James Frain, de ‘True Blood’, participará de ‘Sleepy Hollow’

Data/Hora 19/09/2013, 16:53. Autor
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O ator James Frain, que interpretou o vampiro Franklin Mott em True Blood, vai fazer uma participação em Sleepy Hollow. Ele interpretará Ruthledge, um nobre contemporâneo que interrogará Ichabod (Tom Mison, do filme Um Dia) sobre seu passado, sendo que o segundo que está se passando por um professor de Oxford. Rutheledge também esconde um segredo que pode afetar o futuro de Ichabod.

VÍDEOS | Novo vídeo de ‘Sleepy Hollow’ é centrado em Ichabod Crane

NOTÍCIAS | ‘Sleepy Hollow’: confira cinco dicas para saber antes de assistir a nova série da Fox

Na série, Ichabod Crane  que aparentemente havia morrido, acorda na Sleepy Hollow de 2014 – depois de mais de trezentos anos dormindo, graças a um feitiço de sua esposa Katrina (Katia Winter). Junto com ele também acorda o Cavaleiro Sem Cabeça, que Ichabod havia decepado pouco antes de sua “morte”. Para defender Sleepy Hollow do Cavaleiro, Ichabod deverá se unir à detetive Abbie Archer (Nicole Beharie, do filme Shame), uma mulher forte e destemida.

Frain é um dos atores mais requisitados da atualidade para interpretar personagens arrogantes e autoritários, tendo participado de várias séries como GrimmThe CapeInvasion24The TudorsThe Mentalist e Burn Notice, além de ter participado de filmes como Elizabeth, O Conde de Monte Cristo Tron: Legacy. Recentemente ele interpretou Lord Warwick, conhecido como The Kingmaker na minissérie britânica The White Queen.

Lembrando que Sleepy Hollow teve a melhor estreia da Fox em sete anos e será exibida toda segunda-feira, às 21h.

Com informações do TV Line

Susan Sarandon fará participação especial em ‘Mike & Molly’

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Foi divulgado hoje (19) que a atriz Susan Sarandon vai fazer uma participação especial na quarta temporada de Mike & Molly (CBS). Ela aparecerá na série como JC Small, um ícone da literatura que tem uma mente brilhante, mas uma alma muito triste, e que será a ídolo de Molly.

Os produtores da série descreveram a personagem como “parte de JD Salinger com um toque de William Faulkner e uma pitada de Gore Vidal” – autores que são grandes referências na literatura. Além disso, JC dará uma aula de escrita “selvagem e inesquecível” para sua fã e isso influenciará o resto da família de Molly.

A premiada atriz, que é conhecida por seu extenso currículo no cinema, também interpretou uma autora de auto-ajuda e palestrante de motivação na terceira temporada de The Big C (Showtime). Sarandon apareceu em outras séries como 30 RockRescue Me, ER e suas participações em Friends e Malcolm in the Middle lhe renderam indicações ao Emmy.

Mike & Molly volta para a programação americana na midseason. Aqui no Brasil, a série é exibida pela Warner.

Com informações do TV Line.

BBC America cancela ‘Copper’

Data/Hora 19/09/2013, 15:58. Autor
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No próximo domingo, 22, quando o último episódio da segunda temporada de Copper for ao ar, se despeça definitivamente da série de Tom Fontana. Não vai haver um terceiro ano. A BBC America acaba de cancelar a atração, que foi sua primeira produção própria e estreou em 2012, com índices de audiência satisfatórios.

O segundo ano, no entanto, apresentou números de público mais modestos – situação que se tornava mais preocupante quando comparada ao sucesso crítico e de público de Orphan Black, outra série própria da emissora que estreou em 2013.

Copper narrava o cotidiano do detetive irlandês Kevin Corcoran. O policial, recém-chegado da Guerra Civil a Nova Iorque, tenta fazer justiça no longínquo ano de 1864 e proteger os mais pobres das forças políticas no bairro de imigrantes Five Points. A história, que se passa em um cenário de doenças e prostituição (inclusive infantil), começa, mais ou menos, onde Gangues de Nova Iorque (filme de 2002 de Martin Scorsese protagonizado por Leonardo DiCaprio e Daniel Day-Lewis) termina.

A série era protagonizada pelo inglês Tom Weston-Jones (Mundo Sem Fim, Spooks) e tinha o renomado Tom Fontana – vencedor de três prêmios Emmy por St. ElsewhereHomicide: Life on the Street – como criador.

Em nota, a BBC disse que estava orgulhosa de sua produção e justificou o ponto final no enredo. “Depois de 23 episódios, com Lincoln morto e a população sendo curada, parece ser o momento certo para concluir essa história americana”, argumentou.

A primeira temporada de Copper teve dez episódios e a segunda terá treze capítulos, com final marcado para o próximo domingo, nos Estados Unidos. O aumento de episódios, pelo jeito, não era exatamente um investimento no seriado, que ainda não chegou ao Brasil.

Além de Weston-Jones, a série tinha no elenco Kyle Schmid (Being Human US), Anastasia Griffith (One Upon a Time), Franka Potente (American Horror Story: Asylum) e Ato Essandoh (Elementary). Donal Logue (Sons of Anarchy), Alfre Woodard (nomeada ao Oscar por Retratos  de Uma Realidade, 1983) e Billy Baldwin (Gossip Girl, Hawaii-Five 0) eram as novidades do segundo ano.

Com informações do SpoilerTV.

Animação baseada em ‘O Corcunda de Notre Dame’ será desenvolvida para TV

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Quase duas décadas depois da animação O Corcunda de Notre Dame, a Disney está revisitando o gótico clássico de Victor Hugo, desta vez para ABC. O canal está desenvolvendo Esmeralda, uma série/evento limitada, escrita por Evan Daugherty e produzida pela ABC Studios e pela Mandeville Studios.

Esmeralda é baseado em um drama de época que remete a temática de O Corcunda de Notre Dame através dos olhos da bela cigana de mesmo nome.

A animação é o mais recente marco do gênero nas redes de transmissão a cabo. A produção marca a primeira grande venda para Mandeville Studios desde que a empresa assinou um novo contrato com a ABC Studios e trouxe Laurie Zaks, como presidente da televisão em abril.

Daugherty é produtora-executiva de Mandeville  junto a David Hoberman, Todd Lieberman e Zaks. A produtora também leva créditos em Tempo de Matar, Teenage Mutant Ninja Turtles.

Ainda não há previsão para o início do projeto.

Com informações do Deadline.

*Este texto foi feita pela colaboradora do TeleSéries, Cynthia Piccinin.

Marvel desenvolverá série para a Agente Carter

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Quem assistiu ao filme Capitão América – O Primeiro Vingador já conhece a personagem Agente Carter (Hayley Atwell – da minissérie Pilares da Terra) e para quem acompanha o Universo Marvel, sabe que a personagem recentemente foi a protagonista de um curta chamado One Shot – Agent Carter, que faz parte dos extras em Blu-ray do Homem de Ferro 3. Pois bem, parece que agora a personagem pode ter uma série só para ela.

É isso mesmo! Na onda da nova série Agents of S.H.I.E.L.D. – série que estreará na fall season desse ano e que foi inspirada no curta Item 47 exibido como extra no Blu-ray dos filmes Os Vingadores – o projeto, que se encontra em fase inicial, é também uma das várias das obras da Marvel que está em fase de criação – também há a procura de um roteirista para a série. A Marvel, que sempre foi muito discreta com a realização de novos projetos, ainda não liberou maiores detalhes, portanto, não está  claro se Atwell irá reprisar seu papel, caso a série comece a dar frutos.

Um novo seriado de ação da Marvel, agora com uma liderança feminina, se encaixaria bem nos dramas female, certa tendência da rede de televisão ABC em realizar séries com mulheres como protagonista, assim como foi feito no seriado Alias .

O Blu-ray de Homem de Ferro 3 com o curta One Shot – Agent Carter foi lançado no Brasil no fim do mês de agosto.

Já a série Agents of S.H.I.E.L.D. estreia dia 24 de setembro pela ABC. No Brasil, a série estreia dois dias depois, dia 26 de setembro, às 21h no canal Sony.

Com informações do Deadline

‘HR’: série estrelada por Alicia Silverstone ganha novos integrantes no elenco

Data/Hora 19/09/2013, 10:54. Autor
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A Lifetime anunciou na quarta-feira (18) dois novos integrantes para o elenco de sua nova série chamada HR. Will Kemp (Step Up 2) e Kallee Stewart (Hot Tub Time Machine) irão co-estrelar a comédia ao lado de Alicia Silverstone (do filme As Patricinhas de Beverly Hills e da série Miss Match) – que protagonizará a série interpretando Ellen Bell.

NOTÍCIA | Alicia Silverstone estrelará nova série no canal Lifetime

HR é escrita por Glenn Porter (I Melt With Youteve seu piloto encomendado no ano passando, junto com as séries já canceladas Cinnamon Girl e The Secret Lives Of Wives, além da confirmada com 10 episódios, Witches of East End, e é dirigida pelo autor da série Sex And The City , Darren Star – que também será o produtor executivo do piloto da série.

A comédia gira em torno de Ellen Bell, uma nervosa diretora de recursos humanos de uma grande empresa que pouco depois de sofrer um ferimento na cabeça, começa a ter mudanças profissionais e pessoais em sua vida de profissional de RH certinha numa empresa multinacional.

A série ainda não tem data de estreia.

Com informações do Deadline

15 razões pelas quais Tatiana Maslany merecia ser indicada ao Emmy

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Tatiana Maslany é uma atriz canadense nascida no dia 22 de setembro de 1985, mais conhecida por protagonizar a série Orphan Black, da BBC America. Ela foi indicada ao seu primeiro Emmy Awards em 2013… Não, pera.

TATIANA MASLANY NÃO FOI INDICADA AO EMMY EM 2013! WHAT THE HELL?! Pois é. Já faz algum tempo que a lista dos indicados ao Emmy foi liberada, mas, até agora, muita gente não engoliu o fato de Miss Maslany ter sido deixada de fora das indicações na categoria Melhor Atriz de Drama. Primeiro, porque o trabalho dela na série estreante foi aclamado pelo público e pela crítica – tanto que ela levou para casa, esse ano, o TCA Awards e o Critics Choice Television Award, ambas as premiações oferecidas por uma banca de críticos especializados.

Mas a Academia ignorou essa atriz que, por dez episódios, interpretou de forma (assustadoramente) distinta S-E-T-E personagens. Isso mesmo: sete papéis. É que, em Orphan Black, ela vive vários clones ameaçados de morte e prova que, apesar da pouca idade, ela é uma atriz de talento e muita técnica. Ao todo, 10 clones foram citados na história, mas 7 deles apareceram, de fato, na tela: Sarah (britânica), Elizabeth (canadense), Alison (canadense), Cosima (americana), Helena (ucraniana), Katja (alemã) e Rachel (origem desconhecida).

Só por essa breve descrição, já deu para notar que o trabalho de Maslany para compor as personagens não foi fácil. Não para por aí, não. Confira as 15 razões pelas quais ela merecia, sim, ser indicada ao prêmio Emmy (e não é mimimi).

1) Coragem

A Tatiana Maslany é uma moça bonita, talentosa, que, já há algum tempo, vinha conseguindo vários papéis tanto na TV quanto no cinema. Aceitar um trabalho como Orphan Black exige coragem. Primeiro, porque quando um show dá errado, a culpa sempre recai, de certa forma, sobre o protagonista. E, nesse caso, ela era sete vezes a estrela do show – o que aumenta, obviamente, a pressão sofrida. Sete personagens serão sete preparações diferentes para a interpretação ideal. Mais do que coragem, requer fôlego, disposição. Ela poderia ter dito “não” e esperado outra oportunidade para brilhar nas telas. Claro que Orphan Black é o maior trabalho da Maslany até aqui, mas, com certeza, uma boa oportunidade não demoraria a aparecer se ela tivesse se recusado. Pois bem: ela não só aceitou o trabalho árduo como também o desempenhou com maestria.

2) Sotaque

Os clones da série vinham de diferentes lugares do mundo e, por isso, cada personagem tinha um sotaque diferente. Na verdade, mesmo pessoas que moram na mesma cidade não falam de maneira igual, cada um tem um jeito diferente de fazer as pausas, de respirar, pronunciar o “s”. Então, cada pessoa distinta que ela interpreta, essencialmente, já precisa de um cuidado especial. Mas, no caso dos clones, não era apenas isso. Ela precisou aprender inúmeros sotaques diferentes, desde o canadense (que é natural dela), britânico, russo… Gente, eu não consigo falar nem português de Portugal, ver Maslany arrasando assim me faz sentir uma incompetente, pelo menos, nesse aspecto linguístico.


3) A gente esquece que é a mesma atriz

Cada uma das moças clonadas tinha trejeitos extremamente distintos. Uma era mais recatada, a outra tinha um ar rock, a outra era doida varrida. E Tatiana Maslany foi perfeita ao interpretar cada uma das sete personagens. Em determinado ponto da série, a gente até esquece que é a mesma atriz e passa a encarar cada clone de forma muito singular. E, se você assistir a uma entrevista qualquer da Maslany, vai perceber que ela mesma é bem diferente (na gesticulação e afins) de qualquer um de seus papéis na série. Além disso, todas as personagens são mulheres fortes. Não tem uma geniosa, outra meiga. Todas são mulheres fortes, com características muitíssimo bem definidas. O que deixa a atuação dela ainda mais restrita de técnicas como “essa vai falar baixinho, andar corcunda”. Não, ela teve que se reinventar, porque todas eram mulheres de garra! Ela teve que encontrar sete “garras diferentes”.

4) Nenhum pudor

Sete personagens diferentes culminavam em ter que lidar com sete contextos diferentes. E aí, Maslany teve mais de um par romântico, cenas em que ficava nua, beijo homossexual e outras cenas fortes. Não importa, ela fez. Ela se entregou a personagem sem medo, ela se jogou!

5) Interagia com o ar

Assistindo aos bastidores de Orphan Black, dá para ver que em muitas das cenas em que as clones apareciam juntas, Maslany tinha que interagir com o ar, ela tinha que reagir “ao nada”. Okay, isso não é tão raro e filmes que misturam pessoas e animação, por exemplo, costumam usar desse artifício. Mas vou repetir: são VÁRIAS VEZES. Intercalando entre as dublês e o ar. Não dá para dizer que ela não era criativa e, acima de tudo, tinha muita técnica.


6) Trabalha mais que todo mundo

E aí entra outro ponto: a série tinha um elenco pequeno, que a gente acabava, por vezes, nem se dando conta devido ao número de clones. Ou seja… Provavelmente, Maslany via muitos de seus coleguinhas de cena indo embora e ela continuava lá, na labuta, só ela e o ar (claro que tinha uma dublê, o diretor, os produtores, que também merecem prêmios). Mas a atriz era ela, as atenções estavam voltadas para ela.

7) Tempo na cadeira de maquiagem

Cada clone tinha um visual bem distante da outra. Desde o cabelo até o esmalte da unha do pé. Imagina quanto tempo essa menina não passava na cadeira de maquiagem? Haja paciência. Eu me irrito só com uma escova de meia hora, por favor. A Helena, por exemplo, tinha várias cicatrizes espalhadas pelo corpo, um detalhe que aumentava ainda mais o tempo no trailer de maquiagem. Dormi.

8) Shakira versão Asylum

Só a personagem Helena já valeria a indicação ao Emmy da Maslany – e nem é porque ela mais parecia a Shakira depois de ir para o hospício. Era uma personagem complexa, cheia de altos e baixos, nuances, uma louca. Imagino que deva ser divertido interpretar papéis assim, mas deve ser desafiador. Não cair no caricato, convencer o público de que a personagem acredita em todas aquelas paranoias que vive não é fácil. E ela fez muito bem, obrigada.

9) Vocabulário complexo da Cosima

A Cosima é uma estudante PhD em genética e, por isso mesmo, tem um vocabulário dificílimo de entender. Eu nem tentava! O que ela dizia entrava por um ouvido e saía pelo outro, meu Deus, complexo demais. Agora, imagine para nossa amiga Tatiana, que não só precisava decorar as falas de sete personagens, como ainda tinha que aprender a falar esses termos científicos que são verdadeiros trava línguas!

Uma atriz  qualquer agiria mais ou menos assim:

 

MAS TATIANA DIVAVA! E fazia parecer qualquer palavra cheia de consoantes soar fácil.

10) Quase no fim… Rachel!

Aí, passou a temporada inteira e a Maslany achou que finalmente tinha conseguido dominar cada uma de suas tantas personagens… Surpresa! Bem no final, surge mais uma. Novo desafio. Uma mulher refinada, com intenções duvidosas, diferente do que ela tinha vivido até agora. A gente, enquanto espectador, se delicia com cada nova personagem! Mas deve dar um friozinho naquela barriga chapada da Maslany!

11) Exigência física

Não foi apenas emocionalmente, psicologicamente, que a Tatiana precisou trabalhar. Cada personagem tinha um comportamento muito singular, mas, uma coisa, todas tinham em comum: estavam sendo perseguidas e assassinadas. Portanto, as cenas de ação eram frequentes na série e a atriz precisava pular, lutar, atirar, e dar conta das altas emoções – como se ela já não estivesse cansada pelo trabalho “dobrado” com tantas personagens (eufemismo, né, minha gente).

12) A relação com Paul

Tudo bem, o Paul provavelmente era a recompensa que ela tinha por trabalhar tanto. Que homem bonito! Mas o fato é que, apesar de todas as tensões que a série passava, Maslany ainda conseguiu formar um casal interessante com o ator Dylan Bruce, fazendo com que a gente pudesse shippar o amor meio bandido, meio impossível dos dois. A gente agradece <3

 

13) A relação com Kira

Um dos clones, a Sarah Manning, era mãe de uma menina fofa, a Kira (Skyler Wexler). Imagino que para uma atriz que não é mãe na vida real seja difícil criar esse laço tão bonito (e, então, desconhecido) com uma filha que você nunca teve. Mas ela fez isso de maneira sensível e nos proporcionou, junto com a atriz mirim, de talento impressionante, cenas emotivas em que ficava evidente uma cumplicidade entre as duas. Essa relação só confirmava que a personagem interpretada pela Maslany tinha sua complexidade e a atriz devia se apegar os detalhes (que não eram poucos).

14) Se você consegue elencar qualquer motivo para que outra atriz mereça ganhar o Emmy, saiba que, pela mesma razão, Maslany merece sete vezes mais.

Apenas.

15) São 7 indicadas ao prêmio esse ano.

Coincidência? Não! Maslany deveria ter sido indicada a todas as setes vagas, uma por cada clone que interpretou. Além disso, a gente bem que gostaria de vê-la tacando a mão na testa e fazendo “blllllllu” na frente de todo mundo, na hora de agradecer. Porque Maslany não faz cerimônia. Não… Pera.

 

A cerimônia do Emmy acontece no próximo domingo, 22 de setembro, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Na categoria de Melhor Atriz de Drama estão indicadas Michelle Dockery (Downton Abbey), Elizabeth Moss (Mad Men), Claire Danes (Homeland), Vera Farmiga (Bates Motel), Kerry Washington (Scandal), Robin Wright (House of Cards) e Connie Britton (Nashville). Na ausência da Maslany, já elegeu sua preferida?

ENQUETE | Quem merece levar o Emmy de Melhor Atriz de Drama em 2013?

Destaques na TV – quinta, 19/9

Data/Hora 19/09/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Downton Abbey chega ao final da terceira temporada trazendo muita emoção quando os jogos anuais de críquete se aproximam, e o evento traz o lado competitivo de Robert.
Não fiquem tristes pois na próxima semana o GNT  trará o Especial de Natal de Downton Abbey.

AXN
Unforgettable – 22 h (ep 2×03)

GNT
Downton Abbey – 22:30 h (ep 3×08) SEASON FINALE

ARTE1
Os Impressionistas / Edgar Degas – 20h (minissérie 4a parte)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Mad Maria – 23h10 (de segunda a sexta)

TBS
Anger Management (Tratamento de Choque) – 21:30 h (2×23)

+GLOBOSAT
White Hands / A Mão Branca – 15 h (minissérie exibição diária) REPRISE
The Almighty Johnsons / O Poderoso Johnsons – 0h – (ep 2×04)

Comentem e voltem, pois amanhã tem mais para ver.

Última temporada de ‘Mad Men’ será dividida em duas partes

Data/Hora 18/09/2013, 23:38. Autor
Categorias Notícias

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Breaking Bad fez escola: a temporada final de Mad Men também será dividida em duas partes. Serão dois blocos de sete episódios cada, sendo o primeiro, intitulado The Beginning, exibido em abril de 2014 e o segundo, The End of an Era, somente em 2015.

O criador da série, Matthew Weiner, afirmou em uma entrevista que planeja tirar vantagem deste formato para encontrar uma maneira de terminar da melhor forma possível o que definiu como uma “experiência única”. Segundo o presidente da AMC, Charlie Collier, esta estratégia de dividir a temporada atraiu um número ainda maior de espectadores pós-hiato e eles estão dispostos a fazer com que Mad Men tenha o mesmo desempenho.

Marque a data no calendário para não perder nenhuma parte da última temporada da série!

Com informações de Spoiler TV e TVLine

‘Deliverance Creek’: piloto criado por Nicholas Sparks escolhe seu diretor

Data/Hora 18/09/2013, 22:46. Autor
Categorias Notícias

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Em agosto, foi anunciada a aprovação do projeto de série de TV criado por Nicholas Sparks, oferecido à emissora Lifetime. O piloto, que será um filme com duas horas de duração e que já tinha roteiristas e produtores (Melissa Carter, de Jane by Design, em parceria com o próprio Sparks e sua agente, Theresa Park), agora tem um diretor.

O escolhido da emissora foi Jon Amiel, conhecido principalmente por seu trabalho em The Borgias. O diretor, que também receberá créditos de produtor executivo no filme piloto, traz em seu currículo também o piloto de Twisted e alguns episódios de The Tudors.

Deliverance Creek contará a história de Belle Barlowe, uma mulher que, após o fim da guerra de secessão, tem de defender as terras de sua família e, quando um banqueiro corrupto chega à cidade, acaba se tornando uma fora-da-lei, o que leva Barlowe a refletir sobre o que é certo.

Ainda não se sabe a data de lançamento do projeto, nem quem serão os atores escalados.

Com informações do The Hollywood Reporter

Under the Dome – Speak of the Devil e Exigent Circumstances

Data/Hora 18/09/2013, 22:10. Autor
Categorias Reviews

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O episódio começa com o grupo dos mãos na mini redoma conjecturando sobre as projeções no celeiro. Mas como estamos em Under the Dome, não podemos esperar muita coisa profunda, certo? Resolvem que a mini redoma confia na Julia e vão atrás da ruiva pra contar do clube secreto.

Julia continua deixando o assassino de seu marido morar em sua casa, sabe-se lá o porquê. Não aceito a resposta de que é simplesmente o Mike Vogel e não se expulsa o Mike Vogel da sua casa. A viúva atende a porta e dá de cara com Max, que lhe dá um tiro. Não lembro da última vez que alguma cena me chocou nessa série, mas conseguiram dessa vez.

Lá no clube da mini redoma, Junior decide que não vai mais participar de seja lá o que eles estão fazendo, porque tem a teoria de que eles vão acabar conseguindo derrubar a redoma e isso significa perder a Angie. Já aprendemos a não questionar, em UTD nem Junior, nem roteiristas, então OK. O garoto sai e com isso, ou por isso, começa uma tempestade que não deve ter custado muito pra galera dos efeitos especiais.

Jim está tentando fazer a cabeça de Linda contra Barbie, depois da delegada ter descoberto de seu envolvimento no caso propano. A gente não sabe se ela está caindo na lábia ou não, já que a atriz só sabe fazer uma mesma cara. Enquanto isso, Joe chega a casa de Julia a tempo de ajudar Barbie a coloca-la no carro e leva-la para o hospital, que descobrimos ser realmente bem inútil. Lá, o loiro faz uma gambiarra com canetas e álcool e salva a vida de Julia, o que faz Joe acreditar que ele é o tal monarca da profecia da mini redoma.

Dodee consegue fazer seus gadgets funcionarem de novo. A engenheira consegue ouvir no rádio algo sobre como Barbie é importante para os militares. Então ele tem algo a ver com a redoma ou simplesmente estão procurando o cara por ele ser um ex-militar?

Angie conclui que a tempestade que está destruindo a cidade é culpa de Junior, que deixou o grupo. Ao convencê-lo a voltar, o tempo fica calmo de novo. Ainda bem que a tempestade não foi a aventura da semana, mas somente a aventura de dois blocos da série, porque tem mais coisas importantes acontecendo em Chester’s Mill. Por exemplo, Big Jim e Barbie, no que o loiro já diz ser sua última atuação em dupla, vão atrás de Maxine, que acaba de descobrir a mãe morta. Na fábrica de cimento, lugar o Clube da Luta, são capturados e conseguem virar o jogo graças ao anúncio do Windows Phone que patrocina o programa. No controle, Big Jim mata o capanga e Maxine, e lá se vai a promessa das coisas ficarem melhores na vilania da série. Tchau Claire, te vemos em The Following!

Ainda em porte da arma, Big Jim tenta atirar em Barbie, que desarma o cara. Quando tem o vereador na mira, Linda chega e Jim a convence de que Barbie matou todo mundo. Daí Barbie faz o que eu queria fazer desde quando essa redoma caiu: dá um belo soco na cara de Linda, pra ver se ela acorda e expressa emoção. Na verdade é pra ele fugir, mas entendemos como queremos. Agora é Barbie é fugitivo, acusado de todas essas mortes, e inclusive do atentado à vida de Julia.

A turma da mini redoma (esse episódio foi tenso, não termina) resolve perguntar coisas mais diretamente para a redoma grande, e vão tocá-la de novo. Dessa vez, a resposta é bem direta: eles têm a visão de Big Jim sangrando, e facas aparecem em suas mãos. Pois é, Barbie e Big Jim vão ser caçados!

No episódio seguinte vemos como as duas caças serão desiguais. Big Jim tem a cidade toda contra Barbie, e contra o vereador temos somente, a turma da redoma desfalcada, já que Junior corre pra proteger o pai.

Jim incita a população para a caça à Barbie, em um discurso no café de Rose (RIP)que envolve direitos, cidadania, e isso aqui é América. Todos concordam em ter as suas casas vasculhadas, menos Carol, que saiu do luto depois da metade da temporada trancada no quarto, pelo o que a gente pode supor. Os roteiristas resolveram usar a personagem, já que saiu do quarto, e Carol descobre sobre a mini redoma e aceita, porque as pessoas aceitam ovos brilhantes. Na verdade, estamos aceitando esse ovo brilhante por quantos episódios? Ninguém aguenta mais, já virou parte da cenas. Quanto tempo até a cidade toda já saber da existência desse artefato, e fazerem uma festa do ovo brilhante, como fizeram a festa do carregador de iPhone?

Quem sabe também da existência do ovo são os militares, e Dodee escuta na transmissão. Corre pra contar para Jim. Na rádio, os dois conversam ao som da conversa dos militares ao fundo, e Dodee acaba ouvindo que Jim matou o reverendo. Pronto: seguindo a lógica nível um dos personagens da série, parte para um VOCÊ MATOU TODO MUNDO, VOCÊ É UM MONSTRO, AI MEU DEUS, VOCÊ VAI MATAR, e PÁ. Jim atira em Dodee e perdemos mais uma personagem feminina dessa série. O cara bota fogo na rádio, e é claro que isso será atribuído a Barbie.

O loiro está preocupado, porque acessando o manual de lógica da série, concluiu que Jim matará Julia assim que a ruiva acordar, pois ela contará pra todo mundo que foi Max (já sinto saudades) quem atirou nela. Num plano pra salvar a ruiva, convoca Angie do nada, pra driblar Junior que vigia o quarto no hospital. Angie chama Junior num canto, beija o cara, e ele percebe cigarro no hálito da menina e associa a Barbie. Oi? Fumar significa estar na presença de Barbie? Acendo um cigarro agora! Bom, o importante é que eles conseguem, mesmo assim, levar Julia embora, e Barbie a entrega junto com uma ambulância para Angie e se rende para Linda.

Os adolescentes escondem a mini redoma na casa do amigo asiático de Joe, por conta da inspeção. Jim, que é onipresente nesse episódio, ao não encontrar o que Dodee alertou que encontraria no celeiro, prende Joe a Norrie. Ao intimidar Norrie, a garota desafia o cara com mais culhões do que Barbie, e tenta esfaqueá-lo, mas em vão.

Barbie se junto aos garotos na prisão, e Jim propõe que o cara confesse tudo o que não cometeu, em troca da segurança das crianças e de Julia. Ele aceita. A mini redoma tá louco, brilhando e com estrelinhas caindo. No momento em que Barbie vai confessar em praça pública, o cara nega tudo. Na mini-redoma, o casulo (que sinceramente nem lembrava mais que estava lá) se abre. PÁ. Fim do episódio. Ansiosos pelo season finale?

Jennifer Garner se junta a novo projeto da Fox

Data/Hora 18/09/2013, 21:53. Autor
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Jason Micallef (roteirista de Butter) e Jennifer Garner (ex-estrela de Alias e do filme De repente 30) estão desenvolvendo um novo projeto para a Fox, intitulado The Whole Shebang.

The Whole Shebang contará a história de uma mãe solteira, que herda um decadente clube de strip masculino e que, de repente, se encontra no centro de uma família disfuncional e improvisada, que a ajuda a tomar conta de sua vida.

Segundo o The Hollywood Reporter, Jennifer Garner desta vez não atuará frente à tela, e sim, na produção-executiva junto a Jason. Para a atriz, Shebang marca sua mais recente incursão na televisão. Na última temporada, ela fez uma comédia com a roteirista Ellen Rapoport criada para a NBC.

Com informações do The Hollywood Reporter.

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