Castle – The Way of the Ninja

Data/Hora 19/03/2014, 20:54. Autor
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Eu não sei vocês, mas esse hiato não serviu de nada para acalmar meus ânimos após aquela loucura que foi In the Belly of the Beast. E talvez esse meu coração ainda ligado no 220 tenha sido o grande responsável por eu ir com tanta expectativa pra esse episódio e dar um pouquinho com os burros n’água. Mas acalmem-se, o episódio não foi ruim. Só não foi eletrizante.

Não que isso seja ruim, claro que não. Afinal, essa sexta temporada tem sido tão elétrica, que respirar um pouco faz bem. Ou melhor, rir faz bem, e como eu ri nesse episódio, ein. Ri como se eu estivesse assistindo a segunda temporada. Resolveram trazer de volta, no mesmo episódio, um caso um tanto quanto peculiar, as teorias loucas e as piadas que só saem da cabeça do Castle, as tiradas da Beckett, romance e o meu querido bromance. É, eu realmente estava assistindo a segunda temporada.

Todo mundo tem aquela amiga (o) da escola que conheceu alguém, casou, está rica (o) ou bem na vida e adora te ligar, marcando um jantar, para passar horas e horas falando da sua linda e maravilhosa vida. Se até eu tenho, Beckett também tem. E The Way of the Ninja começou assim, despretensioso, jogando uma isca que só seria fisgada lá pra mais da metade do episódio.

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Contudo, o episódio não foi somente sobre Castle e Beckett. Foi, também, sobre Castle e Gates, Castle e os meninos e claro, sobre a vítima, Jade Yamata. Mas antes de ir ao assassinato, eu queria comentar sobre todas as relações que foram exploradas nesse episódio e que não eram vistas – juntas – há muito tempo. Foi realmente muito bom ver Castle, Espo e Ryan indo à rua fazer o trabalho de campo da vez. Claro que o local permitiu que eles nos proporcionassem cenas ainda mais hilariantes, mas mesmo sem bares e dançarinas travessas querendo sentar no colo de quem não deve, qualquer investigação que tenha os três trabalhando juntos e sozinhos é algo a mais no episódio. Engraçado foi, também, toda as cenas Castle-Gates. Penny é uma grande atriz e a parceria de Gates com o escritor sempre me faz rir que nem uma louca. Quem não lembra da vez em que Castle quebrou a boneca de que ela tanto gostava? Por favor.

Mas em meio a tudo isso, tinha o assassinato da jovem bailarina japonesa Jade Yamata. A moça foi encontrada como tantas outras já foram: em um beco, vítima de uma agressão cruel. Mas o que caminharia como qualquer outro caso da NYPD, trocou de rua e seguiu por uma avenida beeeem diferente. Se os pedidos de Castle são uma ordem, o escritor finalmente conseguiu o que tanto queria. Depois de anos e anos, temporadas e temporadas, pedindo que o assassino dos casos fossem um ninja, ele não esperava que dessa vez isso realmente iria acontecer. E a cara dele quando um ninja apareceu e roubou a arma do crime e saiu pelo vento afora, enquanto ele e Beckett investigavam um prédio velho, foi IMPAGÁVEL. Impagável mesmo. Voltei umas três vezes e, mesmo assim, não fiquei satisfeita.

E logo depois de Beckett não acreditar no que Rick viu, muito menos Gates, vem a fatídica hora em que os meninos precisam ir a um bar investigar umas pistas encontradas do assassinato de Jade. Fatídica porque, se eu pudesse, socaria a cara daquela gueixa. Ou será que posso?

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Quando no início do episódio Beckett fala para Castle sobre seu jantar chato e inconveniente, ela pede ao noivo que ligue para ela às 22h para tirá-la de lá. Você ligou? Pois bem, nem o Castle. Na hora combinada, Castle estava naquele trabalho de campo com Espo e Ryan, mais especificamente em um quarto privado com uma gueixa que tinha ACABADO de beijá-lo. Sim, aquela vaca japonesa dos infernos roubou um beijo e teve uma cena mais quente com Castle do que Beckett tem há semanas! Há meses! Surtei, mas só um pouquinho.

É claro que não demorou para descobrirem que os galãs do bar, na verdade, eram policiais, e Castle, Espo e Ryan foram expulsos com um pontapé na bunda, uma jogada de casaco na cara e uma conta de 6 mil dólares. E isso tudo só não era pior do que a bronca que Kate daria em Castle quando chegasse em casa. E foi nesse exato momento que a isca jogada lá no início do episódio foi pescada. Como a gente vem acompanhando, em cada episódio há uma espécie de plot especial do casal – e isso vem ocorrendo com mais frequência depois que eles ficaram juntos. Após a evolução do relacionamento na quinta temporada, o que mais vem aparecendo nessa sexta são conversas ligadas ao casamento, ou seja, as escolhas de cada pedacinho que irá constituir esse grande dia na vida deles. E como era esperado, nessa semana esse plot também surgiu. De uma forma mais leve, mas surgiu.

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Após uma bronca um pouco exagerada por ele não ter telefonado para ela, Castle logo desconfiou de que o beijo da gueixa e o não-telefonema não eram as únicas coisas que estavam deixando Kate irritada. Na verdade, a insegurança estava batendo na porta da nossa querida detetive mais uma vez e ela mesma contou ao Castle sobre isso. No seu encontro, Beckett percebeu que após se casar, a sua amiga estava entediada. O casamento havia transformado-a em uma pessoa que só sabia reclamar da vida e do quão chata ela estava e Kate levou isso para casa. Afinal, ela não quer que a magia existente entra ela e Castle acabe. Não quer que os dois estejam em casa, num domingo, sentados no sofá e se olhem e pensem “o que eu estou fazendo com essa pessoa?”. Não quer que Castle seja obrigado a procurar outras opções para matar o tédio, como os caras que estavam naquele mesmo bar que o escritor havia ido. É por isso que ela, numa tentativa de afastar o medo, diz ao Castle que eles não serão esse tipo de casal. É claro que nós sabemos que isso não vai acontecer aos dois, mas quem consegue dizer isso ao assustado coração de Beckett?

Castle: Vamos botar isso nos nossos votos. Uma promessa para cada um de que mesmo casados, isso não significa que não haverá mais romance. E que nós nunca, nunca mesmo, ficaremos entediados.

Depois do ataque de fofura do Castle ao acalmar a nossa pequena e dos beijinhos fofos, eu fiquei pensando e pensando. Pensando coisas que não deveria e cheguei a uma ideia meio louca. Já falei em reviews anteriores que eles sempre estavam escolhendo, tentando se decidir, coisas sobre o casamento, mas que nunca eles realmente escolhiam algo. E tudo está tão linear (vestido, data, local, música), que eu realmente começo a me assustar sobre a sequência dos próximos episódios. Bracken, Vulcan e 3xk não foram (re)inseridos na série por nada. Castle e Beckett até agora não possuem nada certo e tudo está um conto de fadas. E se tudo vai muito bem em Castle, a gente sabe que algo de ruim vem por aí. A minha ideia não é uma indecisão por parte da Beckett que acarretará em uma desistência, mas tô começando a apostar em uma interferência. Pode ser de Bracken, de Vulcan, do 3xk. Seja lá de quem for, saio desse episódio com essa intuição e, pela primeira vez, espero estar errada.

Nada nunca foi fácil para Castle e Beckett, e assim como surgiu essa ideia, eu também sei que eles podem lutar contra qualquer coisa. Quem já escapou de congelar, de ser comido por um tigre, de um afogamento, de uma bomba e de tantas outras coisas, pode sair de qualquer perigo no futuro.

The Way of the Ninja não foi eletrizante, mas foi importante. A resolução do caso de Jade acabou bem triste, infelizmente. Descobrimos que a moça havia escapado do assassinato que matou toda a sua família e havia, com sua irmã, mudado de nome e tudo mais para que pudessem seguir em frente. No final das contas, o que fica do episódio é a incerteza sobre o futuro de Castle e Beckett e seus passados obscuros. Sei que a nossa season finale está marcada para o dia 12 de maio e sei, também, que ela promete fortes emoções. Minha bomba de oxigênio já está pronta para esse finalzinho de sexta temporada e espero, ansiosa, a próxima semana. Será que a gente sobrevive? Veremos.

Até semana que vem 🙂

PS1: Era um iPhone 5, seu ninja malvado. Um iPhone 5.

PS2: Nada contra o legista careca, mas será que podem deixar a Lanie como fixa em todos os episódios? Grata.

PS3: Minha seleção de cenas preferidas aumentou. E Castle atingindo Gates com aquela arma ninja que eu não sei o nome com certeza está no topo da lista.

PS4: O figurino da Beckett sempre está lindo, mas nesse episódio estava espetacular!

Jane Fonda e Lily Tomlin protagonizarão ‘Grace and Frankie’, nova série original da Netflix

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A Netflix lançará em 2015 Grace and Frankie, comédia original estrelada por Jane Fonda e Lily Tomlin no papel de duas antigas rivais cujos caminhos voltam a se cruzar por conta do novo rumo dos seus casamentos.

“Jane Fonda e Lily Tomlin estão entre as atrizes mais engraçadas e formidáveis do mundo, e é uma honra vê-las fazer gato e sapato uma da outra na Netflix”, disse Ted Sarandos, executivo-chefe de conteúdo da Netflix. “A série criada para elas por Marta e Howard esbanja calor humano, é hilária e passa longe do politicamente correto. Mal podemos esperar!”

“A Netflix está revolucionando a forma como produzimos e assistimos a conteúdo para a TV, e é um grande privilégio estar trabalhando com Ted e sua incrível equipe”, disse David Ellison, da Skydance. “Trabalhar ao lado de talentos como Marta, Jane, Lily, Howard e a produtora Paula Weinstein é um sonho que se tornou realidade. A trama que eles criaram é hilária e sincera em partes iguais.”

Filmada em câmera única, a série tem como tema central as rivais Grace (Jane Fonda) e Frankie (Lily Tomlin) encarando o capítulo final da vida, porém não exatamente como esperavam. Quando seus respectivos maridos anunciam que estão apaixonados um pelo outro e que planejam se casar, a vida delas dá uma guinada. Pior: elas percebem que estarão eternamente ligadas por esse acontecimento. Com o tempo, descobrem que podem passar a contar uma com a outra.

Com criação e roteiro assinados por Marta Kauffman, Howard J. Morris e Paula Weinstein, a primeira temporada de 13 episódios de 30 minutos da série será produzida pela Skydance Productions e disponibilizada em 2015. Dentre os produtores executivos constam David Ellison, Dana Goldberg e Marcy Ross, da Skydance.

Com informações repassadas pela Netflix.

ABC anuncia as datas das season finales de suas atrações

Data/Hora 19/03/2014, 14:30. Autor
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A rede americana ABC acabou de anunciar as datas dos finais de temporada de suas atrações.

A primeira a se despedir, ainda no começo de abril (11), é a comédia The Neighbors. No dia 17 é a vez do hit dramático Scandal, que encerra mais cedo em razão da gravidez da protagonista Kerry Washington. Uma semana depois é a vez de Last Man Standing se despedir de sua atual temporada.

A estreante Ressurection se despede no dia 4 de maio. No domingo seguinte, Revenge e Once Upon a Time encerram suas terceiras temporadas (essa última com especial de duas horas).

Castle acaba em 12 de maio, e no dia 13 Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. e as comédias estreantes The Goldbergs e Thropy Wife.

No dia 14 de maio Suburgatory e Nashville colocam um ponto final em suas atuais temporadas, seguidas por Grey’s Anatomy (15) e Shark Tank (16).

O programa America’s Funniest Home Videos acaba no dia 18 de maio, e o reality show Dancing With the Stars no dia 20.

As últimas atrações da ABC a se despedirem da atual temporada são The Middle (com especial de uma hora), Modern Family e Mixology, no dia 21 de maio.

Com informações do TV by the Numbers.

Chris Colfer, Naya Rivera e Lea Michele falam sobre os novos rumos da 5ª temporada de ‘Glee’

Data/Hora 19/03/2014, 13:55. Autor
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Logo depois da exibição do 100° episódio de Glee começaram a surgir informações sobre o futuro da série.

Uma delas envolve a estréia de Chris Colfer como roteirista da série: o ator vai escrever um episódio da 5ª temporada de Glee.

“Eu prometo que é melhor do que parece”, disse Colfer, ontem (18) à noite na festa de 100º episódio de Glee, em West Hollywood. “Eu acho que nós vamos fazer alguma coisa … com os animais e os idosos. Eu meio que tinha planos de fazer um episódio muito egoísta, e se fosse por mim, eu provavelmente teria feito um episódio tributo à Miley Cyrus. Mas eu estou tentando fazer o melhor episódio que eu puder, ao invés de fazer algo egoísta”.

Colfer também confirmou que ele vai ter de escolher as músicas em seu episódio, embora admita o seu número dos sonhos (um mashup de Who Let the Dogs Out e Jellicle Cats) provavelmente não vai estar no episódio.

Por enquanto, Colfer está animado para os fãs testemunharem o retorno de Kurt para Nova York – e todo o drama Klaine que virá com ele. “Ele está morando em Nova York, trabalhando no restaurante e Vogue, passando por alguns altos e baixos no seu relacionamento“, ele brincou. Quanto à Kurt e Blaine estarem na mesma cidade, Colfer acha que isso fará com que sua relação seja mais madura, menos cartas de amor.

Quem também falou sobre seu futuro na série foi Naya Rivera, que se viu envolvida em rumores recentes de que ela não continuaria na série no restante da 5ª temporada. E Rivera fez questão de desmentir tudo.

Segundo a estrela, os rumores pondem ter nascido de uma recente entrevista dada por Lea Michele ao E! Online. Falando sobre o restante da 5ª temporada, Lea teria dito que a mesma seria centrada em NY, e que “por isso, seremos eu, e Chris, Darren, Chord e Kevin”.

“Eu acho que Lea estava fazendo entrevistas e acabou me omitindo da lista do elenco de New York  mas tenho certeza de que foi apenas um ato falho de sua parte – ou não”, disse Rivera. “As pessoas simplesmente pegam as coisas pequenas e as tornam gigantescas. Mas, como eu disse, eu estou me reapresentando para o trabalho quinta-feira ao meio-dia”.

Envolvida nos boatos sobre a saída de Naya, Lea também falou sobre Glee. Mas sua pauta foi outra: um possível envolvimento entre Rachel e Sam.

“Eu acho que é o tipo de envolvimento que veio e se foi”, disse ela. “Eles meio que se envolveram, brevemente, mas [Sam] pode estar com a Mercedes agora, então não”. O envolvimento de Sam e Mercedes está sendo cogitado desde que Amber Riley twittou sobre filmar cenas com Overstreet em Nova York.

O co-criador de Glee, Ian Brennan, também se pronunciou sobre o futuro amoroso de Rachel e disse que os roteiristas tem estado atentos para novos interesses amorosos para Rachel. “A relação mais próxima no show foi e continua sendo Finn e Rachel, e eu acho que não vai mudar – não importa o que aconteça”, explicou. “Sobre um novo romance para Rachel, não me senti muito certo ainda . É uma questão em aberto a respeito de quando e de como isso acontecerá”.

Com informações do TVLine (1, 2 e 3).

‘American Horror Story’: Carnival? Roteiristas afirmam que ”circo” será tema da quarta temporada

Data/Hora 19/03/2014, 11:01. Autor
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Roteiristas de American Horror Story têm em mente ”circo” como tema para a próxima temporada da série. Ainda sem título, Douglas Petrie, um dos roteiristas do thriller, revelou o tema em entrevista.

Durante o Nerdist Writers Panel, podcast que reúne roteiristas de várias séries para discutirem a respeito de suas produções, Petris disse que ”ainda não tem um título, mas essa é a ideia”, declarou após um palestrante perguntar se usariam ”circo” como tema. Ryan Murphy, criador da série, já havia confirmado que a quarta temporada de American Horror Story se passaria nos anos 50, mas esta é a primeira confirmação oficial a respeito de seu tema. Sem grandes detalhes, mais informações a respeito são esperadas para as próximas semanas.

As filmagens da quarta temporada de American Horror Story começarão em junho.

Com informações do TV Line.

Impressões sobre ‘Veronica Mars – O Filme’

Data/Hora 19/03/2014, 10:48. Autor
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Algumas séries marcam os fãs para a vida. Veronica Mars é uma dessas. Durou apenas três temporadas e terminou bruscamente, forçando os fãs a preencherem por si só as lacunas do futuro das personagens. Mas Rob Thomas, o criador, nunca desistiu da menina dos seus olhos. Tampouco Kristen Bell, a mais fervorosa fã de Veronica Mars. E é por isso que após sete (longos) anos fomos presenteados com um filme em um feito até então inédito: os fãs doaram mais de 5 milhões por meio do kickstarter (em um tempo recorde), possibilitando assim que o filme finalmente se tornasse realidade.

Menos de um ano após o sucesso do kickstarter o filme chegou aos cinemas e à mídia digital. E não há a menor dúvida em cada cena que víamos de que todos se empenharam em fazer uma declaração de amor à Veronica Mars e aos seus fãs.

Eu, particularmente, resolvi fazer maratona da série para poder me preparar. Tudo bem, comecei meio tarde (na semana que o filme seria lançado) e tive que fazer ‘das tripas coração’ para conseguir reassistir a todos os episódios. Foram oito dias puxados, mas finalizei os 64 episódios com a mesma emoção de quando assisti pela primeira vez. Que série deliciosa!

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“Eu saí quando tinha 19 anos deixando um rastro de destruição. Mas eu cresci. Aquela era a ‘antiga eu’. Brava, vingativa. A nova eu? As pessoas dizem que eu sou um marshmallow”.

Veronica Mars, a série, termina deixando os fãs com aquela sensação de vazio. Nada foi concluído e os fãs precisaram preencher as lacunas das personagens por si só. Logan e Veronica separados, sabe-se lá se com alguma chance de recomeço. A vida sexual de Veronica exposta a qualquer um que tivesse acesso à internet e Keith Mars vendo a sua chance de voltar a ser delegado ruindo como um castelo de cartas (nunca irei me acostumar com esse sistema de eleição para cargos públicos que não o legislativo e executivo).

O filme começa situando aos novos fãs sobre quem foi Veronica Mars no passado e deixa claro quem é ela no presente. Após o fiasco do 1° ano em Hearst, Veronica finalmente deixa Neptune para trás e vai para Stanford estudar psicologia e depois Direito. Uma guinada total nas suas pretensões, em um tentativa clara de deixar para trás tudo o que ela foi um dia.

Uma coisa interessante sobre Veronica é que ela sempre foi viciada na emoção que a profissão de detetive lhe proporcionava. Quando adolescente poucas vezes titubeou diante de uma decisão que fosse moralmente duvidosa se isso a levasse a alcançar o objetivo que pretendia. Não havia local que Veronica não arrombasse, segredo que não descobrisse e intimidade que estivesse segura quando ela estava envolvida. Não é a toa que tenha se apaixonado de forma tão intensa por Logan, já que ele tinha uma personalidade tão vibrante e adepta ao perigo quanto ela. E por mais que se amassem e fossem o pilar um do outro, os dois se auto destruíam sempre que estavam juntos.

É compreensível que Keith quisesse ver a filha o mais longe de Neptune possível. Aquele lugar instigava em Veronica um estilo de vida que o pai não conseguia aceitar de verdade para ela. Talvez porque ele visse em Veronica um reflexo dele mesmo. Um homem inteligente e inquieto, que não suportava ficar parado enquanto as coisas aconteciam, mesmo que isso significasse a destruição de tudo o que ele tinha como certo em sua vida: a profissão, o casamento, o bom nome.

Keith enxergava em Veronica exatamente os mesmos traços da sua personalidade. A garota mentia e enganava quase como uma segunda natureza, e não tinha o menor escrúpulo em fazer cair quem quer que fosse em nome da justiça (ou da vingança, algumas vezes). E isso a levou a perder muita coisa ao longo do caminho e quase a si mesma. Por isso Keith se esforçou tanto para levar a filha para longe, proporcionar um outro futuro que não a mesma vida que ele levava e na qual ela se espelhava.

Stanford, o Direito, e o conceituado escritório de advocacia em Nova Iorque eram claramente a expressão do que Keith considerava o melhor futuro para a filha. E ela tentou com todas as suas forças fazer funcionar, principalmente porque já tinha visto ruir tudo à sua volta em Neptune. Mas o que realmente importa aqui, é que o papel de advogada bem sucedida nunca foi talhado para Veronica. Um relacionamento tranquilo com Piz – a quem eu adoro, só para constar – jamais seria capaz de satisfazê-la de verdade. Claro que ela o amava (e quem não amaria Piz!?), mas pouco mais do que alguém ama um grande amigo. Ele simplesmente era a melhor escolha para aquela vida que ela tinha decidido levar: um cara legal, um relacionamento sem altos e baixos, um emprego de classe e que usaria a sua mente afiada.

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Mas todos os sinais de que ela não era feliz estavam estampados para quem quisesse ver, tanto que bastou um único telefonema de Logan para que Veronica abandonasse tudo e voltasse para Neptune. Tudo bem, ele estava sendo acusado de assassinato (de novo!), mas ela não precisava realmente voltar, precisava? Claro que não! Veronica voltou porque no fundo ela ansiava a sua antiga vida de volta, tanto quanto ansiava rever Logan.

Rob Thomas disse que sua intenção era fazer um filme voltado para a investigação do crime – assim como eram os episódios da série – mas que não havia como fazer isso neste filme em particular, pois este é um presente para os fãs e ele queria que todo mundo pudesse reconhecer as pessoas, as situações, deixar ‘o povo em casa’.

E realmente quase todo mundo está ali: Veronica (claro!), Keith Mars, Logan, Dick, Mac, Wallace (de quem eu senti bastante falta na última temporada da série. Ele apareceu bem pouco), Weevil, Piz (que poderia ter aparecido um pouquinho mais, eu não me importaria), Leo (ótima surpresa! Cena muito legal dos dois juntos), Sacks (que não mereceu o destino que lhe deram), Vinnie Van Lowe (ele não ganhou como Delegado na eleição que concorreu com Mars? Ou durou tão pouco assim no cargo?), Cliff, Gia, Madison, Celeste Kane e até mesmo Mr. Clemmons.

Pode parecer um pouco estranho que Veronica tenha lutado tanto para sair de Neptune, fugir de si mesma e da vida que levava para terminar exatamente como começou. A primeira vista parece apenas que ela andou, andou, andou e não saiu do lugar. Eu mesma fiquei um pouco incomodada por ela ter chegado tão longe e voltado como se nada tivesse acontecido. Quero dizer, ele já era uma detetive licenciada aos 19 anos e voltar ao mesmo ponto após fazer Psicologia e Direito foi quase como jogar no lixo 9 anos de sua vida. Claro que ela acabará por usar as duas graduações na sua profissão, mas não era realmente necessário para o seu futuro profissional. Por que não continuar em Nova Iorque? Por que abandonou a ideia de ir ao FBI? Tudo faria muito mais sentido se outros fossem os rumos de sua vida.

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Terminei o filme um pouco irritada por conta disso. Preferia que ela nunca tivesse abandonado a investigação, senti-me traída. Mas a minha indignação se abrandou um pouco quando percebi (e li um milhão de comentários aqui e ali sobre o assunto, o que me ajudou a compreender melhor as decisões de Veronica) que tudo o que Veronica fez ao longo desses 9 anos longe foi justamente para tentar enterrar a pessoa que ela um dia foi, porque no fundo envergonhava-se por sentir tanto prazer no que fazia (mentir, enganar, passar por cima dos sentimentos dos outros). Sim, ela sempre sonhou em largar Neptune, mas no fundo queria continuar com a mesma vida que levava ali, só que em outro lugar. O problema é que ver o resultado do que ela fazia refletindo nas pessoas que ela amava (culminando na destruição da última oportunidade que o pai tinha de voltar ao cargo de Delegado), acabou por ser fundamental em sua decisão de enterrar o que ela realmente ansiava. E por isso o que para muitos seria considerado um avanço (Psicologia, Direito, escritório de advocacia de renome), para ela era na verdade uma fuga do que realmente a fazia feliz, quase uma punição. E isso fica bem claro quando ela diz ao final que precisa de coragem para mudar o que pode, mesmo que isso signifique desapontar a única pessoa que ela não suporta desapontar.

Para Keith não foi fácil aceitar que ela tenha escolhido voltar e ficar em Neptune. Como todo pai, ele queria o melhor para a filha e seguir os seus passos, inclusive caindo nos mesmos erros não era o melhor na visão dele. Mas quando ele vê as reportagens na tv falando do crime que ela elucidou (mais uma vez), não há como não perceber que ele acatou a decisão da filha e, mais importante, entendeu. Veronica estivera fugindo, e, assim como acontecia com ele, Neptune, a investigação, a adrenalina, a vida tortuosa de uma detetive particular eram o que a faziam feliz e completa. Eu creio que naquele momento Keith não apenas entendeu e aceitou a decisão da filha, como entendeu e aceitou a si mesmo e à sua personalidade, afinal, Keith sempre foi o modelo de Veronica e não por acaso. Os dois são iguais.

De resto, o caso.

Logan foi acusado do assassinato da namorada e ligou para Veronica pedindo ajuda. Curioso que, após 9 anos de silêncio, ela ainda o mantivesse registrado no seu celular e com a mesma foto de quando era adolescente.

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Claro que Veronica, sendo quem ela é, não conseguiu resistir e correu para Neptune. E lá, entre reencontro com os antigos amigos – ótimo rever Mac e Wallace – e experiências nada agradáveis na festa de 10 anos de graduados de Neptune Hight – entre tantos, tinha que ser Madison a anfitriã – ela cavocou até descobrir quem realmente matou Carrie (gostei dela ter escolhido inadvertidamente a frequência de uma nova emissora de rádio. No final das contas, a sorte trabalhou a seu favor).

E por falar em Carrie, eu teria preferido que Rob tivesse escolhido outra personagem para ser a namorada assassinada de Logan. Carrie Bishop foi colega de classe de Veronica e era interpretada na série por Leighton Meester. Como não conseguiram trazer Meester de volta (algo a ver com conflito de agenda e tal), escalaram a cantora Andrea Estella para o papel. Para mim isso não funcionou por dois motivos: 1) usaram o mínimo possível da personagem (creio que tinham maiores planos para ela se Meester tivesse participado); 2) não houve identificação imeditada com quem era Carrie na série. Eu mesma tive que pesquisar a personagem e só ao ver o nome de Leighton Meester é que lembrei quem era Carrie Bishop. Para mim teria funcionado melhor se tivessem usado alguma outra personagem, mesmo que desconhecida para nós.

O crime em si foi apenas pano de fundo no filme. O que importava eram os reencontros e a reflexão do que estava acontecendo na vida de todos eles, e, mais do que tudo, vermos como o relacionamento especial entre Veronica e Keith continua o mesmo. Acho fantástica a cumplicidade entre esses dois e foi ótimo ver o quanto ela amadureceu e aprendeu a se abrir para o pai, apesar de todos os pesares.

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Também achei muito legal que mesmo após tanto tempo Logan e Dick continuavam grandes amigos. Não é interessante que Dick, mesmo sendo aquele ser totalmente sem noção, sempre tenha sido um amigo leal? Foi particularmente especial ver Wallace como professor e Veronica continuar ‘abusando’ de seus privilégios de amiga. E quem não se encantou com Mac toda envergonhada por ter aceitado um cargo – que paga muito, muito bem – na Kane Software?

Outro que gostei demais de rever foi Leo. Sempre tive uma paixão por Leo e nunca me conformei muito bem com o término da relação dele com Veronica. Fiquei muito feliz na série quando Keith o traz de volta à polícia no final da 3ª temporada. E foi com muito carinho que eu o vi ainda na força policial depois de todos aqueles anos. Assim como Sacks. Se teve um policial que sempre esteve presente foi Sacks e, mesmo sendo um personagem bem secundário eu sempre gostei muitíssimo dele. Fiquei de coração partido com a sua morte no filme.

Mas a maior dor foi o destino de Weevil. Enquanto Veronica fugiu de quem era por 9 anos e voltou às suas raízes por perceber que ali estava a sua felicidade, Weevil sempre foi um cara legal que fora obrigado a experimentar coisas que no fundo não o faziam feliz. Ele finalmente encontrou o seu espaço, casou com uma mulher linda, tinha uma filha adorável, um negócio próprio, uma vida respeitável e foi obrigado a voltar ao exato ponto do qual tanto lutou para sair, não por ser ali a sua felicidade, mas porque as circunstâncias o obrigaram. Como doeu em mim vê-lo montando naquela moto ao final, sabendo que foram as artimanhas de uma polícia corrupta que o empurrou de volta a uma vida que ele batalhou com unhas e dentes para abandonar. Trágico e não merecido.

Por outro lado, tivemos Logan, que foi a personagem que mais amadureceu, na minha opinião. Continuou sendo ele mesmo, sempre pronto a perder a calma quando o assunto era defender alguém com quem se importava – no caso, Veronica – mas ainda assim com uma outra atitude diante da vida. Foi uma surpresa vê-lo na Marinha, mas uma surpresa adorável e que faz muito sentido. Logan sofreu durante toda a sua infância e adolescência, tinha uma raiva muito grande dentro de si, perdeu a mãe, a namorada, o pai. Tudo o que tocava parecia apodrecer e fazê-lo sofrer, então a raiva que ele tinha dentro de si era muito grande, e a rebeldia era o maior traço da sua personalidade. Por isso foi tão legal vê-lo na Marinha, o que, com certeza, o ajudou a centrar, arrumar foco, descontar essa raiva interna em algo que fosse produtivo. E isso o mudou como pessoa, fez com que amadurecesse e se tornasse alguém muito mais confiável. Nunca deixará de ser a pessoa que é, mas agora ele encontrou o seu ponto de equilíbrio e talvez por isso o relacionamento com Veronica finalmente poderá dar certo. Os dois encontraram a si mesmos e aceitaram quem são. A paixão vibrante que ambos tem pelo perigo ainda existe, mas está mais focada, melhor canalizada e por isso mesmo agora os dois fucionarão juntos.

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Tudo bem, ele ficar fora por 180 dias de quando em quando também ajuda. Amor épico é muito bom, mas em doses homeopáticas é muito melhor. E foi deles a cena mais linda do filme ao se despedirem.

“Come back to me”
“Always”

‘Game of Thrones’: confira o novo trailer da 4ª temporada

Data/Hora 19/03/2014, 10:21. Autor
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A HBO liberou ontem, após a premiere de Game of Thrones em Nova York com live stream no Facebook, um novo trailer da 4ª temporada da série. O vídeo foca, principalmente, nos destinos da prole de Ned e Catelyn.

Arya será caçada por Brienne, por ordem de Jaime; enquanto Sansa, agora esposa de Tyrion, vê as chances do marido morrer crescerem assustadoramente. E há Bran, que está longe do restante da família, mas que é a esperança de sobrevivência da mesma. O pequeno Rickon não aparece no vídeo, mas o “Stark” bastardo, Jon Snow, aparece brevemente.

NOTÍCIAS| ‘Game of Thrones’: produtores têm plano de sete temporadas para a série

O vídeo ainda dá ênfase à tentativa de vingança de Stannis, para absoluta descrença de Joffrey, e encerra com uma bela imagem de Daenerys com um dos seus dragões. Ah, e é claro, rola aquele incesto básico entre os mais belos exemplares da família mais platinada de Westeros.

O trailer foi nomeado de Devil Inside, e a trilha é uma música de mesmo nome do grupo London Grammar.

A 4ª temporada de Game of Thrones estreia em 6 de abril. DVDs e Blu-ray da 3ª temporada já estão à venda no Brasil.

 

IstoÉ retrata deputado Eduardo Cunha como Frank Underwood, de ‘House of Cards’

Data/Hora 19/03/2014, 09:50. Autor
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Estratosféricas são as diferenças entre a política nos Estados Unidos e no Brasil. E mesmo assim, a revista semanal IstoÉ conseguiu traçar um paralelo entre os países, e o melhor, por meio de uma das séries mais conceituadas do momento.

A capa da edição 2312 da IstoÉ traz o deputado federal do PMDB do Rio de Janeiro, Eduardo Cunha, em pose de soberania – numa versão da foto de divulgação da série House of Cards, sucesso da Netflix. Cunha representa Frank Underwood, o personagem de Kevin Spacey, mas sem o glamour. Na série, o político tem um plano vingativo e inescrupuloso para derrubar o presidente dos Estados Unidos, após sentir-se traído pelo mesmo. Em terras brasileiras, o líder do Partido do Movimento Democrático Brasileiro – caso não saiba, o maior do Brasil – trava uma batalha com a República, para a IstoÉ e seu articulistas Claudio Dantas Sequeira e Izabelle Torres. E conforme os autores do artigo, entre seus objetivos nesta luta, o maior, talvez, seja inviabilizar a reeleição da presidenta Dilma Rousseff. Cunha exige mais cargos com maior poderio e mais verbas.

Frank Underwood 

Membro do Partido Democrata, o deputado Frank Underwood serve na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, onde atua como Corregedor da Maioria. Estudou no The Sentinel – colégio militar fictício, baseado no The Citadel – na Carolina do Sul, e, mais tarde, frequentou a Harvard Law School. A trama de House of Cards é constituída basicamente de manipulações, uma vez que, após ser traído por Garrett Walker, o presidente, Underwood forma uma espécie de complô para derrubá-lo. Seus aliados em seu plano de vingança são sua esposa, Claire; seu chefe de gabinete, Doug Stamper; e a repórter (e ex-amante) Zoe Barnes. Com a persuasão, sua principal e mais marcante característica, manipula o deputado Peter Russo a seu favor. O que feriu seu ego, ou seja, a traição que sofreu, foi a promessa não cumprida do presidente. Underwood esperava ser eleito como Secretário de Estado, após ajudar Walker em sua eleição – sendo peça fundamental – mas o traíra o ignora, elegendo outro para o cargo, desencadeando em Frank uma série de artimanhas nada morais e éticas – estendendo-se, também, para sua vida pessoal. A atuação de Kevin Spacey é impecável, e ele não esconde que Frank Underwood é um personagem feito para ser desagradável aos olhos de quem o vê. Entretanto, possui um forte magnetismo que prende qualquer um – torcendo por sua vingança plena ou não.

House of Cards

Eduardo Cunha

Economista, radialista, e político. Esta é a definição mais simples para Eduardo Cunha, deputado e líder do PMDB do Rio de Janeiro. O político carioca é formado na Universidade Candido Mendes e, de portas abertas graças a um empresário, entrou para a política em 1980, participando da campanha presidencial de Fernando Collor de Melo. No caso do brasileiro, não houve traição (pelo menos à época). O presidente Collor o nomeou como presidente da Telerj (1991 a 1993), como forma de retribuição ao apoio em sua campanha. A polêmica faz parte de sua vida desde esta época, quando foi acusado de superfaturamento em contratos da empresa. A partir daí, foi acusado de negócios com um traficante colombiano, falsificação de documentos públicos, e atualmente defende o Marco Civil. ”O sabotador da República” é como está sendo chamado após a reportagem da revista (capa acima).

Assim como Frank Underwood, o deputado Eduardo Cunha é visto, conforme a IstoÉ, como um verdadeiro chantagista, pois tira vantagens nem um pouco republicanas do governo federal, usando como base o poder de seu cargo, como explicita o trecho da reportagem da revista: Quando é contrariado, tenta dar o troco lançando mão do que há de pior nas práticas políticas: a ameaça e a chantagem.

Será que, separados por ficção e realidade, os dois políticos têm muito em comum?

Com informações da IstoÉ.

Destaques na TV – quarta, 19/03

Data/Hora 19/03/2014, 07:32. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira o que tem na programação da TV.

A Warner Channel estreia Believe, nova produção de J.J. Abrams (Lost e Fringe), com direção Alfonso Cuarón (Filhos da Esperança e Gravidade). A série conta a história de uma garotinha com poderes especiais que, após a morte dos pais, passa a ser protegida por um ex-presidiário a pedido de sua família. No elenco nomes como Jake McLaughlin (Crash), Kerry Condon (Luck, Roma), Jamie Chung (Once Upon a Time), Delroy Lindo (Chicago Code), Kyle MacLachlan (Twin Peaks), Mathew Rauch (Banshee), dentre outros. Believe estreia com um pequeno atraso em relação a exibição americana, que aconteceu no dia 10 de março.

Sobre a exibição de Sons of Anarchy na Band, já faz semanas que o canal parou a exibição, creio eu que o canal abandonou a série assim como o canal FX fez.

Shailene Woodley (The Secret Life of the American Teenager), Artie Lange (Rescue Me) e Beck são os convidados de hoje do The Tonight Show.

Confira os demais destaques.

WARNER
Believe – 20 h (ep 1×01) ESTREIA

SONY
Grey’s Anatomy – 21h (ep 10×10) – Leia a review
Revenge – 22h (ep 3×12) – Leia a review
The Voice – 23h
Scandal – 0h – reprise

TBS
The Millers – 21h (ep 1×04)

AXN
Covert Affairs – 21h (ep 3×06) – Leia a review

BBC HD
Orphan Black – 22h (ep 1×07)

RECORD
Milagres de Jesus – 21h45 – minissérie
Breaking Bad – 23h45 (ep 4×12)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30
Sons of Anarchy – Não terá exibição hoje

SBT
Chaves – 18h30
Person of Interest – 2h15

+GLOBOSAT
Puberty Blues – 22h (ep 1×07)

GLITZ
Lying Games – 18h47 (ep 2×01) ESTREIA
Pretty Little Liars – 20h21 (ep 3×20) / 21h08 (ep 3×21)

GNT
Parenthood – 15h – 3a. temporada (de segunda a sexta)
Amor Veríssimo – 22h30
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30

MAX*e
Geração da Guerra – 22h (ep 1×03) FINAL

BOOMERANG
A Vida Secreta de Uma Adolescente Americana – 20h (exibição de segunda a sexta)

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 1ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 1ª temporada)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
Retrato de Mulher – 23h10 (de segunda a sexta)
Agua Viva – 0h (de segunda a sábado)

Podem comentar.

How I Met Your Mother – Gary Blauman

Data/Hora 18/03/2014, 22:15. Autor
Categorias Reviews

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Demorou, é verdade, mas ele veio. Os trajes já foram vestidos, o casamento está para se iniciar e, junto com ele, o clima de despedida aparece e toma conta da tela. É assim que o episódio da semana traz, talvez, a lição de vida mais manjada que existe. No entanto, é impressionante como o episódio a faz funcionar da maneira que só How I Met Your Mother sabe fazer.

A história contada acontece em meio a um encontro entre Ted e a Mãe, e traz o personagem que dá nome ao episódio como centro da discórdia. Melhor que descrevê-lo, é deixar os próprios personagens falarem sobre ele. De um lado temos Robin, Lilly e William Zabka que o consideram uma pessoa legal. Do outro Ted, James e Barney que não gostam do sujeito. O conflito? A permissão ou não para que o mesmo possa ver o casamento juntamente com os convidados.

Em meio a tudo isso podemos ver, talvez exclusivamente dessa vez, um encontro entre Ted e a Mãe. Mas não um encontro qualquer, o primeiro. Algumas coisas valem a pena ser destacadas sobre a caminhada dos dois. Primeiramente o fato de Ted não ter esperado mesmo! Que ir pra Chicago que nada. Ele conhece a Mãe no casamento e desiste dos planos? Parece que eles vão viver grandes emoções quando se conhecerem. O segundo é o amadurecimento de Ted, fazendo ele tomar decisões que antes não tomaria. Quando se despede da Mãe, ele cita indiretamente seu discurso que fez no piloto da série para Robin, em uma cena no mínimo parecida, e diz que naquele momento sabia que aquilo não era necessário, que de alguma forma as coisas dariam certo. Toda essa cena só reforça o já batido discurso, repetido tantas e tantas vezes por Ted, justificando suas histórias como um ciclo para se transformar no homem que precisava ser para encontrar a mulher de sua vida.

How I Met Your Mother - Gary Blauman 2

Com o encontro de Ted e a Mãe resolvido, é hora do juiz Marshall resolver o conflito principal do episódio. Conforme os motivos de amor e ódio são revelados, podemos perceber que, na verdade, Gary era uma pessoa boa ou, no mínimo, decente. O tribunal, muito bem controlado por Marshall e seu sapato, dá o veredicto a favor do personagem que, no fim, recebe sua permissão para ficar junto a todos no casamento.

O final é aquele clássico: um discurso que já nos acostumamos, uma montagem de cenas sensacional e um ingrediente especial – o final de muitos dos personagens que cruzaram a vida de nossos amigos durante esses nove anos. Em especial James, que reatou com seu antigo namorado e ainda deixou a bola quicando para o spin-off da série que está para chegar, How I Met Your Dad. Bonitos e engraçados, os finais te confortam e ao mesmo tempo te fazem rir com alguns bem bolados e inesperados.

Bob Saget, a voz por trás do Ted no futuro, define perfeitamente o que acontece ao longo dos anos: pessoas próximas acabam ficando mais distantes e se tornando, eventualmente, apenas conhecidos. Nunca aconteceu com você? Pessoas que você se importava, mas que de algum jeito escaparam do seu convívio, e uma amizade que já foi grande um dia se tornou apenas uma memória. É por isso que “quando encontramos uma pessoa que queremos manter por perto, fazemos algo a respeito“.

 

The Walking Dead – Alone e The Grove

Data/Hora 18/03/2014, 21:19. Autor
Categorias Reviews

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Alone

De todos os grupos formados depois da invasão à prisão, o composto por Bob, Sasha e Maggie era o que eu menos me importava. Muito desse desinteresse se devia ao fato de não ir muito com a cara do Bob, dos roteiristas tentarem enfiar goela abaixo o romance dele com Sasha e a chata da Maggie.

O início do episódio foi totalmente dedicado a mostrar como Bob foi incorporado ao grupo liderado por Rick. Confesso que não entendi muito bem o objetivo, mas tenho que dar um salve à produção que mais uma vez arrebentou. E a cereja do bolo foi a música escolhida: Blackbird Song, do não tão desconhecido Lee DeWyze. Para quem não sabe, ele foi o grande vencedor da nona edição de American Idol.

 

Mas para a minha surpresa o episódio não foi de todo ruim. Finalmente comecei a ver uma química, bem tímida, diga-se de passagem, entre Sasha e Bob e esse plot serviu para mostrar que é impossível ser feliz sozinho. Só faltou os Três Tenores cantando Amigos Para Sempre no final do episódio.

Amigos para Sempre

E para a nossa alegria o novo casal do momento, Beth e Daryl, também apareceu. E como se a série já não tivesse mistérios suficientes, eles resolveram apresentar mais um. Que cemitério mágico é esse? Eles ofereceram um enterro digno para os walkers e uma dispensa cheia para os humanos.

Parece que Daryl realmente mudou – pelo menos por enquanto. Foi muito bonito ver ele admitir isso e, acima de tudo, creditar essa mudança à Beth. E depois de terem sofrido tanto, foi muito bom vê-los como pessoas normais, com um cachorro caolho e tudo! Pena que durou muito pouco.

Agora fica a pergunta: será que Daryl vai voltar a ser o que era ou vai continuar procurando pela Beth, assim como fazem Maggie e Glenn? É esperar para ver. Que venha The Grove!

Opa, não precisam esperar muito, ele já está aqui! Queria pedir desculpas pela falta de texto na semana passada e principalmente pela demora para responder os comentários, porém essa vida de trabalhador, universitário e “escritor” não é fácil. Mas chega de mimimi e vamos ao que interessa.

The Grove

Ao contrário do grupo do episódio passado, o mostrado em The Grove é de longe o mais interessante: uma babá quase “perfeita”, uma incendiária, aprendiz de psicopata, Mika e little Judith.

Ao vê-los todos felizes naquela casa do campo, comendo nozes, caçando, deitados ao redor da fogueira, você acaba esquecendo da realidade de The Walking Dead, só que ela não demora para bater em sua porta. E a cada episódio, a produção nos surpreende e dessa vez tínhamos walkers on fire. Contudo, fiquei curioso para saber de onde vinha aquele fogo.

Todos Juntos

Assim como os walkers, a verdade é sempre muito dolorosa. Estava esperando o momento em que Carol ia abrir seu coração para Tyreese e contar toda a verdade sobre a Karen. Ela teve muitas oportunidades e até certo ponto pensei que ele fosse jogar a culpa em Lizzie, mas isso não aconteceu.

Apesar de todos os esforços de Carol, Lizzie era um caso perdido. Ela sempre demonstrou uma instabilidade emocional e de fato era um perigo para o grupo. Enquanto Mika brincava com Griselda, uma boneca de pano, Lizzie também brincava com Griselda, só que uma walker. Mas nunca pensei que ela fosse capaz de matar a própria irmã a sangue frio. Contudo, é muito complicado julgar essas atitudes, principalmente quando não está se passando o que eles estão vivendo.

Mika

O mesmo se aplica à Carol. Apesar de todo mundo criticar suas atitudes, principalmente a tomada em The Grove, ela teve os seus motivos e sempre foi coerente no seu discurso: o bem do grupo. Analisando seu histórico, não achei tão chocante ela matar Lizzie. Entretanto, eu, Felipe, acho que matar a Karen, David e a Lizzie não era a solução, mas como já disse, é difícil julgar de fora.

O que mais me impressionou e me chocou foi a atitude de Tyreese quando ela finalmente criou coragem e contou toda a verdade. Matá-la seria a solução mais óbvia e iria sanar uma dor imediata. Porém, decidir deixá-la viver com a culpa de todas essas mortes nas costas foi uma penitência muito maior.

Com isso, a caminhada continua. Rick, Michonne, Carl, Glenn, Maggie, Sasha, Bob, Carol, Tyreese e Judith a caminho de Terminus. Será que eles vão conseguir chegar lá? Façam suas apostas.

Ps: Fiquei pensando sobre qual nota atribuir a esses episódios. Uma média seria a solução mais correta, porém seria injusto com The Grove, que mereceu nota máxima por ser um dos episódios mais densos e fortes de The Walking Dead!

Ps2: Saudades, Richonne e Carl!

Que venha Us!

 

‘Chicago P.D.’ estreia no Canal Universal em maio

Data/Hora 18/03/2014, 17:30. Autor
Categorias Notícias

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O Canal Universal estreia em maio a série Chicago P.D., produzida por Dick Wolf, criador da franquia Law & Order. A série é um spin-off  de Chicago Fire e conta com 15 episódios confirmados para a primeira temporada. O elenco traz Jason Beghe (Californication), Jon Seda (Close to Home) e Sophia Bush (One Tree Hill).

A série acompanha o dia a dia do Distrito 21 do Departamento de Polícia de Chicago, que está dividido em dois grupos. O sargento Hank Voight (Jason Beghe), um homem disposto a fazer qualquer coisa para manter a cidade segura, comanda um deles, a Unidade de Inteligência, que combate o crime organizado e o tráfico de drogas, além de investigar assassinatos com grande repercussão na imprensa. O segundo é formado por policiais que patrulham as ruas e enfrentam os mais diversos delitos.

Chicago P.D. é produzida pela Wolf Films em parceria com a Universal Television. A produção executiva é assinada por Dick Wolf, Peter Jankowski (franquia Law & Order), Mark Tinker e os produtores de Chicago Fire Matt Olmstead, Michael Brandt, Derek Haas e Danielle Gelber.

Com informações repassadas pela assessoria de imprensa do Canal Universal.

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