Primeiras Impressões – Atlantis

Data/Hora 01/10/2013, 23:02. Autor
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It was Merlin all over again…

Quando a BBC anunciou a produção de Atlantis, foi simplesmente impossível não associar a estreante com Merlin. Primeiro por ser o novo projeto de Johnny Capps e Julian Murphy, dois dos criadores de Merlin; e, segundo, por seguir uma premissa extremamente parecida: um jovem destinado a um grande futuro que chega em uma cidade nova onde irá enfrentar grandes inimigos e perigosas aventuras (quase uma sinopse de filme da Sessão da Tarde). Até aí tudo bem, ter premissas parecidas não significa necessariamente que será idêntico. Mas esse não é o caso de Atlantis, que é exatamente igual a Merlin, em quase todos os aspectos.

A série conta a história de Jason (Jack Donnelly), um jovem que perdeu seu pai quando este estava explorando algo com seu submarino, o The Oracle, e nunca mais voltou. Agora ele decide ir atrás do que seu pai estava procurando, e logo depois de encontrar destroços do submarino do pai é sugado por um redemoinho e acaba indo parar na famosa cidade perdida de Atlantis, que aparentemente não está nem um pouco perdida. Ao chegar, ele conhece um jovem Pitágoras (Robert Emms) e um velho e gordo Hércules (Mark Addy em ótima forma) e já conhece sua primeira grande aventura: livrar Atlantis da ameaça do Minotauro.

Até aí aparentemente não há muito o que comparar com Merlin, mas conforme o episódio vai passando fica mais do que nítido o quanto as duas séries são parecidas. A relação entre Jason e Pythagoras é quase idêntica a de Merlin e Arthur; Hércules é uma versão cômica de Gaius; o Oráculo (que pelo que tudo indica é a mãe de Jason) tem um papel na vida de Jason muito parecido com o do Dragão na vida de Merlin, aconselhando-o, mas sempre escondendo algo de seu futuro; o Rei Minos parece ser mais um rei tirano no melhor estilo de Uther Pendragon (pelo menos ele ainda não demonstrou um medo irracional de magia); e isso até agora foram as semelhanças entre os personagens. O episódio piloto, The Earth Bull, teve exatamente a mesma estrutura de The Dragon’s Call. Parece que os roteiristas pegaram o mesmo roteiro e apenas mudaram detalhes como nomes e ambientação, entre outras coisas. Até o final dos episódios, com o título da série aparecendo e logo depois o famoso Next Time, com cenas do próximo episódio, é igual.

Claro que não podemos julgar o destino da série com base no episódio piloto, principalmente porque Merlin também teve o mesmo início clichê e previsível, mas aos poucos foi ganhando identidade própria até encontrar aquele sweet spot em que a mitologia da série e o carisma dos personagens superam qualquer previsibilidade do roteiro. Se você é fã de Merlin com certeza achava a amizade de Merlin e Arthur a coisa mais linda e meiga do mundo, shippava Arthur e Gwen loucamente – suspirando toda vez que os dois estavam em cena -, achava Morgana o paradigma da vilã perfeita, e isso com episódios que algumas vezes beiravam o ridículo. Basta saber se Atlantis terá a mesma sorte, o que nós esperamos, porque Merlin faz muita falta e a TV britânica precisa urgentemente de uma boa série sci-fi/fantasia para se equiparar com Doctor Who (lembrando que Merlin Being Human foram canceladas devido aos grandes gastos da BBC com Doctor Who).

Atlantis teve uma estréia bem satisfatória no último sábado, com mais de 5,8 milhões de espectadores, que unidos aos 9,2 milhões que assistiram Strictly Come Dancing (programa de competição de dança no estilo de Dancing With The Stars) trouxe uma ótima audiência às noites de sábado da BBC, que andava bem mediana com a exibição da sétima temporada de Doctor Who. Se a audiência continuar assim é bem provável que Atlantis tenha um futuro promissor, e com isso tomara que a série se encontre e não tente ser a versão Grécia Antiga de Merlin.

 

Breaking Bad – Felina

Data/Hora 01/10/2013, 22:06. Autor
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Dizem que tudo que é bom termina logo e por isso, no último domingo, foi ao ar o episódio final de Breking Bad. No tom perfeito de intensidade e drama que a série foi mestre em proporcionar ao longo de quase 6 anos, 5 temporadas, 62 episódios e pelo menos 50 B*tch, FeLiNa encerrou com louvor um dos melhores seriados dos últimos tempos. O epílogo da série trouxe elementos dos seus primeiros anos. A sensação durante todo o episódio era de estar diante do Walter White que conhecemos lá trás na primeira temporada. O homem ainda dividido em dois mundos, não completamente imerso nas sombras como havia sendo representado em episódios anteriores.

É preciso falar primeiro da visita de Walter aos seus ex-parceiros Elliott e Gretchen Schwartz. Uma cena verdadeiramente chocante, de final inesperado e brilhante. Walter chega à casa dos Schwartz sem ser percebido, aos poucos andando pelas sombras, e admirando a casa, talvez imaginando como seria sua vida se ele não tivesse cortado seus elos com a Grey Matter. Walter estava calmo, e esse seu comportamento aterrorizou não somente a Elliott e Gretchen, mas ao público. Porque sabemos o que ele se tornou, o que ele agora representa. E quando Elliott tenta se defender com uma faca, Walter logo rebate que ele precisaria de algo maior, e todos sabemos disso quando lembramos da cena de Walter e Skyler em Ozymandias. Porém, o plano é simples: entregar ao casal o dinheiro restante, para ser transferido para Flynn, como sinal de caridade, dado às vítimas inocentes de um “pai monstruoso”.

Para garantir seu acordo, Walt toma precaução extra para assustar seus ex-parceiros de negócios, colocando os dois sob uma mira laser enquanto a música mais assustadora do episódio toca. Depois de acometer medo duradouro e permanente, é revelado que a artimanha foi honrada por Badger e Skinny Pete. É um regresso brilhante ao Walter dos primeiros anos da série, usando a persona non grata de Heisenberg e inteligência para intimidar as pessoas. Bagder e Skinny Pete, além de ajudarem Walter com seu plano genial de coação, também foram fundamentais para a trama do episódio. Graças a eles, Walter toma a consciência de que Lydia ainda está no “mercado comercializando o SEU produto”.

Eu não consigo pensar em um episódio de Breaking Bad  que fosse tão tenso, ao mesmo passo em que foi previsível. Previsível, porque os acontecimentos e teorias inevitavelmente ficaram rondando a mente dos telespectadores durante semanas. E é claro que Gilligan em sua genialidade se usaria disso. Nenhuma outra cena representa melhor esse sentimento do que a cena em que Walter se intromete no encontro de Todd e Lydia no café. O close no pacote de Stevia – o único da mesa. E mesmo que não ficasse claro naquele momento, era óbvio para todos que aquilo era ricina. Lydia tem seu destino selado graças à sua rotina. Como Walt diz: “10:00h, todas as manhãs, terça-feira, você e eu nos encontramos aqui”. Ela apenas começa a conhecer o seu destino nos momentos finais, incapaz de fazer qualquer coisa sobre ele, ficando apenas um corpo para sua filha encontrar.

E como Walter conseguiu a façanha da ricina vai permanecer dentre os maiores mistérios da humanidade. Tudo nesse episódio se encaixou perfeitamente em favor de Walter – até o carro com portas abertas e chaves que literalmente caíram em sua mão.  É uma conclusão teatral para um seriado nos parâmetros das melhores tragédias gregas e peças shakesperianas.

A câmera se move lentamente revelando, atrás de uma coluna, Walter, enquanto Skyler desliga o telefone (e Marie fazia sua única aparição). A conversa entre o casal é, talvez, a mais significativa do seriado, sendo a primeira vez que Walt foi totalmente, e completamente, honesto sobre seus motivos e seus sentimentos a respeito de suas ações desde o seu diagnóstico de câncer. Além de retirar o peso de Skyler, Walter livra, até certo ponto, a si mesmo. Durante 5 temporadas, Walter mentiu para si mesmo dizendo que tudo o que ele fez foi por família, porque ele não estava preparado para encarar a realidade que todas as atrocidades que ele realizou tinham apenas motivos egoístas. Walter ainda faz mais uma coisa boa enquanto revelava a profundidade de seu fracasso: o bilhete de loteria revelando a localização da cova rasa de Hank e Gomez.

Depois de tirar mais uma tática totalmente imprevisível de sua cartola, Walt conseguiu com precisão, usando uma engenhoca e uma M60, tirar a vida de Jack e de cada um de seus homens, com exceção de Todd, e ainda salvar Jesse. O salvamento não veio através de um último ato de humanidade de Walter White – esta já se foi. O salvamento veio por uma questão de justiça. Uma vez que Walter foi capaz de reconhecer que tudo o que ele fez foi egoísta, ele pode também reconhecer todo o mal que causou a Jesse, e ainda que todas as mortes, as de Gustavo, Mike, Llydia e inclusive a de Hank, foram causados por ele e para ele. Não havia razão em culpar Jesse pela morte de Hank, não havia justiça.

Uma das coisas mais geniais em Breaking Bad é seu senso de moral sempre relativizado, argumentando convincentemente que a morte de Todd, pelas mãos de Jesse, era justa. E por mais que eu não quisesse que Jesse matasse outra pessoa, um sentimento desconfortante de alegria me invadiu quando o último suspiro de Todd veio através das mesmas correntes em que ele manteve o Cão Raivoso cativo.

E então, Walt e Jesse estão juntos novamente, no meio do caos, morte e destruição, orquestrados mais uma vez por Walt. No decorrer do show, Jesse foi aluno de Walt, seu guia, seu filho, seu parceiro, seu inimigo, e sua queda. E os horrores que Walt infligiu em Jesse nunca serão totalmente silenciados em sua mente. Walter reconhece seu destino, ele vai morrer em breve, e permite que Jesse escolha o seu fim. Jesse, cheio de ser manipulado, opta por não deixar Walt ter o caminho mais fácil, e abandona o homem que nunca deu a mínima para ele.

“Acho que ganhei o que merecia…/ Este amor especial que eu tenho por você / Meu pequeno azul.” Assim como a música que embalou Walter em seu ato final, retrata muito bem o que a Series Finale quis passar ao público. Walter aceitando e reconhecendo seu destino – assim como no tão subestimado Fly. E como o próprio Mr. White já disse: a química é o estudo da transformação. Nesse caso, a transformação de Walter White até o momento em que ele encontrou seu destino fatídico ao lado daquilo que ele acreditava que o fazia especial.

Acabou, e a despedida foi mais que apropriada.

– Menção honrosa: Jack foi tarde e foi de um jeito clássico. A cena foi simplesmente impressionante.

Breaking Bad teve 62 episódios. O 62º elemento da tabela periódica é o Samário, utilizado em tratamentos contra o câncer.

Será? ‘Harry Potter’ pode ganhar série de TV

Data/Hora 01/10/2013, 21:03. Autor
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Quando o último filme da franquia Harry Potter foi ao ar, em 2011, milhares de fãs do Menino Que Sobreviveu ficaram órfãos. Há cerca de um mês, a esperança de ver as aventuras do mundo do bruxo mais famoso da atualidade, ressurgiu como a Fawkes, a fênix de Alvo Dumbledore.

Isso porque J.K Rowling e a produtora Warner Bros. anunciaram a produção de Fantastic Beasts and Where to Find Them (Animais Fantásticos e Onde Habitam), um dos três livros considerados spin-off da saga. Pensando no futuro da franquia, que se tornou uma das mais lucrativas dos mundos literário e cinematográfico, a produtora já garantiu os direitos de Quidditch Through The Ages (Quadribol Através dos Sèculos) e Tales of Beedle The Bard (Contos de Beedle, o Bardo).

Já está claro que o objetivo da Warner Bors. é perpetuar a história do bruxo e as séries de TV são uma das possibilidades para isso. Caso isso realmente aconteça, a série poderá retratar o universo de Harry Potter que ainda não foi explorado – e não o bruxo em si. Quadribol e os encantos de Hogwarts  podem ser algumas das ideias de J.K Rowling e da produtora para futuras produções.

A realidade do encontro das telonas com a telinha, pode ser observado em Agents of S.H.I.E.L.D.,uma das apostas da ABC para essa temporada, que tem como ponto de partida os acontecimentos ocorridos no filme Os Vingadores.

Depois de livros, filmes, jogos e diversos produtos, a TV seria algo para, definitivamente, fazer com que esse universo mágica seja sempre lembrado.

Com informações do Zapt2it

Vanessa Bayer, de ‘Saturday Night Live’, faz participação em ‘The Mindy Project’

Data/Hora 01/10/2013, 19:59. Autor
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Vanessa Bayer, mais conhecida como “Miley Cyrus” em Saturday Night Live, fará uma participação em The Mindy Project como pretendente de Danny (Chris Messina).

O recém-separado Dr. Castellano estava tentando superar sua segunda separação de Cristina (Chloe Sevigny) com a ajuda de seus amigos do “The Getting Over It Gang”, que devem encarar com ciúmes o novo interesse amoroso dele.

Vanessa está em sua quarta temporada em Saturday Night Live e se junta a um já numeroso grupo de atores que devem fazer participação na segunda temporada de The Mindy Project. Nos dois primeiros episódios apareceram o já recorrente Anders Holm (Workaholics) como Casey, noivo de Mindy, e James Franco como Dr. Paul Leotard. Além deles, ainda devem aparecer na série Glenn Howerton (It’s Always Sunny In Philadelphia), Timothy Olyphant (Justified) e Ben Feldman (Mad Men).

Nos Estados Unidos, The Mindy Project vai ao ar toda terça-feira, na Fox.

Com informações do TV Line

‘Masters of Sex’ estreia dia 7 de outubro na HBO Brasil

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O canal HBO anunciou que sua nova série, Masters of Sex, estreará no dia 7 de outubro no Brasil. A série é uma criação de Michelle Ashford –  baseada no livro de Thomas Maier, Masters of Sex: The Life and Times of William Masters and Virginia Johnson – e terá 12 episódios de uma hora de duração.

A trama conta a história de William Masters (Michael Sheen) e Virgina Johson (Lizzy Caplan), uma dupla de médicos pioneiros na pesquisa científica sobre a sexualidade humana durante a polêmica década de 50, nos Estados Unidos.

O Dr. William Masters, referência na área de ginecologia e obstetrícia, pesquisa a natureza da sexualidade humana e como o corpo reage a ela. Apesar de ser muito reprimido sexualmente, o médico tem muito interesse pelo assunto – que é encarado como indecente e inadequado pelos demais profissionais que trabalham com ele. Masters, que trabalha ajudando mulheres a engravidar, ainda enfrenta a dificuldade de ter um filho com a esposa – e esta se sente culpada pela infertilidade do casal. O doutor é um cientista brilhante, mas, sua forma de tratar seus pacientes, dentro e fora do consultório, deixa muito a desejar.

Já Virginia Johson é uma mulher divorciada, muito à frente de sua época e que está ansiosa para alcançar seu sucesso profissional. Ela é descrita como uma pessoa sincera, criativa e sexualmente desinibida – que se recusa a seguir so padrões impostos às mulheres. Virgínia é uma das poucas pessoas que valorizam o trabalho de Dr. Masters e que luta por um cargo como assistente dele. Mas, nem tudo é tão fácil para ela. Tendo que fazer escolhas difíceis, ela vai ter que lidar com o trabalho e com a criação de seus filhos.

O elenco da série conta com Caitlin Fitzgerald (Gossip Girl), Teddy Sears (American Horror Story), Nick D’Agosto (Heroes), Beau Bridges (Stargate SG-1), Wendi McLendon-Covey (Rules of Engagement), Ann Dowd, Rose McIver (Power Rangers), Allison Janney (The West Wing) e Margo Martindale (Justfied e A Gifted Man).

A série estreou nos Estados Unidos no dia 29 de setembro, pelo Showtime (confira as Primeiras Impressões aqui).

Com informações da Assessoria de Imprensa da HBO.

Novo pôster promocional de ‘The Carrie Diaries’ é divulgado

Data/Hora 01/10/2013, 16:41. Autor
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Enquanto The Carrie Diaries não estreia, o canal CW vai aguçando a curiosidade dos fãs. Nesta terça-feira (01) o canal divulgou mais um pôster promocional, no qual podemos ver que Carrie (AnnaSophia Robb) está muito bem acompanhada de Samantha Jones (Lindsey Gort).

NOTÍCIASProdutora-executiva da série fala sobre a escolha de Lindsey Gort como Samantha Jones

A série, que retorna para sua segunda temporada, irá trazer alguns personagens novos – apesar que não tão novos para os fãs de Sex and The City. Estamos falando da personagem mais icônica do seriado, logo após Carrie, Samantha Jones, que segundo a protagonista AnnaSophia Robb “é incrível” e “será uma má influência para Carrie”.

A produtora-executiva da série, Amy B. Harris, em declaração recente, disse que “ela realmente teve a visão do papel e da personagem, senti um jeito de Samantha Jones nela” e que “não houve escolha melhor para interpretar a personagem e para os fãs da série, com certeza teremos mais uma personagem para nos apaixonarmos”.

A série também contará com participações especiais, como a de Chris Wood (Major Crimes, Girls), como um interesse amoroso para Carrie e a da modelo Molly Sims, como um possível interesse para Sebastian (Austin Butler).

A segunda temporada The Carrie Diaries retorna no dia 25 de outubro na CW.

Com informações do Spoiler TV.

Atriz de ‘Glee’ terá papel recorrente em ‘The Goldbergs’

Data/Hora 01/10/2013, 16:16. Autor
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Este texto pode conter spoilers!

A nova série da ABC, The Goldbergs ganhará uma atriz recorrente em seu elenco, seu nome é  Ginny Gardner e pelo visto a atriz, nascida na Califórnia, vai chegar com tudo. Ela interpretará Carrie e seu personagem é descrito como uma “garota quente”. Ela será colega de Barry Goldberg (Troy Gentile), que tem uma paixão pela moça desde que ela emprestou-lhe um lápis na escola.

Sua primeira aparição será em um episódio que vai ao ar em outubro e girará em torno de uma festa de Halloween. Nessa festa, Barry decide que vai pedir Carrie em namoro. Sua mãe, Beverly (Wendi McLendon-Covey) aparecerá na festa disfarçada na tentativa de evitar que o filho tenha uma possível decepção. E parece que as coisas irão muito mal para Barry.

Os trabalhos mais recentes de Ginny Gardner incluem uma participação especial em Glee, série na qual ela interpretou Katie, um interesse amoroso de Ryder (Blake Jenner). Outros trabalhos da atriz também incluem Lab Rats, da Disney e Hart of Dixie, da CW. Em 2014, ela aparecerá nas telonas no filme Almanac.

Escrita e produzida por Adam F. Goldberg (Breaking In, Fanboys), The Goldbergs se passa nos anos 80 e fala das desventuras de uma família excêntrica. A série estreou na semana passada (veja as Primeiras Impressões aqui) e foi vista por mais de 8 milhões de espectadores.

No Brasil ainda não há previsão de estreia.

Com informações do The Wrap.

Haven – Bad Blood

Data/Hora 01/10/2013, 16:11. Autor
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Confesso que algumas vezes sou meio lenta para detectar um artifício que está sendo usado pela equipe criativa de uma determinada história. E adoro ficar com aquela cara de “Não acredito que não percebi antes!”. Ser surpreendida é um dos prazeres de se acompanhar um filme, uma série ou ler um bom livro. Mesmo quando essa surpresa não deveria ser tão surpresa assim, visto o óbvio da situação. Quem viu Bad Blood sabe sobre o que estou falando.

E amei!

Amei morder as iscas que foram plantadas nos dois episódios anteriores e seguir por esse caminho de faz de conta, dentro desse faz de conta maior que é essa história de uma cidadezinha do Maine, onde vive gente estranha, capaz de fazer coisas estranhas, em uma existência marcada pelo ir e vir entre o céu e o inferno de sua condição humana, que, no mais das vezes, pode significar vida ou morte. E, no conflito entre as diferenças, experimentar a passionalidade do amor ou do ódio instantâneos.

Em Tanks for the memories o Celeiro se desintegrou, com Duke e Audrey dentro dele. Em Fallout, Duke é deixado dentro do Aquário de Boston e Audrey (que agora se chama Lexie) está trabalhando em um bar. Em Survivors, Nathan e Duke procuram por Audrey, enquanto um estranho tenta fazer com que ela se lembre de quem “realmente” é (e coloque-se aspas nesse realmente, porque, de fato, quem Audrey Parker realmente é?). Em Bad Blood enquanto Audrey, instigada por esse mesmo estranho, percebe que sua realidade não passa de uma ilusão, Vince e Dave viajam para New Hampshire para reconhecer o corpo de uma garota que pode ser ela.

Seguimos confiantes essas migalhas deixadas pelo caminho, para sermos surpreendidos no instante final. Agora sabemos que Audrey ainda está no Celeiro: tempos diferentes, momentos diferentes. Através de Jennifer, Nathan e Duke também sabem. O próximo passo?  Migalhas… ou não? Depende do significado de Achados & Perdidos, título do próximo episódio.

E enquanto ficamos envolvidos pelos mistérios da localização de Audrey. Haven continua a saga de seus moradores ingenuamente perigosos.

Ter destruído o ciclo temporal do Celeiro, rendeu a Nathan o ódio contido dos  moradores de Haven. Desta vez o ódio transforma-se em perseguição na forma das gotas de sangue de Mike Gallagher, que se expandem, mesmo à sua revelia, com a adição do sangue drenado de pessoas que estão no caminho entre ele e Nathan. Não tenho certeza, mas me parece que é a segunda vez que os roteiristas revisitam o tema de A Bolha Assassina (recordo-me do filme de 1958, com o então ainda desconhecido Steven McQueen e trilha sonora do também ainda desconhecido Burt Bacharach). Sorte que em Haven, ao contrário de em Phoenixville, existiam Duke e Jordan para se interpor no caminho de Mike e salvar um dos mocinhos da história.

O resultado positivo dessa perseguição é que Jennifer ficou sabendo qual perturbação atinge Duke. Gosto da idéia dos dois juntos. Outro resultado dessa história é a possibilidade do irmão de Duke se tornar o Croker do mal, caçando as pessoas de Haven como seu pai fazia. A essa idéia, o reverendo Driscoll diria amém, se ainda estivesse vivo!

Uma pena que mais pessoas não descobriram Haven, pois ainda que não se queira filosofar sobre a história, ainda resta a possibilidade de um bom divertimento.

‘Breaking Bad’ ganha homenagem feita com lego

Data/Hora 01/10/2013, 15:45. Autor
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A série Breaking Bad acabou, mas ainda está dando o que falar. E pelo visto vai continuar a ser um dos assuntos mais comentados da rede por um bom tempo. A história do ex-professor de Química que conquistou fãs em todo mundo ganhou uma criativa homenagem de um de seus seguidores, Andy Bauch, programador de software de dia, e artista “clandestino” nas horas vagas. Como o protagonista nerd Walter White/gênio do crime Heinsemberg, Andy divide seu tempo em atividades completamente distintas uma da outra.

Bauch fez um retrato “daquele que bate à porta” inteiramente feito de lego. Foram utilizadas duas mil peças para construir o quadro, inspirado na imagem que se tornou ícone pop e símbolo da primeira campanha de Barack Obama.

O dado mais curioso é que Andy, que faz arte com legos desde 2010 (conheça mais do trabalho dele aqui), estava tão ansioso na semana anterior a series finale de Breaking Bad que este foi único jeito de acalmá-lo. “O suspense sobre o episódio final estava me matando, e fazer um mosaico de lego com 2.000 peças é uma boa maneira de aliviar a tensão”, afirma o jovem.

O resultado, um primoroso trabalho que durou uma semana para ser concluído e contou com a ajuda de um assistente,  pode ser visto no vídeo abaixo. Com efeito de aceleração de tempo e música tema da série. A peça está à venda por 1.400 dólares.

 

E aí? Que tal um desses na sua sala?

Com informações de Huffington Post.

Mitchell Burgess e Robin Green, de ‘A Família Soprano’, se juntam em nova parceria

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Mitchell Burgess e Robin Green, de A Família Soprano, estão de volta em outro projeto que também aborda o ambiente familiar mesclado com elementos da máfia.

Tendo já recebido o sinal verde por parte da emissora NBC, a nova série intitulada Park Road é baseada no programa de humor negro dinamarquês conhecido como Lærkevej, cujos direitos autorais foram comprados pela Sony TV e que, em parceria com o canal NBC, acabou sendo adaptado como um projeto para a televisão. Na Dinamarca, a série foi exibida por duas temporadas, seguidas de um filme.

Park Road conta história de três irmãos órfãos que acabam sendo forçados a deixar a cidade grande pelo fato do irmão mais velho ter acidentalmente assassinado um membro da máfia Albanesa. Depois disso, os três fogem para Park Road, uma região isolada onde os seus habitantes, por mais que aparentem ser, não são pessoas dignas de confiança.

No projeto em desenvolvimento, tanto Bergess como Green estão no comando do roteiro e da produção. O casal, que ganhou três prêmios Emmy pelo trabalho em A Família Soprano, também é reconhecido por Northern Exposure Mr. and Mrs Smith (série dos anos 90). Eles também participaram da produção de Southand e foram responsáveis pela criação de Blue Bloods.

Com informações do site Deadline.

Once Upon A Time – The Heart of the Truest Believer

Data/Hora 01/10/2013, 13:56. Autor
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Nesse primeiro episódio senti algo que deve se estender até o fim da temporada. Os conflitos entre os principais personagens. Como diria um estudioso sobre cinema que li uma vez: sem conflito não há estória.  As primeiras cenas no navio me deram essa impressão e o discurso que se seguiu durante o episódio confirmou. Mas vamos por parte.

A estória continua exatamente onde parou, fazendo um previously – o barco do Hook está indo para Neverland salvar Henry. Falar dos efeitos de Once Upon A Time é algo batido, afinal de contas todos sabem como são ruins, mas dessa vez o comentário é positivo. A cada temporada tem melhorado bastante, as partes do navio em Neverland ficaram com uma fotografia ótima, assim como as cenas na mata de Neverland. O mais bacana das cenas do navio foi o que comentei acima, o conflito entre os personagens principais. Era óbvio para todos que não daria certo juntar Emma, Regina, Snow, Charming, Hook e Rumple. Um é o oposto do outro. A conversa de Regina e Hook sobre vilões não terem finais felizes veio mostrar que na série isso não vai ser real, as coisas estão prestes a mudar nos contos de fadas. Os malvados terão seu momento à luz do sol e os bonzinhos vão liberar o seu lado do mal.

E no navio veio a cena de Emma e Hook com um clima de romance. Já havia dito em reviews anteriores que gostava do August com a Emma e que não gosto do Neal com ela, agora estou na torcida para que o casal Hookemma deslanche. Os dois tem química e se chegarem a se relacionar vai ter um bom triângulo amoroso entre Emma, Neal e Hook. Quem vai conseguir o coração da brava Emma? Torço para o Hook.

Henry, Tamara e Greg também chegam em Neverland, as respostas que esperávamos vem junto com a chegada deles. No fim das contas a agência em que os humanos trabalhavam era apenas o Peter Pan comandando tudo. Achei um pouco preguiçoso da parte dos roteiristas. Foi como se pensassem: não, não queremos seguir essa linha de humanos caçando magia, vamos dizer que foi o Peter Pan já que seguiremos por aí. Afinal de contas era isso que estava sendo prometido desde a temporada passada. Outra coisa que incomodou, como assim Tamara e Greg trabalham para algo que nem sabem o que é? Não fez sentido. Talvez isso seja melhor explorado em algum episódio futuro, mas aqui e agora não deu certo.

Descobrimos que o Peter Pan na verdade controla uma gangue do mal com os seus meninos perdidos. O visual ficou interessante e o momento em que a Sombra retirou a sombra de Greg e um dos meninos perdidos atirou na Tamara foi muito surpreendente. Foi uma maneira de tirar os dois logo da trama? Sim, foi. Mas foi uma ótima maneira. Henry consegue escapar no fim das contas e recebe a ajuda de um dos meninos perdidos que desistiu da vida de capanga do mal do Pan. Para quem acompanha as novidades de Once Upon A Time e viu a foto do ator que iria fazer Peter Pan não teve a menor surpresa. Isso pode ter atrapalhado um pouco já que por saber acabei não gostando muito desse “mistério”, pois passei o episódio todo pensando: tá vai, revela logo quem você é. Tá na cara. Por sorte não focaram muito nesta parte da trama.

Enquanto isso na Floresta Encantada, Neal é recebido por Mulan, Aurora e Príncipe Philip – que apareceu apenas por aparecer. Torço para que os roteiristas resolvam logo o caso do Neal, pois foi a parte mais chata do episódio. Sinto que já deu da Floresta Encantada. Espero que a série siga apenas com Storybrooke – se tiver boas estórias – e Neverland – pois promete muita coisa. O homem segue com Mulan para o palácio do seu pai para conseguir uma maneira de se comunicar com Emma e dizer que ele está bem, após Aurora não conseguir uma comunicação pelo seu sono telepático. Lá eles encontram o Robin Hood – mudaram o ator, mas não fez muita diferença – que agora mora no castelo do Senhor das Trevas. Foi divertido ver como Neal já se tornou terráqueo, as raízes mágicas deles sumiram, porém agora ele deve fazê-las renascer para conseguir voltar para Emma e Henry.

Destaques do episódio vão para: Rumple e Peter Pan que vão disputar Henry. Não teremos mais duelos épicos entre Regina e Rumple, mas tenho certeza de que Peter Pan vai ser um ótimo oponente também. Talvez até tenha um embate entre os três – se isso acontecer vai ser incrível, já posso prever; outro destaque, as sereias. Sei que desde a primeira temporada todos esperam a Ariel aparecer e no momento em que as sereias apareceram e atacaram o barco foi como se Once Upon A Time dissesse: sim, nós vamos fazer dessa aparição algo grandioso; por último, mas não menos importante, vermos que Emma deixou de ser uma mulher fraca pela sua falta de crença e agora se tornou uma líder que não precisa de mais nada além de si mesma foi uma das melhores coisas desse episódio. You go girl!

O primeiro episódio dessa temporada veio como uma renovação, prometendo grandes mudanças e bons plots para a temporada. As coisas prometem ficar bem agitadas para os próximos episódios e nós vamos até o episódio 12 sem hiato, isso sim vai ser emocionante.

Série sobre Hillary Clinton, ex-secretária norte-americana, é cancelada

Data/Hora 01/10/2013, 12:27. Autor
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A série sobre a ex-secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, foi cancelada pela NBC nesta segunda-feira (30). Antes da emissora tomar esta decisão de não produzir a série, a CNN já havia decidido não prosseguir com o documentário sobre a secretária.

Em nota, a emissora declarou que ”depois de analisar e priorizar nossa base de desenvolvimento da série sobre Hillary Clinton, decidimos não continuar com a produção.” Em julho, a emissora anunciou a produção da série, que ainda não possuía nome, e imediatamente gerou enormes controvérsias entre a NBC Entertainment e a NBC News. A Fox também entrou na negociação para produzir o programa.

Ainda em julho, o presidente da NBC, Robert Greenblatt, anunciou que Diane Lane estava cotada para protagonizar a série. Lane estreou grandes sucessos do cinema como Sob o Sol da Toscana, A Casa de Vidro, Procura-se um Amor que Goste de Cachorros etc. Mas, logo em seguida, o Comitê Nacional Republicano condenou o programa, assim como o documentário da CNN, e assim, a Fox deixou o projeto. À época, em relação ao bate boca sobre a produção, Greenblatt ressaltou o quão prematura a série era, já que havia ”especulação, demandas e declarações relativas a algo que não foi criado ou ainda produzido”.

Como foi dito, o documentário sobre Clinton, da CNN, do diretor Charles Ferguson (Trabalho Interno), foi abandonado. Segundo ele, pela falta de participantes dispostos a trabalhar nele – graças à pressão sobre o mesmo.

Com informações do TV Line.

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