O gigante acordou! Uhuuuuuu! E finalmente um episódio para fazer justiça a todo o barulho em cima da série. Tenho a impressão que eles economizaram tensão e deixaram tudo para Destino. Ótimo desenvolvimento dos plots, uma fotografia incrível, atuações no ponto – Kruger demorou mas achou o tom de sua Sonya – e espero que seja assim daqui pra frente! Nem vi o episódio passar, quando me dei conta, já tinha acabado! E isso é uma coisa muito boa!
Antes de concentrar no clímax do episódio, vamos as tramas adjacentes:
– Mulher traída é fogo e vingativa! Alma, além de não perdoar Marco, já arrumou outro.
– Daniel, sofrendo com a sobriedade, passa o caso para Adriana. Alguém acode ele por favor!
– Steven, que estava meio sumido, reaparece e tem mais um caso para resolver. Desta vez ele é convocado a resgatar Sara Vega, que vem a ser a filha da chefe! Vega abandou a família e a faculdade para ficar com Fausto! Só que ele não tem sucesso em sua abordagem.

– Ray, agora tratando diretamente com Graciela, propôs a travessia de armas (as 50 que ele comenta no episódio anterior). Só que para isso teve que fazer um “servicinho”. Que coragem hein! Ele não comenta seus planos com Charlote e Cesar (o caseiro) trata de abrir os olhos de sua nova chefe, que está mais preocupada com outras coisas… Depois de um começo promissor, Charlote está perdendo força na trama e voltando a ser o que sempre foi, uma acompanhante… Não curti.

Agora, vamos ao que realmente interessa!
Sonya segue sua intuição e consegue informações importantes a partir do carro que foi deixado na porta da casa do psicólogo assassinado (o pai de Gina). Ele foi arrematado por Jack Childress em um leilão. Com as informações e o endereço nas mãos, Cross e Ruiz partem para a residência do sujeito. Ao chegarem, ele não estava, mas eles encontram de tudo: mapas, armas, munições, granadas e etc. Pronto, tinham encontrado o açougueiro! Ou não? Hank e Cooper, chamados por Sonya, encontram no caminho a caminhonete de Childress abandonada. Ele fugiu assim que viu o carro dos policias na porta de sua casa.

Com toda a força tarefa reunida, eles começam a busca. Escondido, Childress faça sua primeira vítima: Stroke, o policial rodoviário que tinha aparecido do nada e morre com um tiro no meio da cara! Sonya então liga para o assassino e tenta tirar sua concentração enquanto os outro seguem para o possível lugar de onde o tirou foi disparado.
Cross, toda corajosa, continua seu papo e vai ganhando a “confiança” de Childress. Mas quando se dá conta, ele está atrás dela! OMG! Os dois, cara a cara, com as armas apontadas um para outro! MUITA TENSÃO NESSA HORA! E BANG! Depois dos disparos, cada um voa para um canto. Hank segura Sonya e Marco parte para cima de Childress.

Ufa, estão todos bem, na medida do possível… Já na delegacia, a prisão é comemorada, menos por Sonya, que fica ainda mais com pulga atrás da orelha quando Chrildress diz que o alvo era Marco…
Que episódio foi esse! Tudo aquilo que eu estava esperando. Ok, demorou um pouco, mas que bom que persisti! Espero que The Bridge tenha engatado a quinta e não reduza até o final!
Considerações finais:
– Stokes apareceria desde o primeiro episódio, sempre nas horas mais inoportunas. Mas como de alguma forma ajudava, foi incorporado na “força tarefa”. Que trágico fim… E ele todo feliz de estar em caso como aquele! Assim como a Gina, Stokes apareceu, não disse a que veio e morreu…
– Sonya toda triste porque Marco ia tentar se reconciliar com sua esposa e procurar outro lugar para morar e ele, ao perceber que Childress não estava no local do disparo, e que ela estava em perigo, larga tudo e sai correndo! Essa relação está cada vez mais bonitinha!
– Assim como a intuição de Sonya (que não tem falhado) também acho que Childress não é o cara… Volto minhas atenções ao Steven, principalmente depois da a conversa que ele teve com sua chefe…
– Que moça bonita essa Sandra Echeverría (Sara Vega).
– Geral tirando o atraso! Ray foi o recordista: com Graciela e Charlote!
– Linda a cena final da Sonya se olhando no espelho!