Chicago Fire – A Problem House

Data/Hora 27/09/2013, 16:53. Autor
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Chicago Fire voltou mais quente do que nunca! Depois de uma primeira temporada cheia de altos e baixos, a série fez uma excelente estreia e começou com o pé direito seu segundo ano.

Apesar de ser uma série sobre bombeiros, o foco principal de Chicago Fire nunca foram os resgates. mas sim os dramas pessoais dos integrantes do Departamento. Em A Problem House, aconteceram diversos casos – mais até do que estávamos acostumados – mas os dramas individuais não ficaram de lado. Pelo contrário.

Se depender da estreia, essa temporada será de respostas (até que enfim!) e de muita intriga. Pra quem não aguentava mais esperar para descobrir como algumas cenas e situações da season finale da temporada de estreia terminariam, esse episódio foi um prato cheio.

Renée – que voltou gravidíssima para os braços de Severide – está de vez (por enquanto) nos braços do bombeiro, conseguiu seu “amor” de volta e de quebra levou um apartamento de brinde. O único porém é que ela não contava que Shay, no ápice do recalque, fosse plantar uma semente da dúvida em nosso bombeiro dos dentinhos separados: será que o filho é dele? Se só agora Severide sente que está sendo enganado, nós sentimos cheiro de golpe há muito tempo. Mas nesse episódio, Severide foi o alvo não só de Reneé, mas de incêndios criminosos que prometem algumas histórias interessantes logo mais.

Mas nem só de Severide o episódio foi feito. Quando a primeira temporada terminou, Peter Mills foi o responsável por deixar muita expectativa no ar: será que o candidato ao esquadrão irá trocar as aventuras com os bombeiros pela aventuras no Departamento de Polícia? A verdade é que nem o próprio Mills sabe aonde vai parar e o único que compartilha de seu “segredo” é Antonio Dawson. Aliás, Antonio deve aparecer um pouco mais nesse começo de temporada já que a polícia vai ajudar a investigar os incêndios do episódio e a estreia de Chicago PD está logo aí. E falando em Chicago PD, vocês reparam que os crossovers já começaram? Além de Jon Seda – que interpreta Antonio Dawson -, Jesse Lee Soffer já fez uma pequena aparição no episódio, tomando um drink no Molly’s.

Casey continua num drama sem fim, que já caiu no desgosto de muita gente por aí. Ainda de “luto” pela amada Haley, ele parece querer se aproximar da viúva de Darden, Heather. E Dawson ainda não desistiu de jogar um charme pro bombeiro e ficou com o coração na mão na cena onde ele caiu da escada. Mas ok, nós também ficamos, mesmo não amando Matt tanto assim.

Fora os dramas pessoais, o que mais causou tensão nesse episódio foi a notícia de que o Esquadrão 51 pode ser fechado. E quem promete muita dor de cabeça pro Chefe Boden é  Gail McLeod (Michelle Forbes), responsável por manter os olhos bem abertos sobre os orçamentos e o desempenho dos departamentos de bombeiros da cidade. O Esquadrão 51 está na sua mira e para isso já conseguiu um informante por lá. Jeff Clark é um dos bombeiros transferidos de outra unidade que promete ser a fonte da fofoca para Gail. Cara, essa história promete muito!

Chief, can I ask you something? Do I have narrow eyes?

As cenas de Mouch com sua amada japonesa foram super fofinhas e a volta de sua namorada para o Japão o fez tomar uma decisão: ser candidato à presidente da União. Todos torcendo por ele a partir de agora. Força, Mouch! Você está destinado a grandes feitos!

A inauguração do bar concorrente do Molly’s foi um sucesso e Cruz aproveitou muito bem a situação. Se divertiu e, para não magoar os colegas, mentiu sobre o sucesso do bar, mas foi tão estúpido a ponto de ficar vendo fotos da sua noitada perto de Otis… daí o barraco tava armado! Mas o que será que Dawson, Otis e Herrmann vão inventar para fazer com que o Molly’s seja melhor e atraia mais público que a concorrência?

Que Chicago Fire continue quente como a estreia!

PS: Que tensão foi aquela na porta do hospital com Shay e Dawson? Fiquei boquiaberta durante toda a sequência de cenas!

PS 2: Otis voltou com um ~corpão~ do hiato.

Downton Abbey – Series 4, Episode 1

Data/Hora 27/09/2013, 15:54. Autor
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Mudança. Essa palavra define perfeitamente o início da quarta temporada de Downton Abbey. A vida é feita de mudanças, que podem acontecer de uma hora para outra, e nós devemos estar prontos para enfrentá-las. Essa é a lição que os Crawley devem aprender nessa temporada, lição essa que será muito mais difícil de aprender para uns do que para outros.

Das mudanças ocorridas no condado de Downton a mais significativa sem dúvida foi a morte repentina de Matthew no final da terceira temporada, um verdadeiro balde de água fria depois de tantas coisas boas que estavam acontecendo: a família finalmente havia se recuperado da dor da morte de Sybil, Robert finalmente começava a aceitar Tom como membro da família, a situação financeira da propriedade finalmente estava melhorando e, o último finalmente: Mary havia conseguido ter o tão sonhado herdeiro de Downton, o pequeno George. Tudo estava indo bem demais. E então, acontece a tragédia: Matthew sofre um patético acidente de carro na volta do hospital, pouco depois de ter segurado seu filho pela primeira – e única – vez. Uma morte revoltante, levando-se em conta tudo que ele passou durante a Guerra e ter sobrevivido para contar.

A quarta temporada começa exatamente seis meses depois do fatídico acidente, onde encontramos uma Downton lúgubre e nebulosa e uma Mary fria, apática, desprovida de emoção, a típica Rainha de Gelo que conhecemos lá na primeira temporada. Só que dessa vez, além de fria ela está imersa em dor e sofrimento, o que a faz ser incapaz até de demonstrar algum carinho para com seu filho, o deixando aos cuidados da babá. Um cenário completamente desesperançoso. Tom vê a ajuda de Mary na administração da propriedade como uma forma de tirá-la desse estado de inércia, então ele pede ajuda a Carson, o único que consegue compreender quase que perfeitamente a mente complicada de Mary. Depois de uma inesperada discussão, Mary se rende e aceita a proposta. Essa foi uma das cenas mais lindas do episódio, cena essa que não teria metade da emoção se não fosse pelo talento de Michelle Dockery, um verdadeiro achado entre as atrizes britânicas, e que se mantiver o nível de qualidade desse primeiro episódio sem dúvida nenhuma irá levar para casa Emmys e Golden Globes da vida.

Outra das mudanças é a saída mais que repentina de O’Brien, dama de companhia de Cora, que foi embora na calada da madrugada deixando apenas um bilhete. A atriz Siobhan Finneran decidiu que não queria mais participar da série a partir da quarta temporada, e deixou o showrunner Julian Fellowes com a tarefa de explicar a saída da personagem sem matá-la, pois outra morte seria impensável. Por isso a saída dela pode ter parecido um tanto apressada e mal-resolvida, mas se levarmos em conta o remorso que O’Brien sentia por ter sido responsável pelo aborto de Cora, fica mais fácil de entender sua partida, principalmente depois da chantagem de Thomas. E a partida dela deu espaço para o retorno de Edna, a troublemaker oficial de Downton, que causou um enorme transtorno na terceira temporada se atirando para cima de Tom quando este tinha acabado de se tornar viúvo. E agora que ela será a nova dama de companhia de Cora, sem dúvida ela irá aprontar ainda mais na mansão, e Tom não será seu único alvo. Homens de Downton, cuidado!

Também vimos um pouco do passado de Carson vindo à tona, com o surgimento de um velho amigo seu, o Sr. Grigg. O amigo apareceu pedindo sua ajuda para se restabelecer, só que como sabemos Carson se envergonha profundamente de seu passado como cantor e dançarino. Assim, sobrou para a sempre boa e gentil Sra. Hughs ajudar o pobre coitado, com a ajuda de Isobel Crawley – mãe de Matthew. A chegada de Grigg não só ajudou a conhcermos mais sobre Carson, mas também trouxe de volta a energia à Isobel, que se encontrava em um estado parecido com o de Mary depois da perda do filho. E Isobel sem sua energia e disposição típicas não é Isobel.

Essas foram as mudanças mais significativas do episódio, pois a lista de personagens de Downton Abbey é gigantesca, e todos tem um background e uma história bem definida e desenvolvida. Ponto para Julian Fellowes, que consegue trabalhar com vários personagens e desenvolver a história de cada um deles brilhantemente. E em homenagem a esse brilhantismo, eis um rápido resumo sobre a vida dos outros moradores de Downton:

– Edith continua sendo a mais azarada dos Crawley quando se trata de relacionamentos. Dessa vez ela finalmente encontrou um homem que a ama e o sentimento é recíproco, mas o coitado é casado com uma doente mental e só pode se divorciar dela se se tornar um cidadão alemão. Isso tudo considerando que a Alemanha, no começo da década de 1920, é a nação mais odiada da Europa depois dos estragos da Guerra. Pobre Edith.

– Thomas e Jimmy parecem ter superado toda a akwardness entre os dois e agora se tornaram bons camaradas, o que era de se esperar pois os dois são verdadeiros sacanas (pelo menos o Thomas está apenas aprontando com quem pisa no calo dele, o que é um progresso significativo). Mas será que Thomas superou de vez sua paixonite por Jimmy? Só resta continuar assistindo para descobrir.

– Bates e Anna continuam sendo o melhor casal da série. É impossível não shippar os dois. E é muito bom vê-los felizes depois de todo o sofrimento que passaram para conseguir ficar juntos.

– Daisy também se encontra no mesmo patamar de Edith, sem nenhuma sorte no amor, chegando ao ponto de receber um cartão de Valentine’s Day da Sra. Patmore, que não queria que ela se sentisse solitária. Vamos ver se ela vai se conformar com essa situação ou tomar uma atitude.

No quesito produção, a série continua impecável. Direção primorosa (a cena da partida de O’Brien foi brilhantemente filmada), figurino deslumbrante, que com a chegada da “Era do Jazz” traz o estilo “melindroso” à série, e a fotografia fantástica de sempre, que consegue deixar o interior da Inglaterra ainda mais bonito (coisa muito difícil de se conseguir).

E, claro, não podemos nos esquecer de Violet crawley, a jóia de Downton, interpretada impecavelmente pela Lady Maggie Smith, que nos presenteou com mais de suas pérolas. O que seria de Downton Abbey sem os comentários e conselhos geniosos de Violet?

A quarta temporada começou com o pé direito, atendendo todas as expectativas, e o melhor: a velha Downton Abbey parece finalmente ter voltado, equilibrando os gêneros como nenhuma outra série atual consegue, coisa que fez falta na terceira temporada que apelou demasiadamente para o melodrama. Go go Downton!

Emily Osment é escalada para piloto de nova comédia da ABC Family

Data/Hora 27/09/2013, 12:31. Autor
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Emily Osment, que interpretou Lilly Truscott em Hannah Montana, foi escalada para ser protagonista de um novo projeto de comédia do canal ABC Family. O projeto, intitulado Young & Hungry, também conta com a presença de outra estrela da Disney: Ashley Tisdale (High School Musical) que será a produtora-executiva da série.

O projeto, escrito por David Holden, gira em torno de Gabi (Osment), uma jovem blogueira mal humorada que foi contratada como chef de um jovem empresário de tecnologia de São Francisco. Gabi será franca e desajeitada e terá um senso de estilo ultrajante. Além disso, a personagem não terá apenas o dom verdadeiro para cozinhar, ela terá a capacidade de descobrir o que as pessoas querem comer.

A atriz também participou de Jonas L.A., Two and a Half Men, Cleaners além de ter feito as vozes de vários personagens em Family Guy.

Holden é produtor-executivo junto a Eric Tannenbaum, Kim Tannenbaum, Tisdale e Jessica Rhoades.

A série está em fase de pré-produção.

Com informações do Deadline.

*Este texto foi feito pela colaboradora do TeleSéries, Cynthia Piccinin.

Texto atualizado as 16h54 para correção de informações.

Baseado no game de 1980, ‘Pac-Man e as Aventuras Fantasmagóricas’ vai dos consoles às telinhas

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O jogo eletrônico Pac-Man, da Namco, que foi e continua sendo sucesso, para todas as gerações, ganhou uma versão de desenho animado. E o desenho começou a ser transmitido hoje (27), às 11h30, no canal Gloob.

Seguindo os passos do jogo, Pac-Man e as Aventuras Fantasmagóricas trará o famoso personagem amarelinho, com formato de pizza sem uma fatia, e seus amigos em missões para proteger o Pac-Mundo das ameaças de seus inimigos, os fantasmas.

O jogo da década de 1980 ficou famoso pela simplicidade em sua jogabilidade: o jogador era um personagem amarelo e deveria percorrer o labirinto atrás de todas as pastilhas, além de fugir de outros quatro fantasmas que o perseguiam. Inicialmente foi feito para Arcade, mas hoje, o game também pode ser jogado nos consoles mais atuais.

De segunda à sexta, o desenho será transmitido pelo Gloob, às 15h. Além de horários alternativos às 18h e às 21h30.

Com informações do Folha de S. Paulo.

Breaking Bad – Granite State

Data/Hora 27/09/2013, 11:09. Autor
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O último episódio a ser transmitido, apesar de bem feito e executado, como era de se esperar de qualquer Breaking Bad, não chegou a ter a movimentação e o impacto do Ozymandias ou To’hajiilee, que tiveram escopo épico e grandes desenvolvimentos. Granite State (apelido dado ao Estado de New Hampshire) teve seus momentos, mas era um episódio principalmente usado para alinhar as peças e preparar para o caos que, sem dúvida, virá no próximo domingo.

No final de Ozymandias, Walter vai embora como uma estratégia de comprar algum tempo para descobrir uma maneira de cumprir seu objetivo inicial de fornecer financeiramente para sua família após sua morte por câncer. Mesmo em face da perda de seus entes “queridos”, seu dinheiro, e todo o seu controle, Walt ainda age como se uma reviravolta fosse possível, em uma ilusão de ainda ter algum controle sobre a situação. Ainda continua a repetir feito um papagaio a palavra “família”, como se pudesse haver algum retorno depois das consequências destrutivas que se desenrolaram ao longo dessa última temporada.

Walter culpa Jack e o resto dos nazistas, ele quer vingança, a princípio para Hank, mas após meia dúzia de palavras proferidas pelo protagonista, percebe-se que sua razão principal é recuperar todos os outros barris de dinheiro que totalizam o preço de seus erros ao longo dos últimos dois anos, o trabalho de sua vida. Então o objetivo de Granite State é despir todas essas ilusões, falsas metas, até o âmago de Walter White e o que ele realmente quer: reconhecimento e significado para uma existência onde ele não é capaz de enxergar algum sentido.

Mesmo que tenha ficado evidente no último episódio, recebemos a confirmação de que o telefonema cheio de rancor e sentimentos reprimidos de Walter foi uma tentativa de inocentar Skyler sobre seu real envolvimento. E, em uma referência ao episódio “Live Free Or Die”, Walt e Saul estão frente a frente novamente, e Walter tenta o mesmo tipo de intimidação enquanto aguardam no porão. Porém, com o câncer de pulmão progredindo, ele não é capaz de continuar suas ameaças, e então Saul, reagindo à representação literal da perda de controle total de Walter, acaba por afirmar o óbvio: “Acabou”.

Skyler está com problemas com o DEA, e incapaz de fornecer a cabeça de Walter numa bandeja de prata. A casa de Marie é invadida e toda a evidência que Hank tinha juntado, inclusive fita confissão de Jesse, é levada por Jack e seu grupo. Essa é a situação que Walt deixa para trás: terror imprevisível, nenhuma pessoa que ele alegou se preocupar está a salvo da destruição que ele mesmo construiu a partir de sua arrogância. E mesmo que tenha fugido, o “rei” está preso, sem possibilidade de contato com o mundo exterior. Mas em meio de suas posses há apenas um objeto familiar: um chapéu. Agora há apenas Heisenberg.

Todd é um dos personagens mais assustadores da atualidade, talvez pela sociopatia evidente combinada com um rosto as vezes angelical ainda de menino, porém plenamente capaz de torturar e escravizar uma pessoa. A miséria que Jesse se vê em meio é imensurável, sua lamentável tentativa de fuga só poderia levar a mais tormento. Para demonstrar ainda mais a sua crueldade, Todd puniu Jesse exatamente da maneira que ameaçou na semana passada. Friamente atraindo Andrea fora de sua casa, demonstrando uma falsa preocupação, e com uma desculpa irreverente, coloca uma bala na parte de trás de sua cabeça. Isso é mais um golpe desmoralizante para Jesse, e sua última fagulha de um final feliz, sua última possibilidade de escapar de uma tragédia avassaladora acabou de se esvair. Porém, como a maioria dos personagens em Breaking Bad, Jesse já foi consumido demais pelas sombras para sair completamente ileso, mas começo a questionar (atrasadíssima) a necessidade de todo esse drama devastador e repetitivo sobre o personagem.

Walt tem duas opções: morrer sozinho em uma cabana em meio à neve em New Hampshire, totalmente esquecido e perdido para o mundo, ou em uma batalha travada com M60 e uma capsula de ricina. Sabemos qual foi sua escolha, mas foi interessante ver essa bifurcação que Walter White estava encarando. O peso das informações sobre o estado que sua família está, e o fato de seu próprio filho o ter renegado quase o fizeram escolher um caminho que o guiaria para uma forma de redenção. No entanto Granite State retorna ao Technologies Gray Matter, a origem de amargura e raiva acumulada de Walter. E mais uma vez cego por orgulho, Walter toma a decisão de seguir pelo caminho mais tortuoso. Nesse momento, família e dinheiro não são mais seus motivos apenas uma soberbia descontrolada e uma necessidade de deixar sua marca antes de seu destino fatídico. Heisenberg quer marcar sua existência por grandes feitos, terríveis, mas grandes.

Breaking Bad não vai me fazer torcer por Walt. Faço minhas as palavras de Walter Jr. quando ele gritou com seu pai por telefone (Essa foi a minha catarse). Mas eu vou defender a decisão do show ao fazer Walter deixar o copo de uísque para traz voltar Albuquerque. Sua essência é amarga, não havia sentido nenhum em traçar um caminho de redenção para o personagem. Apenas uma coisa lhe resta agora que todos os laços com a sua família foram cortados e que o dinheiro parece ser uma apenas uma pilha de peso morto: conseguir o reconhecimento através de uma forma sádica de sair por cima.

Person of Interest – Liberty

Data/Hora 27/09/2013, 10:28. Autor
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Person of Interest é, no momento, a série de TV de que mais gosto. Poderia desfiar uma porção de motivos, desde a qualidade dos atores principais até o desenvolvimento das histórias. E isso seria somente o começo. Então, para ser honesta, Liberty foi um tanto decepcionante.

Foi a season premiere mais fraca das três temporadas. Isto em um momento em que cada episódio de cada programa tem que hipnotizar ou seduzir, já que ao que tudo indica, a competição pela audiência, este ano, será acirrada.

Não me recordo de um episódio sequer em que algo tenha me incomodado a ponto de achar que não cabia no argumento da série, no roteiro, na atitude de algum personagem; não me recordo de uma cena ou de uma fala que não coubessem em um exato momento do desenvolvimento da história. Mas se, para bem ou para mal, tudo tem uma primeira vez, Liberty foi esse momento para Person of Interest.

Desde a temporada passada incomoda-me o pouco aproveitamento do personagem de Kevin Chapman. O detetive Fusco foi relegado a um segundo plano, como se ao personagem coubesse somente entrar em cena para dar a deixa para o personagem principal. Um erro, já que ele pode ser tão complexo quanto Finch ou Reese. Em Liberty, a cena em que ele desarma uma bomba foi, no mínimo, forçada demais. E a seqüência em que os bad guys tentam acioná-la foi, no mínimo, clichê demais. Sequências extravagantes não me parecem soluções adequadas.

Outro ponto negativo de Liberty foi o excesso de personagens. Gosto de Sarah Shahi, mas Samantha Shaw ficou sobrando no episódio. Um Reese é suficiente. Mas, contrassenso, as cenas com a personagem ficaram boas. Shaw precisa de um espaço e de um lugar próprios: nem tanto Reese, nem tanto Zoe. Tarefa para a equipe criativa.

E chegamos a Root. Como seria possível a “Máquina” não se apaixonar por ela? Diante de uma devoção sem medida, como ela poderia ser ignorada? Já que neste primeiro episódio as cenas com o personagem não disseram a que vieram, resta saber também qual será o seu papel na história.

No conjunto da obra faltou a marca de Jonathan Nolan. O dilema filosófico, político ou social subliminarmente instalado em cada história contada. E aquele coelho tirado da cartola aos 45 minutos do segundo tempo, que provoca uma prorrogação e produz os momentos mais emocionantes do jogo. Aquela sensação de que a história realmente não acaba quando termina, e nossos olhos e instintos devem ver mais do que é mostrado. Por isso a melhor parte ficou por conta de Elias e a discreta posse do butim disputado o episódio todo.

Peço desculpa aos leitores desta review e aos fãs da série. Não estou sendo honesta na nota dada. Acho que no padrão de Person of Interest, o episódio merecia pelo menos meio ponto a menos. Mas vou dar um voto de confiança, senão à equipe criativa, pelo menos para minha esperança, torcendo para que Liberty tenha sido somente um deslize e que na próxima semana tudo irá voltar ao normal.

Revolution – Born in the USA

Data/Hora 27/09/2013, 09:38. Autor
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Foi bom, mas não tão bom quanto poderia ter sido.

Após exatos 116 dias de hiatus, a série que terminou sua primeira temporada com uma bomba – literalmente – retornou para seu segundo ano trazendo um cenário bastante diferente do mostrado na finale. O grupo chave do seriado está agora separado, e apesar de a ideia do episódio ser o choque inicial e a explicação gradual durante seus 42 minutos de duração, achei que ficou um roteiro muito confuso.

Eis a situação criada para baquear o público: Miles, Rachel e Aaron estão juntos, fixos em uma cidade no Texas, e agora acompanhados do pai de Rachel, Gene. Charlie debandou do grupo e foi viajar sozinha – curtir a vida adoidada –  é mais ou menos isso – na Nação das Planícies. Tom e Jason Neville estão longe de todos a procura de Julia (esposa de Tom e mãe de Jason).

Miles e Rachel estão uma chatice só. Depois que os dois se fixaram, a coisa começou a ficar enjoadinha: temos uma Rachel quebrada, devastada pelo lance da bomba que o Randall acionou e ela não conseguiu fazer nada sobre no fim da primeira temporada. Rachel, querida, não foi sua culpa – apesar de você ter sido quem religou a energia -, você estava presa numa sala de vidro blindado! É triste? É, mas get over it! Não dá pra fazer mais nada! Contribuindo para a chatice, Miles está todo sem sal porque não pode ficar com a Rachel. “Bad things happen when we’re together”. Argh, cara, corta essa. Esse climão do Miles se deve, principalmente, ao protecionismo extremo de Gene – pois é, ele disse pro Miles que tudo o que a Rachel não precisava era do cara errado agora, devido à barra pesada emocional pela qual a moça está passando devido ao lance das bombas, etc. Mas o Miles tá abaixando a cabeça muito fácil pro “sogrão”. Querido, TEM QUE PROVAR QUE TU É O CARA CERTO! Não adianta enfiar o rabo entre as pernas e ir embora que NÃO VAI RESOLVER!

Um adicional aqui pro Gene, que apesar de fazer com que a relação Rachel x Miles fique mais chata, é um cara nota dez. É compreensível que ele queira proteger a filha, e o fato de ele salvar todo mundo – é, porque ele é médico – é muito legal.

Aaron, como sempre, é o gentleman mais fofo de todos os universos, e também é um dos personagens cruciais do episódio, mas isso é coisa pra mais tarde; merecidamente, Aaron Pittman agora tem uma sra. Pittman que não é a Priscilla (OBS: A nova sra. Pittman me pareceu familiar, mas não tenho certeza se a familiaridade foi com a personagem ou com a atriz, e não sei se ela já tinha aparecido na primeira temporada, mas acredito que não).

Charlie teve pouca participação no episódio – por isso hei de resumi-la nesse parágrafo -, e pegou o barman. É, é verdade, pegou mesmo. E o moço é ex soldado da milícia. Conversa vai, conversa vem, o barman bonitão conta pra ela que viu o Monroe por aquelas regiões, e ela vai procurá-lo. Encontra-o em Vegas (sim, Vegas), onde trabalha como lutador sob o pseudônimo de Jimmy.  Ao descobri-lo, Charlie tenta matá-lo – de forma bastante inteligente, até. Atrai a presa para a armadilha através de um mensageiro e espera pacientemente -, mas não consegue: uns caras não identificados raptam Monroe antes que a flecha atinja o peito da presa, e aí acabou a parte da Charlie. Apesar de não parecer, foram cenas legais de assistir, e foi revoltante ver o Monroe ser movido da área alvo do tiro, porque ia acertar lindamente. (OBS: Alerta de referência –  quando Charlie entra em Vegas, a primeira coisa que ela escuta é um cara anunciando uma apresentação do David Schwimmer em uma das tendas. “The last living Friend!”. Preciso nem comentar que achei lindo, amei e fiquei voltando e vendo de novo.)

Os Neville, longe que só em Savannah, na Georgia, procuram por Julia, que após a ativação rápida da energia e desligamento, desapareceu do mapa. A participação dos dois também é curta, passam a maior parte do tempo com a foto dela na mão, perguntando para as pessoas se alguém viu a jovem senhora. Depressivo, Tom – de barba grande – ameaça se matar, e o filho o impede. Quando um navio lindo maravilhoso e perfeito com a bandeira dos Estados Unidos hasteada chega ao acampamento, trazendo oficiais do governo do extinto país unificado, Tom Neville encontra um novo propósito para sua vida –  não se sabe exatamente qual porque não é dito, mas provavelmente se aliar aos Estadunidenses. Ah, e sim, o presidente está a caminho da Casa Branca, que está com a fachada toda coberta de trepadeiras (uma das cenas iniciais mostra isso, é bem legal).

De volta ao Texas, Miles resolve deixar a cidadela em que está vivendo com Rachel e Aaron e Gene. A Rachel até tenta fazê-lo ficar – umas das cenas românticas mais sem sal que eu já vi na vida, porque fica muito obvio que ela o quer, na cama dela, agora, e ele quer o mesmo, mas eles só se olham com aquela cara de cachorro que caiu da mudança, e o Billy Burke demonstra o que aprendeu com a Kristen Stewart nas gravações de Crepúsculo fazendo aquela cara de peixe morto inesquecível dela -, mas não consegue. Pois bem, ele vai embora, mas uns cinco minutos depois de sair da cidade, em um milharal (bom, parecia um), é atacado por um cara que brotou do chão. Aí, o nosso herói passa a espada na garganta do cara, mas depois o leva para a cidade, pra ver se o Gene consegue fazer alguma coisa. E resolve ficar, porque não pode deixar a cidade desprotegida. O lance é que esse cara não é só um, ele é vários. Não, espera. É um, mas tem muitos outros que nem ele que vão atacar a cidade – lê-se aqui o Miles e o Mason, que é o xerife. Depois de o Mason ser nocauteado com um pedaço de madeira e o Miles ficar no meio da rodinha dos caras, eles entram na cidade. Esses caras são importantes, lembrem-se deles.

Enquanto o Miles banca o herói, a Rachel fica lá, imersa em culpa e lembranças, e o Aaron começa a ver vagalumes, muitos vagalumes, vagalumes estranhos, computadorizados – perdão, tive de colocar isso aqui. O bicho é tão computadorizado que é mais perfeito do que um vagalume de verdade.  O enxame de vagalumes, de início, encanta, mas depois causa um estranhamento em Aaron – é que é grande mesmo -, que acredita que os vagalumes significam alguma coisa sobre a energia ou querem passar alguma mensagem. Ele comenta com a Rachel sobre isso, mas ela, apesar de intrigada, não acha que tem a ver os insetos com a energia.

Retomando: lembram-se dos caras que eu disse que eram importantes? Taí, eles gostam de matar as pessoas. Depois do ocorrido com os vagalumes, na noite seguinte, Aaron fica olhando pela janela. A esposa o chama para dormir e, antes que nosso querido gênio possa chegar ao quarto, a escuta gritar. O seu herói interior é despertado, e Aaron corre para defender sua amada. Mas se dá mal. *lágrimas* O cara mau corta o peito do Aaron de fora a fora com a espada e, por mais que Rachel e Gene tentem salvá-lo, é o triste fim do Sr. Pittman. Sério agora, foi um dos pontos cruciais e mais tristes do episódio, e foi algo que eu nunca pensei que fosse acontecer. Façamos um minuto de silêncio pela alma da personagem mais nobre do seriado. (um minuto aqui). A esposa, obviamente, entra em desespero – senti uma certa identificação com ela, visto que o Aaron era um tanto parecido com o meu amado, e me senti muito mal por ela e por toda a situação. Não sei se, eu, no lugar dela, aguentaria passar por isso. A morte do Aaron me devastou, de verdade -, e tem de ser arrastada para longe do corpo do marido.

O bonito é que, depois da morte do Aaron, a viúva Pittman está lá, de luto, olhando para a varanda, e o enxame de vagalumes aparece para ela. Concordo com o falecido que, definitivamente, os bichos querem dizer algo. Daí até no fim do episódio, ocorre só mais uma coisa: o Aaron revive. É, GALERA! ELE NÃO MORREU. Bom, eu acho que não, ele dá um suspiro mucho loco e aí acaba o episódio.

A história do episódio teria sido 100% excelente se não fosse pela moscamortice do Miles e da Rachel. Além disso, o que prejudicou foram as diversas mudanças repentinas de local e de tempo: o episódio se passa seis meses após a rápida reativação da energia, e durante o mesmo, diversas imagens de momentos como a partida de Charlie – entre o momento atual e o ponto final da primeira temporada – são mostradas. Sim, tem a legenda falando a localidade, quando aparece pela primeira vez, e o tempo, quando muda, mas esse ir e vir me incomoda bastante. Digo, se é para as coisas serem explicadas aos poucos, explique-as dentro da história. Ficar indo e voltando confunde demais, faz com que o espectador fique pouco atraído pelo episódio.

Outra coisa a ser comentada também é o estado dos figurinos e dos cabelos. Gente, o que é que fizeram, entre outras coisas, com o cabelo perfeito da Charlie nesse episódio? De todos os cabelos e figurinos que não curti, o cabelo da Charlie foi o que mais me doeu. Tudo bem, faz completo sentido estar todo mundo com a aparência meio ferrada, mas é incoerente com cenas da primeira temporada em que estavam todos lindamente arrumados após passarem dias andando pela mata atrás do Danny. Já que começou incoerente, deixa incoerente e visualmente agradável, né?

Voltando ao roteiro e à história, eis o balanço final da situação: República Monroe e Georgia acabaram um com o outro, virou terra de ninguém; as outras repúblicas e confederações estão de boa, tirando a Filadélfia, que ficou arrasada com a bomba. O governo Norte Americano vai voltar a vigorar, agora que a Big Apple e D.C. são terra de ninguém. A LUZ NÃO VOLTOU PRA FICAR, foi só rapidinho, pro Randall poder explodir a Filadélfia. Tá todo mundo separado, os vagalumes querem dizer algo e o Aaron tem que decidir se vai ou se fica.

Até a próxima semana, revolucionários!

Destaques na TV – sexta, 27/9

Data/Hora 27/09/2013, 09:24. Autor
Categorias TV Brasil

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Finais de temporadas dominam a noite de sexta-feira. Mas nem tudo é tristeza. Confira os destaques do dia!

Red Widow em seu episódio final mostra Marta arquitetando sua vingança.

O futuro do Sunday Sun está em balanço neste final de temporada, mas Lowdown (Um Jornalista Sensacionalista) volta na próxima sexta com a estreia da segunda temporada.

Não é fácil essa vida de ser um Deus em The Almighty Johnsons (O Poderoso Johnsons). Pelas minhas contas a série deveria terminar amanhã – pois são 13 episódios – porém a grade da +Globosat promete encerrar a exibição hoje.

Confiram os destaques na TV para hoje.

AXN
Red Widow – 22h (ep 1×08) SEASON FINALE

+GLOBOSAT
Lowdown , Um Jornalista Sensacionalista – 22 h (ep 1×08) SEASON FINALE
The Almighty Johnsons / O Poderoso Johnsons – 0h – (ep 2×12) SEASON FINALE

WARNER
Golden Boy – 22:50 h (ep 1×06)

HBO FAMILY
The Haunting Hour – 19:30 h (ep 3×17)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Mad Maria – 23h10 (de segunda a sexta)

Bom final de semana!

Primeiras Impressões – Agents of S.H.I.E.L.D.

Data/Hora 26/09/2013, 23:39. Autor
Categorias Preview

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Agents of S.H.I.E.L.D. carrega dois nomes de peso, o de Joss Whedon (Buffy, Angel e Toy Story) e o da Marvel. E justamente por isso sua estreia era uma das mais aguardadas da Fall Season. Pode-se dizer, depois desses quarenta e tantos minutos – que passaram voando -, que não esperamos em vão.

Genialmente – e para deixar os fãs dos filmes da Marvel felizes e satisfeitos – a história começa retomando os acontecimentos do filme The Avengers (Os Vingadores), e logo após a “batalha por Nova York”.

E antes de mais nada preciso confessar que logo que vi a chamada do seriado achei que o mesmo mal havia começado e já havia “pulado o tubarão” (quem não conhece a expressão? Quer saber mais sobre ela? Leia esse post das antiiiiigas) pois o agente Phil Coulson (Clark Gregg), morto durante Os Vingadores, retorna da tumba no melhor estilo Tony Almeida (24). E a explicação, a princípio, não foi nada convincente: apesar de Coulson ter sobrevivido ao ataque de Loki, tal fato foi escondido pelo diretor Nick Fury (Samuel L. Jackson) para dar a união que faltava a equipe dos Vingadores.

Uma explicação risível, que ainda foi coroada com a justificativa de que o agente Coulson teria ficado de molho no Taiti durante “a batalha de Nova York” por ordens de Fury. Contudo, nem tudo é o que parece, e a série logo de cara dá um belo passo quando Maria Hill (Cobie Smulders, reprisando seu papel do filme) afirma que Coulson nunca poderia saber a verdade sobre sua salvação.

Assim a série limpou a barra de uma trama que poderia ser forçada, criou um mistério que chamou a atenção e ainda conseguiu inserir o único personagem carismático do filme dos Vingadores (Coulson) economicamente viável de ser trazido para série, pois o papel poderia ser reprisado pelo mesmo ator.

Mas o mais importante para o seriado é que a volta de Coulson do Taiti tem uma motivação: criar uma organização nível 7 dentro da S.H.I.E.L.D. (Strategic Homeland Intervention Enforcement Logistics Division – Divisão de Intervenção Interna Estratégica de Logistica e Aplicação da Lei) para resolver casos de novos super-heróis e demais ocorrências os envolvendo.

No piloto – e como não poderia ser diferente – ainda fomos apresentados ao grupo “nível 7” da S.H.I.E.L.D: agente Grant Ward, que será os ‘músculos’ do time; a misteriosa agente Melinda May, que fazia trabalho burocrático e foi recrutada para ser a “piloto do ônibus” -, mas logo de início ficou claro que sua capacitação vai bem além de dirigir um jato ultrassecreto; e os cientistas – um salve para os geeks de plantão” e agentes Leo Fitz e Jemma Simmons.

O inimigo do grupo – nem tão hostil assim, como descobrimos logo na sequência – também foi pauta do episódio: o grupo Maré Crescente, liderado pela hacker Skye, que acaba se envolvendo com a investigação do primeiro caso do grupo de agentes: o descontrole de um “herói encapuzado” que salva uma mulher de um prédio em chamas.

Depois dos caminhos de ambos os grupos – já não antagônicos – se cruzar, não demora muito para termos certeza que Skye será a última integrante do time de Coulson. No final das contas, o inimigo a ser combatido não era a Maré Crescente, mas sim um grupo – que podemos chamar de Centopéia, por falta de nome melhor – interessado em formar novos heróis (isso superficialmente. É claro que a coisa toda é bem mais complexa do que aparentou nesse primeiro episódio).

Tive o prazer de ver o episódio piloto em HD, e além da trama competente, posso afirmar que a qualidade das imagens e das cenas de ação não deixa nada a desejar aos filmes da franquia Marvel. Mas nem tudo são flores. Já tivemos dezenas de séries sobre super-heróis, algumas até mesmo da Marvel: O Incrível Hulk, O Espetacular Homem-Aranha, Blade e Mutant X, além de diversos desenhos. Além disso, já vimos essa temática ser abordada em outras séries fora do universo Marvel, como como Heroes e No Ordinary Family, e até mesmo algumas mais densas como Alphas e The 4400. Isso para não citar as séries da DC (Lois and Clark e Smallville, dentre outras).

Enquanto algumas séries tiveram relativo sucesso, outras foram um fracasso retumbante. E o pior para Agents of S.H.I.E.L.D. é que nenhuma delas estreou com expectativas tão elevadas por parte do público. Se o seriado não ousar, inovar e manter a qualidade do piloto – quem sabe até aumentá-la – isso pode ser um grande ponto contra ele.

Além disso, ao meu ver, a Marvel repete o mesmo erro das franquias no cinema. Enquanto a DC consegue explorar muito bem os dramas sociais e problemas emocionais de seus heróis (vide a Trilogia Batman de Christopher Nolan e o último Superman), a Marvel novamente entrega apenas entretenimento – ainda que de altíssima qualidade -, e acaba ficando um pouco abaixo da concorrente quanto ao desenvolvimento dos personagens e dos dramas inerentes a eles. A trama do “encapuzado” e seu filho não comove nem um pouco.

Apesar disso a série foi brilhantemente construída, bem integrada as franquias do cinema, vide as citações à Torre Stark, aos raios gama, à agente Romanoff (Scarlet Johansson), aos alienígenas (como Thor e os asgardianos) e a todos os acontecimentos dos filmes. E isso foi um ponto extremamente positivo, que fala diretamente com o coração dos fãs.

Acredito que a série será um tremendo sucesso e seu piloto entrega exatamente o que promete, mas ainda acho que falta a Marvel arriscar e dar um passo além, para dar mais complexidade e densidade as suas histórias.

E você, o que achou da estreia de Agents of S.H.I.E.L.D? Não deixe de comentar sobre suas impressões. E não esqueça: o TeleSéries acompanhará a série semanalmente. Então, até semana que vem.

Grr Argh – O legendário mascote da Mutant Enemy, produtora de Joss Whedon

Data/Hora 26/09/2013, 23:27. Autor
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Um mutante. Um bichinho medonho, sem cuidado no acabamento, mas com um carisma gigantesco conquistou os fãs da Mutant Enemy Productions, a empresa de produção criada em 1996 por Joss Whedon, para que ele pudesse desenvolver a série Buffy – A caça vampiros.

Quando os primeiros episódios da série foram ao ar, essa figura quase mística chamou a atenção dos telespectadores. E com o seu gemido gutural característico criou, ele mesmo, uma legião de seguidores.

Em Buffy, a criatura era quase um personagem, aparecendo discretamente em uma das cenas do seriado. Na versão quadrinhos da série, o mutante apareceu no “episódio” intitulado Swell como logo de uma produção fictícia. Alguém lembra dele?

Dá uma olhada nas variações do mascote da Mutant Enemy ao longo da série Buffy.

 

A Mutant Enemy Productions também é a casa de outros projetos de Joss Whedon. Angel, Firefly, Dollhouse, e claro,  Dr. Horrible’s Sing-Along Blog, todos eles, ganhavam ao final de cada episódio a celebre participação do mutantezinho.

Mas houve um dia que ele passou de coadjuvante para ser a estrela do momento. A animação Chicken Robot decidiu dar ao morto-vivo mais do que alguns segundos de fama.

 

Acho que todo mundo um dia já imaginou como seria a vida do tal inimigo mutante. Agora, com o retorno da Mutant Enemy ao mundo das séries com o já sucesso Agents of S.H.I.E.L.D., esperamos vê-lo por muito – e muito – tempo.

Confira quais produções fazem parte da M.E.P..

Produção Formato Ano
Buffy – A caça Vampiros Seriado 1997–2003
Angel Seriado 1999–2004
Firefly Seriado 2002
Dr. Horrible’s Sing-Along Blog Websérie 2008
Dollhouse Seriado 2009–2010
Comic-Con Episode IV: A Fan’s Hope Documentário 2012
O Segredo da Cabana Filme 2012
Agents of S.H.I.E.L.D. Seriado 2013-

Se você também é apaixonado por esse mascote, veja uma série de homenagens dos fãs do mutante, escolha uma ideia e mãos à obra!

Confira dois teasers da segunda temporada de ‘The Following’

Data/Hora 26/09/2013, 22:23. Autor
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Apesar de a estreia da segunda temporada de The Following estar um pouco distante – ela só acontecerá em janeiro de 2014 – o site Entertainment Weekly divulgou dois novos teasers exclusivos da série.

Os dois vídeos são rápidos, mas deixam os fãs de Joe Carroll na expectativa por novidades. O primeiro deles fala sobre uma nova face do mal que será descoberta em breve, já o segundo revela que o próximo capítulo da história mudará tudo.

Confira os vídeos abaixo:

A nova temporada de The Following contará a história a partir de um ano após os eventos ocorridos na season finale do primeiro ano da série. O seriado também contará com participações especiais de J.D. Williams, Tehmina SunnyKeith CarradineJessica Stroup, Tiffany BooneValerie CruzConnie Nielsen e Carrie Preston.

A nova temporada da série vai ar em janeiro de 2014 pela Fox. Já aqui no Brasil, a série é transmitida todas as quintas às 23h pela Warner.

Com informações do EW e do Spoiler TV.

Atriz de ‘Ugly Betty’ é escalada para episódio em ‘Revenge’

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Ana Ortiz, a Hilda Suarez de Ugly Betty, estará presente na terceira temporada do drama Revenge, sucesso do canal ABC e Sony. Assumindo o papel de Bizzy Preston, uma destemida especialista em relações públicas, ela será trazida por Conrad para trabalhar no controle de danos para os Graysons.

NOTÍCIAS | Revenge: veja fotos de Victoria e Patrick e sinopse do primeiro episódio da terceira temporada 

A atriz está escalada para somente um episódio, até o momento. Atualmente Ana Ortiz está atuando na recentemente renovada, Devious Maids, da Lifetime.

A nova temporada de Revenge também contará com outras participações especiais de Justin Hartley (Smallville) como filho perdido de Victoria (Madeleine Stowe), Karine Vanasse (Pan Am) como uma mulher de negócios e conhecida de Daniel (Josh Bowman) e Diogo Morgado (The Bible), como o doutor Jorge Velez.

Ansioso para a estreia da nova temporada? Então, confira o trailer da terceira temporada de Revenge:

 

Revenge volta para sua premiere da terceira temporada no dia 29 de setembro, domingo, na ABC.

Com informações do TV Line

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