White Collar – At What Price

Data/Hora 27/10/2013, 12:58. Autor
Categorias Reviews

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A quinta temporada de White Collar começou com uma grande ironia que remete os fãs da série para a primeira temporada. Neal de terno, vai visitar Peter, de macacão laranja, na prisão. Os papéis se inverteram, mas muita coisa continuou reconhecível em White Collar. Assim como no início da quarta temporada, este ano a série começou com um grande problema a ser solucionado e que foi resolvido logo no primeiro episódio. No entanto, vários outros empecilhos voltaram a surgir na parceria entre Neal e Peter, assim como algumas novidades.

Diana está grávida e Peter passou de preso por homicídio a candidato a chefia da divisão de Crimes de Colarinho Branco do FBI. Enquanto isso, novas situações põe em risco a parceria e a confiança entre Neal e Peter. Também não foi necessário muito tempo para Caffrey achar outro problema para resolver em sua vida entre criminoso e consultor do FBI. No entanto, por enquanto, os crimes de Neal estão ligados no momento não ao benefício próprio, mas para ajudar o próprio Peter. Mas, nós sabemos que mesmo assim Burke não iria aprovar as atitudes de Neal e, como sempre, não deve demorar muito para descobrir o que Caffrey andou aprontando. Principalmente com a entrada de Curtis Hagen no jogo.

É quase desnecessário dizer que uma das melhores coisas da série continua sendo Mozzie. Em At What Price, ele inventa uma geringonça capaz de possibilitar que Neal burle o monitoramento da sua tornozeleira. No entanto, a felicidade não dura muito, pois Peter logo sente algo estranho e troca o aparelho de Neal. É claro que Mozzie também ajudou Caffrey a elaborar e executar o plano que tirou Peter da prisão, e é claro que ele negará isso até a morte. Mozzie ajudando um engravatado a sair de trás das grades? Nem pensar!

White Collar 5x01 Mozzie

Com Peter e Elizabeth não precisando mais fugir para o Alaska, as coisas voltaram relativamente a normalidade em White Collar. O maior problema no momento é que Neal ficou nas mãos de Hagen. Seu pai, James, também pode reaparecer a qualquer momento na série. Assim como vários outros personagens que gostam de retornar ao seriado para bagunçar um pouco mais a relação entre Burke e Caffrey. Além disso, como se a situação de Neal não pudesse ficar pior, em At What Price ele acaba sendo escalado para solucionar um roubo que ele mesmo cometeu.

Uma das melhores cenas do episódio foi Mozzie bancando o suicida e se controlando para não criar teorias conspiratórias. Enquanto a policial de New York tentava descobrir o motivo da tentativa de suicídio, Mozzie precisava se conter para não falar em nenhuma teoria da conspiração e consequentemente ser descoberto por Burke.

White Collar também já nos deixou com uma pulga atrás da orelha. Se Peter aceitar o comando da divisão de Crimes do Colarinho Branco ele não trabalhará mais em campo com Neal e irá chamar um agente que não conhece Caffrey para ser seu novo parceiro. Dessa forma, Burke acredita que as relações emocionais que se criaram entre Neal e Diana, Jones e o próprio Peter, por exemplo, não vão afetar o trabalho da equipe. No entanto, vai ser estranho ver Burke longe das investigações em campo.

White Collar 5x01 Neal

Além das mudanças na equipe da divisão de Crimes do Colarinho Branco, Neal tem um problema ainda maior para resolver. Hagen conseguiu imagens de Neal realizando o roubo das moedas de ouro e agora vai fazer Caffrey ajudá-lo a sair da cadeia. Para isso, Neal e Mozzie terão que eliminar as evidências do FBI que incriminam Hagen. Colocando em risco mais uma vez a amizade de Peter e Neal e seu acordo com o FBI.

White Collar iniciou a quinta temporada com gás, mas ainda um pouco distante dos seus melhores momentos nos três primeiros anos da série. Aguardemos os próximos episódios. Que Neal, Peter e Mozzie podem render muitas gargalhadas e emoções nós já sabemos, basta descobrir se a quinta temporada vai levar a série de volta para sua melhor época. Acredito que White Collar tem chances, o que atrapalhou muito a quarta temporada foi o tempo dispensado em cada episódio para a história paralela de James. Nesse ano, a série começa do zero, podendo construir com cuidados seus plots e situações de segundo plano e trabalhá-las em conjunto com os casos da divisão de Crimes do Colarinho Branco de New York.

Destaques na TV – domingo, 27/10

Data/Hora 27/10/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Domingo com café da manhã vendo série nova no pedaço.

O canal FX estreia no horário da manhã a série The Americans, situada na década de 1980, pouco depois da eleição de Ronald Reagan, a história acompanha a vida de dois espiões da KGB que se fazem passar por um casal americano vivendo nos subúrbios de Washington, Phillip (Matthew Rhys, Brothers & Sisters) e Elizabeth (Keri Russell, Felicity).

A novidade da noite vem da +Globosat, Ben Hur minissérie canadense em 2 episódios é a primeira versão da história de Ben Hur para a televisão. Apesar da fama de Ben Hur como personagem histórico, ele, na verdade, é uma criação de Lee Wallace que lançou o livro “Ben-Hur: A Tale of Two Christ” em 1880. O apuro histórico do período o transformou em um best seller, tornando o livro mais vendido nos EUA até o ano de 1936, quando “E O Vento Levou” foi lançado. Ben Hur também se tornaria o primeiro livro a ser abençoado pelo Papa. Produção de 2010 a minissérie conta a história de um príncipe hebreu que viveu na época de Jesus Cristo, tendo como amigo, e depois inimigo, o militar romano Messala, com quem trava uma luta de poder. Filmada em Marrocos, a produção traz no elenco : Joseph Morgan (The Originals) como Judah Ben-Hur, Stephen Campbell Moore (Hunted) como Messala, Emily VanCamp (Revenge) como Esther, Kristin Kreuk (Beauty and the Beast) como Tirzah, Ben Cross (Banshee) como Imperador Tiberius, Alex Kingston (ER / Doctor Who) como Ruth, James Faulkner (Da Vinci’s Demons) como Marcellus, Art Malik (Borgia) como Sheikh Ilderim, Marc Warren (The Good Wife) como David, Kris Holden-Ried (Lost Girl) como Gaius, Hugh Bonneville (Downton Abbey) como Pilatus, Eugene Simon (Game of Thrones) como o Jovem Ben Hur. Com um elenco destes para mim é imperdível !

A minha dose de risos dominicais está perto de acabar, faltam dois episódios para terminar a temporada de Psych, no episódio Nip and Suck It temos a participação especial de Lori Loughlin (Full House / 90210), Shawn e Gus acreditam que a médica da vítima é culpada, episódio com referência ao seriado Nip/Tuck.

Confira os demais destaques de domingo.

FX
The Americans – 10h15 (ep 1×01) ESTREIA
Dexter – 23h30 (ep 8×02 – leia a review)

+GLOBOSAT
Ben Hur – 22 h (minissérie em 2 episódios) ESTREIA

SONY
Switched at Birth – 11h (ep 2×19)
Top Chef Masters – 19 h – 4a. Temporada
The Voice – 23 h

FOX
Modern Family – 10h20 (ep 4×11 – leia a review) / 10h45 (ep 4×12 – leia a review)
Apartament 23 – 13 h (ep 2×15) / 13h30 (ep 2×16)

WARNER
The Mentalist – 13h (ep 5×21)

TV CULTURA
Confissões de Adolescentes – 11h30

HBO
O Negócio – 21 h
Prófugos – 22 h (ep 2×07)
Boardwalk Empire – Império do Contrabando – 23 h (ep 4×04)

STUDIO
Psych – 20 h (ep 7×13)
Smash – 21 h (ep 2×16)

DISCOVERY
América do Norte – 21h40

Até amanhã !

Primeiras Impressões – Dracula

Data/Hora 26/10/2013, 20:30. Autor
Categorias Preview

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Segundo contam, quando o irlandês Bram Stoker escreveu Dracula, em 1887, Arthur Conan Doyle, autor de Sherlock Holmes, enviou-lhe uma carta dizendo que havia gostado muito da obra vampiresca e que era a melhor história diabólica que havia lido em bastante tempo. Coincidência ou não, algumas décadas mais tarde, tanto Dracula quanto Sherlock Holmes foram adaptados para a televisão em versões diferentes daquelas narradas nos livros clássicos. Mas se Elementary, por exemplo, funciona bem diante das reviravoltas criadas pelos roteiristas, ainda é cedo para afirmar o mesmo sobre Dracula, que estreou na NBC na noite de ontem.

Antes de começar a falar da série, quero mencionar uma coisa: no dia da estreia, li no site especializado EW algo que me deixou intrigada. “Se Dracula der errado, vai ser um pouco vergonhoso para a NBC, já que não temos um drama vampiresco sem sucesso há anos – True Blood, The Vampire Diaries, Being Human, todos eles funcionaram. A NBC não vai querer ser a emissora que vai matar a moda dos vampiros”, dizia o artigo. Sério, até eu me senti pressionada com essas linhas tão sentenciosas – e olha que, mesmo se a série “flopar”, eu não serei um centavo mais pobre e nem prejudicará  em nada meu currículo. Mas achei forte, justamente por haver alguma verdade na constatação.

Para atrair o público, a NBC escolheu Jonathan Rhys Meyers (The Tudors) para interpretar o vampiro secular. E não há dúvidas de que JRM é uma figura imponente. O ator – conhecido pela batalha contra o álcool, o temperamento difícil e, supostamente, até uma tentativa de suicídio – era apontado por público e imprensa como o vampiro perfeito. Para quem não leu o livro ou não viu os filmes, Dracula não é exatamente um anti-herói, está mais para um vilão propriamente dito; um monstro. O personagem também é “conde” e, por isso, esbanja elegância, certa postura – algo que não falta a Rhys Meyers, sempre bastante educado e cordial em suas entrevistas. Pois bem. JRM não deve ter decepcionado aqueles que acompanharam a estreia da série. O Dracula interpretado por ele foi, durante todo o tempo, “na medida”. Não houve exageros em gestos, frases alongadas em demasia, nem nada parecido. Foi um Dracula como a gente imagina. A diferença é que, na versão da NBC, ao invés de ser originário da Romênia, Dracula se disfarça de cidadão americano. Chega a ser de partir o coração ver JRM – ator irlandês com extensa lista de personagens britânicos – fazer sotaque americano, tão “comunzinho”. Perde parte do charme, é verdade, mas, enquanto espectadores, vamos sobreviver. Se existe algum defeito em relação ao ator irlandês ser o Dracula, isso em nada tem a ver com a atuação dele: é que JRM tem 1.78m de altura e quase todos os outros atores em cena são maiores do que ele (nos livros, Dracula é descrito como um homem muito alto).

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As diferenças entre a obra literária e a série não param por aí. Na nova versão, Mina (Jessica De Gouw, de Arrow) é uma das primeiras mulheres a estudarem Medicina e é aluna de Van Helsing (Thomas Kretschmann, do filme King Kong). Ela se parece com a esposa falecida de Dracula. O noivo dela, Jonathan Harker (Oliver Jackson-Cohen, de Mr. Selfridge), agora é um jornalista ambicioso e nada tem a ver com os negócios imobiliários londrinos. Aliás, não sou eu que estou dizendo que ele é ambicioso, assim o personagem foi descrito em cena – eu até o achei meio “bobão”, o Dracula dando em cima da namorada dele daquele jeito e ele nem se importou. Acho que ele ainda vai surpreender… Já Renfield (Nonso Anozie, de Game of Thrones) deixou de ser um paciente psiquiátrico que come moscas para se tornar o braço direito de Dracula, uma espécie de assistente, que acerta todos os detalhes para que os planos de vingança do vampiro sejam providenciados (e é, ainda, uma espécie de conselheiro, um guia, que “puxa a orelha” do chefe quando precisa). É a ele também – homem negro, alto e forte – que cabe parcela dos diálogos engraçados da série. Ou seja, aquele típico “braço direito” de todo protagonista rico/nobre de um seriado.

Outra personagem estereotipada é Lady Jane (Victoria Smurfit, de The Clinic), uma mulher sensual, que gosta de sexo e é um tanto vulgar. Ela tem a ver com a Ordem do Dragão, algo como uma organização secreta de quem Dracula pretende se vingar – a ceita matou a mulher dele, séculos atrás, e está ligada com sua maldição da imortalidade.

A Ordem do Dragão tem negócios em diversas áreas, mas é através do monopólio de petróleo (utilizado na geração de eletricidade em diversos países) que pretende dominar o mundo. Para impedi-los, Dracula investe na criação de energia elétrica “wireless” (sim, ele usou essa palavra; moderno, não?), a energia sem fio. O vampiro está em uma corrida contra Thomas Edison e Nikola Tesla, tentando ser pioneiro na descoberta. Segundo o criador da série, o estreante Cole Haddon, Dracula, inclusive, era amigo da dupla de inventores – será que veremos essas figuras histórias em breve na tela?

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Livro e filmes

Quem não leu o livro ou não assistiu aos filmes (que são vários, eu mesma só vi aquele dirigido pelo Coppola) não precisa se preocupar: a série cria um contexto próprio e se estabelece sozinha. Isso não quer dizer que não haja semelhança com a versão literária, há sim. Na verdade, é uma mistura do livro com o que foi apresentado no cinema, um pouco de tudo, somado à criatividade dos roteiristas. Uma das primeiras frases ditas na série é “The blood is the life”, que aparece tanto no livro, quanto no filme do Coppola. Quando os convidados chegam a sua casa, Dracula diz “Leave some of the happiness you bring”, frase também familiar para aqueles que acompanham a trajetória do vampiro há algum tempo.

A casa de Dracula não é um castelo com torres – e isso deve fazer sentido já que ele não está na Transilvânia. Mesmo assim, os sets de filmagem – construídos em Budapeste, ainda que a história de passe em Londres  – são lindíssimos! Parte das locações existe de verdade, mas algumas ruas foram construídas em estúdio, para que as gravações (que devem parecer noturnas na tela, uma vez que o protagonista é um vampiro) pudessem acontecer mesmo durante o dia. Baita investimento!

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Nesse piloto, também tivemos uma cena de luta no telhado, entre Dracula e um integrante da ordem (o sneak peek pode ser visto aqui). A cena foi bem bonita, embora curta, e se utilizava do bullet time (aquela câmera lenta que ficou famosa em Matrix). A técnica, que, pelos trailers, ainda vai aparecer em outros episódios, foi usada somente nesse momento e deu um charme extra ao episódio. Quando usado o tempo todo, o bullet time fica chato, mas, por enquanto, souberam se utilizar disso.

Além dos cenários lindos e dos efeitos de câmera lenta, o figurino é outro aspecto que dá ainda mais beleza ao seriado. Mesmo para aqueles espectadores que nem ligam para a moda, o estilo dos personagens não irá passar despercebido.

Dracula X Sleepy Hollow

O enredo da série é um pouco estranho em alguns aspectos, mas, até aí, Sleepy Hollow era perita em bizarrice e parece estar dando certo (tanto Dracula quando Ichabod Crane foram “ressuscitados” em uma caverna, nas primeiras cenas de seus respectivos episódios; mas por que Dracula estava naquele estado?).  Apesar de algumas esquisitices, a história tem, sim, potencial e pode se sustentar nos outros nove episódios que estão por vir. Alguns diálogos são um pouco “vergonha alheia”, tipo novela do Manoel Carlos, e nem JRM dá jeito naquilo (sabe aqueles flertes que nem a minha avó teria coragem de dizer? Então). Mesmo assim, é uma série que merce continuar sendo acompanhada, seja pela qualidade visual (percebe-se que os produtores tiveram um cuidado com isso), seja pelos atores eficientes. Esperava um pouco mais do piloto, um pouco mais de ação e até sangue. Achei tudo um tanto lento. Mas uma revelação na cena final deu uma esquentada no enredo: Dracula tem um parceiro de vingança e você nem vai desconfiar de quem seja!

P.S.: durante a Ópera, já fiquei achando que Dracula iria entrar em cena e revelar um talento extra: o canto (já que JRM arrasa nesse quesito)! Mas melhor eu parar por aqui, porque Dracula – O Musical faria Bram Stoker revirar no túmulo… Ou, quem sabe, o vampiro vir puxar meu pé à noite.

Dads – My Dad Is Hotter Than Your Dad

Data/Hora 26/10/2013, 20:23. Autor
Categorias Reviews

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Sabe aqueles seriados que você acompanha só pra querer saber o que vai acontecer no final? Pra ver se vai terminar com honra ou se será somente mais um nome na nossa lembrança? Esse é Dads pra mim.

Em My Dad Is Hotter Than Your Dad vimos a volta do humor politicamente incorreto e novamente a direção ficou a cargo do Bob Koherr – se você não sabe quem ele é, é o produtor de Hanna Montana.

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Esse episódio pra mim foi totalmente sem graça, começando com umas piadas totalmente preconceituosas contra mulheres, passando por racismo e tendo um final sem sal. É assim que defino todo o seriado: sem sal. Esse foi um plot que não nos chama a atenção, que não faz você se sentir na pele do personagem. Consequentemente, ficamos com menos vontade de olhar o próximo episódio. Será que ninguém disse para o escritor que a competição de dois pais por uma mesma mulher não é engraçada?

Dads é para aquelas pessoas que querem chegar no fim do dia e ver alguma besteira na televisão, sem se preocupar o que esta vendo. Se o seriado conseguir chegar até o final da primeira temporada sem ser cancelado precocemente – também pela crítica racista -, duvido que o canal queira renovar para a próxima temporada, pois o “estoque” de plots clichês devem estar chegando ao fim.

Pretty Little Liars – Grave New World

Data/Hora 26/10/2013, 20:14. Autor
Categorias Reviews

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Mais um Halloween, mais alguns sustinhos e menos novidade na história. Sinceramente, até um pouquinho de decepção. Foi isso o que eu achei de Grave New World. É meio difícil criar uma opinião sobre um episódio especial que foi salvo nos últimos dez minutos por um fato que todos nós já tínhamos quase certeza que era verdade: Alison está viva e fugindo de A. E além disso? Nada, queridos little liars. Não que o episódio tenha sido ruim, mas depois de meses de espera, ele poderia ter sido um pouco menos “vamos fazer os fãs se interessarem por Ravenswood” e mais “vamos fazer um episódio de Halloween no mesmo nível dos outros”. Mas vamos ao que interessa: Os fatos.

Vamos pular a minha indignação em relação aos momentos “não acredito que você vai entrar nessa cabine sozinha e ficar de costas para a porta, Hanna!” e “por que raios vocês estão se separando mesmo?” porque isso já está virando reclamação recorrente nas reviews. Um dia elas vão aprender a se comportar com segurança em situações de risco, eu tenho certeza.

miranda e caleb

Ainda não assisti Ravenswood, então não tenho uma opinião formada em relação a Miranda, mas, pelo menos até agora, ela e Caleb não me convenceram como casal (o que provavelmente vai acontecer na série nova). Provavelmente porque Hanna estava presente no contexto. Não posso negar que Caleb e Miranda tem mais em comum do que Haleb, mas não vai ser fácil acostumar com a ausência dele em Rosewood. Por mais que eles sejam bem diferentes, Caleb e Hanna são perfeitos um para o outro. E eu ainda não superei esse adeus, sociedade.

pretty little liars

Estou em processo de familiarização com Ezra sendo A. É incrível como todas as coisas que ele fazia antes e nós enxergávamos como resultados do bom caratismo e da dedicação dele à mulher amada, agora parecem ações maníacas de um psicopata sem a mínima consideração com qualquer ser humano. Como sempre, Pretty Little Liars tinha que deixar uma dúvida no ar e confundiu a nossa cabeça com duas pessoas usando a mesma fantasia durante a festa. Dessa vez, vou apostar no óbvio e me arriscar a dizer que quem brigou com Spencer foi Ezra. O outro menino era aleatório demais e depois, Ezra manteve a mão direita escondida. Não que isso realmente signifique alguma coisa, já que “imprevisível” devia ser complemento do nome dessa série, mas a gente tem que começar chutando por algum lado, né?

Provavelmente, essa foi a última vez em que vimos a Sra. Grumwald em Pretty Little Liars e isso é bom, porque eu morro de medo dela, mas, pelo menos, a participação dela levou as liars a dar um ponto final ao plot mais longo e cansativo de Pretty Little Liars: Alison está viva. Logo, a busca pelo verdadeiro assassino dela, A-C-A-B-O-U. Que o deus das séries de TV seja louvado e as almas de Garrett, Wilden, Ian e companhia descansem em paz. Agora ela está em Rosewood e está fugindo do Ezra como o diabo foge da cruz. A eu confesso que ainda estou tentando entender a ligação do pretty eyes  com a Red Coat.

E é com dor no coração que, agora, nós temos que esperar até o dia 07 de janeiro para descobrir mais sobre o passado de Ezra e Alison. E para apagar a má impressão que esse episódio deixou. Até janeiro, little liars 🙂

Morre Marcia Wallace, a dubladora de Edna Krabappel em ‘Os Simpsons’

Data/Hora 26/10/2013, 15:44. Autor
Categorias Notícias

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Marcia Wallace, dubladora da personagem Edna Krabappel em Os Simpsons, morreu na noite da sexta-feira (25) aos 70 anos de idade. Ela estava doente há alguns meses, mas a causa da morte ainda não foi anunciada. A atriz, que foi diagnosticada com câncer de mama em 1985, tornou-se um dos grandes nomes na prevenção do câncer de mama e, desde então, dava palestras sobre o tema em diversos lugares nos Estados Unidos.

“Eu fiquei tremendamente triste quando me falaram que a brilhante e graciosa Marcia Wallace havia falecido. Ela foi muito querida por todos e nós vamos ter que retirar o seu personagem que é insubstituível”, disse o produtor-executivo de Os Simpson, Al Jean. Ele ainda disse que os planos de retirar um personagem do seriado não tinham ligação alguma com Wallace. “Quando nós discutimos a possibilidade da saída de um personagem da série, não havia nenhuma ligação com Edna Krabappel. A morte de Marcia foi uma perda terrível para todos aqueles que tiveram o prazer de conhecê-la”, completou Jean.

Na manhã deste sábado, a atriz Yeardley Smith, que faz a voz de Lisa Simpson, também comentou sobre a morte de Marcia Wallace no Twitter:

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Wallace ganhou um Emmy por fazer a voz de Krabappel no episódio Bart the Lover – que foi exibido em 1992 – no qual a professora dá uma detenção de um mês para Bart e o menino resolve se vingar dela ao responder um anúncio de namoro no jornal no lugar da mulher.

A atriz também é reconhecida por papéis em The Bob Newhart Show, Murphy Brown (programa que lhe rendeu uma indicação ao Emmy como convidada especial), Full House, That’s My Bush! 7th Heaven, entre outros shows.

Com informações do The Hollywood Reporter.

Fox revela calendário da Midseason de 2014

Data/Hora 26/10/2013, 14:56. Autor
Categorias Notícias

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A Fox divulgou ontem (25) o calendário da Midseason, que tem início em janeiro de 2014 e que inclui as datas de retorno de Americal Idol, The Following, além da estreia de novas séries.

American Idol retorna para seu tradicional início de temporada, que tem quatro horas divididas nos dias 15 e 16 de janeiro. Nesta temporada o programa terá 30 minutos a menos durante os programas de eliminação. Este corte já havia sido planejado pela Fox, tendo em vista que os programas de eliminação estavam longos demais. Os 30 minutos restantes serão utilizados para a exibição de Surviving Jack. 

Na sequência, The Following terá a estreia de sua segunda temporada (com 15 episódios que serão exibidos consecutivamente) no dia 20 de janeiro – seguido da season finale de Sleepy Hollow.

Dentre as estreias, o drama Rake terá uma estreia especial no domingo, dia 19 de janeiro, e continuará sendo exibido regularmente a partir do dia 23 de janeiro.

Confira logo abaixo as demais datas de estreias do canal:

10 de janeiro (sexta-feira):

21h30 – Estreia de Enlisted.

15 de janeiro (quarta-feira):

20h – 13ª temporada de American Idol: Parte 1

16 de janeiro (quinta-feira):

20h – 13ª temporada de American Idol: Parte 2

19 de janeiro (domingo):

18h – Final da NFC – NFL (Ao vivo)

22h – Estreia de Rake (Horário especial)

20 de janeiro (segunda-feira):

20h – Season finale de Sleepy Hollow (Horário especial)

21h – Segunda temporada de The Following

23 de janeiro (terça-feira):

20h – American Idol (Horário regular)

21h – Rake (Horário regular)

Com informações do TV Line.

‘Dads’ terá temporada completa

Data/Hora 26/10/2013, 14:12. Autor
Categorias Notícias

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Apesar das polêmicas sobre o conteúdo da série, Dads ganhou a encomenda de 22 episódios para uma temporada completa na Fox americana. Com isso, o seriado se junta a Brooklyn Nine-Nine (que terá temporada completa) Sleepy Hollow (que foi renovada), como o terceiro projeto da Fox a conseguir um voto de confiança.

NOTÍCIAS | Fox se aproveita das críticas para alavancar ‘Dads’

Dads gira em torno de dois empresários bem sucedidos, Warner(Giovani Ribisi) e Eli (Seth Green), que encontram suas vidas viradas de cabeça para baixo quando seus pais inesperadamente desejam morar com eles. A série, que foi criada por Alec Sulkin, Wellesley Wild e por Seth MacFarlane, foi a primeira das novas estreias da Fall Season que teve sua produção aprovada sem nem ao menos ter passado por uma avaliação de seu episódio piloto.

Na última terça-feira, a série registrou uma audiência modesta de 3,5 milhões de telespectadores e 1,4 ponto de audiência entre o público de 18 a 49 anos. Mas no release que distribuiu para a imprensa, a Fox destacou os bons índices entre homens e mulheres com idade entre 18 e 34 anos e o grande interesse despertado pelo piloto da série, que teve 14,7 milhões de telespectadores ao longo de 30 dias – somando a estreia na TV e a audiência via DVR e por video on demand.

Com informações do The Hollywood Reporter.

As gostosuras e travessuras do Halloween com ‘Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira’

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O universo das festas de Halloween (Dia das Bruxas), com seus poderes mágicos e sobrenaturais, sempre foi muito explorado pelas séries de televisão. Ao longo dos anos, versatilmente a fantasia embalou inesquecíveis histórias, com momentos alegres, engraçados, surpreendentes e assustadores. Uma série marcada por essa influência foi Sabrina, the Teenage Witch, conhecida no Brasil como Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira. Produzida entre os anos 1996 e 2003, há 10 anos a atração se despediu de muitos fãs ligados nas aventuras de uma adolescente que descobria a sua vida entre o mundo normal e o da magia. E já que o Dia das Bruxas está chegando, a cozinha do Teleséries transporta você para o ambiente de Sabrina, com uma festa típica embalada pela divertida família Spellman.

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Para matar a saudade da série, no início de outubro a coluna Memória, aqui do Teleséries, recordou a história de Sabrina. O show, produzido pela ABC, tinha como personagem principal Sabrina Spellman (Melissa Joan Hart), que, ao completar 16 anos, descobriu ser uma feiticeira e que, dali por diante, não seria mais uma simples adolescente. Na companhia de suas tias Hilda (Caroline Rhea) e Zelda (Beth Broderick) e do divertido gato preto falante Salem Saberhagen (Nick Bakay), os sete anos de seriado apresentaram diversas fases da vida jovem-adulta de Sabrina, desde seus primeiros passos no mundo da magia até os desafios da vida normal, com o início da faculdade, os novos amigos, a profissão e, até mesmo, a fuga de seu casamento para ter um final feliz com o namorado de escola, Harvey Kinkle (Nate Richert).

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Em meio a todas essas descobertas e histórias, um aspecto bastante evidente na construção do roteiro de Sabrina é a tentativa de explicar o funcionamento do mundo mágico de forma lúdica e divertida. Distribuídos em 163 episódios, estão vários feitiços, segredos de família, livros de magia, dimensões intergalácticas e planetárias e as instituições criadas para o mundo mágico, dando um sentido ao universo apresentado pelas tias para a nova bruxinha. Ressaltando um aspecto cultural bastante marcante da cultura norte-americana, nessa troca entre a realidade e o universo fantástico, uma comemoração bastante presente é a do Halloween, que tem destaque em diversos episódios da série. Já no início da primeira temporada, aparece uma referência em A Halloween Story (s1xe5), quando Sabrina é forçada a comparecer em uma festa tradicional de família em outro plano e, para não dar furo na festa do amigo Harvey (então seu amor platônico), dá vida a uma sósia que só fala três coisas: “Adoraria”, “Isso é bem verdade!” e “O Sr. Poll é tão chato”.

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Depois de muitos anos e certo desânimo com as festas de Halloween – para o pesar de Hilda e Zelda – já na faculdade, Sabrina decide que é a hora de assumir a sua tradição bruxa. Assim, ela tenta contagiar os amigos, que dizem que Dia das Bruxas é coisa de criança. Para isso, em The Halloween Scene (s5e6), Sabrina aceita a provocação de Salem e planeja uma festa às pressas na casa das tias, aproveitando que elas estarão em um encontro super badalado em outra galáxia. Fantasiada de pastorinha de ovelhas e com uma decoração típica, Sabrina contrata um grupo de monstros com Joyce (Tisha Campbell Martin), a organizadora de festas do outro plano, para mostrar aos amigos como o Halloween pode ser divertido e assustador. O que ela não imaginava era que a festa estivesse tão boa, que foi novidade até no outro plano, trazendo monstros além dos que tinham sido convidados e, também, o retorno das tias para a casa em pleno alvoroço.

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Sabrina:

Esse lugar é um desastre!  Quem não usou o porta copos?

Zelda:

Uma marca de água no piano é o menor dos seus problemas.

Sabrina:

Mas é o único que eu sei resolver!

Hilda:

Muito bem, todo mundo para fora, a festa acabou!

No Youtube, você pode assistir todo esse episódio dublado. Basta clicar aqui.

Agora, voltando à coluna, fora as confusões de Sabrina, em uma coisa ela acertou: a decoração da noite de Halloween. Nas festas contemporâneas norte-americanas (leia mais sobre as origens da comemoração aqui), bastante popularizadas, são ícones as famosas lanternas de abóbora, as fantasias e, claro, os doces e petiscos. Ainda, um acompanhamento muito comum é o tradicional ponche, bebida presente em várias celebrações norte-americanas. Na festa de Sabrina, vemos um recipiente cheio de ponche vermelho, um dos mais comuns nas produções cenográficas. Então, para você curtir o Halloween com um segredinho bruxo dos Spellman, vamos desvendar o mundo do delicioso ponche.

O que é ponche? Do que é feito?

O ponche tem origem na Índia. Essa bebida chegou à Inglaterra no século XVII, sob o nome de panch, que significa cinco. A alcunha encontra seu significado nos ingredientes básicos da receita que, são, exatamente, cinco: açúcar, limão, água, alguma bebida alcoólica e chá (ou especiarias). No idioma inglês, a bebida ficou conhecida como punch. A partir da Inglaterra, a bebida se tornou conhecida, também, em outras partes da Europa e se difundiu em vários países, sendo muito comuns as variações da receita. Dentre algumas das bebidas alcoólicas tradicionalmente utilizadas como base dos ponches estão o vinho, o brandy e o rum (influência jamaicana). Hoje, em especial nas festas infantis, há muitos ponches bastante artificiais, com misturas à base e extratos e sucos concentrados, glicose de milho, sucos em pó e gelatinas, tudo para conferir a coloração e o sabor frutado. Essa pode ser, inclusive, uma das razões para que muitas pessoas tenham a visão do ponche como uma bebida para crianças. Se você quiser saber um pouco mais sobre os ponches, há textos interessantes em Food Timeline e em The Esquire Tavern.

E, agora, depois dessa breve introdução, que tal a gente testar um ponche? Que a magia comece!

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Ponche de Halloween de Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira

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Ingredientes:

Suco de duas laranjas (tipo pêra)

Suco de três limões (tipo taiti)

1 litro de chá de morango (ou frutas vermelhas) gelado

1 xícara (chá) de açúcar

Modo de fazer:

1. Misture bem todos os ingredientes em um recipiente.

2. Sirva gelado (se preferir, adicione gelo).

E está pronta a sua receita, é muito rápida! Quanto mais gelado esse ponche, melhor ele será. Como você viu, não adicionei álcool na receita, justamente para que as crianças também possam aproveitar essa delícia geladinha. Mas, se a pedida é algo mais adulto, deixo a sugestão de adicionar uma boa vodka, que vai dar um toque arrojado, ou, até mesmo, o rum, que combina bem com os sabores frutados. Se você quiser, também pode experimentar adicionar água com gás ou alguma bebida gaseificada com sabor cítrico, que deixarão a bebida mais efervescente. Em relação aos ingredientes, cheguei à receita após pesquisar bastante sobre o ponche e testar mais de uma variação. Ao fim, depois de provar com o suco de saco, optei pelo chá, mantendo a tradição original, pois é bem menos doce e enjoativo. Também optei por usar menos açúcar, pois acredito que, para a quantidade desse ponche, uma xícara já ficou bem suficiente (até gosto menos doce). Quanto ao suco de laranja, tomei por base de várias receitas. E, realmente, ele combina muito com o limão (lembrando de usar as frutas in natura, se possível). Para finalizar, basta provar e montar a sua mesa para a espera dos convidados. Se for aderir a moda que pegou aqui no Brasil, as cores preta e laranja não podem faltar. E, acompanhando a gostosa bebida (é bom mesmo!), não economize nas gostosuras e travessuras!

Sabrina08

Happy Halloween!

 

Fotos da comida: Guilherme Moreira

Destaques na TV – sábado, 26/10

Data/Hora 26/10/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Castle comemora o 100o. episódio fazendo homenagem ao filme Janela Indiscreta, um clássico do mestre do suspense Alfred Hitchcock. Além de chegar a esse feito, um fato curioso sobre este episódio é que ele foi exibido nos EUA no dia 1o de abril, data do aniversário do personagem Richard Castle. O segundo episódio da noite terá a direção, pela segunda vez, de Jonathan Frakes – o eterno Comandante William Riker (Star Trek : Next Generation).

Em New Girl teremos a última participação de Dennis Farina no mundo das séries como o pai de Nick, o ator faleceu em julho deste ano.

Para os maratonistas de plantão o canal AXN promove hoje a exibição dos 4 episódios da quinta Temporada de Breaking Bad, começando as 17 h.

Confiram os destaques para sábado.

SONY
Castle – 00h30 (ep 5×17) / 01h30 (ep 5×18)

AXN
Breaking Bad – maratona dos 4 primeiros episódios da 5a. temporada começando as 17 h

FOX
White Collar – 12h (ep 4×11 – leia a review)
New Girl – 18 h (ep 2×23)

UNIVERSAL
Rookie Blue – 17 h (ep 3×08 – leia a review)

A&E
NCIS:LA – 21 h (ep 4×21)

+GLOBOSAT
O Último Policial (The Last Cop) – 22 h (ep 2×08)

VIVA
Antonia – 23h15 (ep 2×02)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sábado)

Até amanhã !

‘Drop Dead Diva’ é renovada para sexta temporada

Data/Hora 25/10/2013, 22:35. Autor
Categorias Notícias

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Depois de ter sido cancelada pelo Lifetime e do canal ter voltado atrás em sua decisão, foi divulgado hoje (25) que a série foi renovada para seu sexto ano, com 13 episódios encomendados.

Drop Dead Diva, que terá a exibição da season finale da quinta temporada no domingo (03) às 21h, trará um visitante surpresa do passado de Jane (Brooke Elliot) que poderá mudar a vida da moça para sempre. Até agora, o seriado teve 2.02 milhões de telespectadores, com 0.35% entre o público alvo, ao vivo.

A série conta a história de uma fútil aspirante à modelo que morre de acidente de carro. Ela, então, retorna à Terra no corpo de uma advogada acima do peso. O elenco conta com Brooke Elliott, Margaret Cho, Jackson Hurst, April Bowlby, Justin Deeley, Lex Medlin e Kate Levering.

A sexta temporada será exibida em 2014.

Com informações do Spoiler TV.

New Girl – Keaton

Data/Hora 25/10/2013, 21:42. Autor
Categorias Reviews

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Continuamos nesta montanha-russa que é a terceira temporada de New Girl. Como admiradores, procuramos ver o que a série mantém da essência que cativou os espectadores na primeira temporada e os manteve ligados à segunda. Exageramos na generosidade pelo carinho que temos por Nick, Jess, Schmidt e Winston, mas a verdade é que cada episódio deixa uma pista de que a série desandou.

Para começar, devemos destacar que Schmidt é, sim, um d-bag (ou, cafajeste), e apesar do excesso de autoconfiança de outrora ele tinha seus momentos  de “bom coração”  os quais o tornavam querido pelos amigos (e pelos fãs). Após o caso Cece-Elizabeth, porém, ele se mostrou extremamente amargo e disposto a disparar maldades em direção a qualquer pessoa que estivesse por perto.

Estando assim, insuportável, comendo maionese direto do pote, reclamando sobre tudo o que assiste e secando suas lágrimas com presunto, Jess resolve ajudá-lo, e tirá-lo do sofá pelo menos durante a sua festa de Halloween. Desde modo, Cece, que também curte uma dor de cotovelo monstro, poderá se divertir um pouco.

Contudo, a situação de Schmidt é mais grave do que seus colegas de apartamento pensavam. Winston, então, se lembra de um amigo de infância do rapaz que sempre o ajudava nas horas mais difíceis. Quem? O ator Michael Keaton, o Batman. “Não o novo e confuso. O Batman bom, Michael Keaton” (palavras de Nick, não minhas).

winston, nick-jess- keaton 3 - TS

Schmidt volta, dessa maneira, a corresponder-se com seu camarada famoso, no momento em que mais precisa recobrar a confiança em si mesmo, sair do sofá e deixar que Jess dê sua festa. Sem perceber a estranha sincronia, ele nem desconfia que o autor das cartas, se passando por Keaton, é Nick. A mãe de Schmidt teve a ideia de encorajar o filho com cartas falsas quando estava em processo de separação e o menino começou a contar todos seus problemas, até os mais íntimos, para a mãe, que respondia a todas as cartas com assinatura do ator.

winston, nick-jess- keaton 2 - TS

Nick herdou este legado e se opõe a desenterrá-lo, mas Jess o faz escondido. Schmidt retoma a alegria e confiança e decide não ir à festa de Jess “para dar a Cece o espaço que ela precisa”.

Não demora muito para Schmidt descobrir a verdade já que a bat-caverna usada para escrever os e-mails é um apartamento em frente ao deles. É quando acontece a situação O”, isto é, Schmidt descobrir que sua vida é uma mentira. A analogia é perfeita, assim como Winston fingindo, sem sucesso, que já viu o filme.

Apesar de Jess no alto de sua bebedeira ter a “brilhante” ideia de se vestir de Batman e enganar o deprimido amigo e sem saber que ele já descobriu, finalmente Nick dá o desejado fim ao esquema: “Eu sou o Michael Keaton”, afirma, em tom dramático.

Feita a revelação, todos voltam para casa. Menos o nosso querido malandro, que em um ápice de clareza resolve se afastar para provavelmente nunca mais ver seus amigos. Quer dizer, isso se alguém o levasse a sério, já que alugou o apartamento em frente, o mesmo que serviu de esconderijo para os amigos executarem o plano “Michael Keaton”.

Fiquei feliz de ver mais do Winston, especialmente quando se fantasia de David Letterman e se acha a cara do apresentador de televisão. Nick contando como toda esta história começou também foi bem legal (rolou um clima meio Tim Burton) e assim como a Jess, estamos com saudade do velho Schmidt autoconfiante e com seu grito de guerra. Volta Schmidt!

schmidt - parkour

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