Maratona de ‘Rookie Blue’ será exibida em outubro na Universal

Data/Hora 02/10/2013, 21:23. Autor
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Os fãs de Rookie Blue podem se preparar para acompanhar os cinco primeiros episódios do terceiro ano da série na Universal. O canal exibirá no domingo (06) uma maratona especial com os primeiros episódios desta temporada. Os episódios são The First Day of The Rest of Your Life (exibido às 8h), Class Dismissed (9h), A Good Shoot (10h), Girl’s Night Out (11h) e Messy Houses (12h).

Na série, Andy McNally é filha de um policial aposentado e busca em sua profissão a convivência com pessoas que possam lhe trazer referências familiares as quais ela nunca teve. Ela e os demais recrutas (Dov Epstein, Chris Diaz, Gail Peck e Traci Nash) criam uma atmosfera familiar que é repleta de diferenças de personalidades.

Na segunda temporada, os policiais enfrentaram vários desafios e criminosos na 15ª divisão. Luke e sua antiga parceira voltam a ser uma dupla, enquanto Andy e Sam também trabalham juntos novamente.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Universal.

Atriz de ‘Body of Proof’ diz que emissora poderá se arrepender sobre cancelamento

Data/Hora 02/10/2013, 21:01. Autor
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Após três temporadas a rede de televisão ABC cancelou a série Body of Proof. A história de Megan Hunt, médica legista cuja habilidade é interpretar os sinais deixados nos corpos das vítimas  enquanto luta para se relacionar bem com os vivos, deu lugar à nova série Lucky 7.

Segundo a atriz Dana Delany (Megan Hunt), a emissora poderá se arrepender de sua decisão. “Eu acredito que tivemos três temporadas fortes”, defende, “apenas gostaria de dizer que a série que nos substituiu alcançou metade dos telespectadores que nós tínhamos”.

A series finale de Body of Proof obteve 1.3 no índice de audiência em maio deste ano, o que significam 7,6 milhões de espectadores entre 18 e 49 anos. Já Lucky 7, uma das apostas da fall season 2013,  obteve em sua estreia, no último dia 24 de setembro, uma audiência de 4,6 milhões de pessoas.

Segundo a atriz, a série estava indo bem e teria fôlego para mais episódios. “Eles provavelmente se arrependerão”, afirmou, acrescentando que está feliz com o período de férias que ganhou. Houve especulações sobre outra emissora ter interesse em manter a produção, porém nada foi oficializado.

Será que Lucky 7 terá a audiência que Body of Proof não conseguiu em três temporadas? Dê sua opinião sobre esta troca.

Com informações do Huffington Post

‘Motive’ é renovada pela ABC

Data/Hora 02/10/2013, 20:45. Autor
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A ABC anunciou hoje (02) a renovação de Motive, série policial que foi uma das apostas da emissora para a summer season desse ano.

A série, que é uma co-produção com a canadense CTV, terminou sua primeira temporada em setembro, com 4,7 milhões de espectadores,  um número relativamente baixo mas que não foi empecilho para que a série ganhasse um novo ano.

Motive é a terceira série de summer season a ser renovada pela ABC recentemente, junto com a estreante Mistresses e o drama policial canadense Rookie Blue.

A segunda temporada de Motive estréia na próxima summer season na ABC.

Com informações do TV Line

Ator de ‘CSI:NY’ participará da quinta temporada de ‘Justified’

Data/Hora 02/10/2013, 20:24. Autor
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Após deixar CSY:NY, cancelada este ano em sua noa temporada, o intérprete do técnico de laboratório Adam Ross, A. J Buckey, participará da quinta temporada de Justified. O ator viverá um “sociopata romântico” na nova temporada do drama do canal FX.

Na pele de Danny Crowe, ele será mais um membro da família, ao lado de Dewey, a ter “vocação” para o crime. O ator se junta aos também confirmados na nova temporada da série, Michael Rapaport e Alicia Witt.

Prepare-se porque vem perigo por aí!

Com informações do TV Line

Will Forte, Phil Lord e Chris Miller produzem nova comédia para a Fox

Data/Hora 02/10/2013, 20:02. Autor
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O ator Will Forte (Saturday Nigt Live) fez uma parceria com roteiristas/diretores Phil Lord e Chris Miller (21 Jump Street) para desenvolver The Last Man On Earth, uma comédia que será produzida para a Fox. A série é centrada na história de dois estranhos que devem superar suas diferenças e trabalhar juntos para garantir a sobrevivência da raça humana.

Will Forte é roteirista e produtor-executivo no projeto e não há indicações de que ele possa estrelar a série. Forte começou como roteirista no Late Show3rd Rock From The Sun e That ’70s Show antes de atingir o estrelato no SNL – programa no qual foi membro do elenco por uma década. Além disso, o ator também foi nomeado ao Emmy pelo seu papel recorrente em 30 Rock.

Esse projeto marca a segunda venda e contrato feitos por Lord e Miller. A dupla também é responsável por Torched, que foi escrita por Chris Romano e produzida por Johnny Depp, e que teve um acordo com a Fox para a produção do piloto. Ambos também dirigiram o piloto de Brooklyn Nine-Nine (veja as Primeiras Impressões aqui).

Ainda não há previsão para inicio das produções e participações no elenco.

Com informações do Deadline.

*Este texto foi feito pela colaboradora do TeleSéries, Cynthia Piccinin.

‘Supernatural’: Mark Sheppard fala sobre o futuro de seu personagem

Data/Hora 02/10/2013, 18:12. Autor
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Este texto contém spoilers!

Em uma entrevista recente, o ator Mark Sheppard, que interpreta Crowley em Supernatural, falou sobre o que esperar de seu personagem na nona temporada da série. No vídeo (abaixo), é possível saber um pouco mais sobre a falha da cura de Crowley e como isso irá afetá-lo emocionalmente.

Confira a entrevista abaixo:

A nona temporada de Supernatural estreia dia 8 de outubro na CW.

Com informações do Spoiler TV

Ator de ‘Lost’ interpretará o rival de Harvey Specter em ‘Suits’

Data/Hora 02/10/2013, 17:40. Autor
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Pelo que parece o advogado mais renomado de Nova York, Harvey Specter (Gabriel Macht), terá que lidar com alguns problemas nos próximos episódios de Suits, isso porque um novo personagem entrará no enredo da série.

O ator Patrick Fischler (Lost) foi selecionado para interpretar A. Elliot Stemple, um ex-aluno da faculdade de Direito de Harvard com quem Harvey compartilha uma história tensa e tumultuada.

Fischler também é conhecido por papéis em Mad Men, Californication, The Mentalist, Castle, Hawaii Five-0, Scandal, Veep, Law & Order: Special Victims Unit, Grey’s Anatomy, Body of Proof, Grimm, Southland, Criminal Minds, dentre outras.

O episódio com a participação de Fischler vai ao ar na segunda metade da terceira temporada de Suits, e será exibido logo no primeiro semestre de 2014.

Com informações do TV Line.

Atrizes de ‘90210’ podem estrelar o piloto de ‘Mystery Girls’, da ABC Family

Data/Hora 02/10/2013, 17:11. Autor
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Parece que dois rostos conhecidos pelos fãs de 90210 estarão de juntos em um novo projeto. A atriz Jennie Garth (que interpretava Kelly Taylor) está em negociação com a ABC Family para atuar ao lado de Tori Spelling (intérprete de Donna Martin) no piloto de Mystery Girls, nova série que está sendo produzida pelo canal.

NOTÍCIAS | ABC encomenda contos de fadas musical do produtor de ‘The Neighbord’

O projeto conta a história de uma ex-estrela da TV (Spelling), que tenta  resolver crimes lado a lado de sua misteriosa ex-colega de elenco (possível papel de Garth). Shepard Boucher (Men at Work) está escrevendo o roteiro. Informações sobre as filmagens e/ou sobre o elenco ainda não foram divulgadas.

NOTÍCIAS | Emily Osment é escalada para o piloto de nova comédia da ABC Family

Caso seu papel seja confirmado, esse será o segundo grande encontro de Spelling e Garth desde o encerramento de 90210, já que ambas atrizes também apareceram juntas no remake do seriado.

Com informações do TV Line.

Primeiras Impressões – Betrayal

Data/Hora 02/10/2013, 10:06. Autor
Categorias Preview

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Não traia a sua confiança e passe bem longe dessa série.

Betrayal é a nova série de uma única palavra da ABC – que já possui a supervalorizada Revenge e a subvalorizada Scandal. O passo mais certo do canal, após dar sinal verde para produções sobre vingança e escândalo, seria colocar uma série inteiramente sobre traições, mesmo que as já existentes possuam plots similares. A série narra a história de Sara (Hanna Ware), uma mulher casada com o promotor público Drew (Chris Johnson). Sara é uma bela mulher, mas insatisfeita no casamento, começa a ter um caso com Jack McAllister (Stuart Townsend) , um advogado de uma poderosa família, cujo patriarca é Thatcher  Karsten (James Cromwell). Um assassinato fará com que os dois advogados trabalhem no mesmo caso, colocando Sara no meio de um jogo de intrigas e lealdade.

A ideia da série é um clichê interessante, mas Pilot não traz um bom desenvolvimento para que o telespectador queira aparecer semana que vem para continuar acompanhando essa história. Os personagens não são bem desenvolvidos e não há muito espaço para que isso aconteça – o piloto foca, primeiramente, no amor tórrido de Sara e Jack.

O grande plot twist do episódio veio só no final, mas pela edição de várias cenas durante o episódio já havia ficado claro como a narrativa continuaria a partir dali. Se o plot do assassinato for trabalhado bem, a série dará muitas chances para que alguns personagens brilhem. A série deveria ser uma guilty pleasure, mas ninguém acredita nisso, nem os próprios roteiristas, que tentam de tudo nos vender uma série “séria” e com “bom roteiro”. Os problemas de execução são enormes e nenhum personagem foi desenvolvido o suficiente para ser reverente.

A traição, em primeiro lugar, não faz tanto sentido. Ambos são bem casados, e concordo que ambos possuem problemas nos respectivos relacionamentos, mas não há nada para se chocar aqui. O marido de Sara pode ser um viciado em trabalho que não ouve a mulher, mas Sara não parece estar se importando tanto com isso. O caso de Jack é mais diferente: ele raramente conversa com a mulher, que também aparenta ser um pouco superficial. O momento em que os dois se encontram pode ser considerado mágico, pois a química realmente existe. E somos relembrados dessa química durante o resto do episódio… literalmente, o tempo todo.

A “conexão” entre os dois acontece tão rápido que logo no segundo dia após se conhecerem eles alugam um quarto em uma pousada, em outra cidade. É algo avassalador, mas não no bom sentido. Tirando uma ligação que Sara recebe de seu filho, não há nenhum outro momento em que algum dos dois comenta o tanto que aquilo que estão fazendo é errado. Eles até tentam “terminar” o que mal começou, mas tudo termina em sexo.

Confesso que para uma série da ABC – um canal aberto – a cena de sexo foi composta de muita nudez. Tirando isso, a produção é sem sal, entediante e com muitos problemas de execução. Poderia até servir como guilty pleasure, mas a própria série não dá insumos para que isso aconteça.

Destaques na TV – quarta, 2/10

Data/Hora 02/10/2013, 09:58. Autor
Categorias TV Brasil

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A Warner encerra hoje a temporada de mais duas séries do seu bloco de comédias de quarta-feira: em The Middle conforme se aproxima o dia da formatura a tensão cresce entre Frankie e Axl, e Mike & Molly enfrentam um tornado.

A MTV começa uma nova fase hoje. O canal tem a exclusividade sobre diversas séries do canal americano CW e, com isto, The Vampire Diaries será exibida de 2ª à 6ª feira até alcançar a nova temporada. Outras séries virão com o tempo.

Film&Arts traz a série neozelandense The Blue Rose, drama criminal que retrata a história de duas funcionárias de uma empresa de advocacia que unem forças para lutar por justiça num mundo corporativo corrupto. A série começou a ser exibida em 2013 e conta com 13 episódios produzidos.

Já exibida pelo canal Boomerang, a série Pretty Little Liars estreia no canal Glitz sua 2ª temporada com episódios duplos.

Viva, completei um mês de destaques! Agora confira os demais destaques na TV.

WARNER
The Middle – 22 h (ep 4×23) / 22h25 (ep 4×24) SEASON FINALE
Mike & Molly – 22h50 (ep 3×23) SEASON FINALE

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampie Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)
Catfish – 22h30

FILM&ARTS
The Blue Rose – 22h (ep. 1×01) ESTREIA

SONY
The Client List – 21h (ep 2×04)
The X Factor – 23h

AXN
Crossing Lines – 22 h (ep 1×05)

GLITZ
The Lying Games – 19 h (ep 1×09)
Pretty Little Liars – 20 h (ep 2×01) / 20h50 (ep 2×02) ESTREIA

MAX*
Top of the Lake – 22 h (ep 1×04) antes as 21h tem a reprise do episódio anterior

SONY SPIN
Jane by Design – 21 h (ep 1×14)

+GLOBOSAT
Linha de Fogo – 22h
O Barco (El Barco) – 0h (ep 1×05 – exibição diária) REPRISE

BBC HD
Doctor Who – 22 h (Final 6a temporada)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Mad Maria – 23h10 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sábado)

SBT
Memphis Beat – 3h

GNT 
Chegadas e Partidas – 20 h
Mulheres de Aço – 21 h
Beleza S/A – 23 h

Podem comentar!

ABC encomenda conto de fadas musical do produtor de ‘The Neighbors’

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A ABC combinou os elementos principais de Nashville e Once Upon a Time, suas séries de sucesso, e encomendou Galavant, conto de fadas musical e de comédia de Dan Fogelman, produtor de The Neighbors. O piloto vai contar a história de Galavant, um charmoso príncipe que  quer se vingar do rei que roubou seu verdadeiro amor.

Fogelman vai escrever e trabalhar como produtor executivo de Galavant. Além dele, a série vai ter mais dois produtores executivos: Alen Menken, responsável por compor as músicas e Glenn Slater, que vai escrever as letras das canções. Recentemente, os três produziram um episódio musical em The Neighbors que rendeu à série uma indicação ao Emmy Awards.

Galavant é o primeiro projeto do novo acordo de Fogelman com a ABC. Os créditos do produtor incluem Carros, Enrolados eAmor a Toda Prova.

Com informações do Hollywoood Reporter

Castle – Dreamworld

Data/Hora 01/10/2013, 23:18. Autor
Categorias Reviews

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Uma semana após a grande estreia da esperada sexta temporada, Dreamworld veio para livrar aquela respiração presa no peito, aquietar aquele coração que batia forte e aliviar aquela tensão imposta pelo fato de Castle ter apenas mais um dia de vida. Repleto de palavras-chave, com um grande caso típico de uma polícia federal ainda tendo Castle e Beckett trabalhando juntos, mais uma vez, até que fim, é isso aí, o segundo episódio da temporada foi um presente para quem, como eu, estava esperando algumas coisas ressurgirem.

A primeira coisa que eu vou falar, e não sei se vocês perceberam ou se vão concordar, é o seguinte: achei meio frio … frio não … meio estranho e alheio o modo que trataram a possível morte do Castle. O homem não tinha só mais um dia pra viver? A Beckett não ia perder o homem da vida dela caso não achassem o antídoto? Tudo bem que em terra de Castle nós sabemos que eles ficam por um dedinho mindinho de um penhasco e sobrevivem, mas que faltou um pouquinho mais de “drama”, uns olhares mais apreensivos – olhares esses que eu só vi do meio do episódio para o final – ah, faltou. Dito isso, eu separo esse episódio em três grandes pontos-chave, começando por aquele que serviu para deixar o episódio com um toque de briga de cachorro grande: o caso.

Como vocês sabem, eu não me atenho muito ao caso. Mas esse – que começou em Valkyrie e foi encerrado no episódio de ontem – precisa ser comentado porque ele terá um papel muito importante nos primeiros indícios de dúvida que vão surgir na cabeça da nossa detetive. Primeiro de tudo, ele é o caso que traz de volta Castle e Beckett trabalhando juntos! Como eu estava com saudade de ver esses dois usando da telepatia que só eles possuem ao desvendarem as pistas sem ao menos uma palavra ser dita. E, com isso, voltam os olhares, os risinhos contidos no canto da boca, os palpites brilhantes do Castle. Aos poucos, a polícia federal foi sendo invadida por um espírito de trabalho em equipe já conhecido na velha e saudosa NYPD. Só faltou mesmo os apertos de mão.

Em segundo plano, o caso trouxe para Castle uma pegada mais séria, um assunto que, se é recorrente aqui, imagina lá nos Estados Unidos. Sim, eu estou falando do Oriente Médio, de bases militares, de Al-Qaeda. De longe eles não entraram em questões específicas, tampouco relacionaram com terrorismo, mas o mérito de criar um caso proporcional ao nível, digamos assim, de um FBI, isso sim, merece ser reconhecido. O desenrolar todo foi muito bem escrito, organizado, e pode introduzir, além da volta da dupla mais querida desse mundo, uma nova McCord que vai nos fazer falta. Lisa Edelstein entrou com o papel de “representar” Ryan e Esposito nessa nova etapa da vida de Beckett e, se faltou qualquer demonstração de companheirismo na semana passada, tudo se desfez no episódio de ontem.

Além disso, e o que merece ser dito é como Beckett não se perdeu. Eu tinha muito medo que o FBI e toda a pressão da troca de uma unidade por outra ainda maior fizessem com que ela se retraísse, se sentisse intimidada. Mas não, tudo permaneceu (hell yeah!). Os gritos e batidas na mesa nos interrogatórios, a coragem de se meter aonde não deve, e o coração que continua sendo seguido. E é aí, exatamente nesse ponto, que o caso se fez importante. É quando a gente fala do seguir com o coração, dos princípios e valores da nossa detetive, que a gente tem o nosso terceiro ponto. Mas como eu sei um pouquinho de matemática, a gente vai passar pelo segundo ainda.

De cara eu já lembrei da cena em Rise, em que o Castle chega para visitar a Beckett no hospital depois dela ter levado um tiro no peito, no final da terceira temporada. E como para Marlowe uma referência só não basta, a música de Always também esteve presente. Só nisso aí já valeria eu ter posto essa cena como segundo ponto alto do episódio, mas é claro que ainda falta uma coisa. O diálogo entre eles não foi escrito à toa, solto assim, só para o Castle dizer mais uma daquelas frases que grudam em nossas cabeças e que me fazem escrevê-las pela parede do meu quarto. Não. O diálogo entre eles é uma introdução àquela conversa que eles ainda não tiveram. O diálogo é a amostra de que Beckett está sentindo a mudança, é a amostra de que os dois vão precisar mover mais alguns pauzinhos para que o trabalho não consuma essa relação.

Algumas vezes, as coisas mais difíceis na vida são as que mais valem a pena.

Chegando finalmente ao último e terceiro ponto, que junto com os outros formaram um tripé para o episódio, eu ressalto o papel de Beckett no FBI, a sua conduta e até onde a detetive se encaixa nos parâmetros exigidos pelo novo emprego. E é lá na cena final, em que Beckett conversa com McCord sobre o que vai ser feito do culpado, que eu uso de argumento pra mostrar minha opinião. O FBI não é para Beckett. Tudo bem que a moça possui um talento e inteligência imprescindíveis – e muito condizentes com o emprego, por sinal -,  mas os seus valores e princípios batem de frente com a “proposta” e conduta dos agentes da polícia federal. É claro que, por serem casos maiores, a conduta deles é certíssima para eles, mas já se perguntaram se ela se fará certa também para Beckett? Para mim, ela deixará o coração gritar mais uma vez e, dessa forma, o retorno para NYPD fica cada vez mais próximo.

Embora eu ainda ache que falte alguma coisa nessa nova temporada (sim, eu sei, está muito no início), Dreamworld me deixou com um gostinho de quero mais e me deixou ansiosa pelo desenrolar de toda essa história entre Beckett-relacionamento-emprego. Confio no que Marlowe tem como proposta para esse ano e mal posso esperar para o que vai acontecer com todas essas questões em aberto. Mas enquanto isso, vamos caminhando passo por passo, porque se em Castle a história não se atropela, quem sou para pular etapas, certo? Vejo vocês semana que vem. Até la!

PS1: Mais um episódio sem Lanie e Gates e eu entro em depressão.

PS2: Sim, ele estava lá! Por mais que a aparição de Pi essa semana tenha sido bem curta, continuo achando que ele foi a introdução de personagem mais genial que houve na série. Por favor, Mr. C. é demais pra mim.

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