Michael J. Fox e seus movimentos – um ator com Parkinson

Data/Hora 04/04/2013, 11:40. Autor
Categorias Especiais

thumb image

Ele sempre teve um jeito bem peculiar de andar, de sorrir. Meio malandro, meio McFly. Esse jeito peculiar um dia passou a ser um sintoma, para depois, tornar-se uma bandeira. Hoje, 4 de Abril, é o Dia do Parkinsoniano, dia também de lembrar do ator Michael J. Fox, e sua contribuição para a televisão, a arte, a vida.

A doença de Parkinson é causada pela degeneração de uma pequena parte do cérebro chamada substantia nigra (substância negra). Conforme as células cerebrais da substantia nigra morrem, o cérebro começa a se privar da dopamina química. A dopamina permite que as células cerebrais envolvidas no controle dos movimentos se comuniquem, e níveis reduzidos de dopamina levam aos sintomas da doença.

De acordo com a National Parkinson Foundation, 80% das células produtoras de dopamina são perdidas antes mesmo que os sintomas motores da doença de Parkinson apareçam. Embora sua incidência seja mais comum entre pessoas com mais de 50 anos, cerca de 10-20% dos doentes são diagnosticados antes dos 50 anos e apenas metade deste grupo é diagnosticada antes dos 40 anos de idade (parkinsonismo juvenil).

Movimentos mais lentos e/ou diminuição dos movimentos voluntários, rigidez dos músculos e principalmente das articulações, instabilidade postural e dificuldades relacionadas ao equilíbrio, com quedas freqüentes, tremores, tudo isso são sintomas da Doença de Parkinson. Ainda não se sabe como estas alterações ocorrem e o porquê; as teorias incluem o envelhecimento da população, susceptibilidade genética e fatores ambientais. O mais provável é que a doença seja causada por uma combinação de todos eles.

O tratamento consiste no uso de medicamentos que repõem parcialmente a dopamina que está faltando, fisioterapia, psicoterapia e, em alguns casos selecionados, cirurgia.  Como ainda não há uma cura, o objetivo é reduzir o prejuízo funcional decorrente da doença, permitindo que o paciente tenha alguma qualidade de vida.

Mas mesmo passando por tudo isso, o ator Michael J. Fox não desistiu de seguir sua vida com muita qualidade. Conhecido por aqueles que cresceram na década de 1980 pelo seu trabalho na série Caras e Caretas (Family Ties) e pela trilogia De Volta Para o Futuro, ele até passou um tempo afastado das telas, após revelar ao público que sofria da doença. Isso foi em 1998, quando tinha por seus 30 e poucos anos, quando a vida realmente estava para começar.

Na época ele participava da série Spin City, a qual acabou abandonando para poder se tratar.  Fox retornou anos mais tarde em pequenos papéis nas séries Rescue MeCurb Your Enthusiasm e, mais recentemente, em The Good Wife.  O ator se prepara para retornar à TV em uma sitcom da NBC, mesma emissora que o lançou no início da carreira. O projeto ainda não tem nome nem elenco definidos.

Em 2000 Michael J. Fox criou a fundação que leva seu nome e tornou-se porta-voz em favor da pesquisa com células-tronco como forma de tratamento e desde então tem trabalhado de forma incansável para levantar fundos para financiar pesquisas que permitam um dia descobrir a causa e quem sabe a cura deste mal que atinge milhões de  pessoas no mundo inteiro.

Com informações da National Parkinson Foundation e da Academia Brasileira de Neurologia.

Game of Thrones – Valar Dohaeris

Data/Hora 04/04/2013, 11:25. Autor
Categorias Reviews

thumb image

*Pessoal, aqui é a Mariela. Vocês acompanharam minhas reviews de GoT nas duas primeiras temporadas. Contudo, a vida tá corrida demais, e inevitavelmente eu não trataria a série com o carinho que ela merece. Então, com uma dor enorme no coração, abandonei as reviews. O dono do Trono de Ferro agora é oJoão. Mas, para eu não ficar muito tristinha, posso ser a Mão do Rei? Sejam legais com seu novo soberano. E lembrem-se: aqui no TeleSéries optamos por um reviewer que não leu os livros. Então, a visão que trazemos pra vocês é exclusivamente acerca do seriado. Nos encontramos nos comentários!*

O primeiro episódio da terceira temporada trata de nos situar novamente dentre tantos fios soltos e subtramas que o enredo desenvolveu ao longo dos dois primeiros anos. Com um hype imenso Valar Dohaeris consegue matar um pouco das saudades que estávamos de todo o reino de Westeros.

“Precisamos avisá-los ou antes que o inverno acabe, todos que já conheceram estarão mortos”. E com estas palavras, inicia-se oficialmente o terceiro ano de Game of Thrones.

O episódio começa nos mostrando o quão tolos são aqueles que creem que além da muralha não há nada além de lendas e mitos antigos. Jon Snow é levado para o acampamento dos selvagens e representa nossa reação na tela ao presenciar ali, andando livremente, um gigante, naturalmente vivendo entre os “anões” ao seu redor. Um sinal de que os conceitos de anormal anteriormente pré-estabelecidos estão desfigurados além da muralha.

Porém, logo após este choque de realidade o principal personagem do local nos é apresentado:  Mance Rayder, o Rei Além da Muralha. Com um diálogo simples, mas com a tensão que o momento deveria ter, vemos Snow juntar-se aos selvagens como o mais novo desertor da patrulha da noite.

De volta a Porto Real, vemos o que o verdadeiro herói da batalha da água negra, Tyrion Lannister, tem como recompensa: ingratidão e isolamento. Após deixar de ser a Mão do Rei (e que mão depois daquele tapa, não?) e sem apoio político, ele teme que possa ser vítima da maldição que tem atingido as últimas Mãos e resolve recorrer ao patriarca da Família Lannister, Tywin. Em um dos pontos altos do episódio vemos pai e filho pondo todas as cartas na mesa. Tyrion busca o reconhecimento que merece por ter protegido o Rei mais odiado de Porto Real, enquanto Tywin revela, em um raro momento sentimental, a mágoa com o filho devido a morte de sua mulher no parto do anão. O diálogo que vai subindo de tom gradativamente sufoca tanto os personagens como quem os vê se digladiando em um duelo de palavras.

Davos Seaworth, o Cavaleiro das Cebolas, talvez tenha tomado um tempo excessivo no episódio. Assistimos a toda a sua saga de volta para a Pedra do Dragão, onde Stannis Baratheon ainda tenta aceitar o fato de que toda sua frota para a invasão de Porto Real está agora submersa, e tudo isto para ser preso? Provar que Melisandre, a Mulher Vermelha, tem total influência sobre Stannis? Alguns minutos bastariam para a resolução deste arco.

Em busca de reaver o Trono de Ferro, Daenerys Targaryen viajou ao lado de Sor Jorah (friendzone desde a primeira temporada) em busca de um exército para tomar Porto Real. Seus dragões, de elogiável qualidade digital, cresceram e se tornaram mais perigosos, porém estão pequenos e sem poder para dizimar uma cidade, como ela deseja.

A cena de introdução do Exército dos Imaculados é de se tirar o chapéu, algo que seria extremamente óbvio, a apresentação dos soldados e como eles são criados, ganha a adição de xingamentos de baixo calão extremamente pesados ditos pelo vendedor do exército, mais um ponto alto do episódio.

Como um episódio de estreia, talvez tenha faltado algo mais chamativo, algo mais bombástico…mas é compreensível a escolha de retomar cada núcleo da trama aos poucos, afinal quantos são? Por onde anda Jaime Lannister? Bran? Aria? Atropelar cada cena para poder simplesmente mostrar todos os personagens de uma só vez seria um erro. Então, gostei bastante da opção por um episódio de ritmo mais lento.

A série tem em seus detalhes um grande diferencial, seja a ambientação fantástica retratada, figurinos, ou até torres em Porto Real sendo reconstruídas após a batalha, percebemos o esforço da HBO em trazer o melhor para a TV.

E mais uma vez vemos o quão agradável é a condução de um episódio de Game of Thrones, a sensação é a de que estamos sendo levados sabiamente por um labirinto, e que os condutores sabem o caminho de saída. Torcemos para que tudo isso se confirme ao longo da temporada!

Destaques na TV – Quinta, 4/4

Data/Hora 04/04/2013, 10:49. Autor
Categorias TV Brasil

thumb image

Confira os destaques desta quinta-feira nos canais de TV por assinatura.

A atração não é inédita, mas a promoção é tão grade (e a série tão boa) que parece que vamos ver pela primeira vez: o GNT exibe esta noite, às 22h30, o cultuado drama de época Downton Abbey. Com produção luxuosa e um dos melhores elenco da TV na atualidade (com destaque para a presença de Maggie Smith), a série narra a vida dos nobres e dos empregados da propriedade de Downton Abbey. Quem perder tem alternativa: no domingo seguinte a exibição do episódio, ele poderá ser assistido no Now (o serviço on demand da Net) ou por streaming no site Muu (de acesso restrito a assinantes Net e GVT TV).

No canal Discovery, tem a estreia do reality No Mundo do Crime (Inside The Gangsters’ Code) que que acompanha Lou Ferrante, ex-mafioso, que mostra, a cada episódio apresenta o funcionamento e a história de diferentes gangues. Vai ao ar às 23h10.

Na Sony, 21h, tem Once Upon a Time. O episódio 2×13, chamado Tiny, tem nova participação do ator Jorge Garcia (Lost, Alcatraz) no papel do gigante Tiny (leia a review).

Na Fox, 22h30, episódio 8×05 de Bones (leia a review).

No AXN, às 21h, episódio 9×13 de CSI:NY.

Na Warner, 19h, tem Vida de Estagiário. Às 21h30 tem Go On (1×18). E às 23h tem The Following (1×07, leia a review).

No Comedy Central, 20h30, tem episódio inédito de Men at Work.

No Sony Spin, 21h, vai ao ar o reality show musical Breakout Brasil.

No Universal, 22h, Elementary reprisa (episódio 1×11).

Na TV aberta tem a estreia na Globo da nova temporada de A Grande Família (22h35) e mais um episódio de Pé na Cova (23h18).

E até sexta-feira!

The Walking Dead – Welcome to the Tombs

Data/Hora 04/04/2013, 10:09. Autor
Categorias Reviews

thumb image

“E sairão; os que fizeram o bem ressuscitarão para a vida, e, os que fizeram o mal, para serem condenados…”

Pirou na batatinha. O que faltava pirar na cabeça do Governador foi pro saco em Welcome to the Tombs. A season finale de The Walking Dead inicia apresentando calorosamente um dos enigmas dos dois últimos episódios: o responsável pelo incêndio nas tumbas dos errantes. Não chegou a surpreender a revelação de Milton como o culpado, mas foi interessante o desenrolar da cena com o trabalho de câmera realizado.

O espectador ficou com a visão do olhar de Milton, a câmera se localizou como se estivesse no seu lugar e acompanhou o movimento de Milton até quando ele não tinha mais forças de manter a cabeça em pé. Fora isso, Welcome to the Tombs foi um episódio envolvente e cumpriu com sua função de season finale, apesar de muitos fãs terem aguardado algo mais arrasador para o final da temporada.

A trilha sonora de The Walking Dead preencheu momentos arrastados do episódio, como a birra do #carlchateado e a conversa de Carol e Daryl sobre Merle. Como bem foi lembrado por Carol, a atitude de Merle no episódio anterior, This Sorrowful Life, deu uma chance para a turma do presídio. Outro papo cabeça, digno de final de festa, foi a conversa entre Rick e Michonne, finalmente a moça resolveu abrir o coraçãozinho e dizer muito obrigada. Mal sabia Michonne que Welcome to the Tombs forneceria situações muito mais emotivas pela frente.

Alguns trechos e relacionamentos são importantes na construção do enredo de um seriado, mas a relação da loucura de Rick, com as visões de Lori e o provável sumiço das visões após a entrada em Woodbury e o recrutamento da população da cidade, não fazem muito sentido na construção do personagem e na sequência da história. Rick já parece ter voltado a sua sanidade mental há alguns episódios atrás e as visões de Lori poderiam ter ido embora muito antes, ou poderiam nem terem sido cogitadas. Como mencionei em reviews anteriores, a personagem conseguiu continuar assombrando a série com a sua chatice também depois de morta.

Já o Governador conseguiu convencer uma boa parte de Woodbury a atacar o presídio, mas a missão mais organizada pela raiva do que pela sensatez, levou o grupo de Philip para uma emboscada. O mais curioso é que o resultado final foi que a maioria das perdas do grupo foram fruto da própria loucura do Governador e não da mira e estratégia de guerra do grupo de Rick. Merle ajudou, Philip facilitou o trabalho e o próprio povo de Woodbury se voltou contra seu comandante. Seja onde estiver o Governador, ele não tem mais nada a governar.

Welcome to the Tombs conseguiu ser angustiante do início ao fim, principalmente nas cenas que envolveram Andrea e Milton. A positividade de Andrea chega a beirar a burrice. Ela chegou a acreditar que se soltaria e ainda salvaria a vida de Milton e  – no meio do processo de conseguir pegar a ferramenta e se soltar  – a moça ainda começa a dialogar sobre os motivos que a fizeram não fugir de Woodbury antes e ficar com seus amigos. Andrea acreditava que tudo poderia ser resolvido sem mortes. Em um mundo de mortos vivos esse pensamento chega a ser quase infantil.

Por outro lado, a morte da personagem não foi previsível e se transformou no ponto mais forte do episódio, surpreendeu e emocionou seus verdadeiros amigos. Andrea tinha um forte apelo para continuar na próxima temporada, mas perdê-la dessa forma enriqueceu a season finale, de uma maneira que outros pontos do episódio não conseguiram alcançar. A única “falha” na morte de Andrea é que a cena tinha tudo para que ela conseguisse sobreviver ao ataque de Milton. Ela estava com os pés soltos, já tinha livrado uma mão das algemas e ainda tinha a ferramenta ao alcance. Por outro lado, foi essa situação que intensificou a surpresa com o sucesso da mordida de Milton.

Para Rick e sua turma, o lado bom do ataque ao presídio é que o grupo de Philip fez uma boa limpa nos errantes que cercavam o lugar. A cena da fuga do grupo do Governador após o ataque chegou a ser engraçada e a loucura dele em matar todo mundo foi o ápice da insanidade total. Em todo o episódio o Governador conseguiu estar certo de uma coisa: nessa vida atual (no mundo da série) ou se mata ou se morre, ou morre e se mata.

A terceira temporada de The Walking Dead foi a melhor da série até agora. Apesar do seriado da AMC ter diminuído o ritmo após o retorno do seu hiato no início de fevereiro, os zumbis continuaram trilhando um caminho que põe a série como as mais assistidas e comentadas da temporada. Por mais que alguns pontos da season finale tenham desagradado, a próxima temporada do sucesso zumbi vai ser uma das mais esperadas na televisão mundial. O grupo de Rick cresceu, o Governador perdeu seus governados e está solto nesse mundo errante. A morte de personagens importantes também indica que novas caras devem surgir na quarta temporada e personagens pouco recorrentes serão regulares. Até lá… keep calm and shoot them at the head.

The Vampire Diaries – American Gothic

Data/Hora 04/04/2013, 09:45. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Ah, The Vampire Diaries! Quando as coisas começam a ficar boas, episódios mornos como este voltam a acontecer.

Depois de roubar as pistas que Damon tinha sobre Katherine e fazer aliança com Rebekah, Elena parte rumo a uma “Mystic Falls genérica”. Como sempre, onde Katherine está existe confusão, por isso sua presença foi o ponto alto desse episódio, com ela sendo responsável por todos os momentos de tensão e surpresas.

A tensão está relacionada à cura, é claro, e nossa VampBitch não fez pouco: a escondeu numa cidade completamente hipnotizada por ela. E como se não bastasse ela ser praticamente a rainha do local, está contando com a ajuda de Elijah. Pois bem, que Elijah tem uma queda básica pela Katherine desde que se conheceram há alguns séculos, não é surpresa alguma, mas a novidade é que aparentemente ela também está cedendo aos encantos do Original.

Obviamente, quando se trata de Katherine Pierce, podemos esperar tudo, e nem de Elijah a vampira esconde que está realmente interessada em sua liberdade e em consegui-la por entregar a cura ao Klaus. Entretanto, apesar de todo esse interesse e de há algumas temporadas ela ter demonstrado gostar mesmo do Stefan, o ato de ela entregar a cura para Elijah pode significar que realmente nutre sentimentos por ele. Bem, que seja bonitinho enquanto durar o romance dos dois, já que ambos são um tanto imprevisíveis.

Bem, se nem na cidadezinha da Katherine as coisas andaram muito animadas, Mystic Falls por sua vez está quase esquecida. Primeiro foi a história da ilha de Silas, depois Nova Iorque e agora a tal cidade no meio do nada. Por conta disso, até Klaus e Caroline teriam ficado esquecidos, e isso só não aconteceu porque Klaus tecnicamente quase morreu e Caroline passou pela agonia de salvá-lo.

Já Silas, cujo nome somente já fazia todos tremerem, agora que finalmente foi solto ainda não fez nada que preste exceto hipnotizar o Klaus. Ele já conseguiu a Bonnie e o terceiro massacre, mas nem a bruxinha apareceu desta vez, o que é revoltante, já que tanto ele ameaçou e amedrontou todo mundo. Pelo menos tivemos um momento de Klaus com Caroline, não muito digno, mas ainda sim com troca de sorrisinhos e um provável começo de amizade. Já é alguma coisa.

P. S. [1]: O que eu não entendi foi porque a Rebekah, tão revoltada com a Elena em alguns momentos, não hipnotizou a VampChata para fazer o que ela quer. Ela não toma verbena.

P. S. [2]: Elena, minha filha, não confunda ser chata com ser uma vampira badass. Como disse a própria Rebekah, tá faltando promiscuidade pra você virar a Katherine.

P. S. [3]: Silas, essa coisa de ser doppelganger já é coisa da Elena. Seja original.

Arrow – Dead to Rights, The Huntress Returns e Salvation

Data/Hora 04/04/2013, 09:27. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Arrow abrindo caminhos para um fim de temporada avassalador.

1×16: Dead to Rights

Há tantos grandes momentos neste episódio e aqueles que revelam bastante são prejudicados. Esse com certeza vai ficar como um dos episódios mais importantes da primeira temporada, mas isso não me impede de desejar que os escritores tenham deixado alguns detalhes de fora. Por exemplo, sabemos que Malcolm é um gênio do crime então fica até difícil de aceitar que ele realmente não percebeu o tanto de chineses que estava em sua festa, sem contar que ele já provou que sabe lutar bem melhor. Só serviu para trazer alguns desdobramentos importantes. A Lady Gaga asiática também apareceu por Starling City, já que ela estava devendo uma luta para Ollie. Achava que Deadshot estava morto, mas pelo jeito ele só precisava de um novo olho. Era óbvio que Tommy acabaria descobrindo sobre seu amigo nessa temporada ainda, mas esperava que fosse ao acaso, e não que Oliver contaria a verdade. De todas as pessoas que Oliver contou seu segredo, Tommy é o único que é mais próximo da família, mas perceba que ele não tinha planos para contar, ou seja, Laurel com certeza será a última a saber do tanto que seu ex-namorado fica bom em uma calça de couro. Até agora Tommy se provou completamente inútil como personagem. Ele é importante nos quadrinhos, mas na série ele é mais do que desnecessário. Esta evolução deve abrir novos caminhos, mas o personagem em si não mudou.

1×17: The Huntress Returns

Estava empolgado com a volta da Caçadora, mas seu foco na busca de seu pai é algo que deveria ser do passado. Passamos dois episódios focados em sua vingança e não há realmente mais para explorar aqui. A idéia de que Helena usa a família e os amigos de Oliver contra ele é interessante, mas está longe de ser original. Sem dúvidas a Caçadora apareceu no pior momento possível. A vida de Oliver está muito bem, ele está em um bom relacionamento com Maickinna (mesmo a personagem sendo bastante chata, no geral), sua boate finalmente vai abrir e é por causa de sua vida pessoal que a Caçadora é tão temida. Se ela fosse um homem, ou um estranho, ela seria descartável e, portanto, facilmente tratada.

Infelizmente, o resultado é totalmente previsível. Embora não houvesse muitos indícios que sugerem que Huntress seria apreendida pela polícia, é claro até mesmo para a pessoa mais ingênua do mundo que ela se recusaria a deixar a cidade depois de Oliver dizer a ela para sair. É igualmente óbvio que ela iria usar Felicity para garantir a localização de seu pai e que Mackinna iria acabar na linha cruzada.

Nunca fui um fã de Mackinna, mas sua saída foi muito fraca. Compreendo que isso deixa a porta aberta para seu retorno (talvez se ela não sobreviver à próxima temporada de True Blood), mas matá-la teria sido mais memorável e faria com que o relacionamento de Oliver com Helena tornasse mais tenso na sua próxima aparição.

Da mesma forma, também foi decepcionante o reaparecimento da mãe de Laurel. Então Sarah está viva porque alguém tirou uma foto dela e isso é tudo que você tem? Tem gente que realmente fala qualquer coisa para não aceitar a perda. Porém, ela não foi tão inútil assim no episódio, afinal ela conseguiu com que nos importássemos um pouco mais com o pai de Laurel, mas no 1×18 a história é completamente diferente.

Os flashbacks são aparentemente parte de um spin-off, já que não há nenhuma influência sobre o presente e no presente algo também não está funcionando: Thea e Roy, que estão facilmente se enquadrando naquele clichê adolescente que a série não quer tanto reproduzir.

1×18: Salvation

Na realidade, a revelação no final do episódio não foi nenhuma surpresa. Já sabíamos que o Glades era importante para os planos de Moira e Malcolm e para todos os outros malvados da cidade. Mesmo se não tivesse sido dito em voz alta, dá para inferir que o enredo da série gira em torno da área. Desta forma, a representação desta parte da cidade influencia a narrativa e serve para construir o mundo da série, mostrando que Starling City ainda tem muito para contar. O vilão do episódio foi alguém que na verdade não poderia ser considerado como um vilão de verdade, afinal se ele realmente fosse um vilão, Oliver também deveria ser considerado um.

O que exatamente Malcolm e Moira pretendem fazer com o Glades virá à tona nos episódios restantes. Por agora, os dois precisam sobreviver a uma pequena duplicidade. Moira conseguiu acabar com o problema do ‘espião’ dentro da Tríade da maneira menos surpreendente possível. Frank (o asiático) que recebeu algumas flechas nas costas, mas Moira foi quem ficou com sangue nas mãos (literalmente e figurativamente). O episódio pode até ter acabado com Moira chorando e limpando o sangue com seu próprio cuspe (algo que não sabíamos que ricos faziam também), mas não se engane, Mama Queen é uma vadia de sangue frio.

No caso de você ter se esquecido do tanto que a química entre Amell e Katie Cassidy é boa, a cena final do episódio veio para trazer de volta essas lembranças. Outro bom momento no episódio é quando o plot do ‘Sarah está viva’ finalmente foi colocado para escanteio, afinal toda a ideia em volta de uma foto simplesmente não faz sentido. O que foi quebra de código nisso tudo foi Laurel conseguindo achar a menina, que coincidentemente está nos EUA, em Starling City. Quebra de código total.

Por outro lado, a cena em que Dinah aceita a “verdade” e chora no ombro de Quentin com certeza valeu a pena. Só queria que a personagem tivesse sido mais bem utilizada. O mesmo pode ser dito para Roy. Considerando que ele foi recentemente promovido a regular na próxima temporada, não havia preocupação se ele morreria ou não dentro daquele vagão de trem. Só funcionou para colocarem Thea mais próxima dele, como se precisassem fazer tudo isso para que essa aproximação aconteça, sendo que por motivos óbvios, Thea já está atraída por ele desde o início do ano.

Spin-off de ‘Once Upon a Time’ escala sua Rainha Vermelha

Data/Hora 03/04/2013, 23:45. Autor
Categorias Notícias

thumb image

A atriz britânica Emma Rigby (Hollyoaks) é o novo nome no elenco da série Once Upon A Time In Wonderland (anteriormente Once: Wonderland) spin-off de Once Upon a Time. 

Na nova série, a história é contada através do ponto de vista de Alice (Sophie Lowe) que tem um coração generoso, mas carrega as cicatrizes de uma vida longa e dura. Ela é acompanhado por Ciro (Peter Gadiot), interesse amoroso de Alice e o aventureiro Valete de Copas (Michael Socha).

NOTÍCIA | Spin-off de ‘Once Upon a Time’ ganha novos atores

Emma Rigby vai intepretar a Rainha Vermelha, personagem do livro Through The Looking Glass (Alice Através do Espelho, no Brasil) do autor Lewis Carroll. No livro, a Rainha Vermelha tem um pavio curto e é implacável contra seus inimigos e aqueles que a traiu. 

A produção da série está prevista para começar no dia 7 de abril em Vancouver, no Canadá, logo após Once Upon a Time encerrar as gravações da temporada atual. Se o projeto for escolhido pela ABC, ele deve estrear no final deste ano.

Com informações do Deadline

 

NBC acaba com o suspense e revela o futuro de Jay Leno e Jimmy Fallon na emissora

Data/Hora 03/04/2013, 23:08. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Se há algum tempo, sites especializados como o Huffington Post e o TVLine já falavam sobre a substituição de Jay Leno por Jimmy Fallon no programa de entrevistas The Tonight Show, agora é oficial: com a queda da audiência da NBC e com a concorrência perigosa oferecida pelo Jimmy Kimmel Live!, na ABC, Jimmy Fallon ocupará o lugar de Leno a partir do ano que vem.

Exibido no mesmo horário do The Tonight Show, o Jimmy Kimmel Live! parece ter atraído a atenção do público entre 18 e 49 anos mais do que a NBC gostaria – apesar de ainda não ter ultrapassado a audiência de Leno, Kimmel vem mostrando ter grande potencial para isso. Além do mais, outra razão para a substituição de Leno toma como base a provável aposentadoria de David Letterman, que resultaria, supostamente, na ida de Fallon para a CBS, emissora de Letterman, uma desvantagem para a NBC.

NOTÍCIAS | ‘The Tonight Show’: entenda a polêmica substituição de Jay Leno por Jimmy Fallon

O contrato de Jay Leno com a NBC só terminaria em setembro de 2014, mas a emissora pretende rescindi-lo, pagando ao apresentador uma multa. Apesar de não muito satisfeito com sua segunda substituição (a primeira foi em 2010, quando Conan O’Brien assumiu o show), Leno desejou sorte ao seu sucessor no The Tonight Show.

Com a transferência de Jimmy Fallon para o horário das 23h35, os nomes mais cotados para assumir o The Late Night em seu lugar são o de Tina Fey, que renovou seu contrato com a NBC no fim do ano passado, e o de Seth Meyers, atualmente no humorístico Saturday Night Live. Por enquanto, a emissora ainda não confirmou nada sobre quem tomará as rédeas do The Late Show.

Com informações do TV Guide e Huffington Post.

Esse texto foi produzido pela colaboradora do TeleSéries, Carolina Cadinelli.

Grimm – Nameless

Data/Hora 03/04/2013, 22:28. Autor
Categorias Reviews

thumb image

“Então ele segurou o pé esquerdo com as duas mãos, mas a fúria era tanta que o dividiu em dois”.

Grimm adentrou no mundo nerd em Nameless. As cenas de preview novamente não empolgaram o suficiente, mas o episódio até que surpreendeu um pouco. Nick teve que lidar com um wesen, que além de ter garras ácidas, também era um rato de computador. A parte interessante foi ver, em uma das primeiras vezes, Hank, Nick e Renard discutindo o caso e podendo considerar abertamente a participação de uma criatura wesen na história.

Em Nameless, o caso teve ligação direta com histórias infantis e literatura. Na primeira cena do episódio uma edição antiga do livro Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll abre a história que será apresentada. Nas cenas dos crimes as páginas rasgadas, deixadas pelo assassino, são um enigma a ser desvendado e apresentam três autores que utilizavam nomes falsos – cada um tinha um “nom de plume”. Apesar de Nick ser um Grimm, a única semelhança que ele viu nas três páginas é que todas eram “papéis”. Ri muito.

Sorte da Polícia de Portland que o sargento Wu tem uma vida triste e solitária com seu gato, onde nas horas vagas ele devora histórias e videogames. Assim, tivemos uma aula de literatura e descobrimos que Mark Twain é Samuel Clemens, Richard Bachman é Stephen King e Lewis Carroll era Charles Dodgson. Aliás, vocês perceberam como Wu foi o grande responsável por solucionar quase todos os enigmas do episódio? Hank e Nick ficaram por fora do mundo nerd.

Fuchsteufelwild em alemão quer dizer algo como “fora de si” e realmente é o que o wesen parece, completamente maluco. A fisionomia do Fuchsteufelwild também lembrou inúmeros personagens de filmes, como duendes de diversas histórias pela criatividade afora. No entanto, pouco deu para conhecer sobre o duende de garras ácidas. Quando perdeu o pulo, o Fuchsteufelwild, que “odeia perder”, acabou perdendo a razão e também se suicidando.

Nameless foi bem sem sal, como a maioria dos episódios da segunda temporada de Grimm. Além do caso da vez, Renard recebeu uma visita de seu informante de Viena e os dois foram alvos de um atentado a bomba que deve ter despertado a atenção em Portland. A mãe de Nick nunca mais deu sinal de vida e nem o Grimm parece lembrar dela. Adalind também ficou de fora desse episódio, mas deve mostrar suas garras novamente na sequência.

O plot da amnésia de Juliette segue caminhando para uma resolução óbvia. Por outro lado, a personagem mudou a atitude, está mais participativa e tentando entender seu problema e as imagens que vê de Nick. Monroe e Rosalee toparam ajudá-la, mas o blutbad acabou falando da existência do trailer da tia Marie e despertando a curiosidade de Juliette. Descobrir a verdade sobre o mundo Grimm pode ser um choque, mas depois de tudo que Juliette tem passado nesta temporada é possível que a moça aceite com mais facilidade a realidade da fantasia… ou a fantasia da realidade? De qualquer forma preciso admitir que não fiquei muito triste com a possibilidade dela deixar Portland e quem sabe até a série, apesar de achar difícil que isso realmente aconteça.

Grimm vem perdendo o pique que teve no início da temporada e nos últimos episódios a calmaria na série se intensificou. Os casos foram de rápida solução e as histórias paralelas não desenvolveram muito. Sem falar que Nick anda pendendo para o lado do cachorro abandonado. A série pode até melhorar sem isso, mas Grimm era muito mais interessante no início da segunda temporada quando Nick andava muito mais com cara de mau.

PS: Perceberam que a Jenna era o sucesso de todos os nerds do episódio? Por pouco não encantou o sargento Wu. Formariam um belo par.

Quarta temporada de ‘The Walking Dead’ tem novos personagens regulares

Data/Hora 03/04/2013, 21:18. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Parece que vale mesmo a pena andar com Rick Grimes! Três membros do grupo de Rick na temporada anterior de The Walking Dead serão personagens regulares na quarta temporada da série.

Os atores Chad L. Colema e Sonequa Martin-Green, que interpretam Tyreese e Sasha respectivamente, entraram no terceiro ano e serão personagens fixos no quarto ano da série zumbi. Junto com eles está Emily Kinney, que interpreta a jovem Beth e se juntou ao elenco da série na segunda temporada.

Sonequa Martin-Green atualmente também é recorrente na série Once Upon a Time como Tamara. Seus créditos anteriores incluem The Good Wife e Army Wives. Chad L. Colema é mais conhecido por seus papéis em The Wire, I Hate My Teenage Daughter, It’s Always Sunny in Philadelphia.

A nova temporada de The Walking Dead estreia em outubro.

Com informações do TV Line.

Se cancelada pela ABC, ‘Happy Endings’ pode estrear no canal USA

Data/Hora 03/04/2013, 20:09. Autor
Categorias Notícias

thumb image

No mundo das séries, aquele velho ditado de que tudo termina bem no final nem sempre é valido. Mas Happy Endings pode ter, sim, seu final feliz – na ABC ou não. É que segundo informou o site Deadline, a série de comédia, que foi relocada para as noites de sexta-feira na grade programação do canal ABC (um horário considerado menos privilegiado) devidos aos baixos índices de audiência, pode ganhar uma nova casa na hipótese de a ABC não renovar a série para o quarto ano.

A produtora da atração, a Sony TV, estaria em negociação com outras emissoras, incluindo a NBC, para continuar a produzir a série e a USA Networks teria demonstrado enorme interesse em dar continuidade ao projeto, caso a ABC desista dele. O canal USA quer investir em um bloco cômico nas próximas temporadas e já tem vários pilotos do gênero em produção.

Se Happy Endings mudar mesmo de emissora, ela terá um destino parecido com Cougar Town, que foi cancelada pela ABC e, então, estreou em seu novo canal TBS esse ano, onde tem agradado a diretoria.

Outra que segue sem um cancelamento oficial na ABC é Don’t Trust the B—- in Apartment 23, que foi retirada da grade do canal no início de 2013 e não deve deve ter sequer seus episódios restantes transmitidos.

Com informações do Deadline.

Veja cinco vídeos promocionais da terceira temporada de ‘Wilfred’

Data/Hora 03/04/2013, 18:04. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Em junho de 2013, a terceira temporada de Wilfred estreia na TV americana pelo canal FX. Para dar um gostinho do que vai ser a nova história protagonizada por Elijah Wood e Jason Gann, a emissora divulgou nada menos do que cinco vídeos promocionais da atração, que estão no topo da página, reunidos em um único arquivo.

Em Wilfred, Elijah Wood, mais conhecido por interpretar o Frodo de O Senhor dos Anéis, dá vida ao depressivo Ryan Newman, que procurava alguma emoção em seu cotidiano. Após uma tentativa malsucedida de suicídio por remédios, ela passa a conseguir conversar com o cachorro da vizinha, chamado Wilfred (Gann).

No Brasil, a série é transmitida também pelo canal pago FX.

Com informações do SpoilerTV.

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »