Destaques na TV – sexta, 1/11

Data/Hora 01/11/2013, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Comece bem o mês conferindo o que tem na grade da TV hoje e para sábado de manhã também.

Uma temporada não foi o bastante para Mike conseguir mostrar quem é que manda no pedaço. Será que nesta nova temporada alguém vai dar moral pra ele? Last Man Standing estreia sua 2a. temporada no Comedy Central.

Em Sessão de Terapia – episódio Dora, Milena visita Theo, pede que ele não processe Antônio. Na consulta com Dora Theo conta que Miriam o vigiava a pedido do pai. Dora sugere que a mãe Theo tenha imposto o fardo de cuidá-la. Theo confuso.

Segundo o site R7, a Record comprou os direitos de Breaking Bad, a emissora pretende fazer uma anunciação oficial em breve, e ainda não há previsão de data de estreia da série no canal.

Confiram os destaques na TV para hoje e da parte da manhã de sábado também.

COMEDY CENTRAL
Last Man Standing – 20h (ep 2×01) ESTREIA

AXN
Breaking Bad – 22 h (ep 5×05 – leia a review)

GLOBO
A Mulher do Prefeito – 23h25 logo após Globo Repórter (ep 1×05)

+GLOBOSAT
Lowdown , Um Jornalista Sensacionalista – 22 h (ep 2×05)

GNT
Sessão de Terapia – 22h30 (ep 2×20)

WARNER
Golden Boy – 22h50 (ep 1×10)

HBO FAMILY
The Haunting Hour – 19h30 (ep 3×22)

MTV
Dawson’s Creek – 10 h (exibição de segunda a sexta)
The O.C. Um Estranho no Paraíso – 16 h (exibição de segunda a sexta)
The Vampie Diaries – 20h30 (exibição de segunda a sexta)

VIVA
A Próxima Vítima – 16h15 (de segunda a sexta)
O Primo Basílio – 23h15 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0 h (de segunda a sábado)

FX (sábado – 2/11)
The Office – 7h25 (ep 9×17)
The Office – 7h55 (ep 9×18)

Bom final de semana !

The Voice Brasil – Audições às Cegas V

Data/Hora 01/11/2013, 00:30. Autor
Categorias Reviews

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Hey guys! Achei esse o pior episódio de audições às cegas do The Voice Brasil levando em conta as duas temporadas. Pareceu que tudo foi muito rápido e mal editado. Sim, eu sei que não teve ninguém RUIM, mas também não teve ninguém que me fez suspirar. Pra não dizer que não gostei de nada eu amei o Nando Motta. O cara é gato e a sonoridade que ele imprimiu pra música ficou bem parecida a vibe da Cássia Eller. Curti bastante, inclusive a escolha da música.

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Mas então, como prometido no twitter eu vou contar algumas coisinhas de bastidores sobre o The Voice Brasil que a grande maioria dos telespectadores não sabe. Claro que sabemos que os programas são editados, mas algumas coisas eu considero exageradas e acho que podem inclusive prejudicar alguns candidatos aos olhos do telespectador. Pouca gente sabe, por exemplo, que o programa que foi ao ar essa semana foi gravado antes do que o que foi ao ar semana passada. O Xandy foi o último selecionado. Pouca gente sabe, também, que Lulu e Brown foram  os primeiros a completar o time e que no programa que foi ao ar semana passada só quem tinha vaga nos times era Cláudia e Daniel, o que explicou o grande número de candidatos optando pelo Daniel. Inclusive o Brown e o Lulu foram liberados pela direção do programa para virar as cadeiras desde que Daniel ou Cláudia já tivessem virado. O candidato era avisado de antemão sobre os times que ainda tinham vaga e assim sabiam que mesmo que Lulu ou Brown virassem não podiam ser escolhidos. Enfim, na minha humilde opinião isso é uma coisa que extrapola um pouco a questão da edição e já pode ser chamado de manipulação, visto que os telespectadores são enganados. Não é mais fácil e mais legal fazer igual eles fazem no UK, por exemplo, quando mostram a saga do Will.I.Am pra escolher seu último candidato? Gostaria de entender as razões pra direção do The Voice Brasil usar esses artifícios, mas não entendo.

Sobre os candidatos de hoje, como eu já disse lá em cima o meu preferido foi o Nando. A versão dele pra “Nós” ficou ótima. Destaco também a Gabriela que me agradou ainda que eu não seja muito fã de rock. Achei que ela mostrou que pra ser roqueiro não precisa gritar. O Elias também foi bom, mas nada sensacional. Queria ainda mencionar a Julia Tazzi, que grande parte do meu twitter amou e eu não gostei. Ela ficou MUITO aquém da Xtina e eu sou adepta da ‘teoria’ de que se não pode fazer pelo menos parecido em termos de qualidade não canta uma música de um cantor muito bom, como é o caso da Aguilera que é considerada a voz da geração. Diferente da Vivian, por exemplo. Não gostei da versão dela pra “Back to Black”, mas ela tem qualidade vocal e voz bonita, só não gostei do arranjo.

Minha segunda preferida da noite foi a Simone Schuster que acabou sendo preterida e causando arrependimento no Lulu que não virou pra ela. Hoje ela não foi tão bem, mas acho que eu gosto bastante dela porque já conhecia o trabalho do Ídolos e acho que ela merecia passar.A Amanda era ótima e merecia ter entrado em algum time. É daquelas coisas que simplesmente não tem explicação, né?! A Cláudia até tentou se explicar, mas não colou. Tem certos candidatos que são bons demais pra ficarmos apegados à estratégia.

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Pra finalizar quero fazer um pequeno balanço das audições às cegas. Continuo considerando que ano passado o nível do programa estava mais alto. Esse ano não temos candidatos tão fortes, especialmente se formos analisar em termos de música brasileira. Acho que tem muita gente cantando em inglês e perdendo a chance de ser um bom representante da música brasileira no The Voice Brasil.
Os dois times mais fracos na minha opinião são #TeamBrown e #TeamDaniel. Consequentemente os mais fortes são #TeamCL e #TeamLulu, com esse último largando um pouco na frente, mas penso que talvez o Lulu possa ter dificuldade na hora das batalhas porque todos os candidatos dele se parecem em questão de estilo.

Como aqui no Brasil os candidatos não são tão equilibrados como lá fora eu acho que o propósito das batalhas não se cumpre muito bem, então eu não ficaria chateada se algum técnico colocasse os candidatos mais fortes contra os mais fracos, especialmente a Cláudia, cujo time tem gente muito boa e muito ruim. Fazendo ruim x ruim acaba eliminando gente boa e tendo que engolir gente fraca. De todos os candidatos, considerando tudo que um artista precisa ter pra me agradar eu tô torcendo pela Carina Mennitto, porque acho que ela canta bem, é carismática e tem potencial de venda. Vejo nela uma artista capaz de assinar com uma gravadora e fazer sucesso.

É com dor no coração (sem drama, rs) que me despeço por aqui agradecendo a audiência, a companhia e os comentários de sempre. A partir de agora me afasto das reviews de The Voice Brasil por motivos de força maior. O Lucas estará com vocês a partir das próximas semanas e eu tenho certeza que deixo minha review mais querida em ótimas mãos, ainda que talvez (não sei) ele tenha opiniões diferentes das minhas. Espero que vocês também gostem dele! 🙂

Castle – Get a Clue

Data/Hora 31/10/2013, 22:58. Autor
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“É o Código da Vinci da vida real”

Mais um. Mais um o que, vocês podem estar pensando. Vou responder, então, queridos leitores curiosos: mais um ótimo episódio pra consagrar essa temporada PERFEITA. Desculpa a caixa alta, mas é preciso. Eu estou em êxtase com essa sexta temporada, é sério. Parece que estou vivendo a essência de Castle, entendem? Sabe os motivos que fizeram eu e vocês cairmos de amores por essa série? Então, eles foram se dividindo ao longo dos anos, uns aparecendo pela primeira vez, outros sendo reintroduzidos. Mas nesse ano não. Dessa vez é tudo junto. Uma mistura mágica de tons, falas, olhares, piadas, romance, medo, casal, conquistas, enfim, TUDO que fez de Castle a série que ela é hoje. É por isso que a sexta já se fez a minha favorita e é por isso que Get a Clue me fez vibrar, sorrir e me encantar como se fosse a primeira vez.

Exótico, leve e engraçado. O caso dessa semana, como o próprio Castle fez questão de falar e repetir inúmeras vezes, parecia um jogo de caça ao tesouro típico de romances de suspense. E eu, como boa amante de livros do Dan Brown, não posso dizer senão que gostei – e muito – do episódio, né? Mas não só por isso, o caso me fez entrar em uma máquina do tempo e viajar lá para os primórdios da série, onde os episódios eram cheios de aventura, engraçados, repletos de pistas, maldições. Só era difícil ver a Beckett compactuando com as ideias do Castle, e até nisso nós fomos privilegiados nessa semana.

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– Você está bagunçando a ordem natural.

Uma contadora é encontrada morta de forma peculiar e logo surgem as primeiras pistas sobre seu assassinato: símbolos. E um caso cheio de símbolos é um prato feito para o quê mesmo? Sim, muito bem, para as teorias vindas do mundo particular do Castle, que ele vive tentando fazer com que sejam verdade e muitas vezes não é compreendido (vem aqui que eu te entendo, baby boy!). Mas dessa vez, para a alegria minha e geral da nação, Beckett resolveu seguir a mesma linha de raciocínio do Castle, aderindo às suas ideias e teorias da conspiração. Na minha opinião, Beckett se mostrar receptiva a essas ideias foi o que tornou o caso interessante. Acreditar, ou melhor, fazer com que acreditássemos que a teoria dos símbolos, dos monges e dos maçons estava correta, foi o que deixou o caso com um suspense a mais, com uma pitada extra de graça e um saquinho de magia. A fuga da Kate racional, nem que seja por um breve momento, é sempre muito válida. Mostra as várias faces da personagem, sabe? Faz dela múltipla. Não, melhor. Faz da série múltipla.

Mas como vocês viram, eu não iniciei a review na ordem cronológica do episódio. Eu gostei desse episódio de graça, e a causa teve nome e sobrenome: a introdução de um caso que misturou aventura e enigma junto com alguns aspectos singulares da série. Precisava expor logo esse ponto para que vocês entendessem o que mais me cativou, o que fez de Get a Clue algo bom. Contudo, esse episódio também teve um ponto mais difícil de ser trabalhado, complexo, e que me deixou confusa quanto ao o que eu acho e penso sobre certas atitudes. É claro que eu estou falando da Alexis e a problemática dela em morar com o Pi.

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Eu tive que refletir muito sobre essa cena, junto com a do final, para que eu tentasse entender todos os lados, para que eu não caísse em contradição. Contradição porque sim, acho e sempre achei a introdução do Pi um fator de soma para a série, especialmente no que se refere a Alexis. A personagem precisava de algo a mais para ser trabalhada, uma espécie de novo estágio, e acho que é exatamente isso que o Marlowe teve em mente ao botá-lo na história.

Porém, esse novo estágio, ao meu ver, não foi tão evolutivo assim, ou ainda está em processo de construção. Acho que tudo depende da intenção. Qual é o real motivo da Alexis em querer sair de casa? É para achar o seu lugar no espaço? É para caminhar com as próprias pernas? Se sim, ótimo, ela está amadurecida, deixem ela mostrar isso. Mas e se for pirraça? E se for uma tentativa de chamar a atenção, de levar isso para o campo Castle-Beckett? Se for por aí, então sim, ela está fazendo errado. Por isso, até que a real intenção dela seja visível ao meu entendimento, não a julgarei e continuarei vendo Pi como um bom mecanismo de crescimento da personagem.

Agora, passando para o outro lado do jogo, está o Castle. Se olharmos somente para as ações da Alexis, além de nos equivocarmos, não chegaremos à conclusão alguma. Falta entendimento e compreensão de AMBOS os lados. Castle precisa aceitar que a filha cresceu, precisa acreditar na Alexis e, se ele quer que ela tome atitudes maduras, precisa ser maduro também – afinal, exemplo vem de casa. Deixe que ela vá lá e quebre a cara. Ou deixe que ela vá lá e descubra um mundo maravilhoso. A única forma de saber se ela está pronta para o mundo e deixá-la viver o mundo. Dito isso, concordo com a Alexis em pedir um espaço, mas discordo da forma que ela fez isso. Como eu disse, é complexo, é paradoxal, mas não são assim as relações familiares? E vocês sabem o que é isso? Verossimilhança. E fazer de um show algo próximo à vida real é um dos segredos desses 6 anos de Castle.

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– Antes que você me mate, você precisa saber de algo. Eu sou muito bom nisso.

Tornando mais uma vez para o caso e seus enigmas, três cenas me chamaram muito a atenção e perpetuaram esse episódio: a cena da luta de espadas, Castle dando aquele sustinho básico e Beckett em cima daquela mesa (ou algo assim). A primeira me surpreendeu demais! Quando ele falou que era muito bom na tal coisa, eu jamais imaginaria que era da esgrima que ele estava falando. Fazia tempo que não o víamos assim, e nas outras vezes era sempre brincando com a Alexis, e achei muito inteligente fazer com que ele botasse em prática todo o seu “treinamento”. Já a cena do sustinho me fez cair na gargalhada. Ai, que palhaço! A Beckett é muito racional e controlada, porque se fosse eu, depois daquele grito, eu faria ele gritar de verdade. E, por fim, a cena dela em cima de algo parecido com uma mesa, procurando sinal, me lembrou Cuffed. Só faltou o Castle subir também para que a Beckett montasse em seus ombros. Ótima chance para fazer tudo aquilo sem o tigre.

Outra vez, estou apaixonada por essa sexta temporada! Já está ficando chato eu repetir isso, mas tá tudo tão perfeitinho, tão completinho, e saber que ainda nem chegamos na metade me deixa em êxtase. Get a Clue foi um ótimo episódio. Sim, também senti falta de um beijo, de um envolvimento maior entre Caskett, também sou fã do casal. Mas acho que dosar o quanto de romance entra e o quanto de suspense, de foco no caso vai ser utilizado é um grande ponto alto da série e não deve ser visto com maus olhos. Esperem, esperem. Tudo que vocês querem ver, vocês vão ver. A gente sabe disso. In Marlowe we trust. Até semana que vem!

PS1: Martha é a cara da riqueza mesmo escorregando de um sofá.

PS2: Ai que cabelo lindo, Beckett! Deixa eu pegar, please.

PS3: Estou tão “na seca” por algum momento Esplanie, que só de ter Espo e Lanie juntos, na mesma cena, sozinhos, meu coração já bate forte.

*Peço desculpas pela demora. A gripe bateu na minha porta e a faculdade está querendo sugar minha vida. A próxima sai na terça, se tudo ocorrer como planejado.*

Person of Interest – Mors Praematura

Data/Hora 31/10/2013, 22:28. Autor
Categorias Reviews

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Parece que a série, depois de um início de temporada conturbado, está reencontrando seu caminho. E se Mors Praematura ainda – em minha opinião – não atingiu o nível da primeira ou segunda temporadas, chegou bem próximo de fazê-lo.

Na construção do roteiro, dois detalhes que marcaram a série até aqui foram novamente explorados. O primeiro resume-se ao ponto de virada no próprio episódio, aquele momento inesperado em que o rumo da história sofre um tremendo desvio. No início parecia que a ação iria se desenvolver em dois espaços distintos: Reese investigando o sumiço de Shaw e Finch às voltas com um novo CPF. Mas, em uma convergência inesperada, ambos os casos passam a fazer parte de um mesmo problema.

Surpresas plantadas no meio do caminho são a marca dos irmãos Nolan, o que me leva a crer que Jonathan deve estar dando, novamente, uma certa atenção ao filho primogênito. Amém por isso!

Outro detalhe é a existência de uma informação fundamental para o desenvolvimento da temporada, apresentada em forma de migalha jogada ao acaso em um determinado episódio, para a qual não damos muita atenção e que posteriormente é recuperada e trazida para o centro da trama. É o que aconteceu com Elias ou com Root.  Nesta terceira temporada parece ser o caso dos Vigilantes, que Finch já havia citado en passant no segundo episódio.

Outro ponto positivo foi a distribuição espacial e temporal dada aos personagens: todos couberam confortavelmente no episódio. Mesmo não fazendo parte da ação principal, Carter continuou a fazer suas investigações sobre a HR e a relação com Laskey pode atingir outro nível, já que ele parece estar começando a entender o significado da lealdade cobrada pela organização criminosa. Até Fusco deu o ar da graça!; ainda acho que é um personagem subaproveitado, mesmo nessa profusão deles que se tornou Person of Interest.

Mas outro aspecto que fez deste um quase ótimo episódio, foi a participação de Root e as possibilidades que se apresentaram, para a história, a partir da forma como o personagem foi utilizado: uma ponte com a Máquina para interferir, de forma positiva, em um novo aspecto da realidade a ser abordado a partir dos dados gerados por ela. E essa possibilidade traz uma nova percepção da própria Máquina.

Se a Máquina articulou toda essa ação, independente da percepção dos envolvidos, qual a sua verdadeira dimensão? Ela tornou-se um ser onisciente? Se sim, em que momento? Porque me parece, através da relação que ela estabeleceu com Root, que a equipe cada vez mais existe em função dela e não ela como suporte da equipe para encontrar os CPFs descartados pelo governo. Por outro lado qual o uso que ela está se permitindo ter para aquilo que foi criada, isto é, identificar possíveis ameaças terroristas?

E, juntamente com todas essas interrogações, restam ainda as que o próprio personagem levantou: a Máquina a quer presa ou membro do time? Ou teremos duas equipes? A Máquina é uma aliada incondicional ou pode se tornar uma ameaça?

Entre todas essas perguntas resta, talvez, uma certeza, a Máquina, cada vez mais, deixa de ser um instrumento para tornar-se o centro da trama. E como ser onisciente ela prefere que a vejam com os olhos de Root ou com os de Finch?

Finalmente a terceira temporada de Person of Interest começou!

Fox e produtores de ‘Os Simpsons’ planejam tributo à Marcia Wallace

Data/Hora 31/10/2013, 20:42. Autor
Categorias Notícias

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A Fox e a série Os Simpsons estão trabalhando juntos para que algumas mudanças na programação do próximo domingo sejam realizadas. A razão para tal trabalho é uma homenagem à Marcia Wallace, atriz  e dubladora que deu voz à Edna Krabappel, sua personagem na série.

Marcia Wallace vinha lutando contra um câncer de mama há três décadas, das quais dois terços dedicou à sua personagem em Os Simpsons. Ela morreu na última sexta-feira (25), em Los Angeles, nos EUA. O produtor Al Jean admitiu a aposentadoria da personagem em entrevistas, negando a substituição da voz de Wallace por outra dubladora. Al Jean disse que ficou ”tremendamente triste ao saber da morte da atriz na manhã de sexta” e ainda a elogiou como ”uma graciosa e brilhante atriz”.

A série está programada para voltar no próximo domingo (3) e, segundo o site Entertainment Weekly, o novo episódio (4 Regrettings and a Funeral) será exibido após o clássico Bart The Lover, da terceira temporada. Neste episódio, Bart descobre que Edna está à procura de um homem para sair e, para gozar Edna, ele resolve escrever cartas de amor para sua professora, mas logo se arrepende. A homenagem à Edna está substituindo um episódio de American Dad que iria ao ar antes do novo episódio de Os Simpsons.

Com informações do EW

15 razões para assistir séries de terror

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As séries de terror saíram da escuridão e invadiram a grade das emissoras. The Walking Dead, produção repleta de zumbis, por exemplo, é uma das séries mais cultuadas da atualidade. Ela tem ido tão bem que a AMC, que exibe The Walking Dead nos Estados Unidos, já garantiu a quinta temporada da atração. Os vampiros também andam em alta. É o caso dos protagonistas de The Vampire Diaries, da CW, True Blood, da HBO e da “novata” Dracula, da NBC, que chega a 2013 mais rejuvenescida do que nunca (trocadilho intencional). Outras releituras de clássicos incluem Sleepy Hollow, Grimm e Once Upon a Time.

Mas se você não gosta de levar sustos ou torce o nariz para o gênero o TeleSéries apresenta 15 razões para você não desgrudar os olhos dos seriados de terror. Aproveite o clima do Dia das Bruxas e venha explorar o sobrenatural com a gente. Você vai se surpreender!

15 – É possível conhecer lendas e mitos que são interessantes/assustadores

Se você também é um apaixonado por lendas e mitos históricos, outro motivo muito forte para gostar de séries de terror são as belas histórias que compõem estas tramas. Em Sleepy Hollow, é possível conhecer a lenda do cavaleiro sem cabeça; já em Hemlock Grove a lenda do lobisomem que faz com que as pessoas fiquem apavoradas, além da série contar com outras criaturas assustadoras. No quesito das séries estreantes, Dracula também é um grande ponto forte para os apaixonados por sangue e séries de época. Em relação às promessas para 2014, Penny Dreadful é uma série que trará os monstros das histórias clássicas, como Frankestein, o Lobisomem, dentre outros personagens.

Só acredita vendo? Então tenha um “gostinho” dessas séries arrepiantes:

14 – Você tem a chance de ver atores/atrizes que fazem as séries de terror valerem a pena

Não é só de gritos e sustos que uma série de terror pode prender a nossa atenção. Isso também é possível por causa da atuação de celebridades que dão ainda mais personalidade para personagens sombrios. Dentre os vários atores/atrizes, nós podemos citar: Jessica Lange e Evan Peters (American Horror Story), Vera Farmiga (Bates Motel), Tom Mison (Sleepy Hollow), Famke Janssen (Hemlock Grove), Jonathan Rhys Meyers (Dracula).

13 – Você pode usar como desculpa pra reunir os amigos em casa

Tem coisa melhor que aquela sessão de filmes de terror numa sexta-feira de madrugada com os amigos? Só se for uma maratona de séries do gênero! Você pode usar o medo que sente ao assistir sozinho aos episódios assustadores para reunir a turma e ser feliz na madruga. Ou durante o dia. Depende do medo.

séries de terror

12 – Cenários

As séries de suspense e terror geralmente são as que entregam os melhores cenários. Você pode passear pela consultório elegantérrimo do Dr. Lecter, de Hannibal, reservar um quarto no Bates Motel, visitar o trailer de Peter, em Hemlock Grove ou as mansões de American Horror Story para sentir que cada um dos lugares foi feito para chamar a atenção de um modo diferente, que faça com a presença do lugar seja sentida mesmo que eles não sejam mal assombrados ou algo do gênero.

Bates Motel

Hannibal

11 – Trilha sonora

A trilha sonora é um dos elementos chave de qualquer produção do gênero. A cena pode não conter fala, mas se a música de fundo for marcante, a cena certamente também o será. Que atire a primeira pedra aquele que nunca cantarolou “Dominique, nique, nique s’en allait tout simplement” após um episódio de American Horror Story: Asylum

10 – Porque o medo começa na abertura

PRE-PA-RA

 

9 – Você externaliza e consequentemente entende seus medos

Pode não parecer mas após assistir a alguns episódios de séries do gênero, você pode começar a entender o porquê de muitos de seus medos e de onde eles podem vir. As vezes até se identifica com os medos dos personagens e como eles fazem para superá-los. Séries de terror economizando sua grana com terapia desde sempre.

15 razões séries de terror

8 – Você experimenta sensações fortes e mistas ao mesmo tempo

Os fãs dos grandes sucessos do terror na televisão vivenciam, na segurança de seus sofás, sensações que se alternam e se complementam no decorrer da trama: medo/alívio e suspense/humor, uma vez que fazer piada com situações que seriam, em outras circunstâncias, extremamente angustiantes leva a experiência de pavor a um nível tolerável. Vejam o caso, por exemplo, de American Horror Story. O próprio criador da série, Ryan Murphy admitiu que sua história tomou um rumo sombrio demais, o que foi logo “corrigido” por Fiona Goode na terceira temporada, Coven. Segundo Jessica Lange, intérprete da bruxa em entrevista para o site Buzzfeed, “esta temporada é uma tentativa consciente de deixar as coisas mais leves, além de acrescentar um pouco de humor”. Outro recurso utilizado por alguns roteiristas e diretores (sádicos por profissão) é estender o suspense e ansiedade ao limite para, enfim, dar uma resolução conclusiva, a qual resulta em alívio. Lembrando que, quimicamente, a sensação de alívio muitas vezes se confunde com a própria sensação de prazer, ou seja…

Caveira 15 razões

7 – Você explora o desconhecido e exercita sua curiosidade

Muitas das séries de suspense e terror são baseadas ou em fatos reais ou em histórias mundialmente conhecidas. Essas histórias vão para a TV com uma nova roupagem e, a partir daí, desperta nos telespectadores aquela curiosidade para saber se a origem remonta de algum fato real ou história conhecida, ou é apenas fruto da mente bizarra de algum roteirista. Ou vai dizer que você nunca pausou um episódio de Supernatural para pesquisar sobre uma criatura sobrenatural que apareceu?

TS 15 razões

6 – Você descobre que o gênero do terror é um conto de fadas ao contrário

Sabe aquela história que começa com “era uma vez”? Se ela fosse uma música, e alguém a tocasse ao contrário, resultaria em uma história de terror. Por quê? Nos contos infantis, as dificuldades são vencidas, o bem prevalece e todos vivem felizes para sempre, com exceção do vilão, claro, condenado a uma espécie de castigo eterno. Em uma história de terror, entretanto, as coisas nem sempre acabam bem, isto quando acabam. Quase tudo dá errado, morre uma porção de gente querida do protagonista e combater o mal não é uma função que o escolhido pode se dar ao luxo de recusar. É o caso de Nick Burkhardt, pertencente à família Grimm e protagonista da série com o mesmo nome dos irmãos que escreveram, entre outros, Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel e João e Maria. Seus ancestrais foram caçadores de elite de criaturas que vivem entre os humanos e só os membros do clã dos Grimm podem vê-los como os monstros que realmente são. Nas séries de terror o “para sempre” é sofrimento estendido e a única felicidade, se é que se pode chamá-la assim, é permanecer vivo.

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Grimm - terror - 15 razões - TS

5 – Você exercita sua capacidade de observação/raciocínio

Com tramas muito bem elaboradas para manter a atenção de seu público, as séries de terror também testam as pessoas em relação a sua capacidade de observar, raciocinar e chegar a algumas conclusões (que algumas vezes podem fugir do comum). Por meio de pistas em cenas intensas e com um mix entre terror e suspense, é possível dizer que os enredos de séries, como Hannibal, possibilitam que o espectador reaja às histórias aos poucos, enquanto ele teme o que está por vir.

Neste episódio de Hannibal, intitulado Trou Normand, é possível ver o personagem Will Graham (Hugh Dancy) no limite entre a sanidade e a loucura. Ele passa a perder a noção do tempo e de deslocamento e essa progressão pode fazer com que você tenha que manter muita atenção no seriado para não perder nenhum detalhe.

4 – Você conhece os medos da sociedade por trás das tramas

O maior e mais cultuado exemplo do filão terror-ficção científica é o pioneiro Além da Imaginação (The Twilight Zone), série exibida pela CBS entre 1959 e 1964, em cinco temporadas. Rod Serling, criador e narrador dos episódios, driblava a censura da época e trazia temas como ameaças nucleares, o regime Macarthista, entre outros, travestidos de contos fantásticos. Sua marca registrada é o final inesperado. Em um episódio em que o autor já se permitia ser mais claro, He’s Alive (Ele está vivo), de 1963, um neonazista interpretado pelo ator Dennis Hopper segue as instruções de Adolf Hitler, em pessoa, que o convence de que ambos são imortais, e desta forma estão livres de qualquer dano. Na narração final, a voz de Sterling afirma que enquanto houver ódio de um ser humano para com o outro, Hitler manterá um legado de terror. Vale lembrar que nesta época, um homem lutava justamente pela igualdade através da não violência: Martin Luther King, assassinado cinco anos depois.

Além da Imaginação - terror - 15 razões - TS

3 – Você descobre uma nova arte: a maquiagem

As histórias de terror ganham força por uma série de fatores: cena, trilha sonora, atores, mas é a maquiagem um dos pontos mais fortes que mostram como uma produção pode se distinguir de outras. Alguns exemplos podem ser vistos em The Walking Dead, Supernatural, Sleepy Hollow e Hemlock Grove. Nestas séries é possível encontrar diversas maquiagens horripilantes que valorizam ainda mais a atuação e de uma maneira nada convencional.

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2 – Você percebe que todos temos um lado “do mal” e isso é bom

Há uma tendência atual entre as séries de televisão de mostrar não um herói, mas um protagonista moralmente contraditório que mesmo com toda sua maldade consegue atrair fãs que torçam por ele. A vantagem é que, na vida, todos temos um lado obscuro que se não é predominante, se revela em uma briga, ou situação-limite. Com os irmãos Dean e Sam Winchester, da série Sobrenatural, aprendemos que a luta entre o bem e o mal, ou céu e inferno, começa a ser travada no interior de cada um de nós. Sam, que investiu em seu lado sombrio após a perda do irmão, elevou a questão a um novo patamar: libertou Lúcifer do hades, fugiu de lá, entre outras ações infernais. Aprendemos, ainda, que ninguém se conhece de verdade até que seja confrontado por uma circunstância que o pregue de surpresa. Ninguém está imune à maldade. Como lidar com ela, sim,  é uma escolha que fazemos. Viu? Autoconhecimento com muito susto e diversão.

Sobrenatural - terror - 15 razões - TS

1 – Você gosta de sentir medo. E precisa dele

Todos sentimos medo. Alguns deles não conseguimos nem mesmo explicar. O medo é um recurso de sobrevivência, te prepara para uma situação de aparente perigo, para que você possa evitá-lo ou reagir da melhor forma. Ao contrário do que muitos pensam, o medo é um aliado, desde que você o domine ou o controle e não o oposto. As séries de terror prendem sua atenção porque mexem com algum medo primário seu em um ambiente controlado no seguro campo da ficção. Sentir medo é bom. Quando você assiste a uma série assustadora libera adrenalina, provocando a sensação de temor, e dopamina que dá a sensação de alívio e calma quando o pânico passa. As séries utilizam intervalos entre um momento de tensão e outro para que seu corpo se recupere, ou seja, assistir a um episódio de uma série de terror garante a experiência de emoções fortes, semelhantes à de receber uma boa e inesperada notícia. Ou que outra razão você teria para assistir a história de um xerife que acorda de um coma em um mundo enfestado de zumbis como em The Walking Dead? O sucesso é tanto que a emissora AMC garante que pelo menos para a série, o fim não está próximo.

WalkingDead

Textos produzidos pelas colaboradoras do Teleséries, Carla Heitgen, Cinthia Quadrado e Maísa França

Quinta temporada de ‘Cougar Town’ ganha data de estreia e vídeo promocional

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Separe sua melhor garrafa de vinho e reserve um horário em sua agenda porque Cougar Town já tem data para retornar à TV americana. A série estrelada por Courtney Cox, de Friends, estreia sua quinta temporada no dia 7 de janeiro, às 22h, no canal TBS.

Esse será o segundo ano da série no canal. As três primeiras temporadas foram exibidas pela ABC que, descontente com o desempenho da atração, acabou cancelando-a. A TBS resgatou a série e garantiu sua quarta e quinta temporadas.

Abaixo você confere o primeiro vídeo promocional da nova temporada da série:

 

Com informações do Inside TV

Filme ‘A Mão Que Balança o Berço’ pode ganhar versão para a TV

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A ABC Family está ficando a cada dia mais sombria. Depois de anunciar o desenvolvimento de um thriller com Jamie Lee Curtis, e do sucesso que a série Twisted vem fazendo desde sua estreia, chegou a vez do canal anunciar um novo drama. A nova aposta do canal é inspirada no filme que foi sucesso da década de 1990, A Mão Que Balança o Berço (The Hand That Rocks the Cradle).

A série vai contar a história de uma jovem e atraente babá que aterroriza uma família suburbana do interior. Daniel Loflin (Supernatural) será o roteirista e dividirá a produção executiva da série com Mike Weber e Ted Field, responsável pela produção-executiva do filme em que a série de TV será baseada.

O investimento da emissora em séries um pouco mais sombrias segue a tendência da TV à cabo americana, que é embalada por hits como The Walking Dead, da AMC e American Horror Story, da FX.

Com informações do The Hollywood Reporter

Festas de Halloween que você gostaria de ser convidado (ou não!)

Data/Hora 31/10/2013, 15:22. Autor
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Os episódios de Dia das Bruxas das séries de TV são sempre aguardados por grande parte dos espectadores assíduos por… Sangue. Não, travessura brincadeira. A verdade é que, embora a temática tenha origens macabras, as histórias de Halloween televisivas, muitas vezes, acabam em confusões, trapalhadas e gargalhadas. Dependendo da série, o clima é mais tenso, claro. No Brasil, a comemoração não é exatamente tradicional em nossa cultura, o que deixa a gente frustrado, já que, todo ano, temos que acompanhar do sofá algum personagem em sua saga pela “abóbora perfeita”. Pensando nisso, o TeleSéries separou algumas festas de Dias das Bruxas, que aconteceram na telinha, e pelas quais muita gente mataria para poder entrar. Ou não.

Existem algumas hipóteses acerca da origem do Dia das Bruxas e do termo “Halloween”. Uma das mais conhecidas delas é de que, no calendário céltico, o período entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e o dia 1º de novembro marcava o início de um novo ano e, por isso, os celtas – que viveram na Irlanda e nas Ilhas Britânicas no começo dos séculos – realizavam um festival (conhecido como Samhaim) para agradecer as colheitas do último ano (Hallow Evening; ou “noite sagrada”).  Eles acreditavam também que, nesse dia, os espíritos daqueles que morreram retornavam em busca de corpos de pessoas vivas que pudessem habitar. Assim, os celtas se vestiam com fantasias e faziam rituais barulhentos, a fim de afastar as assombrações. O Halloween é comemorado, principalmente, nos países de língua inglesa, como Estados Unidos, Inglaterra, Canadá e Irlanda.

Na Igreja Católica, O Dia de Todos os Santos é celebrado no dia 1º de novembro e a escolha da data pode ter sido influenciada pela festa pagã do Samhain.

Kerry Washington, de ‘Scandal’, está grávida de seu primeiro filho

Data/Hora 31/10/2013, 14:11. Autor
Categorias Notícias

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A protagonista de Scandal e o jogador da NFL (liga de futebol americano dos EUA), Nnamdi Asomugha, casaram em 24 de junho de 2013, em um cerimônia secreta, sem a atenção da mídia. Agora, segundo uma fonte próxima a atriz, eles esperam o primeiro filho. “Kerry e Nnamdi estão em êxtase”, disse a fonte. O bebê deve nascer no final da primavera americana.

VÍDEOS | Confira primeiro vídeo de Lisa Kudrow em ‘Scandal’

Agora a pergunta que todos devem estar se fazendo: Olivia Pope ficará grávida também? O canal ABC e produtora executiva Shonda Rhimes estão nos estágios iniciais de descobrir como lidar com a gravidez, mas as especulações já começaram.

De acordo com uma segunda fonte é improvável que Pope engravide. “Isso iria atrasar Olivia e diminuir o ritmo da série” categorizou. As informações são que a gravidez de Washington será ocultada e o cronograma da produção poderá ser alterado, se necessário. Até o momento nenhuma mudança foi anunciada e Kerry se prepara para apresentar o Saturday Night Live neste fim de semana.

NOTÍCIAS | Kerry Washington, de ‘Scandal’, apresentará o ‘Saturday Night Live’

Confirma abaixo os vídeos promocionais do SNL:

 

Caso a gravidez da atriz seja realmente ocultada, ela fará companhia para Claire Danes (Homeland), January Jones (Mad Men), Jessica Capshaw (Grey’s Anatomy), Amy Poehler (Parks and Recreation) entre outras cujos personagens também não incorporam a gravidez de sua intérprete.

Scandal vai ao ar as quintas- feiras nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, você pode ver a segunda temporada, no canal Sony. Já a participação de Kerry no SNL vai ao ar neste sábado, dia 02 de novembro, pela NBC.

Com informações do TV Line, SpoilerTV e People (aqui e aqui).

How I Met Your Mother – No Questions Asked

Data/Hora 31/10/2013, 14:00. Autor
Categorias Reviews

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Se no último episódio o fim deixou todos surpresos com uma bomba prestes a estourar, em No Questions Asked ele veio, passou e não respondeu nada – a sensação ao fim do episódio é a de que vimos o mesmo final do anterior. No entanto, coisas boas aconteceram e fizeram do episódio mais do que apenas uma total estagnação da história.

Os melhores momentos novamente se voltam para o passado, em flashbacks. Dessa vez Marshall pede a cada um de seus amigos para que deletem a mensagem no celular de Lily sem fazer perguntas, o que acaba revelando em quais situações eles já pediram o mesmo favor para Marshall. Ted, Barney e Robin revelam uma situação mais constrangedora que a outra e esse ponto do episódio é riso certo.

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No entando, fazer um favor para um amigo sem um motivo claro definido, apenas para o ajudar, é um ato nobre. Gera gratidão e um sentimento recíproco de companheirismo. Talvez, e aqui eu estou meramente especulando, tenham usado esses flashbacks no episódio justamente pela confissão feita ao seu final.

A confissão em questão é a mesma pensávamos já ter sido revelada no último episódio, o que é frustrante. Dar algo ao telespectador e retirar no episódio seguinte não deixa mais do que um total sentimento de regresso. Mas nem isso tirou a nobreza de Marshall em revelar ele mesmo para sua esposa a escolha que fez…

How I Met Your Mother - No Questions Asked3

Depois de se lembrar que nunca escondeu nada de sua esposa, que sempre compartilhou tudo com ela, Marshall decide contar a ela que decidiu ser juiz em Nova York, e que ela precisa abrir mão de sua carreira pelo seu casamento. A questão a seguir é: como Lily vai aceitar um marido que toma suas próprias decisões sem discuti-las em família? Marshall vai precisar usar de todos os seus argumentos para acalmar a fera.

Neste episódio How I Met Your Mother fugiu um pouco à regra. Deixou até mesmo Barney em segundo plano e desenvolveu um problema que estava sendo enrolado desde o fim da temporada passada. O erro aqui é de que ao final do episódio não termos convicção de nada. Espero que Marshall chegue logo no hotel, para que isso possa acabar de uma vez e podermos ter alguma aparição da Mãe novamente. Essa seria a temporada em que a conheceríamos, mas até agora a futura esposa de Ted só deu as caras uma vez.

Revenge – Mercy e Control

Data/Hora 31/10/2013, 11:30. Autor
Categorias Reviews

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Se tínhamos achado que o padre morreu no acidente, nos enganamos. Bom, não que isso faça muita diferença, já que ele foi pro hospital e morreu lá. Mercy começou na noite e que o último episódio parou, após o acidente com o carro de Conrad que tirou a vida do padre Paul. Já o ex-governador saiu ileso. E ainda ganhou um brinde com o acidente: hospitalizado, descobre que na verdade não está doente. Padre morto e longa vida pela frente: mais do que deixa para Conrad desistir de confessar. É, não foi mesmo dessa vez, Em.

Enquanto isso Nolan resolve tomar conta do caso Patrick, aparentemente porque Patrick é gato. O cara vai investigar e descobre que Patrick tem uma ex-esposa que o considera interesseiro e falso. O ex-ex-hacker não conta nada pra Em e guarda pra si essa informação.

Já Victoria resolve trabalhar. Pois é, se é algo que não esperava ver nessa série era Victoria procurando emprego. Parei e imaginei o Linkedin de Vic. Habilidades: tramar nos Hamptons, usar vestidos justíssimos sem ser vulgar, ter um sorriso que vale menos do que um soco na cara. Daí a querida vai pedir emprego pra uma amiga numa galeria na qual era a maior cliente. Como não existe gente boa nos Hamptons (o que me faz pensar que Manoel Carlos não conseguiria fazer uma novela lá, como faz no Leblon, já que não encontraria nem ao menos uma Helena boazinha) a dona da galeria a contrata, mas diz que vai dar uma festa pra comemorar a contratação, mas na verdade quer é mostrar pra todo mundo a condição de proletariado de Vic. Todos os episódios terão desfechos em festas agora? Já falei aqui que estava virando The OC.

Ems vai investigar o acidente, afim de provar que era Conrad, e não o padre Paul, que dirigia, e procurando o carro queimado encontra Jack, que chegou na frente e já fez um Vine do carro. Daí que alguém sabotou o carro pra matar Conrad, e resta Emily descobrir quem é. A gente achava que Aiden estava jogando a favor, mas o inglês compartilha a informação da sabotagem com Conrad e ainda culpa Jack.

Na festa da galeria, Vic confronta sua chefe e tem uma promoção recorde: a coitada comprou um quadro de Patrick, sem os documentos da verdadeira dona, que era a própria Victoria. Com a chantagem de entregar a chefe pra polícia, Vic assume a galeria. É a funcionária do mês!

Outro episódio, outra festa. Em Control teremos a festa de lançamento da revista da biscate francesa que está pegando o Jack. Se pra ele as coisas estão boas na vida amorosa, não se pode falar o mesmo no quesito sobrevivência. Jack tá na mira de Conrad, o que Aiden vai pessoalmente avisar.

Algo muito importante é que Nolan tá pegando Patrick. É, realmente desistiram de tentar fazer a gente acreditar que o parceiro de Emily gosta de mulher, ainda mais com esses lenços que ele tá usando nessa temporada. Mas daí que o novato de Hamptons descobriu que Nolan investigou sua vida e se faz de ofendido. Eu não tô entendendo: Nolan não tinha descoberto que o cara não é flor que se cheire? Vai ignorar e continuar pegando? Eu não o culpo.

Falando em Patrick, Aiden, depois de ameaçar Jack e levar esporro de Emily, descobre que o sabotador de Conrad é Patrick.  Para proteger seu filho, Vic faz uma jogada que espero que me expliquem: convence Charlotte a confessar o crime. Conrad perdoa, porque a base dessa família é o amor e a sabotagem de veículos.

Na festa, Daniel espera Emily que não chega, o que faz o cara, que já está dormindo em hotel, ficar mais irado. Quando finalmente encontra a noiva, rompe o noivado. Percebendo que o peixinho Greyson tá escapando de sua rede, a loira decide compartilhar um pouco da sua dor com Dan. Conta a ele sobre a sua perda, ainda o fazendo acreditar que perdeu ambos os pai, como a verdadeira Amanda. Fala de seus problema em confiar, e mesmo com uma mentira de pano de fundo, é sincera. Ponto, ganhou Daniel de volta. Quantos episódios faltam pro Casamento Vermelho mesmo?

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