Destaques na TV – Sexta, 26/4

Data/Hora 26/04/2013, 10:41. Autor
Categorias TV Brasil

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Bom dia. Confira a seguir os destaques da sexta-feira.

Na semana passada estreou no Multishow a nova temporada do programa de humor Olívias na TV. O segundo episódio vai ao ar esta noite, às 22h.

Na Sony, às 10h e às 17h, tem Cougar Town (4×07). Às 10h30 e 17h30, tem 30 Rock (6×22) – e é final de temporada! No episódio What Will Happen to the Gang Next Year?, Jack (Alec Baldwin) e Avery (Elizabeth Banks) planejam renovar os votos de casamento. Mary Steenburgen, Michael Mosley e o escritor e professor Cornel West participam do episódio. À noite, a Sony exibe mais três horas de American Idol, começando às 21h.

No canal Space, 21h, tem Continuum (episódio 1×07).

No +Globosat, 22h, vai ao ar o quarto episódio de London Hospital.

Na Warner, 23h, episódio 8×07 de Supernatural.

Na Fox, às 12h30, reprisa o episódio 7×02 de Futurama.

Na Globo, 23h30, tem o terceiro episódio de O Dentista Mascarado.

E até o final de semana!

HBO exibirá adaptação de mangá premiado com direção de Guillermo del Toro

Data/Hora 26/04/2013, 10:04. Autor
Categorias Notícias

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Guillermo del Toro (Hellboy, O Labirinto do Fauno) acertou com a HBO para adaptar a premiada série de HQs japonesa intitulada Monster. Escrita e ilustrada por Naoki Urasawa, Monster narra a trajetória de um jovem médico cuja escolha de salvar um garoto de 12 anos acaba por desencadear uma série de eventos que o levarão a uma batalha para impedir um genocídio em massa.

Publicada pela primeira vez em 1995 no Japão, a história, que tem 18 volumes, já foi adaptada para a TV em forma de anime pela Madhouse, com 74 episódios, dirigidos por Masayuki Kojima (Sakura Card Captors), com roteiro de Tatsuhiko Urahata (Vampire Hunter: The Animated Series) e arte de Kitaro Kosaka (A Viagem de Chihiro, Princesa Mononoke).

Del Toro será o diretor, produtor executivo e coautor do roteiro ao lado de Steven Thompson (Sherlock, Doctor Who). Don Murphy (Transformers), Susan Montford (Gigantes de Aço) and Gary Ungar (Na Companhia do Medo) também serão produtores executivos. A editora do mangá, Shogakukan Inc., prestará consultoria.

Com informações do Entertainment Weekly. 

Doctor Who – Hide

Data/Hora 26/04/2013, 09:42. Autor
Categorias Reviews

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Hide foi um episódio sobre o amor, apesar de todas as fotos e vídeos promocionais venderem-no como um suspense, o que, no final das contas, até que foi uma boa ideia, pois fomos surpreendidos por um episódio bem diferente do que imaginávamos e mais interessante do que prevíamos. Embora eu não tenha conseguido deixar de pensar em The Unquiet Dead enquanto assistia.

Não sei muito bem o que dizer sobre o episódio em si, além de expressar o quanto eu gostei. Achei bem inteligente como o suposto fantasma que vinha assombrando o lugar há séculos (milênios) era uma viajante do tempo que ficou presa em um universo-bolso – universo compacto? Sei lá como se chama isso em português! (lembrei tanto de Fringe com esse episódio. O pocket universe, os balões vermelho e azul…). Eu poderia passar sem o vínculo familiar entre a viajante e o casal, mas perdoo o lugar-comum porque faz sentido para ampliar a conexão entre Emma e Hila e permitir o retorno da viajante.

As cenas do episódio alternavam entre levemente assustadoras e bem divertidas e os efeitos especiais não deixaram nada a desejar. Ficou gravado na memória o Doutor e Clara se apresentando como Caça Fantasma e o momento em que Clara repreende o Doutor por segurar a sua mão, quando na verdade não era bem a mão do Doutor que ela segurava. Esta cena em particular quando foi liberada antes do episódio ir ao ar, parecia bem assustadora, mas durante a exibição ela foi bem leve e descontraída. E já estava na cara que havia algum alienígena por ali, aparecendo rapidamente aqui e acolá.

As situações e os diálogos de Hide foram recheados de metáforas: para o amor, a solidão pós-guerra, o monstro que pode ser redimido, a forma de olhar o mundo de largo para não se machucar e a fragilidade do tempo e da vida. E uma coisa que chama a minha atenção é que, embora o Décimo Primeiro Doutor esteja mais gostável que nunca (sim, eu simpatizei com ele desde o início, mas ele está se superando nesta segunda parte da temporada) e o seu relacionamento com Clara tem uma dinâmica bem ágil e de companheirismo, já fazia um bom tempo que não o víamos tão desinteressado pela vida em si. Quero dizer, Clara é o seu interesse no momento, ou melhor, o mistério de Clara, mas todo o resto não parece que desperta aquela centelha de alegria que costumava despertar. Eu tenho a sensação de que há muito o Doutor não se mostrava tão machucado e desestimulado para o contato com outros seres. Não é a toa que Clara percebeu que para ele nós somos apenas fantasmas, ecos distintos de seres que já deixaram de existir. Talvez por isso que levou tanto tempo para que ele percebesse o que realmente acontecia naquela casa e também no pocket universe.

E mais alguém está encantado com a forma como Clara e a TARDIS tem interagido? Acho que a TARDIS nunca foi uma personagem tão presente e viva quanto nos últimos tempos. Simplesmente não dá para esquecermos que já a vimos em ‘carne e osso’ e pudemos ouvir seus pensamentos.  Agora, quando Clara reclama que acha que a TARDIS não gosta dela, não é mais apenas uma reclamação sem sentido para um objeto inanimado (não que a TARDIS tenha sido alguma vez um objeto inanimado no coração dos fãs ou do Doutor). A forma como a TARDIS provocou Clara ao aparecer como o próprio avatar da garota foi brilhante!

Ao lado, um pequeno diálogo, só para relembrar:

TARDIS : “Eu estou programada para selecionar a imagem de uma pessoa que você estima. De inúmeros bilhões de imagens em minha database esta é a que melhor se encaixa no critério”

Clara: “Você é uma vaca, eu sabia!”.

(tradução mequetrefe feita por mim)

 E tem como não amar essas duas juntas?

Ainda assim, quando a situação apertou a TARDIS abriu as portas e aceitou Clara para um passeio rápido. Não sei qual é a opinião geral, mas a meu ver a TARDIS se autopilotou e apenas levou Clara como acompanhante. Procede? Não acredito que a nave fosse permitir que a garota a pilotasse assim, de repente.

E já que o assunto é a viagem através dos universos, os fãs estão enlouquecidos vendo menção à Rose em todos os cantos, ainda mais com o especial de 50 anos de aproximando. Não sei o que devo fazer, se me rendo às teorias também ou se descarto como sendo tolice de fã saudosista. Com o especial aí às portas tudo pode acontecer, tenho medo de jogar teorias para escanteio e depois perder fatos importantes.

Por fim, só me resta dizer uma coisa: Hide foi um episódio delicioso. Esta segunda parte da temporada está se superando. Nunca deixei de amar Doctor Who, mas fazia tempo que eu não me sentia tão empolgada pelos episódios, aguardando ansiosa pelo próximo sábado.

 *

PS: Todo mundo parece convencido que Clara é apenas uma garota comum. Mas não há como o Doutor se convencer. Ele a viu morrer duas vezes e ela ainda está ali. Alguma coisa aconteceu.  A grande questão não é nem o que houve, mas por que ela parece tão comum quando é óbvio que ela não é?

A Game of Thrones – The Exhibition já começou, e o TeleSéries esteve lá

Data/Hora 25/04/2013, 23:52. Autor
Categorias Especiais

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Quando Game of Thrones estreou, em abril de 2011, todos perceberam que a série vinha para ficar. E logo o sucesso estrondoso da adaptação televisiva da série literária A song of Ice and Fire, de George R. R. Martin, mostrou que não importa quanto tempo o inverno demorar para chegar, a audiência sintonizará a HBO tentando descobrir quem, afinal, sentará em definitivo no trono de ferro.

E a cada semana, os fãs se sentem mais e mais ambientados em Westeros. A escolha de locações foi feita a dedo pela HBO, para dar mais realismo aos cenários. E quando a natureza “fica devendo”, os efeitos especiais dão conta do recado e transformam “casebres em castelos”.  Com tudo isso, os mais imaginativos se sentem perambulando pela Estrada do Rei, tremendo de frio além da muralha ou passando fome e sede em uma longa jornada com o khalasar.

E a HBO resolveu dar uma ajudinha ao exercício imaginativo dos fãs. Em 9 de março de 2013 estreou Game of Thrones – The Exhibition. A mostra iniciou em Toronto, no Canadá, e depois passou por Nova York, nos EUA.

Felizmente os fãs brasileiros – que tem o privilégio de assistir aos novos episódios da série no mesmo dia que estadunidenses – foram agraciados com a visita da super exposição (a HBO lamentou não poder levar a mostra a outras cidades, ou atingir a um número maior de fãs. Mas como o material exposto será utilizado nas gravações da quarta temporada, e Amsterdam e Belfast fazem parte da rota da mostra, isso se tornou inviável).

Oficialmente, a exibição (gratuita – e cujo primeiro lote de ingressos esgotou em incríveis 40 minutos – e que vai até 30 de abril) começou hoje. Mas na tarde de ontem, 24 de abril, a HBO apresentou a mostra a imprensa. Liam Cunningham (Davos Seaworth) e Alfie Allen (Theon Greyjoy) estiveram presentes.

Teoricamente a exibição é uma mostra que apresenta ao público mais de 70 peças originais usadas nas gravações das três primeiras temporadas de Game of Thrones. Teoricamente. Porque na realidade é um passeio por Westeros. Uma visita deliciosa ao universo fantástico criado por Martin e reproduzido com muita competência por Benioff, Weiss e equipe.

Logo na entrada, flâmulas com os brasões das principais casas dos Sete Reinos indicam que você está entrando em território no qual reina a disputa, o jogo do poder. O mapa de Westeros ajuda a dar a impressão de que é por aquele território que você está andando. E poucos passos são necessários para que você se transporte para Winter is Coming (o piloto de GoT). Já na chegada estão exibidos os figurinos utilizados pelos Stark. E da forma como eles estão expostos, o visitante tem a impressão de que está chegando com a Comitiva Real e é recebido pelos lobos do Norte. Emocionante, para não dizer demais.

E por uma hora (o tempo que dura a visita à exposição), essa sensação de pertencer a Game of Thrones não passa. Isso porque cada canto do espaço destinado à mostra é dedicado a despertar lembranças.

Melisandre nos relembra que “A noite é escura e cheia de terror”. E o copo e a urna utilizados pela feiticeira de vermelho, em exposição, bem como o script da cena do nascimento do seu filho com Stannis, nos informam que a escuridão e o terror podem vir do Senhor da Luz e de seus seguidores. E limites são ultrapassados nesse processo. Que o diga Sir Davos, que permaneceu leal mesmo após ter os dedos decepados (e eles estão em exposição!!), e que agora habita uma masmorra em Pedra do Dragão.

Os figurinos de Jon Snow, Mance Rayder e Ygritte e sua aparência de quem acabou de sair de uma nevasca chegam a propiciar um arrepio na espinha. Mas não pensem que o arrepio é de frio, exclusivamente. Não, há muito mais por trás desse arrepio. Porque a velha ama nos informou, certa vez, que “o medo é para o inverno. Quando a neve cai de uma centena de metros de profundidade”. E a neve está caindo com tanta intensidade que é impossível não temer os perigos do além-muralha.

Alguns passos para o lado e as cores fortes e quentes indicam que estamos chegando em território dela. Nascida da tormenta, sangue da antiga Valiria. Estamos em território da Khaleesi Daenerys Targaryen, a mãe dos dragões. E eles estavam lá! Uma reprodução, em tamanho real, de um dos dragões utilizados na segunda temporada. E ainda outro, maior e mais aterrorizante. Creio que muitos visitantes pensarão – os mais ousados, gritarão – Dracarys, esperando que o monstrengo ganhe vida e saia soltando fogo pelas ventas, tamanha é a perfeição do material exposto. Ah, e preparem seus corações. Khal Drogo pode ser visto feliz, sorridente e VIVO em algumas fotos espalhadas pelas paredes. De doer o coração.

Um pouco mais adiante uma cabeça espetada em uma “lança” nos relembra que “um rei não pede, ele ordena”. Mais uma vez, revivemos o choque. Talvez o maior de todos os episódios. E o ódio pelo mais platinado dos Lannisters é tamanho que a vontade é rasgar o figurino (belíssimo, diga-se de passagem. Como todos os figurinos expostos, aliás, criação de Michele Clapton, a figurinista-chefe de Game os Thrones. Até os croquis expostos são muito bacanas) de Joffrey em pedacinhos. Sob o “olhar” da cabeça de Ned Stark se exibem os figurinos dourados e vermelhos dos Leões. E lado a lado, duas armaduras que impressionam, ambas pelo tamanho. A pequenina, de Tyrion, e a gigantesca, de Jaime. Ambas impressionantes. É impossível não admirar a imponência da família dos louros e bonitos.

São muitos os objetos expostos, e eles também despertam lembranças. Uma carta, de Theon para Robb, que nos faz lembrar do tempo que ambos eram “irmãos” e andavam juntos pelo Norte, antes do Greyjoy levar à risca o ensinamento “nós tomamos o que é nosso” e virar as costas para os seus “captores”. O “chicote” dos bons mestres de Astapor, que nos lembra do momento épico do episódio passado, And Now His Watch is Ended. A máscara da mulher misteriosa de Qarth, que imediatamente nos relembra do roubo dos dragões e da dolorosa jornada “psicológica” de Daenerys para resgatá-los. Ovos de dragão, que nos lembram do excepcional desfecho da primeira temporada, com Fire and Blood. As bolsinhas de couro utilizadas por Tyrion para guardar moedas e diamantes, que nos lembram das várias negociações empreendidas pelo espero e amável duende. Várias coroas, que nos lembram de vários reis. Várias espadas (sim, a gigantesca Gelo e a pequenina Agulha estão em exposição, ladeadas de várias ferramentas e armas dothraki e da Garra Longa, do Stark bastardo). E um jarro de fogovivo, que nos transporta diretamente para Blackwater.

Ah, a Batalha de Água Negra. Talvez um dos maiores presentes dos organizadores da exposição seja um ambiente interativo no qual os visitantes podem, munidos de arco e flechas devidamente embebidas em fogovivo, explodir a frota de Stannis (que realmente explode no telão à frente, se sua mira for bacana e você acertar o tiro). Claro, tudo de brincadeirinha. Uma brincadeira BEM LEGAL.

Além de todos os figurinos, adereços e objetos expostos, os organizadores da exposição ainda dedicaram um espaço à arte produzida por fãs. Desenhos feitos por admiradores de GoT estão expostos, e revelam a visão que os aficcionados pela série têm de seus personagens favoritos. Além disso, livros, miniaturas e pops (os lindos bonequinhos) dos personagens do seriado também ganharam lugar de destaque, e com certeza todos os fãs lamentarão, na saída, o fato de não haver uma loja oficial acompanhando a exposição (os organizadores informaram que as leis brasileiras dificultam um pouco a venda de objetos). A vontade é, certamente, a de levar tudo para casa.

Mas isso não é possível. Contudo, certamente, os visitantes – que segundo cálculos da organização da Exibição, serão mais de 15 mil – não sairão de mãos vazias. Levarão para casa as lembranças de participar de um evento único e inesquecível (pra ser nota mil, só faltou vermos mais dos Lobos dos Stark e de Snow). Levarão consigo, para o resto da vida, a impressão de ter, por uma hora, pertencido à Westeros, ao universo de Game of Thrones. Lembrarão, eternamente, que participaram da Guerra dos Tronos. E venceram.

Abaixo, algumas fotos da Exibição. Elas foram tiradas por Diego Mercado (obrigada pela companhia, pelos cliques, e por dividir os “surtos” de desbravar Westeros comigo, Diego!):

MTV anuncia piloto baseado na franquia ‘Pânico’

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“Do you like scary movies?” A MTV anunciou hoje um piloto baseado nos filmes da franquia Pânico (Scream), uma das franquias de maior sucesso do cinema.

Em um comunicado a MTV disse que estava trabalhando com a Dimension Films, o estúdio que produziu os filmes da franquia Pânico, para “reinventar a bem sucedida franquia de comédia de horror que gerou três continuações” e pegou muitos fãs do famoso Ghostface de surpresa.

O primeiro filme da franquia Pânico estreou em 1996, foi escrito por Kevin Williamson (The Following), dirigido por Wes Craven e estrelado por Neve Campbell e Courteney Cox (Friends) como algumas das possíveis vítimas de um assassino que usa uma máscara no modelo da famosa pintura de Edvard Munch (O Grito) e é conhecido entre os moradores da cidade de Woodsboro como Ghostface.

A MTV entrou em contato com vários escritores para a série em potencial, e em nota disse que a Dimension Films estava negociando com Wes Craven a direção do piloto. O elenco ainda não foi anunciado mas se aprovado, a nova série deve estrear no verão de 2014, no hemisfério norte.

Além disso, a rede também anunciou a terceira temporada de Snooki & JWOWWe as novas produções Generation Cryo (reality show sobre crianças concebidas por doadores de esperma anônimos), Nurse Nation (sobre jovens enfermeiros que trabalham em um hospital) e The Hook Up (uma série de encontros).

Com informações do The New York Times e Deadline

Parks and Recreation – Bailout, Partridge e Animal Control

Data/Hora 25/04/2013, 17:34. Autor
Categorias Reviews

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Leslie e Ben fecharam dois dos maiores arcos centrais da temporada. O casal finalmente se casou e o Lote 48 foi declarado como sendo o futuro parque de Leslie e April. Sem esses dois arcos, o episódio seguinte pareceu um pouco à deriva, não vendendo aquilo que Parks sabe fazer de melhor. Porém, não precisamos nos preocupar. Bailout mostra que a série ainda tem muita vida pela frente, e mais importante, um monte de facetas de Perd Hapley para serem exploradas.

As histórias mais divertidas envolveram Leslie tentando salvar Pawnee. Elas são geralmente aquelas em que Leslie tem o coração no lugar certo, mas sua necessidade de vencer e suceder acabam fazendo com que algo não dê certo. Não há necessidade de existir o vereador Jamm sendo que a própria Leslie consegue transformar uma locadora em um sex shop financiado pelo governo. O horror absoluto no rosto de Leslie quando ela percebe que ajudou Brandi Maxxxx a melhorar seu currículo de filmes de adultos em Pawnee é impagável.

O sucesso da história não pode ser inteiramente creditado a Leslie (e, por extensão, Amy Poehler). Ninguém pode transformar em uma risadinha de prazer inesquecível como Ron Swanson. Sua satisfação ao ver Leslie caindo de boca aberta é absolutamente deliciosa. Além disso, Ann conseguiu ter sua própria história, para variar. Claro que April ajudou bastante para que o plot não fosse esquecível, mas nada se compara à versão feminina de Jean-Ralphino, só que bem mais malvada e maníaca. É claro que Tom merece mais do que isso, mas por enquanto, vamos nos deliciar com o que essa união nos propõe.

O próximo episódio trouxe uma Road trip envolvendo Ben e Leslie. Claro que só pelo fato de colocarem os dois juntos, longe de todo o elenco, faria com que o episódio fosse divertido. Desde o início estava na cara que todo o evento era armação, então com certeza foi uma boa ideia Ben aparecer com pedras nos rins logo no dia. Porém, seria bem mais interessante se Ben estivesse no lugar para receber a ‘chave’ da cidade, afinal quando ele tem que falar com a mídia ele sempre se envergonha, como foi o caso no episódio em que ele teve que aparecer no programa de Perd, na temporada passada.

Poderiam ter usado melhor o atual prefeito da cidade de Ben também e acho que essa é a maior crítica do episódio. Ver Ben cheio de morfina, todo trabalhado no comportamento hippie e querendo alimentar pássaros empalados com certeza foi divertido.

Por outro lado, o plot do vereador super malvado Jamm querendo processar Ron Swanson com certeza poderia ter sido descartado. Na verdade, não há mais nenhuma necessidade do vereador continuar na série, sendo que tudo o que ele podia ter feito, envolvendo o Lote 48, já foi resolvido. Poderiam ter deixado como estava, ou seja, o soco de Ron sendo a última coisa nessa história.

Porém, não foi isso que aconteceu. Usaram e abusaram de um plot que não precisava – incluindo utilizar Tom, April e Andy para algo completamente desnecessário. A única parte boa de todo o plot foi o final em que Tom, April e Andy armaram para cima do vereador para ele cancelar o processo. Foi um momento puro de comédia física.

Animal Control apareceu bem quando algumas das bases da séries se abalaram. É legal ver que a série consegue, às vezes, relaxar e focar naquilo que séries de comédias sabem fazer: ótimas piadas. O episódio faz bem isso, diminui a intensidade de plots mais pesados em favor de diálogos deliciosos e risadas descontroladas.

O início do episódio, em que Leslie e Chris aparecem no departamento de controle de animais foi simples, mas repleto de ótimas falas pequenas, acabando com um momento genuíno de comédia física. Os dois caras eram pastelões demais e isso acabou fazendo com que o plot ficasse mais delicioso ainda. Mesmo que os dois tenham sido demitidos, não há dúvidas de que eles precisam aparecer na série novamente.

É claro que alguns dos melhores momentos do episódio pertencem a Ron FUCKING Swanson. A cena em que ele come a banana é simplesmente fenomenal. Nunca alguém conseguiu mostrar tanto nojo e repulsa daquela forma. As caras de Ron foram ótimas, como sempre. Sua necessidade de mentir e ir contra tudo que iria ajudá-lo no hospital também foram ações que condiziam bastante com o personagem.

Infelizmente, o vereador Jamm está de volta e a única salvação foi que ele não apareceu tanto assim. É frustrante que ele está em quase todos os episódios, sendo que há diversas outras histórias e personagens que poderiam ser mais bem utilizados, se tivessem tempo de tela. Uma pena.

April continua crescendo como personagem (e pessoa, dentro da série), particularmente com seu novo cargo de diretora. Este parece ser um novo foco ideal para a série, visto que muitas das metas estabelecidas para a equipe de parques foram cumpridas com a eleição de Leslie para o conselho da cidade e da aprovação do parque no Lote 48. Vimos a história da equipe se unindo para salvar seu departamento quando ele quase foi eliminado na 3ª temporada. Mas essa diferença é mais interessante por dois motivos: o departamento de controle de animais precisa ser totalmente reconstruído, e April, não Leslie, é responsável pela coisa toda. É uma nova dinâmica surpreendente para a série, que mostra que ainda tem pernas para continuar inovando.

Lorraine Toussaint se junta ao elenco de ‘The Fosters’

Data/Hora 25/04/2013, 15:36. Autor
Categorias Notícias

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A nova série do canal ABC Family ganhou mais um reforço no elenco. Lorraine Toussaint (Friday Night Lights) foi escalada para interpretar Carol, mãe de Lena Adams (Sherri Saum), em The Fosters.

Carol é uma afro-americana carismática, professora de “Estudos de Mulheres Negras” na Universidade de Berkeley e que gosta de ser o centro das atenções. Com a chegada da personagens alguns atritos entre mãe e filha podem ser esperados durante a série.

A série, que já causa polêmicas muito antes de estrear, é centrada em uma família composta por duas mães e seus filhos, biológicos e adotivos. O elenco também conta com nomes como Teri Polo (Entrando Numa Fria), Jake T. Austin (Os Feiticeiros de Waverly Place) e Cierra Ramirez (Girl in Progress). Jennifer Lopez e Simon Fields são responsáveis pela produção da atração assinada por Bradley Bredeweg e Peter Paige (Queer as Folk), também envolvidos na produção e na montagem dos roteiros.

The Fosters estreia dia 3 de Junho, as 21h, na ABC Family.

Com informações do Zap2 it

Castle – The Squab and the Quail

Data/Hora 25/04/2013, 15:02. Autor
Categorias Reviews

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Ele veio com uma semana de antecedência, como uma promessa de um clima de ciúme e de uma pegada mais leve. Desde que The Squab and the Quail entrou no lugar de Still, sua atenção foi roubada para o que viria na semana seguinte. Contudo, eu, assim como o restante dos fãs, me surpreendi quando caiu a ficha de que, nessa reta final de Castle, nenhum episódio virá de maneira branda. O episódio dessa última segunda-feira trouxe uma problemática para a série que mexerá com as questões afetivas do casal e que, presumo eu, não será resolvida em apenas 42 minutos.

Antes de tudo, eu preciso soltar o que está preso na garganta: nunca vi, em todo esse tempo que assisto a série, o Castle dar tanta mancada como nesse episódio. É claro que eu já estou cansada de saber como ele é, assim como vocês também sabem como é a cabeça do nosso escritor. Mas ver tantos furos unidos e dados de uma só vez me deixou preocupada. Preocupada e indignada, sejamos sinceros. Quem aqui não teve vontade de fazê-lo comer o controle do xbox após ter ignorado a Beckett daquela forma? O Castle me pareceu, durante todo o episódio, aquele mesmo de anos atrás, que feria a Kate sem ao menos perceber. E ele que vá com o Patel para outra freguesia. Aliás, quem é mesmo Patel?

A esta altura do campeonato, o caso já havia sido iniciado e ele contava com o inventor bilionário, charmoso, sexy e blablabla (quase posso sentir o Castle aprovando isso) Eric Vaughn. E foi no encontro com Vaughn que Castle deu o segundo furo da noite, elencando quem estaria na sua “lista da última ceia” e adivinhem, Beckett não estava nela. A carinha de decepcionada que ela fez só não foi mais dolorosa que a expressão de tristeza da cena final. Aliás, o que não faltou no episódio foram as vezes que Beckett dizia algo e recebia um banho de água fria do Castle. Pouco tempo demorou para que surgissem as perguntas e incertezas – atiçadas por Vaughn e suas quartas e quintas intenções.

O episódio, então, passou a seguir com Eric jogando seu charme, Beckett recuando da maneira que podia e Castle percebendo, aos poucos, que algo estava errado. Talvez nem todos concordem, mas eu acho que a estratégia do episódio estava justamente em levantar essa questão de que, desde o momento que os dois ficaram juntos, eles nunca conversaram sobre o relacionamento deles. Nós nunca tínhamos visto como a Beckett enxergava e sentia a relação dos dois e como seria tê-la sendo posta à prova. E foi exatamente esse o papel de Eric Vaughn no episódio: fazê-la pensar no rumo do relacionamento deles e fazer com que Castle percebesse (mesmo que parcialmente) suas atitudes em relação a ela. E eu estava mesmo achando que a presença dele seria completamente agradável, até ele perguntar se ela fazia ideia do quão extraordinária ela era. Extraordinária. Essa doeu, Marlowe. Doeu lá em Always.

Mas devo confessar que a situação, em um todo, estava divertida. Quem não deu uma risada com a Gates anunciando que Vaughn queria Beckett (e somente Beckett) para vigiá-lo em uma nada mais, nada menos que suíte presidencial? Claro que nessa hora eu já tinha uma noção de que algo aconteceria. Rir do Castle ficando louco para encerrar logo o caso e da Beckett provocando-o não me fizeram deixar de pensar no que o Andrew tinha planejado para acontecer naquela suíte. E ele, como sempre, conseguiu me surpreender.

Para muitos, o (quase)beijo entre Beckett e Vaughn foi o mais assustador e temido momento dessa cena, mas para mim outras coisas fizeram querer arrancar os cabelos. Muito mais importante que o toque de lábios, foi o comportamento da Kate em todos os momentos que sucederam a aproximação de Eric. O que mais me incomodou foi ver tamanhas incertezas que estavam na cabeça dela. Se ela não tivesse hesitado, ele não teria conseguido chegar tão perto. O fato é que as perguntas e reflexões balançaram com as emoções dela, e o pior: Eric quase a beijou porque ela se deixou quase ser beijada. Não a culpo, afinal, ela tinha mil razões para ter suas dúvidas. Mas como em Castle nada é feito de graça, essa questão sobre o que eles são vai voltar a aparecer, e eu, infelizmente, não sei até onde isso pode passar da dúvida para o prejudicial.

Tirando as minhas considerações e unhas roídas por pensar demais no que se passa na cabeça do Marlowe, Castle, que já tinha perdido muitos pontos comigo, teve, enfim, uma atitude condizente com sua idade. Não pensei que ele fosse agir tão calmamente com a confissão do (quase)beijo, mas agiu, e eu jurei ser o início de um novo rumo do episódio. Até mesmo porque, quem prepara uma “noite de massagem completa no corpo todo”, ganha a chance de tentar fazer a coisa certa, pelo menos uma vez.

Tudo dava a impressão de que terminaríamos o episódio com um sorriso no rosto e um brilho nos olhos, mas isso foi de longe o que aconteceu. Porém, discordo da ideia de fazer do Castle o grande vilão da história. Obviamente, por muitas vezes quis bater na cara dele para ver se ele enxergava a mulher que tinha do lado, mas não o considero de todo culpado, ainda mais nessa cena final. Para mim, a resposta que ele dá para “Castle, aonde estamos indo?” não foi de propósito. Nós o conhecemos há o que, 3, 4 anos? Todos nós sabemos o quão disperso ele é, assim como sabemos que ele nunca diria “para o quarto” se tivesse entendido o real sentido da pergunta. Acho que esse embate de visões nada mais é que o Andrew mostrando, como sempre, a realidade de um casal. Aliás, quantas não foram as vezes que nós, mulheres, perguntamos algo que estava além do sentido literal e que, para os homens, isso passou despercebido?

De todo caso, The Squab and the Quail foi, praticamente, uma questão jogada no ar. Ele serviu de carro-chefe para eventuais conversas e descobertas sobre o rumo da relação de Castle e Beckett e, quem sabe, como um campo onde o Marlowe possa trabalhar a season finale e até mesmo a sexta temporada.

De agora em diante, o que não vai nos faltar são revelações e fios soltos para que, no desenrolar da história, eles sejam puxados e amarrados, mantendo a perfeita linha cronológica de Castle. Guardem as emoções para Still e  espero vocês aqui, semana que vem!

P.S1: Lanie, converse com o Marlowe, mude-se para o estúdio, faça qualquer coisa, mas apareça sempre em Castle. Nós não podemos viver sem você e sua mania de falar sozinha.

P.S2: Eu estava morrendo de saudade da Martha e sua habilidade de aparecer por 3 minutos e deixar a cena memorável.

Nat Faxon, de ‘Ben & Kate’, grava piloto de comédia para a FX

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Nat Faxon (Ben & Kate) será o protagonista de um piloto de comédia para o canal FX. O piloto, ainda sem nome, é um projeto do diretor Andrew Gurland para a FX Prods. O enredo é centrado em um homem casado (Faxon) e sua esposa, que são melhores amigos e estão determinados a animar as coisas para salvar seu casamento.

Depois de seu papel como protagonista em Ben & Kate, Faxon recebeu várias ofertas para pilotos nessa temporada. Mas o ator está querendo explorar outras vertentes. Após ganhar o Oscar como co-roteirista por Os Descendentes (The Descendants, filme estrelado por George Clooney), ele não quer se comprometer em uma série em tempo integral. Isso não quer dizer que ele deva deixar a atuação de lado, além do piloto para o FX, ele também está em Spy, outro piloto de comedia, dessa vez para a ABC.

Faxon deve aproveitar a liberdade de uma série na TV a cabo para continuar trabalhando em seus projetos paralelos. Um deles, o filme independente The Way, Way Back onde repete a parceria de Os Descendentes com Jim Rash, conseguiu um contrato milionário com a Fox Searchlight depois de estrear no festival de cinema Sundance.

O piloto da FX tem roteiro e direção de Andrew Gurland e a produção executiva dividida entre ele, Paul Young e Peter Principato. Salamo Levin, que desenvolveu o projeto com Gurland, também será produtor.

Com informações do Deadline

Destaques na TV – Quinta, 25/4

Data/Hora 25/04/2013, 10:33. Autor
Categorias TV Brasil

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Veja abaixo os destaques desta quinta-feira nos canais de TV por assinatura.

Chamem as crianças: hoje, 19h, chega ao fim iCarly na Nick. Mais detalhes aqui.

Já para o público mais adulto, que curte as indiscrições de Charlie Sheen, estreia esta noite, no TBS, a segunda temporada de Tratamento de Choque (Anger Management). O canal exibe, às 21h30, os dois primeiros episódio da temporada que, já adianto, começa meio morna. O primeiro episódio, Charlie Loses it at a Baby Shower, tem como destaque a presença da atriz Meredith Salenger no papel da irmã de Charlie, e desenvolve a relação de Charlie com Kate (Selma Blair). Já o segundo tem nova participação de Martin Sheen – que tenta passar a perna no filho, fingindo ter Alzheimer.

Na Sony, às 21h, vai ao ar o episódio 2×15 de Once Upon a Time. Este é o episódio que estava programado para ir ao na quinta-feira passada, quando a Sony acabou invertendo a exibição, passando o episódo 2×18, fora da ordem da série. Clique aqui para continuar a leitura »

Netflix divulga aumento em dados do primeiro trimestre desse ano

Data/Hora 25/04/2013, 10:27. Autor
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A Netflix voltou com força essa semana. Mas, o que significa isso?

Segundo a Folha de São Paulo, com a sua divulgação do balanço do primeiro trimestre, o serviço de filmes e de programas aumentou 2 milhões de assinantes nos Estados Unidos, o que significa um total  de 29,2 milhões de pessoas que aderiram o sistema de séries online.   Por exemplo, um dos dados apresentados nesse relatório mostra que a série House of Cards foi um dos destaques que permitiu o canal aumentar sua audiência.

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A Netflix conseguiu até mesmo passar a HBO, que tem 500 mil assinantes do país norte-americano, mas, apesar dos números nos Estados Unidos, os dados em outros países não foram detalhados. Os números são apenas aproximados: são quase 36 milhões de assinantes digitais que assistiram 4 bilhões de horas da programação pela Internet.

De acordo com Reed Hastings,  fundador e presidente-executivo da Netflix,  no Brasil, o aumento de R$2 na assinaturas foi dado devido a recuperação do site diante da inflação acumulada desde o lançamento dele, há um ano e meio.

Com informações da Folha de São Paulo.

Nick exibe o episódio final de ‘iCarly’ hoje no Brasil

Data/Hora 25/04/2013, 09:40. Autor
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A Nickelodeon, programou para esta quinta-feira, 25 de abril, o episódio final de uma de suas séries de maior sucesso: iCarly. A sitcom infanto-juvenil se despede esta noite no Brasil, às 19h, com a exibição do episódio de uma hora de duração chamado Adeus (iGoodbye, no título original em inglês).

No, episódio que foi ao ar em novembro do ano passado nos EUA, Carly (Miranda Cosgrove) espera que seu pai a leve no baile anual, Sam (Jennette McCurdy) restaura uma motocicleta e Freddie (Nathan Kress) obtém um novo telefone. Clique aqui para continuar a leitura »

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