estão sujeitos, pode ter sido bem decente. Mas quem acompanha a série desde o começo sabe que o potencial era muito maior que o apresentado.

O enredo

Basicamente, um serial killer mitológico e super temido escapou da prisão e a irmã dele, boa moça, que estava no hospital à espera do rim, renega essa parte má da família. Como se tratava de um assassino em série, o FBI é acionado e uma agente bem bonita (Kari Matchett, de Covert Affairs), que tem “história” com o Holmes – assunto para mais adiante – é chamada para trabalhar no caso. Ela publicou um livro sobre o famoso criminoso, no passado, em que explicava o comportamento violento dele. Uma das informações que ela dá como certa é a de que Ennis (Terry Kinney, de Oz), como ele se chamava, foi estuprado pelo pai. A hipótese, negada por ele, destruiu a família do criminoso, que saiu da cadeia com um único motivo: matar a agente. Pois é, criatividade e profundidade, em qualquer aspecto que seja, não é o forte de Elementary, mas temo que, dessa vez, eles tenham sido rasos demais. Clichês mesmo. Mas, em seguida, eles se redimiram, mais ou menos.

A agente foi ao quarto da irmã de Ennis, que continuava internada, pedir desculpas pelo que fez. Enquanto ela escrevia o livro, não tinha como provar que o serial killer sofreu abuso do patriarca e, para ganhar credibilidade, fingiu que um vizinho havia lhe passado a informação. Como os pais do criminoso a processaram, ela, então, pagou um dos moradores da vizinhança de Ennis para se passar por esse informante. Tudo na maior cara de pau e lágrimas de crocodilo. Não me comovi com ela. Uma agente mau caráter, fria e calculista, apenas. A irmã de Ennis pede para que ela se aproxime da cama, pois quer falar com ela. A agente, muito espertinha na hora de escrever o livro, mas bem tapada na hora de confessar o crime, atende o pedido – e tem uma tesoura enterrada em seu pescoço. Nesse momento, fiquei pasma. Confesso que não esperava que os dois irmãos estivessem planejando a vingança juntos e foi um dos poucos enredos de Elementary, até hoje, que me surpreendeu completamente. Por isso, disse que os roteiristas se redimiram “mais ou menos” do clichê que haviam começado.

O problema é que a tal da agente não morreu, foi parar no hospital, mas iria ficar bem. Não gosto que os roteiristas da série sejam tão “certinhos”. Depois de tudo o que a agente fez, não acho que alguém iria se comover caso ela morresse. O sentimento de justiça não está nela manter-se viva, bastava os dois irmãos serem presos novamente. Achei a personagem fraca e nenhum pouco cativante. E olha que o Sherlock nem gostava dela, transbordava implicância… Podia ser uma participação especial dessas marcantes, hilárias. Foi apenas dispensável.

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“Sim, eu dormi com ela”

Quando soube que a personagem de Kari Matchett cuidaria do caso, junto com ele, Holmes se desesperou e nem disfarçou. O primeiro motivo era óbvio: ele teve um caso sexual com ela no passado – aparentemente, seria um erro classificar como “amoroso”, ele repugnava a moça, com sinceridade. A segunda – e verdadeira – razão era que a agente, mesquinha que só ela, também escreveu um artigo sobre o detetive, tentando decifrá-lo e fez uma previsão certeira: de que Holmes teria problemas com drogas. O fato dela ter acertado deixou Sherlock muito, muito bravo e com o orgulho, tipicamente enorme, ferido. Por isso, ele passou o episódio tentando provar que, durante toda a resolução do caso, ela estava errada, decifrando o criminoso de forma imprecisa – e, portanto, tendo decifrado ele mesmo, Sherlock, com equívoco também. A situação colocada era bem interessante, mas faltou profundidade. Ao invés de nos divertimos com a “birrinha” entre os dois, a vontade que dava era de entrar na tela e acabar com a agente, de tão chata e intrometida. O Holmes também não estava se divertindo ao pegar no pé dela… Ela estava incomodado com a presença dela. Tão incomodado quanto eu. Ele até desenhou chifrinhos em uma foto dela, ídolo!

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A palavra é: evidenciar

A Watson (Lucy Liu), vendo o quanto o artigo da agente perturbava o Sherlock, fez um discurso bonito, dizendo que ela só havia tido UM acerto em meio a um artigo inteiro. E que, nessas páginas, ela ainda havia afirmado que o detetive jamais seria capaz de fazer um amigo, e ele fez… Ela, Watson. A médica ainda argumentou que a única previsão, com certeza, que alguém pode fazer é a de que as pessoas mudam. Que o Holmes e a Watson têm a maior química, a CBS explora há algum tempo. A relação dos dois, misteriosa e cheia de potenciais, é um dos grandes atrativos da série. Mas as coisas entre ambos os personagens sempre foi sutil, insinuando certas coisas. Nunca de forma tão direta. Ainda que na posição de amiga, a Watson se declarou, por assim dizer, para o Holmes. Não acho que seja apenas uma questão de dar um passo adiante na relação deles. O diálogo aconteceu justamente após o Super Bowl, quando muitos “estranhos” assistiriam ao programa. Ou seja, eles deveriam evidenciar, com firmeza, todos os aspectos importantes da história. E a amizade entre Joan e Sherlock é, de longe, um deles.

Depois, enquanto a NYPD estava em reunião, tentando prever os passos do criminoso, a Watson interrompeu a discussão e deu sua versão sobre o caso, mostrando todos os seus talentos investigativos. Não me lembro de ver a personagem interromper a fala dos oficiais de polícia antes. Outro ponto forte da série, sempre estimulado por Holmes: o lado detetive genial da ex-cirurgiã.

O aspecto mais intencionalmente evidenciado no episódio, no entanto, aconteceu logo nos primeiros minutos da história. Ao entrar na sala de cirurgia e se deparar com os corpos ensanguentados no chão, a câmera dá um close no rosto do Sherlock, que tem os olhos marejados e engole em seco, completamente abalado com o que testemunha. Não duvido que a CBS quisesse mostrar aos espectadores esse lado “super humano” do Holmes, que é muito mais sentimental do que o esperado por quem apenas o conhece dos livros. O personagem ter se solidarizado tanto com uma cena daquelas foi exagerado até para o Sherlock Holmes fofinho do Lee Miller. Pelo que eu me lembre, em outras ocasiões, ele comemorava ao saber de um assassinato a solta e, inclusive, ao ver um corpo ensanguentado. Aquilo tudo, aquele choro contido, não fez sentido.

No final do episódio, Holmes descobriu onde Ennis estava e foi ao encontro dele. A essa altura, o criminoso já sabia que a irmã havia falhado ao tentar matar a agente e ainda tinha sede de vingança. Holmes coloca um revolver e uma algema em frente ao assassino, que deve escolher entre ir atrás da mulher ou se entregar à polícia. O detetive tenta comover o criminoso, mostrar que entende o que se passa na cabeça dele, já que as palavras publicadas da agente também prejudicaram sua vida. Nesse momento, é impossível não lembrarmos de um capítulo anterior, da cena em que Holmes estava frente-a-frente com quem ele acreditava ser o assassino da sua Irene, situação em que se deixou levar pela emoção e acabou suspenso da polícia. Parece que, mais uma vez, ele vai se contaminar pelos sentimentos e agir de maneira anti-ética. Quando o assassino escolhe o revólver, no entanto, e consequentemente, matar a agente, Holmes o golpeia e faz a coisa certa: o entrega para as autoridades. Fim da história.

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Pornô na Watson

A Watson, ultra atarefada, sempre tem investigações à parte para fazer. No episódio desse domingo, um amigo estava gravando filmes pornôs em seu apartamento. Pobre Watson! A situação toda foi bem engraçada e, provavelmente, foi o que o episódio teve de melhor para oferecer no quesito “humor”. Sem falar no presente que Holmes deu à amiga (agora, eles são oficialmente amigos) antes de entrar no taxi: uma escumadeira nova, já que, nos vídeos pornôs – que Sherlock obviamente roubou e assistiu -, o talher estava sendo usado para finalidades às quais ele não é fabricado.

Twitter

Depois que Elementary terminou, pesquisei o nome da série na busca do Twitter, para ver o que as pessoas diziam sobre o programa. Muitas estavam vendo a série pela primeira vez e estavam achando bem legal. Algumas disseram que o enredo era previsível e que adivinharam a história toda nos primeiros minutos. Outros tentaram dar ao seriado uma segunda chance na noite passada e, mais uma vez, falharam. Havia, ainda, o grupo que comparava Elementary a Sherlock, da BBC, e, em todos os casos, diziam que a série britânica era muito superior. O que dizer? Nem Sherlock Holmes é unanimidade.

No geral, achei o episódio de ontem bom. Por ser transmitido depois do Super Bowl, poderia ter sido mais eletrizante. Mas eles fizeram tudo de forma correta, evidenciaram o que essa história de Sherlock Holmes tem de mais peculiar. Quem assistiu à série, pela primeira vez, ontem à noite, foi muito bem apresentado ao seriado, a CBS soube explorar isso. Mas, bem lá no fundo, acho que eles perderam uma excelente oportunidade de, finalmente, introduzir Moriarty à história. Fica para a próxima.

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