‘The Bible’: semelhança entre ator que interpreta o diabo e presidente Obama gera polêmica

Data/Hora 18/03/2013, 17:02. Autor
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“As aparências enganam”. Depois de um episódio da série The Bible, do canal History, ser exibido na TV americana, neste domingo, uma polêmica se seguiu: a semelhança entre o ator que interpretava o satã e o presidente Barack Obama.

As comparações não agradaram os produtores da minissérie, que consideraram uma “bobagem” achar que a escolha do ator tenha sido provocativa. “O ator que interpretou o Satanás, Mehdi Ouzaani, é um artista marroquino aclamado. Ele já participou de várias produções bíblicas – incluindo personagens satânicos  – muito antes de Barack Obama ser eleito como nosso presidente”, declararam os produtores-executivos Mark Burnett e Roma Downey. The Bible conta com atores de diversas nacionalidades.

A polêmica tomou uma proporção maior quando, pelo Twitter, Glenn Beck (personalidade da mídia americana e conservador) sugeriu a semelhança do ator e do presidente dos Estados Unidos, perguntando se alguém mais havia notado isso. Depois, consciente da repercussão que seu comentário tinha tomado, ele tentou colocar panos quentes. “Mídia – relaxe. O ator esteve em personagens similares antes. Engraçado, nada mais do que isso. Por muitas razões, The Bible é um dos meus programas preferidos. Continuem assistindo”, escreveu.

 

Já o canal History declarou que tem “um respeito profundo pelo presidente Barack Obama”.

Com informações do TV Line.

Assista aos dois novos trailers de ‘Game of Thrones’

Data/Hora 18/03/2013, 16:36. Autor
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Falta muito pouco para a aguardada estreia da terceira temporada de Game of Thrones. No dia 31 de março, a série retorna à TV pela HBO em diversos países do mundo – incluindo o Brasil.

E, durante todo o tempo em que a série esteve em hiato, o que não faltou aos fãs foram trailers da nova temporada, para aumentar ainda mais a ansiedade do público (teve até vídeo com passagem pela América Latina).

Agora, mais dois trailers foram liberados e aquecem os espectadores para o grande dia! Segundo os produtores da série épica, o terceiro ano terá episódios mais longos.

 

Com informações do Deadline aqui e aqui.

Ator de ‘Under the Dome’ mostra os bastidores da série de Steven Spielberg

Data/Hora 18/03/2013, 16:18. Autor
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Under the Dome começa a ir ao ar no dia 24 de junho na TV americana, pelo canal CBS. Faltando três meses para a estreia da série dramática, as filmagens do programa, que acontecem em Wilmington, no estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, estão a todo vapor – e, pelo jeito, literalmente.

Hoje, algumas fotos dos sets de gravação e um pequeno vídeo dos bastidores da série foram divulgados. Nas imagens, é possível ver um pequeno incêndio e o ator Mike Vogel com um corte no rosto.

 

Vogel – que também está na série Bates Motel, que estreia hoje à noite, no hemisfério norte – é o protagonista de Under the Dome. Na trama, ele será um oficial do Exército que decide sair de Chester’s Mills, quando, inexplicavelmente, o lugar é encoberto por uma enorme cúpula transparente, isolando o vilarejo do resto do mundo – ninguém entra, ninguém sai da cidade.

O ator Dean Norris, que postou o vídeo no Twitter e aparece nas imagens, será James Rennie, um vendedor de carros e membro do conselho municipal.

NOTÍCIAS | Em vídeo, escritor Stephen King anuncia o início das filmagens de ‘Under The Dome’

A série é inspirada no livro de mesmo nome de Stephen King e tem Steven Spielberg (Lincoln) como produtor.

Under The Dome é uma parceria entre CBS Television Studios e a produtora de Steven Spielberg, a Amblin Television. Além de King e Spielberg, nomes como Neal Baer, Justin Falvey, Darryl Frank, Stacey Snider, Jack Bender e Brian K. Vaughan – que ainda escreveu a adaptação para a TV – são creditados como produtores-executivos.

Com informações do SpoilerTV.

Grey’s Anatomy – Transplant Wasteland

Data/Hora 18/03/2013, 16:17. Autor
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Nosso seriado queridinho voltou, depois de 3 semanas sem episódio inédito. E voltou com tudo!

Uma nova era foi inaugurada em Seattle. A era do Grey Sloan Memorial Hospital. Shonda bitch, mais uma vez, comoveu aos fãs relembrando e homenageando Lexie e Mark. Mas digo e repito: é necessário seguir adiante. E essa temporada inteira é sobre isso, de várias formas diferentes.

A caminhada da “superação”, do seguir adiante, começou no segundo episódio dessa temporada. E todos os eenvolvidos tiveram seus momentos de prantear e de superar, cada um a seu tempo e à sua maneira. E com a compra do Seattle Grace Mercy West passos largos foram dados nessa caminhada rumo ao futuro. Mas se a iniciativa foi bela, e a homenagem mais ainda, nem tudo são flores quando se trata de comprar um hospital.

É claro que a compra traria problemas, especialmente em virtude da composição financeira do grupo de donos. A Fundação, depois da iniciativa de Mama Avery, é a sócia majoritária do hospital. É claro que o representante da Fundação, Jackson – o cara das plásticas -, enfrentaria resistência. Ele é novo, inexperiente, não sabe gerir. Mas ouso dizer que é justamente por causa disso que as coisas darão certo.

Derek já foi chefe, e não gostou do lado “gerir um hospital”. Callie e Yang NUNCA – repito, NUNCA – deixariam as salas de operação para se ocupar de questões mais técnicas (nem mesmo escrever em um quadro e organizar cirurgias) , e Arizona e Mer apenas quebrariam um galho, já que realmente não tem o perfil para isso. E Avery, justamente por ser novo, e inexperiente – mas cheio de vitalidade e flexível – conseguiu se centrar e mostrar aos colegas que pode, SIM, pensar com a própria cabeça, tomar suas próprias decisões e ajeitar tudo da melhor forma possível, mesmo que tenha entrado em campo aos 48 do segundo tempo, e apenas em razão da pressão dos patrocinadores. Avery marcou um golaço.

Foi bonita de ver a caminhada de Avery, que embora breve, foi importante e impositiva. Apesar de toda a pressão recebida – tanto dos outros donos do hospital, quanto de Owen, do Chief e da Bailey -, o bebezinho da Mama Avery deu conta do recado. Mais, deixou claro que entendeu o recado, e sua homenagem à Lexie e Mark foi a maior prova disso. Coisas boas podem nascer de coisas ruins, se permitirmos que isso aconteça.

É um grande acerto do grupo manter Owen como Chefe de Cirurgias. É evidente que ele cometeu um grande erro. Mas como Derek bem pontuou, ele não é o culpado pela queda. Por isso, gostei que essa briga de peteca com a culpa tenha acabado. Acho que Owen teve uma reação um pouco exagerada nesse episódio, mas compreendo-a. A pressão sobre ele foi gigantesca, e ele se sentiu traído várias vezes durante o processo de salvamento do hospital. Pelo menos no mimimi durou pouco, e daqui em diante essa trama deve ser abandonada. Especialmente porque Derek e Owen chegaram, de certa forma, juntos ao final da jornada. A culpa que eles sentiam também era raiva do mundo, e compreendendo isso, eles devem evitar descarregá-la um no outro.

Sobre o Chief, eu fiquei com a impressão de que ele achou que seria reconduzido ao cargo, em razão de Catherine ter comprado o hospital. Então, acho que todos os discursos dele não foram exatamente algo como “puxa, como me preocupo com meu enteado”. Havia interesse e chateação por trás daquelas palavras. Mas dona Avery deixou claro que quem manda ali é ela – ledo engano, quem manda ali, conforme fica claro no final do episódios, são os sobreviventes mais Jackson -, e que só existe um lugar no mundo no qual aceita ordens do namorado (e podemos imaginar qual seja). Claro, sabemos que o Chief tem um bom coração, e ele se preocupa legitimamente com Jackson, COMO SEU ESTUDANTE. Só achei meio forçado tentarem vender a imagem de “pai” atencioso e zeloso, quando a realidade é bem diversa.

Bailey e Alex estavam ranzinzas no episódio. E cada um por um motivo diferente. Bailey só queria operar hérnias como fazia desde que Jackson usava fraudas, e ver os protocolos da Pegasus no lixo. E ela acabou conseguindo, o que deve significar uma cirugiã feliz e sorridentes pelos corredores do GSMH. Já em relação à Alex, o problema é mais complexo.

Como sempre, Alex conseguiu perceber que estava errando e sendo imaturo (depois do toquezinho super bem vindo da Mer) e correu atrás do prejuízo. Mas enquanto Jo não estiver em seus braços – ou em sua cama – o pediatra não estará feliz. E esse dia está cada vez mais próximo, já que os sinais dele são BEM claros: ele está apaixonado por Jo, e acho que ela tem uma boa ideia sobre isso. Só falta os dois assumirem o sentimento um para o outro, mesmo. E a paixão de Jo por Alex também é evidente, como Mer bem percebeu. Torço pra que eles comecem a namorar logo (e cenas intensas como a da mesa do bar sejam recorrentes), eles vão ser um casal beeeem fofinho! E mal vejo a hora de Alex ser feliz novamente.

Os casos médicos acabaram ficando bem em segundo plano, no episódio. O mais emocionante foi o do médico paciente da April, que tomou uma decisão extrema e decidiu “antecipar” sua morte para que ela não fosse em vão. E tudo isso fez com que, mais uma vez, eu não me irritasse com a April. O que está acontecendo comigo?

Essa semana, mais episódio inédito. Idle Hands vai ao ar na quinta-feira, e pelo que andei vendo e lendo por aí, o episódio vai ser deliciosamente engraçado. Até lá!

P.S.1: Chandra Wilson dirigiu o episódio. Isso explica o tempo reduzido de tela de sua personagem, a Bailey.

P.S.2: é linda a amizade de Mer e Alex. Foi muito engraçado ver a reação de Meredith à fala da Jo, sobre quem é o Alex e o que ele está pensando. Duvido que qualquer pessoa em Grey’s Anatomy – da atualidade ou do passado – conheça e compreenda Karev melhor do que Meredith.

‘Backstrom’: Rainn Wilson viverá detetive no piloto do criador de ‘Bones’

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A notícia de que Rainn Wilson está em um novo projeto CBS chega 24 horas após as filmagens do episódio final de The Office, em que Wilson interpretou Dwight Schrute por nove anos, terem sido concluídas.

Na trama, intitulada Backstrom e baseada na saga literária sueca de Leif G.W. Persson, o ator vai interpretar um detetive acima do peso, repulsivo e irritante que tenta mudar, sem sucesso, o seu comportamento auto-destrutivo.

Também estão no elenco, Dennis Haysbert (24 Horas), como o detetive John Almond, e Kristoffer Polaha (Life Unexpected), como o sargento Peter Niedermayer.

Hart Hanson, o criador de Bones, adaptou o piloto de Backstrom para a TV. O próprio autor dos livros servirá como produtor-executivo da potencial série dramática.

Com informações do TV Guide.

‘Beverly Hills Cop’: Eddie Murphy e Brandon T. Jackson aparecem em primeira foto da série

Data/Hora 18/03/2013, 15:20. Autor
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Beverly Hills Cop é a mais nova comédia policial encomendada pelo canal CBS – e que é inspirada no filme Um Tira Da Pesada, estrelado por Eddie Murohy. A série acompanha Aaron Foley (Jackson), o filho de Axel (Murphy), enquanto ele trabalha para eliminar o crime das vidas dos ricos e famosos de Beverly Hills, tentando assim escapar da sombra do seu famoso pai.

Christine Lahti (Havaí 5-0) fará Helen, a maternal chefe do departamento de Foley. Judge Reinhold vai reprisar o papel do detetive Billy Rosewood, parceiro de Axel nos filmes. Sheila Vand (Argo), Kevin Pollak (Tiras em Apuros) e David Denman (The Office) também estão no elenco.

Veja Eddie Murphy e Brandon T. Jackson, respectivamente pai e filho na trama:

Além de reprisar seu papel no episódio-piloto, Murphy também produzirá a série com Marney Hochman e Shawn Ryan (The Shield), que ficou responsável pelo roteiro.

Com informações do TV Line.

Estreia hoje: “O Norman Bates pós ‘Sex and the City’ é diferente”, diz criador de ‘Bates Motel’

Data/Hora 18/03/2013, 14:44. Autor
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Hoje à noite, mais especificamente às 22h, no horário de White Pine Bay, cidade litorânea em que fica o Bates Motel, o hotel mais macabro da televisão irá abrir, oficialmente, as suas portas. É que nessa segunda-feira, 18, a série Bates Motel, que serve como prelúdio do filme Psicose e é, de longe, uma das mais antecipadas da temporada, faz sua estreia no canal americano A&E (embora o piloto já tenha caído na Internet).

Os atores Freddie Highmore (A Fantástica Fábrica de Chocolate) e Vera Farmiga (Amor Sem Escalas) serão os grandes protagonistas, em que ele interpreta Norman Bates, o serial killer do filme de Alfred Hitchcock ainda nas adolescência, e ela será Norma, a mãe do menino… Responsável por transformá-lo no psicopata que conhecemos (“mais tarde”) no longa-metragem.

Mas quem acha que a série vai começar hoje, se desenvolver ao longo de seus dez episódios encomendados, para terminar no filme, se engana. Os produtores do projeto, Carlton Cuse (Lost) e Kerry Ehrin (Friday Night Lights) garantem que, embora eles prestem uma homenagem a Psicose, a série deve ganhar o público por créditos próprios. “Nós certamente não faremos melhor do que Hitchcok fez”, confessou Cuse, como quem presta uma homenagem já nas entrevistas. “O filme não é um ponto que gostaríamos de habitar exageradamente. Se você é fã da versão original, você vai gostar de algumas referências [que fizemos], mas estamos tentando evitar recontar a história de Hitchcock”, disse.

Para a dupla de produtores – que também são roteiristas do projeto -, Psicose foi feito mais de 50 anos atrás, em um mundo totalmente diferente do que conhecemos hoje. “O filme é de uma época em que as coisas não giravam em torno do sexo. Então, o Norman Bates daquela época é uma tese diferente do Norman Bates em um mundo pós-Sex and the City“, argumentou Cuse, fazendo referência à série da HBO estrelada por Sarah Jessica Parker – e uma Nova Iorque de glamour e luxúria. “Pareceu muito interessante pegar esse personagem e colocá-lo em um mundo que, agora, é menos inocente”.

NOTÍCIAS | “Nós queremos que você se apaixone por Norma e Norman Bates”, diz criador de ‘Bates Motel’

Por falar em Norman, a condição de assassino do personagem não será enfoque nessa primeira temporada – mas sim a relação dele com a mãe. “Nosso objetivo, nesse primeiro ano, é estabelecer a mitologia entre Norma e Norman… E isso será muito diferente do que o público imagina”, começou Cuse. “Nossa meta é fazer com que os espectadores amem e se preocupem com esses dois papéis. A série é construída para durar muitas temporadas, um programa que enxergamos o começo, o meio e o fim. E a primeira temporada é só o começo”, garantiu.

Amar Norman e Norma não é diferente de amar uma pessoa do “mundo real” e, assim sendo, cultivar esse tipo de sentimento para com os dois personagens vai significar uma só coisa: sofrer. É que, embora os dois sejam o que a série tenha de convidativo aos espectadores, eles são, ainda, vilões, em determinados momentos. “A Norma tem visões idealizadas sobre como a vida deveria ser e ela acredita que terá essa vida idealizada. A maneira de construir isso, é claro, foi criar uma cidade que parecia linda na superfície, mas, bem lá no fundo, está longe de ser ideal”, disse o produtor. “Eles caem em um mundo cheio de personagens que possuem seus próprios segredos e desejos obscuros.”

NOTÍCIAS | Assista aos seis minutos iniciais de ‘Bates Motel’ e mais um novo trailer revelador

Dentre os moradores dessa cidade litorânea de tirar o fôlego – pelos trailers liberados, dá para ver que Bates Motel se trata de um thriller com fotografia bonita -, estão Bradley (Nicola Peltz) e Emma (Olivia Cooke). Norman vai conhecer as meninas na escola e se aproximará delas – algo que vai deixar a mãe enfurecida. “Ela é extremamente protetora. Ela é mãe, sobrevivente e não vai deixar que ninguém machuque o filho dela”, contou a outra produtora da atração, Kerry Ehrin, que ainda disse que a personagem acredita que deva sempre seguir o coração. “O problema é que o coração dela, muitas vezes, a leva a tomar decisões não muito inteligentes. “Nós amamos essa imprevisibilidade inerente da Norma… Isso a torna atraente.”

NOTÍCIAS | Repórter do The New York Times passa a noite nos sets de filmagem de ‘Bates Motel’

Quem gosta de histórias investigativas também encontrará lugar – literalmente – no Bates Motel.É que depois de achar um livro (com conteúdo de tortura e sexo) em um dos quartos do hotel, Norman e sua nova amiga, Emma, começam a investigar o passado da cidade, tentando descobrir se havia escravidão sexual no lugar. Uma investigação sobre plantações de maconha – que pode ser o que verdadeiramente move a economia do pequeno município – também está entre os mistérios a serem resolvidos pelos adolescentes.

Muito além de qualquer coisa que o espectador pudesse esperar, de fato…

O melhor amigo de um garoto é… Vera Farmiga

Quem assistiu ao material divulgado de Bates Motel, até agora, percebeu que a química entre Vera Farmiga, atriz de origens ucranianas já indicada ao Oscar, e Freddie Highmore é enorme. Em um poster da série, os dois atores aparecem sentados em uma cama e é possível ler “O melhor amigo de um garoto é a sua mãe” (uma fala do filme). Mas não é só na frente das câmeras, não. Segundo o ator, Farmiga é sua “mais nova melhor amiga”. De acordo com ele, Bates Motel é um território arriscado, já que os protagonistas, que devem ser amados pelo público, passam longe de serem “mocinhos” ideais e a participação de Farmiga no processo será essencial para que a meta de que o público se preocupe com os dois personagens seja atingida. “Acho que ela tem uma habilidade incrível de jogar com as emoções”, disse ele.

Na história, Norman terá um meio irmão (não existente no filme), que será interpretado por Max Thieriot (A Última Casa da Rua), e que não se dá bem com a matriarca.

Highmore assegurou que essa não será a única novidade na história. “Haverá uma grande revelação na metade da temporada”, antecipou o ator. “É legal poder ter aquela falsa esperança de que o Norman vai se tornar uma pessoa do bem ao longo da vida.” Será que isso vai acontecer e ele vai mesmo virar um bom homem? “As pessoas provavelmente irão esconder as facas da cozinha e tomar banho com a porta bem trancada”, respondeu o jovem ator, fazendo suspense – e mencionando uma das cenas mais icônicas do cinema: o assassinato no chuveiro do Bates Motel.

E você, já está com as malas feitas?

Com informações do EW e TV Guide.

Amber Tamblyn se junta ao elenco de ‘Anatomy of Violence’, piloto da CBS

Data/Hora 18/03/2013, 11:55. Autor
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A atriz Amber Tamblyn (House) foi escalada para piloto de Anatomy of Violence, novo projeto da CBS. A série dramática é assinada por Howard Gordon, Alex Gansa e Alexander Cary, os produtores-executivos da premiada Homeland. Tamblyn será a protagonista feminina do novo projeto ao lado de Skeet Ulrich (Jericho).

Anatomy of Violence traz Tamblyn de volta para a CBS onde estrelou a série dramática Joan of Arcadia, que lhe rendeu uma indicação ao Emmy.

NOTÍCIA | ‘Anatomy of Violence’: Skeet Ulrich escalado para série dos criadores de Homeland

Baseada no livro de não-ficção The Anatomy of Violence: The Biological Roots of Crime, de Adrian Raine, a trama é centrada em Dr. Raine (Ulrich), psiquiatra do FBI especializado em sociopatas que se une a jovem detetive Abby (Tamblyn), com quem ele tem um passado conflituoso, para investigar pessoas que cometem atos de extrema violência.

O elenco tem ainda David Harewood (Homeland) como Alejo, analista criminal que é chefe e também amigo de Raine.

Com informações do Deadline

Bones – The Fact in the Fiction e The Survivor in the Soap

Data/Hora 18/03/2013, 11:08. Autor
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Bones ficou em hiato por duas longas semanas, eu fiquei sem escrever reviews por quase um mês. Essa review dupla não é metade do que os fãs realmente merecem, simplesmente porque é comprovado por fatos e números que os fãs de Bones merecem o céu. Mas se você não é fã da série e mesmo assim está por aqui, não desanime, há sempre um tempo para as coisas acontecerem.

Esta review, por exemplo.

Há duas semanas, andava um pouco incomodada com a série. Calma, sem pânico, não é um incomodo digno de deixar tudo para trás e começar a desdenhar, dizendo que é ruim, e questionando em voz alto “por que diabos um dia perdi tempo com esse lixo?”. Nada disso. O incômodo vinha da sensação de que você tem um ótimo material em mãos, mas mesmo assim resolver fazer muito pouco com isso. Há duas semanas, achava que Bones estava desperdiçando o seu potencial. Se pudesse, traria Pellant, ressuscitaria Taffet e colocaria o Zac o grande vilão de todos só para mexer um pouco mais na série. Mas aí duas semanas se passaram, e comecei a achar que Bones não precisa desses grandes vilões para ser uma série completa. A crimédia, mais uma vez, conquistou meu coração com toda a força.

Altos

Foram dois episódios bem diferentes. Mas aí que percebo. Diversidade é a cara de Bones.

Uma das coisas que mais gosto na série é essa capacidade de ir do 8 ao 80 sem perder o ritmo. De falar de tudo e de nada ao mesmo tempo, e ainda ser boa. Dizem que a oitava temporada lembra muito os primeiros anos da série, eu não concordo. O que temos agora é a evolução de tudo o que aconteceu nos últimos anos, com acertos e erros.

Em The Fact in the Fiction, o ponto alto ficou para o jeito que a série envolve o caso e a vida pessoal de todos do laboratório. Pensar além da caixa, esse foi o tema da história que apresentou o novo squint, o “mano” do Hodgins, Dr. Wells. Particularmente não gosto da ideia de fazerem a Brennan de boba, mas tenho que admitir, é sempre bom ter um pouco mais de humildade. Mesmo ela sendo tudo o que ela diz que é.

O ir além, abrir para novas possibilidades, é o que tem feito a série o que ela é hoje. Talvez a Brennan seja mente fechada, mas o que é bacana é que quando ela se abre, se joga com tudo na nova experiência. Mesmo que antropologicamente falando…

Outra coisa legal desse episódio foi a chuva de confissões sobre a tal viagem no tempo. Angie e Cam dividindo o Berimbau. Mmmm… Não posso falar mais do que isso. Mas claro que o momento fofo saber da escolha da Brennan. Ela nunca esteve tão feliz e em paz na vida. (Podemos todos morrer com essa).

Não posso deixar de mencionar as experiências no lab como um momento “alto”. “Fire in the hole” é um momento clássico. Principalmente se alguém sai todo lambuzado do processo.

Já em The Survivor in the Soap, o destaque mesmo foi sobre o tema escolhido para o episódio. Parte da razão por eu ter atrasado tanto a review, é que a temporada tem sido mais longa, e por isso, os fillers começam a cansar um pouco. Aí aparece um episódio assim, e pego-me pensando: espera só um minuto, episódios normais podem ser maravilhosos.

Li uma resenha que criticava esse lado mais social da série. Mas acho que dessa vez, a causa não foi forçada na história, mesmo com algumas reações exageradas, mas isso eu comentarei depois. Adoro poder dizer que a série que mais amo no momento recebe prêmios e menções honrosas por desenvolver esse tipo de história. Lembrei um pouco do Kony 2012 e como logo surgiram várias coisas difamatórias sobre o organizador da campanha. Querer fazer algo bom, além do normal, realmente incomoda aqueles que estão acostumados com o mais do mesmo. Se milhares de pessoas sabem sobre os soldados infantis, devem isso a Bones.

Mas a série não é apenas uma grande escola, há também muita diversão. Gostei de Camastoo saindo do armário e assumindo o amor um pelo outro.

Baixos

Continuando com The Survivor in the Soap, o episódio conseguiu mesclar bem realidade e ficção, mas achei exagerada a reação de Arastoo envolvendo os refugiados. Mesmo ele tendo sido um. E a reação da Bones, dela se questionar sobre suas ações na América Latina sobre os meninos que eram soldados foi meio forçada. Ela sabe que era o trabalho dela.

Acho que foi só isso.

Casos

Viagem no tempo e soldados crianças? A criatividade de Bones nem me surpreende mais. Os dois casos foram muito bons, e com motivos bastante distintos. O cientista amador que queria voltar no tempo deu aos squints a possibilidade de testar as impossibilidades. E a ideia de que a vítima tinha voltado no tempo e morto duas vezes levou Brennan a reconhecer que sua mente não é lá tão fértil. Mas o que me impressionou nesse caso, na verdade, foi a desenvoltura do Dr. Wells. (Clara referência ao romanticista futurista H. G. Wells? Talvez?).  Sinto que esse squint dará trabalho.

O segundo caso foi mais denso. A vítima, um refugiado de guerra, encontrou nas mãos de quem o acolheu a morte. Acho que o fato de terem sido presos o assassino e o tal general fez do caso algo um pouco mais complexo do que o óbvio (que alguns casos são). Nota dez.

The Fact in the Fiction e The Survivor in the Soap

Foram dois episódios bem diferentes.  Vou tomar um tempo para falar do primeiro, e da entrada do “mano” do Hodgins. Não sou de spoilers por aqui, então fiquem calmos, isso é apenas uma teoria. Mas vamos lá. Alguém mais achou estranho a semelhança física entre Jack e Oliver? Bem, e SE eles forem realmente “maninhos de outra mãe”? Fiquei pensando nisso por causa do modo como o novo squint falou essa frase. Como o episódio era sobre abrir a mente, confesso que a minha foi um pouco mais além. E se o Oliver for o contato do Pelant dentro do Jeffersonian e não o agente Flynn? Cheguei a pensar que o contato dele no “lab” era a agente Shaw. Alguém deve estar se perguntando: que contato é esse que essa louca está falando? Bem, há muito tempo, o Hart Hanson disse que Pelant teria a ajuda de alguém do laboratório, mas isso não foi explorado na série ainda, e o rumor rola desde o início da sétima temporada. Ou ele esqueceu disso, ou tem algo aí.

A minha teoria é que Oliver juntou-se a Pellant recentemente, e por isso, a última investida do monstro da tecnologia foi em cima do doutor Jack. O Oliver falou algo sobre não ter fortuna porque alguém roubou dele, uma alusão ao caso, mas e SE isso aconteceu com ele. E se Hodgins herdou toda a fortuna de sua família sem saber que ele tinha um irmão bastardo, e agora  Oliver está tentando se vingar do irmão mais velho? Bom, sabe-se que inteligência está no DNA, então não me admira que o fisicista seja quase tão inteligente quanto a Brennan.

Para mim, a vingança do Pellant, que claramente tem alvo Booth e Brennan (vide fotinhos na parede), encontrou na vingança de Oliver um ponto de aliança. Como o hacker está com um probleminha na aparência, Oliver entra em cena para ganhar terreno.

Minha louca teoria torna-se um pouco mais forte pois também foi prometido um irmão para o Jack, sendo que esse irmão ainda não apareceu (será?), e no passado, Jack havia dito que era o único herdeiro de sua fortuna. Então…

Isso foi o que mais me chamou atenção no episódio The Fact in the Fiction.

Agora no The Survivor in the Soap, o tom pesado foi a cereja no bolo. Por quê? Porque Bones não é um dramalhão, e mesmo com um tema sério, faz com que a história possa ser digerida por qualquer um. Fiquei pensando em como isso tem tornado-se frequente na série. Só nesta temporada tivemos episódios que trataram da neurofibromatosis, violência contra mulheres, reintegração de soldados veteranos de guerra na sociedade, todos episódios muito bons. Sem contar nos tantos outros das antigas temporadas.

Bones não se tornou uma série de bandeiras, é que esses assuntos estão no nosso dia a dia, só precisamos de um pouco mais de tempo para prestar atenção.  As histórias são introduzidas assim, como algo natural e sério. Isso é Bones com um passo a frente do resto das crimédias.

No geral, foram dois bons episódios, e nem foi preciso um serial killer para isso.

Bones volta hoje, dia 18 de março, nos EUA.  O episódio promete ser uma loucura!

Falando em loucura… se você pudesse voltar no tempo em Bones para qual momento você iria?

Pretty Little Liars – I’m Your Puppet

Data/Hora 18/03/2013, 10:10. Autor
Categorias Reviews

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Chegamos ao penúltimo episódio da temporada e ao final dele, gritamos: Pretty Little Liars está de volta. Os últimos episódios vieram seguindo a linha de “preparar caminho” e esse foi, definitivamente, o mais bombástico de todos. A grande verdade é que Hanna, Aria e Emily viraram coadjuvantes na série da Spencer, mas finalmente entendemos por que ela veio tendo um super destaque desde quando descobriu sobre Toby no team A… Mas o melhor, para o final, como sempre.

Emily passou mais um episódio apagadinha. Tudo bem, ela teve a iniciativa de correr atrás das informações sobre Toby e no fim das contas, a resposta não veio nem dela. Mas o que importa é que TOBY CAVANAUGH ESTÁ VIVO. E eu usei caixa alta por que não escondo que mesmo depois de ter descoberto que ele estava bandeado para os lados inimigos, ele continuou sendo meu personagem favorito. E é bom saber que ele não morreu. Nunca fiquei tão feliz em ver uma tatuagem falsa!

Hanna foi enrolada por A novamente… O bom é que dessa vez, Caleb viu a mensagem assim que ela chegou e a situação não ficou complicada para eles dois. Jamie não trocou o sino da igreja, mas e a nota com os dadinhos? Como foi parar na carteira dele, se naquele episódio, eles foram da igreja direto para a casa de Hanna? Mona é inteligente, mas não prevê o futuro, não tinha como adivinhar que Hanna ia dar dinheiro para a igreja naquela noite. O que deixa uma pergunta no ar: A armação de A nesse caso foi ter trocado os sinos ou ter feito Hanna e Caleb acreditarem que não foi Jamie quem fez isso?

E o team A teve que se meter no plot de Aria e Ezra para esse pedaço da série ganhar um pouquinho mais de graça! É claro que Mona e companhia não iam deixar Aria buscar Malcolm sem fazer alguma coisa. Confesso que fiquei com medinho quando vi que tinham levado o menino para um circo, por que tudo que envolve fantasias em Pretty Little Liars é meio macabro, mas respeitaram a criança e cabeças não rolaram. E agora Aria está com medo de continuar com Ezra por causa da segurança do Malcolm e a única coisa que eu consegui pensar naquela cena foi: “Wes, vem correndo e fica com ela!”

E agora, vamos para a graça do episódio: Radley e tudo o que acontece por ali. Wren apareceu mais uma vez com o sotaque lindo e maravilhoso para alegrar uns minutinhos da série e fazer o público feminino suspirar. Mas a pergunta que não quer calar: Será que o sotaque vai ser suficiente para ele ter uma torcida maior no combate com Eddie? Porque aqueles dois estavam soltando faíscas de uma forma que só faltavam rolar no chão brigando. Resta saber quem tem razão por ali. Eddie tem toda a pinta de bom moço e estava ajudando Spencer com as dúvidas dela, mas foi com o crachá dele que Toby entrou lá quando Mona estava internada. Era ele quem jogava o tal joguinho de tabuleiro com Mona que era uma mapa do tesouro para coisas da ex-paciente-não-tão-louca em Radley. Wren, por sua vez, parece saber do envolvimento de Eddie com Mona e fica em cima do enfermeiro. Também foi Wren que revelou que Cece fez uma visitinha à Mona quando ela estava internada ali por que ela achou que poderia ajudar por também ter sido vítima de uma das armações de Alison. Sim, pessoas, Cece Drake tem motivos para odiar a liar mor, já que ela foi expulsa da faculdade por isso. E é nesse momento em que você pensa: Loira + motivos para odiar Alison + amiguinha da Mona e da Melissa = Red coat? Ah, ainda teve a aparição fantasmagórica de Alison dizendo que apanhou de uma menina na noite anterior ao seu desaparecimento… Mais uma vez, é em Cece que pensamos.

Isso tudo foi fi-chi-nha com a revelação do final do episódio. Sabe o terceiro membro do team A que iria ser revelado? Pois é. Essa pessoa se chama Spencer Hastings. E foi ela que levou o filho do Ezra para passear amigavelmente pelo circo. A visita de Mona no último episódio foi um convite como muitos desconfiaram. E Spencer não pensou duas vezes antes de aceitar. Agora, os questionamentos clássicos: Ela entrou de verdade no Team A ou só entrou para honrar o ditado “mantenha seus amigos perto e seus inimigos mais perto ainda”? Essa, provavelmente, vai ser a grande questão da season finale, e eu não vejo a hora de descobrir a resposta.

Destaques na TV – Segunda, 18/3

Data/Hora 18/03/2013, 00:13. Autor
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Confira abaixo as atrações desta segunda-feira nos canais de TV por assinatura.

No AXN, 21h, episódio 10×10 de NCIS. E às 22h, Criminal Minds merece destaque – em Zugzwang (episódio 8×12), Reid (Matthew Gray Gubler) descobre que sua amiga, com a qual manteve uma relação secreta ao longo da temporada, foi sequestrada e pede a ajuda dos colegas do BAU para resgatá-la. Michelle Trachtenberg (Gossip Girl, Buffy) participa. Clique aqui para continuar a leitura »

Parks and Recreation – Leslie and Ben e Correspondent’s Dinner

Data/Hora 17/03/2013, 22:37. Autor
Categorias Reviews

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Facilmente o melhor episódio de casamento da história.

Nunca desisti de Parks and Recreation. A série pode ter começado sua terceira temporada de forma complicada, confusa e preocupante. Porém, sempre soube que a série voltaria ao seu auge, como estão sendo todos os episódios desse ano de 2013.

O episódio do casamento foi provavelmente o mais lindo até agora, tirando o 3×06, End of the World. O casamento teve todos aqueles elementos tradicionais que o telespectador queria ver. Leslie caminhou até o altar rodeada pela sua família do trabalho, seus amigos verdadeiros. Ela e Ben trocaram votos que escreveram para cada um (claro que ninguém ia querer ouvir os votos de Leslie, que deram mais de 60 páginas). Os clipes de flashback, mostrando momentos importantes no relacionamento dos dois também fez com que tudo ficasse mais emocionante.

Da mesma forma que foi engraçado, foi também emocionante, sendo Parks and Recreation uma das únicas séries que consegue fazer os dois ao mesmo tempo tão bem. Todos os outros personagens foram bem aproveitados, principalmente Ron Swanson, que entregou uma boa cena, fazendo os anéis de casamento com um lustre da casa de Ann e depois deixando claro seus sentimentos por Leslie de uma maneira muito linda. “You are a wonderful person. Your friendship means a lot to me. And you look very beautiful.” Até Little Sebastian apareceu, para deixar a mitologia da série intacta, ajudando o casal a perceber que eles precisavam se casar naquele momento.

É especial porque amamos esses dois nerds e o relacionamento dos dois não está perdido no meio de tantos problemas no mundo. É completamente aceitável que Ben fosse brincar sobre a quase esposa pegar o sobrenome dele, e os dois sabem que é uma piada, antes mesmo que ele fale. Todo mundo sabe que Leslie é feminista ao extremo e demorou muito tempo para finalmente conseguir uma posição de destaque dentro da prefeitura.

Só Leslie mesmo para escrever uma carta para Ken Burns, pedindo para ele que ele a caminhe até o altar. A parte mais emocionante do casamento foi o fato de ter o departamento de parques e recreação como salão de festas. Lá não é somente onde Leslie e Ben se conheceram, mas também é o lugar que Leslie se importa mais – é onde ela consegue fazer a vida da cidade de Pawnee e de todos os habitantes melhor. Não poderia ter sido em um lugar mais apropriado.

Faz muito sentido que a série tenha pulado a lua de mel dos dois, afinal eles são viciados em trabalho e precisam voltar à ativa o mais rápido possível.  É claro que qualquer episódio após o de um casamento não seria tão magnífico igual o antecessor, ainda mais quando a emissora decide exibir os dois no mesmo dia. Porém, no geral, o episódio também foi ótimo e conseguiu manter a boa leva de episódios.

Facilmente, o episódio pode ser chamado de episódio de transição. Conseguiu apresentar novos plots, incluindo Ann deixando claro que quer que Chris seja o pai de seus filhos (inseminados), Andy mostrando suas habilidades em administrar uma empresa. O almoço dos correspondentes poderia ser uma ótima forma de começar um novo arco, mas gastou o potencial de comédia de Lesli tentando ser engraçada e bombando na frente das pessoas e ao invés disso focou no plot do hackeamento do e-mail e do roubo das piadas. Esse plot poderia até ser engraçado se Leslie tivesse ficado genuinamente com vergonha dos e-mails que foram divulgados, mas pelo uma coisa boa saiu disso tudo: Donna, como sempre, divando loucamente. Ela é a melhor coadjuvante da série e foi usada bastante no episódio passado, mas nesse episódio ela simplesmente brilhou até mais do que a própria Leslie, salvando um dia com a ajuda de Star Wars foi surreal, mas completamente divertido.

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