ABC fará remake de série argentina

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Depois de comprar um projeto latino escrito por Philip Levens, que conta a história de um homem tentando viver a vida fugindo dos fantasmas do passado, a ABC comprou os direitos sobre uma telenovela argentina de 2004, chamada Los Roldán.

Esse piloto é resultado do trabalho de Michael McDonald, ex executivo e agora produtor do canal. A adaptação está sendo escrita por Sarah Hooper (da série Shameless), e se passará em Miami com um elenco predominantemente latino americano. A expectativa é de se manter fiel ao roteiro original e contar a história de um homem de classe média que impede uma mulher cheia de classe de tirar sua própria vida, pulando de um prédio. Como forma de gratidão pelo o que ele fez, a moça o oferece um cargo muito alto em sua empresa e isso faz com que todos os empregados fiquem morrendo de curiosidade para descobrir quem é aquele homem e o que o levou até aquele cargo de extrema importância.

Essas não são as primeiras tentativas de introduzir um conteúdo mais latino à rede de programação, Killer Women e Ugly Betty são exemplos de adaptações no canal ABC, e o canal Lifetime fez também uma adaptação recente que rendeu o projeto do seriado Devious Maids.

O projeto ainda não foi confirmado, e não tem previsão de estreia.

Com informações do Deadline.

Elementary – Poison Pen

Data/Hora 20/10/2013, 22:20. Autor
Categorias Reviews

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Elementary continua a cavar fundo no passado de Sherlock Holmes (Jonny Lee Miller). Se, nas histórias clássicas, Holmes era um homem misterioso, assustadoramente frio e disciplinado – como a gente imagina que um verdadeiro gênio, do alto de sua inteligência, seja -, o detetive da CBS nada mais é do que uma vítima da (cruel) sociedade. Um gênio incompreendido.

No episódio da última semana, Poison Pen, Holmes e Watson investigavam o assassinato de um poderoso executivo por envenenamento. O homem foi encontrado por uma garota de programa estendido no chão, usando uma roupa preta de látex. Quase um fetiche entre os roteiristas hollywoodianos (American Horror Story manda beijos). A primeira desconfiança recaiu sobre um funcionário subalterno da vítima, que, depois, confessou que encontrou o chefe morto no apartamento, colocou a vestimenta “imoral” no defunto e chamou uma prostituta, tudo para que a empresa não tivesse que desembolsar uma alta quantia à família do homem. Acreditaram nele e, desde então, ele sumiu do episódio. Simples assim.

Em seguida, Sherlock descobre que a babá dos filhos do assassinado havia mudado de identidade  e que ela era, na verdade, uma ex-acusada de matar o próprio pai, que abusava dela, pelo mesmo tipo de envenenamento muitos anos atrás. E foi aí que começou a viagem ao passado de Mr. Holmes. O caso da moça aconteceu quando o detetive era ainda um adolescente, em Londres; um menino mais inteligente que os colegas de sala e que, também sofrendo abusos por parte deles, resolveu trocar correspondências com a acusada americana. E por causa de uma tatuagem que a moça disse ter feito em uma das cartas, Holmes a reconheceu no caso de agora. No começo, achei tudo isso muito conveniente e um pouquinho forçado, mas, com o passar do episódio, conhecemos uma face ainda mais sentimental de Sherlock (ou seria, coração?) e vi que  tudo fazia era muito sentido.

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Durante todo o tempo em que trocaram correspondências, Holmes sabia que a moça havia, de fato, assassinado o pai. Mas porque o homem era um monstro, Sherlock a compreendia e até a protegia (o Sherlcok da CBS é extremamente protetor) de tal crime. Ele nunca revelou sua desconfiança a ela até os dias de hoje, quando, diante das fortes evidências contra ela, o detetive precisou abrir o jogo. Depois, descobriram que a vítima de agora, o executivo poderoso, abusava sexualmente do filho de 17 anos e que o jovem matou o pai. A babá, disposta a proteger o rapaz, quase como uma mãe, decide confessar um assassinato que sequer cometeu. E fim de história.

Fiquei com dó da moça ir presa e o episódio ter terminado com essa “injustiça”, com a NYPD e o próprio Sherlock engolindo uma mentira, deixando o rapaz solto e a babá “inocente” presa. Mais tarde, entendi que ela estava, na verdade, pagando pelo assassinato que cometeu contra o pai no passado e que, para ela, seria um conforto, um consolo, finalmente, ser cobrada pelo que fez. E talvez Holmes entendesse isso.

O caso foi complexo, extremamente emocional e bem “amarrado”. A gente se envolveu com aqueles personagens como se os conhecêssemos há anos, como se fossemos íntimos deles, íntimos dos sentimentos e da história deles. A atriz Laura Benanti (Go On, Royal Pains, Law & Order: SVU) foi incrivelmente competente ao desempenhar o papel da babá/assassina e merece ser citada pelo feito.

Já o Holmes é nos apresentado, cada vez mais, como um ser humano. Uma pessoa sofrida, que utilizou-se da dor para desenvolver seu talento – enquanto, na versão britânica e nas histórias de Conan Doyle, o detetive se colocava em situações de sofrimento para compreender algumas coisas. Havia algo de quase sobre-humano nisso. Acho incrível a experiência de ver um personagem tão “acima da humanidade” se aproximar da gente desse jeito, de podermos, em certos pontos, nos reconhecermos diante dele. Obrigada, CBS, por nos proporcionar essa riqueza enquanto espectadores.

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A Watson é outra pessoa na atual temporada. Se, no primeiro ano da série, ele era mulher frágil, que havia perdido a profissão (e, consequentemente, a identidade, quem ela era), na nova temporada, ela é uma mulher forte, determinada e bem sucedida. Fiquei perplexa, primeiro, com a observação dela sobre a tatuagem da babá, de que Holmes reconheceu a moça por isso e de que ela não tinha o desenho na época da morte do pai. Segundo, quando ela encontrou o notebook escondido no escritório da outra vítima. Ela realmente aprendeu o trabalho e, olha, pelo andar da carruagem, vai superar seu mestre Holmes. O que reflete o papel da mulher na sociedade moderna, que é a que vivemos. Quando os roteiristas de Elementary, antes do programa estrear, prometeram uma versão moderna dos contos de Sherlock Holmes, isso não significava apenas transformar “o doutor” Watson em mulher e Holmes em um ex-viciado.

Elementary contextualiza e reflete a sociedade atual em suas histórias de forma competente e convincente e é por isso, apenas por isso, que o seriado se mantém um sucesso entre o público. Diante de mudanças tão grotescas na base da história, as pessoas não engoliriam uma “quebra” tão grande com uma das histórias mais clássicas da literatura se essa “quebra” fosse outra coisa, senão, genial. Eu sei que sempre uso essa palavra para falar de Elementary, mas é isso que a série é: GENIAL!

Desculpem-me os fãs de Sherlock, da BBC, que não conseguem gostar da versão americana. Cumberbatch é um Sherlock mais próximo ao que Doyle criou? É. Ele é mais Holmes do que o Lee Miller? Admito, é. Sherlock é mais refinada? Pode até ser. Mas Elementary, dentro do que se propõe a fazer, dentro de seu gênero, é espetacular. E ninguém pode dizer o contrário – até pode, porque liberdade de expressão deve sempre prevalecer, mas vejam uma temporada inteira da série, pelo menos; não se pode julgar um seriado como esse por dois ou três episódios, é preciso acompanhar o crescimento dos personagens, conhecer o passado deles e chegar até o ponto onde Irene, ahá, é Moriarty.

O quarto episódio da segunda temporada da série só comprova uma coisa: Elementary conquistou uma linearidade e chega a ser difícil acreditar que ela apresentará alguma “baixa” daqui para frente. Desde o retorno, Elementary tem sido o que sempre foi… Sim, vocês sabem… Genial. Genial, meus caros leitores.

P.S.: Amei os óculos de grau novos da Watson!

‘Doctor Who’: assista ao trailer comemorativo dos 50 anos da série

Data/Hora 20/10/2013, 21:52. Autor
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A BBC lançou nesse último sábado (19) um trailer comemorativo dos 50 anos de Doctor Who. O trailer não foi lançado como trailer oficial do especial The Day of The Doctor, por não conter nenhuma cena do episódio, mas conta como vídeo promocional.

Confira abaixo:

O vídeo, que é narrado pelo 11th Doctor (Matt Smith), mostra cenas de todos os Doctors ao longo dos anos, além de mostrar antigas companions como Sarah Jane Smith (Elisabeth Sladen), Rose Tyler (Billie Piper) e a atual companion Clara Oswald (Jenna Coleman), e vilões clássicos da série como os Daleks e os Weeping Angels.

The Day of The Doctor vai ao ar dia 23 de novembro na BBC One e em cinemas selecionados ao redor do mundo.

Com informações do Doctor Who TV 

‘Orphan Black’: Confira três adições ao elenco na segunda temporada

Data/Hora 20/10/2013, 21:14. Autor
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O elenco de Orphan Black vai aumentar na 2ª temporada. A BBC anunciou na última semana que Michiel Huisman, de Nashville, Peter Outerbridge, de Nikita e Ari Millen, de Rookie Blue ganharam personagens recorrentes na série.

Michiel Huisman, conhecido por interpretar Liam em Nashville, vai ser Cal Morrison, um homem difícil com um lado emocional surpreendente e um sexto sentido apurado para pessoas e situações. Cal vai precisar de toda a sua perspicácia e humanidade quando cruzar o caminho dos clones. Seu destino está carregado de surpresas, perigo e revelações que ele nunca pode prever.

Peter Outerbridge vai ser Henrik “Hank” Johanssen, o líder de um grupo de pessoas que se separaram dos “Prolethean”. Sob seu comando, os mais velhos vão se dividir entre ciência e religião e formar uma ameaça formidável.

Por último, Ari Miller, que vai interpretar Mark, um astuto predador com um objetivo sombrio. Ele é devotado a Johanssen, que o transformou em um representando de sua causa. Agora, motivado por uma moral deturpada e uma fé desesperada, ele é um implacável perseguidor dos clones.

A 2ª temporada de Orphan Black já está sendo produzida e estreia em abril de 2014.

Com informações da TV Line.

BBC libera nova foto promocional de ‘The Musketeers’

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A BBC divulgou uma nova foto promocional de The Musketeers, drama baseado na obra de Alexandres Dumas. A imagem apresenta Athos (Tom Burke), Porthos (Howard Charles), D’Artagnan (Luke Pasqualino) e Aramis (Santiago Cabrera) prontos para a luta.

Criada por Adrian Hodges, The Musketeers se passa na Paris do século 17, onde lei e ordem são mais uma ideia do que uma realidade. Os mosqueteiros são soldados de elite que lutam por justiça, honra, bons costumes, amor e, principalmente, pela emoção disso tudo. São herois no sentido mais literal da palavra, homens em que as pessoas podem confiar e acreditar que farão a coisa certa, sem se importar com o risco que correrão.

The Musketeers estreia em 2014 na BBC America e é uma produção conjunta da BBC One, BBC America e BBC Worldwide.

Com informações do Spoiler TV.

Produtor de ‘Seinfeld’ desenvolve nova comédia de animação para a Fox

Data/Hora 20/10/2013, 19:03. Autor
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A Fox colocou em desenvolvimento Massholes, uma comédia em animação escrita e produzida por Spike Feresten, o mesmo produtor de Seinfeld.

A série contará a história de Kevin Bunlvy, um nerd esperto tentando sobreviver em uma pequena cidade de Massachusetts, cheia de caras durões. O show ainda não tem previsão de estreia.

Feresten também está produzindo a comédia Wife Nanny para a Fox com Jason Bateman, Peter Morgan e Jim Garavente. Outros projetos da Fox, incluem a compra de uma série de meia hora dos escritores Lauren Blum e Rebecca Dana, baseada no livro memórias de Dana, Jujitsu Rabbi and the Godless Blonde, que foi publicado em janeiro. O livro conta a história de como o casal se conheceu.

Com informações do Deadline

Lifetime produzirá novos episódios de ‘Betty White’s Off Their Rockers’

Data/Hora 20/10/2013, 18:39. Autor
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O canal Lifetime está resgatando a comédia cancelada da NBC Betty White’s Off Their Rockers.

Episódios antigos do show estão sendo exibidos, porém, 20 novos episódios serão produzidos e estão previstos para estrear em 2014, no canal a cabo americano.

A série estreou em abril de 2012 em homenagem aos 90 anos de Betty White, que além de atriz principal, também é produtora da série. A NBC exibiu as duas primeiras temporadas da série que contou com White supervisionando.  A exibição dos antigos episódios no Lifetime foi utilizada para preencher buracos na programação e teve uma boa média de telespectadores, devido a isto a série ganhou a encomenda de novos episódios.

Com informações do TV Line e The Hollywood Reporter

Hunter Parrish, de ‘Weeds’, fará participação especial em ‘The Good Wife’

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The Good Wife terá mais uma novidade em sua quinta temporada. O ator Hunter Parrish (Weeds) vai fazer uma participação especial como Jeffrey Grant no sétimo episódio da série intitulado The Next Week – que vai ao ar em 10 de novembro.

O personagem de Parrish é descrito como um estudante universitário que tem vontade de experimentar tudo o que a vida pode proporcionar, mas que acaba sendo acusado de ter assassinado uma colega de classe que ele jura que nunca conheceu.

Outras nomes que confirmaram presença na série são Victor Garber, Melissa George, Jeffrey Tambor, Carrie Preston, Rita Wilson, John Benjamin Hickey e Ben Rappaport.

Hunter Parrish é conhecido por papéis em Law and Order: SVU, Campus Ladies, In Justice, Summerland, The Guardian, dentre outros.

The Good Wife vai ao ar todos os domingos às 21h na CBS.

Com informações do The Hollywood Reporter.

HBO divulga três vídeos promocionais de ‘True Detective’

Data/Hora 20/10/2013, 13:30. Autor
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Depois de divulgar o primeiro trailer de True Detective, a HBO liberou outros três vídeos do seriado. A série, que é um das apostas do canal para 2014, trará Matthew McConaughey (O Poder e a Lei) e Woody Harrelson (Jogos Vorazes) como os detetives que, após 17 anos, são obrigados a voltar ao Estado de Louisiana para testemunhar em um estranho caso de assassinato que foi reaberto.

Em rápidos 15 segundos, cada vídeo cenas misteriosas, tensas, que não revelam muito, mas que deixam o público na expectativa sobre o que está por vir na história dos dois detetives.

Confira os vídeos abaixo:

Na série, Michelle Monaghan (Missão: Impossível III) viverá Maggie Hart, a esposa do personagem de Harrelson. Sua personagem é descrita como uma mulher decidida que tem de tomar uma difícil decisão, a qual terá consequências devastadoras.

O objetivo para a primeira temporada é que sejam produzidos oito episódios, que resolverão o caso policial em questão. As temporadas seguintes continuarão dentro do mesmo formato do seriado, mudando apenas o elenco da trama.

True Detective está prevista para estrear no início de 2014.

Com informações do Spoiler TV.

Primeiras Impressões – Reign

Data/Hora 20/10/2013, 12:55. Autor
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E, novamente, eu acabei com a responsabilidade de falar sobre uma série da CW. Reign conta a história de Mary, Queen of Scots (a Rainha da Escócia), que foi coroada com nove meses de idade e passou boa parte de sua vida em um convento para se proteger das pessoas que a queriam morta. Ela permanece nesse convento até retornar à corte francesa para se casar com Francis, o príncipe de quem é noiva desde os seis anos de idade e futuro rei da França. Essa poderia ser, tranquilamente, uma sinopse de série do History Channel. Mas como é da CW que nós estamos falando, há mais alguns dramas adicionados à vida da Rainha Mary.

Francis é o filho legítimo do Rei Henry com Catherine de Medici, a rainha consorte da França. A primeira mudança na versão para a TV é que Francis não é filho único. O Rei Henry teve um filho bastardo com sua amante, Diane, e ela e Sebastian vivem no castelo junto com a realeza. Sebastian merece destaque. Ele é tudo o que Francis sempre quis ser (é livre para fazer o que quiser, porque nunca vai ser Rei) e a rivalidade já existente entre eles dois só tende a aumentar depois da chegada de Mary à corte. A CW repetiu a fórmula encontrada em The Vampire Diaries e colocou, em moldes reais, a temática da jovem dividida entre dois irmãos completamente diferentes e extremamente atraentes. Se é isso o que atrai o público e traz audiência, por que  não? É só torcer para que Mary não ser coadjuvante em sua própria história, ofuscada por Francis e Bash.

As damas de companhia de Mary já renderam polêmica no episódio piloto. Greer, Kenna, Lola e Aylee parecem mais contemporâneas do que qualquer outro personagem em Reign. Kenna, em particular, protagonizou uma cena que foi um prato cheio para os críticos no episódio piloto. Depois de casamentos reais, a consumação é sempre presenciada pelos representantes da corte e é assim que acontece com a irmã de Francis, ao se casar com o Príncipe da Espanha. Curiosas, Mary e suas damas de companhia foram assistir escondidas à primeira noite do casal e depois que foram embora, cada uma das amigas da Rainha foi para um canto do castelo e Kenna, ao achar que estava sozinha numa escadaria, resolveu levantar as anáguas e se satisfazer sozinha. Terminou como mais uma das amantes do Rei, que pediu permissão para terminar o que ela tinha começado. E esse é um plot que vai ser interessante de acompanhar. Como já aconteceu com Diane, Kenna pode se tornar a mais nova mãe de um filho do Rei Henry II.

Ao contrário do resto da corte, Catherine não pareceu nem um pouco satisfeita com a chegada de Mary. Ela se mostrou, entre um ninho de pessoas ambiciosas, a mais disposta a defender seu interesse: a vida de seu filho. Nostradamus (sim, o alquimista), é o aliado da Rainha e um dos personagens mais intrigantes da série. Em uma de suas visões, o bruxo previu que Mary vai levar Francis à morte e isso é necessário para Catherine começar a fazer planos para impedir o casamento deles dois. A morte de Colin depois da tentativa de deflorar a jovem Rainha, mostrou que ela vai fazer de tudo para conseguir o que quer.

E aí nós chegamos ao mistério da série: Quem é a jovem que se esconde em meio às passagens secretas do castelo real e por que ela protegeu Mary? A lenda diz que é um fantasma que assombra o castelo, mas ela pareceu bem real quando avisou a Mary sobre o vinho envenenado por Colin. Se ela tivesse tomado, seu casamento com Francis teria sido arruinado.

Cheia de intrigas, romance e com o elenco estonteante que é a marca registrada da CW, Reign não é a série mais recomendada para os amantes de história quee querem saber exatamente o que aconteceu na vida de Mary, Queen of Scots. Ela é a versão para jovens adultos de uma história verídica, mas com as adições necessárias para se tornar fictícia e com apelo para o grande público. Qual jovem não gosta de  um triângulo amoroso clichê encaixado em outra época, com costumes diferentes, uma cultura diferente e, para os amantes de moda, figurinos maravilhosos? Talvez, Reign, até desperte nos mais curiosos a vontade de pesquisar e descobrir mais sobre a verdadeira Mary, Queen of Scots (foi o que aconteceu comigo, que, confesso, não sou a maior amante de história).

Eu gostei e vou continuar a acompanhar a história de Mary-Francis-Bash e as intrigas de Catherine para impedir o casamento de seu filho e assim, proteger a sua vida. E você? Vai dar uma chance à Rainha da Escócia?

Parenthood – In Dreams Begin Responsibilities

Data/Hora 20/10/2013, 12:50. Autor
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Parenthood já faz sua grande homenagem aos grandes artistas usando uma música do maravilhoso Bob Dylan na abertura, agora continua nessa linha apresentando Joni Mitchell a Drew. Tudo bem que era só para impressionar uma garota, mas já um bom começo. Drew sempre foi tímido e mais quieto e logo no começo de faculdade já teve que enfrentar a temida “friend zone”. Ainda estou um pouco decepcionada, fiquei com a impressão de que ele havia mudado mais no primeiro episódio da temporada, mas fiquei feliz com a coragem dele. Com certeza é uma mudança boa.

Já Heather está começando a me irritar. No começo achei muito legal ela acreditar em Kristina e colocar o Adam contra a parede com relação a isso, mas agora acho que ela está passando dos limites. Foi sacanagem fazer o Adam pedir dinheiro para os clientes (ou ex-clientes) dele. Valeu para quem estava assistindo, entretanto. Ver o Adam sem jeito e morrendo de medo do Mista Ray rendeu algumas boas risadas. Também não gostei dela querer que Kristina omitisse parte de seu projeto de Harry Lerner. Talvez o mundo da política seja sujo demais para alguém tão legal quanto Kristina. Agora tenho dúvidas se quero realmente que ela ganhe. Imagine o que ela não teria que aguentar e suportar se for prefeita? Será que ela aguenta?

E que coisa mais fofa o Max dando dinheiro para a campanha da Kristina! Amo o Max! Por mim ele apareceria muito mais em todos os episódios. Espero que desenvolvam mais a relação dele com Hank que já valeu nesse episódio só pelo comentário de Max dizendo que ganhou 20 dólares de Hank para ficar quieto por uma hora seguida. Em compensação, deixaram um pouco a Aida, mais conhecida como o bebê de Rosemary, de lado nesse episódio. Estava na hora de dar mais espaço aos antigos Braverman mesmo.

O Zeek podia ter um programa no estilo Super Nanny. Bom, era de se esperar que ele tivesse alguma experiência com crianças depois de tantos filhos e netos. Foi legal ver ele “castigando” Victor e Sydney e o conflito dos irmãos ficou mais claro. Como eu já havia dito, há um contraste grande entre a pequena gênia Sydney e o atrasado na escola Victor. Zeek pareceu lidar bem com isso e talvez consiga ajudar Victor – e Julia também, que claramente não sabe mais o que fazer.

O ponto alto do episódio foi o conflito de Sarah e Amber, que finalmente ficou claro e exposto. Havia uma óbvia tensão em Sarah desde o primeiro episódio da temporada, quando Amber anunciou que ia se casar, e desde então ela vem tentando entender e aceitar as decisões de Amber, mas o medo da filha seguir os mesmos passos que ela falou mais alto e ela acabou brigando com Amber. A cena de Lauren Graham e Mae Whitman foi maravilhosa e roubou o episódio na minha opinião.

Só não entendi exatamente onde Adam quer chegar com essa história de transformar o estúdio em um selo. Como disse o Crosby, só ele não sabe que a indústria da música está morrendo? Pelo menos a indústria como conhecemos hoje. Muito arriscado e um pouco fora do episódio. É aguardar para ver até onde Adam levará essa história.

E se a AMC fosse honesta sobre The Walking Dead?

Data/Hora 20/10/2013, 12:47. Autor
Categorias Notícias

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O canal do Youtube Screen Junkies é conhecido por sua honestidade. Não que eles provem dizer sempre a verdade, mas os trailers produzidos pelos Junkies definitivamente são verdadeiros.

Confira o vídeo que a produtora criou sobre The Walking Dead.

 

A quarta temporada de The Walking Dead vai ao ar todos os domingo, às 21, na AMC. Aqui no Brasil, a série é exibida pelo canal FX.

Com informações do The Huffington Post.

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