Glee — Girls (and Boys) on Film e Feud

Data/Hora 17/03/2013, 18:36. Autor
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Glee finalmente voltou de seu hiatus e nos entregou de bandeja um ótimo episódio logo de cara. “Girls (and Boys) on Film” foi um dos melhores episódios da quarta temporada. Nós mostrou o melhor dos dois elencos, porém, Lea Michele arrasou e para sempre vai se destacar. A cena em que Santana descobre a “gravidez” de Rachel foi impecável. Lea consegue fácil demonstrar os sentimentos da personagens só através do olhar. Fica aqui também o quanto admiro Jayma Mays. Sempre soube que ela era uma atriz fantástica, mas nos poucos minutos que apareceu nesse episódio, ela se superou. Me deu vontade de colocar ela no meu chaveirinho.

O dueto Kurt e Blaine foi de partir o coração, só não fez tanto estrago porque a cena de Will e Finn foi fundo. Acertou o meu ego e me fez chorar. Jake, Marley e Ryder continuam seu triângulo amoroso, e agora que Jake sabe que rolou algo entre Marley e Ryder, tudo fica muito mais intenso.

Agora, vamos ao episódio dessa semana, intitulado “Feud“. Primeiro de tudo: Ryan Troll Murphy nos deixou durante uma semana inteira acreditando que Rachel estava gravida, e 1 minuto e 56 segundos do episódio seguinte, nos conta de maneira natural que foi uma “pegadinha”. Apesar de uma pequena revolta de minha parte (porque eu já imaginava um mini Berry correndo pra lá e pra cá), o episódio foi muito gostoso de assistir. Não cansou e prendeu na maior do tempo.

Mas até aí, tudo bem se Rachel tivesse percebido que estava mais uma vez perdendo o foco e quase deixando de lado seus sonhos para cuidar de relacionamentos. Nada mais justo que nossa Santana entrar em cena e bater de frente com a protagonista e tentar, mais uma vez, abrir os olhos dela em relação ao “boneco de plástico”. Que ele tinha alguma coisa de errado, isso era fato. Tudo bem que ele não era nenhum traficante, mas ele que ele vendia o corpo era uma coisa previsível. Nunca gostei do personagem, mas me senti mal por ele. O guri só queria pagar a faculdade.

Mas isso não é coisa que uma Lopez perdoa, e Santana foi logo ameaçando Brody e dizendo para ele se mudar. Não foi o bastante, porque os olhos azuis dele fizeram Rachel e Kurt expulsarem Santana na casa deles. E isso Santana também não perdoa. Saiu de casa (levando o edredom de Rachel e o travesseiro de Kurt), mas tratou logo de colocar Brody contra a parede. E não sozinha, trouxe também Finn, que saiu de Ohio (mas isso é assunto pra outro paragráfo). Finn tratou de se impor e depois de dar uns socos básicos no “inimigo” soltou a frase que fez os fãs de Finchel pirarem:

Finn teve uma semana difícil. Depois que contou à Will que tinha beijado a noiva do moço, Mr. Shue não perdoou e usou o garoto de capacho. Foi quando os ND resolveram entrar em ação e trocar papéis, deram para os seus líderes a tarefa de fazer um dueto juntos. A missão foi cumprida, mas não deu muito certo. Will ainda guardou ressentimentos e Finn decidiu que era hora de partir. Perdido e dramático mais uma vez, a anjo da guarda da vez foi Marley, que abriu os olhos do rapaz e mostrou que o que ele deveria fazer era ir atrás de um diploma para ser professor. Antes disso, ele ainda deu uma passadinha em NY (como sabemos), será que vem plot dele em NY ?

O importante é que o duelo de Will e Finn rendeu outros duelos. Blaine e Sue entraram em conflito pois o rapaz “assinou” um contrato que dizia que ele deveria seguir as cheerios. Quando perdeu o duelo, teve que cumprir, mas suas intenções são as piores possíveis. Ele quer destruir Sue. E não vai conseguir. Porque ela é uma das melhores partes da série toda. Ryder e Unique brigaram pois Ryder não conseguia se referir a Unique como garota, mas no final (com a ajuda de uma estranha garota online), eles se resolveram. Mais tarde, Ryder pediu perdão a Jake, e os dois estão bem, mas não tão bem quanto Jake e Marley, que conversaram e trocaram juras de amor.

Sobre a garota online que Ryder conheceu, o que vocês acham ? Será que vem por aí um clichê plot de pedofilia, um garoto se passando por garota na internet ou algo como um amor à distância ?

PS: Sue Minaj. Sem mais a acrescentar.
PS2: Santana Abdul.

Estou um pouco assustada com a promo do próximo episódio e não sei o que comentar. Deixo com vocês. Comentem esses episódios e me digam o que esperam do da semana que vem. Eu espero que ele mantenha essa mesma qualidade. Sei que Glee sempre tem seus altos e baixos, praticamente uma montanha russa, mas eu ainda tenho fé que o carro pare lá em cima, e que demore um pouco para o Ryan Murphy destravar e o carro descer novamente (Desculpem a péssima metáfora).

Setlist do episódio:

How To Be A Heartbreaker (Brody e Rachel)
The Bitch Is Back / Dress You Up (Ryder e Unique)
Cold Hearted (Santana)
Bye Bye Bye / I Want It That Way (Will e Finn)
I Still Believe / Superbass (Blaine e Sue)
Closer (New Directions)

The Following – Welcome Home

Data/Hora 17/03/2013, 15:24. Autor
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Joe Carroll está solto, de novo. Fora das grades ele fica muito mais charmoso e igualmente apavorante. A magia que envolve seu grupo de seguidores é tão forte que ele mesmo tem dificuldades de acreditar que aquelas pessoas todas são capazes de qualquer coisa por ele. Por outro lado Carroll ainda não tem o que mais deseja: o amor de Claire e o carinho do seu filho Joey. Está aí o dodói de Joe e nenhum seguidor dele está conseguindo dar conta desse recado.

Enquanto isso, se você pensava que a vida de Ryan não podia ficar pior é porque ainda não assistiu Welcome Home. Como se não bastasse a desgraça total de Carroll ter fugido pela segunda vez, o FBI manda mais um comandante para ficar controlando o caso. Nick Donovan (Mike Colter, de The Good Wife e Ringer) chega com arrogância esperada para um chefe do alto escalão do FBI e já nas suas primeiras atividades enfatiza que Ryan é apenas um consultor e acaba suspendendo Mike e o mandando pra casa e consequentemente para ser torturado.

Assim como aconteceu com Debra na sua chegada, Nick resolve entrevistar sozinho o preso do momento e obviamente não conseguiu nada, já que David só aceitou falar com Ryan. A situação parecia que não poderia ficar pior, já que não existe a possibilidade de Carroll fugir novamente já que ainda está solto. No entanto, David não falou nada com nada, brincou de “disputa de encarar” com Hardy, fez algumas citações, mostrou o quanto é pirado e se matou muito rapidamente na frente dos olhos apavorados de Ryan.

Apavorado, de novo. Ryan ainda não conseguiu se acostumar com esses seguidores de Carroll que matam e se matam como se estivessem trocando de roupa. Já o espectador já se acostumou tanto com isso que foi impossível não ter certeza absoluta de que Mike seria pego pelos seguidores de Carroll assim que deixou o FBI para ir até o hotel. Isso eleva alguma suspeita para cima de Donovan. Quando ele optou por não mostrar o arquivo de David para Ryan, ele sabia que Mike tentaria burlar o sistema e assim poderia ser suspenso. Votaria no Donavan para seguidor de Carroll, mas acredito que isso seria um pulo muito alto para a seita de Joe.

Falando em pulo grande, Welcome Home deu boas vindas para a nova casa de Joe Carroll e apresentou seu grande amigo Roderick. Como era de desconfiança geral, Roderick é peixe grande, xerife de uma pequena cidadezinha nos Estados Unidos e assim conseguiu organizar toda essa equipe em volta de Carroll. O mais assustador de tudo foi a revelação de que Roderick também é responsável pelas mortes que colocaram Joe na cadeia, Carroll assumiu toda a culpa e por isso Roderick lhe é tão devoto.

O episódio também mostrou um Joe atual que nós não estávamos acostumados a ver. Carroll se diz apaixonado por Claire e Joey, mas é um doente, um assassino frio, calculista e muito inteligente. O mundo que envolve ele e seus seguidores é sinistro e muitas coisas desafiam nossos olhos, que se esforçam para ver algo que às vezes fica longe de ser um drama policial e beira a ficção científica. No entanto, em alguns momentos Joe é apenas um bêbado sendo assediado por sua aluna. A química entre ele e Emma é evidente. Também é evidente que ainda não descobri o que essa menina tem, além de ser atirada é claro, que anda pegando todo mundo nesse seriado.

No entanto, um dos que certamente Emma não vai pegar é Ryan, o nosso herói, que deu espaço em Welcome Home para outro herói, Mike. A grande sacada do episódio foi causar uma tensão sobre a possível morte dele. Sim, qualquer um pode morrer na série e fora Carroll e Hardy, já percebemos que isso realmente pode acontecer. Perder Mike deixou o episódio nervoso, mas é aí que o herói surge. Mike aguentou a tortura no osso e não falou onde estava Claire. Além disso, pegou Roderick de surpresa e o deixou com cara de besta quando conseguiu identificá-lo. Deu um aperto no coração quando Ryan chegou e Mike se esforçou para dizer que não contou onde Claire estava.

Ryan esteve muito bem salvando Mike do grupo de insanos de Carroll, mas ainda não consegui entender porque Debra ficava de guarda, próxima a um carro pronto para partir, e não ficou perto do carro. Depois que eles fogem aí sim ela sai correndo atrás bem atrapalhada e não acerta nem um tiro em nenhum pneu ou nada que pudesse atrapalhá-los. Assim fica difícil do FBI ganhar alguma batalha nessa guerra.

Mesmo assim quem saiu perdendo peças foi Carroll. Além dos cinco homens mortos por Ryan, sobrou o coitado do doente do Charlie, que falhou novamente na tentativa de recuperar Claire e deixou Carroll sacrificá-lo. A cena da morte dele foi fria, uma das coisas mais doentes até aqui em The Following. O momento em que Louise chega com o plástico para não sujar o chão foi de arrepiar e a trilha sonora, novamente perfeita, pareceu nos levar sem convite para dentro do que estava acontecendo. Charlie era um dos seguidores mais sem noção e mais chatos que Joe tinha. Para a audiência ele não vai fazer falta, já Carroll vai precisar procurar outra pessoa para cuidar da informática do seu clubinho.

No fim de Welcome Home é difícil escolher algum lado que tenha saído ganhando. Mike foi gravemente ferido e Ryan conseguiu atrapalhar os planos de Carroll, mas nenhum dos dois deu grandes avanços em seus planos. Joe continua solto e Ryan ainda tem Donovan no seu encalço. Por outro lado, em matéria de lazer Carroll tirou o atraso com Emma, enquanto Hardy passou uma noite deprimente ao lado de Mike no hospital. De uma forma ou de outra nosso herói sempre fica com fama de “loser”.

Stephen Fry vai interpretar mordomo de super herói em ‘Super Clyde’, novo piloto da CBS

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Zeca Baleiro pode parar de se perguntar, já temos a resposta para a canção “Por onde andará Stephen Fry?”

O ator, comediante, roteirista  e apresentador de TV britânico, Stephen Fry, está prestes a se tornar a nova estrela da TV americana, assim como seu amigo Hugh Laurie, com quem trabalhou em vários papéis inclusive como protagonistas na série A bit of Fry and Laurie.

NOTÍCIAS| Will Arnett, de ‘Up All Night’, é selecionado para comédia de Greg Garcia

Fry acabou de assinar um contrato para seu primeiro piloto na TV americana CBS. A sitcom intitulada Super Clyde  será produzida por Greg Garcia (Yes, Dear , My Nam eis Earl) e dirigida por Mike Fresco, e contará com o melhor amigo de Harry Potter, Rupert Grint como personagem principal.

NOTÍCIAS| Rupert Grint, o Ron Weasley de ‘Harry Potter’, vai estrelar piloto da CBS

O roteiro gira em torno de Clyde (Rupert Grint), um funcionário de uma lanchonete de fast food que após receber uma herança milionária de um tio falecido, decide virar super herói. Stephen Fry vai interpretar  Randolph, o mordomo e sócio de Super Clyde, uma espécie de Alfred do Bruce Wayne em Batman.

Com informações do Deadline e Digital Spy.

Confira os novos atores escalados para os pilotos da Fox e da NBC

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Alex Kapp Horner se juntará ao elenco da próxima comédia da Fox, a adaptação do livro de Justin Halpern,  I Suck At Girls (Sou um Desastre com as Mulheres).

NOTÍCIAS| Fox começa escolha de elenco da comédia ‘I Suck At Girls’ e do drama ‘Rake’

O projeto conta a história de “um menino se tornando homem e um homem se tornando um pai” em um tempo em que o Google ainda não estava disponível para eventuais duvidas.

No piloto estrelado por Christopher Meloni, que interpretará Jack Dunlevy, um ex-militar que atualmente trabalha como oncologista, Alex Kapp Horner interpretará sua esposa, mãe de Frankie (Buckley) um menino de 10 anos de idade, que depois de dedicar anos de sua vida cuidando da família, decide voltar para a faculdade de Direito, deixando seu marido de babá em horário integral.

NOTÍCIAS| Fox: Chris Meloni vai estrelar adaptação para a TV da obra ‘Sou Um Desastre Com As Mulheres’

No histórico de Horner podemos listar séries como The New Adventures Of Old Christine, Happy Endings, Drop Dead Diva, ER e Seinfeld, entre outras participações.

Novas escalações  também na NBC e dessa vez, o ator mirim Joshua Erenberg (Suburgatory) foi escalado para o novo piloto da rede de TV americana, do escritor e produtor Rand Ravich (Life).

O enredo segue Marcus Finley (Lance Gross), um agente idealista do Serviço Secreto que em seu primeiro dia de trabalho, se encontra no epicentro de uma crise internacional quando o filho do presidente  junto com seus colegas de escola são sequestrados.  Joshua interpretará Anton, um estudante, gênio que se encontra em meio esta confusão ao lado de Finley.

NOTÍCIAS| Saiba quais são as últimas novidades no elenco dos novos pilotos da NBC

O thriller de ação se passa em Washington D.C.  e com uma sinopse de tirar o fôlego, promete ser carregado de emoções. James Lafferty (One Tree Hill) também acaba de ser escalado.

Com informações do TV Line e Deadline.

Elementary – Déjà Vu All Over Again

Data/Hora 16/03/2013, 20:34. Autor
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Imagine a seguinte situação: você está lá, esperando o metrô como faz todos os dias – enquanto conversa ao celular com uma amiga, para se distrair -, quando um homem desconhecido te entrega um buquê de flores, dizendo que a namorada cancelou o encontro com ele e ele não queria desperdiçar o arranjo. Romântico, né? Seria, se a série fosse Beauty and the Beast e não Elementary. Nos segundos seguintes, o mesmo rapaz – que usava capuz, barba e óculos escuros, para não ser identificado – empurra a menina para os trilhos quando o metrô está quase chegando. A chegada trem anunciava, também, um episódio de emoções fortes.

Seis meses atrás….

Foi incrível passear para o “passado nem tão distante” nesse episódio. A gente pôde vivenciar o momento exato que a Watson atendeu a um telefonema recebendo a proposta de ser acompanhante de sobriedade do Sherlock (o que é quase o tempo real mesmo, porque a série estreou há 5 meses, mais o tempo em que tiveram que resolver as burocracias do contrato e afins, cerca de 6 meses). Achei bem bacana terem mostrado isso, porque nós, enquanto espectadores, nos sentimos ainda mais íntimos dos dois protagonistas. A contratação aconteceu na mesma época do caso do metrô.

Março de 2013

De volta aos dias atuais, a Watson estava tendo um treinamento especial com Alfredo (o ator Ato Essandoh, de Copper, da BBC America, voltou a aparecer), um ex-ladrão de carros. Foi muito engraçado porque, nitidamente, ela não tem talento para quebrar a lei!

Acontece que Sherlock recebeu um telefonema do pai – não do pai, exatamente – para que ele trabalhasse em um caso para um advogado do patriarca. Muito contrariado, ele vai à reunião e descobre do que se trata: a irmã da secretária do advogado está sumida há 6 meses e ela acredita que o cunhado, marido da vítima, tenha matado a moça. O casamento dela passava por problemas e, antes de desaparecer, ela gravou um vídeo se despedindo do marido, dizendo que estava muito impressionada com o caso da moça das flores no metrô e que parou para pensar na vida… E, por isso, estava indo embora. O problema é que, meio ano depois de partir, ninguém mais ouviu falar sobre a moça.

Holmes passa o caso para a Watson e essa se torna a primeira investigação dela sozinha, sem a ajuda do detetive veterano. Watson interroga o marido da desaparecida – que diz que também gostaria de ver a mulher novamente, vê-la bem, mesmo que não fosse com ele e mimimi – e logo fica desconfiada. Nesse momento, também desconfiei do rapaz bonito, bastante apresentável. Ele tinha uma fala tão ensaiada, sem nenhuma naturalidade, tão teatral, que, nesse ponto, não sabia se era intencional, parte do roteiro da série, ou por que o rapaz era mal ator mesmo. Até que, na cena seguinte, a Watson mostra uma antiga gravação da polícia, em que esse marido, prestando depoimento, havia dito exatamente as mesmas palavras, como quem decora suas falas. Ou seja, ele era ótimo ator e o personagem… Bem, o personagem se tornou o suspeito principal.

Tendo seu alvo definido, Watson se empenhou em provar a culpa do rapaz  e não quis nem saber do bom senso para atingir o objetivo (Go, Watson!). Lembra o treinamento para arrombar o carro? Pois bem, ela usou esse novo conhecimento técnico aqui. Seguiu o ex-marido da vítima e notou que ele estava colocando um baú – que pertencia à família da mulher e ele havia dito que ela levou com ela quando partiu – no porta-malas do carro. Ela, então, vai averiguar… Mas é “pega no pulo” e acaba na cadeia. Isso mesmo. Na primeira investigação, ela foi parar atrás das grades – quando, na verdade, ela deveria era colocar alguém lá. O feitiço virou contra a feiticeira, minha cara Watson.

Depois, enquanto estava presa, o Sherlock foi visitá-la e, mais uma vez, fomos presenteados com uma cena fofa. Pelo vidro, conversando através de um “telefone”, os dois trocarem olhares suspeitos e o detetive tentou justificar o que a Watson fez, levantar a auto estima dela, dar razão à amiga.

Com a ex-médica já fora da prisão, os dois se uniram para investigar os casos – a moça desaparecida e quem jogou a mulher do metrô no vagão; encontrar o assassino.

Os dois ocorridos, é claro, se completavam. Em uma grande reviravolta no final, a Watson descobre que, na verdade, o vídeo de despedida da mulher desaparecida foi feito há 18 meses, não há 6, como o marido alegava. A mulher das flores, que ela citava nas imagens, se tratava de um outro caso em que uma vítima havia caído no trem e morrido, também com um buquê nas mãos. Seis meses atrás, quando decidiu se livrar da mulher, o marido precisou cometer um crime parecido, também no metrô, para, então, tornar a vídeo legitimamente “mais recente” e, assim, sair ileso de qualquer suspeita. O que ele não contava era com a astúcia da nossa nova detetive. Que orgulho da Watson!

Altas emoções!

O que eu mais amei nesse episódio é que ele foi uma montanha-russa de emoções. Num primeiro momento, ficamos encantados com o ato do homem do metrô presentear uma estranha com flores – quem não gostaria que isso acontecesse com a gente? Aí, levamos o susto por ele empurrá-la para os trilhos – isso, a gente já dispensa. Aí, a todo momento, somos levados a mudar de opinião sobre o marido, que vezes parecia culpado, vezes, não. Confesso que torci que ele não fosse, porque me afeiçoei à figura dele.

Quando a Watson arrombou o carro, me senti bastante angustiada com aquele suspense todo, como se estivesse vendo um thriller no cinema mesmo. Gostei da experiência. Depois, quando os amigos da mais-nova-detetive-de-Manhattan começaram a duvidar dela, uma mistura de compaixão e identificação tomou conta do meu coração (ouin). Quem nunca se sentiu inseguro em relação aos próprios talentos? O que é mais legal é que, se ali colocam a figura da inteligência perfeita do Sherlock, os roteiristas tornam as coisas mais humanas na figura da Watson. Como Clark Kent e o Superman, em que é preciso humanizar “o super homem” através do jornalista tímido Clark (como explica “As Estrelas e os Mitos”, de Edgar Morin). Tanto que, ao final do episódio de Elementary, após obter êxito em seu caso, a Watson mudou seu status de trabalho nas redes sociais: de “acompanhante de sobriedade” para “detetive consultora”. Existe coisa mais humana que isso? Todo mundo adora expor os feitos, de alguma maneira, para os amigos verem nas redes sociais. É humano.

Claro que, no final do capítulo, o Sherlock ia aprontar. Ele entrou no quarto da amiga e, ao convidá-la para uma nova investigação, disse:

– Você atingiu um sucesso mínimo, Watson. Não vamos nos entusiasmar, ok?

Ele pode não ter se entusiasmado com os últimos ocorridos, mas… A gente, enquanto espectador, ficou empolgadíssimo! Eu fiquei. Que episódio incrível.

p.s.: só eu achei que a voz do Sherlock estava mais grave no início do episódio? Parecia quase rouca. Pode ser só impressão. Ou ele estava resfriado (como um episódio leva cerca de 8 dias para ser gravado, dava tempo da gripe ter se curado ao longo do capítulo, por isso a diferença do começo ao fim. Desculpa a conversa fiada, pessoal, estou tentando analisar meus instintos investigativos). Já estou acabanando… Por falar no detetive, ele estava mais no etilo “dirty jokes” em Déjà Vu, né?

p.s.²: já repararam que o Sherlock, quando está prestes a revelar o que descobriu, tem mania de ficar mexendo os dedos da mão freneticamente, com os braços esticados para baixo, como numa dança sincronizada? Muito fofo! Coisa de criança arteira.

Pronto. Acabei. Obrigada pelo tempo dedicado à leitura da review. Até mais!

James Lafferty, o Nathan de ‘One Tree Hill’, está em novo projeto da NBC

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Por quase uma década, ele fez adolescentes do mundo inteiro suspirarem por seus olhos azuis e cabelos negros, como o Nathan Scott, de One Tree Hill. Agora, o ator James Lafferty pode ter seu primeiro personagem na televisão desde que a série da CW acabou, em 2012 – para desespero de meninas e meninos.

Lafferty foi confirmado em um novo projeto da NBC, ainda sem título. O piloto é descrito como um suspense emocional que se passa na capital dos Estados Unidos, Washington D.C.  Na história, um agente especial do governo americano (interpretado por Lance Gross) se vê em meio a uma crise quando, em seu primeiro dia de trabalho como segurança do filho do presidente, o garoto e seus amigos de escola são sequestrados.

Lafferty será o Senhor Nash, um instrutor estudantil bonitão que desaparece junto com seus alunos.

O ator Michael Beach (Sons of Anarchy) também foi contratado para o projeto e vai interpretar um diretor do FBI, que entra em ação quando descobre o ocorrido.

O piloto, ainda em fase de aprovação, será produzido por Rand Ravich (Life, Enigma do Espaço). Se o projeto vingar, a série pode estrear no segundo semestre e marcar o retorno do ex-protagonista de One Tree Hill às telinhas. Está na torcida?

Com informação do Deadline.

The Walking Dead – Arrow on the Doorpost

Data/Hora 16/03/2013, 19:30. Autor
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The Walking Dead tão acostumada a emendar finais de episódios emocionantes e seguir no próximo episódio com a sequência da cena, deu um pulo entre Clear e Arrow on the Doorpost. Após aumentar o estoque de armas e munição com a ajuda de Michonne e Carl, Rick aparece com Hershel e Daryl em uma reunião sinistra com o Governador no meio do nada no mundo dos mortos vivos .

O que poderia ainda assim ter muita tensão acabou monótono, e a melhor notícia é que o drama pode aumentar porque o Governador ofereceu paz em troca de Michonne. No entanto, o que poderia gerar uma grande tensão, acaba não funcionando tão bem assim. Rick conta apenas a Hershel sobre a proposta de Philip e confessa que ficou na dúvida se ia aceitá-la. Nesse momento toda a esperança se esvai. Apesar de Rick ter melhorado sua sanidade mental, é irritante ver que ele chegou a cogitar que se entregasse Michonne ao Governador, Philip não mataria todos eles da mesma forma.

Agora o que pode acontecer é uma luta pela sobrevivência e, uma hora ou outra, a verdade sobre a proposta do Governador vai surgir. No entanto, acredito que essa verdade não traga tanta discussão no restante do grupo, porque é praticamente óbvio que o Governador quer matar todo mundo de qualquer forma, assim como Merle descreveu para o grupo do presídio em alguns episódios atrás. Philip vai querer matar um por um e deixar o Rick por último, para que ele acompanhe o sofrimento dos seus amigos.

Em Arrow on the Doorpost o que de mais assustador aconteceu foi a abertura do episódio, que está ótima nessa terceira temporada da série. Uma explicação para isso pode ser que a responsável pelo encontro de Rick e Philip foi Andrea, uma personagem que está se tornando uma das mais irritantes do seriado, depois que Lori abandonou o posto e ainda assim continuou chateando a audiência depois de morrer. Para piorar a situação de Andrea, nem o Governador e nem Rick deram muita importância para ela, a moça seguiu em cima do muro, a conversa não serviu para praticamente nada e um dos encontros mais esperados da temporada foi quase uma decepção.

Apesar de tudo, Arrow on the Doorpost apresentou um Rick do qual estávamos ficando com saudade. O líder do grupo da prisão defendeu sua família, enfrentou bem o Governador e chamou ele de “o bêbado da cidade que derrubou minhas cercas e destruiu meu quintal”. Adorei o Rick enfrentando o Philip, pena que faltou um pouco mais de efetividade na conversa entre os dois. A única coisa que podemos esperar agora é um ataque iminente. O mais intrigante é que The Walking Dead não deixou nenhuma pista de como esse enfrentamento pode acontecer. Dessa forma, se o próximo episódio resolver resgatar o ritmo dos primeiros da temporada, podemos aguardar boas surpresas.

O episódio também teve outros dois pontos muito interessantes. Um deles foi o fato de Milton estar organizando um livro contando a história do que acontece nesse mundo pós-apocalíptico, ele tentando entrevistar Daryl foi algo. E outro ponto interessante é ver o trabalho de mensagem de texto e vídeo. No início do episódio Andrea tenta alertar o Governador sobre como seria importante fazer um acordo de paz com Rick, pois o verdadeiro inimigo dos dois grupos é o mesmo, os errantes. Logo adiante no episódio Daryl, Martinez e Andrea são obrigados a lutar juntos contra um grupo de mortos vivos que aparece perto do prédio onde ocorre a conversa nebulosa entre Rick e o Governador.

As conversas entre Martinez e Daryl e Hershel e Milton foram muitos mais interessantes do que a dos seus comandantes. Eles mostraram como no final das contas seus desejos são muito parecidos e o “bêbado da cidade” realmente é o Governador. No entanto, se nem Andrea conseguiu sair de cima do muro, como esperar alguma coisa de Martinez e Milton? Mesmo sendo difícil de acreditar The Walking Dead tem elementos interessantes para trabalhar uma rebelião em Woodbury.

Outro ponto interessante é que o Governador tentou se conectar com Rick quando contou como perdeu a mulher e como o povo de Woodbury espera que ele os proteja, pois não existe mais ninguém capaz de fazê-lo. Philip foi muito esperto na conversa, já Rick mostrou que sua cabeça anda bem melhor, mas em alguns momentos ele pareceu tolo. Não consegui acreditar que ele realmente pensava que o Governador ia pedir a prisão pra ele e também acho difícil que o grupo continue acreditando nisso e não resolva, então, pensar em ir embora ao invés de comprar a briga com Woodbury. Aí sim Rick precisaria contar a verdade a eles.

Outro ponto é que a trilha sonora de The Walking Dead segue ótima, ao contrário da percepção de realidade de Andrea. Não dá pra acreditar que ela realmente caiu na história de que ajudou muito a implantar a paz mundial quando marcou o encontro entre Rick e o Governador. Depois da reação de Milton com a conversa da “carnificina” eu acredito que Woodbury pode se rebelar antes mesmo de Andrea cair na real. No entanto, as imagens prévias do próximo episódio, Prey, mostram que deve acontecer bem ao contrário. Os fãs de Andrea podem inflar os pulmões para o próximo episódio, a moça parece que vai fazer a diferença.

Video promove Copa Hotel, nova série do GNT

Data/Hora 16/03/2013, 19:12. Autor
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O canal GNT divulgou esta semana o primeiro vídeo promocional de Copa Hotel, sua nova série produzida no Brasil. O vídeo acima não apresenta nenhum personagem, mas confirma a data de estreia do programa para o dia 22 de abril, às 22h30.

De acordo com o canal, a série gira em torno de Fred (Miguel Thiré), um carioca solteiro que retorna ao Rio depois de muitos anos fora do Brasil para assumir uma antiga propriedade de seu recém-falecido pai. A série tem direção-geral de Mauro Lima, roteiro de João Paulo Cuenca e Felipe Bragança, e ainda tem no elenco as atrizes Maria Ribeiro e Fernanda Nobre.

Copa Hotel é assinada pela produtora Prodigo – a mesma que fez FDP para a HBO.

Com informações do canal GNT.

Revelado o subtítulo da terceira temporada de ‘American Horror Story’

Data/Hora 16/03/2013, 15:58. Autor
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Os mistérios ao redor da terceira temporada de American Horror Story acabaram. Ou, pelo menos, parte deles. Na noite de ontem, durante uma convenção nos Estados Unidos, o criador Ryan Murphy fez a alegria (por mais paradoxal que isso possa parecer) dos fãs – e jornalistas – e revelou o subtítulo da próxima temporada da atração macabra: Coven.

Na tradução, Coven quer dizer “coventículo” ou “conciliábulo” e é usado para denominar um grupo de bruxas que se une em um laço mágico e emocional para louvar a um Deus. Isso só reforça aquela antiga informação de que a terceira temporada da série vai se passar em Salém, a casa das bruxas.

Vale lembrar que em seu primeiro ano, a série se chamava apenas American Horror Story (e se passava em uma casa mal assombrada) e a segunda temporada foi intitulada American Horror Story: Asylum, tendo um hospício como cenário.

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Por falar nisso, Murphy também contou onde o seriado será gravado desta vez, algo que vinha escondendo nos últimos meses. Segundo ele, uma parte de American Horror Story será filmada em Nova Orleans – e vai ser a primeira vez que os atores pegarão estrada para filmar, já que, anteriormente, a série era gravada em um estúdio e não numa locação de verdade.

“Essa será uma história muito legal, sobre a qual já vínhamos conversando há alguns anos e esse pareceu o ano certo para fazê-la”, contou Murphy.

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A veterana e protagonista Jessica Lange (que interpretou a irmã Jude na temporada anterior) também esteve presente no painel de entrevistas. Quando indagada se sua nova personagem seria uma “gata glamourosa” – Ryan Murphy havia definido o papel assim, dizendo que a condição foi essencial para que Lange aceitasse retornar ao show, já que a personagem religiosa era bastante básica e sem muitos adornos -, ela respondeu bem-humorada, “Não sei o que é uma gata glamourosa, mas estou empolgadíssima em fazer.”

Kathy Bates, a grande novidade no elenco da série na próxima temporada e que promete atormentar o papel de Lange, não quis entregar muito sobre sua personagem – quem Murphy já revelou que será “muito, muito, muito má” – mas também se disse bastante ansiosa para viver a experiência. E não é só ela. “Eu queria ver várias cenas entre Bates e Lange no programa. E assim vai ser”, entregou o criador do programa.

As filmagens de American Horror Story: Coven começam em breve e a nova temporada deve estrear no segundo semestre pelo canal FX, na TV americana. No Brasil, a série é exibida na Fox.

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Assista a um trecho do painel de entrevistas abaixo:

 

Com informações do TV Line.

The Carrie Diaries – Hush Hush e The Great Unknown

Data/Hora 16/03/2013, 15:22. Autor
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Tá se tornando repetitivo dizer que foram dois bons episódios, né? No entanto, sim, foram. Até agora The Carrie Diaries não teve nenhum episódio ruim. A única coisa que incomoda um pouco são as repetições de plots, no entanto parece que alguns finalmente tem se resolvido e andado. Eu realmente acho uma pena que uma série como TCD esteja na bolha do cancelamento, mas vamos torcer e cruzar os dedos.

Em Hush Hush tivemos de novo aquele plot da Carrie tendo que escolher entre as festas da escola e as festas da Larissa em Manhattan, mas dessa vez tive a sensação de que ele foi melhor desenvolvido. Dessa vez Carrie usou o sapato novo, se produziu toda, combinou com as amigas (que ficariam na festa da escola) de enganar o pai e foi linda e loira curtir a festa em Manhattan. A partir daí tudo se desenvolveu.

Mouse e Maggie botaram Sebastian na parede e ele resolveu provar que estava apaixonado pela Carrie indo atrás dela em Manhattan. Mouse foi junto enquanto Maggie foi à festa da escola pra ficar com Walt. Adoro Mouse e Sebastian juntos. A amizade deles é bem fofinha. No fim nada deu certo e eles não encontraram a Carrie lá, mas pelo menos as amigas viram que ele tá apaixonado por ela.

Donna resolveu contar pro Walt que a Maggie tinha traído ele e surpreendentemente (pelo menos pra mim) os dois engataram um romance. O que torna essa história interessante acaba acontecendo em The Great Unknown quando os dois namoram e estão se dando super bem, exceto pelo fato de Walt não sentir desejo sexual por ela. Donna, super sensível, conversa com Walt e faz ele começar a assumir, pelo menos pra ele e pra ela, que ele sente esse desejo por garotos e não garotas. Adorei a amizade dos dois e espero que se desenvolva e que ela ajude ele a sair do armário. A propósito adorei a Donna desse episódio. Ela não é aquela vaca que aparentava.

E pra mostrar que nada é tão ruim que não possa piorar o pai da Carrie finalmente resolve voltar a viver e pasmem, vai pra mesma balada que Carrie, porque sim, Manhattan deve ser mesmo um ovo. A balada era toda filmada passava ‘ao vivo’ em várias televisões o que também é super comum. Pronto, tava feita a tragédia. O pai da Carrie viu ela numa TV e proibiu ela de continuar trabalhando na Interview e de frequentar Manhattan.

Voltando a comentar The Great Unknown, Carrie e Sebastian acabam voltando já que ela se comove com a prova de amor que ele dá para ela em Hush Hush. Os dois são tão fofinhos juntos que dá vontade de apertar. Ameeeei que os roteiristas citaram o ship Kyddshaw e incorporaram ele na história, fazendo com que eles tenham shippers na escola.

Pra variar (e de novo repetir plot) Dorrit resolve atrapalhar a visita do cunhado e arma mais uma das suas pra ver se consegue atenção. Sorte que o Sebastian é antenado em Sex Pistols e se liga que a Dorrit deve ter fugido para Manhattan para ir ao hotel onde aconteceram coisas importantes na história da banda.

Achei meio desnecessário o surto da Carrie com medo de estar apaixonada e principalmente na hora que o Sebastian se oferece para levar ela até Manhattan. No fim das contas ele encontra Dorrit antes que ela e parece se dar bem com a cunhada, que começa a gostar dele. Espero que isso faça com que esse plot da Dorrit revoltada com os namorados da irmã acabe.

Finalmente Tom resolve voltar a viver e engata um relacionamento, ainda que só sexual, com uma professora da academia que ele frequenta. Para sorte da Carrie e alegria do mundo todo o amigo dele tá de romance com a Larissa o que faz com que ela encontre Tom e fale, ainda que sutilmente, umas verdades pra ele. Ele não é um pai ruim, só tava meio equivocado. Ele reflete e acaba deixando Carrie voltar a trabalhar na Interview, só estabelece algumas regras e limites.

Gosto da Mouse e acho ela super engraçada, mas nesse episódio achei um pouco forçado. Aquelas cenas dela se exercitando na lanchonete não foram engraçadas, foram patéticas. E óbvio que ela e o West vão acabar ficando enquanto lutam para ver quem vai ser o melhor aluno da turma.

PS: A cena final de The Great Unknown foi fofíssima.

PS 2: Senti falta da Maggie em The Great Unknown.

PS 3: Quero um Sebastian pra chamar de meu.

Grimm – Face Off

Data/Hora 16/03/2013, 14:03. Autor
Categorias Reviews

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“A vontade de conquistar é a primeira condição da vitória”.

Nos primeiros minutos de Face Off lembrei porque Grimm deixou saudades nesses quase quatro meses de hiato. Monroe fez uma falta tremenda, principalmente com suas pitadas de humor no meio das situações dramáticas. Essas tiradas de Monroe ainda ficaram mais frequentes porque a vida de Nick só tem piorado nesta última temporada e o retorno da série mostra que o Grimm ainda vai ter muito trabalho pela frente se quiser sorrir de novo.

Apesar de ter descoberto o motivo de ter perdido a namorada para o chefe, o clima entre Nick e Juliette tende a esfriar ainda mais depois desses amassos todos dela com o capitão Renard. Considerando que Nick e Juliette nunca chegaram perto de um casal com química alguma, os últimos acontecimentos chegam como uma esperança de que Nick comece uma vida de solteiro ou ache um par mais emocionante para acompanhá-lo nessa vida de Grimm. Inclusive Renard e Juliette tiveram muito mais química do que jamais a moça conseguiu ter com Nick.

Talvez a química esteja mesmo com Renard, porque Juliette nasceu para ser sem graça. Já o capitão se deu bem em Face Off e além de pegar a ex de Nick pegou de jeito a ex de Hank e mostrou que tem ainda mais química com Adalind. No time do Grimm o único que se deu bem mesmo foi Monroe, que recebeu com flores a volta de Rosalee. O retorno da moça deixou todos mais felizes, os fãs da série e principalmente Nick, Renard e Juliette que finalmente viram uma luz no fim do túnel para acabar com o feitiço feito pela hexenbiest Adalind. Aliás, um dos poucos momentos que Juliette teve graça foi quando abriu a porta de casa e deu de cara com Nick e Renard juntos: “agora o quê”?

Como citado antes, o toque especial de Grimm segue sendo as cenas de humor sarcástico de Monroe e Nick. Uma das mais engraçadas foi a cena do surto de Nick: “Existe algo que não acabe em morte?” E o melhor ainda foi a sinceridade de Monroe: “Na verdade não”. Rosalee ainda tenta dar algum tipo de esperança “Não… que eu saiba”. Na sequência ainda tivemos a ótima edição que conta a história do destino do gato que infectou Juliette. A montagem das imagens de Nick empolgado com a descoberta de um possível antídoto, Rosalee e Monroe lembrando o que tinha acontecido com o gato e as imagens em flashback mostrando que não seria mais possível ter a ajuda do gato na produção do antídoto foram ótimas.

A falta do gato obriga, segundo Rosalee, que Nick participe do processo que vai quebrar o encanto entre Juliette e o capitão. A curiosidade ficou sobre qual será o papel de Nick, além de precisar passar pelo terrível processo de purificação. Apesar da cena catastrófica do final do episódio, todos sabemos que Nick deve sobreviver ao processo, assim como o capitão precisou fazer para despertar Juliette do coma.

O episódio também merece destaque pela cena de luta entre Nick e Renard, muito bem coreografada. A atitude do capitão de entregar a chave ao Grimm não chega a ser uma surpresa. Sempre tive suspeitas sobre a verdadeira posição dele em relação à Nick, e um pouco antes do encontro com o Grimm, Renard decidiu sozinho que não entregaria a chave para Adalind, que certamente a levaria até a realeza.

O mistério mesmo ficou sobre o porquê de Adalind querer engravidar de Renard, e que linha temporal foi essa que Grimm tentou apresentar no episódio. No que pareceu no máximo a passagem de menos de um dia, depois que Adalind conseguiu “pegar” o capitão, ela já aparecia vendo o resultado do teste de farmácia. Pareceu rápido demais, principalmente porque na cena anterior Nick estava se contorcendo com a poção da purificação. E vamos combinar que só Adalind e a cabeça dos figurinistas de Grimm para colocar a personagem fazendo teste de gravidez com um salto gigantesco daqueles. Quase Grimm caiu do salto.

Face Off não foi um grande episódio, mas trouxe um elemento muito importante nessa altura da segunda temporada da série. Finalmente Nick sabe quem é Renard e de agora em diante provavelmente os dois estarão do mesmo lado e contra a realeza. Assim como a descoberta de Hank sobre o mundo Grimm fez a série evoluir, acredito que essa nova revelação deva acrescentar muito para o seriado da NBC. Grimm tem tudo para fechar uma ótima segunda temporada, que certamente já conseguiu ser muito superior ao primeiro ano da série.

Amanda Peet é escolhida protagonista de ‘Togetherness’, nova série da HBO

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A atriz Amanda Peet foi escalada para o papel principal do piloto de Togetherness, nova série de comédia da HBO, que será feita de câmera única.

A história conta  a história de dois casais que vivem sob o mesmo teto e que acabam brigando para manterem seus relacionamentos firmes. Isso tudo acontece porque cada um tem seus sonhos individuais, que influenciam bastante na vida amorosa.

Peet vai interpretar Tina Morris, uma mulher cheia de características peculiares: bela, divertida, extrovertida, brincalhona e inteligente. Seria a mulher perfeita? Tina vai sair da cidade de Houston e vai morar com sua irmã, Michelle Pierson (Melanie Lynskey, a Rose de Two and A Half Men), e seu cunhado Brett em Los Angeles. Ao mesmo tempo, o melhor amigo de Brett, Alex (Steve Zissis), um ator quarentão sem sucesso, ficam sem teto – e provavelmente, vai se envolver com a personagem de Peet.

Amanda fez algumas participações especiais em séries como The Good Wife e How I Met Your Mother, mas é mais conhecida por ter interpretado a Jordan McDeere, em 2006, no seriado Studio 60 on the Sunset Strip. Ela também contracenou com Ashton Kutcher no filme A Lot Like Love (De Repente é Amor).

O roteiro de Togetherness vai ser feito e dirigido pelos irmãos Mark e Jay Duplass, ambos escritores do filme Cyrus. Informações de quando começarão as filmagens ou do restante do elenco não foram divulgadas. Se o piloto for aprovado, a série deve estrear no segundo semestre de 2013, durante  a fall season da TV americana.

Com informações do Deadline.

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