Glee – Lights Out e Wonder-ful

Data/Hora 08/05/2013, 00:02. Autor
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Oi pessoal. A Júlia não pode fazer a review dos últimos episódios de Glee, e cá estou eu, de metida, para dar uma mãozinha!

Então, vamos aos comentários sobre Lights Out e Wonder-ful.

Confesso que eu andava beeeem animada com Glee. Ao contrário de muita gente (da Júlia, inclusive), eu estou curtindo muito essa 4ª temporada, e é evidente que fiquei um tanto quanto chateada com Lights Out. Achei o episódio bem fraquinho.

E pra quem ficou com a impressão de que tudo ficou meio recortado e remontado, jogado e ajeitado, foi isso mesmo. Finn aparecia no episódio. Mas para não comprometer a evolução das histórias (nos episódios seguintes), já que Cory estava na rehab, cenas inteiras foram cortadas. Acabou que tudo ficou meio sem sentido, mesmo em se tratando de Glee e de seus furos gigantescos de roteiro.

Pra começar, nem em Nova York as coisas foram muito legais. E olha que o trio arrasa quarteirão que mora no Brooklyn sempre faz com que os episódios tenham um gostinho bem especial para mim.

Ok, ok. Foi legal explorarem a história de Santanão, afinal de contas ela anda por NY sem fazer praticamente nada além de infernizar (e ajudar, obviamente) os amigos e utilizar sua habilidade para a dança para ganhar uns trocados. Então, foi bacana Kurt e Rachel colocarem a garota contra a parede.

Achei que a participação da SJP não foi lá essas coisas, poderiam ter aproveitado bem mais a atriz. Também não curti muito a performance do quarteto em At The Ballet. Mas o desfecho da história, com Santana se reconectando com a bailarininha que existe dentro dela e indo fazer aulas de dança na NYADA foi bacana. Torço pra ver cada mais Naya Rivera no seriado, então praticamente todos os plots da Santana caem me agradam.

Em Lima, Ryder acabou abrindo seu coração para os membros do Glee Club, e contou que foi abusado pela babá. Tudo para Sam e Artie parabenizarem o garoto por ter sido alvo de uma menina mais velha! Rá, bem a cara de Ryan Murphy a “piada”. Isso acabou aproximando Ryder de Kitty, que cada vez mais está vestindo a carapuça de boa moça. Mas o plot foi bem mal aproveitado, especialmente porque Ryder continua na enrolação sobre Katie (que nem é tããão interessante assim) e o envolvimento dele com a líder de torcida, que viria a calhar, acabou sendo adiado. O ponto alto da história de Ryder foi Everybody Hurts, que ficou bem legal.

Sobre a participação de Sue no episódio eu nem vou comentar, porque achei bem despropositada. Ela caiu de paraquedas no meio da história. Acho que a questão do tiroteio precisa de continuidade, mas não assim. Vamos se situar, roteiristas!

E por causa de tudo isso eu não curti Lights Out. Bem longe disso.

Wonder-ful não foi um episódio muito bom. Foi apenas razoável. Mas foi tão melhor que Lights Out que já me deixou bem mais felizinha.

E vou começar comentando logo o que pode causar meu apedrejamento. Não curto, definitivamente, quando Mercedes e Mike Chang ficam retornando a Lima. Eles tem suas vidas, agora. Não cola dizer que Mercedes voltou para se reconectar à família. Mike eu nem sei porque voltou. A única presença justificável é a do Kurt, por causa da história do pai.

Ok, Mercedes voltou para ajudar a galerinha, especialmente Marley, na questão da autoconfiança. Mas não acho que colocar Marley pra “gritar” seja a saída. Ela faz muito mais a linha de Rachel, e não a da Mercedes. Ou seja, a “diva” só estava ali porque Finn teve que sumir. Mike Chang veio no pacote, pra desenvolver Jake (que realmente dança pra caramba). Nada mais. E vou parar de comentar isso agora, porque acho que vocês já entenderam meu ponto de vista.

Aliás, Kurt com TOC também foi bem estranho, mas compreensível. Afinal de contas, o pai é o sol da vida dele, e a preocupação em perdê-lo era grande. Mais estranho ainda foi Blaine querer casar só porque “tem o direito”. Burt mandou muito bem em tudo que falou pra ele, mas acho que o Rouxinol não desistiu de propor. Não ainda. E isso não me agrada. Nem sou shipper deles, mas aceito eles ficarem juntos novamente. Como namorados, obviamente. Chega de casamento juvenil, Glee.

O plot de Artie foi bacaninha. E deu mais destaque para Kitty, que vem crescendo na história e no coração dos fãs. Completamente compreensível que Artie sinta medo de sair de casa. E parei de tentar compreender a bipolaridade de Kitty, então as coisas ficam mais palatáveis. Contudo, achei que ficou meio sem sentido Artie cantar For Once in My Life tãão para a líder de torcida. Eles não tem toda essa conexão emocional. Gostei do número, vejam bem. Mas achei meio desproporcional.

E pronto. O Glee Club recuperou sua auto estima e segue rumo às Regionais equilibrado e bem treinado. E tem tudo para arrasar.

E em NY, vimos o desenrolar da história de Rachel, que vai para sua audição final em busca do papel de Fanny. Legal terem usado o sucesso dela como motivador pra tarefa da semana, depois da ligação fofa pro Will. Mas mais legal ainda foi ver que finalmente Miss July deu o braço a torcer e apoiou a pupila. Quero dizer, era meio óbvio que no fundo Cassandra queria desenvolver Rachel, fazer com que ela enfrentasse bem o meio árido da Broadway. Mas curti a história, e adorei o número musical. Kate Hudson mandou bem demais.

Dito tudo isso, confesso que minha animação pras Regionais está em alta, apesar de não ter gostado muito dos dois episódios. E estou mais animada ainda pra audição da Rachel. Espero que seja épico!

As músicas dos episódios:

Lights Out:

The Star-Spangled Banner – Frida

You’ve Lost that Lovin’ Feelin’ – Sam  e Ryder
Everybody Hurts – Ryder
We Will Rock You – New Directions
Little Girls – Sue
At The Ballet –  Isabelle, Rachel, Santana e Kurt

Longest Time – New Directions

Wonder-ful:

Signed, Sealed, Delivered I’m Yours – Kitty
Superstition – Blaine, Mercedes e Marley
I Wish – Jake
You Are the Sunshine of My Life – Kurt
Uptight (Everything’s Alright) – Cassandra July
Higher Ground – Mercedes
For Once in My Life – Artie

Vídeo de ‘The Newsroom’ traz novidades sobre segunda temporada

Data/Hora 07/05/2013, 22:38. Autor
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Atenção! Este post contém spoilers!

Para os fãs da série The Newsroom, o novo vídeo divulgado pelo canal traz mais pontos importantes da segunda temporada da série a serem tratados.

NOTÍCIA | Confira vídeo da segunda temporada de ‘The Newsroom’

Diferente da primeira temporada, The Newsroom terá uma história central que vai determinar o destino e a carreira de Will (Jeff Daniels) e Charlie (Sam Waterston) e vai se estender por toda temporada.

Além disso, o personagem de John Gallagher, Jim, vai ir para as ruas na cobertura das eleições, já que ele não suporta mais o clima da redação que envolve Maggie (Alison Pil) e Don (Thomas Sadoski). Em relação ao romance entre ambos, a situação pode piorar, já que Don vai notar que a tensão entre ele e Sloan (Olivia Munn) vai se intensificar.

Confira o vídeo abaixo:

 

Nos Estados Unidos, a nova temporada da série estreia dia 14 de julho. Ainda não há previsão de estreia no Brasil.

Com informações do TV Equals.

Justin Bieber estará em Springfield no próximo episódio de ‘Os Simpsons’

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Em sua 24ª temporada, a sitcom Os Simpsons, pioneira em satirizar o estilo de vida americano, receberá Justin Bieber na cidade de Springfield.

A sitcom que em seu elenco de convidados já contou com participações de Lady Gaga, Coldplay, Mel Gibson, Anne Hathaway, entre muitas outras celebridades, receberá o cantor canadense que interpretará ele mesmo no episódio desta semana.

VÍDEOS| Abertura de ‘Os Simpsons’ vai prestar tributo a ‘Breaking Bad’

O cantor gravou uma pequena participação no episódio intitulado The Fabulous Faker Boy, em que ele tenta entrar num show de talentos que Bart está tocando piano, entretanto, o cantor não será admitido. “Tire suas próprias conclusões” comentou  o produtor-executivo Al Jean sobre a participação de Bieber e a situação em que ele se encontra no episódio.

Os Simpsons vai ao ar aos domingos, pelo canal americano Fox, às 20h.

Com informações do site Inside TV.

‘The Office’: com quinze minutos adicionais, series finale não contará com Steve Carell

Data/Hora 07/05/2013, 17:48. Autor
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Depois de muitas indas e vindas sobre a participação de Steve Carell no último episódio de The Office, parece que a história finalmente chegou ao fim: de acordo com Greg Daniels, produtor-executivo da série, o episódio final da atração que vai ao ar no dia 16 de maio não contará com a participação do ator.

Na semana passada em uma teleconferência com repórteres, Daniels estava um tanto quanto abatido sobre as especulações em torno de Carell e disse: “Eu acho que Steve sentiu, e eu concordo, que o episódio Goodbye, Michael foi o seu adeus e ele não queria ofuscar o fim que todos os outros personagens mereciam.”

NOTÍCIA | ‘The Office’ dá adeus após 9 temporadas

Se Carell iria ofuscar ou não os outros personagens não há importância, já que a NBC acredita no sucesso do final da série com ou sem o astro. Prova disso é a encomenda de 15 minutos adicionais no episódio final da atração. Os fãs terão a oportunidade de passar um pouco mais de tempo com a equipe do escritório.

O episódio em questão acontece meses após a exibição do documentário, quando os trabalhadores da Dunder Mifflin, passado e presente, se reúnem para um casamento e uma rodada final de entrevistas. Dentre os atores convidados estão astros como Mindy Kaling, BJ Novak, Rachael Harris, Dakota Johnson, Joan Cusack, Ed Begley Jr., Malcolm Barrett, Matt Jones, Andy Buckley, Mike Schur e Bobby Ray Shafer.

Com informações do TV Line e Deadline

Michael Bay de novo: TNT encomenda série ‘The Last Ship’ e divulga primeiro trailer

Data/Hora 07/05/2013, 16:49. Autor
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Mais uma novidade na carreira televisa de Michael Bay – diretor conhecido no cinema sobretudo pela franquia Transformers. Depois de ter sua série Black Sails anunciada para janeiro de 2014 no canal Starz, agora foi a vez da rede TNT comunicar que The Last Ship, produzida por Bay, ganhou a encomenda de série e também deverá chegar aos televisores no próximo ano. Dez episódios foram encomendados.

The Last Ship é protagonizada por Eric Dane (Grey’s Anatomy) e se trata de um drama pós-apocalíptico. Logo no início da história, uma catástrofe global reduz a população da Terra para apenas 10% daquela que possuía antes do acontecimento. Agora, o grupo de sobreviventes, liderados pelo Capitão da Marinha Tom Chandler (Dane), precisa aprender a viver em um planeta completamente transformado. Chandler é descrito como um personagem auto-destrutivo, porém justo e corajoso.

O elenco ainda conta com Rhona Mitra, como a bióloga genial Rachel Scott; Adam Baldwin como Slattery, o segundo comandante que, vez ou outra, entra em conflito com o Capitão Chandler; e Tracy Middendorf  interpreta Darien Chandler, a mulher do personagem de Dane.

“A série tem todos os elementos de um grande blockbuster de Hollywood, a partir de sua narrativa épica até seu elenco de alto nível, liderado pelo protagonista perfeito, Eric Dane”, disse o chefe de programação da TNT, Michael Wright. “Michael Bay e seus colegas produtores-executivos moldaram a história e os personagens criados por William Brinkley em um drama excepcional, cheio de ação, suspense, tragédia e triunfo”, assegurou.

É que The Last Ship é inspirado no livro homônimo do autor e jornalista americano William Brinkley, sendo sua obra mais famosa. Michael Bay é produtor-executivo ao lado Brad Fuller, Andrew Form, Steven Kane (The Closer), além do showrunner Hank Steinberg (Without a Trace).

Um primeiro trailer da série também foi liberado. Confira!

Com informações do Deadline.

‘Black Sails’: série pirata de Michael Bay já tem previsão de estreia

Data/Hora 07/05/2013, 16:02. Autor
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Aviso aos navegantes: a série Black Sails, produzida pelo diretor de Transformers Michael Bay, já tem previsão de estreia na TV americana. Segundo informou o canal Starz, a nova atração de aventura chega aos televisores em janeiro de 2014.

A trama é inspirada no livro A Ilha do Tesouro, do escritor Robert Louis Stevenson, e gira em torno do Capitão Flint (Toby Stephens), que, dentre seus tripulantes, conta com a companhia do jovem John Silver (Lucas Arnold). Na história, acompanharemos as aventuras de piratas em busca de tesouros enterrados em lugares secretos, enquanto lutam pela sobrevivência na ilha de New Providence – o paraíso criminoso mais notório da época, onde os piratas estão cercados pela ameaça de extinção. Vale lembrar que a série se passa vinte anos antes do acontecimento narrado no livro.

NOTÍCIAS | John Malkovich vai viver o pirata Barba Negra em nova série da NBC

Além de Stephens e Arnold, o elenco conta com nomes como  Jessica Parker Kennedy (The Secret Circle), Hannah New, Zack McGowan (Shameless) e Tom Hopper (Merlin). Black Sails é criada por Jon Steinberg (Jericho) e Robert Levine (Touch) e tem Michael Bay como produtor-executivo. Oito episódios foram encomendados e as gravações acontecem na África do Sul.

Um trailer da nova série foi divulgado em abril e, hoje, um teaser de 15 segundos foi liberado. Você confere os dois arquivos abaixo:

Com informações do Deadline.

‘The Killing’: crianças estampam pôster e crimes reais inspiram nova temporada

Data/Hora 07/05/2013, 15:19. Autor
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Falta muito pouco para que os mistérios de The Killing voltem a acelerar nossos corações. No dia 2 junho, a terceira temporada da série de suspense – uma das mais aclamadas do gênero – retorna ao canal americano AMC para a terceira temporada.

Um novo pôster promocional foi divulgado (no final da página) e, nele, os protagonistas Sarah Linden (Mireille Enos) e Stephen Holder (Joel Kinnaman) aparecem olhando para o horizonte e são observados por um grupo de crianças de rua. É que a nova temporada irá retratar o universo das crianças de rua e as políticas do “corredor da morte”, já que, em muitos estados americanos, existe a pena de morte. O que isso indica exatamente? Não dá para saber. Mas segundo a sinopse da terceira temporada de The Killing, o novo caso investigado pelos detetives se passa um ano depois do fechamento do assassinato da menina Rosie – e Sarah terá que lidar com os demônios do passado, incluindo restabelecer laços com um serial killer que abalou sua vida emocional – personagem que marca a estreia de Peter Sarsgaard na TV.

“O segredo de Sarah que descobrimos na última temporada foi de que ela surtou depois de um caso, há três anos, e  precisou ficar internada em uma unidade psiquiátrica durante vários dias”, falou a criadora e roteirista da série, Veena Sud. “Sarah sempre teve essa sensação incômoda de que algo não estava certo e nós vimos indícios desse caso nas últimas duas temporadas.”

Por falar nisso, os produtores da série já asseguraram: o novo caso investigado será resolvido até o final do terceiro ano (já que os detetives levaram duas temporadas para resolver o mistério da menina Rosie, algo que foi extremamente criticado por parte dos fãs).

Inspirações

Para as novas histórias, Sud disse que se inspirou em dois aspectos ocorridos no mundo real: o trabalho da fotojornalista Mary Ellen Mark com crianças de rua (que levou a produção do premiado documentário Streetwise, de 1984) e as investigações sobre o serial killer de Washington D.C. Gary Ridgway (quem acreditam ter matado mais de 90 pessoas entre as décadas de 1980 e 1990). “O que me fascina não é a questão psicológica desse cara – que é simples e sem graça. Mas sim o fato de que tantas mulheres desapareceram e ninguém sequer notava”, afirmou ela. “Assassinatos estranhos são difíceis de decifrar. Esse precisou de 20 anos e mais 50 mulheres mortas”, explicou.

Sud ainda narrou que viu muitas fotos de rosto de assassinos nas fichas criminais da polícia (as conhecidas mugshots), todos eles “olhando para você, sem sorrir”. A experiência foi fundamental para que ela começasse a desenvolver a nova temporada de The Killing em sua cabeça. “Quanto mais eu olhava para as fotos, mais eu comecei a imaginar o peso da responsabilidade que esses policiais sentiam ao ver as mulheres olharem para eles todos os dias em suas vidas.”

Confira o novo pôster abaixo:

Com informações do TV Line e EW.

 

Grimm – Endangered

Data/Hora 07/05/2013, 11:34. Autor
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“Eles vão matar você, e eu vou ficar aqui na floresta completamente sozinho e abandonado”.

Com o Hank ainda em férias, Monroe fica cada vez mais importante na vida solitária e depressiva de Nick. Se não fosse a quantidade de acontecimentos estranhos em Portland, ser rejeitado por Juliette seria ainda mais doloroso para o Grimm, mas nós sabemos que coisas estranhas é o que não faltam em Portland e elas tem mantido Nick bem ocupado. No entanto, tudo indica que os dias de coração partido do Grimm estão prestes a acabar, mesmo com a Juliette ainda evitando contar a ele que a memória dela está voltando.

Enquanto – que Deus no ajude – o plot da memória de Juliette não tem um fim, Monroe segue sendo o melhor amigo de Nick, e que amigo. Além do blutbad, o Grimm tem aproveitado a proximidade com Renard para conhecer melhor o mistério por trás da chave que ganhou da sua tia Marie. Segundo o capitão, muito sangue foi derramado pela família real para conseguir quatro das sete chaves pertencentes aos descendentes de Grimms. De acordo com Renard, o mapa pode esconder a localização do segredo da alquimia, a vida eterna, a espada de Maomé – que aparentemente possui muita energia – e até os pregos que seguraram Jesus Cristo na cruz, ou alguns pedaços da própria cruz. Tudo isso depende de qual lenda se acredita.

Renard e Nick já dividem casos e histórias do mundo de Grimm, mas a confiança entre os dois ainda está longe de ser a mesma que Nick tem em Hank e Monroe, por exemplo. Por isso, quando Renard pergunta se Nick confia nele, o Grimm responde da forma mais sincera possível: “Creio que da mesma forma que você confia em mim”. O papo cabeça não vai muito além disso. Lembram das coisas estranhas que acontecem em Portland? A conversa dos dois logo é interrompida por Wu: “temos um caso esquisito”.

O sargento se referia nada mais, nada menos, que um alienígena. Isso segundo o depoimento da testemunha do ataque. No entanto, na realidade tudo não passada de mais um wesen diferente na área de Nick. Depois do Volcanalis – presente no último episódio Ring Of Fire – em Endangered, o público conheceu o Gluhenvolk, um wesen raro, as últimas informações sobre ele davam a raça como extinta.

O Gluhenvolk tem uma pele que brilha, emite uma cor azul e é caçado mundo afora para que sua pele seja comercializada. Rosalee lembra, que quando era criança, dizia-se que encontrar um Gluhenvolk também trazia sorte a quem o via. O wesen realmente parece com um alien e o mais engraçado é que os ufologistas – caçadores de aliens – aparecem aqui como wesens a procura do Gluhenvolk para que possam comercializar a pele. Adorei a referência explícita ao clássico seriado americano de ficção científica Arquivo X: “a verdade está lá fora”.

Os Gluhenvolk são realmente criaturas muito impressionantes, mas o negócio de precisar se alimentar de ovários de vacas durante a gestação foi pra revirar o estômago da audiência.Por outro lado, a gravidez acabou se tornando muito engraçada, principalmente pela participação de Nick e Monroe no parto. Se não fosse Rosalee a situação ia ficar muito feia para a coitada da mamãe Gluhenvolk.

Endangered foi um episódio divertido, um dos mais agradáveis da temporada. Na média, o segundo ano de Grimm conseguiu ser melhor que a primeira temporada da série. O seriado da NBC já está renovado para um terceiro ano, o que garante que os mistérios que têm se desenvolvido durante a segunda temporada tenham tempo suficiente para contar suas histórias, sejam elas de fadas ou wesens.

Once Upon A Time – Second Star to the Right

Data/Hora 07/05/2013, 10:10. Autor
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“Correndo, correndo. Vamos correr para deixar o ritmo da série mais acelerado”. Só pode ter sido isso que os roteiristas pensaram para escrever esse episódio. Eu me senti numa maratona, e não de uma forma boa.

Eu já tinha dito antes que não daria tempo deles explicarem tudo dos humanos nesses últimos episódios. Era uma trama que tinha ter uma profundidade para que as pessoas pudessem compreender e conseguir sentir raiva. Eles responderam às perguntas? Sim, nós sabemos como Greg e Tamara se conheceram, como eles montaram esse plano e soubemos um pouco sobre a organização, mas aprofundamento que é bom nada.

O episódio foi repleto de subtramas e nenhuma delas foi bem desenvolvida. Talvez a da Emma com o Neal e só. No fim do episódio passado, nós vimos que Regina tinha sido sequestrada pelos humanos e nesse episódio eu senti uma pegada American Horror Story com The Following, teve a sessão de choque para que Regina pudesse falar o que aconteceu com o pai do Greg e até uma “perseguição” armada. Aqui foi revelado que Greg e Tamara não estão sozinhos nessa, toda uma agência contra-magia está por trás dos planos deles. Gostaria que focassem mais nessa agência, mas só resta um episódio e acho que seria pedir demais.

Após encontrar a plantação de feijões mágicos totalmente destruída, Mary, David, Emma e Henry partem atrás de Regina para tirar satisfações, mas para surpresa de todos ela está sumida. As coisas começaram a me incomodar aqui, tudo bem, a Emma já estava com um pé atrás com a Tamara, mas foi só a Regina sumir e ela já coloca a culpa na mulher. “Hum, não foi o Gold porque ele está ocupado com a Lacey, já sei, só pode ser a Tamara. É tudo culpa dela”. Tamara tá pior que o Chaves. Emma parte numa busca pela quarto de Tamara para encontrar pistas e encontra Neal. De todas as subtramas desse episódio, essa foi a que ganhou um maior destaque apenas pelo que aconteceria depois. Foi legal ver os dois sendo sinceros um com o outro, a Emma finalmente assumindo que sofreu com o fato de ele a ter deixado na prisão e ele contando que queria tê-la visitado na prisão. Por mais que eu prefira a Emma com o August (sei, isso não vai mais acontecer), eu estou gostando do casal; se formos comparar eles são bem menos melosos do que a Mary e o David na temporada passada com todas as suas idas e vindas.

Mr. Gold também ganhou o seu espaço nesse episódio. A relação dele e de Lacey está muito estranha. Olho para os dois e só consigo lembrar do Olavo e da Bebel da novela Paraíso Tropical. Sério. O homem sério e que não poupa ninguém dos seus ataques e a mulher atirada que adora um badboy. Lacey descobriu sobre a magia de Gold e sobre o garoto da profecia. Henry é melhor tomar cuidado, pois agora nada pode impedir o Rumple de cometer maldades.

Mary e David, por não acreditarem na culpa de Tamara, vão encontrar Gold e tentar achar Regina com ele. Para cumprir o favor que devia ao David o Lorde das Trevas oferece um feitiço onde Snow verá e sentirá tudo o que Regina está sentindo. Pensei que David fosse usar o favor que Gold o devia para algo mais grandioso, mas no fim foi interessante ele ter feito isso. Eu tinha encontrado uma ótima oportunidade de trama aqui, já pensaram que legal seria se esse feitiço funcionasse para sempre? As portas que isso abriria para a estória? Regina e Snow conectadas de alguma maneira. Com a ajuda de Snow e do feitiço, Emma consegue descobrir onde Regina está.

As coisas praticamente voaram da metade para o final. Tivemos uma “perseguição” à la The Following, como disse acima, que não me deixou nada tenso, pois não durou tanto. Por alguns segundos eu achei que eles realmente fossem continuar mantendo a identidade da Tamara em segredo para o Neal. – foi tudo tão rápido que enquanto escrevo essa review estou tentando encontrar maneiras de encaixar tudo o que assisti para que faça sentido – Os humanos foram descobertos e agora parece que vem uma possível guerra das boas; Tamara, para conseguir fugir, acabou usando um dos feijões mágicos que ela roubou da Regina e isso teve consequências bem ruins, quando eu estava começando a me afeiçoar ao casal o Neal cai no portal – tenho algumas teorias quanto a season finale por causa dessa cena.

E o conto de fadas? Bem, esse eu deixei pro final pelo simples fato de ter sido a melhor coisa do episódio. Acompanhamos o momento em que Bae chega na Terra, o garoto vira um mendigo e após roubar pão em uma casa ele é ajudado por ninguém mais ninguém menos que Wendy, a menina do Peter Pan. O garoto é acolhido na casa e vira um irmão dos meninos da história do garoto que nunca cresce. Tudo foi muito bem feito, até os efeitos estavam legais – a sombra não muito, mas não estava dos piores (a.k.a Wonderland) – a ideia de usar a sombra de Peter Pan como algo mau foi incrível. Se a próxima temporada for mesmo se passar em Neverland – o que já é praticamente certo – eu espero muito foco nessa terra.

O episódio teria sido nota 10, ótimo, incrível se não fosse o foco em tantos personagens sem aprofundamento algum em cada um. A visão vai saltando entre um e outro e acabou que a impressão foi de algo muito corrido. Mas claro que teve o seu ponto positivo, foi um episódio surpreendente e com a parte do conto de fadas incrível. O final foi de tirar o fôlego e agora é só roer as unhas até a Season Finale.

Grey’s Anatomy – Do You Believe in Magic

Data/Hora 06/05/2013, 22:29. Autor
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Dando seguimento à ótima sequencia de episódios dessa reta final da 9ª temporada de Grey’s Anatomy, Do You Believe in Magic trouxe encaminhamento à praticamente todos os plots desenvolvidos pelos roteiristas.

Mas antes de falar sobre as histórias desenvolvidas, vou falar sobre a introduzida, e da qual eu gostei muito. Lauren Boswell, uma médica competentíssima (e um tanto quanto flertadora) chegou ao Grey-Sloan para fazer uma cirurgia junto com Arizona. E não é que ela já chegou toda toda pro lado da Robbins? Hilarie Burton foi tão bem no papel que eu inclusive (PERDÃO, CALLIE) achei que sobrou química entre Boswell e Arizona. Contudo, não acho que Robbins vai trair Callie. Acho que o interesse de Lauren vai servir pra Arizona voltar a se sentir uma mulher poderosa e sexy, já que a ausência da perna não é motivo para o afastamento das pessoas. Creio que nos próximos episódios veremos mais momentos entre Boswell e Robbins. E confesso: adorarei cada um deles.

Das histórias antigas, vimos o desenrolar do drama de Bailey. A médica optou por fazer uma greve de silêncio. Aparentemente, era mágoa pura, já que ela não respondia para nenhum dos colegas. Nem a intervenção da saída do banheiro auxiliou. Mas depois que descobrimos o incrível número de testes que Miranda fez nela mesma, ficou evidente que a questão era outra: o medo de causar mais mortes. E no final das contas, depois de ver o mágico indo embora, Richard compreendeu que apenas ele poderia auxiliar Bailey. Eu achei que ele iria tentar conversar com ela, mas foi muito mais sábia a saída dele: chamar Ben. A mágoa de Bailey com o Chief é gigante, então não ajudaria muito ele forçar a barra. Creio que no próximo episódio Miranda já estará pronta pra outra, já que ela baixou a guarda e aceitou a ajuda do marido. Então, creio que essa história se finalizou, o máximo que veremos é algum reflexo pontual futuro.

Momento fofura do episódio: a linda a cena entre a família Grey-Shepherd. Derek de princesa e Meredith de tigresa tomando chazinho com Zola. Também foi fofo ver Derek todo preocupado com a primogênita, já que irmãos mais novos podem ser verdadeiros monstrinhos (adorei a enquadrada que Derek e Heather deram no menino hiperativo do hospital). Mas concordo com Mer: Zola é persuasiva o bastante pra ficar sã e salva.

Outra questão que seguiu sendo abordada foi a do Owen com Ethan, que tomou os remédios da vó e quase foi se encontrar com a mãe. E a vó do garoto arregou, por achar que não tem condições de dar uma vida bacana com o menino. Como nada que Yang faz resulta na melhora de Paul, Ethan acabaria indo para o serviço social. Acabaria, já que Owen deve ficar com o garoto.

Isso porque muito embora tenha dito pra Yang que quer ficar com ela, é mais evidente a cada episódio a vontade dele de ser pai. Aliás, acho que os esforços da Yang não são apenas para salvar o paciente, mas também seu casamento. Se Paul não acordar, as coisas degringolarão em velocidade mais rápida. Não consigo vislumbrar futuro para Crowen, então. E acho que nem Cristina, que praticamente jogou a toalha. É uma questão de tempo, na minha opinião, o fim. E torço muito pra que ele seja rápido e indolor, porque voltar pro mimimi do “não quero ser mãe, mas eu quero ser pai” é inviável.

April, evidentemente, ainda é apaixonada por Avery – que está negligenciando Steph. Ela voltou com Matthew, mas a vontade de embarcar na Roda Gigante é enorme. E não creio que seja apenas atração física, mas amor mesmo. Só que o estilo de vida escolhido por Kepner conflita com esse amor, e a ruivinha não tem coragem de se jogar nos braços de Jackson. Por isso eu defendo a tese de que eles devem se afastar definitivamente. Porque embora o casal me agrade muito, não acredito que veríamos eles juntos sem toda aquela culpa da April, que deixa ela muiiiiito mais chata. Então, gosto de ver Avery optando por tentar com a Steph. Não sou fã da moça (ela é tão dispensável), mas acho que a leveza no relacionamento deles funciona bem.

E por fim, preciso falar da trama de Karev e Jo. Já antecipo: continuo gostando bastante do encaminhamento da mesma. Ok, nunca achei que o namorado de Jo iria bater nela (não é uma certeza que tenha sido isso que aconteceu, mas parece ser a hipótese mais plausível). Mas também não é tão improvável assim, já que ele ficou BEM desgostoso sobre o passado dela. Gostei de ver Alex tentando superar a paixão pela amiga (enquanto tentava driblar as zoações de Yang). Gostei do que ele disse pra ela, no final do episódio, porque mostra que ele sabe que não pode mais optar pelas mulheres-problema. E acho que dessa vez, Shonda encaminhará a história de forma diferente. Não acho que teremos uma nova Ava, ou o repeteco da história da mãe do Karev. Acho que essa história servirá só pra fazer que ambos admitam seus sentimentos um pelo outro e fiquem juntos. Claro, a possibilidade de eu estar redondamente enganada é enorme. A probabilidade do desfecho da história ser um lixo, idem. Mas eu aposto na Shonda, dessa vez. Mesmo que saiba que em se tratando da Rainha do Drama, me decepcionar pode ser uma constante.

Nessa quinta-feira vai ao ar Readiness is All. A primeira parte da conclusão dessa linda temporada. Mal posso esperar.

Chicago Fire – Retaliation Hit

Data/Hora 06/05/2013, 22:17. Autor
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Chicago Fire entrou na sua reta final com dois objetivos: fechar as tramas de ficaram abertas no decorrer dessa primeira temporada e fazer emplacar seu spin-off sobre o Departamento de Polícia de Boston.

O primeiro objetivo já vem sendo alcançado. O segundo a gente fica sabendo nos dois últimos episódios da temporada.

Depois desse um mês de hiato a série apresentou um episódio muito bom, cheio de intrigas mas sempre com algumas situações desnecessárias dignas de Chicago Fire. Além disso, na disputa vilões vs. mocinhos, os vilões marcaram mais um ponto.

No último episódio terminamos com a “supreendente” aparição de Hallie toda trabalhada no cabelo liso e estragando um momento Casey-Dawson. Casey pelo visto só sabe perder tempo quando se se trata de Dawson porque foi logo tratar de fazer acontecer um remember com Hallie. Acorda homem!

Severide bancou o estúpido e mesmo com processo nas costas foi logo tratar de encontrar Tara. Foi babaca e além de tudo ainda teve todas as acusações contra ele elevadas à um nível maior já que Tara foi promovida a Comandante de Operações na sede de divisão de campo. (1º vilão de dando bem). Agora como é que pode essa mulher que não tinha jeito nenhum pra trabalhar com as paramédicas ser promovida para um cargo tão alto, assim, do nada? Não é a toa que Dawson e Shay não gostaram nenhum pouco da notícia.

Além de tudo ainda fizeram o favor de resgatar a Nicki lá dos primeiros episódio da série e usar a pai da moça pra depor contra o bombeiro. Pra que isso? Se prepare Severide que vem problema por aí.

E o que falar de Voight (2º vilão se dando bem) e sua liberdade? Mandou matar Curtis no episódio anterior e agora aproveita sua liberdade. Eu, sinceramente, gostei dessa volta de Voight, mesmo ela sendo meio óbvia, só pra poder dar mais emoção nesse finalzinho de temporada.

Assim que saiu da cadeia já foi logo ligando pra Dawson pra cobrar o favor que a paramédia devia a ele. Pena que quem pagou esse favor foi Antonio e não Gaby. Antonio saiu da narcóticos e conseguiu o cargo de chefia da Unidade de Inteligência (mais uma pista para o spin-off) e perdeu o cargo pra quem? Voigh, óbvio! Ainda não está claro se Voight irá para o spin-off mas quem sabe né? Um policial corrupto pra fazer a trama andar.

Nem tenho o que falar sobre Hadley porque ele praticamente nunca teve destaque nos demais episódio e agora só ganhou destaque ao fazer brincadeiras desnecessárias com Mills a troco de nada… Pura inveja, puro recalque porque o recruta vem trabalhando melhor que ele. Achei desnecessária essa história e ele deveria era ter levado uma surra de Mills mesmo. Além de desperezo é só isso que ele merece.

Chefe Boden mais uma vez mostrou o por quê de ser o chefe desse batalhão: simplesmente porque ele defende seus bombeiros com unhas e dentes. Perdeu uma amizade de anos com o pais da Nicki que depôs contra Severide e deu um jeito de mandar Hadley pra longe.

Apesar de tudo o episódio foi bem equilibrado mesclando os dramas pessoais com os resgates. Aliás, os resgates desse episódio foram muito bons! Principalmente o da picada de cobra no qual a Shay parecia ser tão valente mas quem teve que lidar com o animal foi Dawson e primeiro resgate do tiro de retaliação (Retaliation Hit) que dá nome ao episódio.

Enquanto você toma um drink no Molly’s, que já foi inaugurado, aproveite pra ver o vídeo promocional do próximo episódio.

 

Veja os novos vídeos de ‘King and Maxwell’, série policial do criador de ‘NCIS: Los Angeles’

Data/Hora 06/05/2013, 19:43. Autor
Categorias Notícias

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No dia 10 de junho, uma nova série policial estreia no canal americano TNT. King and Maxwell é inspirada no bestselling de mesmo nome do autor David Baldacci e tem Shane Brennan (NCIS: Los Angeles) como criador.

Na história, Sean King (Jon Tenney, de The Closer) e Michelle Maxwell (Rebecca Romijn, de X-Men) são dois ex-agentes secretos e que, atualmente, trabalham como investigadores particulares. A  dupla, no entanto, foge aos padrões e  possui muitos talentos especiais, que os ajudam na captura de suspeitos.

A TNT liberou três novos vídeos promocionais da atração (reunidos em um único arquivo), que mostram que, além de ação, o seriado terá um ar cômico e muita química entre os dois protagonistas.

A série, originalmente, foi desenvolvida para a rede CBS, mas acabou ficando com a TNT. A CBS Television Studios está envolvida na produção. Shane Brennan ainda fica responsável pelo roteiro do programa, que tem produção-executiva de Karen Spiegel e Grant Anderson (Parceiros da Vida).

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