Destaques na TV – Terça, 19/2

Data/Hora 19/02/2013, 10:31. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira os destaques da terça-feira nos canais de TV por assinatura.

Na Fox, 22h30, vai ao ar o episódio The Walking Dead (3×10). Logo após, às 23h20, chega ao fim a segunda temporada de American Horror Story. Em Madness Ends, Lana (Sarah Paulson) tenta fechar Briarcliff de uma vez por todas.

Na Sony, 10h e 17h, tem Happy Endings (2×13) e às 10h30 e 17h30, é a hora de Rules of Engagement (6×13).

No Cinemax, 19h15, vai ao ar o episódio 1×06 de Sullivan and Son. Mais tarde, às 20h45, vai ao ar o episódio 2×04 de XIII: The Series.

No +Globosat, 22h, vai ao ar a segunda temporada de Mirador..

Na Warner, 21h30, inédito de The Big Bang Theory (episódio 6×14).

O Universal Channel colocou suas séries de folga: Law & Order: Special Victims Unit (21h, 14×09) e Chicago Fire (22h, 1×01) são reprises.

No Sony Spin, às 21h, retorna 90210 (episódio 5×12). E no AXN retorna Last Resort (21h, episódio 1×07, leia a review).

E até amanhã!

Qual o melhor técnico da TV?

Data/Hora 19/02/2013, 07:50. Autor
Categorias Votação

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Já dizia aquela velha máxima, por trás de todo grande jogador, há um grande técnico.

Bom, não é bem isso que diz, mas acho que vocês entenderam. Não há como negar que além de talento, uma boa dose de orientação ajuda bastante no alcance dos objetivos do jogo. Seja no futebol ou no xadrez, um bom ‘professor”, faz a diferença.

Nos seriados, a prática esportiva é um tema recorrente, e onde há um time, há uma dessas figurinhas emblemáticas, liderando o time para a vitória.

Para comemorar o Dia do Esporte, o TeleSéries quer saber:

*** VOTAÇÃO ENCERRADA ***

Você poderá votar até o próximo domingo, dia 24! Vamos lá!

Especial Dia do Esporte – Não fique fora desse time!

Data/Hora 19/02/2013, 07:21. Autor
Categorias Especiais

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O dia 19 de fevereiro está reservado no calendário para celebrar as práticas esportivas. Não é preciso ser atleta para ser adepto à uma vida saudável, cheia de aventuras e bons momentos. Assim é o esporte, além de divertido, está diretamente ligado à  busca pelos benefícios físicos, mentais e social. Afinal, não há nada melhor para combater o estresse do que umas boas tacadas ou chutes na bola.

O esporte também tem um grande caráter social. Aproxima as pessoas e mantém a cabeça de muita gente no lugar. Quem pratica algum esporte, seja ele coletivo ou individual, aprende a respeitar o oponente e buscar superar os seus próprios limites.

Não importando o local (de gramas à terrenos batidos), de diferentes modos (com raquetes, bicicletas ou somente com os braços e pernas) e por diferentes pessoas (de crianças à idosos), diversas modalidades esportivas aparecem em distintas séries de TV e nossos personagens encarnam o espírito de sobrevivência e se aventuram nesse mundo de redes, bolas, tacos e afins revelando muito mais da personalidade de cada um deles e nos proporcionando cenas memoráveis.

O TeleSéries montou uma lista dos esportes praticados por vários personagens, seja de forma amadora ou profissional, confira abaixo:

Maura Isles (Rizzoli & Isles) e Emma (The Lying Game) — Tênis

Popular na Inglaterra e França, era jogado inicialmente com as mãos e a partir do século XVI incorporou raquetes à sua prática. O primeiro torneio data de 1877 e foi chamada de Torneio de Wimbledon e atualmente é um dos mais importantes torneios do esporte. A primeira edição foi responsável pela padronização das regras do jogos mas as regras mais abrangentes vieram somente em 1924 com a Federação Internacional de Tênis. As partidas podem ser simples (um contra um) ou duplas (dois contra dois) e o jogo é dividido em games e sets. É jogado em quadras abertas de saibro, piso duro ou grama. Exige muita concentração e preparo físico do jogador e os torcedores ficam em silêncio durante a partida para que não haja influência de seus gritos e barulhos no desempenho dos jogadores. Combina perfeitamente com a Doutora Maura Isles, a legista chefe do Departamento de Polícia de Boston, por causa da concentração que também é exigida em seu trabalho de autópsias para determinar a causa mortis dos envolvidos em crimes na cidade de Boston. A personagem Emma, da série The Lying Game também é adepta do esporte.

Freddie (Skins) — Skate

Considerado um esporte radical, foi inventado na Califórnia, e consiste na pratica de deslizar sobre objetos com uma prancha chamada shape dotada de quatro rodas chamadas trucks. É dividido em algumas modalidades e a modalidade Street consiste em realizar manobras usando os recursos que as cidades proporcionam como bancos, guias, calçadas e escadas. É a modalidade mais popular no skate. Em Skins, vemos Freddie se aventurar pelas ruas com seu skate – e tomando alguns tombos – para se sentir livre e tentar esquecer dos problemas que o rodeiam. Seu skate é, praticamente, seu refúgio e campo de segurança.

Mike Ross (Suits) — Ciclismo

O ciclismo surgiu na década de 1890 e consiste basicamente em utilizar a bicicleta em uma corrida na qual o objetivo é cumprir determinado percurso no menor tempo possível. É dividido em diversas categorias que variam de acordo com o terreno no qual é praticada e com o modelo de bicicleta utilizado. Muito mais que um esporte, a bicicleta também é um meio de locomoção muito útil, não poluente e que traz enormes benefícios àqueles que optam por utilizá-la. Em Suits, Mike utiliza a bicicleta para se locomover e a segurança está sempre com ele, capacetes e luvas (além de joelheiras e cotoveleiras) são itens essenciais para o personagem e para qualquer pessoa que queira se aventurar em cima de uma bicicleta.

Victor (Parenthood) — Beisebol

De origem controversa, o beisebol é um esporte famoso da América do Norte e Central e em algumas regiões do Caribe. Consta de duas equipes de nove jogadores cada que se revesam nas posições de ataque e defesa. O objetivo do jogo é rebater a bola arremessada pelo time adversário e correr pelas quatro bases do campo para pontuar. O time com mais corridas no final vence o jogo. A bola rebatida além dos limites do campo (aquela que muitas vezes vai para a torcida) é chamada de Home Run e o jogador consegue completar as quatro bases em apenas uma tacada. O esporte requer muita concentração e, em Parenthood, Victor faz parte de uma equipe chamada Panthers. Pratica o esporte para não passar tanto tempo em frente ao vídeo-game e já ficou bem irritado em perder algumas tacadas.

Booth (Bones) — Hóquei

Hóquei é o esporte no qual duas equipes competem utilizando tacos para manobrar bolas ou discos afim de levá-los até à baliza da equipe adversária. Separado em diversas modalidades, o foco aqui será o Hóquei no Gelo, praticado pelo fã de esportes Booth, da série Bones. Essa modalidade é derivada do hóquei de campo e surgiu no Canadá e nela, são usados patins e o disco é de ferro. É considerado um dos esportes mais rápidos do mundo, tanto pelos movimento ágeis dos competidores quanto da velocidade na qual o disco pode ser disparada, podendo chegar a 150 km/h, e também um dos mais agressivos e violentos devido aos contatos que os competidores têm entre si. Pode ser praticado ao ar livre num dia frio ou durante o ano todo em quadras especializadas. Booth, além de praticar o esporte ainda faz dele parte da decoração de sua casa: tacos do esporte são vistos frequentemente por lá.

Bobby (Cougar Town) — Golfe

De origem escocesa, o principal objetivo do golfe é arremessar com a ajuda de um taco uma bola ao longo de um percurso para acertá-la em um buraco em um número mínimo de tacadas. É jogado em parques de relva geralmente com um percurso delimitado. Normalmente este percurso tem 18 buracos e ganha quem e o vencedor é quem termina todos os buracos com menos tacadas. Ao percurso que deve ser cumprido podem ser acrescentados, lagos, banco de areia, árvores e locais com relva mais alta. Pode ser jogado individualmente ou em grupos de dois ou quatro integrantes. Em Cougar Town, Bobby dedicou grande parte de seu casamento ao seu hobby. Seu meio de locomoção já foi um carrinho de golfe e ele chegou a dar algumas aulas do esporte para conseguir uma grana extra quando separou de sua mulher, Jules.

Oliver Queen (Arrow) — Arco e Flecha

O tiro com arco nasceu muito antes de esportes serem uma normalidade na vida das pessoas, ele era usado como forma de caça nas antigas civilizações humanas. Hoje, o esporte é uma das modalidades disputadas nas olimpíadas. A alta precisão que o esporte requer seleciona muito bem seus praticantes, normalmente pessoas que tem alto controle sobre si tendem a ir bem no tiro com arco. Oliver é sem dúvida nenhuma um mestre no esporte, se nas telonas Légolas é o idolatrado, nas telas da televisão o protagonista de Arrow também faz bonito com mira mais do que certeira.

Lex Luthor (Smallville) — Esgrima

Um esporte onde mente e corpo precisam estar mais do que sincronizados. A esgrima tem como objetivo tocar o adversário em pontos específicos para a vitória. Existem três modalidades: espada, florete e sabre, que nada mais são do que diferentes tipos de instrumentos para o duelo, onde regras permanecem as mesmas em todas as categorias somente alterando-se os pontos válidos de toque para a vitória. Lex é sem dúvida um grande estrategista, sabe controlar uma situação com maestria e a esgrima é o esporte que o melhor define. Seja no meio de um duelo ou planejando destruir alguém na vida, ele aguarda paciente um momento, uma brecha de seu oponente e o acerta em seu ponto crítico, derrubando-o.

Meredith e Cristina (Grey’s Anatomy) — Jogging

Na corrida os competidores devem cumprir um determinado percurso no menor tempo possível. A prática requer algumas capacidades físicas como agilidade, velocidade, resistência, força e equilíbrio. Uma das modalidades de corrida é o jogging. Nessa modalidade a velocidade é maior que na caminhada e menor que na corrida. Os benefícios para a saúde vão desde resistência física até a melhora na respiração de quem pratica. Pode ser praticado em qualquer terreno e é ideal para quem quer forçar um pouco a caminhada mas não quer chegar na corrida em si. As capacidades humanas necessárias para a corrida podem ser comparadas às utilizadas em Grey’s Anatomy por Meredith e Cristina já que para salvar os pacientes é preciso todas elas. Quanto mais rápido o atendimento, maior a chance de se salvar uma vida.

Clark (Smallville) e McKinley High (Glee) — Futebol Americano

Jogos com bola e contato físico são praticados pelas sociedades humanas há milênios, e o mais popular deles ainda é o futebol americano. O football como nós conhecemos nasceu em 1867 durante um jogo entre as universidades famosas e rivais Harvard e a Yale, nos Estados Unidos. O erro de algumas regras se tornou um padrão e 9 anos depois do acontecido, as universidades de Yale, Harvard, Princeton e Columbia formaram a Associação de Futebol Inter-universitária. A partir desse ponto o jogo se tornou uma mania entre os estudantes, que levavam a cultura do jogo para suas cidades natais. Até hoje, o futebol é uma mania nos Estados Unidos e tem ganhado espaço aqui no Brasil. Até o superhomem Clark Kent em Smallville tentou a vez, mas sendo muito honesto, decidiu que não era justo jogar com meros humanos, já que seus poderes o tornavam espetaculares nos jogos. O futebol também ganha espaço na série musical Glee, durante as primeiras temporadas, ser parte do time de futebol do McKinley High era sinônimo de ser garoto problema.

Ross (Friends) — Rúgbi

Além do futebol americano, a variação do esporte, o Rúgbi, é muito popular na Inglaterra. Os romanos, por exemplo, praticavam um esporte chamado Harpastum, muito semelhante ao rúgbi moderno, no qual os atletas jogavam em equipes, e buscavam levar uma bola à outra extremidade da quadra de jogo, empurrando os oponentes. Reza a lenda também, que o Rúgbi surgiu depois que no meio de um jogo, um aluno chamado William Webb Ellis, tomou a bola em suas mãos e, desrespeitando as regras do futebol vigentes na região (Rugby School Football Rules), que permitia que a bola fosse segurada com as mãos (mas somente se o jogador recuasse do ponto onde pegou a bola), avançou rumo ao campo adversário, enquanto os oponentes tentavam segurá-lo para impedir a sua progressão. Ross Geller, de Friends, tentou impressionar a namorada londrinha jogando rúgbi com algumas amigos da moça. O problema é que eles eram um pouco “grandes” demais, e todos nós sabemos que Ross é um pouco sensível. Como imaginávamos, a história não acabou muito bem, mas com certeza rendeu boas risadas para os fãs da série.

Emily (Pretty Little Liars) — Natação

A natação é considerada uma das melhores atividades físicas dentre todas pelo fato de ser indicada para todas as faixas etárias e exercitar todo o corpo, ela traz melhoras consideráveis na qualidade de vida de seu praticante. Apesar de chegar a participar de competições na piscina Emily não vê a atividade como uma corrida desenfreada para ganhar dos concorrentes, ela nada por prazer, sente-se bem na água e seus bons tempos na piscina ocorrem ao natural.

John Carter (ER) — Basquete

Inventado em 1891 nos Estados Unidos, duas equipes de 5 jogadores competem para acertar uma bola no cesto de seu adversário o maior número de vezes possível durante um período de 40 minutos (quatro quartos de dez minutos cada). A partida pode se estender pois o relógio é parado toda vez em que a bola sai da quadra. Pode ser praticado em quadras ou ao ar livre e é um esporte de precisão e agilidade e na série ER precisão é o que não falta já que esta deve ser uma das características dos médicos. O Doutor John Carter, além de ser preciso como médico era também frequentemente visto com seus amigos em momentos de lazer mostrando suas habilidades no esporte.

Seth (The O.C.) — Vela

Vela, ou iatismo como também é conhecida é uma modalidade muito peculiar. Há quem diga que a solidão do alto mar muda as pessoas, ela está presente nas olimpíadas desde o ano de 1900 e é um esporte onde Seth achou tudo o que precisava em sua vela: o prazer de não ter que agüentar seus colegas fúteis e a solidão que o ajudava a organizar seus pensamentos tão diferentes das pessoas do lugar onde vivia.

Derek (Grey’s Anatomy) — Pesca

A pesca pode ser encarada de diversas maneiras, algumas pessoas a praticam para alimentação, outras para venda, e outras simplesmente pelo lazer. Levar um filho ao pesqueiro, ensiná-lo como atirar a linha na água são atividades tão simples que sua importância passa despercebida aos olhos acostumados com a correria do dia-a-dia. Derek, sempre foi compreensivo e atencioso com seus pacientes, muito provavelmente a pesca tenha sido uma das válvulas de escape que ele tenha encontrado para fugir da rotina pesada do seu local de trabalho.

Scott, Stiles e Jackson (Teen Wolf) — Lacrosse

O Lacrosse é um jogo de grupo criado pelos indígenas norte-americanos, e é um esporte que cada vez mais ganha espaço nos Estados Unidos e em todo o mundo. Na série Teen Wolf, diferente da maioria dos colégios em seriados, o Lacrosse é destaque no colégio de Beacon Hills. Para jogar, é preciso uma bola de borracha pequena e sólida e um bastão de cabo longo chamado de crosse ou taco de lacrosse. O objetivo do jogo é marcar pontos, atirando a bola na baliza do “gol” adversário, utilizando o bastão de lacrosse para capturar, transportar, e passar a bola. Na Beacon Hills High School, o capitão do time era Jackson Whittemore até Scott McCall ser atacado e mordido por um lobo, e ganhado força e velocidade sobrenaturais, se tornando co-capitão ao lado de Whittemore. O melhor amigo de Scott, Stiles Stilinsk também faz parte do time, apesar de não ter tantas habilidades.

Tess Mercer (Smallville) — Muay Thai

O Muay Thai foi criado na Tailândia, e é conhecido também como Thai boxing (“boxe tailandês”). O esporte foi criado à mais de dois mil anos como forma defesa sobre possíveis invasões dos povos oriundos das planícies do curso inferior do Rio Chao Phraya. A luta é considerada um esporte de muita disciplina física e mental pois a cima de tudo inclui golpes de combate em pé e o uso combinado de punhos, cotovelos, joelhos, canelas e pés, se um atleta consegue combinar tudo isso em harmonia, ele é considerado um lutador completo. Tess Mercer, a filha bastarda de Lex Luthor, da série Smallville, dominava todas essas habilidades e um pouco mais, já que também era ótima com uma arma na mão. Mas infelizmente, nada disso à tornava uma pessoa carismática.

Sam Evans (Glee) — Nado Sincronizado

O nado sincronizado teve sua primeira competição na cidade de Berlim no ano de 1891, e no começo do século XX era conhecido como Ballet Aquático. O nome “nado sincronizado” apareceu somente em 1933, durante o primeiro mundial, que ocorreu em Chicago. No início, era um esporte praticado na maioria por homens. Porém, já na década de 1920 ele começou a se popularizar entre as mulheres, que atualmente, são a maioria na pratica do esporte por conta de seus movimentos leves e delicados. Conhecido também como natação sincronizado, o esporte mistura elementos da natação, dança e ginástica e consiste na execução, dentro de uma piscina, de uma rotina de movimentos ao ritmo da música. Atualmente, a modalidade é disputada individualmente, casal e em grupos. Sam Evans, da série Glee se juntou à equipe de nado sincronizado do colégio quando não conseguiu se juntar ao time de futebol, somente pelo fato de sentir que necessita de um casaco de esportista para ser “alguém” dentro do colégio. No final, ele gostou tanto, que até deu ideia para uma das cenas mais marcantes da série o pedido de casamento de Will para Emma, ao som de We Found Love, da cantora Rihanna.

Ficou inspirado, então responde para a gente:

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Gostou da lista? Está faltando algum esporte? Comente! Queremos saber qual a sua modalidade preferida! Aproveite e vote na enquete para escolher o melhor técnico da TV!

Texto produzido por João Paulo Freitas, Maísa França e Júlia Berringer.

Marvel: diretor de ‘Os Vingadores’ conta o que esperar da série ‘S.H.I.E.L.D.’

Data/Hora 18/02/2013, 20:20. Autor
Categorias Notícias

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Já faz um mês que as gravações da série S.H.I.E.L.D., inspirada nas histórias em quadrinho da Marvel, começaram. Mas, até agora, poucas informações à respeito do seriado – já super aguardado pelos fãs das HQs – foram divulgadas.

No final de semana, no entanto, o diretor Joss Whedon (também responsável pelo filme Os Vingadores) concedeu uma entrevista ao TV Line e contou, um pouco, o que os espectadores podem esperar da atração televisiva.

Segundo o cineasta, a história não diz respeito a assassinatos, crimes, ou pessoas procurando o benefício próprio. “É sobre personagens que estão tentando ajudar um ao outro, e isso é uma das coisas que eu amava sobre histórias em quadrinhos. Elas tinham fantasias e os vilões eram legais, mas eles estavam ali por um motivo maior e eu gosto de fazer um programa que tenha isso”, revelou.

Por falar em Whedon, o presidente do canal ABC, Paul Lee, responsável pela atração, já tinha declarado, em outra ocasião, que estava empolgado com a participação do diretor de Os Vingadores no piloto da série, justamente por causa da paixão dele com o projeto. Devoção essa que o cineasta, realmente, não esconde.

“Nós estamos nos empenhando para sermos fiéis ao espírito da Marvel e ao universo deles. Então, definitivamente é um programa da Marvel”, disse Whedon sobre o quão perto a nova série chegará das histórias originais. S.H.I.E.L.D. é inspirada nas histórias em quadrinho da Marvel e retrata uma organização secreta, criada pela ONU e que dá nome ao seriado, cuja missão é proteger a Terra de habitantes de outros planetas.

A organização aparece nas histórias de Os Vingadores e, por isso, alguns atores do filme, lançado em 2012, também vão participar do seriado, reprisando seus personagens.

NOTÍCIAS | ‘S.H.I.E.L.D.’ é a grande aposta do presidente da programação da ABC

Esse é o caso de Clark Greg (que reprisa seu personagem como o agente Phil Coulson) e Cobie Smulders, que retorna como Maria Hill – embora Whedon já tenha adiantado que a participação da atriz, conhecida pelo trabalho em How I Met Your Mother, seja reduzida, pois ela tem uma agenda com muitos compromissos.

Aos fãs de cinema, o diretor disse que o público pode esperar alguns atores do filme na série, mas não incontáveis. “Nesse exato momento, quero envolver as pessoas nos personagens que criamos para a série. Depois, nos preocuparemos com isso [reprises de personagens e afins].” Não é que o diretor faça questão de esquecer o longa metragem – até porque, uma sequência já está confirmada. “Mas, assim como eu amo fazer um filme apenas como meus amigos, como fiz uma vez, também quero que essa família cresça”, finalizou.

Se o piloto de S.H.I.E.L.D. for aprovado, a série estreia no segundo semestre de 2013. No elenco, ainda estão os atores Ming-Na (a ex-soldada Melinda May), Elizabeth Henstridge (a expert em assuntos científicos Gemma Simmons), Ian De Caestecker (o viciado em tecnologia Leo Fitz), Brett Dalton (Agente Grant) e Chloe Bennet (Skie, uma agente engraçada e autoconfiante).

Joss Whedon, além de dirigir, é tambpem o responsável pelo roteiro, em parceria com o irmão Jed Whedon e a cunhada Maurissa Tancharoen. ABC e a própria Marvel estão envolvidas no projeto.

Com informações do TV Line.

Parks and Recreation – Ann’s Decision e Emergency Response

Data/Hora 18/02/2013, 19:14. Autor
Categorias Reviews

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Sem dúvidas, de volta ao topo.

Se o começo da temporada de Parks tinha dado alguma dúvida para seus fãs, não temam mais. Parks realmente começou 2013 com uma leva de ótimos episódios, trazendo toda aquela beleza de volta, com ótimos diálogos, cenas e desenvolvimento de personagem. Sem perder de vista o que realmente importa, claro: nos encantar mais ainda.

Com a campanha da temporada passada colocando Leslie na vanguarda de quase todos os episódios, houve uma mudança notável na quinta temporada para se concentrar no crescimento de outros personagens, sendo Ron encontrando um amor de verdade, ou Chris, tentando encontrar alguma felicidade real em sua vida. O 5×12 coloca as duas personagens que mais se divergem: Ann e April, nos entregando um episódio fantástico de duas mulheres tentando encontrar sua própria identidade no mundo.

Essa busca se manifesta de formas muito diferentes: as tentativas iniciais de April em abraçar as atitudes de Leslie sobre o governo claramente não estavam em seu favor, e a repentina decisão de Ann para encontrar um doador de esperma para acabar com sua personalidade de camaleão. Ter um bebê daria um propósito maior, um senso de definição e identificação e no caso de April, abraçar as atitudes de Leslie é uma maneira de encontrar uma maneira de se apegar ao trabalho que ela finalmente está se deliciando, canalizando sua própria voz e paixão.

Foi bom ver Ann finalmente tendo algum destaque, e os caras que apareceram como prováveis doadores com certeza também fizeram uma boa (ou má) impressão. Não sou, porém, o maior fã do plot de Ann. A ideia de ser mãe solteira sendo que ainda é extremamente viável que Channing Tatum seja seu marido pode acabar tendo resultados completamente diferentes.

Porém, a série já provou que consegue administrar bem enredos extremamente loucos e improváveis, então não há dúvidas de que eles devam conseguir lidar com esse plot da maneira correta.

Deixe para Parks and Recreation fazer piadas sobre um leilão e gripe aviária em um só episódio. É provavelmente uma das únicas comédias que consegue tal feito. E o episódio 13 não só fez comédia, como também foi a vitrine perfeita para Leslie Knope. Sim, ela mostra sua natureza de esperença e otimismo, como sempre, mas ela também  sacrifica seu registro de casamento para organizar um evento de angariação de fundos para Pawnee Commons. Mas o fato dela não poder ajudar a configurar o evento por causa de um teste de treinamento de emergência para a cidade (um teste que ela normalmente anteciparia e conseguiria superar com desenvoltura) oferece um desafio interessante para Leslie: Será que ela sacrificaria a reputação de sua cidade para o bem de seu parque?

No começo parecia que ela iria perder o próprio evento por causa do teste de preparação para a sua cidade, o que teria sido um final compreensível, mas completamente previsível. É por isso que é muito mais divertido quando Leslie decide que não pode deixar Jamm ganhar, já que ele marcou o teste no mesmo dia que sua gala, e acaba com o teste. Toda a sequência de MORTE da cidade foi ótima, mas nada foi tão excitante do que vê-la anunciar que Jamm também foi morto pela gripe aviária. Claro que queríamos que ele tivesse morrido na vida real, para que Leslie finalmente conseguisse o que queria, mas como é uma comédia e não um drama, não iria acontecer (ainda).

Vídeos instrutivos de Leslie que ela fez antes do teste deram o tom de criatividade do episódio, criando noticiários falsos sobre desastres atingindo a cidade e dar nomes aos seus personagens como, por exemplo, Jessica Wrabbrit. Esses detalhes fazem toda a diferença e mostra a versatilidade da sempre ótima Amy Poehler, a sempre injustiçada nas premiações.

Infelizmente, a história de Andy não termina tão como a de Leslie. Como Andy é um cara legal, é claro que ele emprestaria a arma para um garot do colegial, afinal ele não teria outra oportunidade. Não é muito surpreendente que Andy não tenha passado na prova de personalidade da polícia. Felizmente ainda há esperança para o personagem, já que aparentemente ele é um gênio da escrita. É bom ver que os roteiristas ainda tem vontade de dar mais espaço para o personagem crescer, não o mantendo na mesma situação o tempo todo.

Apesar dos acontecimentos da semana passada, Ann voltou a se tornar uma personagem descartável. Só teve um bom momento no episódio inteiro: quando ela rouba uma das batatas fritas do restaurante inimigo. Não há mesmo outra coisa para Ann fazer, produção?

Agora, vamos combinar, né? Ron Swanson precisa de um talk show, pra ontem. Simplesmente inapagável os momentos em que ele dá as melhores dicas para os ouvintes, enquanto Joan morria pelo estúdio, em várias posições. Um dos melhores momentos da série inteira.

Peyton List, da série ‘Mad Men’, vai estrelar nova série de super-heróis da CW

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A atriz Peyton List juntou-se ao piloto de The Tomorrow People, próximo drama da emissora CW.

O drama de super-herói – que é a adaptação de um seriado britânico de mesmo nome, do canal ITV, na década de 1970 – mostra vários jovens de todo o mundo que tem o objetivo de representar o próximo estágio na evolução humana. Cada um deles possui poderes especiais, incluindo a habilidade de se teletransportar e comunicar uns com os outros telepaticamente. Juntos, eles combaterão o mal. Se você se lembrou de histórias como X-Men e Heroes, talvez essa não seja apenas mera coincidência, não é?

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Greg Berlanti (Arrow) e Julie Plec (The Vampire Diaries) irão ser os produtores-executivos e vão estar ao lado do escritor Phil Klemmer (Chuck). A personagem de Peyton se chamará Cara e é descrita como de confiança com um senso de humor. Ela fará parte do grupo feminino dos super-heróis.

Informações de quando começarão as filmagens ou do restante do elenco não foram divulgadas. Se o piloto for aprovado, a série The Tomorrow People deve estrear no segundo semestre de 2013, durante  a fall season da TV americana.

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A atriz já fez muitas aparições em alguns seriados bastante conhecidos nas emissoras americanas como, 90210, sendo a personagem Lindsey Beckwith e, em  FlashForward, fez o papel da Nicole Kirby. Ela é conhecida mesmo na série Mad Men, em que interpretou a Jane Sterling.

Com informações do TVLine e do Deadline.

WGA Awards: ‘Louie’ e ‘Portlandia’ são as grandes vencedoras de prêmio para roteiristas

Data/Hora 18/02/2013, 16:47. Autor
Categorias Notícias

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O momento de Louie continua. Parece que a série semi-autobiográfica de Louis CK está agradando e continua decolando após as duas primeiras temporadas.

NOTÍCIAS| ‘Breaking Bad’ e ‘Modern Family’ lideram lista dos indicados ao WGA Awards

Ontem à noite, na premiação do WGA (Writers Guild Awards), a série foi anunciada como uma das vencedoras no topo da categoria de séries de comédia de 2013. Lembrando que a terceira temporada de Louie, transmitida pelo canal FX, ganhou um Emmy pela primeira vez em setembro do ano passado, e então saiu disparada com nomeações para SGA (Screen Actors Guild), Globo de Ouro e PGA (Producers Guild of America). Louie impediu que a aclamada Modern Family ganhasse o prêmio de melhor comédia no WGA Award. Entretanto, a série do canal ABC não saiu de mãos vazias, ganhando o prêmio por um de seus três episódios nomeados para o prêmio, Virgin Territory, escrito por Elaine Ko.

Bom, maior ainda foi a descoberta da série Portlandia, do canal IFC. Em uma das maiores surpresas da noite, com seu baixo orçamento, a série estrelada por Fred Armisen e Carrie Brownstein venceu as consagradas The Daily Show, Colbert Report and Armisen’s e Saturday Night Live, que tem vencido a categoria comédia/variedade no WGA Awards durante seis anos.

NOTÍCIAS|‘Portlandia’ traz novidades em seu elenco

A vencedora na categoria de novas séries não foi tão espantosa. O prêmio foi para Girls, do HBO, estrelada por Lena Dunham, acrescentando mais um troféu à estante ao lado dos recentes Globo de Ouro e  DGA Awards (Directors Guild of America). Na categoria drama, Breaking Bad, do canal AMC, voltou ao podium como melhor série enquanto Mad Men  retornou à lista de vencedores com The Other Woman, melhor episódio de drama escrito por Semi Chellas e Matthew Weiner.

O WGA Awards é um dos prêmios técnicos mais importantes para da TV, cinema e rádio, nos Estados Unidos, e se concentra na categoria escrita (roteiro). Para conferir a lista completa de ganhadores, clique aqui.

Com informações do site Deadline.

Thomas Lennon, de ‘Reno 911!’, está em nova comédia da NBC

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Thomas Lennon é um rosto conhecido, quase sempre ligado à comédia – ele esteve na série Reno 911!, do canal Comedy Central, e em diversos filmes, como 17 Outra Vez, em que contracenou com Zac Efron (High School Musical) e Matthew Perry (Friends), e Uma Noite no Museu.

Agora, o ator foi escalado para um novo projeto da NBC, intitulado Happiness (“Felicidade”, na tradução) provisoriamente. A nova série, ainda na fase de aprovação do piloto, gira em torno de  um homem que precisa lidar, ao mesmo tempo, com a filha adolescente de 14 anos, recém-mudada para sua casa, além do chefe temperamental no trabalho, Max, interpretado por Lennon.

NOTÍCIAS | Atrás das câmeras há 6 anos, ator Sean Hayes estrela comédia da NBC

Ou seja, parece que a vida do protagonista, papel de Sean Hayes (Will & Grace), não vai ser fácil. Mas, para enfrentar isso tudo, ele var ter um “colinho de mãe”. A veterana Linda Lavin (The O.C., Alice) foi escalada para viver a matriarca em questão.

Victor Fresco (Better Off Ted) é o criador e roteirista da atração e, ao lado do próprio Hayes e Todd Milliner (Hot in Cleveland, Grimm), é produtor-executivo. James Burrows (Partners, Mike & Molly) dirige o piloto.

Thomas Lennon teve, ainda, um personagem em New Girl, da Fox. Ele apareceu como Neil na season finale da primeira temporada do show, em 2012. Já para a estrela Sean Hayes, o novo projeto marca seu retorno às artes cênicas, depois de 6 anos.

Com informações do TV Line e Deadline.

Bones – The Shot in the Dark

Data/Hora 18/02/2013, 11:36. Autor
Categorias Reviews

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Às vezes, quando algo muito importante acontece, perdemos a fala. A emoção nos previne de comentários, e quando eles saem, são sempre atrapalhados.

Essa semana algo importante aconteceu em Bones, e quando é assim, fica difícil articular meus pensamentos. Não que o episódio tenha sido o melhor de todos os tempos, não foi nem o melhor da temporada, mas é que a profundidade do tema mexeu muito comigo.

Sei bem que essa review não é um divã, e não enrolarei contando sobre meus devaneios, mas é que não consigo deixar de pensar quando tudo isso acabar. Quando fecharem as portas da produção, e segundas-feiras voltarem a ser chatas e cinzentas. O porquê disso? Eu não sei. Mas não consigo fechar os olhos e não pensar que um dia tudo chega ao fim, e que não sabemos ao certo quando será.

The Shot in the Dark foi realmente um tiro no escuro. Foi escrito por um comediante, dirigido por um não-sei-quem, teve muitas falhas de continuidade, roteiro, e… não, não aumentarei a lista de falhas simplesmente porque Emily e Boreanaz fizeram o que mais sabem fazer: salvaram o dia.E talvez por isso, por medo e vontade de nunca largar a série que eu não consegui falar o que penso sobre mais esse episódios de Bones. Mas tentarei agora, desculpem-se o atraso.

Altos

O que se pode dizer é que se tem algo de muito bom em Bones é a Bones. O ponto alto desse episódio é ver como a Emily conhece sua personagem, as dificuldades que a Temperance tem, anseios e mudanças pelas quais tem passado. Só assim, e com muita sensibilidade, ela consegue vender qualquer coisa que derem para ela.

Até reconhecer que há “mistério na vida”, e que nem tudo exige uma explicação científica. Há coisas que não são possíveis de serem explicadas. É o caso do amor, do ato de fazer amor, de acreditar, sentir, reconhecer virtudes e defeitos. Quem acompanha Bones (direitinho e sem patifaria), sabe que esses são temas que a Brennan tem “aprendido”.

“Eu acho que eu mudei”

A jornada de auto-conhecimento começou lá no início da série, quando ela começa a reconhecer o companheirismo, a amizade, começa também a entender o amor. O amor puro, aquele que faz desafiar a lei da física. Tudo isso, ela aprendeu com o Booth. The Shot in the Dark deixa bem claro o papel essencial que ele tem na vida dela.

“Por alguma razão, é você quem continua a me trazer para a vida”

Quando o episódio começou, com a discussão sobre uma viagem em família às montanhas da Virgínia, a típica Brennan discorda. Assim como ela achou um absurdo comprar uma casa nova quando os dois resolveram morar juntos. Tudo isso magoa o Booth. Porque, ao ser racional, a cientista acaba desconsiderando os anseios dos outros.

Não há nada de racional em convivência. Se eu pudesse escolher, ao menos, viveria numa montanha cercada por ovelhas. Mas o ser humano, apesar da autossuficiência, não foi feito para viver só. Antropologicamente falando, sobreviver tornou a companhia uma experiência necessária.

Mas não é por necessidade que B&B estão juntos. Pode até ser aparentemente, mas como a Brennan fez questão de ressaltar ao final da sétima temporada, o amor entre os dois é mais forte do que qualquer necessidade. A sobrevivência dos dois depende do amor que um sente pelo outro, e por causa desse amor, mostrado em formas sutis como um beijo na testa, um aperto de mão, por causa dele, esse episódio valeu a pena.

Antes de passar para as críticas, deixo registrado que a Emily poderia gargalhar em todos os episódios de Bones. O que foi aquela cena final? Me derreti de tanta doçura.

Outra coisa, se a bebê Chris continuar sendo tão bem dirigida e editada, eu gostaria de solicitar para a Fox uma série só dela. Oh wait! Isso já existe!

Baixos

Ah! Se você é um fã louco e cego é melhor não ler o que vou falar, pelo bem da nossa relação. (Sim, eu considero que tenho uma com as pessoas que leem as minhas loucuras). Mas demos a César o que é de César, e The Shot in the Dark não foi nem 5% do que poderia ter sido. Um tiro. Na Brennan. Um tiro na Brennan!! Um tiro na Brennan que foi transformado em um episódio de motivação patiférica (que vem da ação de fazer patifarias) e uma resolução mais patiférica ainda.

Um tiro na Brennan deveria ser o evento do ano. Vejam só quantas possibilidades jogadas fora em um episódio que o começo, meio e o fim aconteceu quase que simultaneamente. Isso não é nem uma evolução na narrativa, foi um atropelo sem tamanho.

A EQM (Experiência de Quase-Morte) permitiu que ela confrontasse a maior pendência em sua vida: a morte da mãe. Mas as conversas entre as duas me incomodaram um pouco. Certo que foi bacana vê-la demonstrar seu amor e apresso por Booth e Chris, mas saber que toda a racionalidade da Brennan veio por causa de um garoto, isso foi um soco no estômago para mim. Sempre achei que fazia parte da personalidade dela ser assim, até por que, ao longo dos anos, várias referências a mini-Brennan sendo geniosinho teimoso que roubava ferramentas do Russ, era algo que aconteceu bem antes da adolescência.

Outra coisa, durante a série, sempre pensamos que o compartamento de extrema racionalidade da Brennan era devido também ao seu medo de se apegar as emoções e não poder lidar com a solidão por causa do abandono da mãe: friso, da mãe! E do Max, também.

Aliás, o Max foi muito mal aproveitado no episódio. Era quase como se ele não precisasse estar ali.

Além de tudo isso, pequenos erros no roteiro, como a Angie dando a notícia que a Bren acabou de acordar e a Cam já sabendo de toda a conversa que a antropóloga teve com o Booth minutos antes me deu a ideia do descuido do roteiro, que foi escrito pelo ator de comédia Dave Thomas, da série Arrested Development.

Casais

Posso dizer que o Sweets encontrou uma bela substituta para a Daisy? Posso dizer que eu quase me joguei da janela ao descobrir que os dois já consumaram a relação? O que é isso, minha gente? Hart, você precisa levar alguns séculos antes de fazer um casal ter a primeira noite. É o combinado, ok?

O caso

Da próxima vez que forem matar a Brennan, por favor, façam isso em grande estilo. Só porque um patife que encobrir um roubo. Ah, que raiva! E nisso ainda matou Mika II.

Todo mundo que ler review de Bones no TeleSéries sabe do descontentamento que tenho em relação aos casos da série. Acho que não é nem falta de criatividade, é de esforço mesmo. De qualquer modo, tenho que admitir que a ideia da bala de gelo foi bacana, apesar de eu ter pensado nisso apenas segundos depois da Cam falar que não havia ferimento de saída do projétil.

Menos assim, obrigada assassino 157, você deu a B&B uma razão para amar a vida.

The Shot in the Dark

Foi uma promessa não cumprida. Não houve o tal questionamento sobre casamento, ou algo mais profundo. Foi apenas o episódio que a Brennan quase morreu, mas ela viveu depois, e com disposição para fazer piadinhas no final do episódio. Ah,  Brennan troll.

Esse episódio também deu a Angie e a Brennan um breve momento de interação, e por isso, só por isso, cheers!

Mas hoje é Bones Day, e nos vemos em breve!

The Following – Mad Love

Data/Hora 18/02/2013, 11:08. Autor
Categorias Reviews

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É difícil lidar com o charme de Joe Carroll e se Ryan Hardy está tentando ganhar a briga é fazendo com que o público sinta pena dele. A vida de Ryan até agora foi tão miserável que encarar a morte nos olhos de Joe não parece mais ser um problema tão atormentador para quem perdeu a mãe para a leucemia, o pai assassinado e um irmão mais velho no atentado de 11 de setembro. Mesmo assim Ryan tem recuperado um pouco do herói que Carroll quer ver como protagonista do seu livro. Novamente caímos no encantamento de Joe e na felicidade dele ao descobrir que Ryan matou Rick e assim está recuperando seu “charme”.

Além da vida miserável de Ryan, Mad Love nos mostrou outras vidas não menos que miseráveis. São as três “aberrações instáveis” da vida de Carroll. Jacob, Emma e Paul são mais afetados psicologicamente do que qualquer um poderia imaginar nos primeiros capítulos. No entanto, é exatamente isso que os torna personagens tão singulares e tão caprichados no elenco de Carroll.

A revelação do segredo de Jacob não assusta tanto, mas apresenta mais um tópico no plot do triângulo amoroso que já está virando um ménage à trois, segure-se quem puder. Coitado do Joey vivendo com aquelas três aberrações, mas já mostrando que não é nenhuma criança boba. Podemos esperar bons movimentos do pequeno Carroll.

Mas nenhuma dessas três aberrações ainda tem a frieza de Maggie, ou Margaret Schuller, como soletrou aplicadamente Carroll. Como mencionei na review passada, Joe tem grande apreço pelas mulheres entre seus seguidores. Além de Emma ser a líder do grupo, Maggie se mostrou uma ótima atriz e manipuladora de primeira, com um jeito muito parecido com a forma de Carroll de lidar com seus “amigos”.

Além de inteligente, Maggie não segue tão a risca os mandamentos de Carroll, ela age de acordo com sua vontade, mas é guiada pela forma como Joe gostaria que as coisas se desenvolvessem. Para Carroll, Maggie foi uma ótima personagem dentro do contexto da história do seu livro. Joe descreve Maggie como incrivelmente engenhosa, impressionante e persistente e ainda entrega que ela foi responsável por uma matança no Arkansas que nunca teve os casos solucionados.

Todo esse contexto deixa mais assustador o que acontece na sequência. O sequestro da irmã de Ryan por Maggie trouxe à tona toda a vida familiar do ex-agente do FBI e toda a morte e a tristeza que envolvem seu passado. A carga negativa é tão forte que Ryan não acredita que pode fazer alguém feliz e esse é um dos motivos que o afasta de Claire. Para contar a triste saga da família Hardy, novamente os flashbacks que contam o passado e mesclam as cenas com os acontecimentos atuais brilharam em The Following. Tudo muito bem sincronizado, tanto para facilitar o entendimento da história quanto para manter o ritmo do suspense.

Quem ganhou uns pontinhos em Mad Love e cresceu como personagem foi Mike. Além de ter salvo a noite, ele vem se mostrando um tanto rebelde em relação as regras do FBI e isso o torna um personagem mais interessante. As diversas tentativas dele de se aproximar de Ryan também chegam a ser engraçadas em alguns momentos, os dois têm um bom potencial de serem realmente parceiros em The Following. Será que Carroll vai querer que seu personagem principal tenha um parceiro na história do seu livro? Já é engraçado ver Ryan se impressionando com a lealdade gratuita que Mike tem por ele. Quem diria que Ryan Hardy teria seu próprio seguidor.

A trilha sonora não tinha aparecido tanto no último episódio, mas voltou com força em Mad Love na cena da tentativa de fuga de Megan. A tensão só foi maior com Maggie e seus ímãs que quase interromperam o marcapasso e a vida de Ryan. Na cena final a trilha sonora fechou bem o episódio, um dos melhores da temporada até agora. A cena de Claire tentando convencer Ryan a ficar e comer alguma coisa mesclada com recortes de Ryan conversando com Jenny sobre o porquê de ter dado um tempo com seu relacionamento com Claire foi uma das melhores montagens que a série apresentou até aqui. A edição e os efeitos sonoros para enfatizar a troca do presente com o passado fecharam com chave de ouro o quarto episódio de The Following.

Person of Interest – One Percent e Booked Solid

Data/Hora 18/02/2013, 10:33. Autor
Categorias Reviews

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Depois de uma série de episódios que traz a tona nossos TOCs, é de praxe que Person of Interest dê aquela estacionada no drama, e mostre episódios mais tranqüilos, mas não menos interessantes.

One Percent foi um episódio bom, filler, divertido, e ainda pudemos ver alguma coisa sobre o passado de Finch.

O caso da semana trouxe a história de Logan Pierce, fundador de uma empresa de social network, Friendczar. Sim, o episódio foi no melhor estilo de The Social Network e se você já viu o filme o final acaba sendo meio previsível (Não assisti ao filme, acabei prevendo do mesmo jeito). Enfim, esse acabou não sendo o ponto interessante da storyline, mas Longan foi um presente para o episódio. O rapaz bilionário é aquele tipo de pessoa que se perdeu durante o caminho que percorreu para conseguir seu patrimônio, e é claramente uma pessoa sozinha, mesmo sempre estando cercado de seus amigos e inimigos; e sem amor próprio. Era evidente que ele não se importava com sua própria segurança, a falta era tamanha que Reese foi capaz de abandoná-lo.

O que mais eu gostei sobre Logan foi sua curiosidade. Ele, como a maioria das pessoas de interesse, não aceita que um homem de terno apareça de repente e sua vida dizendo “ok, eu vou te salvar”. Pierce ficou intrigado com a situação e se arriscou indo atrás de Reese e Finch só para saber da motivação deles. Isso provavelmente quer dizer que essa não será a única vez que veremos esse personagem, ele é inteligente e tem recursos, deve retornar em outras circunstâncias, espero ansiosa.

A adição de Carter e Fusco foi um grande componente para o seriado, traz uma boa dinâmica, mas a participação deles nesse episódio foi pouca. No entanto, parece que foi o ponto inicial de um problema futuro. Carter, sempre dentro da lei, ou sempre tentando pelo menos, está encarregada de descobrir quem é o assassino, que no caso é Fusco. Lionel, que diferente de Carter, não tem a moralidade como um atributo forte, tenta até conversar com Joss, sem muito sucesso já que esta garante que vai prosseguir com a investigação não importando qual seja o resultado. Fiquei um pouco chocada com a resposta de Carter já que ela já teve o pescoço salvo por Fusco por pelo menos duas vezes, e ela não foi ao menos capaz de ouvi-lo. Person of Interest tem fraco por esses embates de moral e outras virtudes, como, nesse caso, a lealdade.

Sem querer, um dia desses, acabei revendo o sexto episódio da primeira temporada, onde há uma cena de Finch conversando com Reese sobre como eram as coisas antes de seus caminhos se cruzarem, de como Finch sofria com a culpa de não poder fazer algo sobre os casos julgados irrelevantes. E os flashbacks de One Percent mostraram que a princípio as coisas não eram bem como descritas por Finch, na verdade a pessoa que era assombrada por esses números era Nathan, sócio e amigo de Finch, que tentou salvar uma das pessoas, e mesmo que o episódio não tenha mostrado, pode-se supor que foi dessa maneira que Nathan morreu e deu origem à motivação de Finch.

Já Booked Solid foi o episódio padrão pra quem gosta de muita ação, foram poucos os momentos do episódio que a calmaria dominava, ainda assim, um episódio tranqüilo de se assistir comparando-se com o último arco de Reese e Donnelly.

Mira Dobrica, uma camareira em um hotel, refugiada da Guerra de Kosovo. Mira testemunhou um crime de guerra onde sua família foi executada. Para protegê-la, Finch e Reese começaram a trabalhar no hotel, com direito a uniforme e piadinha sobre o terno de Reese, e essa foi a graça do episódio, já que achei que a trama desse episódio poderia ter sido desenvolvida um pouco mais. O assunto era interessante, mas não foi tão bem aproveitado como de costume, e, certo que é ficção, mas aquela cena do assassino e Mira na delegacia foi muito, mas muito surreal. Não gostei, achei forçado.

O que me agradou foi a maior presença de Fusco e Carter nesse episódio. Fusco que foi essencial para Reese no hotel e a habilidade que Lionel mostrou contra os dois assassinos foi surpreendente, o detetive aprende rápido. Já Carter foi colocada novamente na trama de entrar para o FBI, reforço que se ela entrasse para a organização seria uma grande adição pra o plot, mas novamente não foi dessa vez, e culpa foi de seu affair. Carter descobriu da pior maneira que o bom moço, não é tão bom assim. E eu acreditando que era Fusco quem iria abrir os olhos dela.

Esse episódio foi marcado pelo retorno de alguns personagens. Primeiramente vamos falar de Hersh, lembram dele? O capanga do Pennsylvania Two, um dos oito membros de uma organização do Governo Americano que tem conhecimento sobre a Máquina (No Good Deed), Hersh não me agrada em nada, a contribuição dele pro episódio foi a luta eletrizante contra Reese, mas mesmo com uns vinte minutos de vida ele não torceu nem o nariz, que falta de expressão.

Quem voltou também foi Zoe, minha querida, que mais uma vez foi muito mal aproveitada, mas nesse episódio foi exagero, imagino se não foi de propósito, como ela mesma diz, ela está sempre a trabalho e não ficou claro porque ela estava no hotel. Mas não deixei de me maravilhar, ou surtar mesmo, com sua participação. Parece que ela e John dessa vez foram mesmo, o episódio não mostrou nada, mas ficou a insinuação, e o que surpreendeu foi que a iniciativa veio de John, todo faceiro, muito diferente do John do começo da série que estava sempre sério. Na minha versão da história a suíte da cobertura foi bem aproveitada. Peço desculpas, sou shipper a tietagem é maior que eu.

E para fechar muito bem um episódio que estava mais ou menos pelo caso da semana quem voltou foi Root que está trabalhando para Pennylvania Two, e está caindo nas graças do “coitado”. Root está praticamente com acesso a Maquina. Será que ela vai conseguir atingir seu objetivo de libertar a Maquina?

PS.: Finch tem dinheiro o suficiente pra deixar Reese jogar 10 milhões de dólares pela janela, me adota?

PS.2: Atenção fãs da finada Fairly Legal, no episódio da semana que vem a personagem de Sarah Shahi nos será apresentada

Destaques na TV – Segunda, 18/2

Data/Hora 18/02/2013, 10:15. Autor
Categorias TV Brasil

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Aleluia! Depois de dois meses de hiato, finalmente as séries do horário nobre da Sony e do AXN retornam com novos episódios.

Temos inéditos de CSI (21h, 13×08), Grey’s Anatomy (22h, 9×08, leia a review, com spoilers do próximo episódio) na Sony. e de NCIS (às 21h, 10×06) e Criminal Minds (22h, 8×08) no AXN. Só quem ficou de fora foi Private Practice (23h, 6×07), que segue reprisando. Destaque para o episódio de CSI, com a investigação de cinco corpos encontrados num campo onde caiu um meteoro. Dylan Walsh (Unforgettable) e Brian Van Holt (Cougar Town) participam do episódio, que vai revelar um segredo do passado da Finn (Elisabeth Shue).

Ainda na Sony: às 10h30 e 17h30, vai ao ar o episódio final da comédia Man Up!.

Na HBO, 21h, vai ao ar o quinto episódio de Political Animals. Às 22h, episódio 3×05 de The Big C. E às 22h30, o episódio 2×05 de Enlightened. Nos canais MaxPrime, às 22h, vai ao ar o quinto episódio de Hunted.

Na Warner, 21h30, vai ao ar o episódio 2×12 de 2 Broke Girls, seguido, às 22h, por Arrow (episódio 1×12, leia a review).

No Universal Channel Beauty and the Beast e Grimm reprisam.

E até amanhã!

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