‘True Blood’: Bailey Noble é promovida ao elenco regular da série

Data/Hora 18/09/2013, 11:49. Autor
Categorias Notícias

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Esta notícia contém spoilers!

Bailey Noble, que interpreta Adilyn Bellefleur em True Blood, vai fazer parte do elenco regular da série na sétima temporada.

A atriz se juntou à série na sexta temporada. Sua personagem é filha de Andy Bellefleur (Chris Bauer) com a fada Maurella (Kristina Anapau). Adilyn tinha três irmãs, mas ela se tornou filha única quando Jessica (Deborah Ann Woll) as matou. 

Bailey já trabalhou em 90210 Malibu Country.

A HBO anunciou no início do mês de setembro que a sétima temporada de True Blood será a última e terá apenas dez episódios.

Ainda sem data de estreia definida, a última temporada de True Blood vai ao ar no próximo verão americano (equivalente ao inverno brasileiro).

Com informações do The Hollywood Reporter

Rookie Blue – You Can See the Stars

Data/Hora 18/09/2013, 11:47. Autor
Categorias Reviews

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Quando a noite está mais escura, você consegue ver as estrelas. E na season finale da ótima temporada de Rookie Blue pudemos enxergar várias delas.

You Can See the Stars continuou do ponto em que Under Fire parou. Kevin ainda estava a solta e, pior, com Oliver cativo. No hospital, Chloe lutava bravamente pela vida, enquanto o marido e o namorado duelavam por seu coração (ui, que poético). Na delegacia, Marlo aguardava o momento de ver sua ação tresloucada descoberta, e os policiais da 15ª se preparavam para uma batalha campal. E Sam… ah, Sam queria correr para longe de tudo porque não aguentava mais ficar no mesmo ambiente que Collins e Andy. Apenas ok.

O primeiro elogio à You Can See the Stars é que o episódio conseguiu, de certa forma, contemplar todos os personagens, bem como as tramas que foram desenvolvidas nessa temporada. Uma bela mostra de como continuidade e roteiros elaborados e cuidadosos resultam em episódios bacanas e fechadinhos. Então, mesmo questões que poderiam parecer menores – frente à ameaça que pairava sobre a delegacia – receberam atenção, ainda que rapidamente.

Um exemplo disso foi a menção de Chris à despedida de sua mãe, Christian e “até Denise”. Mostra que a história continua sendo tratada com coerência, e que o perfil de Diaz – ele é o cara que segue as regras e que se importa – foi respeitado. Steve e Traci receberam seus momentos, e um novo casal parece ter se formado. Outra história bacana, desenvolvida lenta e cuidadosamente, que culminou em um desfecho natural e positivo. E o cuidado dos roteiristas foi tanto que até rolou um momento entre irmãos, que ainda não tinha acontecido, apesar de Steve estar trabalhando próximo da 15ª Divisão em boa parte da temporada. Isso sem contar o zelo com o desfecho da história entre Holly e Gail, que passou por um momento “o que foi que eu fiz” de dúvida, mas ouvindo as sábias palavras de Chris acabou aceitando ter Holly por perto. Enfim, no meio da escuridão, todos eles conseguiram enxergar as estrelas.

Até mesmo o marido de Chloe vislumbrou os pontos dourados no céu escuro. Ele chegou de mansinho e acabou achando que tem direitos (é, eu sei que ele tem. Mas preciso passar o tom de indignação pro texto). Pobre Dov, ele só se ferra mesmo. Além de estar impossibilitado por lutar pela vida da namorada – já que o outro tem o poder de decisão sobre a operação – foi expulso até mesmo do quarto. Minha esperança é que Frank apareça no hospital agora que tudo acabou e coloque o marido no seu devido lugar. Olha a audácia do cara: desembarcou do ônibus, e agora quer voltar a embarcar e sentar direto na janela. Rá rá rá. A outra alternativa é Dov ter coragem e enfiar o pé na porta. Mas isso é mais complicado de se exigir.

Brincadeiras a parte, um dos cliffhangers que Rookie Blue deixou foi justamente esse: qual o destino de Chloe? Ela sobreviverá? Se sim, ficará com sequelas? E quanto tempo vai demorar pra ela colocar o marido pra correr? Infelizmente, longos meses se passarão até que tenhamos essa resposta.

Essa, e muitas outras. O destino de Marlo é outro que gravita incógnito. Eu tinha certeza que o prêmio de consolação dela seria ver Kevin preso pelo abuso cometido no passado. Mas não. Cruz surtou, perseguiu, fez um esquema no quadro digno da Carrie – ela pode sair da polícia e ir pra CIA montar quadros doidaços com Carrie. Desvendado o futuro dela. – mas no final das contas Kevin estava limpo. Sim, limpíssimo. E o irmão “normal e gente boa” era o abusador. Que tapa na cara, Marlo. Pior, Kevin morreu (segundo informações do Luke). Ou seja, ela estava errada o tempo todo, destruiu com a vida de um inocente e ainda por cima viu ele morrer. É, as coisas não ficarão fáceis para ela, certamente.

Apesar do meu palpite é no sentido de que não veremos muito de Marlo – ou nada – na próxima temporada, torço pra que seja diferente. Ela é um bom personagem, e teria muito a render. Então, vou ficar sonhando.

Sonhando também com um desfecho legal pra Andy e Nick, pelo menos. Sério, tem pessoa melhor que Collins? Não, gente. Ele, com o coração despedaçado, indicou Andy para acompanhar a tentativa de salvar Sam. E ficou lá, sentadinho, com os olhos marejados. Com licença, estou indo ali abraçar ele e já volto.

E, infelizmente, as coisas em You Can See the Stars, em relação a Sam e Andy, foram bem como eu não queria que fossem. Passei boa parte dessa temporada falando sobre como a iniciativa precisava partir de Sam, sobre como ele que precisava mudar para poder voltar com Andy. Pois bem, muitos poderão dizer que a iniciativa partiu dele. E até concordo. Mas que iniciativa chinfrim!

Andy passou meses vendo Sam com Marlo, todos os dias. Swarek esfregava a namorada na cara de Andy sem dó nem piedade. E foram suficientes poucas horas no mesmo local que Andy e Nick – e, convenhamos, ele viu UM beijo dos dois – pra que ele começasse o mimimi e resolvesse sair para tomar um tiro. Sim, porque no final das contas foi isso que ele fez: assumiu o risco de morrer para não ficar sofrendo de amor (e ele só tomou o tiro porque estava desarmado e sem colete. Era o único, além de Marlo). Para muita gente deve ter funcionado. As pessoas devem estar pensando “ai, que lindo. Ele ama tanto McNally que preferiu sair e correr risco na rua do que ficar vendo ela com outro”. Pra mim, não funcionou assim.

Ele disse para Andy que a coisa mais importante pra ele é a felicidade dela. Mais do que a dele mesmo. Mas foi um cavalo com ela por meses e mais meses. Esfregou sua “felicidade” com Marlo na cara da ex. Fez a menina sofrer horrores, até finalmente começar a pensar em seguir adiante. E quando ela começou a pensar, ele deu piti. Bonito, Sam. Muito maduro. Totalmente condizente com sua preocupação com a felicidade dela.

Eu sei que o amor não é cartesiano. Sei que as pessoas não o demonstram todas da mesma forma. Eu sei. Mas, mais uma vez, o que Sam disse e o que ele fez não combinou. E isso me irrita supremamente. Porque mesmo torcendo por McCollins, nunca me iludi. Sempre soube que Andy ainda ama Swarek. O impedimento do retorno dos dois, para mim, sempre foi a conduta tosca de Sam. E mais uma vez foi Andy que se declarou. Mais uma vez foi Andy que baixou a guarda. Mais uma vez, foi Andy que arriscou tudo por ele. Ou seja: não foi ele que mudou. E quem precisava mudar era ele.

Pra vocês não dizerem que estou implicando com Sam, eu reconheço que ele até mostrou alguma vontade de mudar em alguns momentos dessa temporada. Ele admitiu que ama Andy naquela conversa com Oliver e resolveu falar sobre seu passado (ainda que com Marlo). E falou pra McNally que a felicidade dela é a coisa que mais importa pra ele, o que, em se tratando do sempre rude Sam, é praticamente um “eu te amo”. E embora eu ainda ache muito, muito pouco, é um indício. Se ele continuar assim, e se Andy e ele acabarem voltando logo no começo da quinta temporada, as coisas podem se alterar bastante. Mais uma vez, só me resta torcer.

Torcer também pra que Nick não saia muito machucado dessa história. Muito embora o rapaz soubesse exatamente no que estava se metendo – sim, ele conhece Andy o suficientemente bem para saber que ela ama Sam, mas estava disposta a dar uma chance para um novo amor – ele não merece sofrer. Meu maior receio é que ele não consiga lidar com o fato de ser preterido e acabe deixando a 15ª e, consequentemente, a série. Adoro o personagem, não gostaria que ele partisse.

Enfim, muitos são os questionamentos que nos acompanharão até 2014. Questionamentos esses que são resultado de roteiros bem construídos, casos interessantes e interligados, plots pessoais instigantes. Resultado de um crescimento de qualidade incrível e constante que Rookie vem experimentando desde a primeira temporada e que a transformou em um dos meus seriados favoritos. Parabéns ao time de roteiristas e diretores, aos atores, ao crew. Rookie Blue soube fazer dessa temporada um bolo delicioso, cuja cereja foram as estrelas que conseguimos enxergar ao apagar das luzes. Vida longa à uma das melhores séries da Summer Season.

P.S.1: Luke, que começou a temporada tão subvalorizado, acabou a mesma dando a volta por cima. Um brinde à volta da pertinência do rapaz (bem que ele poderia voltar sem a barba na quinta, né?).

P.S.2: Celery e Oliver fazem um lindo casal.

P.S.3: Cruz entrou como substituta da Noelle. Se a garota partir, veremos a mamãe de primeira viagem de volta? Cá entre nós, Cruz é um personagem bem mais interessante.

P.S.4: serão Sam e Andy penalizados pela sua mentira, ou a história passará batida?

Os 30 melhores episódios da temporada 2012-2013: #10-1

Data/Hora 18/09/2013, 10:49. Autor
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E chegou ao fim nosso especial dos dos 30 melhores episódios da temporada 2012-2013. Depois de conhecermos os número de 30 a 21 da lista (que abriu com Dexter e foi até Grey’s Anatomy) e de 20 a 11 (de Rectify a The Good Wife), encerramos com os tops dos tops.

Breaking Bad, Doctor Who, Elementary, House of Cards, Orphan Black, Parks and Recreation, Scandal, The Big Bang Theory, The Walking Dead estão entre as séries que tiveram episódios exibidos entre junho de 2012 e junho de 2013 que mais empolgaram o time de colaboradores do TeleSéries. E, claro, no topo da lista está a série que deixou todo mundo de queixo caído e se tornou o centro da discussões nas redes sociais ao exibir o maior massacre de protagonistas da história da TV.

Concorda conosco? Veja a lista completo, leia as nossas resenhas e deixe seu comentário. Ano que vem tem mais!

#10
Série:
Orphan Black
Episódio: Parts Developed in an Unusual Manner (1×07)

Todos os dez capítulos de Orphan Black poderiam entrar na lista de melhores episódios recentes de uma série de TV. O primeiro tem um suicídio violento sob circunstâncias suspeitíssimas, algo que faz com que a gente entre no clima da história logo de cara. No terceiro, vários clones (todos interpretados por Tatiana Maslany) se encontram na sala de Alison. Mas, se é para escolher um único episódio, que ele seja o sétimo, Parts Developed in an Unusual Manner. Nesse dia, Paul é levado à organização que criou os clones e pressionado a entregar a Sarah, que estava se passando pela policial Beth. Foi um momento de tensão, porque, até aí, não tínhamos certeza se o Paul estava realmente querendo protegê-la ou estava fingindo. Depois, numa passagem fofa e, mais uma vez, emocionante, a Sarah – em parceria com a Shakira, digo, Helena – bolou um plano e conseguiu tirar o Paul de lá. A Helena ainda cortou o rabo do vilão Olivier; sim, ele tinha um rabo! Hilário! É nesse episódio, também, que a equipe da polícia começa a desconfiar que Beth (na verdade Sarah) esteja manipulando as evidências de alguns crimes (que estavam ligados à clonagem). Já Cosima investia em um romance homoafetivo que, claramente, poderia acabar com a vida dela. Muita emoção para 42 minutos! (Gabriela Pagano)

Doctor Who - The Name of the Doctor

#9
Série:
Doctor Who
Episódio: The Name of the Doctor (7×14)

A 7ª temporada de Doctor Who teve alguns acontecimentos que por certo ficarão marcados na memória dos fãs, mas nenhum episódio foi tão marcante quanto The Name of the Doctor. Ele já levantou polêmica meses antes da exibição, tamanho o medo que os fãs tinham de que Steven Moffat acabasse pro revelar assim, sem mais nem menos, o maior segredo da série. E é claro que os fãs ficaram preocupados a toa. O nome não foi revelado, mas algo muito mais importante aconteceu: o público ficou estarrecido ao ver John Hurt na tela e descobrir que havia uma regeneração perdida no meio do caminho. Uma parte do Doutor da qual ele se envergonhava tanto que apagou completamente de sua existência. E não foi tudo! Ainda tivemos a confirmação dos sentimentos do Doutor por River, na cena mais linda protagonizada pelos dois desde a morte de River Song, que coincidentemente foi quando o 10° Doutor a conheceu. E como se não fosse o bastante, Clara se infiltrou na linha do tempo do Doutor para salvá-lo, dando a todos nós a chance de rever cada Doutor desde o momento que o 1° furta a TARDIS e inicia suas aventuras até a famigerada regeneração renegada. Um episódio para ficar na memória. (Mica)

Scandal - White Hat's Back On

#8
Série:
Scandal
Episódio: White Hat’s Back On (2×22)

Shonda Rhimes simplesmente calou os que apostavam que Scandal não passaria desta temporada – ela não só se tornou uma das séries mais comentadas nos Estados Unidos nesta última fall season, como também se tornou uma das mais assistidas da ABC. E a season finale deste sucesso não poderia ter outro sinônimo do que “escandalosa”. No episódio que fechou a temporada, vimos o desfecho sobre a história do espião no governo do presidente Fitz, que todos pensavam ser mesmo David Rosen, mas que acabou sendo Billy Chambers, em uma incrível reviravolta. E depois que praticamente todos os plots da série abertos até aqui estavam resolvidos – inclusive o romance entre a protagonista e Fitz -, Olivia se prepara para sua caminhada matinal, quando ao abrir a porta se deparada com dezenas de jornalistas, questionando se ela é a amante do presidente. Quando Olivia é praticamente colocada a força dentro de um carro, nós descobrimos que o líder da B-613, Rowan, é nada mais, nada mesmo que o pai da nossa gladiadora chefe. Como não perder o ar depois dessa finale? Estamos dormindo com essa deste maio, e loucos para chegar outubro para descobrirmos o que vai acontecer depois de uma das mais sensacionais season finales deste ano. (Anderson Narciso, do blog Box de Séries).

The Big Bang Theory - The Love Spell Potential

#7
Série:
The Big Bang Theory
Episódio: The Love Spell Potential (6×23)

“No husband, no boyfriends, some rules” disse Bernadette antes de embarcar no táxi para Las Vegas. É assim que começa o episódio The Love Spell Potential, da sexta temporada de Big Bang Theory. Enquanto as meninas planejam se aventurar por Las Vegas, o grupo de Sheldon Cooper se prepara para jogar o clássico dos role-playing games Dungeons & Dragons. Mas os planos das garotas mudam quando Amy tem problemas no aeroporto. O episódio é um dos mais engraçados da série, pois Howard é nomeado o mestre do jogo e imita as vozes de vários atores: Nicolas Cage, Al Pacino, Christopher Walken. Cada imitação de Howard faz o episódio valer a pena. E enquanto a maioria dos episódios da série terminam com finais engraçacados, o final deste exibe uma cena doce do casal Shamy (Sheldon & Amy), que faz a gente se lembrar do motivo de gostarmos tanto desta série. (Cinthia Quadrado)

Breaking Bad  - Gliding Over All

#6
Série:
Breaking Bad
Episódio Gliding Over All (5×08)

Particularmente, a primeira metade da quinta temporada de Breaking Bad não me empolgou muito. Mas Breaking Bad, no seu pior dia, é melhor do que 95% do que se vê na TV. E Gliding Over All, o episódio que marcou a despedida do verão de 2012, veio para apagar qualquer crítica, recolocar Breaking Bad na posição de uma das séries mais importantes da atualidade e finalmente encaminhar a trama para sua despedida definitiva – mostrando o momento em que verdade sobre Walt viria à tona (ironicamente no momento em que ele decidiu abandonar o crime). O episódio tem algumas cenas antológicas, como a grande queima de arquivo promovida à mando de Walt; ou o momento em que Skylar mostra para ele as pilhas de dinheiro que não consegue lavar (numa cena que remeteu a saudosa The Shield). Mas nada é tão marcante que a cena final: quando Hank, sentado no vaso sanitário, descobre ao acaso que seu cunhado é o traficante de metanfetamina que vem procurando nos últimos anos (Paulo Serpa Antunes)

The Walking Dead - This Sorrowful Life

#5
Série:
The Walking Dead
Episódio: This Sorrowful Life (3×15)

Após diversas mudanças na produção da série, The Walking Dead voltou para sua terceira temporada com um ritmo alucinante, em episódios que dosavam muito bem cenas de ação e o desenvolvimento dos personagens. Mas na volta do hiato o ritmo da série caiu e tivemos pelo menos uns três episódios com tramas arrastadas e diálogos que não acrescentavam grande coisa ao desenvolvimento do arco central da temporada. Quando os fãs começaram a desanimar, o episódio This Sorrowful Life, penúltimo da temporada, veio trazer de volta a boa e velha The Walking Dead. O episódio conseguiu equilibrar cenas de ação bem feitas com diálogos que emocionaram e trouxe ainda a morte de um personagem que, apesar de meio canastrão, só estava tentando sobreviver em um mundo diferente de tudo que era antes conhecido, encontrando pouco antes de sua morte a redenção de seus atos falhos. Memorável e um dos melhores episódios da série de zumbis do AMC. (Samuel Sales)

House of Cards - Chapter 1

#4
Série:
House of Cards
Episódio: Chapter 1 (1×01)

Quem assistiu House of Cards sabia que a série tinha tudo para ser um dos maiores destaques da temporada de 2012. O episódio piloto da série tinha tudo: um bom roteiro, ótimos atores e uma produção de primeiro mundo. Não foi à toa que o drama do Netflix foi indicado ao Emmy – e mereceu em cada categoria. Um político ganancioso, um presidente esperto, uma repórter ambiciosa, e todas as peças necessárias para um jogo perigoso de poder. Essa é a fórmula, a aposta que deu muito certo. A série já nasceu com cheirinho de inovação. Tratar de intrigas na Casa Branca pode lá não ser uma novidade, ainda mais sendo a série um remake de outra história. Mesmo assim, os diálogos em primeira pessoa com o telespectador fogem do tipo de narrativa na qual estamos acostumados na TV. Se o recurso já foi visto em algumas séries, em House of Cards deixamos de ser apenas um ouvinte, para ser um parceiro, amigo íntimo, quase um cúmplice. A série tem também uma bela fotografia, mostrando o jogo de sombras e cores que há na cidade mais poderosa do mundo. (Maria Clara Lima)

Parks and Recreation - Leslie and Ben

#3
Série:
Parks and Recreation
Episódio: Leslie and Ben (5×14)

Parks and Recreation é sem dúvida alguma, uma das melhores comédias da atualidade e, apesar de um pouco irregular, a quinta temporada da série da NBC também nos apresentou excelentes episódios. Entre eles, se destaca Leslie and Ben, por seu valor sentimental. O episódio teve ótimos momentos de humor, claro, mas quando acompanhamos uma série há um bom tempo como é o caso de Parks, tendemos a nos envolver com cada um dos personagens – de Leslie, que conhecemos na primeira cena do piloto, até Ben, que só conhecemos um pouco mais tarde, mas com o qual nos importamos do mesmo modo. E por esse fator emotivo, que permeou o episódio, é que ele figura entre o preferido de muita gente. Afinal tivemos todo o elenco envolto em um único arco em constantes demonstrações de afeto entre todos, já que todo mundo – cada um a seu modo – fez o que pode pra ajudar o casal a realizar seu tão aguardado sonho de se casar. Pelo equilíbrio perfeito entre a comédia e a emoção, e pelo que esses personagens representam na vida de quem acompanha Parks , esse é um episodio memorável, com certeza. (Samuel Sales)

Elementary - The Woman

#2
Série:
Elementary
Episódio: The Woman / Heroine (1×23 e 1×24)

Não é difícil encontrar razões pelas quais o finale da primeira temporada de Elementary foi excelente, mas se uma tiver de ser apontada, acho que o fato de ter sido um episódio (na verdade, dois) surpreendente seria a principal. Sherlock não só encontrou sua amada viva – detalhe importante, visto que Holmes pensava que ela estava morta – como descobriu que ela era, além de sua musa, seu maior inimigo. Acho que só esses dois plot twists seriam o suficiente para justificar a presença do episódio duplo na lista, mas existem outras coisas, como, por exemplo, a participação de Natalie Dormer, que, odeiem-me, esteve muito melhor de Irene Adler/Moriarty do que de Margaery Tyrell em Game of Thrones. Dormer foi um furacão, não só pela importância de sua personagem, mas porque se encaixou muito bem nos dois extremos do papel: a moça vai de uma Adler quebrada e assustada para uma Moriarty manipuladora, poderosa e no controle em um segundo, sem falhas. Dá quase pra ver a máscara da personagem caindo. Fora isso, o padrão de qualidade usual da série – elenco, roteiros, parte técnica – foi uma base forte para a sustentação da bomba que fechou a temporada da série com chave de platina. (Carol Cadinelli Mauler)

Game of Thrones - The Rains of Castamere

#1
Série:
Game of Thrones
Episódio: The Rains of Castamere (3×09)

Ah, os nonos episódios de Game Of Thrones. Sempre eles a elevar o nível das temporadas. A nos fazer vibrar, chorar e sofrer. Dessa vez não foi diferente. Todos morremos um pouquinho quando Frey determinou que as portas fossem fechadas e Rains of Castamere começou a ecoar pelos salões. Em um episódio centrado nos amados Stark, ninguém ficou imune às emoções. Seja a alegria pela fuga de Snow, seja a excitação pelo reencontro iminente de Arya com a mãe e o irmão, seja a pena pela separação de Bran e Rickon. Ou, mais provavelmente, a dor profunda causada pelo extermínio de Robb, Catelyn e, porque não, Vento Cinzento; e a vontade de colocar a espada nas costas e sair matando Lannisters. Direção e roteiros competentes. Ação e emoção na mesma medida. E um nono episódio perfeito, daqueles que só Game Of Thrones costuma nos proporcionar. (Mariela Assmann)

Leia também:
Os 30 melhores episódios da temporada 2012-2013: #30-21
Os 30 melhores episódios da temporada 2012-2013: #20-11

Destaques na TV – quarta, 18/9

Data/Hora 18/09/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Aquecendo para o Emmy Awards de domingo, a noite apresenta Top of Lake com uma das indicadas a Melhor Minissérie ou Filme, assim como em mais 5 categorias como o de Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para Elizabeth Moss.

Contagem regressiva para as comédias da Warner, fiquem atentos fãs de The Middle / Suburgatory e Mike&Molly últimos episódios para a temporada.

Fica registrado que hoje o canal Viva depois de 14 temporadas exibe o último episódio de Dallas.

SBT resolveu retirar de sua grade Supernatural colocando Casos de Família, só lamento.

Confira os demais destaques na TV.

SONY
The Client List – 21h (ep 2×02)

AXN
Crossing Lines – 22 h (ep 1×03)

GLITZ
The Lying Games – 19 h (ep 1×07)

WARNER
The Middle – 22 h (ep 4×21)
Suburgatory – 22:25 h (ep 2×21)
Mike & Molly – 22:50 h (ep 3×21)

MAX*
Top of the Lake – 22 h (ep 1×02) antes as 21h tem a reprise do episódio anterior

SONY SPIN
Jane by Design – 21 h (ep 1×12)

+GLOBOSAT
White Hands / A Mão Branca – 15 h (minissérie exibição diária) REPRISE
Linha de Fogo – 22h
The Almighty Johnsons / O Poderoso Johnsons – 0h – (ep 2×03)

BBC HD
Doctor Who – 21 h / 22 h (6a temporada)

ARTE1
Os Impressionistas / Claude Monet – 20h (minissérie 3a parte)

HBO FAMILY
As Aventuras de Merlin – 8 h (ep 5×13) Season Finale

VIVA
Dallas – 13 h (ep 14×23) SEASON FINALE
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Mad Maria – 23h10 (de segunda a sexta)

SBT
Memphis Beat – 3h

GNT
Mulheres de Aço – 21 h
As Canalhas – 22:30 h
Beleza S/A – 23 h

Podem comentar.

‘Beauty and the Beast’: ator de ‘One Tree Hill’ é escalado para participação especial

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Essa notícia contém spoiler.

Para os fãs órfãos de One Tree Hill, aqui vai uma bela notícia: Paul Johansson, o Dan Scott da série finalizada em sua nona temporada, irá participar de Beauty and the Beast como um magnata arrogante e poderoso.

Johansson entrará na série no sexto episódio da nova temporada dando vida à Kurt, pai de Tori (Amber Skye Noyes). Kurt é um poderoso magnata dos negócios em Manhattan, mas sua ascensão na carreira não o impediu de abusar da arrogância. Por causa do grandioso salto econômico, ele se tornou paranóico com sua segurança, cercando-se de guarda-costas e mantendo sempre em alerta o olhar sobre tudo, inclusive sobre sua filha.

NOTÍCIAS | ‘Beauty and the Beast’: CW divulga novo pôster e vídeo promocionais da segunda temporada.

Beauty and the Beast retorna nessa Fall Season em um contexto que inclui três meses após Vincent (Jay Ryan) ter sido capturado por Muirfield. Ryan, durante a Comic-Con, revelou que quando Vincent reaparece, ele é uma versão “sobrecarregada” de si mesmo. De acordo com os produtores, os três primeiros episódios mostrarão como o desaparecimento de Vincent impactou a vida de todos, e a nova temporada mergulhará numa mitologia ainda maior que a anteriormente trabalhada.

Além de trabalhar em One Tree Hill, Paul Johansson co-estrelou em CSI e Criminal Minds.

Beauty and the Beast estreia sua segunda temporada no dia 7 de outubro, na CW.

Com informações do Spoiler TV e The Hollywood Reporter

Sete anos sem a WB – The Night of Favorites and Farewells

Data/Hora 17/09/2013, 22:00. Autor
Categorias Especiais

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No dia 17 de setembro de 2006 a WB Network Television fechava as portas, deixando como legado uma saudade até hoje não superada. Por 11 anos o canal foi pioneiro entre o público jovem, traduzindo em personagens e episódios os anseios e inquietações de toda uma geração.

X, Y, Z. Não importa qual era rótulo da vez, a verdade é que os dramas, as comédias e as aventuras sobrenaturais nunca mais foram as mesmas desde que os primeiros programas da WB foram ao ar. Tanto que a emissora foi tida pelos os críticos como a primeira emissora que conseguiu conversar com a juventude americana (e de muitos outros países), tratando o adolescente com respeito, e mostrando ao público que os conflitos da idade poderiam ser tratados de maneira inteligente.

Ficou, então, conhecido como um canal para o público adolescente. Mas na verdade a WB era um canal despretensiosamente humano.  Trouxe para as telas séries como Dawson’s Creek, Felicity, Popular, Everwood, Buffy e Angel, Gilmore Girls… e não há uma delas que não inspire ao menos um pouco de nostalgia. Apesar da herança inquestionável e da importância deste canal para a TV em todo o mundo, não estou aqui para falar sobre a história da WB, da década de ouro e de seu declínio, quando foi adquirida e, por fim, transformada na The CW, junto com a também extinta UPN.

Estou aqui para falar daquela noite, a noite na qual o sapinho elegante pendurou a cartola, agradeceu pela audiência e foi embora, deixando um sentimento cada vez mais crescente de que nunca mais haverá uma emissora como a The WB Network Television.

 

The Night of Favorites and Farewells

Era exatamente dez horas da noite quando o sinal foi cortado. Antes do silêncio, a emissora celebrou mais de uma década de existência e exibiu um especial intitulado A Noite dos Favoritos e Despedidas.  Os momentos finais do canal começaram com a voz oficial da WB – do famoso locutor Hal Douglas – em uma retrospectiva de sua história. Ele lembrou dos cartoons como Tiny Toon, da sitcom Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira, da ousadia em contar a história do jovem Clark Kent em Smallville, e de abraçar projetos polêmicos como The Young Americans, entre outros programas.

Ele  também explicou como seria a fusão com a UPN e a criação da The CW. Para acalmar a audiência, alertou que algumas séries iriam sobreviver a mudança, como One Tree HillSupernatural. Mas o que ninguém contava era que o carisma da pequena emissora seria intransferível, e mesmo mantendo as pérolas da sua programação, nada nunca mais foi o mesmo.

Naquela noite, quatro séries que representaram a geração WB foram exibidas no horário nobre do canal. FelicityAngelBuffy – A Caça Vampiros e Dawson’s Creek. Foram cinco horas antes do adeus.

Felicity e Dawson’s Creek  foram os dramas mais populares da emissora. A primeira mostrava a vida na faculdade e tinha como personagem principal Felicity Porter (Keri Russell). A série durou quatro temporadas, ou seja, os quatro anos de seu ingresso na faculdade até sua formatura. Criada por J.J. Abrams e Matt Reeves, teve em seu elenco de diretores os consagrados Brian Grazer e Ron Howard. Já Dawson’s Creek  foi criada por Kevin Williamson, e tinha como protagonista Dawson Leery (James Van Der Beek), além dos adolescentes Joey Potter (Katie Holmes), Jen Lindley (Michelle Williams), Pacey Witter (Joshua Jackson) e Jack McPhee (Kerr Smith). A série se transformou em uma espécie de culto entre o público jovem, pois mostrava os temas da adolescência com bastante maturidade.

Na metade da noite, as escolhidas foram o par Buffy e Angel. Angel, o spin-off de Buffy, estreou o estilo detetive procedural da emissora e contava a história do vampiro com alma Angel, que lutava contra o mal presente em Los Angeles. Criada por Joss Whedon e David Greenwalt, a série foi estrelada por David Boreanaz e Charisma Carpenter.  Já Buffy, também criada por Whedon, narrava a vida de Buffy Summers (Sarah Michelle Gellar), uma jovem Caçadora de Vampiros que dividia seu tempo entre lutar com demônios e enfrentar seus próprios pesadelos – aqueles naturais para a sua idade.

O que essas séries tem em comum? A puberdade (ou o crescimento pessoal), a amizade, os amores, decepções, experiências, todas as mudanças e batalhas típicas da juventude. E foi assim, mostrando seu ponto mais forte, que a WB se despediu.

Para Nunca Esquecer

As campanhas publicitárias criadas pela WB para promover o momento brincavam com a nostalgia. Eram slogans como “Rostos que você sempre vai lembrar”, “Nomes que Nunca Esquecerá”, “As Pessoas que Tocaram Nossos Corações”, “Junte-se a Nós Só Mais Uma Vez” e “A Emissora que Definiu Uma Geração Diz Adeus”. Era quase certo que o público iria se emocionar. No final das contas, eles tinham razão. Nunca esquecemos dos rostos, dos momentos, dos nomes, das canções.

Quer fazer um teste? Quem não lembra dessa abertura?

 

Ou desse tema aqui?

 

Sem chances de esquecer.

Já dos rostos – que já não são mais rechochudos como na época-, ninguém, com certeza, esquecerá. Eles estarão para sempre em nossos corações.

Katherine Heigl (Roswell), Tom Welling (Smallville) e Alyssa Milano (Charmed) fazem parte dessas lembranças.

A audiência da emissora naquela noite histórica foi de apenas 0.9 entre o público jovem. Mas isso não importa muito, já que até hoje, muita gente lembra com saudosismo do canal que se foi cedo demais.  Já fazem sete anos que estamos sem a WB.

E você, do que mais sente saudade?

Emissora turca lança remake de ‘The O.C.’

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The O.C., drama da Fox de grande sucesso, deixou saudades ao ser cancelado, em 2007. Desde então, o elenco se separou, e nada mais foi dito sobre a série, até o lançamento de uma nova versão na Turquia, no dia 13 de setembro.

O remake se chama Medcezir – “Marés”, em turco – e conta a mesma história de The O.C.: Yaman Koper é um garoto problemático do subúrbio de Istambul, cujo irmão Kenan é salvo de ir para a cadeia pelo advogado Selim Serez, morador da parte rica da cidade. Selim é casado com Ender Serez e tem um filho, Mert Serez. Os Serezle são amigos do casal Beylice, cuja filha, Mira, é namorada de um importante homem de negócios.

Medcezir, cuja produção foi feita com a ajuda da Warner Bros., teve seu piloto de duas horas de duração exibido pela Star TV na última sexta-feira. A resposta do público foi boa: mais de 50 mil notas no Facebook. O episódio pode ser visto aqui, mas as legendas em inglês ainda não estão completas. A previsão é de que a primeira temporada da série tenha treze episódios.

Ficou curioso, mas não sabe se deve arriscar? Veja abaixo o vídeo promocional e deixe suas impressões nos comentários.

 

Com informações do Variety e Haberler

Ator de ‘Prison Break’, Robert Knepper, fará participação especial em ‘The Blacklist’

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Com menos de uma semana para a estreia, The Blacklist, o novo drama da NBC, contará com a participação especial do ator Robert Knepper, o T-Bag de Prison Break.

Knepper participará do quinto episódio da série e interpretará um alvo bastante procurado pelo FBI. Junto com ele, outros atores já foram anunciados como futuras participações na série estreante. Dentre eles estão Isabella Rossellini (Blue Velvet), Tom Noonan (Damages), Jane Alexander (Tell Me You Love Me) e Clifton Collins Jr. (The Event).

NOTÍCIAS | Parminder Nadra, de ‘ER’, terá papel regular em ‘The Blacklist’.

The Blacklist é uma nova produção da NBC, criada por Jon Bokenkamp, que terá nos papéis principais os atores James Spader (Boston Legal), Megan Boone (Law & Order: Los Angeles) e Harry Lennix (Dollhouse). O enredo girará em torno de Raymond “Red” Reddington (James Spader), o fugitivo mais procurado pela polícia, que se entrega ao FBI com o propósito de ajudar os agentes a prenderem outros criminosos e terroristas que estão em sua “lista negra”. Porém, ele possui uma ressalva: só irá colaborar com o FBI se trabalhar com a nova agente Elizabeth Keene (Megan Boone).

Além do seu trabalho em Prison Break, interpretando um dos presidiários mais perigosos e violentos da penitenciária Fox River, Robert Knepper também participou de séries como Cult, Heroes e Criminal Minds.

The Blacklist estreia dia 23 de setembro, segunda-feira, pela NBC, às 22h.

Com informações do TV Line

Lifetime encomenda piloto do drama futurista ‘The Lottery’

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O canal Lifetime encomendou um piloto de The Lottery, um thriller de conspiração futurista. Escrito por Timothy J. Sexton (Children Of Men, Boycott), a série será ambientada em um mundo voltado à extinção de pessoas no qual as mulheres deixam de ter filhos.

Quando 100 embriões são fertilizados com sucesso, uma loteria nacional é realizada para decidir os substitutos. Como o conflito, controle e mistério sobre essa importante trama científica se desenrola, os interesses do governo e do poder dentro da série passam a dominar um dos elementos mais pessoais e básicos do ser humano – o direito de constituir uma família.

Sexton, indicado ao Oscar por melhor roteiro adaptado de Children of Men, em 2006, assina a produção executiva junto a Dawn Olmstead (Prison Break).

Com informações do Deadline

*Esse texto foi feito pelo colaborador do TeleSéries, Cynthia Piccinin.

Veja quem estará no elenco da versão ao vivo de ‘The Sound of Music’

Data/Hora 17/09/2013, 20:28. Autor
Categorias Notícias

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A versão ao vivo do musical The Sound of Music (A Noviça Rebelde, no Brasil) produzida pela NBC e estrelada pela cantora country Carrie Underwood está fazendo adições no seu elenco.

Foi anunciado ontem que os atores veteranos da TV e do teatro Audra McDonald (Private Practice), Laura Benanti (Go On) e Christian Borle (Smash) – todos vencedores do Tony Awards (o Oscar do teatro) – estarão no elenco do musical.

McDonald, que já ganhou o prêmio cinco vezes, irá interpretar a Madre Superiora, Benanti será Elsa Schrader e Borle será Max Dettwellier, tio das crianças Von Trapp. Previamente foi anunciado que Stephen Moyer (True Blood) havia sido escalado como o Capitão George Von Trapp.

O musical, que terá três horas de duração, irá se basear na peça original da Broadway de 1959, com letras e música da dupla Richard Rogers e Ocasr Hammerstein e roteiro de Howard Lindsay e Russell Crouse.

The Sound of Music irá ao ar dia 5 de dezembro na NBC.

Com informações do TV Line

Lea Thompson, de ‘Switched at Birth’, fará participação especial em ‘CSI’

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De séries renomadas como Switched at Birth e Caroline in the City direto para Las Vegas, Lea Thompson chega em CSI para interpretar uma mulher esperta, mas nada convencional.

Thompson dará vida à uma mulher inteligente e um tanto quanto exótica que conhece muito bem o laboratório de criminalística por ter trabalhado, anteriormente, em cenas de crime em Detroit. Assim que chega à equipe, agora exercendo o papel de criminalista de defesa, ela trabalhará ao lado de Finlay (Elisabeth Shue). Sua aparição é prevista para meados de novembro.

Além de Lea, CSI também contará com o ator Matt Davis (The Vampire Diaries), que terá papel recorrente na nova temporada do drama. Vale lembrar que mais aquisições para o elenco foram feitas, principalmente para o episódio 300, com a presença de Jason Priestley (Beverly Hills 90210) e Bethany Joy Lenz (One Tree Hill).

Lea Thompson também é conhecida por seu papel na série For The People e por sua filmologia extensa, sendo o principal deles o filme De Volta Para o Futuro.

CSI estreia sua nova temporada no dia 25 de setembro, pela CBS.

Com informações do TV Guide

‘The 40’s’: nova comédia de Jonathan Groff irá ao ar pela CBS

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Jonathan Groff  dirigirá mais uma série de comédia em breve. Seu último trabalho foi na rede americana ABC, como showrunner da cancelada comédia Happy Endings e agora ele é o responsável por The 40’s, série que será transmitida pela emissora CBS.

A comédia gira em torno de um grupo de amigos de meia idade, como o nome da série sugere, que vivem na mesma rua, e explorará todas as experiências e desafios que eles vivem nessa idade. Groff é responsável pela direção e produção executiva da comédia, que será produzia pela ABC Studios.

Este é o segundo piloto da CBS produzido pela ABC Studios, o segundo de Groff e quarta venda na temporada, somando Dinks com Casey Wilson e June Diane Raphael, que juntos, têm um compromisso de produzir um piloto para a ABC. Além de projetos com Leila Strachan pela CBS e Vali Chandrasekaran pela ABC. Ele trabalhou nos sucessos Scrubs e How I Met Your Mother.

Com informações do Deadline

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