Bones – The Lady on the List

Data/Hora 17/10/2013, 16:47. Autor
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O verdadeiro crescimento vem quando corremos risco.

O que torna algo bonito não é a complexidade da coisa. O bonito é aquilo que simplesmente te emociona, te deixa feliz, te intriga. Aquilo que é memorável.  Para a maioria das pessoas, dizer algo assim parece barato. Brega. Mas não é. Por que a beleza da vida está no que é simples. E isso foi o que tornou The Lady on the List tão especial.

Fiquei comovida com vários momentos da história. Eu pensava: isso nem é um grande arco, não houve a morte de algum personagem querido, nem terríveis cenas de desilusão amorosa, nada que causasse a carga emocional digna de um episódio cinco estrelas. Mas mesmo assim, esse episódio foi perfeito.

Ele foi a resposta das minhas constantes indagações. A principal delas, porque Bones não conseguia nos apresentar um episódio consistente, sem grandes furos, ou que precise de um apelo para sustentá-lo (mais conhecido como vilão). The Lady on the List foi a resposta para cada uma das minhas questões. Mais que tudo, foi a prova de que a série consegue se sustentar apenas por sua essência. Simplesmente por ser simples.

The Lady on the List me trouxe direto para o centro das emoções. Não exagero quando digo que ele foi perfeito, até porque para ser perfeito precisa apenas de harmonia, e isso o episódio teve de sobra. A abertura, o caso, o time de squints, B&B, todos os elementos que um fã de Bones espera na série, ocuparam um lugar de destaque no episódio. Tudo estava em seu devido lugar. Tudo mesmo. O grande responsável por isso? Pat Charles, editor de roteiros de mais de 50 episódios da série. Talvez por isso, o episódio ficou tão redondinho e agradável mostrando que são os pequenos momentos que fazem o dia valer a pena.

Momentos como…

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Quando alguém celebra a vida

Dizem que a única certeza da vida é que um dia todos nós, inevitavelmente, iremos morrer. Mas quando a certeza é antecipada, a vida fica mais evidente. Bones é uma série sobre a morte, mas nesse episódio, eles celebraram a vida.

O caso do paciente terminal de câncer Charlie McCord conectou os personagens de forma que todos puderam refletir sobre o que é importante na existência. Achado em decomposição, após, aparentemente, morrer em uma escalada, Charlie era lembrado por todos como alguém inspirador. Não é porque Charlie estava morrendo que as pessoas se emocionavam com seus vídeos, mas com certeza, era por refletir sobre a dádiva que temos com o dia a dia. “Eu amo todos os dias”, disse Booth para a Brennan. Para mim, essa percepção de que o cotidiano é algo precioso, me fez repensar a beleza das coisas simples. Por consequência, na beleza sobre Bones.

A morte era inevitável, mas interromper a vida de alguém ainda é um choque para todos. Charlie foi assassinado por um amigo, uma pessoa que poderia ter dado sentido ao que ele estava passando. Um acidente? Não, a ganância. Isso com certeza foi o que mais chamou a atenção na resolução da história.

A ganância nunca foi uma característica de Bones. Acho que entendemos o recado. Às vezes, queremos tanto algo que não temos – em Bones, seria algo parecido com a encenação de 50 Tons de Cinza-, e aí somos presentados com uma cena “eu amo todos os dias”. Um beijinho no sofá da sala.

Esse caso foi bem mais profundo do que parece. Por que mexeu com toda a história.

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Quando você ainda se surpreende

Adoro o fato de que, na série, os personagens são constantemente surpreendidos por algo novo entre eles. Sejam novas aspirações, habilidades, desejos, maneirismos. Adoro também o fato de eles se conhecerem tão bem que nada os surpreendem.  Como a Angela e sua constante desaprovação das coisas que é obrigada a ver no Jeffersonian.

A cena dela encontrando a Cam tirando os restos do rosto da vítima é impagável. Assim como a Cam, em constante surpresa com as peripécias do Hodgins. Aliás, o Hodgins maravilhado com a águia e entusiasmado com o fato de poder ajudar na investigação usando cera de ouvido só nos mostra que o cotidiano pode ser surpreendentemente divertido.

Bones sendo direta e literal ainda nos rende bastante cenas cômicas. A interação da personagem com o Sweets, mesmo anos depois, é verdadeira e irreverente. A cena dela convidando a Angela para ser a madrinha do seu casamento… Já em Booth – e seu grande coração de leão – sua habilidade em se deixar levar pela intuição é reconhecível e bacana.

O simples beijo entre B&B durante o trabalho, e a discussão se eles teriam rolinhos de salsicha ( o tal “pigs in a blanket”) no casamento foram algo simples, mesmo assim, a cara dos dois. Mas o que mais me chamou a atenção sobre os preparativos do casamento foi o compromisso pela descomplicação. Sim, será um grande momento na vida de B&B, mas o episódio deixou bem claro que os grandes momentos acontecem todos os dias. No cotidiano. Mesmo assim, você se surpreende.

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Quando você faz um bom trabalho

Sweets vesus VAL foi uma competição divertida de se ver. Até uma brincadeira sobre a importância do personagem na série e no dia-a-dia das investigações. Nos últimos anos, Lance tem tentado provar aos outros e a si mesmo que é necessário para o time, seja se tornando um agente, empunhando armas e indo a campo com mais frequência, era visível o esforço de todos em tornar o Sweets parte da coisa toda.

O personagem foi de agradável para chato ao longo das temporadas, chegando ao ponto de quando ele roubava um pouco mais de tempo em tela, o sentimento era esse momento: de que tínhamos sido roubados. Mas não em The lady on the List. Neste episódio Sweets fez a diferença. Sei que não é a primeira vez que ele resolve um caso, ou ajuda na perseguição ao suspeito, mas aqui foi diferente. Sem ele, não teria sido a mesma coisa.

Acho que a VAL veio para nos dizer que sim, ele é um simples psicólogo e é bom no que faz, e nenhuma máquina pode substituí-lo.

VAL e o dr. Wells tiverem um papel parecido no episódio. Principalmente se pensarmos que o tema central da história foi a simplicidade. Não é preciso ter vários doutorados, um QI espetacular, conhecimento de tudo para ser bom no que fazemos. Como disse a Cam: é a estupidez que nos faz um bom time.

Vocês repararam que não houve um só momento que o tal super Dr. conseguiu se sobressair em relação à equipe do Jeffersonian? A Angie descobriu a identidade da vítima e ainda desmontou o álibi do suspeito, o Hodings e a Cam deram o histórico dos últimos momentos de Charlie ajudando a traçar o caminho do assassinato, já o Sweets derrotou a máquina do FBI ao assegurar o perfil do suspeito e o Booth, o “não-squint”, sempre faz justiça. Não só pela sensibilidade, mas principalmente por confiar em seu time. Isso sem contar a Brennan, que apesar de achar que o Prêmio Nobel em sua vida é apenas uma consequência de seu trabalho, é a mais genuína, pura e singela de todas. Apesar de ser o gênio mais sincero de todos, a Bones está ali para fazer o que faz e fim de história. “Eu sei o que aconteceu”. E você Dr. Wells?

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Quando você consegue preencher o vazio

The Lady on the List preencheu um grande vazio que eu vinha sentindo em relação ao seriado. Achei que depois de nove anos, Bones estava perdendo a mão. Não a força, mas o jeito, sabe? Mas aí que vem a surpresa. Depois do tão esperado episódio do Pelant, entre o fim do grande vilão e o tão esperado casamento, a série apresentou um dos melhores episódios desde a sexta temporada.

A história veio para preencher esse vazio que acaba tomando conta de alguém quando o tempo passa. Preencher o dia-a-dia, episódio após episódio é uma tarefa difícil. Lá se vão quase 200 episódios, entre casos, crescimento pessoal, vilões… isso é história. Nesse episódio, tivemos tudo o que era preciso para dizer: ei, nós somos um simples procedural sobre crimes. E somos bons nisso. Podemos continuar sendo bons nisso por muito tempo. Não precisamos pular do espaço (ou pular um tubarão gigantesco, se é que me entendem) para sermos grandes, para fazer um bom momento acontecer.

Entre a lista de coisas que o show precisa fazer, acho que já fizeram todas, fechando com o casamento de Temperance e Seeeley na semana que vem. Mas isso não quer dizer nada, já que a magia da vida está no banal, no comum, no costumeiro. No beijo ao final do dia. É em ter a vida completa, uma filha saudável, ou o amor da sua vida.

Olhem para Bones agora, foi uma trajetória e tanto, não?

A lição que fica desse episódio é de que um dia Bones também irá acabar. E que por isso, não há espaço para ter medo em apostar, viver coisas novas, esperar algo grandioso para acontecer. Há um tempo, aprendi que Bones é feita de coisas simples. Como o amor, por exemplo.

Então, surpreenda.

Compartilhe o tempo que você tem.

Porque cada dia é uma dadiva. Cada momento, uma benção. 

*Dedico essa review para a Ana Botelho. Uma amiga que é essencial por simplesmente existir. Feliz aniversário, querida.

Confira sneak peek de Tatiana Maslany em ‘Parks and Recreation’

Data/Hora 17/10/2013, 15:24. Autor
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Este texto contém spoilers!

A atriz da série Orphan Black, Tatiana Maslany faz sua estreia em Parks and Recreation nesta quinta-feira (17) e o personagem Tom Haverford (Aziz Ansari) não conseguirá esconder sua empolgação com a chegada da moça.

NOTÍCIAS | Protagonista de ‘Orphan Black’ fecha participação em ‘Parks and Recreation’

Quando Nadia (Maslany) aparece para reservar o parque para um evento dos “Médicos Sem Fronteiras”, ela dá de cara com April (Aubrey Plaza) e, após sobreviver a ela, Nadia se vê tentando ser impressionada por Tom, que tentará fazer o melhor para criar uma grande primeira impressão.

Confira o vídeo abaixo abaixo:

Parks and Recreation retrata a vida de Leslie Knope (Amy Poehler), vice-diretora do Departamento de Parques e Recreação da cidade ficcional de Pawnee, localizada no estado de Indiana, que sempre lida com situações engraçadas e fora do comum com sua equipe.

A série vai ao ar às quintas-feiras no canal americano NBC. Já a segunda temporada de Orphan Black estreará apenas em 2014.

Com informações do TV Guide e do Spoiler TV.

‘Glee’: Ryan Murphy confirma que a sexta temporada será a última

Data/Hora 17/10/2013, 14:05. Autor
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Durante entrevista em um evento da FX ontem (16), Ryan Murphy, criador e produtor executivo de Glee, confirmou que a série vai acabar na 6ª temporada (atualmente, a 5ª está sendo exibida). Ele também revelou que a morte de Cory Monteith fez com que o final tivesse que ser completamente replanejado.

“O último no da série, que vai ao ar ano que vem, foi programado para ser sobre a história de Finn e Rachel”, Murphy disse aos repórteres. “Eu sempre soube disso, sempre soube que era assim que ia acabar. Eu sabia que ele ia estar na última cena, qual seria a última fala e que Rachel a falaria para ele. Então, quando uma tragédia dessas acontece, você precisa de uma pausa para entender o que vai fazer a seguir. É isso o que estamos fazendo agora”.

Ryan continuou: “Eu tive uma boa ideia. Vou contar à equipe, ao estúdio e à emissora em uma semana como podemos terminar a série de forma satisfatória depois da morte de Cory. E eu amo essa ideia porque é em memória dele”.

Glee volta a ser exibida nos Estados Unidos dia 7 de novembro.

Com informações da TV Line.

Donald Glover explica seus motivos para sair de ‘Community’

Data/Hora 17/10/2013, 13:43. Autor
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Donald Glover falou, pela primeira vez, sobre sua decisão de sair de Community.

Em uma série de mensagens postadas em sua conta no Instagram, Donald foi bastante pessoal e sincero. O ator começou deixando claro que que não está largando o seriado para se focar em sua carreira como rapper. Glover disse, ainda, que esteve doente no decorrer do ano, e viu uma série de pessoas morrerem, o que lhe gerou um grande sentimento de impotência. Donald salientou que ele questionou muito sobre, pessoalmente, seguir o destino ou o projeto de outros, mas que chegou a conclusão que quer apenas ficar – bem – consigo mesmo, em seu próprio espaço.

Glover, que irá aparecer nos primeiros cinco episódios da quinta temporada da comédia da NBC , ainda expressou seu medo de Dan Harmon o odiar em razão da sua decisão. Em uma mensagem bastante sentimental, o ator ainda disse estar  “com medo de nunca mais ter certeza de nada. De nunca ter tido certeza de nada. Eu tenho medo de me arrepender disso. De nada ter importado, no final das contas”.

Mas apesar do tom de incerteza de suas declarações, Donald tem planos para o futuro. O ator assinou um contrato para escrever, produzir e estrelar um piloto de comédia de meia hora para o FX, que se chamará Atlanta. Ele também tem trabalhado em um álbum (que provavelmente se chamará Childish Gambino), ainda sem data de lançamento. Conforme Donald, a gravadora quer evitar que o lançamento se dê em dezembro, já que o período de férias não é conhecido pelos recordes de venda, e por ele não ser um artista renomado.

Com informações do TV Line.

‘The Goldbergs’ e ‘Trophy Wife’ recebem pedido de roteiros adicionais

Data/Hora 17/10/2013, 12:31. Autor
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A ABC resolveu dar um voto de confiança para suas comédias de terça-feira, Trophy Wife The Goldbergs. Mas um voto de confiança contido.

A emissora encomendou três roteiros adicionais para cada atração. Como a audiência dos seriados é moderada – The Goldbergs conta com rating de 1.6, enquanto Trophy Wife fica no 1.3 -, provavelmente a emissora esperará mais um tempo para se manifestar acerca de uma temporada completa ou, ainda, sobre renovações.

Escrita e produzida por Adam F. Goldberg (Breaking InFanboys), The Goldbergs se passa nos anos 80 e fala das desventuras de uma família excêntrica. A série estreou em setembro (veja as Primeiras Impressões aqui) e foi vista por mais de 8 milhões de espectadores.

Já Trophy Wife conta a história de uma ex-festeira, chamada Kate, que tem uma família instável. Para piorar ainda mais a situação, ela se apaixona por Bradley Whitford (West Wing), um homem com três crianças manipuladoras e duas ex-mulheres que adoram julgar (interpretadas por Marcia Gay Harden, de Royal Pains e Damage, e Michaela Watkins, de Enlightened).

Com informações do TV Line.

Homeland – Tower of David

Data/Hora 17/10/2013, 10:26. Autor
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Tower of David marcou o retorno ruivo – agora careca – Nicholas Brody. Depois de ser visto pela última vez na fronteira com o Canadá – após se tornar o homem mais procurado de todo mundo por  (talvez) ter explodido a bomba que matou mais de 200 pessoas no quartel da CIA em Langley, no final da temporada passada -, conhecemos seu destino final: Venezuela. E já em sua primeira cena, ele passa por uma cirurgia para a retirada de duas balas de seu abdômen, nas ruínas do que um dia parece ter sido um estacionamento. Essa condição sub-humana é a nova realidade (ou novamente) de Brody.

A maioria – mais da metade – do episódio mostrou o dono da cabeça que agora vale 10 milhões de dólares explorando seu novo território no “paraíso” conhecido como Tower of David, em Caracas. Uma construção inacabada, sem algumas paredes externas, criando quase que uma versão da prisão do Ninho Águia para Homeland. Brody tentou escapar, mas o resultado foi desastroso, e mais pessoas inocentes morreram.

Um episódio inteiramente centrado em Brody faria sentido, e até agradável devida à ausência de umas tramas desnecessárias (sim, estou falando de Dana). Porém, nem só de Brody o episódio viveu, e em torno da marca dos trinta e um minutos a ação mudou para Carrie e sua prisão, criando um paralelo poético entre o casal de protagonistas.

Carrie está de volta aos seus medicamentos, lúcida – ou fingindo muito bem. A loira já é capaz de passar praticamente três minutos sem conjecturar suas teorias de conspiração de maneira desvairada. Outra mostra de lucidez seria a necessidade constantemente de citar Saul e a precisão de se desculpar com sua “figura paterna”. Ou ela realmente entendeu os motivos de Saul ao sacrificar um para salvar muitos, ou apenas engoliu seu orgulho para ser capaz de executar seu plano de escapada – sem sucesso, como Brody – para se ver livre de seu cárcere.

De qualquer maneira, a ex-agente Mathison vista nesse episódio refletiu a pessoa que tenta se manter na linha e seguir as regras, suprimindo seu pensamento independente, sua vontade própria. E isso gerou uma questão: essa imagem faz dela uma pessoa saudável? A princípio a resposta é positiva, mas a bipolaridade de Carrie sempre faz difícil tomar qualquer decisão definitiva sobre a personagem. A loira também se mostra obcecada com um visitante misterioso, que a menina nela acreditava se tratar de Saul. Porém, somos apresentados a um novo personagem, um advogado que diz representar um cliente que alega ser capaz de ser o passe para a liberdade de Carrie. Mas seu eu conspiratório e a filha leal e obediente se recusaram a trair sua pátria e, principalmente, seu “pai”, que é na verdade o homem responsável pelo inferno que está vivendo.

Mesmo sendo um episódio que não contribuiu em nada para a trama, tenho que dizer aqui que eu realmente teria gostado dele – visto que ele trouxe consigo alguns dos elementos que fizeram de Homeland uma das séries mais influentes da atualidade – se o momento da série fosse outro. A série ainda tem que se encontrar nessa terceira temporada, que está deixando muito a desejar.

Lembremos que as temporadas anteriores deixavam o público incerto quanto às motivações dos personagens, gerando inúmeros momentos de tirar o fôlego em praticamente todos os episódios, senão em todos. Mas a pergunta recorrente dessa temporada é: onde está a série que conhecemos? Os três episódios vistos até agora mostraram um rascunho do que a série já foi. Somente se pode garantir que ainda se trata daquela série da Showtime porque os personagens são os mesmos (ou quase, alguns mudaram demais).

Como uma amiga bem apontou, um quarto da temporada já foi ao ar e ainda não se sabe qual sua real trama. Porque a história não trata mais sobre terrorismo e segurança nacional. O único quadro que o seriado é capaz desenhar é sobre as consequências dos atos das duas primeiras temporadas. Uma storyline tão depressiva que chega a ser desconfortável: Carrie forçada a um tratamento que a deixa quase catatônica; Saul praticamente perdendo sua identidade e sendo “forçado” a trair a pessoa que é a imagem da filha que ele não teve; e, agora Brody – incapaz de enxergar uma luz no fim do túnel – se entregando às drogas. Os protagonistas atingiram um ponto que não parece ter volta, o problema é que a série também aparenta estar prestes a sucumbir.

The Blacklist – The Stewmaker

Data/Hora 17/10/2013, 10:05. Autor
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The Stewmaker foi um episódio diferente. E para mim o caso da sema, embora tenha tido vários pontos positivos, foi o mais “arrastado” de todos.  E essa quebra de ritmo se deve, especialmente, ao fato do episódio ter sido recheado de clichês. Outra grande diferença desse episódio para os anteriores foi a menor interação entre Red e Keen, que talvez tenha tornado as coisas menos interessantes – a ansiedade por respostas é a culpada disso. A cereja no topo do bolo? Ressler – que eu critiquei nas primeiras reviews por estar meio apagadinho – ganhou ainda mais destaque do que em Wujing, e já é mais fácil simpatizar com o personagem.

Mas apesar de todas as diferenças, e do caso clichezão, não achei o episódio ruim. Talvez só tenha quebrado um pouquinho o ritmo dos anteriores. Quase podemos chamá-lo de filler. Ainda assim, foram bons quarenta minutos.

O criminoso da semana, dessa vez, era uma espécie de “faxineiro”. O cara era o encarregado da limpeza dos crimes – sumia com as vítimas, sem deixar qualquer pista ou vestígio. E só calhou dele ser o criminoso da semana em razão dele ser o “faxineiro” dos crimes de Lorca, um traficante que matou uma porrada de gente (109 pessoas em 6 anos. Choquei.) e estava sendo julgado por isso.

Mas Lorca e o Stewmaker mexeram com a pessoa errada: Elizabeth. A agente foi a responsável, através da elaboração do perfil de Lorca, por levar o traficante para julgamento. E estavam todos os agentes da lei lá, bonitinhos, unidos para colocar mais um bandido atrás das grades. Mas em uma daquelas cenas típicas das produções norte-americanas, um dos jurados passa mal na hora que a testemunha ia apontar o culpado pelas mortes (OH! Sério?), e essa testemunha – a ÚNICA, à propósito – é escoltada por falsos policiais que acabam a matando (OH! Sério? [2]), enquanto os agentes do FBI ficam com cara de paspalhos questionando como não perceberam que tudo era uma cilada (não, queridos leitores. Agentes do FBI não assistem filmes e seriados e, portanto, não sabem que isso é muito óbvio). Só um dia ruim no trabalho, segundo Tom. Pode acontecer com todo mundo.

Enquanto isso o Red estava no Haiti “sendo criminoso” – SÓ pro pessoal não desconfiar de sua aposentadoria repentina (AHAM, CLÁUDIA) – e nem queria saber do caso do Lorca (só se fosse pra ajudar o cara a fugir, porque é isso que a irmandade dos bandidos faz e porque ajudar Liz só por ajudar não é a praia dele – ele quis dizer mais ou menos que o negócio dele não é lambari, só tubarão). Mas aí a agente mencionou as palavras mágicas “desaparecidos sem deixar vestígios” e ele resolveu ser camarada. Não porque 109 pessoas morreram, que fique claro. Mas sim porque os corpos sumiram completamente. Ou seja: os olhinhos criminosos dele brilharam, já que mais um criminoso da blacklist poderia ser capturado. E um que ele desejava bastante, como ficou claro na sequência.

The Blacklist -The Stewmaker

E enquanto o FBI mais uma vez era enganado – segurança interna ZzZzZz, lavagem de dinheiro ZzZzZzZz – Red mostrou que a criminalidade triunfa porque o Tico e o Teco se comunicam e descobriu o paradeiro da raptada Liz através de um pelo de cachorro. E com isso ele chegou mais cedo na cabana isolada. E foi o herói do dia. Hm… só que não foi bem assim.

Isso porque Liz não consegue ver Red como herói. Nem mesmo ficar grata a ele Lizzie conseguiu – já ao Ressler, HMMM -. Ela vê o criminoso como o “monstro” que ele é – e até mesmo confessa ser.

De fato, estou simpatizando cada vez menos com o Red. Ele poderia ter sido mais camarada nesse episódio. Já que Elizabeth é tão importante pra ele, poderia ter evitado que ela corresse risco de vida. Mas apenas quando a história ficou interessante PARA ELE que ele resolveu agir (e o fato dele ter tirado uma das fotos do álbum do Stewmaker prova que a busca que ele mencionou ter feito ao criminoso não foi em vão. Aliás, quem seria a mulher da foto? Mais dúvidas). Ele ainda colocou Ressler em risco desnecessariamente. Pareceu criança birrenta, no melhor estilo “não queria que você viesse junto, mas você veio, então vou te ferrar”. Sorte que Ressler pensou rápido e foi convincente. E pra finalizar, Red empurrou o desafeto na banheira dos químicos. Tá certo que o senhorzinho era bad guy e tal, mas ele poderia ter deixado o FBI efetuar a prisão, ao invés de dar cabo na vida do sujeito (ah, isso, mais a historinha sobre o fazendeiro que perdeu tudo, deixaram claro que a morte do Stewmaker era SUPER pessoal para Red. E isso me deixa ansiosa para saber mais do passado dele).

E em sentido inverso vai meu afeto por Liz. Ele só faz crescer. Quando ela abraçou Ressler e chorou deu vontade de abraçar também (maliciosos! Não o Ressler, ela. Pra consolar!). E achei muito interessante a forma como ela tentou levar a situação com o Stewmaker, aproveitando sua habilidade de fazer perfis para tentar criar um vínculo emocional com o senhorzinho e sobreviver. Sem contar que ela é cabra macho e saiu correndo na floresta (CLICHÊS, CLICHÊS POR TODAS AS PARTES) mesmo dopada. Essa é das minhas.

Ressler também está crescendo no meu conceito. E já estou achando ele e Liz tão bons parceiros que estou começando a shippar. Sim, eu sei que ela é casada, né?! Mas a cada dia me convenço mais de que Tom é bandidinho também, então em breve ela estará livre, leve e solta.

E por falar em Tom, achei super interessantes as descobertas de Liz em relação ao marido. Pelo que eu entendi – e me corrijam se eu entendi mal – ela acabou descobrindo que um dos homicídios cometidos com a arma que ela encontrou na caixa do marido aconteceu em um hotel, exatamente em uma data na qual ela e Tom estavam hospedados no local. Suspeito, né? A cara da Liz ao descobrir isso foi ótima. E justo no momento no qual ela parecia estar amolecendo o coração e voltando a interagir melhor com o marido. Que, aliás, foi bem esquisito ao frisar que ela é um livro aberto e fácil de ler. Medinho!

Por fim, preciso dizer que fiquei frustrada em não vermos mais do cara da maçã nesse episódio. Achei que esse plot se desenvolveria de cara e não tivemos nem menção dele. Mas espero que na sequência isso volte a ser abordado.

Estou ansiosa pelo episódio da próxima semana. E espero que o caso seja mais cheio de reviravoltas e menos recheado de clichês. E, se não for pedir muito, com mais desenvolvimento no plot central da série.

P.S.1: a trilha sonora da série continua maravilhosa. O destaque da semana vai para a cena da preparação da morte de Liz, na qual tocou Smile – a música do Chaplin – (ironia gigantesca) e pra Made of Stone, do Matt Corby, que encerrou o episódio.

P.S.2: genial a cena do Stewmaker preparando o quarto de motel. E impossível não ter pensado em Dexter na hora.

Destaques na TV – quinta, 17/10

Data/Hora 17/10/2013, 09:00. Autor
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Noite ainda com garantia de boas séries na telinha.

Cláudio Lins é o convidado especial do episódio de Agora Sim!, o ator, que no momento ensaia o aguardado musical baseado na vida da cantora Elis Regina e protagonizou novelas na Rede Globo e no SBT, vive Paulo, VP de uma empresa de artigos esportivos que se envolve com Dani (Larissa Machado), secretária da agência de publicidade Bitt, do desastrado Maurílio Bittar (Fabio Herford). De olho na possibilidade de conquistar um cliente graúdo, Bittar e sua equipe vão se envolver em muitas confusões com o pretendente da colega de trabalho.

Em Sessão de Terapia, Theo está com Malu quando recebe uma coroa de flores de Antônio. De tarde Dani diz que acha que as brigas dos pais são culpa sua. Ana usa o sofrimento do filho para voltar com João, mas ele revela que está com outra pessoa.

Confira os demais destaques para esta noite.

+GLOBOSAT
Extras – 22h30 (ep 1×04)

GLOBO
The Voice Brasil

SONY
Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D – 21h (ep 1×04)
Agora sim ! – 22 h (ep 1×04 – série brasileira)

UNIVERSAL
The Good Wife – 23 h (ep 4×04 – leia a review)

AXN
Unforgettable – 22 h (ep 2×07)

HBO FAMILY
Conspiracy 365 – 19 h (ep 1×03)

GNT
Sessão de Terapia – 22h30 (ep 2×09)
As Brasileiras – 23h30 REPRISE

MULTISHOW
Do Amor – 23 h – 2a. temporada

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampie Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)

TBS
Anger Management (Tratamento de Choque) – 21:30 h (2×27)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
Mad Maria – 23h10 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sábado)

Comentem e voltem, pois amanhã tem mais para ver.

NBC encomenda piloto de comédia de Susan Sarandon, que será produzido e co-estrelado por sua filha

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A renomada atriz Susan Sarandon vai continuar apoiando a carreira de sua filha, Eva Amurri Martino (New Girl, Californication. House MD), na televisão. De acordo com o TV Line, Sarandon vai estrelar Growing Ivy – um piloto de comédia encomendado pela NBC – ao lado de sua filha, que também será produtora do seriado.

Growing Ivy conta a história de Ivy Davis (Martino), uma mulher que tem uma carreira bem sucedida, mas acaba tendo sua vida pessoal bagunçada, quando Ivy convida sua mãe (Sarandon) para morar junto a ela e para melhorar seu relacionamento. O objetivo de Ivy é o de resolver as instabilidades de sua infância, restaurar o equilíbrio de sua vida e encontrar um amor verdadeiro.

O piloto foi produzido por Martino ao lado de Rashida Jones (Parks and Recreation) e de Will McCormack. Susan Sarandon também ajudará na co-produção do seriado.

Recentemente, Sarandon foi convidada para participar de um episódio da quarta temporada de Mike & Molly. A premiada atriz, que é conhecida por seu extenso currículo no cinema, interpretou uma autora de auto-ajuda e palestrante de motivação na terceira temporada de The Big C (Showtime). Além disso, ela também apareceu em outras séries como 30 RockRescue MeER e suas participações em Friends e Malcolm in the Middle lhe renderam indicações ao Emmy.

Com informações do TV Line.

 

Marvel prepara pacote de séries para canais a cabo e serviços de TV interativos

Data/Hora 17/10/2013, 08:28. Autor
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De acordo com rumores do site americano Deadline, a Marvel está preparando um pacote de quatro séries e uma minissérie – um total de 60 episódios – para irem ao ar em canais à cabo e serviços de TV interativos como Netflix, Amazon e WGN America.

Os projetos – que ainda estão nos estágios iniciais de produção, sem nenhum detalhe sobre elenco e equipe – estavam sendo mantidos sob sigilo absoluto pela Marvel, com rumores de que todos da empresa estavam sob contratos não divulgados para manter o sigilo, além dos representantes se recusarem a comentar sobre o assunto.

Um dos possíveis projetos é Agent Carter, inspirado em uma cena de Homem de Ferro 3 que foi disponibilizada na edição do filme em DVD e Blu-Ray mostrando a agente Peggy Carter (Hayley Atwell), tomando conta de alguns assuntos da S.H.I.E.L.D. nos anos 40. Ainda não se sabe se o projeto será uma das séries ou a minissérie. Também não se sabe se o projeto irá para a ABC – que exibe Agents of S.H.I.E.L.D. ou se fará parte do pacote de canis a cabo e serviços interativos.

A Marvel, que está em alta no cinema com o lançamento de Thor: O Mundo Sombrio em novembro, além dos próximos lançamentos de 2014,  tem tudo para ficar em alta também na televisão, com os projetos de séries encomendados, além do sucesso de Agents of S.H.I.E.L.D., que recebeu uma encomenda de uma temporada completa e tem tudo para ser renovada para a segunda temporada.

Com informações do Deadline e Hypable

 

 

Dads – Oldfinger

Data/Hora 16/10/2013, 22:55. Autor
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Fazer um exame geral no médico, periodicamente, sempre é aconselhável. Mas é chato para todo mundo, até mesmo para o pessoal de Dads. Só que o que acabou acontecendo com eles aposto que nunca aconteceu com nenhum de vocês. Ou já?

Chegou a data marcada para Walden e Eli fazerem um exame geral de rotina, e eles decidem levar seus pais junto – uma competiçãozinha básica para ver quem esta com a melhor saúde. Na primeira consulta acontece uma surpresa para todos: os pais estão melhores que os filhos. E os rebentos precisarão, então, se ajustar à dieta dos pais e voltar em uma semana com a saúde melhor. (Sério?)

O problema é que Warner descobre que as únicas coisas que seu pai faz são dormir até tarde, comer muita porcaria e passar várias horas no banheiro. Já Eli descobre, finalmente, que seu pai é um bêbado (quem não via isso?). Pra eles, a vida de aposentado não tem muitas opções.

E é nesse ponto do episódio que o impensável acontece: na segunda visita ao hospital Warner precisa fazer uma exame de próstata. Tudo ok, até aqui bem clichê. Mas o médico acaba falecendo enquanto está fazendo o exame e fica impossível tirar o seu dedo do reto de Warner. Que situação mais desconfortável! Várias pessoas vão tentar ajudar: enfermeiras, médicos, e até mesmo Eli e sua esposa; mas ninguém consegue. Até que um dos médicos tem a brilhante ideia de aplicar uma anestesia local, resolvendo o problema.

Finalizando, digo que FINALMENTE vimos um episódio que explorou bastante o Giovani Ribisi. E ele nos fez dar muitas gargalhadas com sua incrível atuação. E até mesmo a cena principal do exame de próstata, que começou como clichê, acabou se revelando como um grande trabalho criativo dos roteiristas.

Eu sempre vi muito potencial nesse seriado. E não me decepcionei. Mas me parece que falta alguma coisa.O que será?

Chicago Fire – A Nuisance Call

Data/Hora 16/10/2013, 21:10. Autor
Categorias Reviews

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Tensão. Em seus diversos estágios, essa é a palavra para o episódio dessa semana. O aperto no coração tomou conta dos pouco mais de 40 minutos de história semanais. Minutos estes que fizeram com que A Nuisance Call se firmasse como um dos melhores episódios da série até agora.

Nesta semana pudemos ver alguns conflitos pessoais que nunca imaginaríamos que acontecessem. Um deles foi o clima entre Dawson e Shay depois de um chamado que elas receberam. Este, sem dúvida, foi um dos melhores casos de resgate até agora. A vítima possuía certo amor platônico por Shay e era responsável por ligações semanais para as garotas. Como não se pode negar um resgate, por mais que se saiba que seja falso, lá foram elas para o dever de boas profissionais que são…

Nesse comecinho de temporada, fomos apresentados às paramédicas em casos desvinculados dos bombeiros e elas já vinham passando por apuros em cada um deles. Mas o caso desse episódio superou todos os outros até agora – inclusive os da temporada anterior – pois foi uma situação de abriu portas para vários outros acontecimentos. Quando ouvimos falar em profissionais da saúde, relacionamos os mesmos com o ato de (tentar ao máximo) salvar vidas e é o que estamos acostumados a ver na série. Sempre torcemos para que as vítimas saiam com vida mas, infelizmente, em alguns casos isso não acontece. A surpresa na situação não chega ser tanto a morte da vítima, mas sim o desenrolar dos fatos.

Os roteiristas nos pegaram de surpresa e o fizeram muito bem! Nos foi mostrado uma vítima descontente com a vida e querendo chamar a atenção – com direito à arma e tudo. O que nós não contávamos é que a tentativa de desarmar a vítima, em um diálogo simples e, até certo ponto, motivador, fosse resultar em um suicídio. Uma coisa é um profissional como as garotas lidar com a morte de uma vítima de acidente (como de costume), outra é lidar com um suicídio que é cometido na sua frente.

O clima estranho entre Dawson e Shay se deu pelo fato de que enquanto a primeira se manteve afastada da vítima e deu instruções para não se aproximar, a segunda tentou uma abordagem mais amigável. O resultado vocês já sabem. O estresse das duas garotas após o trauma da situação já estava bem evidente, mas Gabriela fez questão de um atitude extremamente desnecessária daqueles de se “jogar na cara” que a culpa foi de Leslie. O resultado disso foi uma Shay ainda mais sofrida. Se tem um personagem que eu torço pra ser feliz é essa coitada, porque ela é a única que sofre por conta dos outros. Felicidades, já! Como a paramédica irá lidar com esse trauma e sua relação com Dawson?

Chicago Fire 2x01

O outro conflito ficou por conta de Severide e Hadley. Agindo na surdina, Severide colocou um GPS no carro de Hadley para desmascarar de vez o ex-colega e provar para todos que ele estava certo em suspeitar do bombeiro. Que Hadley era o causador dos incêndios e queria prejudica todo o batalhão, nós já sabíamos. O que surpreendeu aqui foi o fato dele querer se matar quando descoberto. A cena dele pegando fogo foi super tensa e quase tivemos dois suicídios no episódio. Será que ele vai sobreviver?

Herrmann desconfiava de Jay e pediu ajuda de Antonio Dawson para “desmascarar” o cara. Antonio contou para a irmã que Jay é um dos mocinhos – mas isso nós também já sabíamos porque eu já comentei nas reviews anteriores – e ela, sabendo que ele é bom moço, foi correndo pros braços do bonitão. Quanto ao futuro dos dois, só resta esperar.

Outo ponto forte do episódio, e mais uma surpresa dos roteiristas, foi a dúvida que surgiu em relação ao informante de McLeod. Clarke disse à Mills que recusou a oferta da mulher, logo não era quem estava mantendo a carrasca informada. Mills suspeitou de outro bombeiro devido às suas atitudes. E agora, quem será o verdadeiro informante?

Não vou comentar sobre Casey porque ele me cansa…

PS: o que dizer de Severide pai tentando descobrir o porquê de McLeod estar tão em cima de Boden e do batalhão? A pergunta lançada é se ela realmente acha o batalhão problemático ou sua implicância é apenas com Boden, e aí podem surgir segredos que nós nem imaginamos… É, tem muita coisa sobre os personagens que nós não sabemos e essa temporada está ficando cada vez melhor!

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