Destaques na TV – Segunda, 8/4

Data/Hora 08/04/2013, 09:47. Autor
Categorias TV Brasil

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Estamos na segunda semana de abril e as noites de segunda-feira estão lotadas! Confira os destaques que reuni nos canais de TV por assinatura:

No A&E, às 21h, estreia o reality show Minhas Férias Caipiras (My Big Redneck Vacation). O programa acompanha uma típica família do sul dos Estados Unidos numa temporada de férias nos Hamptons, o balneário de luxo de Nova York, explorando as diferenças sociais entre os dois mundos.

Na HBO, 21h, vai ao ar a primeira parte da minissérie britânica The Mystery of Edwin Drood – produção britânica baseada na obra de Charles Dickens. Com dois episódios, a minissérie tem no elenco o ator Matthew Rhys (Brothers and Sisters, The Americans).

Na semana passada deixei passar a premiere de Banshee – série que mostra um golpista assumindo a posição de xerife em uma pequena cidade, ao mesmo tempo que é procurado por um gângster. O segundo episódio vai ao ar hoje no canal Max Prime, às 21h.

No canal Comedy Central, às 20h30, estão passando episódios inéditos da segunda temporada da comédia Happily Divorced. Esta noite vai ao ar o episódio 2×07.

O BBC HD agora acertou os horários: às 22h vai ao ar o segundo episódio de Call the Midwife e, às 23h, o segundo episódio da minissérie Blackout.

Na Sony, acabaram os inéditos de Private Practice. Mas o canal segue com CSI (21h, 13×15) e Grey’s Anatomy (22h, 9×14, leia a review).

No AXN, 21h, episódio 10×13 de NCIS e, às 22h, episódio 8×15 de Criminal Minds.

Na Warner, 21h30, inéditos de 2 Broke Girls (2×19) e, às 22h, tem Arrow (episódio 1×17).

No Space, 21h, episódio 4×05 de Justified.

No Multishow, 21h30, segundo episódio do reality show Fábrica de Estrelas.

No Universal Channel, tem reprise de Beauty and the Beast (22h) e de Grimm (23h).

No canal Cinemax, 20h, reprisa o sexto episódio de FDP. No Sony Spin, 22h, tem reprise de Merlin (episódio 3×06).

E até amanhã!

Elementary – Snow Angels

Data/Hora 08/04/2013, 09:39. Autor
Categorias Reviews

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O décimo nono (já?) episódio de Elementary teve um clima meio apocalíptico. Snow Angels, como o capítulo sugestivamente se chamava, apresentou uma Nova Iorque em duas condições catastróficas: uma nevasca que chegava à cidade, que obrigava todos os cidadãos a ficarem em casa, e um apagão de energia.

E em meio ao “apocalipse”, uma quadrilha se aproveitou para cometer um assalto muitíssimo bem planejado, que desafiou o detetive mais mal humorado da telinha, Sherlock Holmes (Jonny Lee Miller), e sua eterna conserta-grosseria, Dra. Watson (Lucy Liu). Em casa, eles não poderiam ficar, já que, como explicou Holmes, eles não são cidadãos, são detetives (achei a constatação genial e verdadeira!). E nós somos espectadores, então, fomos obrigados a pegar o casaco e nos aventurarmos na missão com eles, uma verdadeira fria, como diria minha avó… E eu digo isso em alguns aspectos!

Nesse episódio, o crime todo foi complexo, cheio de reviravoltas, que por vezes, nem prenderam minha atenção. Vez ou outra, me peguei prestando atenção em outra coisa, senão os detalhes que o Sherlock dava sobre o planejamento do assalto. O crime, na verdade, se apegou a uma única técnica: a do “parece, mas não é” ou popularmente conhecida como “engana-trouxa” (desculpa, Sherlock). Durante o tempo todo, a quadrilha levou a polícia a acreditar que fariam uma coisa, quando, na verdade, fariam outra. A menina que ajudou no assalto ao banco levou um tiro do vigia do local. Seu companheiro de crime, então, esfaqueou a ferida para que a polícia não desconfiasse de suas condições ao dar entrada no hospital.  Depois, Sherlock foi levado a acreditar que o dinheiro roubado de uma empresa – que não era o banco, como inicialmente parecia -, seria transportado em uma ambulância com destino determinado. Não era.

Quando Sherlock se deu conta do “jogo” que os criminosos estavam fazendo com a polícia, ele simulou toda a trajetória da quadrilha usando um mapa estendido no chão da sala e a tartaruga Clyde (personagem regular já, tratar com seu agente-veterinário) representando a ambulância.  Ele, assim, percebeu o que havia acontecido de fato – havia uma pessoa da quadrilha infiltrada no governo que foi desbloqueando as ruas impedidas pela nevasca e, dessa forma, abriu passagem para o carro que transportava o dinheiro, sem levantar qualquer suspeita.

Eles desconfiaram da personagem Denise Castor, uma representante do governo federal que estava no Departamento de Polícia auxiliando na gerência da situação caótica em que Nova Iorque se encontrava. Assim, armaram uma emboscada para ela, que foi pega tentando ajudar a Elle (a moça com tiro/esfaqueada) a escapar da sala de interrogatório. Depois disso, ela simplesmente entregou o restante da quadrilha e caso resolvido.

Ou seja, eles tentaram armar um crime tão complexo, cheio de reviravoltas, que das duas, uma: ou não tiveram tempo (entre os 43 minutos de episódio) ou não tiveram criatividade para desenvolver uma forma em que o próprio Holmes descobriria o paradeiro do dinheiro (já que a ambulância havia sido alarme fals0) e não a mulher contando tudo. Apesar da produção ter sido maior nesse episódio, com toda a nevasca e afins, achei esse caso desinteressante se comparado aos outros que a série apresentou. O Holmes também não estava tão engraçado. Acho que ele foi atingido pelo clima “lá fora” e também ficou frio.

A amiga aleatória

Paralelamente ao caso de polícia, uma amiga refinada (e de voz grave) do Holmes chegou para passar uns dias na casa dele e da Watson, enquanto curava a dor de cotovelo. Mas gente chique e estudada não tem dor de cotovelo, né? Como disse nosso ilustríssimo detetive, ela teve um “contratempo romântico”. Então, tá. Não entendi a participação da moça na série, não acrescentou em nada na história e poderiam ter utilizado o tempo gasto com ela para explorar mais o final do crime policial.

Mas o Holmes a contratou para fazer faxina todas as terças. Ou seja, pode ser que ela continue aparecendo na história e, aí sim, mostre a que veio. Vamos sentar e aguardar, galerinha.

Dear Pam

Se a “amiga” era aleatória, a Pam (Becky Ann Baker), a mulher que conduzia aqueles caminhões que “varrem” a neve da rua (não sei o nome), deu um show de carisma. Além de conduzir a Watson e o Holmes para todas as cenas investigativas que precisavam ir, ao final, ela entregou um cartão para a ex-médica, no caso de precisarem dos trabalhos dela em outro momento, pois ela amou a aventura. E a gente te amou, little Pam! Acho ótimo quando esses atores com papéis pequenos conseguem roubar a cena, cativar. Elenco é tuuudo! E, no fim das contas, precisaram dela mais cedo do que imaginávamos, já que ela se encarregou de levar a amiga do Holmes de volta para a casa.

Final do episódio

Lá estava o Holmes, pintando o chão e constituindo uma cena criminal fictícia para a Watson desvendar. Elementary respira arte – uns episódios mais do que outros. E existe coisa mais britânica e Sherlockista que isso?

Cenas sem importância, porém engraçadas

– 7 em cada 8 filmes ou séries começam com um guardinha assistindo ao noticiário (que sempre está falando da previsão do tempo, americano deve ser obcecado com isso).

– O Holmes acordou a Watson, jogou a roupa na cama dela e ordenou que ela se trocasse, pois precisavam sair. O que me fez pensar…. Ele escolheu a roupa dela?! Olha que ela é estilosa, hein?

– Holmes usa Instagram. Sem mais.

– O detetive reconheceu que o planejamento do crime pela quadrilha foi bastante engenhoso e disparou: se eles não tivessem cometido um assassinato em meio a isso, até os deixaria escapar, quase como um troféu pela perspicácia.

Cenas sem importância, porém intrigantes

– Algumas deduções sobre o crime, por parte do Sherlock, foram um tanto forçadas, quase obra da Mãe Diná. No momento em que ele e a Watson estavam observando a neve e ele concluiu que o dinheiro foi transportado de ambulância, foi a gota d’água. Pensei “Como assim, aí já é demais!”. Eis que, em seguida, a Watson constata a mesma coisa, dizendo algo como “sim, e o motorista era estrábico, tinha uma avó chamada Joana, etc., etc.”. Ele, então, explicou sua dedução, a lógica da conclusão, e eu aceitei o roteiro (como se isso importasse). Watson sempre sendo “a voz” das pessoas “normais” dentro da série!

– Voltemos à menina esfaqueada, só que não; levou um tiro. Mesmo com muitos pontos na barriga, ela ficou ali sentada (provavelmente por horas, no tempo fictício) prestando depoimento à Polícia. No Brasil, não funcionaria assim. Penso nas regalias que ela teria só por estar machucada. Será que nos Estados Unidos criminoso é criminoso e tem contas a acertar, fim de conversa, ou por ser ficção, fizeram a menina “sofrer” um pouco? Nem imagino…

É isso. Até a próxima! Espero que num clima mais ameno e charmoso, por favor.

Steven R. McQueen vai voltar para ‘The Vampire Diaries’. Quer saber como?

Data/Hora 08/04/2013, 08:16. Autor
Categorias Notícias

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Steven R. McQueen, que interpreta Jeremy Gilbert em The Vampire Diaries, vai aparecer novamente na série na quarta temporada. Essa notícia pode conter spoilers.

No episódio Stand by Me, Jeremy foi morto por Katherine (Nina Dobrev) que usou o sangue dele para alimentar Silas, que depois de secar o sangue do jovem caçador, quebrou seu pescoço.

O que ainda não foi confirmado é se Steven vai voltar como Jeremy ou se Silas vai tomar conta do corpo dele, como já fez com outros personagens. Também existe a possibilidade de um flashback e de Bonnie (Katerina Graham) conseguir se acertar com a magia e trazer Jeremy de volta do mundo dos mortos outra vez.

O site especializado TV Line afirma que, além de Jeremy, outras caras conhecidas vão voltar a aparecer nessa temporada da série, que termina no dia 14 de maio.

The Vampire Diaries é exibida às quintas feiras na CW.

Com informações da TV Line e TV Guide

TNT divulga foto promocional ‘Falling Skies’

Data/Hora 08/04/2013, 07:57. Autor
Categorias Notícias

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Quando a segunda temporada de Falling Skies terminou, no dia 19 de agosto, deixou muito telespectador intrigado com as possibilidades contempladas pelo terceiro ano da série. Agora, a luta parece recomeçar quando a série finalmente retornar para sua habitual exibição aos domingos, no dia 9 de junho, no canal TNT americano.

Confira a foto promocional divulgada pela emissora.

Foto postada anteriormente no SpoilerTv.

Revolution – Ghosts

Data/Hora 07/04/2013, 22:56. Autor
Categorias Reviews

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Em Ghosts tivemos outra dose da Charlie birrenta. No início da temporada, a moça era arredia com Miles, seu tio. Agora Charlie ficou brabinha com a mãe, e somos nós novamente que temos que aguentar um episódio inteiro da moça bancando a adolescente rebelde. Assim como nos primeiros episódios da série, essa postura da personagem foi um pouco irritante. Apesar de que, devemos um desconto para Charlie depois de tudo que ela passou em Revolution. A moça também ganhou uns pontinhos valiosos quando conseguiu livrar Rachel dos capangas de Randall e Monroe.

Com ou sem desconto para Charlie, Miles continua sendo o melhor personagem da série. No entanto, não tem esse cacife todo e nem poderia segurar o seriado sozinho. Revolution está chegando na metade da temporada e fica cada vez mais difícil acreditar em uma reviravolta na série. Acredito que nessa altura do campeonato, o seriado da NBC é um fortíssimo candidato ao cancelamento e também a maior decepção da temporada.

Voltando ao episódio, Ghosts também mostrou as consequências da parceria, que não parece ser muito duradoura, entre Randall e Monroe. No lado rebelde, Miles se engaja em ajudar os que lutam pela volta dos Estados Unidos da América. O ex-general da milícia resolve recrutar antigos companheiros, que também se revoltaram contra Monroe e podem emparelhar a guerra. O primeiro recrutado começou dando trabalho, mas aceitou a proposta de Miles.

Mais algum rato de biblioteca adorou a “Library” de Culpeper, Virgínia? Adorei a sessão de Stephen King em destaque. Isso já me fez simpatizar com o Jim Hudson (Malik Yoba, o Bill Harken de Alphas), novo candidato a personagem recorrente em Revolution.

Conhecemos novos personagens e também descobrimos mais sobre antigos conhecidos. Randall Flynn foi secretário adjunto do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, mas isso até não era mais um mistério. No entanto, descobrimos o que move suas ações. Randall foi surpreendido pela morte do seu filho Edward a serviço do governo, em Cabul, no Afeganistão. A partir daí que Randall passou a trabalhar com o intuito de destruir o responsável pela morte do seu filho. Não foi à toa que para isso ele achou que precisava destruir quase o mundo todo. Randall também foi chefe de Rachel e agora pretende novamente usar das habilidades da moça para completar seu plano e “construir um novo mundo”.

Além de todas as lutas naturais da série, agora Revolution vai partir para a briga direta contra o cancelamento. Se essa luta se basear nas brigas coreografadas por Jeff Wolf (Piratas do Caribe, Capitão América) para a série, Revolution tem boas chances de continuar em uma segunda temporada. No entanto, de qualquer forma, a narrativa vai precisar ajudar. As boas perspectivas daqui pra frente são o embate entre o grupo de Miles – com o aditivo de Jim – e Randall e Monroe (juntos ou separados). Rachel também prometeu contar para Aaron tudo o que realmente aconteceu por trás do apagão e inclusive disse que vai revelar o que é a tal torre. Oremos.

PS: Revolution anda caprichando nas imagens, gostei das feitas em perspectiva nesse episódio, como a do frame escolhido para imagem destaque desta review.

Modern Family – The Future Dunphys

Data/Hora 07/04/2013, 20:04. Autor
Categorias Reviews

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Comentei na review anterior que o episódio de volta de Modern Family foi um tanto quanto fraco e essa semana fomos presenteados com um episódio espetacular. A química entre os atores está cada dia mais invejável e dessa vez todos se destacaram, inclusive  Manny, que tem a fama de ser o menos querido de todos.

Lembram do episódio de Dia dos Namorados (4×15 – Heart Broken), no qual a Claire teve um pequeno susto com o coração? Pois então, chegou o dia da Sra. Dunphy ir ao médico para exames de rotina. Essa simples situação foi a responsável pelas confusões na família Dunphy. Phil acompanhou Claire até o hospital, logo as crianças ficaram sozinhas em casa cada um com seus problemas a resolver: Haley queria pedir demissão, Alex não queria sair com a amiga e sim ficar estudando (nerd alert!) e Luke, bom, Luke estava fazendo o que ele faz de melhor que é desmontar aparelhos e fazer experimentos.

Phil como a boa criança existe dentro dele foi logo brincar com o controle da cama onde Claire estava (confesso que sempre quis fazer isso também). É impagável a reação que ele tem ao ver algo tecnológico funcionando. O casal não contava que durante a estadia de algumas horas no hospital, eles seriam apresentados a ninguém menos do que seus filhos do futuro. Não foi nada divino mas sim uma simples imagem de um outra família que era praticamente os Dunphy mais velhos.  Nem preciso dizer que para o casal, a cena da família discutindo foi chocante e eles logo foram dando um jeito de (tentar) “consertar” seus filhos para que não virassem algo como “aquilo” que eles viram. Isso só deixou as crianças mais confusas do que já são. Mas acredito que todos que sejam pais tenham certo medo de ver que não fizeram “um bom trabalho” com os filhos. Ainda mais Claire, como boa paranoica que é.

Partindo pra família de Cam e Mitchell e o Girls Day de Gloria e Lily. Aubrey Anderson-Emmons, a Lily, tem se destacado a cada episódio e pode-se dizer que seu personagem foi o que mais marcou essa quarta temporada da série. Lily está crescendo e, como toda criança curiosa, começando a fazer perguntas. Como o casal não consegue responder perguntas simples do universo feminino ninguém melhor do que o mulherão Gloria pra influenciar e esclarecer a garota.

Dessa vez toda a confusão da família foi causada por uma simples frase “Você sabe que eu sou gay?” Simples porque foi dito por Lily com a simplicidade e inocência de uma criança porque sei que essa frase é capaz de mudar famílias e Cam e Mitchell também. No primeiro momento todos ficaram em choque e Cam repetia continuamente que aos cinco anos ele já sabia que era gay. Enquanto isso Mitchell repetia bordões desnecessários que são falados por todos os que são contra a homossexualidade nesse mundo como “Deve ser só uma fase” e “não querida, você não é gay”.

Ao conversar com  garota descobriram que ela diz ser gay porque seus pais são gays. Se o colega da escola é italiano porque seus pais também o são, logo ela pode usar essa frase mesmo sem saber o impacto que ela causa. Pra esclarecer para Lily que ela é vietnamita e mostrar um pouco da cultura de seu país de origem, Cam, Mitchell e Gloria levam a garota à um restaurante vietnamita. Aí a confusão fica ainda maior.

Numa sequência de foras inesperados e extremamente hilários, Lily grita que odeia o Vietnã e que é gay (porque ela se recusa a ser vietnamita), Mitchell continua com suas frases que contradizem ele mesmo, enquanto isso Gloria reclama (e com razão) da cultura americana que não valoriza as outras culturas e Cam mandando todo mundo parar de prestar atenção na conversa deles. Foi uma das melhores sequências de todas as temporadas da série, sem dúvida.

Dessa vez a história do Manny foi digerível mas a maioria das cenas somente por causa de Jay. Manny se preparou tanto pra fazer a entrevista pra entrar na escola e na hora H deu tudo errado. Mas quem nunca passou por uma situação dessas, não é mesmo? Deu até um certo dó do personagem. Mas já passou. Enquanto isso, Jay aproveitava a caminhada para conhecer a escola e tentar viver o que não viveu há quarenta anos porque o dinheiro não permitia.

Jay como super paizão que é depois de Manny ter fracassado na entrevista e ter falado que o desapontou mais uma vez foi logo ter uma conversa com o garoto pois as situações vividas por ele foram bem constrangedoras. O diálogo foi bonito e digno de pai e filho.

E é isso, caminhamos para um final de temporada com um episódio memorável.

Saiba quais atores participam da season finale de ‘2 Broke Girls’

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Vem chegando o fim de temporada das séries na TV americana e, com ele, as participações especiais começam a ser anunciadas. E em 2 Broke Girls serão duas participações de uma vez só: Tim Bagley (Will and Grace, Monk) e Jennifer Elise Cox (The Brady Bunch), que também já atuaram juntos em Web Therapy e em 10 Items or Less.

No episódio, que vai se chamar And the Window of Opportunity e será o último da segunda temporada, Bagley e Cox interpretarão um casal de caçadores de barganhas, Dennis Endicott III e Miss Trudy, que vão ao bazar de garagem de Max (Kat Dennings) e Caroline (Beth Berhs) para pechinchar os produtos da rica coleção da loura.

O episódio And the Window of Opportunity irá ao ar, nos Estados Unidos, no dia 13 de maio (segunda-feira), às 20h local, pela CBS. No Brasil, a série é transmitida também às segundas-feiras, 21h30, pelo Warner Channel.

Com informações do TV Line.

Esse texto foi produzido pela colaboradora do TeleSéries, Carolina Cadinelli.

‘S.H.I.E.L.D.’: primeira sinopse (não-oficial) da série da Marvel é divulgada

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S.H.I.E.L.D., projeto que vai levar o universo Marvel para a TV, é uma das grandes apostas do canal ABC para a próxima temporada – além disso, ao cobrir as novidades da série, jornalistas da imprensa americana, no geral, tendem a deixar a imparcialidade de lado e se declararem ultra ansiosos pela estreia do seriado.

Produzido e dirigido por Joss Whedon (do filme Os Vingadores e da série Buffy – The Vampire Slayers), em parceria com a própria Marvel, o piloto do pretenso seriado – embora a encomenda da série seja dada como certa por especialistas, o projeto ainda está em fase de aprovação do piloto – já começou a ser gravado e vai explorar o cotidiano dos agentes que formam a organização secreta que dá nome à série, S.H.I.E.L.D.

NOTÍCIAS | Marvel: diretor de ‘Os Vingadores’ conta o que esperar da série ‘S.H.I.E.L.D.’

Mas é exatamente aí que mora outra novidade. Segundo informou o site Entertainment Weekly, o projeto não irá mais se chamar apenas S.H.I.E.L.D., e sim Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D., que também não é um título definitivo. Vale lembrar que as alterações nos nomes de séries são comuns de acontecerem, repetidamente, até o programa estrear na TV. Mas o fato de colocarem o nome “Marvel” no título foi recebido com estranheza pela imprensa especializada, uma vez que nenhuma outra produtora coloca o próprio nome em seus projetos – seria estranho imaginar algo como Sony’s Justified ou Warner Bros.’ The Big Bang Theory.

De qualquer forma, um título definitivo deve sair no próximo mês, quando a ABC anuncia, oficialmente, sua programação 2013-1014.

NOTÍCIAS | Marvel: diretor de ‘Os Vingadores’ conta o que esperar da série ‘S.H.I.E.L.D.’

Uma primeira sinopse do seriado, não-oficial, também foi divulgada pelo site Entertainment Weekly. “Diretamente do filme da Marvel Os Vingadores, o agente Phil Coulson (Clark Gregg) retorna ao mundo da organização de aplicação das leis, S.H.I.E.L.D. Ele reúne uma pequena equipe de agentes altamente treinados para combater os casos que ainda não foram classificados; o novo, o estranho, o desconhecido.”

Para isso, o time será formado pelo agente Grant Ward (Brett Dalton), um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda Maio (Ming-Na Wen), piloto e praticante de artes marciais; além dos brilhantes cientistas – porém socialmente desajeitados –  agente Leo Fitz (Iain De Caestecker) e agente Simmons Jemma (Elizabeth Henstridge). Eles serão reunidos pela nova recruta civil e especialista em computadores Skye (Chloe Bennet).

NOTÍCIAS | Conheça os cinco personagens importantes de ‘S.H.I.E.L.D.’

Ficou curioso só de ler a sinopse? Segundo o release entregue à imprensa, é para ficar mesmo! “Prepare-se para uma aventura épica que explora a esperança e as maravilhas do espírito humano”, avisou o comunicado, que ainda afirmou que, apesar de se passar em um mundo de heróis e alienígenas, o projeto não será distante do espectador . “O programa vai abordar, através dos olhares super humanos (e sem super poderes) de nossos agentes da S.H.I.E.L.D., uma condição comum à humanidade – de que todos somos melhores juntos do que separados, e que podemos fazer a diferença no mundo”.

Joss Whedon, além de dirigir, escreve o roteiro em parceria com o irmão Jed Whedon e a cunhada Maurissa Tancharoen. Os três, ao lado de Jeffrey Bell (Angel, Alias) e Jeph Loeb (Smallville, Lost, Heroes), são também, produtores-executivos.

Com informações do EW e Huffington Post.

The Following – Whips and Regret

Data/Hora 07/04/2013, 17:06. Autor
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Entre velhos clichês, ressaca e telefonemas Carroll tentou impedir que seu herói desistisse de sua missão. Ryan perdeu todas as forças depois que Joey e Claire acabaram nas mãos de Carroll. A vida de herói não é fácil em The Following, as poucas vitórias de Hardy até aqui não se comparam com os sucessos de Carroll, que, além de formar um exército e recuperar a sua família, fugiu da pena de morte e da prisão, e vive confortavelmente livre em uma linda casa que o FBI não faz ideia da onde se localiza.

Mas nem tudo é desgraça na vida de Ryan. Por enquanto. Hardy ganhou uma grande amiga nos últimos episódios: Debra. A agente do FBI, que quase pareceu ser uma seguidora de Carroll durante as suas primeiras aparições, agora já se virou contra o sistema e o inútil do Donovan, e se tornou uma grande aliada de Ryan. Tanto para solucionar o caso, quanto para ser uma amiga pessoal para o ex-agente do FBI. Ri muito de Ryan atendendo a porta do apartamento de camisa e cueca e Debra se obrigando a mandar ele colocar uma calça.

Enquanto Ryan ganha uma amiga que se importa com ele, a desgraça também segue aumentando. A ex-namorada e vizinha de Hardy – e que tem até a chave do apartamento dele – Molly, volta a assombrar a vida de Ryan e mal sabe ele que a moça na realidade é uma seguidora de Carroll. Whips and Regret apresenta, através de flashbacks, que Molly pediu a Joe para ser a responsável pela morte de Ryan, provavelmente o ato final do livro pensado por Carroll.

Whips and Regret também mostrou que os seguidores de Carroll foram treinados e passaram por testes, pelo que parece, antes mesmo de se encontrarem com Joe na prisão. Molly era uma enfermeira e aproveitava sua posição para aumentar o número de mortes em seu currículo. Ela afirma que é uma assassina obstinada e já matou mais pessoas que o próprio Carroll. No entanto, duvido que Joe abra mão de ser ele o responsável pela morte de seu herói.

Molly já mostrou que é uma peça muito importante para Joe. Por outro lado, quem está perdendo a sua importância no grupo é Roderick. São cada vez mais frequentes e fortes as birras entre ele e Carroll. Roderick está cada vez mais instável e Emma e Jacob são uma bomba prestes a explodir. O condomínio de seguidores de Joe não está com uma vizinhança tão contente assim.

Não é uma surpresa que o ninho de Carroll seja cheio de pessoas instáveis, principalmente quando se conhece as coisas que cada uma delas já fez. A novidade de Whips and Regret foi a apresentação do local de treinamento dos seguidores de Carroll. As salas frias do antigo armazém já apareceram em cenas de flashback em alguns episódios, mas até então não sabíamos que lugar era esse em que Carroll “dava aulas” e nem que era um prédio grande e específico para treinamento de assassinos. O mais aterrorizante – até lembrei por um momento de The Walking Dead – foi a cela com os seguidores confinamos, fazendo a tal privação, que consiste em duas semanas de encarceramento.

Whips and Regret foi um dos episódios mais fracos da temporada de estreia de The Following. A chegada de Claire no ambiente de Joe não foi muito surpreendente e a cena de mais emoção foi o reencontro dela com Joey. A descoberta do “centro de treinamento” de Carroll foi o que de mais positivo aconteceu para a história do seriado. A chegada de Molly também deve movimentar os próximos episódios, e a parceria de Ryan e Debra deve render ótimos momentos para a série. Acredito que está na hora do FBI e Ryan assustarem um pouco Joe, a tranquilidade dele em seu esconderijo está deixando até o seriado mais tranquilo. Assim, The Following perde um pouco do que tem de melhor: seu ritmo eletrizante.

PS: Alguém tem uma teoria sobre o interesse de Carroll nas imagens de Molly fazendo sexo com Ryan? Aceito sugestões.

‘The Fosters’: ABC Family começa a produzir série com temática homoafetiva

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Começou a ser produzida, na última sexta-feira, 5 de abril, a nova série dramática da ABC Family. A história, intitulada The Fosters, é centrada em uma família composta por duas mães e seus filhos, biológicos e adotivos.

A atração, que traz no elenco nomes como o de Teri Polo (Entrando Numa Fria) e o de Sherri Saum (Rescue Me), Jake T. Austin (Os Feiticeiros de Waverly Place) e Cierra Ramirez (Girl in Progress), é produzida por Jennifer Lopez e Simon Fields (ambos pela Nuyorican Productions, principal produtora da série) e assinada por Bradley Bredeweg e Peter Paige (Queer as Folk), também envolvidos na produção e na montagem dos roteiros.

Segundo a imprensa especializada, a decisão da emissora, extremamente popular nos Estados Unidos, por produzir e exibir a série foi extremamente feliz, uma vez que The Fosters tende a fazer o público gostar de uma família formada pela união homoafetiva e multirracial, com grande possibilidade de diminuir o preconceito ainda existente.

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Apesar disso, grupos anti-gays já se manifestaram contra o show, como o One Million Moms: “Obviamente, a ABC perdeu a cabeça. Eles não desistem [de exibir programas anti-família] e nós também não iremos [desistir de protestar]. O ABC Family Channel tem vários programas anti-família, e eles estão pensando em fazer essa lista crescer. ABC Family aprovou o piloto da série da empresa de produção de Jennifer Lopez, Nuyorican, sobre um casal de lésbicas e sua família diversa. Muitas famílias já descobriram que a ABC Family Channel não é nada familiar. Mas porque “Family” continua fazendo parte do nome da rede, achamos que um aviso ainda deve ser enviado para qualquer pessoa que ainda assista ao canal.”

The Fosters terá seu piloto exibido nos Estados Unidos pela ABC Family no dia 3 de Junho, às 21hs.

Com informações do TVbyNumbers.

Esse texto foi produzido pela colaboradora do TeleSéries, Carolina Cadinelli.

Confira o novo vídeo de ‘Under The Dome’, série de Steven Spielberg e Stephen King

Data/Hora 07/04/2013, 15:50. Autor
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Ainda falta algum tempo para que a série Under The Dome, produzida pelo diretor Steven Spielberg e pelo escritor de suspense Stephen King, comece a ir ao ar – a estreia na TV americana está marcada para o ida 24 de junho, no canal CBS.

Mas a emissora já trabalha pesado na divulgação de seu novo projeto, que é uma posta alta por lá. Vários vídeos e fotos de bastidores são divididos com os espectadores a todo momento e até pequenos trailers foram lançados. Hoje, mais um vídeo promocional foi liberado e apresenta a história: a cidade de Chester’s Mills inexplicavelmente é encoberta por uma enorme cúpula transparente, isolando o vilarejo do resto do mundo – ninguém entra, ninguém sai da cidade.

O ator Mike Vogel (Bates Motel) será o protagonista Dale Barbara, um oficial do Exército que estava prestes a deixar o local, quando é impedido pela barreira.

A história é inspirada no livro best-seller de Stephen King de mesmo nome. Além de King e Spielberg, a série ainda tem produção-executiva de Neal Baer, Justin Falvey, Darryl Frank, Stacey Snider, Jack Bender e Brian K. Vaughan – que ainda escreveu a adaptação para a TV.

Com informações do SpoilerTV.

As primeiras impressões de ‘O Dentista Mascarado’

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A expectativa sobre a estreia de Marcelo Adnet na Rede Globo trouxe consigo um leve gosto de frustração. Provavelmente nem mesmo em um dia muito inspirado a mais nova aposta do humor da emissora poderia ter salvo o primeiro episódio de O Dentista Mascarado de se tornar uma longa piada sem graça.

A aposta em um texto já desgastado da parceria formada por Fernanda Young e Alexandre Machado, o qual apresentou piadas fracas, repetidas e sem muito humor, contribuíram para que, de certa forma, Adnet ficasse engessado em um personagem no qual ainda procura se encontrar. Do ponto de vista de ritmo, o programa apostou em esquetes inseridas sem um contexto muito claro que mais pareciam evidenciar os limites entre o texto original e as tentativas do humorista por contornos autorais.

O Dentista Mascarado

Com uma aposta em referências do universo das histórias em quadrinhos, a explicação de como o dentista se torna um herói soou forçada e sem graça, apostando em personagens que bebem na comédia estilo pastelão e em efeitos especiais nem tão especiais assim. Em meio ao universo de personagens, Leandro Hassum atuou como uma espécie de contraponto interessante de Adnet, ajudando nas deixas para as piadas do humorista, mas que em muitas vezes roubou a cena e deixou a aposta da emissora em segundo plano. Além dele, Taís Araújo mostrou mais uma vez sua versatilidade e técnica para se destacar em meio a atuações que estariam melhor contextualizadas em esquetes do semanal Zorra Total.

Como um trabalho em construção e o elenco em busca de um entrosamento, o seriado ainda pode surpreender, principalmente se deixar Adnet mais solto na criação e apostar em um humor inteligente e com mais personalidade, algo que, sem sombra de dúvidas, Adnet faz com maestria.

* * *

O Dentista Mascarado vai ao ar nas noites de sexta-feira, às 23h20, na Rede Globo.

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