Destaques na TV – sábado, 28/9

Data/Hora 28/09/2013, 12:13. Autor
Categorias TV Brasil

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O mundo de Grace desmorona quando sua família continua em perigo, e ela faz uma tentativa desesperada de resolver o seu papel em ambos os mundos no episódio final de The Mob Doctor.

Treat Williams (Everwood) participa no episódio de White Collar.

Confiram os destaques para sábado.

FX
The Office – 8 h (ep 9×07)
The Office – 8:30 h (ep 9×08)

FOX
The Mob Doctor – 10 h (ep 1×13) SERIES FINALE
White Collar – 12h (ep 4×07 – leia o review)
New Girl – 18 h (ep 2×20)

UNIVERSAL
Rookie Blue – 17 h (ep 3×04 – leia a review)

+GLOBOSAT
O Último Policial (The Last Cop) – 22 h (ep 2×04)
O Barco (El Barco) – 0h (ep 1×01 -exibição diária) REPRISE

TV BRASIL
Os Pequenos Crimes de Agatha Christie – 22h30, 8o episódio

Até amanhã !

‘Dexter’: o cara dos donuts!

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O último domingo (22) deixou milhões de fãs órfãos de um dos grandes ícones da televisão norte-americana nos últimos tempos. Há oito anos, Dexter entrava em nossas casas para contar a nada convencional história de um analista forense e o seu Dark Passenger (Passageiro Sombrio) – o secreto alter ego de Dexter Morgan (Michael C. Hall), o carismático e misterioso serial killer de Miami Beach. Com abertura e trilha sonora marcantes, o piloto, em 2005, delineou os primeiros passos de uma série irreverente e polêmica, que conquistou o público e bateu o recorde de audiência do canal Showtime, com impressionantes 2,8 milhões de espectadores em seu episódio de despedida.

 

Em um constante e conflituoso intercâmbio entre o desejo de matar e a necessidade de manter uma aparência “normal”, Dexter calçou a sua vida adulta nos ensinamentos do Harry’s Code. O código, baseado numa série de normas e valores, foi ensinado por Harry (James Remar), o pai adotivo de Dexter – e uma das pessoas mais importantes na história do psicopata –, o qual ensinou ao filho como controlar o seu Passageiro Sombrio e, também, a conviver normalmente com as outras pessoas, em especial às mais próximas, como a irmã Debra (Jennifer Carpenter). Na trajetória de humanização de Dexter, Harry ensinou ao rapaz a não ser uma ameaça para os cidadãos comuns, mas sim para outros assassinos, fazendo com que as mortes executadas por ele não fossem em vão. Ou seja, era quase como se Dexter fosse o matador da justiça. E claro que nós, ansiosos ao desfecho de cada caso, acabamos levantando a bandeira do herói. Ou vai dizer que o seu coraçãozinho não saia pela boca quando Dexter estava em apuros?

Harry Morgan (Popping Cherry, s01e03):

“Quando você tira a vida de um homem, você não está apenas o matando. Você está apagando todas as coisas que ele poderia ser. Como um policial, eu apenas aponto a minha arma para salvar a vida – esse é o código que eu vivo. Matar deve servir a um propósito. De outra forma, é apenas um plano de assassinato.”

A desconhecida dupla identidade de Dexter, que transita entre a sua personalidade psicótica natural e a fingida rotina padrão de bom profissional – e, também, pai de família, com o desenvolvimento da história – é o que mantém o gancho da série. A cada temporada, um caso principal desafiava os rituais e métodos de trabalho do serial killer. Cada um dos assassinos mostrava e desconstruía pedaços da história de Dexter. É quase como eles, no decorrer dos anos, estivessem planejados para, aos poucos, revelar a verdadeira face criminosa do analista – a qual, nem mesmo ele compreendia completamente.

“Talvez haja um lugar para mim nesse mundo…apenas como eu sou.”

Entre descobertas da história de sua vida, assassinatos muito bem planejados e diversos desafios, o sangue frio e a falta de noção de convivência de Dexter foram motivos de cenas tanto trágicas como engraçadas. A eterna expressão indecifrável e enigmática marcada pela atuação única de Hall, ao longo dos anos, deixou Dexter imortalizado como um personagem inquieto, sombrio, mas estranhamente alegre e satisfeito, sempre lutando com seus monstros psicológicos e guardando cada uma de suas pequenas vitórias de sangue dentro do ar-condicionado da sala de estar.

“É comum da natureza humana guardarmos alguns segredos sobre nós mesmos. Eu tinjo meu cabelo. Eu assisto pornografia na internet. Mas e se toda a sua vida fosse um segredo? Uma mentira. E expor a verdade poderia destruir tudo aquilo que você é. O que você faz? Foge?” (Dexter, em Are You…? – s07e01)

Para manter tanta energia e focar nas suas matanças arquitetadas, em pelo menos uma coisa Dexter soa como um reles mortal: o apreço por boa comida! Se há outra coisa em que o analista forense é especialista, além de sangue, é em comer bem – especialmente quando está dirigindo! Entre seus planejamentos, conversas solitárias e, até mesmo na chegada da cena dos crimes, Dexter está sempre beslicando uma coisinha aqui ou ali. Mas, além das delícias culinárias, o que ele parece mais apreciar na comida é a facilidade com que ela o ajuda a se esconder das outras pessoas. Em oito anos de mortes, investigações e relações tensas, um prato ficou famoso no Departamento de Polícia do Condado de Miami-Dade: donuts (huuuum! Aquelas rosquinhas fritas deliciosas!). Sob a máscara de bom moço, Dexter escondia seu lado antissocial e nada ordinário com muitas caixas quentinhas do Sadie’s Donuts. A cada novo caso surgia a necessidade de colocar em prática suas habilidades de bate-papo com os colegas e, para isso, o analista-serial killer nem tinha dúvidas: ele era Dexter, the donut guy (o cara dos donuts). E, hoje, ele vai dividir essa sobremesa deliciosa com a gente para mais uma receitinha do Teleséries.

Afinal, é donut ou doughnut?

Aqui no Brasil, conhecemos bastante a palavra donut que, na verdade, é apenas um diminutivo de doughnut, o nome tradicional da receita. A origem da palavra formada por “dough” (massa) + “nut” (nozes) é creditada à forma como esse doce era feito em seus primórdios. Então, para a gente entender um pouquinho, senta que lá vem a história (haha!). A origem de massas fritas, ao estilo do donut, é bastante antiga, remontando, inclusive, influências dos povos Romano e Grego, que fritavam suas massas de pastelaria e as condimentavam com mel ou, até mesmo, molho de peixe. Mas o donut como conhecemos hoje, que se espalhou como febre nos Estados Unidos no século XX, chegou aos norte-americanos através dos imigrantes holandeses. Eles tinham um prato chamado olykoeks (ou “oil cakes” – bolos de azeite), que consistia em bolas de massa fritas em banha de porco. Como o centro do bolo nem sempre ficava cozido como a parte de fora, os holandeses serviam os olykoeks recheados de frutas ou nozes, pois eram produtos que não necessitavam cozimento. Assim, uma das concepções é de que o nome tenha surgido dessa forma de fazer o pão, inserindo a “nut” na “dough”. Na metade do século XX, foi lançada nos Estados Unidos a primeira máquina automática de donuts, os quais foram anunciados como “a comida hit no Século do Progresso“. Desde então, o prato se tornou uma espécie de comfort food norte-americana, muito apreciada em lanches e no café da manhã. O formato anelado – o mais conhecido de todos – teve origem na necessidade do cozimento igual de toda a massa. O melhoramento se desenvolveu no século XIX, época que os holandeses chegaram aos Estados Unidos, através do capitão Hansen Gregory, que, a bordo de seu navio, teve a ideia de dar esse formato ao doce. Apesar de ser o tipo de donut mais famoso, os norte-americanos também os fazem em vários outros formatos, inclusive o modelo antigo da massa inteira com recheios, que lembra o nosso famoso sonho brasileiro.

Doughnuts de Dexter

Ingredientes:

10g de fermento biológico seco

¾  xícara (chá) de leite morno

3 xícaras (chá) de farinha de trigo

½ xícara (chá) de açúcar

2 colheres de manteiga/margarina

1 ovo inteiro

1 pitada de sal

1 colher (sopa) de extrato de baunilha

Óleo para fritar

Coberturas e confeitos a gosto

Modo de fazer:

1. Dissolva o fermento no leite morno e deixe descansar por cerca de 10 minutos.

2. Em uma tigela, misture todos os outros ingredientes, exceto o óleo e as coberturas, para fazer a massa.

3. Adicione o fermento e trabalhe a massa, sovando bastante até que fique lisinha, sem grudar nas mãos. Deixe descansar por 1h.

4. Abra a massa com auxílio de um rolo, na espessura de um dedo.

5. Molde os anéis com um cortador ou um copo. O tamanho do donut dependerá do diâmetro de corte. Para um donut grande, sugiro a largura do bocal de um copo de uísque. Faça o furo do centro com com o auxílio de um cortador ou uma tampa de plástico.

6. Depois de moldar a massa, deixe descansar por mais 30 minutos.

7. Então, chega a hora de você escolher: donut frito (tradicional) ou assado. Eu fiz das duas maneiras.

– Para o frito: aqueça o óleo em temperatura média (se estiver muito quente, o donut irá tostar e não cozinhará bem). Frite as massas dos dois lados, de forma que doure igualmente. Escorra a gordura com auxílio de  uma escumadeira e coloque os donuts em um refratário forrado com papel absorvente.

– Para o assado: espalhe as porções de massa em uma assadeira untada com óleo. O tempo de forno é cerca de 25 minutos, em temperatura média (180ºC a 200ºC) – na metade do tempo, você pode virar a massa para tostar dos dois lados.

8. Decore os donuts com a cobertura que você desejar.

E é só se lambuzar comendo! Você vai reparar que, durante a fritura ou o cozimento, a massa vai crescer mais um pouco, deixando o donut bem aerado e fofinho. Apesar do tipo frito ser o original, me atrevo a dizer que gostei mais do assado (bem mais saudável). Você pode, também, cortá-los ao meio e rechear. Nessa hora, deixe a criatividade rolar e não esqueça de usar aquele recheio que você mais gosta. Eu fiz vários com creme de avelã, açúcar e canela e leite condensado – ficou simplesmente uma delícia! Se você preferir, o donut sem cobertura nenhuma também é muito bom, parece uma rosquinha. A dica para acompanhar esse belo pão doce é o café preto, bem à moda norte-americana. Ah, outra ideia é variar nos tamanhos, fazer alguns pequenos, outros médios e os grandes. Ao total, nessa tripla divisão, minha massa rendeu cerca de 20 donuts.

E é só aproveitar! Se você ainda não conhece Dexter, sinta-se mais do que convidado a ocupar um bom lugar no sofá e dar o play – muito bem acompanhado pelos seus saborosos donuts!

E como diz Vince Masuka (C.S. Lee), é sempre bom lembrar: “O tipo de donut escolhido diz muito sobre um homem”. 🙂

Elementary – Step Nine

Data/Hora 28/09/2013, 12:09. Autor
Categorias Reviews

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“Londres é sempre uma cidade diferente”, foi assim que Sherlock Holmes (Jonny Lee Miller) definiu a cidade européia pouco antes de atravessar o Oceano Atlântico e voltar para casa – a capital da Inglaterra.

O episódio de Elementary que se passaria em Londres foi amplamente divulgado pela CBS, mesmo antes da primeira temporada chegar ao fim, no primeiro semestre de 2013. Elementar: Holmes finalmente retornaria para a o 221B, endereço pelo qual todos o conhecem há décadas, seja nos livros ou filmes. Quando Elementary estreou, em 2012, a maior crítica feita à série – depois de transformarem “o” Watson em “a” Watson, claro – foi justamente terem feito o famoso detetive tipicamente britânico se mudar para Nova Iorque, provavelmente, a cidade mais americana que existe.

Pois bem. Essa semana Holmes esteve de volta ao lar, doce lar. Porque, apesar de durante todo o primeiro ano do programa terem explorado o fato de que o detetive deixou o velho continente caído em desgraças, Sherlock estava feliz em voltar à capital inglesa, simplesmente por ser um homem novo. Que ele é um homem novo, a gente sabe – e talvez Conan Doyle até se revire no túmulo por isso. Mas Doyle era britânico, apegado à tradição, e a gente, enquanto espectador, pode, sim, deixar que esse “novo” detetive caia nas nossas graças. Mesmo gostando das mudanças que a CBS fez, confesso que quando descobri que Holmes voltaria para Londres, meus olhos brilharam com a possibilidade de ver o personagem de Lee Miller interagir com alguma coisa que fosse clássica à literatura do detetive. A verdade é que não foi.

Para começar, o 221B tinha tijolos verdes por fora, o que achei horrível esteticamente. Mas isso não vem ao caso. Depois, quando ele entrou no apartamento, ele tinha uma mobília moderna, até refinada e aí meu coração partiu. Gente, mexam com Sherlock Holmes, mas não mexem com o 221B, por favor! Lugar sagrado. Tradicional. Então, explicaram que aquelas coisas, na verdade, não eram de Sherlock, mas do irmão dele, Mycroft, que havia se instalado na ex-moradia do detetive. Outro nome conhecido da literatura – porque, até então, os únicos personagens da série também conhecidos dos livros eram Watson e Gregson, que nada tinham a ver com o que Doyle criou, já que Watson originalmente era um homem e Gregson era britânico, da Scotland Yard, e tinha alguma rivalidade com Lestrade (este também apareceria no episódio minutos mais tarde).

Voltemos ao Mycroft. Na versão da CBS, ele é um homem com cara de psicopata, dono de restaurante, esteve muito doente e quer fazer as pazes com Sherlock. Porque, se Sherlock é mais humano na versão da CBS, Mycroft também haveria de ser. Achei que a relação dos dois fosse ser mais explorada, que alguns conflitos intensos fossem ser colocados, mas não. A doença amoleceu o coração de Mycroft, que só precisou destruir (com uma bomba caseria, há!) as coisas de Sherlock para perdoar o irmão, que dormiu com a ex-noiva dele para provar que ela só estava interessada na fortuna da família (isso, sim, é um jeito bem Sherlock Holmes de provar as coisas). O detetive, por sua vez, ficou muito calmo ao ver suas pequenas relíquias indo ao ar e deu indícios de que a relação com o irmão realmente estava renascendo. Será que, da próxima vez, Mycroft vai pegar um avião rumo à Big Apple? Espero que sim, gostaria de vê-lo de novo e que essa história de irmãos pudesse ser aprofundada – e, quem sabe, alguns segredos obscuros de Sherlock nos fossem revelados?!

Já Lestrade apareceu na forma de detetive no fundo do poço, destituído do cargo e bêbado barato. É que quando Holmes foi para a reabilitação em Nova Iorque e o policial da Scotland Yard se viu obrigado, pela primeira vez, a investigar um caso de verdade. Sozinho, ele “colocou os pés pelas mãos” – como diz minha avó -, e precisou ser afastado da função. Para ajudar o amigo (Sherlock anda fazendo muitas amizades), o detetive começou a re-investigar um caso antigo de Lestrade e provou que o policial estava certo quanto ao culpado de um assassinato, ajudando-o, assim, a retomar a carreira. Nessa relação, os roteiristas também quiseram fazer uma metáfora com o vício de Sherlock: enquanto Holmes era viciado em drogas, Lestrade era viciado em holofotes e isso estava o destruindo. O que é bem interessante nos dias de hoje, soa quase como uma crítica às muitas celebridades, mas acima de tudo, a políticos e até mesmo policiais que a gente cansa de ver na TV, mais preocupados em aparecer do que em ajudar à população. Confesso que achei estranho ver Lestrade tão no fundo do poço como em Elementary, porque, talvez até influenciada por Sherlock, da BBC, eu o imaginasse mais como “um tipão”, um homem forte e bem resolvido. Achei que transformaram o personagem em um grande bobo, mas, mesmo assim, a história ao redor dele foi interessante e sentimental, como uma volta para a casa deve ser.

O episódio também mostrou vários pontos turísticos de Londres e isso foi bem bacana. Imagino que, assim como eu, muita gente sonhe em conhecer a capital da Inglaterra e a série, com certeza, não economizou ao mostrar alguns dos lugares mais famosos e bonitos da cidade. Gostei do episódio, achei genial a sacada de levarem um Holmes tão modernizado de volta para o seu antigo lar, mas acho que ficou apenas nisso: levar Holmes para a casa. Como se estivessem se redimindo pelas tantas mudanças ao enredo clássico até aqui. Poderiam ter explorado mais a relação do detetive com o irmão, com a Scotland Yard (tenho certeza que ele deixou vários inimigos por lá) e até Irene (ou seria Moriarty?) podia aparecer, mandar um bilhete misterioso, sei lá. Algo que surtisse efeito. Foi emocionante ver Holmes em Londres, mas ficou um gostinho de quero mais. Até porque, o nome do episódio era Passo 9, que é exatamente fazer as pazes com os velhos desafetos. Eles poderiam ter caprichado um pouquinho mais. Também achei que o caso policial foi resolvido de forma muita rápida, a primeira teoria de Sherlock se comprovou certeira. Gosto quando existe uma reviravolta, ele precisa lidar com imprevistos. A impressão que deu era que Holmes era um gênio e Lestrade um mero incompetente, sabe-se lá como chegou à polícia londrina… Tirando isso, foi tudo emocionante!

Uma frase que achei interessante no episódio foi quando Mycroft, na cozinha do 221B, disse à Watson: Sherlock is addicted to being himself  (Sherlock é viciado em ser ele mesmo). Engraçado porque, depois desse episódio, tudo o que tive certeza é de que Sherlock Holmes não é Sherlock Holmes (não aquele dos livros de Conan Doyle, definitivamente). E não vejam isso como uma crítica, por favor. Tenho achado esse Holmes cheio de amigos e com coração mole (que até escreve uma carta de desculpas – interrompida por Lestrade) uma delícia de acompanhar. É só mesmo uma constatação. E ponto.

p.s.¹: quem adorou ver a Lucy Liu golpeando um cara bem no comecinho do episódio, em um parque de Nova Iorque? A Alex, de As Panteras, baixou ali… Só faltou ela sensualizar e balançar aqueles cabelos longos ao vento.

p.s.²: bem que poderia ter rolado um crossover com Sherlock; um personagem da série britânica aparecer ali (que fosse até o Lestrade). Sonha, Gabriela…

Primeiras impressões – Agora Sim!

Data/Hora 28/09/2013, 12:06. Autor
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Agora sim?

A lei 12.485, feita para fomentar a produção audiovisual na TV por assinatura no Brasil, teve um efeito colateral imediato: serviu pra expor o quão frágil é o setor no país. Ao exigir que os canais de variedades reservassem três horas e trinta minutos por semana em sua grade para programação brasileira no horário nobre, a lei expôs que não existia uma produção nacional rica o suficiente para preencher este espaço e que canais e produtores precisariam dominar diversas técnicas para emplacar uma nova programação. O resultado foi o que vimos nos últimos dois anos: Fox, Warner e Sony reprisando filmes nacionais, muitos de qualidade duvidosa, pra cumprir a cota.

O mercado não estava pronto pra atender a demanda.

Agora sim.

Agora Sim!

Ao contrário de outros formatos, a teledramaturgia exige muito de seus realizadores. Em outras palavras, fazer uma boa série é difícil. TV é indústria, não é arte. Uma série exige um padrão de qualidade maior que o da telenovela, a especialidade da nossa indústria. Fazer uma série exige regularidade, e depende de encontrar a melhor solução para a equação qualidade x velocidade.

A indústria da televisão funciona na base do acerto e do erro. Nos EUA, onde temos a produção mais consolidada do mundo, estão estreando nos próximos 40 dias (pouco mais, pouco menos) cerca de 25 séries (só nas cinco grandes redes). Mais da metade delas não estarão no ar em maio de 2014. Da linha de produção americana saem joias e também grandes fracassos, na mesma proporção.

Pra um canal de TV por assinatura no Brasil, com escassos recursos financeiros e a obrigação legal de colocar três horas e trinta minutos de programação no ar, não existe a possibilidade da tentativa e erro. Ou você encomenda e exibe um programa novo que todos queiram assistir ou encomenda e exibe um programa novo que ninguém vai querer ver.

É neste cenário que a Sony está entrando no ar com a sua primeira série nacional: a comédia Agora Sim! Inteligente, o canal buscou um show que ficasse em sua zona de conforto – ainda que há tempos tenha desistido de exibir comédias no primetime (decisão questionável, com certeza), este é o canal de Seinfeld, de Will & Grace e o canal que exibiu Friends pela primeira vez no Brasil. Agora Sim! vai combina com o DNA da Sony e – no que pode ser o maior elogio que eu poderia fazer a série – ela realmente lembra as sitcoms que a Sony exibia às pencas no primetime no início dos anos 90.

Agora sim!

Agora Sim!

Conceitualmente, Agora Sim! é uma sitcom, sem tirar nem por. Os personagens transitam num mesmo ambiente (no caso, uma agência de publicidade de medíocre), tem uma boa premissa funcional (as tentativas do dono da agência de reinventar seu negócio), tem personagens com personalidades e defeitos facilmente distinguíveis e o roteiro tenta impor um ritmo constante de piadas. A Mixer (a mesma produtora de A Vida de Rafinha Bastos, Descolados e O Negócio) fez o tema de casa.

Do ponto de vista técnico, no entanto, os produtores decidiram não arriscar. O show se apropria dos recursos das sitcoms americanas (gravada em estúdio, com cenários fixo e a tradicional quarta parede) mas evita gravar com múltiplas câmeras (reposicionando a câmera dentro do cenário), dispensa a plateia, e até mesmo as criticadas trilhas com risadas ao fundo para marcar os momentos cômicos. Uma pena. Porque Agora Sim! tem um texto razoavelmente bom, um elenco afiado e se beneficiaria se fosse produzida neste formato (vale ressaltar que o grande sucesso da TV paga na atualidade é Vai que Cola, que é uma sitcom).

O fã de comédias americanas provavelmente não se sentirá confortável com Agora Sim! É difícil ignorar o abismo de qualidade entre ela e uma sitcom do Chuck Lorre. Mas a verdade é que a série é realmente autêntica e simpática e tem um elenco esforçado e veterano – você provavelmente já viu todos eles em comerciais, filmes ou mesmo em outras séries, como Augusto Madeira (com passagem por A Grande família), Rodrigo Pandolfo (de Mulher de Fases e A Menina sem Qualidades), Thiago Pinheiro (Descolados) e Mayara Constantino (de Tudo o Que é Sólido pode Derreter, que não está no episódio piloto).

Agora Sim! é um primeiro bom passo da Sony. Que venham os próximos porque, agora sim, parece que lei 12.485 começa a cumprir sua função.

* * *

Agora Sim! estreou nesta quinta-feira, dia 26/9, às 22h, na Sony Entertainment Television. O episódio piloto pode ser assistido gratuitamente no site do canal, clicando aqui.

‘Modern Family’ pode ganhar spin-off

Data/Hora 28/09/2013, 08:09. Autor
Categorias Notícias

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A quinta temporada de Modern Family acabou de estrear e essa estreia da premiada comédia veio acompanhada da notícia de um possível spin-off.

Ainda não há detalhes sobre a possível atração e as negociações ainda estão em estágio inicial, mas de acordo com o Deadline, a série derivada será centrada em Gil Thorpe, personagem interpretado por Rob Riggle. Thorpe é o nêmesis de Phil Dunphy (Ty Burrell) e apareceu em dois episódios da quarta temporada da série.

Paul Corrigan e Brad Walsh, produtores executivos de Modern Family, são os responsáveis pela ideia e ficariam a cargo do roteiro. Steve Levitan, co-criador e produtor executivo, também pode estar envolvido enquanto Christopher Lloyd, também co-criador e produtor executivo, deverá ficar somente na série original. Corrigan e Walsh foram os responsáveis pelo roteiro de Career Day, um dos episódios com a participação de Rob Riggle.

Será que vem por aí uma série tão premiada quanto Modern Family? É esperar pra ver.

Com informações do Deadline

Primeiras Impressões – The Crazy Ones

Data/Hora 27/09/2013, 23:48. Autor
Categorias Preview

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A notícia de que Robin Williams retornaria à televisão após nada menos que três décadas de dedicação quase que exclusiva ao cinema causou grande alvoroço no mundo dos aficionados por séries. Junte isso ao fato de que o retorno do ator se daria em uma série do aclamado roteirista e produtor David E. Kelley, que tem em seu currículo obras como Ally McBeal, O Desafio (The Practice), Justiça Sem Limites (Boston Legal), Boston Public – entre tantas outras -, e você terá a medida da expectativa criada em torno de The Crazy Ones, a grande aposta da CBS para esta fall season.

A série também marca o retorno de Sarah Michelle Gellar às telinhas após o fracasso de Ringer, e conta com um elenco de peso como James Wolk (Mad Men, Political Animals), Hamish Linklater (The New Adventures of Old Christine) e Amanda Setton (The Mindy Project, Gossip Girl).

A história, centrada em Chicago, gira em torno da “Lewis, Roberts & Roberts”, uma agência publicitária comandada por Simon Roberts (Williams) – um excêntrico e imprevisível publicitário -, e sua filha Sydney (Gellar), que é o completo oposto do pai em todos os sentidos. Séria, comedida e centrada, ela prima por dar ao pai o juízo e a seriedade que lhe faltam, numa tentativa (muitas vezes frustrada, é verdade) de conferir equilíbrio ao ambiente profissional. A equipe de trabalho conta ainda com Zach Cropper, o copywriter talentoso; Andrew Keanelly, o diretor de arte; e Lauren Slotsky, a atrapalhada assistente de Simon.

No piloto, logo de cara vemos a agência correndo o risco de perder um de seus maiores clientes, o McDonalds. O que se segue é a tentativa desesperada de toda a equipe da agência de impedir que isso aconteça, custe o que custar.

O auge do episódio, sem sombra de dúvidas, é a participação da cantora Kelly Clarkson. Sem muita experiência como atriz (a não ser que você considere From Justin to Kelly), a cantora mostra a que veio e não tem medo de interpretar uma versão antipática – mais, digamos, “sexualizada” de si mesma. A cena em que Simon e Zach tentam convencê-la a cantar o jingle da nova campanha é impagável e rende muitas risadas.

O fato da participação especial de Kelly ser o auge do episódio, entretanto, não desmerece nem ao piloto, nem tampouco ao restante do elenco e dos personagens coadjuvantes, que tem muito potencial a ser explorado. A única ressalva fica para um certo exagero nos momentos de comédia pastelão por parte de Robin Williams. Em algumas cenas – em especial no início do episódio -, essa busca incessante pelo riso do telespectador soou um pouco forçada e até mesmo caricata. Falta encontrar o tom certo, mas eu sinceramente acredito que a série e, especialmente o Robin Williams, serão capazes de fazê-lo ao longo da temporada. De qualquer forma, isso não chega a prejudicar o episódio.

Menção honrosa para o “erro de gravação” engraçadíssimo exibido logo após o término do episódio, que mostra a Kelly Clarkson rindo muito em uma cena com Robin Williams e James Wolk.

E embora a série tenha recebido um bocado de críticas negativas da imprensa especializada nos EUA, T” estreou já conquistando uma das maiores audiências desta fall season, com um total de 15,61 milhões de telespectadores. Eu, com certeza, pretendo continuar assistindo (e fazendo as reviews semanais do seriado). E vocês?

‘Unforgettable’ é renovada para terceira temporada

Data/Hora 27/09/2013, 23:44. Autor
Categorias Notícias

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Após ser cancelada e renovada num período de um mês e perder grande parte de seu elenco, Unforgettable não desperdiçou sua segunda chance. A série garantiu sua terceira temporada na CBS na noite de hoje (27). Os índices satisfatórios de audiência fizeram a decisão de CBS se tornar mais fácil. A atração atingiu uma média de 7,15 milhões de telespectadores por episódio.

A série narra a história de  Carrie Wells (Poppy Montgomery), uma detetive da polícia de Nova York que sofre de uma rara síndrome que faz com que ela não se esqueça de nada. Mas quando se trata do assassinato de sua irmã, ela não consegue se lembrar quem é o assassino.

A nova temporada deve estrear em 2014.

Com informações do Deadline

Dads – Heckuva Job, Brownie

Data/Hora 27/09/2013, 21:27. Autor
Categorias Reviews

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Após o criticado – mas bom – piloto, Dads deveria melhorar. Mas não foi isso que aconteceu em Heckuva Job, Brownie. Dads não chega a ser ruim, mas a comédia passa longe de ser hilária como Big Bang Theory ou Two and a Half Man.

Nesse episódio, a ação centrasse na necessidade de Eli e Warner de criar um novo jogo. E urgentemente, pois a Golden Gate Games está na frente da Ghost Child Games. Qual a solução para o problema? Para Warner e Veronica, é um brownie de maconha. Os dois obrigam Eli a se chapar através do bolo para conseguir ter uma ideia criativa. O problema é que David acaba comendo o brownie sem querer, fica extremamente chapado e Eli, consequentemente,  não consegue criar o jogo.

Já Crawford incomoda o Warner toda a noite. Como ele não consegue dormir ou transar com sua mulher, também da um brownie para seu pai comer e ficar chapado. E na onde de “entrar na onda”, os dois velhos resolvem comer mais brownies. No final das contas, tudo acaba em pizza uma competição maluca para ver quem aguenta comer mais brownies. Resultado? Todo mundo fica na “vibe”. Todo mundo menos Warner, que fica enlouquecido e chega a tentar entrar no sofá.

Descrevendo é ainda menos engraçado do que assistindo. A verdade é que só com dois episódios não podemos ter uma noção exata de como será a série. Mas se Dads continuar na mesma levada, com um plot mediano e somente algumas piadas engraçadas, a audiência tende a cair a cada semana. E com isso, a série será mais uma comédia que poderia ser A comédia. Mas acabou não sendo. Infelizmente, acho que ela caminha para lá.

Shonda Rhimes recebe importante homenagem de Barack Obama

Data/Hora 27/09/2013, 20:38. Autor
Categorias Notícias

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No dia da season premiere de Grey’s Anatomy , foi Scandal que ganhou um destaque importante. Não só a série, mas a showrunner, Shonda Rhimes, criadora e produtora de dois dos maiores dramas da ABC, foi nomeada pelo presidente Barack Obama ao Kennedy Center Board. Seu nome foi levado ao Center’s Board of Trustees (Conselho do Centro de Curadores). Shonda apoia publicamente o presidente Obama e seu governo. E inclusive, deu todo suporte em sua última campanha eleitoral .

O Kennedy Center Board, localizado em Washington D.C, consiste em um centro de artes, e como o nome sugere, é um memorial ao presidente John F. Kennedy. Lá ocorrem diversas apresentações de ballet, teatro, dança, música ao vivo e programas do gênero. Em 1978, foi criado o Center’s Board of Trustees, e desde então, a cada ano, cinco artistas ou grupos são homenageados por seus serviços prestados ao país, por meio da cultura – na televisão, dança, arte, cinema etc.

Mas não foi só Shonda Rhimes que recebeu esta homenagem, o diretor executivo do grupo Carlyle, David Rubenstein, a diretora executiva da Empire Global Ventures, Alexandra Stanton, a dona da galeria de artes de Chicago, Amalia Pera Mahoney, o diretor executivo do FI Investment Group, Frank Islam e o diretor executivo da Entravision Communications, Walter Ulloa, também. ”Eu sou grato por esses indivíduos  terem escolhido dedicar seus talentos ao povo americano neste momento importante para o nosso país. Estou ansioso para trabalhar com eles nos próximos meses e anos.”, disse Obama.

Grey’s Anatomy é transmitida às quintas-feiras, às 22h, pela ABC. Scandal volta para sua terceira temporada no dia 3 de outubro, quinta-feira, também na ABC.

Com informações do Deadline 

Veja os pôsteres oficiais da décima temporada de ‘Grey’s Anatomy’

Data/Hora 27/09/2013, 20:16. Autor
Categorias Notícias

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Ontem (26), foram ao ar os dois primeiros episódios da décima temporada de Grey’s Anatomy, e um pouco antes da premiere começar, o Twitter oficial da série revelou um pôster da nova temporada.

Confira abaixo o pôster oficial da décima temporada de Grey’s Anatomy:

E hoje, o site Spoiler TV divulgou um outro pôster da temporada, mas desta vez com todo o elenco. Confira abaixo:

Os episódios de Grey’s Anatomy são transmitidos às quintas-feiras, às 22h, na ABC.

Com informações do Spoiler TV 

‘The Crazy Ones’ conquista uma das melhores audiências das séries estreantes na Fall Season

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The Crazy Ones estreou ontem e já chegou com toda força na TV americana. A série conquistou uma das melhores médias já registradas por uma nova produção na temporada atual, o total foi de 15.61 milhões de espectadores em seu primeiro episódio e 4.0 pontos, entre o público de 18 a 49 anos.

Além disso, vale ressaltar que a série estreante foi exibida entre The Big Bang Theory e Two and a Half Men, duas das comédias de maior audiência da CBS – a segunda também trouxe novidades para o público, já que a filha de Charlie Harper apareceu no primeiro episódio da nova temporada.

As médias de The Big Bang Theory continuam altas, o que significa que a série teve 18.3 milhões de espectadores e 5.3 pontos com o retorno de sua sétima temporada. Apesar das novidades em Two and a Half Men, o seriado teve uma perda em sua audiência – a mais baixa já conquistada pela série – de 11.5 milhões de espectadores e 2.9 pontos.

Voltando à série estrelada por Robin Williams, a mesma também teve uma audiência maior do que The Michael J. Fox Show (NBC). Esta teve uma média de 7.3 milhões de espectadores e 2.1 pontos.

A série

sitcom conta uma história familiar entre pai e filha – interpretados pelos atores Robin Williams (Mork & Mindy) e Sarah Michelle Gellar (Buffy the Vampire Slayer) – que trabalham na mesma agência de publicidade.  A série, produzida e escrita por David E. Kelley (Ally McBeal), terá o seu piloto dirigido por Jason Winer, conhecido por seu trabalho na premiada comédia Modern Family, da ABC.

Os atores

Robin Williams, ator renomado no cinema, se lançou com a série Mork & Mindy – spinoff de Happy Days, na década de 70. Depois do cancelamento do seriado – em 1982 – ele participou de outros programas, como Wilfred e Louie. Já Sarah Michelle Gellar, de Buffy, a Caça Vampiros, chegou até mesmo a estrelar Ringer (CW), mas o seriado foi cancelado depois de uma temporada. Ela ainda participou de séries como All my Children, além de ter interpretado a personagem Daphne Blake em Scooby Doo e Scooby Doo 2.

The Crazy Ones irá ao ar nas quintas-feiras, às 21h, pela CBS.

Com infomações do Variety.

Texto atualizado às 15h15 do dia 28/09 para correção de informações.

Martin Freeman é escolhido para estrelar ‘Fargo’, nova produção do FX

Data/Hora 27/09/2013, 18:39. Autor
Categorias Notícias

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O ator Martin Freeman, mais conhecido por atuar na série Sherlock, irá estrelar uma nova série da emissora FX intitulada FargoO projeto de 10 episódios, inspirado no filme de mesmo nome (Fargo, 1996) dos irmãos cineastas estadunidenses Joel e Ethan Cohen, gira em torno de uma chefe de polícia de Minnesota que investiga dois bandidos contratados por um vendedor de carros para sequestrar a própria mulher. O dinheiro pago no resgate, pelo sogro, ajudaria o homem a resolver problemas de ordem financeira.

Freeman interpretará o personagem Lester Nygaard, um vendedor de seguros de uma pequena cidade que é casado com sua esposa. Sua vida é alterada quando um misterioso e estranho homem chamado Lorne Malvo (Billy Bob Thornton) chega à cidade. O personagem é baseado no papel de William H. Macy do filme de 1996.

Fargo é escrito por Noah Hawley, que também atua como produtor-executivo com Warren Littlefield (My Generation), Joel & Ethan Coen, e Geyer Kosinski (Magic City). Cada episódio de Fargo terá uma hora de duração, com histórias que abordam drama, comédia e crime.

A série é uma co-produção entre a MGM Television e a FX Prods.

Além de Sherlock, Freeman também é conhecido por atuar em séries como Hardware e The Office. Já no cinema ele protagoniza a sequência de filmes da trilogia de The Hobbit.

Com informações do Deadline e do TV Line.

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