Elementary – Details

Data/Hora 18/02/2013, 09:56. Autor
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Em Elementary, é normal que a primeira cena do episódio seja a de um crime acontecendo. O que havia de peculiar, no entanto, é que, dessa vez, a vítima do crime era a própria Watson (Lucy Liu), que era golpeada ao entrar no apartamento por um homem mascarado querendo saber o paradeiro de Holmes (Jonny Lee Miller). Depois de levar um tremendo susto e cair de cara no chão, ela percebe: tratava-se do próprio detetive, que estava testando sua capacidade de defesa pessoal – depois dos acontecimentos do episódio anterior. Não sei vocês, mas o fato do mascarado ser o Holmes me pegou de surpresa e me rendeu boas risadas. Não tinha reconhecido a voz dele, não sei se por distração. Depois, quando voltei a cena, vi que dava para notar, mas, na hora, foi uma surpresa engraçada!

Portanto, o caso do Holmes da semana não se tratava de uma agressão à Watson. Quem estava em perigo era outro personagem de destaque na história, o detetive Bell (Jon Michael Hill). Elementary, vira e mexe, trata sobre os dramas pessoais do Sherlock, mas ver outro personagem em meio ao fogo cruzado – literalmente! – foi bem interessante.

O lado obscuro do (perfeito) detetive Bell

Na história, Bell, além de enfrentar o próprio dilema em aceitar o irmão ex-presidiário – já que ele é conhecido por ter uma conduta perfeita -, sofre um atentado enquanto dirigia seu carro e, depois, alguns crimes se sucedem e, em todos os casos, o bandido tenta incriminá-lo. Se não fosse a ajuda de Holmes, que omitiu algumas provas falsas (incluindo uma arma implantada no apartamento de Bell; que tinha uma mobília bonita, diga-se de passagem, veja a foto do topo), o detetive poderia, assim como o irmão, ver o Sol nascer quadrado daqui pra frente.

E esse aspecto foi um ponto que o episódio teve de bem agradável. A gente sabe que o Holmes se importa com a Watson e, se ele teve medo de assumir isso no começo, agora ele grita para quem quiser ouvir. Mas Holmes e Bell, apesar de trabalharem bem em equipe e se respeitaram, sempre tiveram suas diferenças. Sherlock, no entanto, estava preocupadíssimo com ele e disposto a fazer qualquer coisa para proteger a vida dele e, mais do que isso, provar a inocência do rapaz. Parece que nosso detetive durão, que certa vez previram que jamais cultivaria alguma amizade, fez outro amigo na história…

Mas, é claro, Bell terá que passar por todas as etapas que Watson passou e a primeira delas constitui: a negação. Holmes, por todas as vezes, justificou seu empenho especial nesse caso, dizendo que Bell sempre aceitou seus palpites na investigação e, caso ele morresse, teria todo o trabalho de começar com outro detetive. Aham, Sherlock, senta lá.

O resolução do caso de polícia não teve nenhuma complexidade. A principal evidência na cena do crime era uma pegada de bota de borracha, que incriminava Bell, mas que depois descobriram que se tratava de uma “namorada” dele, também policial. Ela queria se vingar do moço por ele ter denunciado o mentor dela – um ex-policial – por ter implantado provas na casa de um suspeito, muitos anos atrás. Quando a policial em questão apareceu em cena, pela primeira vez, e trocou olhares com Bell, logo vi que eles tinham um romance. Achei que ela era uma personagem entrando na série, que fossem começar a dar enfoque de verdade na vida pessoal dos homens da NYPD. Infelizmente, não foi o caso. Adoro um babado pessoal!

Watson e Sherlock em: discutindo a relação <3

Já Watson e Sherlock estavam vivendo uma crise na relação deles. Holmes queria que a amiga começasse a fazer aulas de defesa pessoal – e, para isso, vivia surpreendendo Joan com boladas na cara, no bumbum, uma lindeza – e ela estava relutante, além de, claro, irritada. Chegou uma hora que, cansada de apanhar, a Watson pegou o painel de cadeados do Sherlock, que estavam organizados por país, jogou tudo no chão e disse: comece outra vez! Bem bitch mesmo. Uma diva.

A  terapeuta da Watson – com que já estou desenvolvendo uma antipatia, só dá conselho errado – disse que nossa “cara amiga” deveria deixar Holmes, que já está na hora, que eles já chegaram ao limite (morro de medo toda vez que alguém diz isso, como se a Lucy Liu, ocupada que só ela, fosse deixar a série). Watson fica incomodada com o que ouve e vai para casa. Ela, no entanto, é surpreendida por Sherlock, que diz que sabia que ela estava trabalhando de graça – ao ligar para o pai dele para pedir dinheiro, no episódio anterior; algo que ficou claro que ele teria descoberto ali, desde semana passada – e faz uma proposta a ex-médica: que ela vire uma aprendiz dele e, no futuro, possam até ser “parceiros”.

Love is in the air. É isso mesmo, produção?

Sei que ele quis dizer “parceiros” de trabalho, mas achei que, naquele contexto, ficou ambíguo. Durante vários momentos do episódio, parece que tentaram insinuar um possível relacionamento amoroso entre os dois. Logo em seguida, por exemplo, o Holmes justifica a proposta que faz à amiga (colorida?). “Sou melhor com você por perto, mais focado, mais afiado. Difícil dizer por que, talvez, com o tempo, eu consiga desvendar”. Gente, se um cara me disser isso, vou achar que ele está dando em cima de mim, pfvr.

Nunca tive certeza do que pensar sobre um possível caso amoroso entre o Holmes e a Watson, principalmente porque, antes da série estrear, os roteiristas negavam que isso viesse acontecer. Dezesseis episódios depois, acho que é uma hipótese bem plausível. Pois bem. Nunca tive certeza de como me sentiria em relação a isso, mas vendo os dois ali, em cena, com essa real possibilidade do “affair”, não gostei, me incomodou. Era como se eu estivesse vendo dois irmãos se percebendo com outros olhos. Talvez seja uma questão de costume, mas, definitivamente, não sou shipper desse casal.  Por favor, me desculpe quem é. Até tenho curiosidade em relação a isso. Alguém aí vê esse romance com bons olhos – ou bom coração? 🙂

Para terminar, depois de aceitar a proposta do Sherlock e, oficialmente, ganhar uma nova profissão no seriado – de acompanhante de sobriedade à acompanhante, sucinto, assim -, Watson revida o que Holmes passou o episódio inteiro fazendo e dá uma bolada (com uma bola de basquete, enorme) bem no meio do rosto do Sherlock. Pode ser só o ângulo da câmera, mas pareceu que ela acertou de verdade, em cheio! Pobre Lee Miller.

Details, ainda que tenha um título ruim, quase descabido, foi um episódio bem bom. Cheio de conflitos pessoais, incertezas. Bem humano, como é típico da série ser. Certo mesmo que já estou ansiosa pelo próximo capítulo. Até mais, meus caros leitores!

The New Normal – Stay-at-home Dad, Gaydar e Diary Queen

Data/Hora 18/02/2013, 09:21. Autor
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Ah, os pais de primeira viagem. Querem que tudo seja perfeito, buscam apenas o melhor e sofrem horrores com as incertezas e dúvidas diante do seu preparo para a criação de uma criança. E com Bryan e David não poderia ser diferente.

A poucos meses do nascimento de seu filho, o casal segue nos preparativos e tentando descobrir a melhor forma de criar o bebê. No episódio Stay-at-Home Dad, Bryan e David entram em uma discussão para saber qual dos dois será o pai que vai ficar em casa e cuidar do bebê quando ele nascer. Para tirar a dúvida de quem seria o melhor para o trabalho, Bryan e David mandam Goldie para um spa e ficam incumbidos de tomarem conta da Shania, algo que nem chega a ser uma grande novidade para os dois, já que indiretamente eles já vêm fazendo este serviço por vários episódios. No entanto, sem nunca terem ficado com total responsabilidade sobre a garota, agora eles percebem o quanto é difícil cuidar de uma criança.

No geral, um episódio divertido, com boas cenas e momentos bem engraçados, apesar de extremamente exagerados, claro. Entretanto, o destaque do episódio ficou com Rocky, mais uma vez. Com a possibilidade de ter que deixar de trabalhar para cuidar do bebê, Bryan coloca Rocky como a produtora da sua série de TV, Sing, a paródia de Glee, do próprio produtor de ambas as séries, Ryan Murphy. E com este papel temos momentos impagáveis de Rocky fazendo piadas certeiras sobre o quão surreal e exagerado Sing (Glee) é, como quando ela questiona adolescentes de hoje em dia cantando apaixonadamente músicas que foram sucesso 30 anos atrás. É óbvio que há adolescentes que curtem este tipo de música, mas eles não são a maioria, como ela bem aponta.

O episódio seguinte, Gaydar, deu um tempo nas temáticas “aprendendo a cuidar do bebê” para discutir um pouco sobre pré-conceito, mas sem deixar a criança de fora do contexto. A temática surge quando Jane conhece Bryce (John Stamos), um corretor que trabalha na mesma empresa que Jane e que decide que ela precisa de uma transformação para se encaixar melhor no mercado e se modernizar. De acordo com suas características, Jane acredita que ele é gay, o que desencadeia a discussão sobre saber a orientação sexual de uma pessoa a partir da aparência e do gosto pessoal. Também entra na mistura o novo interesse de Rocky, Chris, com quem ela acredita ter um envolvimento, mas que, segundo Shania e Goldie, é gay.

Diante do impasse, Jane e Rocky concordam em promover um jantar na casa de Bryan e David para que elas, juntos com os dois, Shania e Goldie, tentem descobrir qual a orientação de cada um. Para isso, Shania – que afirma ter um ótimo gaydar – e Bryan desenvolvem um jogo que consiste em procurar nos estereótipos para conseguir desvendar os segredos dos dois. O momento em si resulta em boas piadas, algumas ótimas sacadas com o universo gay e suas características. No entanto, toda a discussão acaba ficando superficial e é resolvida de maneira corrida.

Em relação ao bebê, que eu citei no começo não ficar de fora da discussão, o embate é em relação ao que ele vestirá em seu batizado. Bryan quer que ele use uma espécie de túnica, o que David prontamente se coloca contra. A trama ajuda e revelar um pouco do passado de David, que, quando garoto, não se aceitava e preferia ser preconceituoso com outros garotos para esconder sua própria realidade. É uma trama interessante e que poderia ter sido muito melhor explorada durante o episódio, o que é uma pena.

Por último, tivemos Dairy Queen, um episódio que foi no mínimo estranho. Tratando de amamentação, além de discutir a preocupação de David e Bryan sobre como lidarão com a situação, descobrimos que Goldie nunca amamentou Shania, o que deixa a garota inconformada. O tema é válido e é compreensível a reação de Shania em ficar desapontada por não ter sido amamentada, principalmente diante das provas médicas do quão bem faz para a criança, mas ver Shania tentando beber leite materno comprado pela internet foi um pouco demais para mim. Tudo isso claro, para depois descobrirmos que a maior preocupação da garota é, na verdade, em ficar distante da mãe após o nascimento do bebê, o que torna tudo mais compreensível.

Já Bryan passa todo o episódio fixado em amamentar – ele até compra uma espécie de colete para que homens possam realizar a tarefa. Suas atitudes são divertidas e totalmente exageradas, como sempre. O ponto alto é o flash mob que ele promove para ajudar as mães que querem ter a liberdade de amamentar em qualquer lugar ao som de Milkshake, da Kelis.

A subtrama do episódio diz respeito ao relacionamento de Jane e Brice (John Stamos). Jane está cada vez mais afim do colega de trabalho e ela então resolve investir, com algumas dicas de Rocky. É legal vê-la bem e Brice tem um bom efeito nela, tornando uma pessoa melhor. Vamos ver até onde isso vai.

No mais, The New Normal continua sendo uma série divertidíssima que eu amo, mas tenho sentido falta de um pouco de profundidade, digamos assim. Tá, eu sei que é uma comédia, e tal, mas custa sair um pouco do conforto da fórmula “um tema por episódio” e investir em tramas mais trabalhadas, com um pouco mais de desenvolvimento dos personagens – Goldie, por exemplo, só come, atualmente –, e até um pouco de conflito para o casal protagonista. Seria divertido e faria a série ser imbatível.

Glee — Diva e I Do

Data/Hora 17/02/2013, 21:58. Autor
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Primeiramente quero pedir desculpas para vocês, gleeks, porque não postei a última review. Época de carnaval é sempre um pouco corrida porque eu desfilo em três escolas de São Paulo e ainda vou até Salvador correr atrás de trio. Mentira. Foi corrido porque trabalhei durante o feriado e não consegui colocar meus sentimentos sobre o episódio anterior em ordem. Então agora, depois de uma semana e de um episódio ainda mais bombástico, darei à vocês um resumo rápido pelo meu ponto de vista sobre o que aconteceu no último episódio, intitulado Diva.

Kurt finalmente resolveu que tinha que fazer alguma em relação à Rachel e sua postura chata e egoísta e convocou a guria para um duelo, que ele, é claro, venceu, e explodiu o balãozinho do ego (que andava lá em cima) de Rachel. Tina se revoltou e finalmente teve seu momento spotlight depois que percebeu que seu “romance” com Blaine não ia muito bem. Santana foi para Ohio tentar reconquistar o coração da Brittany, que revelou ter sentimentos muito fortes por Sam. Mais tarde, descobrimos que a nossa musa Santana largou a faculdade, e agora vai atrás de seus sonhos em NY, se convidando para morar com Rachel e Kurt. (Ryan Murphy andou lendo minha última review ?) Emma estava tendo um ataque de nervos por causa do casamento, e Finn a beijou em um ato desesperado de acalmar sua antiga conselheira e agora colega de trabalho. And that’s what you missed on Glee!

Agora, vamos à I Do. Confesso que o episódio dessa semana foi um dos mais esperados por mim em toda a história da série. Os episódios de Valentine’s Day de Glee são sempre bons, não excepcionais, mas sempre bons. Quando descobri que nesse episódio especial “amorzinho” ia ter também o casamento de Emma e Will, eu logo me apavorei e durante algumas semanas me preparei para um rio de lágrimas. E eu o encontrei nesse episódio. Pode não ter sido o melhor episódio da série, mas mexeu muito com o meu lado emocional, e acredito que tenha mexido com o de vocês também. Mesmo que seja de um jeito ruim, do estilo “Ryan Murphy, por que tão tirano?”. Porque convenhamos, ele é um tirano. Incrível como ele nos dá um doce (leia-se episódio bom) e depois, na semana seguinte, nos tira esse doce. Não gostei do episódio da semana passada, e por incrível que pareça, gostei muito de I Do.

Lógico, o episódio teve suas falhas típicas de Glee, mas nada que uma cena Klaine não resolvesse. Primeiro de tudo, já quero tocar no ponto que mais me incomodou durante todo o episódio e chegou a me causar um certo desconforto e uma certa vergonha da série. Por que Artie tem que sair com uma garota que usa cadeira de rodas ? Ok. Eu sei que ele já saiu com a Brittany, com a Tina e até com a Sugar (os dois não estavam juntos?), mas ainda acho isso um clichê ridículo.

Outro ponto que me decepcionou (mais uma vez) foi um que mencionei acima. Do mesmo jeito que Sugar e Artie estavam juntos, Mike e Tina tinham combinado de conversar sobre a relação dos dois. Tinha perdoado a falta de interesse da série de não tocar no assunto dos dois e simplesmente fazer a Tina se apaixonar pelo Blaine, mas achei imperdoável colocarem o Mike naquela festa de casamento dançando com a Marley e não colocarem uma cena de ao menos 10 segundos do guri com a Tina. Por favor, Ryan Murphy! Você está lidando com gente que presta a atenção nos outros personagens também, não só na Rachel e no Finn, e gente que quer saber o que vai acontecer com esses outros personagens também.

E isso é uma das coisas que mais me deixam irritada com Glee: A facilidade que as histórias se tornam dispersas e perdidas. Logo depois, essas histórias não são finalizadas e nos colocam uma outra história por cima que provavelmente também não vai ser finalizada.

Mas como tudo na vida, nada é só ruim. I Do teve seu lado romântico e sensível, e convenhamos: não teve quem não se emocionou com a cena Finchel. Mesmo para quem não é fã do ship, o que Finn disse foi um tapa na cara e uma das coisas mais lindas que eu já vi em toda a história da série.

“Relacionamentos são muito parecidos com flores. Se você encontrar a semente certa, colocar em terra boa, dar água e luz, baam. Broto perfeito. E depois vem o inverno e a flor morre. Mas se você cuida daquele jardim, a primavera vai vir e essa flor irá florescer novamente. […] Você e eu sabemos como isso termina. Eu não sei como, nem quando, e eu não me importo de onde você está vivendo ou com quem você esteja saindo. Você é minha namorada. Nós somos o fim do jogo. Eu sei disso e você sabe disso.”

Também acho que Finchel é fim de jogo. Fui uma das primeiras pessoas a concordar que a Rachel precisava se focar e se envolver com um outro guri, que isso ia fazer a personagem crescer, mas isso não muda o fato que Finchel é Finchel, e que mesmo de um jeito inconsciente, Finchel é a semente perfeita.

Outro casal que tem uma semente perfeitamente imperfeita é Will e Emma. Apesar dos pesares, os dois são feitos para ser. Will finalmente voltou de DC e agora vai ficar ao lado de Finn comandando o Glee Club, e Emma, que já estava estressada com o casamento, acabou explodindo. No dia de seu casamento. Depois que Sue entrou vestida de noiva no quarto onde Emma se arrumava, a ruiva enlouqueceu e fugiu.

Eu não esperava outra reação que não essa. Conhecendo bem a Emma, fiquei surpresa somente por não ter sido pior. Will, claro, ficou arrasado. Assim como Finn, que achou que tudo aquilo era culpa dele (e em parte realmente é). Will tentou achar a quase-esposa pela cidade, enquanto todos curtiam a festa do não-casamento.

Vale a pena dizer que o maior bafo do episódio aconteceu antes de toda a cerimonia, com Klaine se agarrando no banco traseiro do carro e Mercedes aparecendo para segurar vela. Jurava que dessa vez ia acontecer uma cena do estilo Game of Thrones, mas me enganei.

PS: Já estava na hora da Tina desencanar do Blaine. Essa história dos dois não me desceu.

Lógico que o clima tenso não parou por ai. Finchel achou seu caminho até um quarto de hotel, e Klaine fez o mesmo. Artie e Betty-da-cadeira-de-rodas (não consigo aceitar isso) também se amaram, o que foi tão bom que até fez a guria ficar de bom humor. Agora o momento bombástico do episódio vem a seguir: Quintanna sex! Sou Brittanna até o fim, mas Ryan Murphy não colabora, então apoio esse mais novo casal! Aposto que a noite das duas foi bem melhor que a de todos ali presentes. E tenho certeza, que foi melhor que a de Jake e Marley.

Jake não tinha a menor ideia do que dar à Marley de dia dos namorados, e Ryder – o fofo-apaixonado – deu todas as dicas para o melhor amigo. Acho uma atitude muito digna. Porém, Jake é um Puckermann, e Puckermanns gostam é de muito amor, se é que vocês me entendem. Logo, ele também levou Marley para um quarto, mas nada aconteceu. Como previsto.

Marley que não é nada boba (quem diria…) percebeu que Jake não era o mentor de todas aquelas surpresas de dia dos namorados e foi agradecer Ryder, que acabou beijando a guria. Acho que eles dois e Jake deveriam casar. Marley deu uma de inocente e bobinha (achei que ela não era boba) e saiu correndo.

PS2: Sue salvou o casamento e o episódio com seu vestido de noiva e humor pelicular. Diva!

Depois de momentos com Finn, Rachel sentiu a consciência pesar e foi correndo para NY encontrar o “namorado”, mas tentou desconversar e não disse com todas as palavras o que aconteceu em Ohio. Mesmo assim, Brody entendeu o recado. Ele, por acaso, dormiu com alguém também. E ainda ganhou um dinheiro fácil por isso. Cassandra, é você?

Agora o momento mais importante do episódio que fica por conta dos últimos dois episódios: Rachel, tabelinha não dá certo! Será que vem bebê Berry por ai ? É, Rachel, anything could happen quando você não toma anti-concepcional…

Agora vocês, gleeks, me digam, o que vocês acham que vem por ai ? Eu não tenho a menor ideia. Sinceramente, não faço mais previsões sobre Glee. A série tem me surpreendido, nem sempre de jeitos bons, mas sempre surpreendendo. O fato é que a série só retorna dia 7 de março, e cabe à nós, ficarmos roendo as unhas de tanta ansiedade.

Setlist do episódio

We’ve Got Tonight (Rachel, Finn, Kurt, Blaine, Jake, Marley, Quinn, Santana, Artie e Betty)
Getting Married Today (Will e Emma)
Anything Could Happen (Marley, Tina, Brittany, Sam, Ryder, Blaine, Artie e Jake)
You’re All I Need To Get By (Marley e Jake)
Just Can’t Get Enough (Kurt e Blaine)

Chicago Fire – Nazdarovya!

Data/Hora 17/02/2013, 21:23. Autor
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Aonde você foi se meter, Dawson? Essa frase define uma das partes mais importantes do episódio dessa semana de Chicago Fire. O desenvolvimento da série vai bem e o desenrolar dos plots estão de parabéns mesmo caminhando entre o previsível e o inimaginável.

O episódio começou exatamente onde terminou o episódio anterior, com Antonio baleado e Dawson desesperada (mesmo estando na frente de um hospital) para salvar a vida do irmão. Tão desesperada que quase foi atropelada pela ambulância – foi quase 2 por 1 nesse pacote – que ela perseguiu a ambulância e entrou na sua frente para que os paramédicos fossem salvar seu irmão. Esse foi o primeiro ato de coragem – embora não muito bem pensado – de Dawson nesse episódio.

Muita mais do que uma irmã preocupada, Dawson se mostrou uma mulher destemida e que não mede esforços para ajudar quem ama. Em busca da solução do caso das prostitutas sendo mortas, para ajudar o irmão, Dawson vai atrás de um de nossos conhecidos do início da série: Voight. Mesmo sabendo que Casey não reagiria bem à visitinha que a paramédica fez ao detetive encarceirado, a necessidade de ajudar o irmão foi maior do que as borboletas no estômago que ela sente pelo bombeiro. Isso, com certeza, vai abalar a relação dos dois, acredito que não só pelo fato dela ter conversado com o detetive mas sim pelo fato de ter ficado devendo um favor à ele. Todos sabem que com esse pessoal não se brinca e como o caso foi resolvido com a ajuda de Voight, minhas apostas no favor que deverá ser retribuído se voltam para Dawson fazendo algo para prejudicar Casey (espero que eu esteja enganada). Vamos acompanhar…

Shay e Clarice vão bem com o garotinho super cute filhinho de Clarice. Em relação à guarda da criança, acho que Clarice tomou a decisão mais sensata ao optar pela guarda dividida com o pai da criança. Será que ele vai aceitar?… Sevelindo tem se mostrado um “paizão” e falando nele, ainda estou me perguntando porquê raios ele foi atrás de Renee sendo que o irmão poderia muito bem ter feito isso. E quem duvida que ela tomou aqueles infinitos comprimidos para chamar atenção agora que Severide sabe onde ela está? A gente não cai nessa não, Renee. Mas pelo visto, o bombeiro cairá.

Fiquei impressionada com a valentia de Herrmann ao enfrentar o sócio estranho que lhes foi arrumado. Estava na cara que o homem não era de boa índole e isso foi provado nesse episódio, mesmo que indiretamente. Na certeza de que ele coagiu o perito a dar o alvará de liberação do local de um modo não tão humano assim, Herrmann foi ter uma conversinha com o sócio e agiu tão bravamente provocando um medo em Arthur que o grandalhão foi logo aceitando a proposta de, ao invés de receber 25% dos lucros, receber 1% do lucro mensal e nem precisar aparecer no bar.
Valeu Herrmann, você conseguiu um espacinho maior no meu coração!

Saindo do pessoal e indo para o profissional, os casos dessa semana chamaram atenção. Um em especial. Um resgate de um afogamento na qual uma criança foi a vítima. Em alguns segundo dava pra pensar que o garoto não sobreviveria mas ele escapou por um triz e o que mais surpreendeu foi o fato do pai do garoto não ter feito nada para salvá-lo e se achar um inútil por causa disso. Mas bem, ninguém sabe como irá reagir até que viva a situação, não é mesmo? Uns gritam, outros correm, outros chamam os bombeiros, outros desmaiam e outros ficam paralisados, afinal nós somos seres humanos.

PS: Nazdarovya é o mesmo que “Saúde” quando fazemos um brinde.

Dallas – Battle Lines e Venomous Creatures

Data/Hora 17/02/2013, 19:25. Autor
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“O amor é para os fracos” – John Ross

Sucesso na Summer Season 2012, a nova versão de Dallas acaba de voltar para muito mais reviravoltas, armações e vinganças, numa Premiere em dose dupla.

Dallas está de volta, e mais canalha do que nunca. O segundo ano começou semanas depois do final da primeira temporada, onde Sue Ellen lançava sua candidatura à governadora do Texas. Tem melhor maneira de começar essa season premiere do que com John Ross invadindo uma despedida de solteira e dormindo com a noiva só pra conseguir um acordo (porque aquilo não foi chantagem) com o pai dela? Não mesmo. E pra completar nossa felicidade, ainda tivemos cena de shirtless dele.

E quem deu a dica pro John Ross dormir com a noiva? Sim, nosso presidente da maldade J.R., o mito. Mesmo aparecendo pouco nesse episódio ele lançou uma pergunta que não quer calar: será que Christopher é gay? Pois só isso justificaria a contratação de secretários homens.

Podemos ver que a empresa Ewing Energy está operando a todo vapor, com escritórios lindos. Mas as coisas continuam indo mal entre John Ross e Christopher. Enquanto um quer investir em petróleo o outro quer investir em metano, e o Christopher acaba sempre ganhando as disputas, pois ele e o Bobby juntos possuem 60% da empresa, enquanto John Ross só possui 30% e Elena 10%.

Elena pode parecer boazinha, mas faz de tudo para aumentar sua percentagem de ações na Ewing Energy ao longo dos episódios. Ela consegue, até que de forma bem honesta, mas há que se considerar que Elena conhece todo mundo ali muito bem e sabia que seria premiada no final. Ela continua sendo a personagem mais sem sal e mais sonsa da série e, portanto, a menos interessante.

Finalmente descobrimos quem é Rebecca: Pamela Rebecca Barnes, filha do maior inimigo da família Ewing, Cliff Barnes. A volta da personagem é ótima, apesar de um terrível defeito: cadê a barriga de grávida? Essa mulher espera gêmeos, ficou sumida por pelo menos um mês e já deveria estar de barriga, mesmo que pouca. O bom de Rebecca, que herda o nome da tia morta, que foi casada com Bobby na versão original, é que ela vem chutando todo mundo que está no caminho, comprando testemunhas e virando vadia nos braços de John Ross. John Ross, como sempre, está fazendo tudo para destruir o primo e ser dono ou sócio majoritário da Ewing Energy. Ele é quem manipula quase todos os fatos para que a anulação do casamento de Christopher dê errado, mas ninguém deve esquecer fatores externos.

No meio de tantos golpes há quem se sinta incomodado com isso e é aí que Christopher ganha provas para conseguir a anulação, já que a verdadeira Rebecca Sutter, irmã de Tommy, está na área para tirar um trocado e se vender por quem der mais. No dia do julgamento da anulação do casamento, Christopher entra todo se querendo, com um sorriso de orelha a orelha, enquanto a diva Rebecca entra toda inocente e senta quietinha no canto. É tão maravilhoso ver a cara do Christopher ficando com raiva da verdadeira Rebecca Sutter quando ela começa a depor e vai defendendo a Rebequinha, (#tão lindo esse momento). Quando a juíza diz que a anulação não será concedida e que eles devem se divorciar. E quando Christopher vai atrás de Rebecca e ela vira e diz: “você deveria ter aceitado meu acordo”, ai não deu para segurar, meu coração explodiu de felicidades!

Ela está jogando tão bem que recebe uma visitinha “do mito” e que a ameaça dizendo que não deixará que ela destrua a família dele. É ai que podemos comprovar o poder que Rebecca tem, pois J.R. em pessoa foi avisá-la.

Para quem não entendeu, J.R. quer que Bob e Christopher sofram uma queda mas ele não quer a família destruída. Destruir a família que é o sonho do pai de Rebecca, por isso ele foi lá dar uma ameaçada. (#Foi nesse momento que percebi o quão bom será Rebecca, John Ross e J.R. juntos).

A melhor história ficou, no entanto, nas mãos de Ann. O imbróglio sobre a filha sequestrada numa feira foi apenas sensacional. A menina foi roubada pelo próprio pai e deixada na Europa, para ser criada por sua mãe, que é tão megaevil quanto ele. Os Ryland provam que são inimigos em potencial, porque fizeram lavagem cerebral na garota. Quando Ann vai procurá-la e o nome continua sendo o mesmo, Emma, saquei quase tudo. Não faz sentido uma menina sequestrada aos dois anos ter o mesmo nome de batismo e praticar esportes hípicos, que só quem pode bancar é gente rica.

Sue Ellen é outra que se dá mal e perde a eleição, numa manobra articulada obviamente por Harris, como vingança. Ela quase volta a beber, mas consegue segurar a onda, inclusive porque J.R está mexendo seus pauzinhos para livrá-la da cadeia. Dá para ver que, assim como John Ross não se recupera do baque de perder Elena, J.R é incapaz de superar o divórcio de Sue Ellen.

Não poderia terminar essa review sem comentar a maravilhosa cena de pegação entre John Ross e Rebequinha. Adoro que eles tem essa relação de “eu te odeio mas trabalhamos juntos pra um objetivo maior”, dai pode sair uma relação que renderá cenas ótimas.

Confesso que fiquei um pouco confusa durante estes dois episódios, mas presenciamos uma divisão bem clara entre bonzinhos e malvados. No lado do bem, Chris e sua família. Já no lado do mal, Becca e a família. A grande incógnita é John Ross e J.R.! Que torcem para o lado que lhes convir… (#Sou completamente do time Rebecca e John Ross…normalmente torço pelos bonzinhos, mas eu amo demais estes dois juntos!).

Dallas começa a sua temporada com dois episódios muito bons e com chances de realizar uma ótima temporada!

PONTOS A DESTACAR:

#Para aqueles que se esqueceram ou estão embarcando nessa série só agora, o lema é simples: Dallas é tipo novela mexicana onde as reviravoltas são tão presentes como piadas em uma comédia. Todo o elenco tem o rabo preso com alguém, e por isso acompanharemos muitas trapaças, acordos forçados, ameaças e viradas de jogo;

#Como todos sabem, infelizmente o ator Larry Hangman faleceu ano passado, então devemos aproveitar esse últimos episódios com as cretinices que nós amamos do J.R;

# Sei que esta review está um pouco longa, mas foram duas ótimas horas de Dallas e não consegui resumir mais que isto!

*Essa review foi originalmente publicada no Blog Dominação Nerd, e é de autoria de Cátia dos Santos.

Veja o trailer de 4 minutos de ‘Bates Motel’, série inspirada no filme de terror ‘Psicose’

Data/Hora 17/02/2013, 19:12. Autor
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No fim da semana passada, quando o canal A&E lançou um novo site para a série Bates Motel, um trailer de 4 minutos estava escondido entre as portas do hotel horripilante – o site interativo permite que o usuário passeie pelo local.

Agora, o vídeo completo já está disponível no Youtube para que os internautas, digamos, mais “sedentários” possam entender melhor esse projeto anunciado. Não é para menos. Bates Motel serve como prelúdio do filme Psicose – clássico do terror do diretor Alfred Hitchcock, lançado em 1960 – e tenta explicar como o amor materno doentio, ainda na adolescência, transformou o protagonista Norman Bates em um dos serial killers mais temidos do cinema.

NOTÍCIAS | NBC libera o primeiro trailer de ‘Hannibal’, além de novo pôster promocional

A nova série tem Vera Farmiga (A Órfã) e Freddie Highmore (A Fantástica Fábrica de Chocolate, August Rush) como os grandes protagonistas, sendo ela a matriarca Norma e, ele, o jovem problemático Norman. Max Thieriot (Jumper) completa a família como o filho mais velho rebelde e que renega a mãe.

No vídeo, Norma mostra o Bates Motel ao filho caçula, o novo empreendimento da família, que tenta recomeçar a vida em uma nova cidade. O menino, no entanto, não se agrada com a novidade. “Talvez algumas pessoas não recomecem, elas só vão para um lugar diferente”, dispara ele.

NOTÍCIAS | Divulgado o primeiro trailer detalhado de ‘Bates Motel’

Em seguida, Thieriot aparece em cena. Ele e Norman estão na cozinha quando seu celular toca e avisa “The Whore” (na tradução “A Prostituta”) está chamando. Quando ele atende o telefone e Norman percebe que se trata da mãe, o jovem garoto, agora enfurecido, vai para cima do irmão mais velho. “Ela não é má pessoa, só não é perfeita”, argumenta o menino, que obtém como resposta “Você não entende, não é, Norman? Ela está arruinando você.”

Os atores Mike Vogel (Pan Am), Nestor Carbonell (Lost), Nicola Peltz (O Último Mestre do Ar) e Olivia Cooke (Blackout) também estão no elenco da série, que estreia no dia 18 de março no canal A&E. Por trás das câmeras, Carlton Cuse (Lost) e Kerry Ehrin (Parenthood) comandam a produção.

E você, está ansioso por “adentrar” nessa história?

Castle – Reality Star Struck

Data/Hora 17/02/2013, 18:59. Autor
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Bons ventos sopraram na semana dos namorados e Castle exibiu um episódio com a cara do seriado: divertido, interessante e fofo. E com um bônus daqueeeeeeeeeles: Esplaine está de volta. YAY!

Bom, vou começar falando do caso. Diferentemente dos últimos episódios (à exceção de Recoil), as confusões e reviravoltas envolvendo as “Wives of Wall Street”. Que atire a primeira pedra quem não tem um guilty pleasure daqueles BEM secretos, sobre o qual não fala nem com a própria consciência com medo de ser descoberto. E o fato do The Wives of Wall Street ser um desses programas, que poderia ser nosso prazer secreto, deixou tudo mais delicioso. Com certeza muitos fãs se colocaram no lugar de Gates – e, depois, de Castle também – e teriam as mesmas reações que eles, ao descobrir que reality shows podem não ser tão reais assim.

Além de ter me divertido muito com a parte cômica do caso, gostei também das reviravoltas, da forma como as coisas foram se conectando. É como Castle disse, no início o caso se limitava a várias coisa doidas e desconexas, mas no final tudo fez sentido. E no meio de tanta coisa falsa, foi a mais real das coisas – o amor – que foi o motivo para o crime.

Além do caso ter proporcionado inúúúmeros momentos divertidos, também dei muita risada com Castle e suas táticas ninjas para entregar o presente de dia dos namorados para Becks. Agora, Iron Gates pensa que nosso escritor favorito buscava favorecimento pessoal declarando todo seu amor pela “chefe”. Tem como não rir disso?Até Beckett se divertiu!

Encerrando os momentos divertidos do episódio, me diverti bastante com um Ryan chateado por ter que cumprir seus deveres conjugais com hora marcada, sob a batuta de uma esposa mandona. E confesso que fiquei feliz por ele poder celebrar seu dia dos namorados praticando o esporte por lazer. Espero que logo venha um bebezinho loiro e fofo por aí.

E agora, os momentos fofos. Esplaine voltou. Preciso dizer mais que isso? E voltou à parler français, o idioma do amor. A, l’amour… Fiquei muito feliz pelo retorno deles, adoro o casal, é leve, divertido e combina perfeitamente. Espero que eles continuem juntos, e ainda vejamos várias cenas dele.

Mas, apesar de Esplaine ter sido fofura pura, o final do episódio ganhou o prêmio de momento mais fofo. Sério, tem como não soltar um “oooowwwwnnn” depois de descobrir que o presente de Castle é uma gaveta? Uma gaveta vazia, prontinha para servir de abrigo para as coisas de rick, NA CASA DE BECKETT! Nossa garota está crescendo e o relacionamento vai de vento em popa. Fico feliz de podermos acompanhar a caminhada deles e ver cada pequeno passo do namoro. É quase como se assistíssemos um casal de amigos que começa a namorar. Acho que foi especialmente disso que senti falta nos episódios anteriores.

Enfim, Reality Star Struck foi um episódio delicinha de se ver, que me fez relembrar da essência de Castle e do porquê vale a pena continuar assistindo a série.

Amanhã vai ao ar nos Estados Unidos Target, o primeiro episódio dos duplos que já se tornaram uma tradição em Castle. E o que a duplinha de fevereiro significa? Episódio TOP! Mal posso esperar por eles.

P.S.1: adorei ver Gina Torres, a Jessica Pearson de Suits, como Penelope Foster. Um dos pontos altos do episódio.

P.S.2: agradeço por ver Gates novamente na telinha. Mas ainda sinto falta de mais Alexis e Martha.

Atores australianos são escalados para série sobre a independência dos Estados Unidos

Data/Hora 17/02/2013, 18:57. Autor
Categorias Notícias

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Dois atores australianos foram confirmados para o elenco do drama de época da AMC, Turn, que se passa durante a guerra pela independência dos Estados Unidos. Meegan Warner interpretará Mary Woodhull, uma mãe que não quer que seu filho cresça para se tornar um soldado. Ela não quer se envolver de forma alguma com a guerra contra a Inglaterra e espera que com isso sua família seja deixada em paz.

Daniel Henshall interpretará Caleb Brewster, um ex-baleeiro que agora é um tenente da Segunda Artilharia do Exército Continental e adora o combate corpo a corpo. Ele está ansioso para lutar contra a opressão dos britânicos.

Turn, do criador de Nikita, Craig Silverstein, é inspirada no livro de Alexander Rose Washington’s Spies: The Story of America’s First Spy Ring e conta a história do fazendeiro de Nova York, Abe Woodhull, que forma um grupo de espiões no verão de 1778. Este grupo acaba por ajudar os Estados Unidos em sua luta pela independência.

Meegan Warner trabalhou nas séries australianas My Place e Rescue Special Ops, enquanto Daniel Henshall apareceu na minissérie australiana Devil’s Dust e em Out of the Blue, do canal BBC. Ele também participou do piloto de Beauty and the Beast, da ABC, que acabou não vingando.

Com informações do TV Line.

Ator mirim Mason Cook é confirmado na versão americana da série ‘Spy’

Data/Hora 17/02/2013, 18:30. Autor
Categorias Notícias

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O ator mirim Mason Cook (The Middle, Pequenos Espiões 4)  foi escolhido para interpretar o filho do personagem de Rob Corddry (Childrens Hospital) na série da ABC Spy, versão americana do seriado britânico homônimo do canal Sky 1.

Spy retrata a vida de Tim (Corddry) e seu filho, um garoto altamente inteligente e comunicativo (Cook), que também é o seu completo oposto. Tim resolve aceitar um emprego no Serviço Secreto, sem saber das reais implicações disso, na tentativa de provar a seu fiho que é um bom pai.

O criador da série original, Simeon Goulden, escreveu a versão americana, produzida pela ABC Studios e Hat Trick e produzida por Goulden e Jimmy Mulville.

Vale lembrar que o ator Mason Cook, recentemente, interpretou Eddie Munster no especial Mockingbird Lane, de Bryan Fuller, exibido em outubro de 2012 pela NBC, como especial de Halloween. O projeto tinha chances de virar série, mas não vingou.

Com informações do Deadline.

Mark Consuelos e Aja Naomi King estão em novos pilotos da Amazon Studios

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Mark Consuelos estará, ao lado de John Goodman, no Congresso americano no próximo piloto de comédia da Amazon Studios, Alpha House. Yara Martinez e Kobi Libii também estarão no elenco do piloto.

Escrito por Garry Trudeau, Alpha House segue quatro senadores que vivem juntos numa casa em Washington D.C. Consuelos será um deles e interpretará Andy Guzman, um belo jovem Senador que, além de muito confiante,  possui charme e arrogância excessivos. Um canalha irresistível. Martinez vai interpretar Adriana De Portago, uma linda cubano-americana, herdeira de uma fortuna milionária que procura passar um bom tempo com seu namorado Andy Guzman. Libii será Aaron Stimson, um experiente veterano na equipe do senado.

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Consuelos recentemente foi escalado para American Horror Story, do canal FX, como um paciente chamado Spivey. Já Martinez teve papel recorrente em Southland do canal TNT, além das séries The Lying Game e Nashville do canal ABC.

Outro piloto da Amazon Studios tem novidades no elenco. Além de Jeffrey Tambor (Arrested Development) e Cheyenne Jackson (30 Rock), Aja Naomi King se juntará ao rol de atores do piloto de The Onion Presents: The News. O projeto, escrito  por Will Graham e Dan Mirk, será dirigido por Todd Strauss-Schulson  e narra uma disputa entre jornalistas que tentam permanecer no topo de suas carreiras nos bastidores da  The Onion News Network.

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Aja King, que teve um papel regular na série cancelada do canal CW, Emily Owens M.D., vai interpretar Jillian Chase, uma produtora sobrecarregada que sonha em se tornar repórter, mas não tem uma “simetria facial adequada” para o oficio.

Com informações do site Deadline.

The Walking Dead – The Suicide King

Data/Hora 17/02/2013, 18:10. Autor
Categorias Reviews

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A saudade zumbi bateu forte nos fãs de The Walking Dead nesses dois meses que a série ficou em hiato. Apesar da ausência de sangue e mortes, o núcleo do seriado não ficou livre de cortes. O showrunner Glen Mazzara, que estava na função desde o ano passado quando substituiu Frank Darabont, vai deixar a série na quarta temporada. Isso, o sucesso zumbi da AMC ganhou mais uma temporada completa e isso não chega a ser uma surpresa depois do retorno que The Walking Dead tem dado ultimamente. A saída de Mazzara gerou polêmica e o produtor executivo da série Scott Gimple foi confirmado como novo showrunner. A AMC evita falar em polêmica e afirma que a saída de Mazzara foi consensual. Nem o showrunner resistiu a matança da terceira temporada de The Walking Dead, mas os fãs estavam mais preocupados com a vida de outra figura importante na série durante o último ano: Daryl.

O último episódio de 2012 de The Walking Dead, Made to Suffer, deixou os espectadores apreensivos quanto a sobrevivência de Daryl contra a fúria de Woodbury. Dois meses depois, o retorno da série mostrou que o personagem de Norman Reedus continua vivo na saga zumbi. No entanto, os fãs, Rick e o grupo do presídio perderam Daryl para Merle, um dos personagens mais irritantes da atualidade. Rick até pode estar meio transtornado, mas foi muito sensato quando deu uma coronhada e derrubou Merle. Nenhum personagem, nem Daryl, aguentava mais ouvir Merle e suas bobagens. Graças a ele, a frase mais repetida no episódio foi “cala a boca”. Resta saber quanto tempo Daryl vai conseguir conviver ao lado do irmão. Eu, os fãs e o grupo do presídio esperamos que seja por muito pouco tempo.

Mesmo tendo alguns personagens irritantes como Merle, o que enriquece muito The Walking Dead são exatamente os seus personagens e a complexidade em que eles estão envolvidos. Michonne surpreende a cada episódio e agora ela deve mostrar mais claramente quem ela é se quiser participar do grupo de Rick. Daryl vai fazer falta e o grupo de Tyreese ainda precisa achar seu espaço dentro da série, mas seu cruzamento com o grupo de Rick deve render uma ótima trama, principamente com o enfrentamento eminente com o Governador.

Daryl foi o personagem que mais cresceu na terceira temporada da série. As tiradas dele, como a de chamar Michonne de a “última samurai”, enriquecem ainda mais o personagem. Daryl também tem uma relação curiosa e bonita com Carol e o modo como ele é leal a Rick e como segurou a barra quando o xerife enlouqueceu após perder a esposa fazem do personagem um dos mais carismáticos da temporada. Daryl foi até o personagem escolhido para estrelar o vídeo promocional de The Walking Dead durante a exibição do Super Bowl este ano.

Agora a guerra não é somente contra zumbis moribundos vagando pelo mundo, o Governador e seus homens devem sair atrás de retaliação e atacar o grupo de Rick. Andrea segue sendo uma decepção, mas resta uma esperança de que ela possa ser uma peça chave para derrubar o Governador e salvar seus antigos amigos. Por outro lado, a loirinha segue sendo de fundamental importância para manter o povo de Woodbury feliz com seu Governador e acatando todas as ideias malucas que passam por aquela mente doentia. No entanto, Philip já apareceu em cenas do próximo episódio afirmando não ter certeza da lealdade de Andrea.

Depois de tantas reviravoltas nesse episódio, de Merle fugir com Daryl, do novo grupo que chegou ao presídio e dos mistérios que Rick vê em Michonne, quem realmente assustou todo mundo foi a assombração de Lori. Rick ainda está bem traumatizado com os últimos acontecimentos e Glenn voltou diferente de Woodbury. A raiva, a violência e o medo de perder as pessoas próximas estão afetando a cabeça de Rick e Glenn. Hershel ainda tenta manter o equilíbrio no grupo e alinhar os pensamentos de Rick, mas nesse quesito Daryl fará muita falta ao grupo. Em The Suicide King, além de Hershel tentar clarear a mente de Rick ele ainda tentou melhorar o clima entre Glenn e Maggie, sem sucesso.

A terceira temporada de The Walking Dead é a melhor da série até agora e os fãs ficam cada vez mais apreensivos com os próximos episódios. The Suicide King não voltou com aquele impacto que todos esperavam para um retorno de hiato, mas quem duvida que a série ainda vai surpreender muito até o final da temporada? O showrunner Glen Mazzara, em recente entrevista ao site EW, prometeu muito sangue na série para os próximos episódios. Isso até pode parecer uma obviedade, mas se tratando de The Walking Dead, quanto mais promessa de sangue, melhor.

PS: O que foi o “Ass Kicker” com coraçõeszinhos, estrelinhas e sorrisinhos na caixa/berço do bebê?

Felicity Huffman, de ‘Desperate Housewives’, será líder de uma família de assassinos em série da Fox

Data/Hora 17/02/2013, 17:36. Autor
Categorias Notícias

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Felicity Huffman, a ex-estrela de Desperate Housewives, assinou contrato para trabalhar em Boomerang, drama do canal Fox sobre uma família de assassinos de aluguel.

O projeto, de John Wells (ER, Shameless), retrata o dia-a-dia de um negócio familiar que à primeira vista parece normal, com a exceção de um detalhe: os negócios da família são homicídios cometidos para o governo dos Estados Unidos.

Huffman interpretará a matriarca do clã, Margie Hamilton, uma assassina profissional que pode matar e se livrar de um suspeito de terrorismo em uma tarde e logo em seguida retomar seu papel de mãe e esposa sem ao menos piscar.

Davey Holmes (Pushing Daisies, Awake) escreveu o roteiro e Craig Brewer (Hustle & Flow) dirigirá o piloto. Ambos também trabalharão como produtores-executivos ao lado de Wells e Andrew Stearn (Shameless).

Boomerang será o primeiro grande papel de Huffman na TV desde o final de Desperate Housewives ano passado.

Com informações do TVLine.

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