Caterina Scorsone entra para o elenco de ‘Grey’s Anatomy’

Data/Hora 18/03/2014, 16:29. Autor
Categorias Notícias

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Fãs de Private Practice, preparem os corações: uma das médicas mais queridas de Los Angeles está chegando em Seattle.

Caterina Scorsone irá reprisar o papel da Dra. Amelia Shepherd no drama médico que originou Private. Sua primeira participação irá ocorrer em maio, e ela aparecerá na série pelo menos até o final da 10ª temporada.

A personagem já apareceu na série em duas oportunidades diferentes e os detalhes da chegada de Amelia em Grey’s Anatomy estão sendo mantidos sob sigilo absoluto.

Com informações do TVLine e do The Wrap.

Queen Latifah fará participação especial em ‘Hot in Cleveland’

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A atriz e cantora Queen Latifah fará uma participação especial na sitcom Hot In Cleveland. A informação foi divulgada esta semana pelo site TV Line.

Latifah, que atualmente apresenta o talk show diurno The Queen Latifah Show, foi escalada para fazer o papel de Esther Jean Johnson, que irá rivalizar com Elka (Betty White) no Conselho da Cidade. Clique aqui para continuar a leitura »

Resurrection: em dois anos, melhor audiência para uma estréia da mid-season (audiência na TV americana 9 a 14 de março)

Data/Hora 18/03/2014, 11:51. Autor
Categorias Audiência

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Na semana de 9 a 14 de março tivemos três estréias (Believe, pela NBC,  Resurrection, pela ABC e Cosmos: a Spacetime Odyssey, pela FOX) e um retorno (Hell´s Kitchen, na FOX).

Estréias

Believe (NBC)

The Blacklist cedeu seu horário na segunda-feira, dia 10, para a estréia de Believe. O drama acompanha a jornada de Bo (Johnny Sequoyah), uma menina de dez anos, que tem poderes extra-sensoriais (como telecinésia, levitação etc.) e Tate (Jake McLaughlin), encarregado de pretegê-la de forças malignas que desejam utilizar seus poderes para dominar o mundo.

Na estréia, o desempenho de Believe (2.7 pontos na demo 18-49 anos) foi bom, se comparado à audiência que The Blacklist obtêm:  2.9 pontos junto ao público qualificado, em média. Porém, se comparada à média de audiência obtida pela rede NBC, 1.6 pontos junto ao público qualificado, Believe, saiu-se extremamente bem. No entanto, seu segundo episódio, exibido na última noite de domingo (horário regular da série na grade de programação da NBC), alcançou apenas 1.4 pontos (dados preliminares) junto a esse mesmo público, o que significa uma perda e 50% da sua audiência inicial. É bom lembrar que nas noites de domingo o novo drama da NBC concorre com Resurrection (ABC), que manteve, em seu segundo episódio, aproximadamente 80% do seu público inicial.

Resurrection (ABC)

Os números de Resurrection foram excepcionais. Além de conquistar os melhores índices de audiência para um drama estreante na midseason em dois anos, alavancou a audiência de Revenge que cedeu-lhe o horário das 21 horas e passou a ser exibida às 22 horas, no lugar de Betrayal. Com a troca de horário, Revenge conquistou 0.6 pontos a mais junto ao público qualificado (saltou de 1.2 pontos para 1.8 pontos). A nova grade de programação da rede ABC aos domingos rendeu-lhe, também, uma audiência 64% maior, junto ao público qualificado, do que a que vinha obtendo até então.

Se Resurrection, um drama sobre uma pequena cidade do Missouri que tem sua vida mudada quando pessoas que já faleceram começam a retornar, não ganhar a antipatia das forças conservadoras da sociedade americana (sua propaganda negativa já ajudou a derrubar a audiência de 666 Park Avenue e Joan of Arcadia), a rede ABC pode ter acertado “no alvo” com sua nova programação.

Veja primeiras impressões da série aqui.

Cosmos: a Spacetime Odyssey (FOX)

Continuação da série narrada por Carl Sagan, exibida em 1980, Cosmos: a Spacetime Odyssey é, agora, apresentada pelo astrofísico Neil deGrasse Tyson, que fez uma participação especial, como ele mesmo, em Brain Storm, décimo sexto episódio da última temporada de Stargate Atlantis.

Nesta continuação, acompanhamos o desenvolvimento da raça humana e a sua busca pelo conhecimento.

A rede FOX, tal qual a rede ABC, mudou sua grade de programação de domingo para exibir o documentário, que deve contar com treze episódios. À primeira vista, Cosmos: a Spacetime Odyssey, com 2.1 pontos junto ao público entre 18-49 anos, conseguiu manter os bons índices de audiência alcançados por Family Guy e American Dad, que também ficam em torno de 2 pontos junto à audiência qualificada.

Retorno

Hell´s Kitchen

Pode-se dizer que, mesmo após doze temporadas, Gordon Ramsey tem seu público cativo. Mesmo competindo com The Big Bang Theory em seu horário de exibição às quintas-feiras, o chef mais irritadiço da TV manteve índices de audiência próximos aos alcançados na estreia de sua décima primeira temporada. E, colocando-se o fator The Big Bang Theory na equação, isto é não é pouca coisa!

Melhores desempenhos junto à audiência, na semana de 9 a 14 de março

Como não aparecem na tabela, registramos o desempenho da segunda noite de exibição tanto do American Idol quanto do The Voice.

O reality da FOX, registrou 2.2 pontos na demo 18-49 anos e 8,86 milhões de telespectadores totais, na noite de quinta-feira. Já o The Voice, da NBC, ficou com 3.5 pontos junto ao público alvo e 13,51 milhões junto ao público total na terça-feira.

week 25 demoAbout a boy e The Middle ocupam o mesmo espaço na tabela pois obtiveram exatamente a mesma pontuação tanto na medição para a demo 18-49 anos, quanto para o público total (ver tabela abaixo).

As séries abaixo obtiveram uma média de audiência próxima à nota de corte da tabela: 2 pontos, na demo 18-49 anos:

  • 1.9 pontos: The Amazing Race All Stars, Revenge, Chicago Fire, Shark Tank, 20/20.
  • 1.8 pontos: Mike & Molly, .
  • 1.7 pontos: Bones, Growing Up Fischer, The Crazy Ones, Elementary.

Audiência em milhões de telespectadores

week 25 total

Audiência das séries da rede CW

week 25 cw

Desempenho das redes junto à audiência (média semanal)

week 25 graficoA ABC voltou a exibir algumas séries que haviam entrado em hiato com a programação da mid-season. A volta de Once Upon a Time e Revenge, a estréia de Resurrection, juntamente com Modern Family, Scandal e Grey´s Anatomy, e o final de The Bachelor, deram à rede o primeiro lugar junto ao público entre 18 e 49 anos pela segunda semana seguida.

The Crazy Ones – Zach Mitzvah e Heavy Meddling

Data/Hora 18/03/2014, 10:00. Autor
Categorias Reviews

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Noah loves Chicago… Mazel Tov!

The Crazy Ones retornou de um breve hiatus apresentando dois episódios que, se não foram sensacionais como os seus antecessores, cumpriram seu papel com competência. Ao som de Hava Nagila e I Don’t Want to Wait, Zach Mitzvah e Heavy Meddling foram episódios bons, e apenas isso.

No primeiro, vimos os nossos publicitários favoritos batalhando pela campanha da maior cadeia de motéis dos EUA… Mas claro que, em se tratando do pessoal da Lewis, Roberts & Roberts, a coisa não seria tão simples assim, e, no final das contas, o destino da campanha passou a depender dos talentos de Zach – e seu Dr. Z! – para organizar um bar mitzvah para o filho pré-adolescente da cliente em apuros.

“Pai, vamos mesmo usar o Zach para conseguir um cliente? E o mérito?” – Sydney

Mas Simon ainda é adepto da estratégia de cortejar os clientes até ganhar a campanha e fazê-los assinar seus contratos antes que se arrependam – “como no Banco Imobiliário”. Para isso, os “talentos judaicos” de Zach serão fundamentais. Afinal de contas, organizando a festa, a agência será responsável pelo melhor momento da vida do menino Noah, e a cliente não terá outra alternativa senão contratá-la para a campanha de sua rede de motéis. Plano infalível… Certo?

“Vamos festejar como se fosse 5078!” – Simon

Ver a agência – com sua bela vista panorâmica de Chicago – se transformar num grande salão de festas foi bastante divertido e inusitado e – quem diria? – Zach se saiu muitíssimo bem em seu papel de “animador de festas”.

Aliás, um dos grandes méritos deste episódio foi justamente ter nos mostrado um pouquinho do passado de Zach, como ele e Simon se conheceram e se tornaram praticamente pai e filho. No mínimo hilária a descoberta de que tudo começou em um bar mitzvah, e que Zach, a princípio, achou que Simon estava dando em cima dele. Aparentemente, Zach é tão talentoso como um “showman de bar mitzvahs” – isso é uma profissão? – que despertou a atenção e o interesse de Simon a ponto dele lhe oferecer um emprego na agência. Uau. Eu nunca teria imaginado isso, e vocês?

O problema com a festa foi que os seus organizadores não entenderam qual era o tema. Sim, Noah loves Chicago… o musical! E agora? Tudo estará perdido? Todo o esforço e trabalho de Zach terão sido em vão?

“Se algo der errado, apenas grite ‘Hora’! Não conheço um judeu que resista a uma dança festiva.” – Zach

“É como a ‘Dança da Galinha’ para os gentios.” – Simon

Ri demais da quantidade estapafúrdia de vezes que Simon precisou gritar “HORA!” e dançar Hava Nagila para tentar disfarçar alguma situação esdrúxula, provocada por um transtornado Zach. Um dos pontos altos do episódio, sem dúvidas.

Mas… Por que Zach estava tão transtornado?

Zoe Gold. Aí descobrimos que a cantora da festa é ninguém menos do que a (provavelmente única) garota a dar um fora em Zach e partir o seu coração. A coisa foi tão séria que – vejam só – Zach ficou sem lavar os cabelos por três dias inteirinhos (a não ser pelo shampoo a seco, claro)! Receita certa para confusão.

“Diga-me: onde fica esta terra dos sonhos onde existem urubus e ursos polares? Nárnia?” – Owen

Outro ponto positivo foi a introdução de Owen, novo interesse amoroso de Syd. Charmoso, despojado e cheio de segundas intenções, o rapaz não demorou a cair nas graças da filha de Simon… Ou algo assim. Adorei o fato de, logo de cara, ele ter incentivado Syd a sair de sua zona de conforto, a ser mais aventureira – afinal, “o seu problema é não experimentar!” – e nós sabemos que ele tem razão. Para nossa sorte, o garçom bonitão é duro na queda e não pretende desistir de Syd assim tão facilmente. #TeamOwen

A sequência dos dois discutindo foi fofa e engraçadinha, mas… Será mesmo que Syd demitiu Owen porque ficou com vergonha de sair com um “mero garçom”? Eu não acredito nisso. Syd teve problemas apenas em aceitar a natureza, digamos, “desafiadora” de seu pretendente – e, aliás, completamente oposta à sua. Pra que sair da zona de conforto, afinal?

“E Amy Irving estava apaixonado por ela, mas ela estava apaixonada por Mandy Patinkin, que um dia deixou a sinagoga e foi lutar contra o terrorismo com Claire Danes.” – Simon

No fim das contas, Zach deu a volta por cima, e como não poderia deixar de ser, tudo terminou em All That Jazz

PS: “É estranho eu ficar chapada em uma festa para crianças?” – Lauren

Sim, Lauren. É BEM estranho!

PS2: “EU ESTOU SUSSURRANDOOO??” – Lauren

Não, Lauren. Você está gritando!

PS3: “Onde está a cantora de quem te falei?” – Zach

“A que te dispensou e você deu uma de Taylor Swift”? – Lauren

Melhor. Diálogo. EVER. Ah, Lauren… Sempre você!

Cupcake

“Don’t judge me!”

E assim chegamos a Heavy Meddling… E se Zach Mitzvah foi obviamente centrado em Zach, seus talentos obscuros e confusões amorosas, desta vez o episódio foi todo de Sydney.

Interessante observar que, pela segunda semana consecutiva, The Crazy Ones apresentou um roteiro que deixou a agência e suas campanhas publicitárias em segundo plano, e, também pela segunda semana seguida, deixou um pouco a desejar. Heavy Meddling foi apenas mediano, e definitivamente mais fraco que seu antecessor.

No fim de Zach Mitzvah, descobrimos que a demissão de Owen por Syd o transformou em um sem-teto, já que o garçom desajeitado basicamente morava no trabalho. Com isso, vimos a evolução mais absurdamente rápida de um relacionamento em uma série, com o episódio começando já com Owen e Syd morando juntos. E, apesar de proporcionar alguns momentos engraçadinhos, na minha opinião, a coisa toda não funcionou.

Todos nós já estávamos carecas de saber desde o início que este relacionamento estava fadado ao fracasso, então todas as tentativas de Syd de tentar manter o seu “melhor comportamento” na frente do namorado, estando sempre arrumada, evitando comidas gordurosas e usando o banheiro da mercearia na frente de casa soaram um pouco forçadas e fora de lugar. E o pior: Owen ainda sequer tinha começado a procurar por um novo emprego.

“Acabou, Lauren. Meus netos já eram. Adeus, Benjamin Simon! Ciao, Simone Simon! Até mais, Lou Diamond Simon!” – Simon

Conhecendo o histórico bastante exigente de sua filha – que aparentemente já terminou com um cara porque ele disse “molho legal” – Simon decide intervir, e dá um emprego a Owen na agência – o que obriga Syd a se comportar como uma lady 24 horas por dia, poor thing!

Problema resolvido? Claro que não. Como “a honestidade é a chave para um relacionamento perfeito”, Owen logo confessa que, além de ter pânico de trovões – “é eletricidade no céu!” –, ele também é…

“Aracnofóbico, claustrofóbico e pedofóbico.” – Owen

Calma Medo de bebês? Sério?

“Estou vivendo com um louco! E isso não é um problema…” – Sydney

Talvez Syd estivesse apenas tentando convencer a si mesma, mas Simon e sua incontrolável vontade de ser avô não deixariam isso por menos… Pra que deixar que Syd cuide de sua própria vida se ele pode interferir, não é mesmo?

“Se eu tivesse um grupo de bebês fofos em fantasias fofas para jogar Owen no meio…” – Simon

E, obviamente, ele tinha.

SimonBaby

Que terapia melhor para o novo amor bizarro de Syd do que fotografar um bebê vestido de aranha? Ok, talvez aqui eu tenha dado uma bela gargalhada, confesso.

O tiro sai pela culatra, claro, e o relacionamento de Syd vai para o brejo de vez. Owen, é preciso dizer, não vai deixar saudades.

“George é apenas um parceiro muito generoso. Não significou nada!” – Andrew

“Acho que devemos trabalhar com outras pessoas.” – Zach

Por outro lado, o arco de Zach e Andrew veio para salvar o episódio da monotonia e funcionou muito bem. Todo o drama do “eu-trabalhei-com-outra-pessoa-enquanto-você-estava-de-férias” e as consequentes DRs que se seguiram entre Andrew e Zach foram hilárias. A inevitável conclusão de Zach de que “devemos trabalhar com outras pessoas” foi pontual e nos proporcionou momentos fantásticos, como essa fala de Lauren (eu te amo, Lauren!):

“Lembra aquela vez que você e o Andrew tentavam se beijar e você acertou uma no olho dele, e ele teve catarata com o trauma e teve que operar?” – Lauren

Pois o auge de Heavy Meddling nada teve a ver com o arco principal que inspirou seu título. A cena da reconciliação entre os dois foi no melhor estilo Dawson e Joey (ou seria Pacey?), com direito à cena em câmera lenta ao som de Paula Cole e sua I Don’t Want To Wait como trilha sonora. Épico, apenas.

“Não entre naquele avião… Digo, naquela conta!” – Zach

Quem era Joey e quem era Dawson nessa bizarra relação? Ou seria Pacey? Façam suas apostas!

Fazendo um balanço geral, fica fácil perceber que The Crazy Ones apresenta o seu melhor quando foca seus episódios na agência e em suas loucas campanhas publicitárias. A força da série está aí, no brilhante trabalho de seu afiado elenco, especialmente quando seus personagens têm a oportunidade de trabalhar em equipe, elaborando planos mirabolantes.

A notícia triste é que a série é uma das comédias de menor audiência da CBS, que na semana passada renovou nada menos que 18 séries de uma tacada só. The Crazy Ones não era uma delas, e já figura entre os sites de análise de audiência como “perigo de cancelamento”. Se esta previsão se concretizar, será muito triste ver uma comédia com tanto potencial ser ceifada tão precocemente. Infelizmente, só nos resta esperar.

Até a semana que vem!

PS: “Abraham Lincoln era gay?”

New Girl – Fired Up

Data/Hora 18/03/2014, 09:00. Autor
Categorias Reviews

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O segredo da felicidade é não ter expectativas.

Com esta pérola motivacional apresentamos o episódio de New Girl da última semana. Após uma série de decepções, a comédia resgatou a atmosfera nonsense da primeira temporada, enfocando nas peculiaridades do grupo de amigos tão desajustados quanto unidos. Os diálogos rápidos e aleatórios também apareceram para dar um alô.

Para começar, Nick, que nunca tem muita coisa pra fazer, quer provar a si mesmo que poderia advogar, se quisesse. Depois de passar uma manhã inteira esperando por uma mosca para estrear sua raquete elétrica (!), ele, junto com Winston, ajuda Schmidt a levar sua mobília pretensiosa para a loja que alugaria para a irmã de Jess. O investimento frustrado deixou o publicitário falido e sem opção: ou levava sua mudança para o apartamento dos amigos, para o qual ele voltou e onde não existe espaço para acomodar seu gosto refinado, ou usaria o estabelecimento para guardar suas coisas até se acertar.

Durante a mudança, porém, um chef de cozinha, supostamente interessado em fazer oferta por um abajur, acaba se acidentando e processa o já cheio de problemas Schmidt. Sem dinheiro para pagar advogados competentes e sem contar com “o direito que todo judeu deveria ter a um advogado particular”, o rapaz relutantemente aceita a ajuda de Nick “Vivica A. Drop Out” Miller , advogado não praticante. Para Nick, exercer o Direito é igual a andar de bicicleta: não se esquece.

New Girl - T3E19 - Fired Up - Nick can't ride a bike - sub - TS

Realmente, Nick Miller, como advogado, é excelente barista. Até Winston, seu sócio na firma Cooper, Bishop & Ferguson (lembram do gatinho?) se sai melhor do que ele. A empolgação com dramas de tribunal é tanta que influencia até seu gosto para as cores e garante um show à parte entre Nick e Winston. Perdão. Courtroom Brown (“Marrom de Tribunal”). 

– Você inventou agora? É perfeito.
– Courtroom Brown.
– É como se fosse seu nome.
– Sou eu. Se você disser Courtroom Brown, eu respondo.
– Ei, Winston

– Ei, Cortroon Brown!
– Pois não?

A outra trama é a de Coach e Jesse. A professora consegue uma vaga de treinador (coach) para Ernie na escola onde trabalha, mesmo ouvindo do próprio que “não gosta de crianças, não gosta de dar aula, apenas gosta de contracheques”. Mas a intuição da senhorita Day está apurada. Coach ama o trabalho e as crianças o amam de volta, apesar de seu método um tanto, digamos, agressivo.

New Girl - T3E19 - Fired Up - Coach - TS

Corram! Não parem de correr, ou comerei seus rostos e corpos.

E você achava que o bizarro da turma era o Winston.

Jess ajuda Coach, porém este utiliza seus gritos sua persuasão para retribuir o favor. O sonho da personagem de Zooey Deschanel é ser vice-diretora e poder fazer mais pela escola. Aliás, ela já assume várias funções extras, sem o devido reconhecimento. Em sua lista de tarefas estão cortar grama e apagar  as “espigas de milho”, modo gentil para se referir aos desenhos fálicos  grafitados da parede. O treinador a convence de que se ela quer o cargo de fato, não pode simplesmente assumir atividades esperando que seus superiores notem e a recompensem com uma promoção. A dedicada profissional consegue a vaga, e logo recebe a ingrata missão de cortar gastos, ou seja, demitir colaboradores, incluindo Coach, solução que acaba sendo descartada por iniciativa de Jess em propor alternativas para os problemas da escola.

A dupla funcionou muito bem, a propósito, com a aparente dureza de Coach (que virou Coach Coach) contrastando com a demonstração de afinidade e a cara de pau de rir das quedas da amiga, cuja inabilidade para o esporte nos proporcionou um pouquinho de comédia física, já que, aparentemente, a cabeça de Jess atrai bolas de voleibol. O trio formado por Schmidt, Nick e Winston também rendeu boas gargalhadas.

Cece conheceu um cara novo, seu gerente inconveniente queria o rapaz, mas foi tão paralela sua história que vale apenas a menção. Cece merece seguir em frente e parece que Schmidt apoia a moça e já está em um nível em que pode zoar das paqueras dela.

Fired Up, uma referência ao estado de Jess após beber algumas com Coach, lembrou a saudosa primeira temporada. Com ênfase nas esquisitices dos personagens e sua dinâmica de se meterem um na vida do outro, o episódio teve um nível elevado de risadas, mesmo quando assistido pela segunda vez. Coincidentemente, a interação entre Jess e Nick foi mais de colegas de apartamento do que de namorados. Como sonhar ainda não paga imposto, vamos esperar que New Girl volte às suas origens.

Esta semana será reprisado o episódio Prince, muito bom também, então inédito, só na próxima terça.

Você acha que New Girl ainda tem jeito?

Até a próxima!

Destaques na TV – terça, 18/03

Data/Hora 18/03/2014, 07:30. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira o que tem na programação da TV.

Quando um proeminente promotor é encontrado depois de 12 anos desaparecido, Red (James Spader) acredita que isto foi trabalho de Ruth Kipling, também conhecida como A Juíza. O episódio de  The Blacklist de hoje tem a participação especial de Dianne Wiest (In Treatment).

Semana passada erroneamente informei que Revolution era reprise mas foi inédito. Hoje, em novo episódio inédito, Aaron (Zak Orth) acorda em um mundo com energia, casado com Priscilla (Maureen Sebastian) e controlando sua empresa, mas ele logo percebe que algo não está certo.

O The Tonight Show desta noite tem as presenças de Tyler Perry (For Better or Worse), Billy Eichner (Parks and Recreation) e do cantor Juanes.

Confira os demais destaques de hoje.

GLOBO
A Teia – 23h30 depois de BBB – minissérie

SPACE
Continuum – 9h03 (ep 2×10) Inédito
Justified – 21h41 (ep 5×06)

FOX
The Walking Dead – 22h30 (ep 4×14)
Sleepy Hollow – 23h15 (ep 1×07) – Leia a review

SONY
The Blacklist – 21 h (ep 1×15) – Leia a review

RECORD
Era Uma Vez – 22h15 (ep 2×03)
Breaking Bad – 23h15 (ep 4×11)
Engana-me se Puder – 0h15 (ep 2×02)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30

SBT
Chaves – 18h30

UNIVERSAL
Chicago Fire – 22h – Reprise
Law & Order : SVU – 23h – Reprise

WARNER
The Big Bang Theory – 20h (ep 7×16)
Mom – 20h30 (ep 1×18)

+GLOBOSAT
Kidnap & Ranson – Sequestros de Willard – 22h (ep 1×02)

AXN
NCIS – 22h (ep 11×14)

COMEDY CENTRAL
South Park – 20h30 (ep 17×07)

CINEMAX
Revolution – 21h (ep 2×15)

GNT
Parenthood – 15h – (de segunda a sexta)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30

BOOMERANG
A Vida Secreta de Uma Adolescente Americana – 20h (exibição de segunda a sexta)

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 1ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 1ª temporada)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
Retrato de Mulher – 23h10 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0h (de segunda a sábado)

Podem comentar.

‘Two and A Half Men’: Angus T. Jones se considerava ”hipócrita pago” e revela interesse em produções religiosas

Data/Hora 17/03/2014, 18:00. Autor
Categorias Notícias

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Angus T. Jones, o Jake de Two and A Half Men, voltou a causar polêmica a respeito de seu personagem na série de Chuck Lorre. O ator chegou a ser considerada a criança mais bem paga da televisão.

Em entrevista à rádio KHOU, de Houston, o ator, que agora frequenta a Universidade do Colorado, revelou que ”não estava bem em fazer parte de algo que debochava sobre temas importantes, onde há realmente problemas para muitas pessoas. Eu era um hipócrita pago”. Jones estava na cidade para discursar na World Harvest Outreach, uma congregação Adventista do Sétimo Dia. ”Eu realmente queria vir para luz, porque sei que é onde há cura, e eu tenho visto Deus fazer coisas incríveis”, declarou à rádio. O pastor da congregação, James R. Doggett Sr, também fez uma declaração a respeito da fama de Angus, afirmando que toda essa preocupação e importância que estão dando à escolha do ator só tem esta atenção pois ele co-estrelou uma das maiores séries de comédia do país.

”Se você assiste Two and A Half Men, pare. Eu estou na série e não quero fazer parte disso. Pare de encher sua cabeça com essa imundície”. Esta foi a frase que Jones usou em 2012, através de um vídeo postado no YouTube, que cruzou continentes e, o mais importante, deu início à polêmica sobre suas escolhas religiosas. Mais tarde, por meio de um comunicado, expressou sua gratidão à série, a Lorre, ao chefe de produção Peter Roth, à CBS e Warner, em um pedido de desculpas. ”Tem sido [a série] uma das experiências mais importantes da minha vida até hoje…E se minhas observações parecem refletir indiferença e ingratidão aos meu colegas de trabalho e à oportunidade que estão me dando, também peço desculpas”, desculpou-se à época. O agravante da situação foi Lorre tê-lo chamado de bebê e não ter se desculpado, o que fez com que Jones retirasse as desculpas (neste caso).

Em Two and A Half Men, Angus T. Jones lucrava cerca de 350 mil dólares por episódio, mas hoje, afastado da emissora e de projetos, afirma que ”há produções diferentes que eu gostaria de fazer parte. Tipo histórias baseadas na Bíblia”.

Two And A Half Men é transmitida pela CBS, às quintas-feiras. A série foi renovada para sua 12ª temporada.

Com informações do Deadline.

‘Melissa & Joey’ e ‘Baby Daddy’ são renovados pela ABC Family

Data/Hora 17/03/2014, 16:59. Autor
Categorias Notícias

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A ABC Family renovou Melissa & Joey e Baby Daddy para novas temporadas (a 4ª). Além disso, encomendou três novos dramas: Alice in Arabia, Recovery Road e Unstrung.

“Esses três poderosos novos dramas encaixam no que a ABC Family pensa de sua programação original em razão das histórias diversas que servem tão bem para entreter nosso público”, disse Tom Ascheim, presidente da emissora, em comunicado. “Nós também estamos felizes em produzir mais três episódios de Melissa & Joey e Baby Daddy, duas séries que juntas ajudaram a ABC Family a estabelecer um bloco de comédia forte que continua fazendo nossa audiência rir alto”.

Já Kate Juergens, Chefe da área Criativa e Vice-Presidente Executiva de Conteudo Original da ABC Family disse que “Inovação e autenticidade é a promessa que fazemos a nossa audiência. Esses três projetos cumprem essa promessa, com histórias emocionais e que entertem e intrigam, com personagens multi-facetados e relacionamentos complexos. Nós estamos excitados pelo que o futuro reserva à essas histórias, e com os fascinantes mundos para os quais elas irão nos levar”.

Alice in Arabia é um seriado de drama sobre uma rebelde adolescente americana que, após a tragédia se abate sobre seus pais, sem saber, é sequestrada por sua família, da Arábia Saudita. Alice encontra-se um estranho em um novo mundo, mas fica intrigada com suas ofertas e as pessoas que ela conhece. Agora, prisioneira de seu avô, Alice deve contar com seu espírito independente e com sua inteligência para encontrar uma maneira de voltar para casa, enquanto sobrevive por trás do véu. O piloto foi escrito por Brooke Eikmeier, que já serviu no Exército dos EUA como linguista.

Baseado no popular romance para jovens-adultos escrito por Blake Nelson, Recovery Road centra-se em uma adolescente que tenta lidar com o vício. Maddie tem uma reputação como uma menina festeira que acredita não ter nenhum problema, até que é confrontada pelo conselheiro de orientação da escola e é obrigada a escolher entre a expulsão e a reabilitação. Tentando se salvar, Maddie decide passar suas noites vivendo com outros viciados em recuperação em uma clínica de reabilitação, e os seus dias fingindo que tudo está perfeitamente normal entre seus colegas de escola e seus amigos mais próximos. O piloto foi escrito por Bert V. Real (Easy A) e Karen DiConcetto (Ruby & The Rockits). Beth Miller (12 Dates of Christmas, Revenge of the Bridesmaids) e Craig Piligian (Survivor, American Chopper) e Danielle VonZerneck (Left to Die) serão os produtores executivos.

Unstrung explora as o mundo sensual, acirrado e emocional da turnê mundial profissional de tênis, no qual os irmãos Luke e Ellie Holt competem para subir no ranking. Os Holt parecem ter tudo que é necessário em um mundo no qual o sucesso não é apenas determinado pela perícia na quadra, mas também pela aparência, charme e capacidade de esconder os seus defeitos sob a pressão dos fãs, críticos, adversários e até mesmo seus aliados mais próximos. Mas um grande segredo de família ameaça transformar suas vidas, e sua suada “marca” de cabeça para baixo. Emily Whitesell (Life Unexpected) será a produta executiva.

Com informações do TV By the Numbers.

 

 

A Teia – Episódios 6 e 7

Data/Hora 17/03/2014, 11:03. Autor
Categorias Reviews

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Aí que a pessoa aqui se atrapalhou toda e tinha certeza que não tínhamos tido episódio inédito no carnaval. E depois teve que recuperar o que perdeu. Sorte pelos episódios inteiros disponíveis no site do canal e sorte que esses dois episódios juntos funcionaram que foi uma beleza.

Na verdade fica claro que a série entra em sua reta final: Macedo amarra pontas e já tem o nome que precisava. Foi absolutamente impossível não subir pelo sofá quando vemos Macedo tão próximo de Baroni naquele restaurante! Isso depois de passarmos por uma verdadeira montanha russa emocional pro conta de Baroni e Celeste, centro do sexto episódio da série.

Vimos bastante do passado de Baroni, que conheceu Celeste porque ela era a esposa de seu colega de cela, um “bandido pé rapado” de quem ele se aproximou só porque já estava de olho na garota. Confesso que cheguei a pensar que ele arrumaria um jeito de fazer com que Ney acabasse morto ainda na cadeia – e acho que ele se arrepende de não tê-lo feito.

De volta à sua cidade, Ninota quer ver o pai e, apesar de Celeste nunca aparecer para o encontro no zoológico, esta é a chave para que Macedo e Germano descubram sobre a quadrilha de Zés em Curitiba. Pelo encontro não acontecido e por um problema na rede elétrica que entrega aonde eles estão morando – entendo perfeitamente Celeste não considerar aquilo um lar.

Vimos também que Bola, o urso carregado por Ninota com o celular na barriga, foi obtido por Baroni num crime anterior com Oliveira, no qual ele matou um menino. A estratégia de nos mostrar esse lado mais frio de Baroni funcionou muito bem como preparação para o que vinha a seguir: crente de que Celeste o está traindo, Baroni não hesita em levá-la com a filha para um terreno escuro e matá-la, o que só não acontece por uma questão de segundos.

A diferença entre as duas situações é a forma como Baroni reage a cada uma delas: ordenado por Oliveira ele não tem problemas em matar o menino filho de um guarda, mas ainda assim carrega o urso como “lembrança”. Apaixonado por Celeste ele é só emoção, ele não a mata, mas continua dominado pelo ciúmes. Baroni não quer ser como o homem que ele chamava de pai, mas se aproxima cada vez mais dele.

E é evidente o efeito disso em Celeste: ela conversa com Suzane questionando porque ela continua ali, mas na verdade ela está perguntando a si mesma. Ela parece estar substituindo o amor por medo. Ela se sente ainda mais insegura, o que se reflete em sua tentativa de se parecer mais com a ex-esposa de Baroni. Ela quer se sentir mais merecedora de estar ao lado dele, mas isso deixa Baroni também mais inseguro. Ele na verdade não entende o que está acontecendo, ela idem. O nervosismo dos dois é praticamente possível de ser tocado. Essa tensão, esse nervosismo é que faz o sétimo episódio ter tanto sentindo: longe de planejar o crime perfeito que acredita estar planejando, Baroni desenha seu próprio fracasso.

Libânio e Taborda desembarcam em Curitiba e Macedo é novamente o cabeça da operação. Eles já tem os rostos que precisavam e sabem que eles planejam uma operação semelhante a de Brasília para os próximos dias. A ação então dá lugar ao planejamento: Baroni e seu time querem realizar o crime que tenha maior retorno, Baroni querendo deixar para trás sua família e os sentimentos ruins associados à ela; Macedo e Germano precisam desenhar a coisa de tal forma que consigam pegá-los em ação para garantir recuperar o dinheiro perdido e o maior número de anos de cadeia para cada um dos envolvidos.

Quase um castelo de cartas. Muito de um jogo de xadrez.

P.S. A pontinha da família de Macedo foi ótima, praticamente um alívio em meio ao tanto de tensão que vivemos ao ver a polícia tão perto de Baroni e sua gangue.

P.S. do P.S. A trilha sonora continua perfeita.

P.S. do P.S. do P.S. Maior mérito da dupla de episódios: te deixar roendo unhas até a semana seguinte.

*Texto originalmente publicado no Só Seriados de TV.

Pretty Little Liars – Cover For Me e Unbridled

Data/Hora 17/03/2014, 10:00. Autor
Categorias Reviews

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Holy mother of God, socorro que o coração está batendo mais forte! É nessa temporada que a gente descobre quem realmente é a pessoa que passou os últimos anos trollando as vidas de Aria, Spencer, Hanna e Emily. Nada de Mona, nada de Ezra. A pessoa que sempre aparece com as luvas pretas vai tirar a máscara na próxima terça-feira e os últimos episódios serviram para nos deixar, justamente, achando que sabemos quem é. Mas isso é Pretty Little Liars, pessoal. Não vou ficar admirada se for tudo armado para confundir nossas cabeças. Porém, vamos deixar isso para o final.

Comprem caixas de fogos de artifício: o casal mais chato de Rosewood terminou. It’s over. Chegou ao fim. C’est fini. Emily e Paige já são completamente sem sal sozinhas, juntas, então, a situação piorava. Não via a hora de isso acontecer desde quando elas nadaram juntas ao som de I won’t apologize na primeira temporada. No fim das contas, o fato de Paige ter entregado Alison para a polícia teve uma vantagem. Agora ela pode sumir para sempre, nunca mais aparecer, ok, Marlene King?

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Hanna, finalmente, parece ter escolhido um menino só para manter o foco. Dessa vez, foram dois beijos seguidos na mesma pessoa, em situações diferentes, e sem motivos para pedir desculpas depois. Parabéns, Hanna. Desse jeito você vai conseguir mudar o status de relacionamento rapidinho. E o pior disso tudo é: por mais que eu ame o Travis, por mais que ela pudesse fazer um par quase perfeito com o Holbrook (mais um romance proibido, mas, quem se importa?), ainda acho que Hanna nunca vai ter um namorado tão legal quanto o Caleb. A maior cagada da vida dos produtores dessa série foi terem tirado ele para colocar num spin off que não deu certo, apaixonado por uma menina morta. Infelizmente, essa situação só vai ser pior se o trouxerem de volta.

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Para falar de Spencer, preciso reclamar só de uma coisinha: por que raios não disseram o conteúdo da carta do Toby? Esqueceram? Ele vai sumir por mais dez episódios de novo? O mais intrigante foi perceber que Spencer não pareceu nem um pouco abalada em relação a ela. Tudo bem, ela tinha o Dean por perto para tirar a atenção dos problemas externos, mas mesmo assim… Falando em Dean, eu realmente achei que ela ia interferir de alguma forma para que ele não fosse demitido. Ok, ele não precisava ter dormido em cima da menina e tudo o que ela queria era se ver livre da supervisão, mas ele parecia ser uma boa pessoa. E Spencer podia fazer uso de um amigo que não estivesse à caça de uma adolescente “morta” de vez em quando.

Aria foi, das quatro, a que teve o maior foco nos últimos episódios. E, nesses dois, pudemos vê-la reconstruindo seu mundinho depois que descobriu que Ezra tinha segundas, terceiras e quartas intenções ao ficar com ela. O alívio nisso tudo foi saber que ele não é tão ruim quanto aparentava ser: o cara não é A. É só mais um escritor obcecado e doentio. Mas que pelo menos soube dar para trás depois que foi descoberto. Pelo visto, nem desistindo do livro ele vai ter Aria de volta, e essa é a melhor coisa que podem fazer por ela nessa série. Me assustei um pouco quando a vi bêbada, caindo nas graças de outro menino, em outra cidade (isso não é nem um pouco a cara dela), mas fiquei mais tranquila quando ela foi voltando ao normal e quando ele pareceu ser um cara legal. Mas, mesmo assim, cara legal ou não, Jake é a melhor opção para Aria. Estou oficialmente começando a campanha #voltaJake. Mentira. Mas bem que ele podia voltar de verdade. E no mesmo dia em que Ezra for embora.

E o que eu espero ter sido a última cena de Ezra nessa série, lançou outra teoria mirabolante no ar: será que Jessica DiLaurentis é realmente A? A mudança de comportamento repentina dela é, no mínimo, suspeita, mas é descarada demais. Ela querer machucar a própria filha não faz sentido algum (menos sentido do que uma mostra beneficente de vestidos – lindos – de noiva). O que é mais suspeito, na verdade, é Jason voltando para Rosewood da mesma forma em que sumiu daquele hospital, uma temporada atrás: do nada. E com uma desculpa furada de reabilitação numa clínica que está fechada há dois anos (obrigada, Dean!). Será que ele é o real responsável por tudo o que as meninas vêm passando nos últimos dois anos? Falta pouquíssimo tempo para descobrirmos isso.

PS 1: Mona e Mike é tão revival de Aria e Ezra… Podiam, realmente, ter sido um pouco mais criativos nesse quesito.

PS 2: O galpão onde Alison supostamente está escondida fica na Filadélfia… Lugar onde Melissa estava na última vez em que teve o nome citado nessa série. Será que ela e Wren resolveram voltar a dar as caras e estão no galpão?  Terminarem o episódio com “O que vocês estão fazendo aqui?” não foi bom para a nossa curiosidade.

PS3: CeCe Drake foi localizada! Será que ela dá as caras novamente no próximo episódio?

PS4: Ella voltou trazendo boas notícias num episódio em que o figurino principal foram vestidos brancos. E eu achei lindo 🙂

Max Casella e Jack Quaid têm papéis garantidos em nova série de Martin Scorsese

Data/Hora 17/03/2014, 09:40. Autor
Categorias Notícias

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Mais duas caras estão garantidas na a misteriosa nova série de Martin Scorsese e Terence Winter. Olivia Wilde e Juno Temple foram confirmadas para o elenco na última semana.

Max Casella (Os Sopranos) e Jack Quaid (Jogos Vorazes) foram chamados para integrar o elenco da série, juntando-se aos atores citados acima e ao protagonista, Bobby Cannavale. O primeiro será Julian “Julie” Silver, um executivo que trabalha no ramo da música, enquanto Quaid será Clark Morelle, subordinado à Silver que tenta encontrar seu lugar no mercado. A série de Scorsese e Winter tem como base o Rock N’ Roll dos anos 70, explorando o cenário punk e disco – que à época começaram a emergir até se tornarem grandes sucessos -, e contará a história de Richie Finestra (Cannavale), fundador e presidente da American Century Records, reconhecida gravadora de Nova Iorque. Olivia Wilde será Devon Finestra, ex-atriz e esposa de Richie, enquanto Juno será Jamie Vine, uma manipuladora e ambiciosa assistente da gravadora.

Martin Socorsese produzirá o roteiro, ao passo que ele, Winter, Emma Tillinger Koskoff, Rick Yorn e Mick Jagger – com sua parceira da Jagged Films, Victoria Pearman – são os produtores executivos da série. George Mastras (Breaking Bad) se tornará o showrunner caso o piloto vire, de fato, uma série. Scorsese está produzindo Boardwalk Empire, da HBO, que será cancelada após sua quinta temporada.

Apesar de não ter nome nem data definidos, especula-se que a série irá ao ar no verão americano (inverno brasileiro) pela HBO.

Com informações da Variety.

Elementary – The Hound of the Cancer Cells

Data/Hora 17/03/2014, 09:00. Autor
Categorias Reviews

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Um episódio horrível em Elementary.

Não, não, é brincadeira. É que eu queria começar a review de outro jeito. Mas não tem como. Foi mais um episódio excelente da série mais linear da televisão americana. E, dessa vez, a história tinha uma pitada a mais de Arthur Conan Doyle.

Essa semana, Sherlock, Watson e os simpáticos detetives da NYPD precisavam desvendar o assassinato de um cientista. Ele, que trabalhava em um aparelho capaz de detectar se uma pessoa teria câncer – que denominaram “The Hound”, uma clara referência a The Hound of the Baskervilles, ou O Cão dos Baskervilles, no Brasil, considerada, por muitos, a melhor obra de Conan Doyle –, foi morto enquanto tomava banho, com gás hélio – agora, uma alusão ao conto The Adventure of the Retired Colourman, também de Conan Doyle. Mas o assassino do rapaz queria que todos pensassem que o caso era um suicídio. A NYPD nem precisou que o genial Holmes chegasse à cena do crime para descobrir que ele não havia se matado. Mas o resto do episódio não seria tão óbvio assim.

Primeiro, os detetives desconfiaram de uma mulher com quem Barry, a vítima, foi flagrado por câmeras de segurança discutindo. No início, parecia que os dois tinham algum envolvimento amoroso, mas, na verdade, ela era uma agente de inteligência de Israel e ele queria a ajuda dela. É que, semanas antes, uma espécie de jornalista anônimo (conhecido por desmascarar cientistas fajutos) havia lhe enviado um e-mail dizendo que o trabalho dele era uma farsa. Com as habilidades da amiga, ele esperava conseguir descobrir quem era o ameaçador. Ela não topou.

Watson e Sherlock, então, conversaram com o chefe de Barry, um homem cuja vida estava uma bagunça, em meio a um divórcio nem um pouco amigável e que, agora, tinha que lidar com a morte do amigo.

Portanto, o foco devia mesmo ser descobrir a identidade do jornalista, ou seja lá como podemos chamar o ameaçador. O que a gente não esperava era que o próprio Barry, em parceria com outra amiga cientista, fosse Adam Peer (o rapaz que ameaçava). Ou seja, a pessoa que escreveu o e-mail, na verdade, estava fingindo ser o conhecido “detetive da ciência”, mais ou menos como Sherlock se referiu a ele.

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Em seguida, para deixar tudo ainda mais confuso, a ex-mulher do chefe do Barry, aquela de quem ele estava se divorciando, apareceu morta – e a arma utilizada estava no nome do ex-marido. Ele ficou atordoado durante o depoimento na NYPD, dizendo que ele não seria burro a ponto de usar a própria arma para matar a ex-esposa. E era difícil não acreditar nele. Nesse momento, pensei: ela tinha um amante, que poderia ser inclusive alguém que competisse com a empresa do ex na invenção do detector de câncer, e, agora, esse amante a matou. Me senti um gênio das séries procedurais por prever tudo com tanta facilidade. Aaaah! 😉 Óbvio, eu estava errada!

O ex-marido era, sim, o culpado e planejou tudo com a nova namorada. Sabe quando dizem que o “menos é mais”? Então, ele fez com que todos os elementos da cena do crime (na morte da ex-mulher) apontassem para ele de forma tão, tão direta, que era impossível aceitar aquilo, de que ele era mesmo o culpado, de que ele seria tão burro. Na verdade, ele foi bem espertinho. Se Sherlock Holmes não estivesse no caso, quem sabe, ele poderia até escapar dessa… Next time, my dear killer.

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