Emmy volta a ter 4 categorias para atores de telefilmes e minisséries

Data/Hora 19/04/2013, 21:33. Autor
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Dado o aumento da popularidade das minisséries/spin-offs e dos filmes televisivos nos últimos anos, a Academy of Television Arts & Sciences, responsável pela premiação do Emmy, resolveu reconsiderar a existência de categorias para premiar esses estilos de atrações.

É que em 2012, uma votação entre os membros da academia, que tinha como objetivo tornar a premiação mais curta e menos cansativa, decidiu extinguir duas categorias televisas da cerimônia e, esse ano, entregaria troféus apenas para “Melhor Ator em Filme Televisivo ou Minissérie” e “Melhor Atriz em Filme Televisivo ou Minissérie” – eliminando ator e atriz coadjuvante. Agora, no entanto, a comissão voltou atrás e assegurou que todos os quatro troféus serão oferecidos às artes cênicas da TV.

Entre as minisséries  com grandes possibilidades de serem indicadas esse ano estão American Horror Story: Asylum (FX), Behind The Candelabra (HBO), Top of The Lake (BBC Two), The Big C: Hereafter (Showtime), além de outras como The Bible (History Channel) e The Hour (BBC America). A lista oficial de indicados será anunciada no dia 18 de julho de 2013 .

O evento para a entrega das estatuetas do Emmy acontecerá dia 22 de setembro, e será transmitido pela CBS, nos EUA.

Com informações do Zap2It.

Confira 10 curiosidades sobre ‘Hemlock Grove’, nova série de terror da Netflix

Data/Hora 19/04/2013, 17:40. Autor
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Na madrugada desta sexta-feira (19), a Netflix disponibilizou em seu catálogo online os 13 episódios da série Hemlock Grove. A atração original da empresa de streaming foi produzida por Eli Roth, diretor conhecido no cinema pelos trabalhos “de terror”, como O AlbergueCabana do Inferno. 

Hemolcok Grove é baseada no livro homônimo de Brian McGreevy (também produtor do seriado) e tem início quando uma jovem é brutalmente assassinada perto da antiga usina siderúrgica Godfrey. Os suspeitos do terrível crime são Peter Rumancek (Landon Liboiron, de Terra Nova), um cigano de 17 anos que andou espalhando por aí que é lobisomem, e Roman Godfrey (Bill Skarsgard), um dos herdeiros da fábrica onde a garota foi encontrada. Diante das suspeitas, Peter e Roman decidem investigar e chegar até o assassino por conta própria.

O elenco ainda conta com nomes como Famke Janssen (Nip/Tuck), Lili Taylor (Six Feet Under), Kandyse McClure (Battlestar Galactica), Dougray Scott (Desperate Housewives) e Aaron Douglas (The Bridge, Battlestar Galactica).

O site especializado Huffinton Post publicou uma lista de 10 curiosidades que você deve saber antes de assistir o anunciado projeto. Quer ver?

1) Mais parece um filme de 13 horas. “O legal da Netflix é que não há pausas para o comercial. Você não tem as quebras em que é obrigado a assistir uma propaganda de sabão e, em seguida, esperar para descobrir o que acontece. É perfeita dessa forma”, argumentou o ator Aaron Douglas (Battlestar Galactica), que interpreta um policial na história, que investiga o assassinato da menina. Já o protagonista Bill Skarsgard acredita que a nova série seja diferente das muitas outras que exploram universos sobrenaturias. “Você ouve ‘lobisomem’, ‘vampiro’ e pensa ‘Ai, Deus, já vi isso milhões de vezes’. Mas acho que nosso programa pega [o tema] e o reinventa, fazendo com que a série seja estranha, especial e única”, disse o ator, que coincidentemente é irmão mais novo de Alexander Skarsgard, do drama vampiresco da HBO True Blood.

2) A casa usada na história existe de verdade. Em Hemlock Grove, a atriz Famke Janssen interpreta a mãe de Roman, Olivia Godfrey, uma matriarca de 150 anos, que vive em um verdadeiro casarão – a imponência das personagem, por vezes, até nos remete à Victoria Grayson de Revenge. Mas, diferente da série da ABC, em que os cenários são feitos em chroma key, a série da Netflix usou locações de verdade, que fazem parte de um sítio histórico em Ontário, no Canadá.

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3) Não é tão obscura assim. “Queríamos algo exuberante, uma paleta um pouco mais colorida mesmo”, revelou McGreevy, que fez questão de enfatizar a sensibilidade visual do show. “Até certo ponto, queríamos criar alguns ecos da ‘Velha Hollywood'”.

4) Há muitos dramas familiares. “Os Godfreys realmente discutem sobre o que há para o jantar”, contou Joel de la Fuente, que interpreta o DR. Johann Pryce. Já Landon Liboiron, que vive um cigano/lobisomem, é mais drástico ao constatar, “Sinto que os seres humanos, ultimamente, são piores do que os montros”. Segundo o jovem ator, todos os personagens da séries estarão reagindo aos acontecimentos sobrenaturais que eles sequer entendem e, consequentemente, irão mergulhar, lentamente, em seus instintos mais sombrios.

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5) Trata-se de um terror psicológico. E não físico. “Uma grande influência para mim, na adolescência, foi Alfred Hitchcock”, falou McGreevy. “A maneira como ele poderia escolher um cenário relativamente mundano e ajustar a câmera em um ângulo estranho, que me faria pensar sobre isso de uma maneira completamente diferente… Isso tudo me influenciou muito quando eu estava pensando sobre o livro.”

Para o produtor-executivo Lee Shipman, a série ainda tem uma “pegada” parecida com Roman Polanski (diretor de O Pianista, O Escritor Fantasma) e Stanley Kubrick (Laranja Mecânica).

6) Não é um programa sobre lobisomens e vampiros. “O pôster da série traz uma mão humana saindo da boca de uma criatura [com as inscrições ‘O monstro de dentro’]. Pelo menos para mim, é mais sobre a interação humana diante das coisas estranhas que começam a acontecer”, assegurou McGreevy.

7) Liboiron e Skarsgard têm química. Shipman é direto ao dizer: Hemlock Grove sobrevive ou morre baseado se a relação entre Peter e Roman, personagens dos dois atores, funciona ou não. “E quando você os assiste, você sabe – esses são os caras”, garantiu o produtor.

“Os dois [Peter e Roman] tem um ‘olho no olho’ que não tiveram com nenhuma outra pessoa. É como uma sintonia sobrenatural”, começou Liboiron. “E, de uma forma estranha, Bill e eu estamos conectados no mundo real também. Nós começamos a conversar sobre relacionamentos, amor e sobre todas as coisas ruins da vida pessoal quase que de imediato. Não houve barreiras, foi instantâneo”, confidenciou.

8) É a primeira série original da Netflix, de fato. Já que House of Cards, que marcou a estreia da empresa na produção audiovisual de streaming – até então, ela apenas exibia as séries de outras produtoras – é inspirada em uma atração britânica.

9) Pega fogo! Segundo os produtores, os três episódios iniciais são apenas uma apresentação da história, mas, em seguida, o enredo decola. “É como uma montanha russa. Depois desses três capítulos, fica muito mais emocionante. Mal posso esperar para que as pessoas vejam nosso filme de 13 horas”, contou o diretor Deran Sarafian.

10) Inspirada em clássicos como Drácula, Frankenstein e O Lobisomem (filme da década de 1940). “Eu queria tirar os grandes monstros arquetípicos da era moderna e colocá-los em minha escola do Ensino Médio”, disparou McGreevy, que, em seguida, fez até uma metáfora. “Resolver os meus sentimentos sobre monstruosidade e os meus sentimentos sobre a adolescência eram praticamente a mesma coisa”, comparou.

Ei, você, que está chegando agora do trabalho nesta sexta-feira: vai fazer maratona de Hemlock Grove no fim de semana? Todos os 13 episódios estão disponíveis aqui, apenas para assinantes da Netflix.

Com informações do Huffington Post.

Fox renova ‘Glee’ para mais duas temporadas

Data/Hora 19/04/2013, 16:55. Autor
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Gleeks de todo o Brasil, comemorai! A Fox acabou de renovar Glee para mais duas temporadas (quinto e sexto ano).

O anúncio veio para acalmar os corações dos fãs, que estavam temerosos sobre o futuro do seriado, especialmente depois que Cory Montheith foi, voluntariamente, para uma clínica de reabilitação e que surgiram inúmeros boatos sobre a saída de Ryan Murphy e dos produtores executivos Ian Brennan e Brad Falchuk do comando do seriado. Além disso, Heather Morris, uma das estrelas do show, está esperando o primeiro filho.

Mas nem todas as incertezas que rondam o futuro da série foram capazes de desestimular a Fox. Segundo o presidente da emissora, Kevin Reilly, a renovação se deve ao fato de Glee “ter estreado como a primeira e única bem sucedida série de comédia musical na televisão, e mais de quatro anos depois, continua a desafiar os gêneros, abrir novos caminhos e ter um impacto significativo sobre a cultura popular”. O presidente ainda disse que “semana após semana, Ryan Murphy, Brad Falchuk, Ian Brennan, Dante DiLoreto e a equipe toda de Glee entregam uma série  não apenas deliciosa e que surpreende os fãs, mas também os inspira a falar, compartilhar, debater e se envolver com o show – e eu estou absolutamente encantado por tê-los a bordo por mais duas temporadas.”

Finalizando o anúncio, Ryan Murphy agradeceu ao presidente da Fox e aos executivos da emissora, Dana Walden e Gary Newman, por seu apoio desde a estréia da atração. Murphy agradeceu ainda aos gleeks, “público fiel, cuja paixão e entusiasmo continuam a nos surpreender e inspirar”.

Glee se junta à The Following, New Girl, Raising Hope e The Mindy Project, já renovadas anteriormente pela Fox.

Com informações do Deadline e do TV By The Numbers.

Apresentador e ator George Lopez retorna às séries de TV

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A volta de George Lopez à TV era só uma questão de tempo. O ator e comediante de stand-up vai estrear uma nova série no canal FX, produzida por Matt Williams e David McFadzean, ambos de Home Improvement.

Intitulada Saint George (São Jorge), a comédia retrata a vida caótica da classe operária americana e Lopez interpretará um descendente de mexicanos recém-divorciado, que virou um engenheiro bem-sucedido. Ele se equilibra entre sua exigente ex-esposa, seu filho de 11 anos, sua mãe dominadora – que acaba de se mudar para a casa dele – além de um tio.

O ”Santo” do titulo da série é pelo motivo do personagem ter que se adaptar ao seu novo estilo, o que inclui ser filantropo, ensinando história uma vez por semana em uma escola noturna.

“Estou animado com meu show, não podia imaginar em um grupo de pessoas tão incrível, ou um melhor lugar para criar do que no FX”, disse Lopez. “Agora para ficar pronto… De volta ao Pilates!”, brincou.

A atração será no modelo 10/90, que funciona da seguinte maneira: a emissora primeiramente se compromete a exibir dez episódios da série; se esses episódios alcançarem determinados objetivos (entre eles, uma boa audiência), isso gera uma renovação automática para mais 90 episódios, totalizando 100 – mesmo modelo implantado na recente série de Charlie Sheen Anger Management.

Entre alguns de seus projetos anteriores, Lopez estrelou seu sitcom na ABC denominado George Lopez, produzido por ele mesmo, e mais recentemente teve um talk show pela TBS chamado Lopez Tonight (extinto em 2011).

Para Kevin Beggs, presidente da Lionsgate TV (uma das parceiras na produção da série), Saint George será um desafio para o ator, pois ”o show vai refletir um outro lado de Lopez que irá alem do cômico, interpretará situações que irão girar em torno de raça, classe social, sexo e vida familiar em Los Angeles, através de um homem ocupando duas culturas distintas.”

Com informações do Washington Post.

Esse texto foi produzido pelo colaborador do TeleSéries, Erickson Meredyk.

‘The Vampire Diaries’: assista ao primeiro trailer do episódio ‘The Originals’

Data/Hora 19/04/2013, 15:03. Autor
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Na próxima quinta-feira, dia 25 de abril, o episódio The Originals – que pode resultar no spin-off de mesmo nome de The Vampire Diaries – vai ao ar na TV americana, pelo canal CW.

Nesse dia, o vampiro Klaus (Joseph Morgan) retorna à Nova Orleans, cidade que ajudou a fundar, e se reúne com o seu diabólico ex-pupilo Marcel (Charles Michael Davis), sedento por poder. Elijah (Daniel Gillies) tentando manter o irmão na linha, decide se unir a Marcel.

Do elenco já conhecido de The Vampire Diaries, Phoebe Tonkin (Hayley) e Claire Holt (Rebekah) reprisam seus personagens no spin-off, enquanto Danielle Campbell (Davina), Daniella Pineda (Sophie) e Leah Pipes (Camille) são as novas adições.

O primeiro trailer do episódio The Originals foi divulgado e, nele, Damon (Ian Somerhalder) e Stefan (Paul Wesley) descobrem que Klaus deixou a cidade – notícia recebida com bastante estranheza.

Julie Plec, responsável pela série principal, ficará a cargo do spin-off,  caso ele vingar.

Com informações do EW.

 

Último episódio da 7ª temporada de ‘Doctor Who’ promete revelar mistério sobre o Doutor

Data/Hora 19/04/2013, 14:25. Autor
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As comemorações dos 50 anos de Doctor Who podem render muito mais do que os fãs esperavam. Ontem, uma imagem dos bastidores da gravação do episódio comemorativo à data, liberada pela BBC, mostrava Matt Smith (o 11º e atual “doutor”) ao lado de David Tennant  (o 10º protagonista da série). O episódio especial deve ir ao ar no dia 23 de novembro.

NOTÍCIAS | ‘Doctor Who’ ganha versão 3D para comemorar 50 anos

Em entrevistas anteriores, Smith e Steven Moffat – roteirista do programa – declararam que o episódio de 50 anos não servirá apenas para comemorar as cinco décadas da série, mas também abordará o futuro…

 

…Futuro que pode incluir a revelação de um grande segredo. Hoje, a emissora britânica divulgou o título do último episódio da sétima temporada da série, que vai se chamar The Name of the Doctor. Assim sendo, espera-se que o verdadeiro nome do “doutor”, que foi um grande mistério na história por anos, seja finalmente descoberto!

Pôsteres dos outros episódios restantes da temporada (Journey to the Centre of the TARDIS, The Crimson Horror e Nightmare in Silver) também foram divulgados e você confere abaixo:

Com informações do TV Line.

Destaques na TV e na Internet – Sexta, 19/4

Data/Hora 19/04/2013, 10:51. Autor
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Confira a seguir os destaques da sexta-feira.

No +Globosat, 22h, vai ao ar o terceiro episódio de London Hospital.

Na Sony, às 10h e às 17h, tem Cougar Town (4×06). Às 10h30 e 17h30, tem 30 Rock (6×20). À noite, 21h, tem mais dois episódios do American Idol.

No canal Space, 21h, tem Continuum (episódio 1×06).

Na Warner, 22h50, episódio 8×06 de Supernatural.

Na Fox, às 12h30, reprisa o episódio 7×01 de Futurama.

Na Globo, 23h23, tem o O Dentista Mascarado.

Não tem muita pra ver na TV paga, né? Mas tem na Internet. Estreia nesta sexta-feira na Netflix, inclusive no Brasil, a série de terror Hemlock Grove, nova produção original do serviço de distribuição de conteúdo pela internet. Assinada pelo diretor Eli Roth (de O Albergue), a série mostra as investigações de uma série de assassinatos violentos em uma cidade da Pensilvânia. No elenco estão Famke Janssen (Nip/Tuck), Lili Taylor (Six Feet Under) e Aaron Douglas (Battlestar Galactica). Os episódios estão disponíveis para assinantes Netflix neste endereço.

E até o final de semana!

Game of Thrones – Walk of Punishment

Data/Hora 19/04/2013, 09:56. Autor
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Depois do último domingo podemos dizer que finalmente a terceira temporada de Game of Thrones deu as caras! Após dois episódios bem mornos e engessados a muitas explicações Walk of Punishment conseguiu dar um ritmo mais intenso na história trazendo um episódio fiel as tradições da série, desde as conspirações até as tradicionais cenas quentes…tudo está lá e para a felicidade desse que vos escreve, em excelente forma.

Estratégias opostas

O episódio começa mostrando as duas principais lideranças da guerra Tywin Lannister e Robb Stark discutindo com seus subordinados como proceder para um inevitável choque. A principal diferença que ainda vemos entre os dois  é que o velho leão de guerras Lannister comanda as ações e o exército da capital de forma racional, é extremamente respeitado e apesar de ter um filho capturado pelo inimigo jamais deixou que as emoções afetassem sua mente  e estratégias de guerra. Já Robb, por outro lado, apesar de ter a admiração da maioria de seus homens, não tem o mesmo respeito que o rival, sendo contestado desde o seu casamento com Talisa. Ele é movido pela sede de vingança e por mais que seu espírito para guerra esteja aflorado, seus sentimentos podem lhe trair neste jogo de tabuleiro, principalmente quando o adversário é experiente o suficiente para usar isto contra ele. É interessante notar que esta rivalização já vem se acentuando desde a temporada anterior quando Tywin subestimou o primogênito dos Stark e acabou perdendo seu filho Jaime como refém, erro que ele certamente não irá repetir.

A promessa

Depois de uma uma participação miníma no último episódio, os selvagens retornam e prometem abalar as estruturas da imponente muralha. Após ver corpos de cavalos partidos ao meio pelos Outros em uma forma bizarra de espiral (zumbis burros de The Walking Dead, aqui não), Mance vê que a situação chegou a um ponto crítico e que não há como continuar esgueirando-se na neve fugindo das aberrações que acordaram e decide então atacar a muralha, e esta escolha vai causar inúmeras consequências. Jon Snow, no meio deste embate anunciado, terá sangue frio para atacar antigos amigos?

Craster, o incestuoso da segunda temporada está de volta, e cede abrigo a patrulha da noite de má vontade e demonstra o quão estúpido consegue ser (me lembra muito Joffrey, só que mais gordo e hétero). Após ser alvo de um dos insultos do velho, Tarly presencia o nascimento de um bebê homem. O rapaz realmente tem um radar para se meter em confusão, mas será que ele terá a coragem de defender a criança, ou seu medo o fará deixar que ela tenha o destino de todos os homens nascidos no território do velho?

Valar Morghulis

Decidida a conseguir o exército que tanto deseja Daenerys sabia que seu único trunfo eram seus “filhotes”. Decidida, a khaleesi troca um de seus três dragões (e logo Drogon, o maior e mais poderoso) por oito mil imaculados. Claro que seus conselheiros se desesperam, mas ela não lhes dá ouvidos e ainda por cima alertou-os de que não tolerará ser questionada por eles, especialmente em público. Mesmo tendo amadurecido muito, a última Targaryen se mostrou confiante demais na negociação. Não é preciso lembrar que em Game of Thrones tudo o que sabemos é que a mentira é sua melhor aliada, e Daenerys  parece ter um plano traçado para não perder um de seus preciosos filhos (repito, logo Drogon, nomeado em homenagem ao Drogo). Com a troca já selada ela requisita a mulher intermediadora das negociações, ambas combinaram muito bem em cena e se mostram o “orgulho feminino” em uma série onde a mulher é em grande parte retratada apenas como uma ferramenta para o prazer masculino. Creio que Dany ter requisitado a mulher é mais um forte indício de que ela tem um plano, e dos bons. Só nos resta aguardar para descobri-lo.

A participação de Aria ainda foi menor do que gostaríamos, e torço pra que isso comece a mudar em breve. Após ter sua identidade revelada por Clegane, a pequena loba não foi atacada por Thoros de Mir, e ganhou passe livre para seguir viagem ao lado de Gendry. Isso significa que os dois amigos despediram-se de Torta Quente (que nem ao menos teve um nome de verdade, teve?). Pra onde seguem Arya e Gendry é um mistério. Mais uma vez, é esperar para ver.

Desespero para ficar marcado

Capturados, Jaime e Brienne sabem o que os aguarda: a violentação da guerreira e a tortura do ex-regicida há até um raro momento em que os dois não estão tentando se apunhalar com palavras. Após serem presos no acampamento, Jaime ao ver Brienne em apuros recorre a sua lábia natural de Lannister e consegue convencer Vargo Hoat de que a melhor opção é usá-la como moeda de troca por safiras, já que Brienne também vem de família nobre. É um momento importante para o personagem, talvez a primeira vez em que ele age para o bem de outra pessoa sem nenhum interesse próprio. Parece que Jaime está sentindo algo – e não necessariamente um algo romântico, mas algo mais próximo por amizade ou compaixão – logo pela única pessoa que o colocou de joelhos em um embate de espadas. No entanto, logo após salvar a pele dela, Jaime se vê em uma posição mais confortável para negociar a própria liberdade, e Vargo Hoat entra no jogo de palavras, demonstra bom grado em soltar o filho de Tywin e então, num piscar de olhos você vê a brutalidade e o terror na tela. Tchau pra mão do Regicida, que é cortada sem piedade. Os gritos de Jaime encerram o episódio de maneira surpreendente.

Se houve alguma sensação ao fim deste episódio foi a de “Eles conseguiram, novamente!”. Após uma narrativa quase “arrastada” nos dois primeiros episódios, a série dá um salto e põe as expectativas novamente lá no alto para o restante da temporada.

Doctor Who – Cold War

Data/Hora 19/04/2013, 09:34. Autor
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Nesse último sábado Mark Gatiss nos presenteou com um episódio delicioso de Doctor Who. Confesso que eu não botava muita fé na qualidade de Cold War, porque, embora Gatiss não seja exatamente um mau escritor, os seus episódios não eram muito empolgantes. Para os que não lembram (alguém!?), foi dele o roteiro de The Unquiet Dead (S01), The Idiot’s Lantern (S02), Victory of the Daleks (S05) e Night Terrors (S06). Tudo bem, não estão na (minha) lista de piores episódios de Doctor Who, mas em todos eles faltou alguma coisa para eu achar bom de verdade, embora sejam todos memoráveis.

Não desta vez. Cold War teve tudo na dose certa e usou muito bem a situação onde o Doutor se encontrava.

Os Ice Warriors (Guerreiros do Gelo? … Continuarei chamando de Ice Warrior por puras razões estéticas) são velhos inimigos do Doutor (e até mesmo aliados em certa situação) e um dos antigos vilões para os quais Moffat torcia o nariz. Segundo ele, os guerreiros eram o típico exemplo de personagem que não funcionava visualmente, pois tinham cara de efeito ruim e não eram lá muito intimidadores. Resumindo: pareciam pouco mais do que um playmobil ou um lego.

Ele não estava errado, os Ice Warriors tinham mesmo esta cara de soldadinho de chumbo que deu errado, mas de alguma forma Moffat e Gatiss conseguiram repaginar o monstro, torná-lo acessível e crível ao público atual, e tudo isso sem perder as características básicas do monstro da era clássica. Para que pedir mais?

A ideia de trazer os Ice Warriors de volta foi de Gatiss, que, ao que parece, era fã dos monstrengos marcianos. E ele tanto fez (era, afinal, uma idéia genial e que não dava para simplesmente descartar) que conseguiu convencer Moffat a filmar um episódio com o vilão. E foi “só” o melhor episódio escrito por Mark Gatiss até agora.

Para quem tem achado esta segunda parte da temporada de Doctor Who meio requentada, saiba que você não é o único com esse pensamento. Os três episódios apresentados até agora utilizaram velhas fórmulas (ainda que apenas um fez uso de um vilão clássico), cenas praticamente iguais mas repaginadas e situações já vistas anteriormente. Mas nem por isso os episódios estão ruins, muito pelo contrário. De alguma forma esta temporada está funcionando muito bem, e o que importa mesmo é que a comida requentada tem se mostrado bem saborosa.

O relacionamento do Doutor com Clara também lembra muito a interação do Nono Doutor e de Rose. Se isso é intencional ou não eu não posso afirmar, já que todo mundo sabe que Moffat não era muito fã de Rose, em especial a Rose como é mostrada junto com o Décimo. Mas o especial de 50 anos está às portas, então é possível que haja uma coisinha ou outra que só conseguiremos ligar os pontos bem mais à frente.

Clara não é deslumbrada pelo Doutor. Ela o segue, porque ele a intriga e ainda tem a oportunidade de viver aventuras com as quais jamais ousou sonhar, mas aquela coisa de seguir o Doutor cegamente e confiar com toda a convicção é uma coisa que Clara não tem. A sensação que tenho ao vê-la nos episódios é de que a garota mede as atitudes e palavras do Doutor. Ela pondera as coisas que ele faz e analisa se deve ou não acreditar e seguir. Clara não toma uma atitude apenas por acreditar que se o Doutor disse então deve ser isso mesmo, mas ela observa e se chega a conclusão de que a melhor forma de agir é esta, então ela age. Mesmo que esta atitude seja obedecê-lo e ‘esperar no lugar’ e não sair atrás dele.

Muito boa esta sacada, como Clara obedece à ordem de esperá-lo (porque era sim a coisa mais sensata a fazer) e ele fica se repetindo, pois não consegue acreditar que ela realmente aceitou assim facilmente. Tenho certeza de que quando o Nono Doutor comentou que pelo menos por uma vez gostaria de ter um companheiro que não ficasse zanzando por aí, ele não esperava de verdade conseguir um.

A história do episódio é fácil de resumir: A TARDIS aporta em pleno submarino soviético (hilária a hora que Clara descobre que está falando russo), num detour bem característico da nave. E desde quando a TARDIS leva o Doutor para onde ele quer? Mas sempre o leva para onde ele é necessário, e dessa vez não foi diferente, já que o Ice Warrior tinha acabado de ser descongelado por um marinheiro desavisado e curioso e ninguém ali fazia a menor idéia de como lidar com o alienígena.

Gostei da tripulação do submarino. Uma pena que Tobias Menzies foi tão pouco utilizado (gosto muitíssimo do ator), mas pelo menos Liam Cunningham e David Warner puderam dar um show. Warner estava particularmente interessante como o Professor crédulo e carismático.

Foi uma ideia interessante a de deixar Skaldak solto pelo submarino, mostrando-o pouco. Embora a armadura em si seja intimidante (poucas mas efetivas mudanças foram feitas em relação à armadura clássica), o inimigo nas sombras, mostrando apenas os sons e as garras prontas para serem usadas soou bem mais perigoso. Essa aura de perigo desapareceu um pouco quando decidiram mostrar o rosto de Skaldak, mas o episódio compensou bem nos dando outra coisa com a qual nos preocupar: a explosão do submarino X a bomba que deflagraria a guerra que daria fim a Terra.

Mais uma vez Moffat nos levou para outra cena do passado, desta vez do Décimo Doutor, quando River o encontra na Biblioteca e fala para que use o ‘Red Settings’ (‘ajuste vermelho’!?) e ele diz que a Sonic Screwdriver não tem um red settings, e nem um amortecer (e agora tem ambos).

O mais legal foi ver a dúvida do Doutor. Ele se destruiria sem pensar duas vezes se isso garantisse a continuidade da humanidade, mas o que o fazia titubear era levar Clara com ele, quando já tinha presenciado a garota morrer duas vezes e ter prometido que isso não aconteceria de novo. As nuances nas atitudes do Doutor é o que há de melhor na série. Gosto de como Clara o intriga e o quão leal ele pode ser quando quer.

Por fim Skaldak não destrói a Terra (mais uma vez, muito bom o discurso de Clara) e é resgatado por outros Ice Warriors que estavam por aí e ouviram o pedido de socorro que o guerreiro acionou mais cedo. Foi um final decente para o episódio e para o personagem. Se fosse eu teria alterado um pouquinho as motivações de Skaldak para querer destruir a Terra (me pareceu algo meio rebelde sem causa, pura pirraça), mas nem tudo é perfeito, nem mesmo em um ótimo episódio de Doctor Who.

Só me pergunto como o Doutor esperava chegar no Polo Sul para se encontrar com a TARDIS (olhem só! O Doutor usou o HADS novamente! Ele não o usava desde o Segundo Doutor, há muito, muito tempo). 

AMC anuncia série de ficção-científica e drama sobre comunismo em Hollywood

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A AMC, emissora que exibe as series Mad Men, Breaking Bad e The Walking Dead, anunciou dois novos projetos: uma série policial de ficção científica chamado Ballistic City e o drama Ashland, que se passa nos anos 1950 durante a perseguição aos comunistas em Hollywood.

Ballistic City será um drama policial futurista produzido por Joseph Kosinski, diretor e roteirista de Oblivion, com produção-executiva e roteiro de Travis Beacham, co-roteirista de Fúria de Titãs.

A série é descrita como “uma mistura de Blade Runner (Blade Runner: O Caçador de Androides, filme de 1982 dirigido por Ridley Scott) e Battlestar Galactica (Franquia de ficção cientifica de Glen A. Larson, que começou com a série de TV dos anos 1970)”. A trama conta a história de “um ex-policial no submundo do crime de uma cidade dentro de uma base espacial destinada a um mundo desconhecido”. O projeto poderá ser exibido no mesmo dia do grande sucesso da emissora The Walking Dead.

Kosinski dirigiu Tron: O Legado (Tron Legacy), e seu último filme Oblivion, estrelado por Tom Cruise, arrecadou 61 milhões de dólares em bilheteria internacional desde sua estreia dia 12 de abril. Beacham, é co-roteirista de Fúria de Titãs (Clash Of The Titans), e seu último filme Pafic Rim, dirigido por Guillermo del Toro, estreia em julho. Eles dividem a produção executiva de Ballistic City com Steve Golin, Bard Dorros e Michael Sugar, da produtora Anonymous Content. A emissora investiu em nomes que estão em alta para a sua empreitada Sci-fi. Parece que vem aí uma grande produção.

Já a série dramática Ashland se passa na Hollywood dos anos 1950, na época da chamada “Red Scare”, que investigava envolvimento de pessoas da indústria do cinema com o Partido Comunista. O projeto conta a história de Del, cujo marido roteirista acaba de entrar para a lista negra. Desesperada e falida, ela se muda para uma pequena cidade em Kentucky, onde precisa arranjar uma forma de cuidar dos filhos e proteger os segredos de família. A série foi escrita por Allison Anders (diretora do filme Sonhos Femininos) e Terry Graham. Anders, que já dirigiu episódios de séries como Sex and The City, Southland e The Mentalist, irá ficar responsável pela direção do piloto. Ela também está na produção-executiva com Shana Eddy (que trabalhou na direção de Sex and The City e Southland). O roteiro parece promissor e com a experiência do AMC com boas produções de época, como Mad Men, as expectativas só aumentam.

Com informações do Deadline e Screenrant.

ABC troca ordem de episódios de ‘Castle’ devido ao atentado em Boston

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Essa notícia contém spoilers.

Nessa última segunda-feira, dia 15, os Estados Unidos sofreram talvez o maior atentado desde 11 de setembro. Duas bombas explodiram e feriram participantes e expectadores de uma das principais maratonas em Boston. Tragédias como esta, que abalam o país, geralmente acabam mexendo com a programação das emissoras de TV. Desta vez quem foi afetado foi o drama policial Castle, que terá a exibição de um episódio adiado em uma semana.

O episódio, chamado Still, ia ao ar na próxima segunda-feira, mas por ter como tema uma ameaça de bomba foi substituído por The Squab and the Quail, que estava programado para ir ao ar no dia 29.

Em Still, a equipe do departamento de homicídios de Nova Iorque lutará contra o tempo para tentar desarmar uma bomba que Beckett (Stana Katic) acionou acidentalmente. A detetive vai enfrentar um momento de grande tensão, onde sua vida estará ameaçada a qualquer movimento.

REVIEW Castle – The Fast and the Furriest.

Episódios com bombas são recorrentes em Castle. Na segunda temporada, no episódio duplo Tick, Tick, Tick e Boom!, o apartamento de Beckett é destruído por uma bomba implantada por um louco fã de Nikki Heat. A vida da detetive também esteve em perigo quando, em outro episódio duplo, Setup e Countdown, uma bomba precisava ser desarmada e, nos segundos finais, Castle conseguiu livrar a vida do casal. Já no quarto ano da série, 47 Seconds tratou de um atentado, mas sem por a vida de Beckett em risco.

Castle vai ao ar todas as segundas-feiras, nos EUA. No Brasil, você pode acompanhar a série na Rede Globo, logo após o Programa do Jô, nas quintas-feiras.

Com informações do TV Line.

Phill Lewis, de ‘Zack & Cody’, está escalado em nova série de humor da CBS

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O ator Phill Lewis conseguiu um papel importante na nova série de comédia do produtor Tad Quill (Scrubs), que será produzida pela CBS. O elenco já conta com a presença dos atores Matthew Broderick (30 Rock, Vivendo a Vida Adoidado) e Kristin Chenoweth (The Good Wife, Pushing Daisies).

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O projeto – que ainda não possui um nome oficial – acompanha a história de Jack (interpretado por Broderick), um pai viúvo com um filho de 12 anos, que está à procura de um novo amor. Lewis será colega de trabalho e melhor amigo de Jack, enquanto Chenoweth será a irmã do protagonista. Tudo se passará em um pequeno restaurante, que não é tão popular entre o público.

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Informações de quando começarão as filmagens ou sobre o restante do elenco não foram divulgadas. Phill Lewis já atuou em séries como Raising Hope e The Big C.

Com informações do Deadline.

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